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    Marisa Pavan, indicada ao Oscar por “A Rosa Tatuada”, morre aos 91 anos

    7 de dezembro de 2023 /

    A estrela italiana Marisa Pavan, que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo drama clássico “A Rosa Tatuada” (1955), morreu na quarta-feira (6/12) em sua casa em Gassin, França. Ela tinha 91 anos e não teve a causa da morte anunciada. Marisa era irmã gêmea da famosa atriz Pier Angeli e foi levada a Hollywood num pacote com a família. Anna Maria Pierangeli foi descoberta aos 16 anos quando passeava pela Via Veneto pelo ator Vittorio De Sica, que a recomendou para ser sua parceira como uma adolescente à beira do despertar sexual em “Amanhã Será Tarde Demais” (1950). O filme chamou a atenção da MGM, que a escalou para “Teresa” (1951), lhe deu um contrato de sete anos e a rebatizou como Pier Angeli. Ainda menor de idade, Angeli se mudou para Los Angeles com a família, e sua irmã Maria Luisa Pierangeli, sem nenhum experiência em atuação, foi prontamente contratada pela Fox logo na chegada. Batizada Marisa Pavan, ela fez sua estreia no cinema como uma garota francesa em “Sangue por Glória” (1952), de John Ford, ambientado na 1ª Guerra Mundial. Ela ainda apareceu no filme noir “Não Há Crime Sem Castigo” (1954) e no western “Rajadas de Ódio” (1954), o que lhe deu experiência para estourar em 1955 em “A Rosa Tatuada”.   A consagração Na adaptação da peça de Tennessee Williams, Marisa encantou com uma performance memorável no papel da teimosa Rosa Delle Rose, filha de uma costureira interpretada por Anna Magnani, que lamenta a morte do marido até conhecer um caminhoneiro interpretado por Burt Lancaster. O drama da Paramount Pictures dirigido por Daniel Mann foi indicado a oito Oscars, incluindo Melhor Filme, e ganhou três. Pavan perdeu seu Oscar para uma colega de elenco, Jo Van Fleet – mas por outro papel em “Vidas Amargas”. Mesmo assim, conseguiu algo que sua irmã mais famosa nunca atingiu na carreira, uma indicação ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. A projeção atingida com “A Rosa Tatuada” lhe rendeu convites para papéis de destaque, vivendo a seguir Catarina de Médici em “Diana da França” (1956). Ela também foi par romântico de Gregory Peck em “O Homem do Terno Cinzento” (1956), de Tony Curtis no noir “Os Olhos do Padre Tomasino” (1957) e de Robert Stack na aventura épica “Ainda Não Comecei a Lutar” (1959).   O fim da carreira Apesar disso, sua carreira em Hollywood foi curta, acabando antes da década de 1960, após viver uma criada em “Salomão e a Rainha de Sabá” (1959), de King Vidor. Depois disso, ela ainda atuou em filmes franceses, como “O Poço das 3 Verdades” (1961), de François Villiers, e “Um Homem em Estado… Interessante” (1973), de Jacques Demy, mas principalmente se voltou para a TV americana, onde continuou trabalhando até os anos 1980. Sua lista de participações em séries incluem produções como “Cidade Nua”, “77 Sunset Strip”, “Combate”, “Mulher-Maravilha”, “Havaí Cinco-O” e “Arquivo Confidencial”. Em 1985, ela integrou o elenco da novela americana “Ryan’s Hope”, com um papel recorrente em 19 capítulos, antes de encerrar a carreira na França, para onde se mudou, em produções da TV local. Sua última aparição nas telas foi num episódio de 1992 da série francesa “Haute Tension”. Em 1956, Pavan casou-se com o ator francês Jean-Pierre Aumont, com quem teve dois filhos, e os dois permaneceram juntos até a morte de Aumont em 2001. Ela viveu cinco décadas a mais que a irmã, que foi namorada de James Dean e morreu em 1971, com apenas 39 anos.

