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    Lenny Kravitz vai se apresentar durante homenagens do Oscar

    6 de março de 2023 /

    O cantor Lenny Kravitz vai se apresentar durante o segmento “In Memoriam” no Oscar. O “In Memoriam” é um segmento dedicado a homenagear cineastas, artistas e executivos da indústria do cinema que morreram no último ano. Além dos nomes que aparecerão durante a cerimônia, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas também vai disponibilizar uma galeria mais extensa, contendo cerca de 200 fotos de artistas falecidos. A galeria será disponibilizada na A.frame, a revista digital da Academia. Dono de uma carreira musical que se estende por mais de três décadas, Kravitz já lançou 11 álbuns de estúdio que venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo e venceram quatro Grammys consecutivos. Ele também tem alguns trabalhos como ator, com destaque para suas participações nos filmes “Preciosa: Uma História de Esperança” (2009), “Jogos Vorazes” (2012), “O Mordomo da Casa Branca” (2013) e “Casamento Armado” (2022). A 95ª edição do Oscar também vai contar com as apresentações musicais dos indicados ao Oscar de Melhor Canção Original. São eles: David Byrne, que vai interpretar a música “This is A Life”, do filme “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, Lady Gaga, cantando “Hold My Hand”, da trilha sonora de “Top Gun: Maverick” (2022), Sofia Carson, apresentando “Applause”, do filme “Elas por Elas” (2022), Rihanna, responsável por “Lift Me Up”, de “Pantera Negra 2: Wakanda Para Sempre” (2022), e M. M. Keeravani e Chandrabose, que vão cantar “Naatu Naatu”, do longa indiano “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)”. A 95ª cerimônia do Oscar acontece no próximo domingo, dia 12 de março, em Los Angeles com apresentação do humorista Jimmy Kimmel. A transmissão no Brasil vai acontecer pelo canal pago TNT e pela plataforma HBO Max.

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    Chris Rock devolve tapa em Will Smith com piadas polêmicas em especial da Netflix

    5 de março de 2023 /

    O comediante Chris Rock estreou o primeiro especial ao vivo da Netflix, “Selective Outrage”, que foi ao ar na noite de sábado (4/3) e, como era esperado, direcionou críticas a seu desafeto Will Smith. O assunto mais esperado era seu comentário sobre o tapa que levou do ator na última cerimônia do Oscar. Rock revelou que o título de especial de humor, “indignação seletiva”, era uma referência ao comportamento de Smith. Para exemplificar a indignação seletiva, Rock fez uma piada polêmica. Ele começou dizendo que o tapa que Smith deu em seu rosto teria mais a ver com o que o ator enfrentava no próprio relacionamento com a esposa, Jada Pinkett Smith, do que com a piada feita na ocasião — quando comparou o visual careca da atriz, que sofre de alopecia, com o personagem de Demi Moore no filme “G.I Jane”. O casal Smith tinha um casamento aberto, que permitiu Jada a se relacionar com o rapper Alsina. Rock usou esse fato para atacar Smith “Will Smith pratica indignação seletiva, porque todo mundo sabe o que aconteceu, todo mundo sabe que eu não tive merda nenhuma a ver com aquela merda toda. Eu não tive nenhum ‘envolvimento’ [expressão usada por Jada pare se referir à sua relação com Alsina]. A esposa dele estava transando com o amigo do filho”, disse Rock. O humorista puxou então outro fato do relacionamento do casal. Algum tempo depois da relação entre Jada e Alsina chegar na mídia, Will foi convidado por Jada a discutir abertamente a questão no programa que ela apresenta no Facebook, “Red Table Talk”. “Normalmente, eu não falaria sobre essa merda. Mas, por algum motivo, esses dois colocaram essa porcaria na internet. Não faço ideia do motivo de duas pessoas famosas baixarem tanto o nível. Olhem essa p***a. Todo mundo já foi traído. Todo mundo aqui já foi traído. Ninguém aqui foi entrevistado pela pessoa que foi traído na televisão, tipo, ‘ei, eu chupei o p** de alguém, como você se sentiu?'”, descreveu. “Ela machucou ele muito mais do que ele me machucou”, afirmou o comediante, que a seguir atingiu o ponto mais controverso de seu discurso. “E ele bateu em quem? Em mim, um cara que ele dá conta de bater. Isso é uma merda imensa”, completou, insinuando que Will Smith deveria ter batido na esposa ou no amante dela. Chris Rock encerrou o especial abordando por que decidiu não revidar fisicamente a agressão que sofreu durante o Oscar: “Eu tenho pais. Porque fui educado. E sabe o que meus pais me ensinaram? Não brigue na frente de brancos”.

