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  • Filme

    Diretor revela que fãs se emocionarão com Carrie Fisher em Star Wars: Os Últimos Jedi

    11 de agosto de 2017 /

    A estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi” será marcada pela despedida da atriz Carrie Fisher, em sua última aparição como a Princesa e General Leia. Apesar do filme não ter sido planejado dessa forma, o diretor Rian Johnson revelou que os fãs terão uma reação forte à jornada da personagem na trama. “Não tinha como sabermos que esse seria o último ‘Star Wars’ de que ela participaria, então não é como se tivéssemos feito o filme pensando em dar um ponto final para a personagem. Mas, depois de assistir a montagem final, fica claro que haverá uma reação muito emotiva ao que ela faz neste filme”, disse o cineasta em entrevista à revista Entertainment Weekly. Johnson não deu maiores detalhes, mas diversos integrantes da produção disseram anteriormente que Leia teria maior destaque na sequência do que teve “Star Wars: O Despertar da Força”. E a produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, confirmou que seu papel seria ainda maior no “Episódio IX”, ainda sem título final, que infelizmente precisou ser reescrito após a morte da estrela. Em “Os Últimos Jedi”, Leia terá de lidar com o luto pela morte de Han Solo (Harrison Ford) pelas mãos de seu filho, Kylo Ren (Adam Driver), enquanto ainda comanda a Resistência, abalada pela destruição da República. “Ela sofreu muito. Uuma das coisas que conversei com Carrie antes de começar a escrever, enquanto tentava descobrir qual seria a participação dela neste filme, foi: para onde a personagem iria?”, contou Johnson, que também é roteirista da produção. Um dos caminhos da personagem será um relacionamento maternal com Poe Dameron (Oscar Isaac), que ganhará mais importância dentro da Resistência. “Poe é, de certa forma, um filho adotivo para Leia”, confirmou Oscar Isaac na mesma entrevista. “Mas também acho que ela vê nele o potencial para se tornar um grande líder da Resistência e ir além”. O ator, por sinal, guarda boas lembranças da convivência com Fisher no set da produção. “Uma das minhas coisas preferidas que aconteciam de vez em quando no set era quando Carrie cantava músicas antigas. Sempre que isso acontecia, eu oferecia a minha mão a ela e nós dançávamos valsa pelo set – em uma nave, na base rebelde, em um planeta estranho, ela cantava e nós dançávamos. Tão surreal e lindo pensar nisso agora. Com todo o seu humor delicioso e travesso e aquela energia explosiva, ela também tinha tanta graça. Eu sinto muita falta dela”. “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil.

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    Suburbicon: Matt Damon surta no trailer da comédia sangrenta de George Clooney

    27 de julho de 2017 /

    A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer do novo filme dirigido por George Clooney, “Suburbicon”. Ainda sem legendas, o vídeo revela o tom inusitado da produção, que combina violência noir com humor de desenho animado. O contraste entre os dois elementos é tão grande quanto a abertura, que apresenta os subúrbios da trama como um cenário ensolarado de sitcom dos anos 1950, e o final, em que o local se transforma num pesadelo noturno, em meio a protestos violentos. O longa, que tem roteiro de Clooney e seu sócio produtor Grant Heslov (ambos de “Caçadores de Obras-Primas”), em parceria com os irmãos Coen (“Ave César”), acompanha a família de um bairro tranquilo do subúrbio, durante o verão de 1959. Mas sob a aparência de felicidade, há uma trama sombria, porque o pai, vivido por Matt Damon (“Perdido em Marte”), pegou dinheiro emprestado da máfia. E como não consegue pagar, tem a residência invadida, a mulher assassinada, os filhos ameaçados e passa a sofrer com vandalismo. Só que até um palerma suburbano é capaz de surtar quando levado ao limite, e não demora para ele começar a revidar com a mesma violência. O elenco também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”), Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) e o menino Noah Jupe (série “Houdini and Doyle”). Selecionado para o Festival de Toronto, o filme estreia no Brasil em 21 de dezembro.

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  • Filme

    Suburbicon: Novo filme de George Clooney ganha primeiras fotos

    26 de julho de 2017 /

    O novo filme dirigido por George Clooney, “Suburbicon”, ganhou suas duas primeiras fotos. As imagens mostram Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Julianne Moore (franquia “Jogos Vorazes”), que vivem os protagonistas, em trajes da década de 1950. O longa, que tem roteiro dos irmãos Coen (“Ave César”), acompanha a família de um bairro tranquilo do subúrbio, durante o verão de 1959. Mas a aparência de família perfeita esconde uma realidade perturbadora, criada por pessoas imperfeitas que tomam decisões erradas. O elenco também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e o menino Noah Jupe (série “Houdini and Doyle”). Selecionado para o Festival de Toronto, o filme estreia no Brasil em 21 de dezembro.

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    Christian Bale se divide entre o romance e a denúncia genocídio armênio em trailer de drama histórico

    12 de abril de 2017 /

    O drama histórico “A Promessa”, com Christian Bale (“A Grande Aposta”) e Oscar Issac (“Star Wars: O Despertar da Força”), ganhou trailer legendado. A prévia começa com uma cena de dimensão grandiosa e dramática, mas logo emplaca um flashback para enaltecer um triângulo romântico entre os personagens dos dois atores e a jovem armênia vivida por Charlotte Le Bon (“A Travessia”). O detalhe é que o pano de fundo é nada menos que um genocídio. A trama se passa durante os últimos dias do Império Otomano e da 1ª Guerra Mundial, quando o governo decidiu exterminar a raça armênia, originando um verdadeiro holocausto. Bale interpreta um repórter da Associated Press que tenta registrar o massacre, que os turcos negam existir. O filme tem roteiro e direção de Terry George, que concorreu ao Oscar por outro filme sobre um genocídio histórico, “Hotel Ruanda” (2004). O elenco também inclui Jean Reno (“Assalto ao Carro Blindado”), Tom Hollander (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Shohreh Aghdashloo (série “The Expanse”), Angela Sarafyan (série “The Westworld”), James Cromwell (“O Artista”) e Rade Serbedzija (“Busca Implacável 2”). Apesar do tema de denúncia social, a première mundial, no Festival de Toronto, não empolgou. A estreia está marcada para 21 de abril nos EUA e 11 de maio no Brasil.