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  • Filme

    Spirit Awards: Oscar do cinema independente revela indicados da edição de 2024

    5 de dezembro de 2023 /

    O Spirit Awards, principal premiação de produções independentes da indústria audiovisual dos Estados Unidos, realizada pela entidade californiana Film Independent, revelou nesta terça (5/12) os indicados para sua edição de 2024. Os destaques de cinema são “American Fiction”, “Segredos de Um Escândalo” e “Vidas Passadas”, que lideraram a lista com cinco indicações cada. “American Fiction” foi o grande vencedor do Festival de Toronto. O filme é um olhar satírico sobre a indústria editorial, estrelado por Jeffrey Wright (“Westworld”) como Monk, um autor frustrado com a insistência do setor em perpetuar estereótipos raciais. Dirigido por Cord Jefferson, em sua estreia na direção, o filme questiona a obsessão da cultura em reduzir as pessoas a estereótipos, especialmente no entretenimento que lucra e comercializa clichês batidos e ofensivos sobre os negros. Na trama, Monk enfrenta recusas editoriais por não escrever um “livro negro” o suficiente, conforme os padrões estereotipados desejados pela indústria. Frustrado com a indiferença do setor, Monk adota um pseudônimo para escrever seu próprio “livro negro” clichê, “My Pafology”, com a intenção de expor a hipocrisia da indústria. No entanto, seus planos desmoronam quando um editor compra seu livro, que vira um best-seller, arrastando-o para o mundo que ele despreza. “Segredos de um Escândalo” (May December) é o novo filme de Todd Haynes (“Carol”), protagonizado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”). A narrativa segue uma atriz (Portman) que viaja até o Maine para estudar a vida de uma dona de casa suburbana (Moore), que ela vai interpretar em um filme biográfico. A personagem de Moore ficou famosa por conta de um escândalo: anos atrás, ela foi presa ao se envolver com um adolescente de 13 anos e, depois de cumprir a pena judicial, casou-se com o jovem, com quem vive até hoje – interpretado por Charles Melton (de “Riverdale”). Mas nem duas décadas de distância e uma vida discreta nos subúrbios fizeram o escândalo ser esquecido. Com sua vida revirada pela estranha em sua casa, questões do casal, até então adormecidas, começam a vir à tona. Para completar, “Vidas Passadas” é o fenômeno sul-coreano da temporada. A obra de Celine Song já levou o prêmio de Melhor Filme do Gotham Awards, a premiação do cinema indie sediada em Nova York. O drama acompanha um casal de amigos de infância profundamente conectados, que se separam depois que a família de um deles decide sair da Coreia do Sul. Vinte anos depois, eles se reencontram em Nova York para uma semana fatídica. Na edição de 2023, o grande vencedor da premiação indie foi “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, que acabou também vencendo o Oscar. Considerada o Oscar do cinema independente, a premiação só admite filmes produzidos com menos de US$ 30 milhões, motivo pelo qual obras como a premiada “Pobres Criaturas” e o blockbuster “Oppenheimer” ficaram de fora. O mesmo limite não é aplicado às séries concorrentes, o que permite a participação da superprodução pós-apocalíptica “The Last of Us”, da HBO, ao lado de produções com orçamento limitado. “The Last of Us”, por sinal, lidera a relação, empatado com “Sou de Virgem”, da Amazon, com quatro indicações. O critério para participação de séries é apenas serem estreantes. Confira abaixo os indicados nas principais categorias do Spirit Awards 2024. Melhor Filme Todos Nós Desconhecidos American Fiction Segredos de um Escândalo Passages Vidas Passadas We Grown Now Melhor Primeiro Filme All Dirt Roads Taste of Salt Chronicles of a Wandering Saint Earth Mama A Thousand and One Upon Entry Melhor Diretor Andrew Haigh – Todos Nós Desconhecidos Todd Haynes – Segredos de um Escândalo William Oldroyd – Eileen Ira Sachs – Passagens Celine Song – Vidas Passadas Melhor Roteiro David Hemingson – Os Rejeitados Cord Jefferson – American Fiction Laura Moss, Brendan J. O’Brien – Birth/Rebirth Emma Seligman, Rachel Sennott – Clube da Luta para Meninas Celine Song – Vidas Passadas Melhor Primeiro Roteiro Samy Burch – Segredos de um Escândalo Noah Galvin, Molly Gordon, Nick Lieberman, Ben Platt – Acampamento de Teatro Tomás Gómez Bustillo – Chronicles of a Wandering Saint Laurel Parmet – The Starling Girl Alejandro Rojas, Juan Sebastián Vásquez – Upon Entry Melhor Performance Protagonista Jessica Chastain – Memory Greta Lee – Vidas Passadas Trace Lysette – Monica Natalie Portman – Segredos de um Escândalo Judy Reyes – Birth/Rebirth Franz Rogowski – Passagens Andrew Scott – Todos Nós Desconhecidos Teyana Taylor – A Thousand and One Jeffrey Wright – American Fiction Teo Yoo – Vidas Passadas Melhor Performance Coadjuvante Erika Alexander – American Fiction Sterling K. Brown – American Fiction Noah Galvin – Acampamento de Teatro Anne Hathaway – Eileen Glenn Howerton – BlackBerry Marin Ireland – Eileen Charles Melton – Segredos de um Escândalo Da’Vine Joy Randolph – Os Rejeitados Catalina Saavedra – Rotting in the Sun Ben Wishaw – Passagens Melhor Performance Revelação Marshawn Lynch – Clube da Luta para Meninas Atibon Nazaire – Mountains Tia Nomore – Earth Mama Dominic Sessa – Os Rejeitados Anaita Wali Zada – Fremont Melhor Fotografia Monica – Katelin Arizmendi Os Rejeitados – Eigil Bryld All Dirt Roads Taste of Salt – Jomo Fray Chronicles of a Wandering Saint – Pablo Lozano We Grown Now – Pat Scola Melhor Edição Rotting in the Sun – Santiago Cendejas, Gabriel Díaz, Sofía Subercaseaux We Grown Now – Stephanie Filo How to Blow Up a Pipeline – Daniel Garber Acampamento de Teatro – Jon Philpot Upon Entry – Emanuele Tiziani Melhor Documentário Bye Bye Tiberias Four Daughters Going to Mars: The Nikki Giovanni Project Kokomo City The Mother of All Lies Melhor Filme Internacional Anatomia de uma Queda (França) – Justine Triet Godland (Dinamarca/Islândia) – Hlynur Pálmason Mami Wata (Nigéria) – C.J. ‘Fiery’ Obasi Tótem (México) – Lila Avilés Zona de Interesse (Reino Unido, Polônia, EUA) – Jonathan Glazer Prêmio John Cassavetes (Melhor filme feito por menos que US$ 1 milhão) The Artifice Girl Cadejo Blanco Fremont Rotting in the Sun The Unknown Country Prêmio Robert Altman (direção, casting e elenco de filme) Showing Up – Kelly Reichardt Melhor Série Nova Documental ou sem Roteiro Deadlocked: How America Shaped the Supreme Court Dear Mama Murder in Big Horn Stolen Youth: Inside the Cult at Sarah Lawrence Wrestlers Melhor Série Nova Roteirizada Beef Dreaming Whilst Black Sou de Virgem Jury Duty Slip Melhor Performance Protagonista em Série Emma Corrin – Assassinato no Fim do Mundo Dominique Fishback – Enxame Betty Gilpin – Mrs. Davis Jharrel Jerome – Sou de Virgem Zoe Lister-Jones – Slip Bel Powley – A Small Light Bella Ramsey – The Last of Us Ramón Rodríguez – Will Trent Ali Wong – Beef Steven Yeun – Beef Melhor Performance Coadjuvante em Série Murray Bartlett – The Last of Us Billie Eilish – Enxame Jack Farthing – Rain Dogs Nick Offerman – The Last of Us Adina Porter – The Changeling Lewis Pullman – Uma Questão de Química Benny Safdie – The Curse Luke Tennie – Shrinking Olivia Washington – Sou de Virgem Jessica Williams – Shrinking Melhor Performance Revelação em Série Clark Backo – The Changeling Aria Mia Loberti – All the Light We Cannot See Adjani Salmon – Dreaming Whilst Black Keivonn Montreal Woodard – The Last of Us Kara Young – Sou de Virgem