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    Globo desiste de transmitir o Oscar no Brasil

    3 de março de 2023 /

    A Globo desistiu do Oscar. A emissora não adquiriu os direitos para a transmissão da premiação este ano, após abrir mão da exibição do Oscar na TV aberta no ano passado. Em 2022, a emissora só realizou a cobertura da premiação mais importante do cinema em seu streaming. Mas este ano não vai passar o Oscar nem na Globoplay. Detentora dos direitos do Oscar desde os anos 1970, com apenas algumas lacunas, a Globo se tornou historicamente a casa da premiação no Brasil — mesmo sempre priorizando as transmissões de outros programas no horário, como a transmissão do Carnaval, eventos esportivos e até o “Big Brother Brasil”. Demonstrando a perda de prestígio da premiação na emissora, nos últimos anos a cobertura do evento passou a ser exibida cada vez mais tarde, sem o começo ao vivo, e chegou até mesmo a ser dispensada em 2020, quando a Globo optou pela exibição de uma partida de futebol pré-olímpico entre as seleções de Brasil e Argentina. No ano anterior, já tinha decido exibir apenas um compacto da premiação após o paredão do “BBB 21”. Assim, o Oscar 2023 se tornou uma exclusividade do canal pago TNT e da plataforma HBO Max no Brasil. A transmissão vai acontecer em 12 de março, a partir das 20h, direto do Dolby Theatre, em Los Angeles, com cobertura desde o tapete vermelho das estrelas de Hollywood. A equipe responsável pela transmissão conta com a apresentadora Ana Furtado, o crítico Michel Arouca, as correspondentes Aline Diniz e Carol Ribeiro e a atriz Camila Morgado (“Bom Dia, Verônica”) como convidada especial.

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    Chris Rock vai abordar tapa de Will Smith em especial da Netflix

    2 de março de 2023 /

    O tapa que Will Smith (“Aladdin”) deu em Chris Rock (“Gente Grande”) no Oscar 2022, que teve repercussão mundial e dividiu opiniões, será abordado num novo especial de comédia da Netflix. Segundo o site Deadline, Chris Rock guardou sua munição para este momento, quando finalmente falará sobre o infame incidente. “Chris Rock: Selective Outrage” será transmitido ao vivo no próximo Chris Rock às 00h, na Netflix. O projeto, como já havia sido anunciado, será o primeiro especial de comédia ao vivo da plataforma. E, por coincidência, será transmitido uma semana antes da cerimônia do Oscar 2023 (marcada para 12 de março). Enquanto a mídia discutia o ataque do Oscar, Will Smith tentou se explicar de várias maneiras, mas Rock se manteve em silêncio. Ele chegou a compartilhar algumas piadas durante suas apresentações de stand-up comedy, mas nunca se aprofundou sobre o assunto. Há boatos de que ele tenha recusado apresentar novamente a cerimônia do Oscar e também não quis aparecer em um comercial do Super Bowl ao lado de Will Smith. O comediante afirmou que estava guardando sua opinião sobre o assunto. Mas piadas sobre o momento começaram a pipocar recentemente nos shows de Chris Rock. Em uma apresentação em janeiro, ele teria abordado o assunto por bastante tempo e comentado sobre a comoção coletiva que aconteceu após a cerimônia do Oscar. “A coisa que as pessoas querem saber: doeu? Claro que sim. Ele interpretou o Muhammad Ali! Mesmo em filmes de animação, eu sou uma zebra e ele é um maldito de um tubarão”, teria dito Rock na apresentação. Em outra fala, o comediante falou sobre a diferença de tamanho entre os dois atores: “Will Smith é um cara grande. Eu não sou. Ele fica sem camisa em seus filmes. Se você me ver em algum filme fazendo uma cirurgia de coração aberto, eu vou usar um suéter.” Rock também relatou que odiou assistir ao último filme de Will Smith, o drama “Emancipation” (2022), do diretor Antoine Fuqua (“Invasão à Casa Branca”). Na trama, Will interpreta um ex-escravo que foi brutalmente afastado de sua família após ser capturado ilegalmente por capangas de seu antigo senhor. Tentando fazer piada com o trabalho de Smith, Chris comentou que só assistiu ao longa “para ver Will ser chicoteado”. De acordo com o Deadline, essas tiradas foram ensaios para o especial da Netflix. Smith tentou, de todas as formas, pedir desculpas para o humorista. E todas foram ignoradas. “Entrei em contato com Chris e a mensagem que recebi é que ele não está pronto para falar e, quando estiver, ele entrará em contato”, disse Smith em um vídeo amplamente divulgado nas redes sociais. Em um show na O2 Arena, Rock respondeu ao vídeo do ator de forma singela: “F*da-se você e o seu vídeo de refém”.

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    “Creed III” e filmes do Oscar agitam programação de cinema

    2 de março de 2023 /

    A continuação da franquia “Creed” é a estreia mais ampla desta quinta (2/3) nos cinemas brasileiros, que também vão receber dois filmes do Oscar 2023: “Entre Mulheres”, que concorre a Melhor Filme, e “Close”, na disputa de Melhor Filme Internacional. A maioria dos lançamentos chega em circuito limitado. E isso inclui o bom suspense “Desaparecida”, exemplar da nova estética “desktop film” e o terror retrô “Duas Bruxas – Herança Diabólica”. São nove novidades ao todo. Confira abaixo cada uma delas.   | CREED III |   O terceiro filme da franquia, que começou como spin-off de “Rocky”, destaca a rivalidade e o confronto entre o personagem-título (vivido por Michael B. Jordan) e o desafiante Damien, interpretado por Jonathan Majors (“Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”). Ex-amigo que tomou caminho distinto, Damien sai da prisão acreditando que Creed viveu a vida que ele merecia e pretende reivindicar tudo para si mesmo, vencendo-o no ringue. Além de estrelar a franquia, Jordan também faz sua estreia como diretor nessa continuação, que volta a contar com as participações das atrizes Tessa Thompson e Phylicia Rashad, mas perdeu Sylvester Stallone. O ator veterano decidiu aposentar Rocky Balboa. O roteiro é de Zach Baylin (“King Richard”) e Keenan Coogler (roteirista de “Space Jam: O Novo Legado” e irmão do diretor do primeiro “Creed”, Ryan Coogler), e o resultado supera o longa anterior, saindo definitivamente da sombra de “Rocky”.   | ENTRE MULHERES |   Concorrente do Oscar de Melhor Filme e Melhor Roteiro Adaptado, o novo drama de Sarah Polley (“Longe Dela”) reúne um espetacular elenco feminino para contar uma história de rebelião. A trama se passa em 2010 numa comunidade religiosa isolada, quando mulheres submissas resolvem conversar entre si sobre os abusos, inclusive sexuais, que sofrem dos maridos e de outros homens. Impedidas de protestar devido à sua fé, elas começam a questionar tudo, divididas entre se submeter ou enfrentar o patriarcado, correndo o risco de perder o único mundo que já conheceram – abrindo mão também, conforme suas crenças, da chance de ir para o Céu. O elenco é encabeçado por Rooney Mara e Claire Foy, que curiosamente já viveram versões diferentes da mesma personagem no cinema, respectivamente em “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018), além de Jessie Buckley (“A Filha Perdida”), Judith Ivey (“Hospital New Amsterdam”), Ben Whishaw (“007: Sem Tempo para Morrer”) e Frances McDormand (“Nomadland”).   | CLOSE |   Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, o drama do premiado diretor belga Lukas Dhont (“Girl”) narra a intensa amizade entre dois garotos de 13 anos de idade, Leo e Remi, que é interrompida de modo súbito por Remi, quando os coleguinhas de aula começam a insinuar que os dois são gays. Lutando para entender o que aconteceu, Leo vê a amizade se transformar em ódio. Vencedor de 38 premiações internacionais, incluindo o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes e o Prêmio do Público do Festival Mix Brasil, o filme é elogiadíssimo por sua abordagem terna do tema da inocência perdida e tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | DESAPARECIDA |   Continuação temática de “Buscando…” (2018), o filme usa a mesma abordagem estética, mas apresenta novos personagens e uma mudança na dinâmica da situação: em vez de ser um pai buscando pela filha (como no original), agora é uma filha que investiga o desaparecimento da mãe. Storm Reid (“Euphoria”) passa o final de semana sozinha enquanto sua mãe (Nia Long, de “Como Seria Se…?”) viaja com o namorado. Porém, ao notar o sumiço da mãe e sem ajuda da polícia, a jovem resolve investigar o que aconteceu por contra própria – e tudo pela tela de seu computador. Realizado num formato conhecido como “desktop horror” ou “desktop film”, na qual toda a ação acontece na tela de um computador, “Buscando…” foi um sucesso de público e de crítica, com mais de US$ 75 milhões nas bilheterias e uma avaliação positiva de 92% no Rotten Tomatoes. A sequência foi escrito e dirigido por Nicholas D. Johnson e Will Merrick, que trabalharam como editores no longa de 2018, e atingiu 87% de aprovação.   | DUAS BRUXAS – A HERANÇA DIABÓLICA |   O terror independente acompanha a passagem do legado maligno entre uma avó bruxa para sua neta e as terríveis consequências para as pessoas que cruzarem seus caminhos. Inspirado em clássicos italianos do gênero, o longa de estreia do diretor Pierre Tsigaridis (que também escreveu, produziu, filmou, editou e fez a trilha sonora) foi premiado em festivais de cinema fantástico e atingiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios para a estética retrô e o clima sinistro.   | BELAS PROMESSAS |   O drama francês traz Isabelle Huppert (“Elle”) como uma prefeita em fim de mandato que enfrenta um dilema. A trama se desenrola em torno de sua luta para salvar um bairro marcado pela insalubridade e pelos locatários abusivos. Mas quando ela é cotada a se tornar ministra, sua ambição põe em cheque todas as suas promessas. Elogiado pela atuação da estrela, bem como por sua crítica social, o filme de Thomas Kruithof (“Mecânica das Sombras”) levanta questões éticas que encontram eco na política brasileira. Clémence é a prefeita de uma pequena cidade que trava com Yazid, seu chefe de gabinete, umClémence pode abandonar sua cidade, as pessoas próximas a ela, e renunciar às suas promessas?   | CORAÇÃO DE PAI – SÃO JOSÉ |   O documentário religioso busca entender quem era José de Nazaré, o pai de Jesus. O diretor espanhol Andrés Garrigó é especialista em produções do gênero, já tendo filmado “Fátima, O Último Mistério” (2017) e “Luz de Soledad” (2016) sobre a santa espanhola María Soledad Torres y Acosta, entre outros documentários católicos.   | RIO NEGRO |   Apesar do título, o documentário de Fernando Sousa (“Intolerâncias da Fé”) não é sobre o afluente amazônico, mas sobre o mar de gente de origem africana na formação da cidade do Rio de Janeiro. A obra combina entrevistas e amplo material de arquivo para apresentar como a população negra forjou trajetórias individuais e laços comunitários para criar um Rio negro, em torno do projeto “civilizatório” das elites brancas.   | MURIBECA |   Premiado no Festival Cine-PE, o documentário de Alcione Ferreira e Camilo Soares (“King Kong en Asunción”) reflete o desaparecimento de um bairro: o Conjunto Habitacional Muribeca (em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco), transformado em uma verdadeira cidade fantasma, e a reação dos moradores diante da morte física de uma comunidade ainda viva na memória e nos sentimentos.

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    Camila Morgado vai participar da transmissão do Oscar no Brasil

    1 de março de 2023 /

    A atriz Camila Morgado (“Bom Dia, Verônica”) vai participar da transmissão oficial do Oscar no Brasil pelo canal pago TNT e pela plataforma HBO Max. Ela vai se juntar à apresentadora Ana Furtado, ao crítico Michel Arouca e as correspondentes Aline Diniz e Carol Ribeiro como convidada especial. A 95ª edição da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA está marcada para o próximo dia 12 de março, com transmissão ao vivo do Dolby Theatre, em Los Angeles. A cobertura para o canal e para o streaming acontecerá a partir das 20h, com o tapete vermelho das estrelas de Hollywood. A participação de Camila, que recentemente esteve na novela “Pantanal”, representa seu primeiro trabalho para TNT e HBO Max. Já Ana Furtado fez sua estreia como apresentadora do canal no Grammy, no início de fevereiro.