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    Jimmy Kimmel vai apresentar o Oscar pela quarta vez

    15 de novembro de 2023 /

    O comediante Jimmy Kimmel foi oficializado como apresentador do Academy Awards 2024, mais conhecido como Oscar 2024, que acontece em 10 de março. Será a quarta vez que Kimmel apresentará a cerimônia de premiação. “Sempre sonhei em apresentar o Oscar exatamente quatro vezes”, brincou Kimmel em comunicado sobre sua participação. Kimmel também apresentou o Oscar em 2017, 2018 e 2023. No intervalo entre 2019 e 2022, o Oscar ficou sem apresentador fixo e registrou suas piores audiências de todos os tempos. Vale lembrar que, logo em sua estreia, o Oscar registrou um de suas maiores gafes, quando Warren Beaty e Faye Dunaway anunciaram o vencedor errado, numa mistura de envelopes, dizendo o nome de “La La Land”, quando o verdadeiro vencedor foi “Moonlight”. Kimmel conseguiu fazer o melhor possível diante do caos. “Após seu retorno triunfante ao palco do Oscar no ano passado, estamos honrados em ter Jimmy de volta para nos guiar em uma das celebrações mais queridas do entretenimento”, disse Craig Erwich, presidente da ABC Entertainment, Hulu e Disney Branded Television Streaming Originals. “Ele é um membro muito valioso de nossa família Disney, e não poderíamos estar mais gratos por ele e por toda a sua equipe.” Os indicados à a 96ª edição do prêmio serão revelados em 23 de janeiro.