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    David Byrne vai tocar no Oscar 2023

    27 de fevereiro de 2023 /

    O cantor David Byrne, ex-líder da banda Talking Heads, vai se apresentar no Oscar. Ele vai interpretar a música “This is A Life”, do filme “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. Byrne vai se apresentar ao lado do compositor Son Lux, da atriz Stephanie Hsu (indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante) e da cantora nipo-americana Mitski. Essa não será a primeira participação de David Byrne no Oscar. Em 1987, ele venceu o Oscar de Melhor Canção Original pelo seu trabalho no filme “O Último Imperador” (1987). Na ocasião, o prêmio dele foi dividido com os compositores Ryuichi Sakamoto e Cong Su. Os outros indicados da categoria que devem se apresentar no Oscar são Lady Gaga por “Hold My Hand”, da trilha sonora de “Top Gun: Maverick” (2022), Sofia Carson por “Applause”, do filme “Elas por Elas” (2022), Rihanna por “Lift Me Up”, de “Pantera Negra 2: Wakanda Para Sempre” (2022), e M. M. Keeravani e Chandrabose por “Naatu Naatu”, do longa indiano “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)”. A 95ª cerimônia do Oscar acontece no próximo dia 12 de março em Los Angeles com apresentação do humorista Jimmy Kimmel. A transmissão no Brasil vai acontecer pelo canal pago TNT e pela plataforma HBO Max. Escute a canção “This is A Life” abaixo.

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    Rihanna vai se apresentar na cerimônia do Oscar

    23 de fevereiro de 2023 /

    Depois de ser tornar a 2ª maior audiência na história do Super Bowl, Rihanna já tem uma nova apresentação marcada na TV. Nesta quinta-feira (23/2), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou que a cantora irá cantar na cerimônia do Oscar 2023. Rihanna irá performar “Lift Me Up”, canção que faz parte da trilha sonora do filme “Pantera Negra 2: Wakanda Para Sempre” (2022). O hit alcançou o 2º lugar na Billboard Hot 100 após seu lançamento em outubro do ano passado, e marcou a primeira canção inédita de Rihanna depois de um hiato de seis anos se dedicando exclusivamente à marca de cosméticos e lingerie Fenty. A música também rendeu a primeira indicação de Rihanna ao Oscar. Criada em colaboração com o diretor Ryan Coogler, a rapper nigeriana Tems e o produtor Ludwig Göransson, “Lift Me Up” foi uma das canções mais emocionantes do segundo filme do Pantera Negra, feita em homenagem ao saudoso ator Chadwick Boseman (1976-2020). A apresentação do Oscar 2023 será realizada exatamente um mês após o show de intervalo no Super Bowl, quando Rihanna fez história ao atrair 118,7 milhões de espectadores simultâneos, recebeu muitas críticas positivas e ainda “anunciou” sua segunda gravidez ao vivo. Com a indicação ao Oscar, ela se junta a um seleto grupo de artistas que se apresentaram no Super Bowl e no Oscar no mesmo ano. Até o momento, Phil Collins e Lady Gaga eram os únicos artistas a realizarem esse feito. Vale lembrar que Gaga é uma das concorrentes de Rihanna na categoria de Melhor Canção Original. Ela pode ganhar o seu segundo Oscar pela música “Hold My Hand”, da trilha sonora de “Top Gun: Maverick” (2022). Os outros indicados da categoria são Sofia Carson por “Applause”, do filme “Elas por Elas” (2022), Son Lux por “This Is A Life” de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) e a grande favorita “Naatu Naatu”, do longa indiano “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)”. A canção de M. M. Keeravani e Chandrabose saiu vitoriosa na última edição do Globo de Ouro e tem grandes chances de repetir o feito na maior premiação do cinema. A 95ª cerimônia do Oscar acontece no próximo dia 12 de março em Los Angeles com apresentação do humorista Jimmy Kimmel. A transmissão no Brasil vai acontecer pelo canal pago TNT e pela plataforma HBO Max.

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    Brendan Fraser diz que filmar no Brasil abriu as portas do Oscar 2023

    23 de fevereiro de 2023 /

    O ator Brendan Fraser revelou que conseguiu o papel principal no filme “A Baleia”, pelo qual foi indicado ao Oscar, por causa de um filme que fez no Brasil. “Eu trabalhei em São Paulo há uns anos, quando fiz o filme ’12 Horas Até o Amanhecer’, e trabalhei ao lado de Scott Glenn, além dos atores brasileiros Alice Braga e Matheus Nachtergale, de ‘Cidade de Deus'”, contou Fraser ao Splash. Escrito e dirigido por Eric Eason (“Manito”), “12 Horas Até o Amanhecer” (2006) conta a história de um filho e seu pai que planejam escapar da desolação das suas vidas, enquanto se veem envolvidos com o submundo da indústria do sexo no Brasil. “Esse foi o filme que Darren [Aronofsky] assistiu ao trailer quando estava procurando por atores para protagonizar ‘A Baleia'”, disse o ator. “Ele assistiu ao filme que se passa no Brasil, que eu filmei no Brasil, e se perguntou: ‘O que será que Brendan tem feito?’, e me ligou.” “Obrigado, São Paulo, por me ajuda a ser contratado pelo Daren Aronofsky”, acrescentou. Desde então, a vida de Fraser mudou completamente. Não apenas ele foi indicado ao Oscar (e tem grandes chances de vencer), mas sua atuação em “A Baleia” tem sido extremamente elogiada. “Estou tão feliz, empolgado, entusiasmado… Tem sido uma ótima fase, tenho me divertido bastante”, disse ele. Baseado em uma peça de Samuel D. Hunter, “A Baleia” conta a história de um professor que sofre de obesidade mórbida e corre o risco de morrer ao atingir o peso de 272 quilos. Sofrendo com compulsão alimentar, ele enfrenta todo o tipo de dificuldades e rejeições, inclusive da filha adolescente, interpretada por Sadie Sink (“Stranger Things”). “A Baleia” estreou nesta quinta (23/2) nos cinemas brasileiros. Confira abaixo o trailer de “A Baleia” e de “12 Horas Até o Amanhecer”.

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    Comercial do Oscar 2023 faz paródia com “Top Gun: Maverick”

    15 de fevereiro de 2023 /

    O programa Jimmy Kimmel Live divulgou o primeiro trailer da 95ª edição do Oscar. A prévia é uma paródia do filme “Top Gun: Maverick”, e mostra o apresentador Jimmy Kimmel no lugar de Tom Cruise, sendo chamado para realizar uma missão impossível: apresentar o Oscar. O trailer ainda traz dois atores de “Top Gun: Maverick”, Jon Hamm e Charles Parnell, repetindo os seus papéis de Beau “Cyclone” Simpson (Hamm) e Solomon “Warlock” Bates. A dupla explica a missão de Kimmel, que consiste em apresentar a cerimônia e não levar nenhum tapa. “Isso é bom porque eu não posso levar um tapa – eu choro muito”, diz Kimmel em certo momento. O apresentador, que já liderou a cerimônia do Oscar duas vezes, também fala que ficou surpreso em receber o convite novamente. “Chamamos muitas pessoas antes de você”, explica o personagem de Hamm. “Steve Martin, Steve Carell, Steve Buscemi, Steve Austin, Steve Seagal, Steve Urkel, Steve do Blue’s Clues. E estes são apenas os Steves”. Ao detalhar o seu “plano de ação” para a cerimônia, Kimmel diz que ele pode fazer algum tipo de piada autodepreciativa, fazer uma homenagem a uma pessoa velha e, ao final, torcer para “darmos o prêmio de Melhor Filme para o filme certo”. Essa última fala é uma referência ao caso ocorrido em 2017, quando uma confusão com os envelopes acabou dando a estatueta para “La La Land: Cantando Estações”, em vez de “Moonlight: Sob a Luz do Luar”. Ao final, o vídeo ainda conta com uma participação de Billy Crystal (“A Vida É Agora”), que já apresentou o Oscar nove vezes. O veterano comediante dá o seu aval para Kimmel, após ele próprio recusar o convite para apresentar a cerimônia pela décima vez. O Oscar 2023 vai acontecer no dia 12 de março, no palco do Dolby Theater em Los Angeles (EUA), e será exibido no Brasil pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming HBO Max.