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  • Filme

    Teaser de “Divertida Mente 2” bate recorde de visualizações da Disney

    11 de novembro de 2023 /

    A Disney revelou que o primeiro teaser de “Divertida Mente 2”, divulgado na quinta-feira (9/11), bateu o recorde de divulgações do estúdio, desbancando “Frozen 2” de 2019, com surpreendentes 157 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas. O filme teve uma exibição particularmente forte no TikTok, onde obteve 78 milhões de visualizações. O sucesso chega pouco menos de um mês após a criação de um centro de conteúdo inédito da Disney no TikTok, em comemoração ao 100º aniversário do estúdio. O primeiro “Divertida Mente” contou a história de Riley, uma pré-adolescente que passa por diversas emoções conflitantes ao se mudar do Meio-Oeste dos EUA para San Francisco. Por isso, as emoções Alegria (voz original de Amy Poehler), Medo (Tony Hale), Raiva (Lewis Black), Nojinho (Liza Lapira) e Tristeza (Phyllis Smith) precisam se dividir no centro de controle dentro da mente da menina, onde eles a ajudam com conselhos diários. Só que enquanto Riley se esforça para se ajustar à nova vida, a turbulência em seu Quartel-General mental aumenta, criando grandes instabilidades.   Comemoração do recorde Após o recorde, o diretor de criação da Pixar, Pete Docter, que dirigiu o primeiro filme e produz o novo, emitiu um comunicado. “Estamos emocionados que tantas pessoas sintonizaram para conferir o novo trailer de Divertida Mente 2”. Docter afirmou que quando o primeiro filme estreou, ele viu claramente que havia “muito para explorar” em relação ao mundo de Riley, mais do que “poderia caber em um filme”. Desta vez, porém, nem ele e nem Ronnie Del Carmen, que escreveram e dirigiram o filme premiado, estão envolvidos com a sequência. Docter virou o poderoso chefão da Pixar em 2018 e, desde o lançamento de “Soul” (2020), tem se concentrado no trabalho executivo. O novo roteiro foi escrito por Meg LeFauve, que participou da criação de “Divertida Mente” como co-roteirista do longa original, enquanto a direção ficou a cargo de Kelsey Mann, que estreia na função após trabalhar na animação de outros filmes da Pixar, como “Universidade Monstros” (2013), “O Bom Dinossauro” (2015) e “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” (2020). Doctor elogiou o diretor da sequência e a equipe, dizendo que os criativos “fizeram um ótimo trabalho… expandindo o mundo e introduzindo novas emoções que estamos muito ansiosos para que o público descubra”.   Quantas emoções O teaser da continuação mostrou as cinco emoções apresentadas no primeiro filme sendo acordadas de madrugada para uma reforma completa em seu centro de controle e descobrindo que compartilharão o local com novas emoções. A primeira a se apresentar é a Ansiedade (dublada em inglês por Maya Hawke, de “Stranger Things”). O novo filme acompanhará a evolução mental de Riley, conforme ela cresce e experimenta a adolescência. Além da Ansiedade de cor laranja, típica da idade, ela também conhecerá Vergonha, Inveja e Tédio. As novas figuras tiveram seus visuais revelados no primeiro pôster do filme, onde Vergonha surge rosa, Tédio é roxo e Inveja tem a cor ciano – também conhecida como turquesa. “Não poderíamos estar mais gratos em ver o tipo de resposta que o teaser recebeu até agora. Obrigado a todos que conferiram – mal podemos esperar para que todos vejam o filme quando chegar aos cinemas no próximo verão”, concluiu Docter. “Divertida Mente 2” tem previsão de lançamento nos cinemas em 14 de junho de 2024, quase nove anos após o primeiro filme.

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    Divertida Mente 2 | Teaser apresenta novas emoções

    9 de novembro de 2023 /

    A Disney divulgou o primeiro pôster e o teaser de “Divertida Mente 2”, continuação do filme da Pixar que venceu o Oscar de Melhor Animação em 2016. A prévia mostra as cinco emoções apresentadas no primeiro filme sendo acordadas de madrugada para uma reforma completa em seu centro de controle, descobrindo que compartilharão o local com novas emoções, conforme Riley entra na adolescência. A primeira a se apresentar é a Ansiedade (dublada em inglês por Maya Hawke, de “Stranger Things”). O primeiro “Divertida Mente” contou a história de Riley, uma pré-adolescente que passa por diversas emoções conflitantes ao se mudar do Meio-Oeste dos EUA para San Francisco. Por isso, as emoções Alegria (voz original de Amy Poehler), Medo (Tony Hale), Raiva (Lewis Black), Nojinho (Liza Lapira) e Tristeza (Phyllis Smith) precisam se dividir no centro de controle dentro da mente da menina, onde eles a ajudam com conselhos diários. Só que enquanto Riley se esforça para se ajustar à nova vida, a turbulência em seu Quartel-General mental aumenta, criando grandes instabilidades. O novo filme acompanha a evolução mental de Riley, conforme ela cresce e experimenta novas emoções. Além da Ansiedade de cor laranja, típica da adolescência, ela também conhecerá Vergonha, Inveja e Tédio. As novas figuras tiveram seus visuais revelados no primeiro pôster do filme, onde Vergonha surge rosa, Tédio é roxo e Inveja tem a cor ciano – também conhecida como turquesa. Vale lembrar também que “Divertida Mente” já teve uma continuação. A Pixar lançou um curta, “O Primeiro Encontro da Riley”, como bônus do DVD do filme, que mostrava a garotinha um pouco mais velha e na expectativa de seu primeiro encontro com um potencial namorado. Desta vez, porém, Pete Docter e Ronnie Del Carmen, que escreveram e dirigiram o filme premiado, deram lugar a novos nomes no comando da sequência. Docter virou o poderoso chefão da Pixar em 2018 e, desde o lançamento de “Soul” (2020), tem se concentrado no trabalho executivo. O roteiro foi escrito por Meg LeFauve, que participou da criação de “Divertida Mente” como co-roteirista do longa original, enquanto a direção ficou a cargo de Kelsey Mann, que estreia na função após trabalhar na animação de outros filmes da Pixar, como “Universidade Monstros” (2013), “O Bom Dinossauro” (2015) e “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” (2020). “Divertida Mente 2” tem previsão de lançamento nos cinemas em 14 de junho de 2024, quase nove anos após o primeiro filme.