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    Spielberg diz a Tom Cruise: “Você salvou Hollywood”

    14 de fevereiro de 2023 /

    Steven Spielberg aproveitou o almoço dos indicados ao Oscar deste ano, no Beverly Hilton Hotel, de Los Angeles, para rasgar elogios a Tom Cruise. “Você salvou a bunda de Hollywood e pode ter salvado a distribuição cinematográfica”, disse Spielberg a Cruise, numa troca que foi flagrada e compartilhada no Instagram pelo diretor Kartiki Gonsalves, cujo filme “Who Can Say No to Baby Elephants!” está nomeado para melhor curta-metragem documental. A cena acabou viralizando em minutos. Dá pra ver no vídeo que Cruise ficou corado. Spielberg ainda insistiu: “Sério, ‘Top Gun: Maverick’ pode ter salvado toda a indústria cinematográfica”. A deferência se deve ao sucesso do filme estrelado por Cruise, que faturou US$ 718 milhões no mercado doméstico e US$ 1,4 bilhão em todo o mundo, quando os filmes ainda fracassavam nas bilheterias devido à covid-19. O diretor e o ator são velhos amigos e já trabalharam juntos em cineasta de grande sucesso elogiou seu ator de “Minority Report” (2002) e “Guerra dos Mundos” (2005). Mas no Oscar 2023 disputam o mesmo troféu. Tanto “Os Fabelmans”, dirigido por Spielberg, e “Top Gun: Maverick”, estrelado por Cruise, concorrem ao Oscar de Melhor Filme. Ao todo, “Top: Gun Maverick” é indicado a seis Oscars, enquanto “Os Fabelmans” concorre a sete. Vale apontar que Spielberg não foi o único presente ao almoço estrelado a bajular o intérprete de Maverick. O diretor Baz Luhrmann (“Elvis”) e os atores Brendan Gleeson (“Os Banshees de Inisherin”), Paul Mescal (“Aftersun”), Austin Butler (também de “Elvis”), Michelle Yeoh e Jamie Lee Curtis (ambas de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), e outros fizeram questão de abordar Cruise durante o evento e tirar fotos. O Oscar vai acontecer em 12 de março, em Los Angeles (EUA), com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT e a plataforma de streaming HBO Max. Steven Spielberg tells Tom Cruise that “you saved Hollywood’s ass and you might have saved theatrical distribution. Seriously, ‘Top Gun: Maverick’ might have saved the entire theatrical industry.” pic.twitter.com/nPWR5BqiUV — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) February 14, 2023

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    Após polêmica, Academia resolve manter indicação de Andrea Riseborough ao Oscar