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    Burt Young, intérprete de Paulie em “Rocky”, morre aos 83 anos

    20 de outubro de 2023 /

    O ator Burt Young, que ficou conhecido nas telas como Paulie, cunhado e amigo de Rocky Balboa (Sylvester Stallone) na saga “Rocky”, faleceu aos 83 anos em 8 de outubro, em Los Angeles. O falecimento foi confirmado apenas nesta semana pelo jornal The New York Times. Young, cujo nome de batismo era Gerald Tommaso DeLouise, nasceu em Queens, Nova York, e após servir na corporação de Fuzileiros Navais dos EUA na década de 1950, estudou no renomado Actors Studio de Lee Strasberg, iniciando assim sua carreira artística. Seu talento estendia-se também à pintura e à escrita, tendo suas obras exibidas em galerias ao redor do mundo. Seu filme “Uncle Joe Shannon” (1978) é um exemplo de seu talento diversificado, onde atuou como protagonista e também contribuiu para o roteiro.   Um durão clássico Ele acumulou mais de 160 créditos em filmes e séries, destacando-se em papéis de personagens durões, muitas vezes ligados ao submundo do crime. Entre seus trabalhos notáveis estão participações em clássicos como “Chinatown” (1974), de Roman Polanski, e “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, além de ter firmado parceria com Sam Peckinpah em dois longas, “Elite de Assassinos” (1975) e “Comboio” (1978).   Um lutador Mas foi seu papel como Paulie Pennino em “Rocky, um Lutador” (1976) que catapultou Young para o estrelato, rendendo-lhe uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Irmão da tímida Adrian (Talia Shire) e amigo leal de Rocky, Paulie tornou-se um personagem querido pelo público, marcando presença em todas as seis sequências originais da franquia – até “Rocky Balboa”, em 2006. Young explorou a complexidade de Paulie, demonstrando sua lealdade e vulnerabilidade, elementos que enriqueceram a narrativa dos filmes.   Últimos trabalhos Depois de Rocky, ele trabalhou em vários outros filmes e séries, incluindo “Família Soprano”, da HBO, numa participação especial como Bobby Baccalieri Sr., um gangster doente que sai da aposentadoria para um último assassinato. No episódio, Tony Soprano (interpretado por James Gandolfini) compara o personagem de Young ao Exterminador do Futuro. O artista também foi visto recentemente na série “Bonecas Russas”, da Netflix, e em diversos thrillers criminais feitos para o mercado de VOD. No último lançamento, foi o detetive protagonista de “The Final Code” (2021), porém deixou mais dois filmes do gênero em produção.   A homenagem de Rocky Sylvester Stallone prestou homenagem ao colega de elenco em uma postagem no Instagram, descrevendo-o como um “amigo querido” e destacando sua importância tanto para a franquia quanto para sua vida pessoal. “Você era um homem e artista incrível, eu e o mundo sentirão muito a sua falta”, escreveu o intérprete de Rocky.

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    Gwyneth Paltrow transformou Oscar que tirou de Fernanda Montenegro em peso de porta

    9 de outubro de 2023 /

    Para Fernanda Montenegro, seria uma merecida consagração histórica. Mas para Gwyneth Paltrow, o Oscar que ela tirou da brasileira em 1999 é apenas um peso para uma porta em seu jardim. Gwyneth Paltrow surpreendeu a crítica negativamente ao vencer o Oscar de Melhor Atriz em 1999 por “Shakespeare Apaixonado”, superando o desempenho magistral de Fernanda por “Central do Brasil” e até Cate Blanchett por “Elizabeth” e Maryl Streep por “Um Amor Verdadeiro”. Agora, ela revelou que sua estatueta fica jogada no chão de seu quintal, servindo como peso de porta. Em uma participação na série “73 Questions” da Vogue, a atriz mostrou o prêmio em seu jardim e afirmou: “É o meu peso de porta”. Ela complementou dizendo que “funciona perfeitamente”.   Oscar a deixa desconfortável Não é a primeira vez que a atriz comenta sobre a falta de carinho com a estatueta. Em 2005, ela mencionou em entrevista para a Entertainment Weekly que mantinha o Oscar “escondido no fundo da estante em meu quarto”. A atriz associou o troféu a sentimentos ambíguos, indicando que o prêmio a fazia se sentir desconfortável. Sua escolha como vencedora foi a mais criticada na categoria de Melhor Atriz entre todas as edições do Oscar. Veja abaixo o destino do Oscar de Gwyneth Paltrow.

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    Scorsese mudou final de “Os Infiltrados” para não criar franquia

    28 de setembro de 2023 /

    O diretor Martin Scorsese assumiu a culpa pelo criticado final de “Os Infiltrados”. O filme vencedor do Oscar de 2007 é um remake de “Conflitos Internos” (Infernal Affairs), policial de Hong Kong cultuadíssimo de 2002, dirigido por Andrew Lau. Muitos cinéfilos consideram o filme de Lau superior ao de Scorsese e um dos pontos que são apontados como grande diferencial é justamente o fim, uma vez que a versão chinesa não cede ao moralismo hollywoodiano. Durante uma entrevista à GQ, Scorsese revelou que a Warner Bros. pediu-lhe que ele alterasse o final para que refletisse a produção original. O estúdio queria que um dos dois protagonistas sobrevivesse. O diretor protestou e não cedeu. “O que eles queriam era uma franquia”, disse Scorsese. “Não se tratava de uma questão moral de uma pessoa viver ou morrer.”   Ninguém vive Os Infiltrados rendeu a Scorsese seu primeiro troféu de Melhor Diretor, além de conquistar Oscars de Melhor Filme e Roteiro (inferior ao original). Na trama, Matt Damon vive um espião da máfia irlandesa infiltrado na polícia, que se destaca como bom policial, enquanto Leonardo DiCaprio interpreta um policial disfarçado de mafioso, cada vez mais ambientado no crime. Ambos acabam mortos no desfecho. Segundo Scorsese, o público adorou o final nas exibições-teste, mas o estúdio ficou “muito triste, porque simplesmente não queria aquele filme. Eles queriam a franquia. O que significa que não posso mais trabalhar aqui.” Scorsese criticou a obsessão de Hollywood por franquias. “O perigo é o que isso está causando à nossa cultura, porque agora haverá gerações que pensarão que os filmes são apenas isso.” Ele estendeu a crítica aos filmes da Marvel e acrescentou: “Acho que o conteúdo fabricado não é realmente cinema”. Uma frase corajosa para o diretor que fez clássicos originais ignorados pela Academia, apenas para ser premiado com um remake hollywoodiano.   Decisão moralista O final de Scorsese reflete um ponto de vista cristão ocidental por ser extremamente moralista, em sua decisão de punir ambos os “pecadores” e não permitir arco de redenção. Já a história original de “Conflitos Internos” termina com um dos protagonistas vivos, marcando o início de um trilogia com prólogo e continuação, ambos lançados antes do remake americano. Toda a franquia original é cultuadíssima. Veja abaixo os trailers do remake e do original.

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    Mostra de São Paulo terá “Maestro”, novo filme de Bradley Cooper

    26 de setembro de 2023 /

    A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo revelou o pôster e os primeiros destaques de sua 47ª edição.   Novos filmes O título mais esperado é “Maestro”, segundo longa dirigido por Bradley Cooper após estrear com “Nasce uma Estrela”. A obra é uma cinebiografia do compositor americano Leonard Bernstein, responsável pela trilha do musical “Amor, Sublime Amor”, e traz o próprio Cooper no papel-título, além de Carey Mulligan (“Bela Vingança”). Produção da Netflix, o filme teve première mundial no recente Festival de Veneza. Outro destaque é “Evil Does Not Exist”, do cineasta japonês Ryûsuke Hamaguchi, que venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional com “Drive My Car”, no ano passado. Seu novo filme também já é premiado. Venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza. A trama se passa num vilarejo na periferia de Tóquio, que tem seus costumes ameaçados por planos de construção de luxo. A relação ainda inclui “About Dry Grasses”, do turco Nuri Bilge Ceylan, que rendeu a Merve Dizdar o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes, e “Afire”, do alemão Christian Petzold, vencedor do Grande Prêmio do Júri em Berlim, além de “La Chimera”, parceira da italiana Alice Rohrwacher com a brasileira Carol Duarte, e “Cerrar los Ojos”, do espanhol Víctor Erice.   Filmes clássicos Já o pôster psicodélico da edição tem assinatura do cineasta italiano Michelangelo Antonioni (1912-2007), que será homenageado em uma retrospectiva com 23 títulos e leitura de um roteiro inédito na programação da Mostra deste ano. A ilustração do pôster foi feita pelo diretor de “Blow Up” nos anos 1960. Outros clássicos foram confirmados na programação, com a exibição de versões restauradas. Uma delas é “Le Retour à la Raison” (1923), primeiro trabalho do americano Man Ray, que será apresentado numa coletânea com outros três curtas-metragens do cineasta, com uma nova trilha sonora criada pela banda Sqürl, de Jim Jarmusch. “Amor Louco” (1969), do francês Jacques Rivette, “O Sangue” (1989) e “Vale Abraão” (1993), dirigidos, respectivamente, pelos portugueses Pedro Costa e Manoel de Oliveira, o brasileiro “Corisco & Dadá (1996)”, do diretor cearense Rosemberg Cariry, e “Underground: Mentiras de Guerra” (1995), do sérvio Emir Kusturica, completam a lista. Para completar as novidades, a Petrobras está de volta como patrocinadora, juntando-se ao Itaú após o governo Bolsonaro proibir a estatal de apoiar eventos culturais. A Mostra desta ano vai acontecer entre os dias 19 de outubro de 1º de novembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @mostrasp