    31 de janeiro de 2023 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA decidiu manter a indicação de Andrea Riseborough na categoria de Melhor Atriz do Oscar deste ano. Em comunicado, o CEO da Academia Bill Kramer informou que a atividade da equipe da artista não atingiu um nível que justifique a rescisão da indicação. “A Academia determinou que a atividade em questão não atinge um nível que leve a indicação do filme a ser rescindida. No entanto, descobrimos mídias sociais e táticas de campanha de divulgação que causaram preocupação. Essas táticas estão sendo abordadas diretamente com as partes responsáveis”, diz a nota. O nome de Andrea Riseborough foi envolvido num forte burburinho após ser considerada a maior surpresa do Oscar, obtendo indicação como Melhor Atriz por “To Leslie”, um drama indie pouco visto e comentado. A atriz e o longa passaram em branco na maioria das premiações da temporada, não tiveram muita repercussão na mídia nem investiram numa campanha massiva para buscar a indicação. Algo totalmente incomum no Oscar. Ao investigar ao caso, a Academia teria percebido que os produtores do filme tomaram alguns atalhos irregulares para conseguir essa façanha. O Oscar tem regras específicas contra lobby e algumas delas teriam sido infligidas pela campanha da atriz, que no filme de Michael Morris vive uma mãe solteira que ganha na loteria, mas começa a torrar dinheiro de forma irresponsável. Duas infrações foram apontadas. Casada com Michael Morris, o diretor de “To Leslie”, a atriz Mary McCormack mandou um e-mail para amigos da indústria pedindo ajuda na promoção do filme e de Riseborough na campanha pelo Oscar. Na mensagem, ela pedia que as pessoas fizessem posts no Instagram sobre o filme e sugeria até hashtags. Ela foi atendida por várias estrelas de peso, como Sally Field, Liam Neeson, Jane Fonda, Laura Dern, Catherine Keener, Geena Davis e Mira Sorvino, que fizeram publicações sobre o longa nas redes sociais. Além disso, Charlize Theron, Gwyneth Paltrow, Demi Moore, Courteney Cox e Edward Norton se envolveram em sessões especiais para votantes da Academia, convocando eleitores do Oscar. Este tipo de campanha, com apelo direto e nominal a votantes, é proibida pela Academia, que permite apenas comunicação genérica – que custa cara – com disparos de e-mail pelos próprios servidores da entidade e via anúncios na mídia paga. O filme também ficou em maus lençóis por causa de um post no Instagram. O perfil oficial do longa compartilhou uma publicação, já deletada, com destaque para uma frase de crítica publicada no jornal Chicago Sun Times. Além de elogiar Riseborough, o trecho citava uma concorrente, o que é vetado pela Academia. “Por mais que tenha admirado o trabalho de (Cate) Blanchett em ‘Tár’, minha performance favorita por uma mulher foi entregue por Andrea Riseborough”, dizia o texto destacado, escrito pelo respeitado crítico Richard Roeper. A Academia proíbe campanhas que promovam a competição entre nomes e títulos, como a menção a outros atores e filmes concorrentes em materiais de divulgação. Diante da ameaça de rescisão da indicação, vários artistas se manifestaram em apoio à atriz, lembrando que produções independentes têm muito mais dificuldade em promover seus talentos, diante das campanhas milionárias dos grandes estúdios, e a única forma de haver um mínimo de equilíbrio são táticas de guerrilha. O ponto central da questão foi melhor defendido por Christina Ricci (vista recentemente em “Wandinha”), que foi ao Instagram reclamar do elitismo da Academia, que, na prática, estaria sugerindo que só produções milionárias teriam chances de chegar ao Oscar, enquanto um filme independente pouco visto, como “To Leslie”, jamais poderia ser aceito no clubinho das indicações por não poder pagar seu lugar. “Parece hilário que a ‘indicação surpresa’ (o que significa que toneladas de dinheiro não foram gastas para posicionar essa atriz) de uma atuação legitimamente brilhante esteja sendo investigada”, escreveu Ricci. “Então são apenas os filmes e atores que podem pagar pelas campanhas que merecem reconhecimento? Parece elitista e exclusivista e, francamente, muito retrógrado para mim”. Pela declaração disponibilizada nesta terça (31/1), a Academia pretende apertar ainda mais o cerco, impedindo quem não se dispuser a investir em campanhas caras de concorrer ao Oscar. Neste ano, os filmes de maior bilheteria em Hollywood suplantaram as produções independentes de forma visível, deixando de fora da premiação muitas obras aclamadas pela crítica.

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    “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” volta aos cinemas após 11 indicações ao Oscar

    31 de janeiro de 2023 /

    A Diamond Films anunciou que “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” voltará aos cinemas brasileiros após conquistar 11 indicações na premiação do Oscar 2023, inclusive como Melhor Filme. O filme dirigido por Daniel Kwan e Daniel Scheinert voltará ao circuito comercial nesta quinta (2/2), Maior sucesso da História do estúdio indie A24 (de filmes como “Midsommar” e “Ex Machina”), a sci-fi com 95% de aprovação da crítica americana no Rotten Tomatoes conta a história de uma mãe de família exaurida pela dificuldade de pagar seus impostos, quando descobre a existência do multiverso e de muitas versões dela mesma em diferentes realidades. Não só isso: um de seus maridos de outro mundo lhe revela que o destino do multiverso está em suas mãos. E para impedir o fim de todos os mundos, a personagem vivida por Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) precisará incorporar as habilidades da totalidade de suas versões para enfrentar Jamie Lee Curtis (“Halloween”) e outras ameaças perigosas que a aguardam em sua missão. O elenco ainda destaca Ke Huy Quan (que foi o menino Short Round de “Indiana no Templo da Perdição”) como o marido de Yeoh, Stephanie Hsu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como sua filha e o veterano James Hong (“Aventureiros do Bairro Proibido”), entre outros. Além dos cinemas, o filme também já pode ser visto em casa. Ele está disponível desde julho do ano passado nas locadoras digitais – plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que disponibilizam filmes sem a necessidade de assinatura mensal, cobrando os consumidores por visualização individual de conteúdo.

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