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    Pedágio: Filme brasileiro na seleção do Festival de Toronto ganha trailer internacional

    8 de setembro de 2023 /

    A Paris e a Biônica Filmes divulgaram o pôster e o trailer internacionais de “Pedágio”, dirigido por Carolina Markowicz, que foi selecionado para os festivais de Toronto, no Canadá, e San Sebastián, na Espanha. A seleção em Toronto marca a volta da diretora ao evento canadense. No ano passado, Carolina apresentou seu longa de estreia “Carvão” no mesmo festival. A prévia mostra a tensão entre os dois personagens centrais, mãe e filho vividos por Maeve Jinkings (“Os Outros”) e Kauan Alvarenga (que trabalhou no curta “O Órfão”, da diretora).   Trama controversa e atual Maeve Jinkings, que também estrelou “Carvão” e volta a trabalhar com a cineasta, tem o papel de Suellen, uma funcionária de pedágio nas cercanias de Cubatão, São Paulo, que certo dia percebe que pode usar seu trabalho para fazer uma renda extra. Mas tudo por uma causa nobre: conseguir pagar um caríssimo tratamento para o que considera ser um grande problema do seu filho, “seu jeito diferente”. Trata-se da infame cura gay, oferecida por um famoso pastor estrangeiro. O filme retrata a opressão e violência sofrida pela população LGBTQIA+ e apresenta o drama com humor ácido. A diretora e roteirista Carolina Markowicz comentou sobre a relevância do tema: “O fosso conservador que vivemos nos últimos tempos serviu para deixar bem à vontade cada indivíduo que se achasse no direito de proferir críticas e até agressões à população LGBTQIA+”. Rodado em Cubatão, o filme tem produção da Biônica Filmes, O Som e a Fúria e Globo Filmes, e seu elenco ainda inclui Thomás Aquino (também de “Os Outros”), Aline Marta Maia (“Carvão”) e Isac Graça (da série portuguesa “Três Mulheres”). O filme ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Sandra Bullock teria se chateado ao descobrir que venceu Oscar por história fake

    16 de agosto de 2023 /

    Sandra Bullock ficou com o “coração partido” ao descobrir que a história de “Um Sonho Possível” (2009) teria sido forjada, segundo o jornal The Daily Mail. A artista venceu o Oscar de Melhor Atriz pelo filme, que conta a suposta trajetória de Michael Oher, um adolescente negro que teria sido adotado pela família branca Tuohy e acabou explodindo como atleta de futebol americano. Uma fonte ligada à atriz revelou que ela ficou indignada com as acusações feitas por Oher na segunda-feira (14/8). O ex-NFL moveu um processo contra os tutores por se aproveitarem de sua fama e por forjarem a adoção retratada no longa-metragem. Ele alega que nunca foi adotado e ainda cedeu, sem saber, os direitos de sua vida para os Thuoys, que lucraram com o filme, enquanto ele não ganhou nenhum centavo. “Sandra odeia que uma história tão maravilhosa, um filme espetacular e um momento espetacular em sua vida agora tenham sido contaminados. Agora as pessoas não vão assistir e, se o fizerem, terão uma reação completamente diferente à sua intenção original”, explicou. “Houve tanto trabalho duro colocado no filme que todos pensaram que era a verdade e agora que foi questionado, apenas perturba Sandra sem fim que um momento em sua vida que foi tão especial, agora tem uma perspectiva completamente diferente.”   Devolução do Oscar Com a repercussão, os internautas pediram a devolução do Oscar de Sandra Bullock, porém o ator que viveu Michael Oher defendeu sua colega de elenco. “Fazer um pedido como esse não faz sentido. Sandra não tem nada a ver com a história real que estamos vendo agora. Ela teve uma atuação brilhante e isso não deve ser manchado”, pontuou Quinton Aaron. “Obviamente, o meu coração lamenta pela situação. Eu sempre estive sob a impressão, como todo mundo, que aquela era uma boa família. Foi difícil ler aquela reportagem para mim, e mando minhas orações para todos os envolvidos. Espero que isso se resolva da melhor forma possível para todo mundo”, ele acrescentou. Os Thuoys negam as acusações e dizem que Oher tinha ameaçado o casal anteriormente de divulgar uma história negativa sobre eles a menos que recebesse US$ 15 milhões. O caso está na Justiça.

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  • Filme

    Filme brasileiro é selecionado para os festivais de Toronto e San Sebastián

    10 de agosto de 2023 /

    O drama brasileiro “Pedágio”, dirigido por Carolina Markowicz, foi selecionado para os festivais de Toronto, no Canadá, e San Sebastián, na Espanha. A seleção em Toronto marca a volta da diretora ao evento canadense. No ano passado, Carolina apresentou seu longa de estreia “Carvão” no mesmo festival. O elenco principal da única produção brasileira no evento destaca Maeve Jinkings e Thomás Aquino (ambos de “Os Outros”), Kauan Alvarenga (que trabalhou no curta “O Órfão”, da diretora), Aline Marta Maia (“Carvão”) e Isac Graça (da série portuguesa “Três Mulheres”).   Trama controversa e atual Maeve Jinkings também estrelou “Carvão” e volta a trabalhar com a cineasta no papel de Suellen, uma funcionária de pedágio nas cercanias de Cubatão, São Paulo, que certo dia percebe que pode usar seu trabalho para fazer uma renda extra. Mas tudo por uma causa nobre: conseguir pagar um caríssimo tratamento para o que considera ser um grande problema do seu filho, “seu jeito diferente”. Trata-se da infame cura gay, oferecida por um famoso pastor estrangeiro. O filme retrata a opressão e violência sofrida pela população LGBTQIA+ e apresenta o drama com humor ácido. A diretora e roteirista Carolina Markowicz comentou sobre a relevância do tema: “O fosso conservador que vivemos nos últimos tempos serviu para deixar bem à vontade cada indivíduo que se achasse no direito de proferir críticas e até agressões à população LGBTQIA+”. Rodado em Cubatão, o filme tem produção da Biônica Filmes, O Som e a Fúria e Globo Filmes.   Na corrida pelo Oscar O Festival de Toronto acontece de 7 a 17 de setembro, enquanto o de San Sebastián é realizado de 22 a 30 de setembro. Além da seleção nos prestigiados eventos internacionais, “Pedágio” está em busca de uma vaga no Oscar. O filme está inscrito entre os longas brasileiros que tentarão uma vaga na disputa de melhor filme internacional em 2024.

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  • Música

    Sixto Rodriguez, lenda do folk rock, morre aos 81 anos

    9 de agosto de 2023 /

    Sixto Rodriguez, um dos músicos latinos mais lendários do mundo, conhecido principalmente pelo documentário “Procurando Sugar Man” de 2012, faleceu aos 81 anos nesta quarta-feira (9/8). A família confirmou a notícia em suas redes sociais, sem revelar a causa e outros detalhes sobre sua morte.   Uma trajetória inesperada Filho de imigrantes mexicanos nascido em Detroit, nos Estados Unidos, Sixto lançou apenas dois álbuns: “Cold Fact” em 1970 e “Coming from Reality” em 1971. Nenhum deles obteve sucesso nos Estados Unidos, mas foram levados para a África do Sul, onde Sixto se tornou uma celebridade, sem sequer saber disso à época. O músico, cansado de não encontrar seu espaço no meio musical, deixou os palcos e trabalhou em subempregos nos Estados Unidos. Contudo, com a chegada da internet nos anos 1990, sua obra foi redescoberta. Em busca da comprovação de que ele ainda estava vivo, um grupo de fãs conseguiu encontrá-lo e contar-lhe sobre seu sucesso internacional. Assim, ele organizou uma turnê com ingressos esgotados na África do Sul em 1998. Ele voltou a cantar e a fazer turnês, mas só se tornou realmente grande em 2012, quando o documentarista sueco Malik Bendjelloul, impressionado com sua história de vida, lançou o filme “Procurando Sugar Man”. O documentário traçou o percurso errático do músico, que havia sido alvo de boatos, incluindo que havia se suicidado em pleno palco. O filme acabou ganhando o Oscar de Melhor Documentário em 2013.   Impacto social Sixto, chamado assim por ser o sexto filho em sua família, cantava um folk rock típico do início dos anos 1970. A canção “Sugar Man”, lançada em “Cold Fact”, tornou-se um clássico. Cantando sobre a opressão sofrida pelos trabalhadores pobres nos Estados Unidos, ganhou conexão imediata com os sul-africanos contrários ao regime do Apartheid. Ele virou um ídolo no país sem nunca ter tido consciência disto. Também fez grande sucesso na Austrália e na Nova Zelândia.   A vida sem música Sem saber do sucesso internacional e sem conseguir viver de sua música, ele trabalhou na construção civil, especializando-se demolição, e também como faxineiro diarista. Apesar das dificuldades, também tentou carreira política, em candidaturas derrotadas para o Detroit City Council (equivalente ao cargo de vereador), à prefeitura de Detroit e à Michigan House of Representatives (equivalente a deputado estadual), entre 1989 e 2000.   Reconhecimento tardio Depois de sua extraordinária história ser imortalizada no documentário “Procurando Sugar Man”, ele conquistou um sucesso tardio nos Estados Unidos e experimentou orenascimento de sua carreira musical. Isto lhe permitiu comprar uma casa em leilão em Detroit e continuar ativo politicamente em sua comunidade. Em uma entrevista em 2008, Sixto refletiu sobre sua jornada: “Foi uma grande odisseia. Durante todos esses anos, você sabe, sempre me considerei um músico. Mas a realidade aconteceu”. Veja o trailer de “Procurando Sugar Man”:

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