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    Oscar Isaac vai perseguir nazistas na Argentina

    1 de abril de 2017 /

    O ator Oscar Isaac, um dos astros na nova trilogia “Star Wars”, vai estrelar “Operation Finale”, thriller de época que será dirigido por Chris Weitz, curiosamente o roteirista de “Rogue One”, primeiro spin-off da franquia. Descrito por seus produtores como uma mistura de “Argo” (2012) e “Munique” (2005), o filme vai acompanhar um time de espiões israelenses na caçada a Adolf Eichmann, um principais criminosos nazistas foragidos após o fim da 2ª Guerra Mundial. Idealizador do Holocausto, Eichmann buscou se esconder na Argentina, mas foi descoberto pelo Mossad, a agência secreta de Israel, dando início a uma tensa perseguição para sua captura. Segundo o site The Hollywood Reporter, Isaac irá interpretar Peter Malkin, responsável por prender Eichmann no dia 11 de maio de 1960. O nazista seria condenado à morte e executado dois anos depois. As filmagens vão acontecer na própria Argentina, mas ainda não há previsão para o início da produção ou sua estreia.

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    Christian Bale registra genocídio armênio em trailer de drama do diretor de Hotel Ruanda

    4 de março de 2017 /

    A Open Road Films divulgou as fotos e o trailer do drama épico “The Promise”, que traz Christian Bale (“A Grande Aposta”) no papel principal. A prévia começa com uma cena de dimensão grandiosa e dramática, mas logo emplaca um flashback para enaltecer um triângulo romântico entre os personagens dos dois atores e a jovem armênia vivida por Charlotte Le Bon (“A Travessia”). O detalhe é que o pano de fundo é nada menos que um genocídio. A trama se passa durante os últimos dias do Império Otomano e da 1ª Guerra Mundial, quando o governo decidiu exterminar a raça armênia, originando um verdadeiro holocausto. Bale interpreta um repórter da Associated Press que tenta registrar o genocídio, que os turcos negam existir. O elenco também destaca Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”), na pele de um estudante de Medicina armênio, e Charlotte Le Bon (“A Travessia”) como a jovem armênia que ambos amam. O filme tem roteiro e direção de Terry George, que concorreu ao Oscar por outro filme sobre um genocídio histórico, “Hotel Ruanda” (2004). O elenco também inclui Jean Reno (“Assalto ao Carro Blindado”), Tom Hollander (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Shohreh Aghdashloo (série “The Expanse”), Angela Sarafyan (série “The Westworld”), James Cromwell (“O Artista”) e Rade Serbedzija (“Busca Implacável 2”). Apesar do tema de denúncia social, a première mundial, no Festival de Toronto, não empolgou. A estreia está marcada para 21 de abril nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Oscar Isaac vai viver agente duplo em filme passado na 2ª Guerra Mundial

    11 de fevereiro de 2017 /

    O ator Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) vai estrelar o suspense “The Garbo Network”, ambientado na 2ª Guerra Mundial. O filme tem roteiro de William Wheeler (“Rainha de Katwe”) e foi apresentado na feira de negócios do Festival de Berlim. A trama é baseada na história real de Juan Pujol Garcia, um excêntrico agente duplo sem nenhum tipo de treinamento militar. Graças a sua capacidade de persuasão, ele convenceu os nazistas que cumpria suas missões, quando, na verdade, trabalhava secretamente para os ingleses. Com uma rede formada por outros 27 espiões, ele conseguiu ajudar a derrotar os alemães com um trabalho de contra-informação sobre a invasão da Normandia. Ainda não há previsão para a estreia nos cinemas.

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    Divulgado o título oficial do próximo filme da franquia Star Wars

    23 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou o título oficial do oitavo filme da franquia “Star Wars”. Até então referido como “Star Wars: Episódio VIII”, o longa que inclui a última filmagem de Carrie Fisher como a General Leia se chamará “Star Wars: The Last Jedi” em inglês. (“Os Últimos Jedi” em tradução livre). A tradução oficial em português ainda não foi divulgada. O título faz referência a Luke Skywalker (Mark Hamill), o último cavaleiro jedi, que em “Star Wars: O Despertar da Força” é mostrado vivendo isolado em um planeta distante. Neste novo filme, a personagem Rey (Daisy Ridley) deverá ser a sua aprendiz. Além dos citados, o elenco da produção contará também com os retornos de Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis. Entre as novidades, incluem-se os atores Benicio Del Toro (“Sicario”), Laura Dern (“A Culpa É das Estrelas”) e Kelly Marie Tran (“XOXO”). A direção é de Rian Johnson (“Looper”) e a estreia está marcada para 14 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Oscar Isaac vai estrelar próximo filme de Spielberg

    16 de julho de 2016 /

    O ator Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) vai estrelar o próximo filme de Steven Spielberg, “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, ao lado de Mark Rylance (“Ponte de Espiões”). O filme é uma adaptação do romance homônimo de David I. Kertzer, por sua vez baseado numa história real. Passado em 1858, gira em torno do rapto de um garoto judeu em Bologna, na Itália, que foi levado à força da família para ser criado como cristão pela Igreja católica. Para conseguir libertar o filho, os pais entram em um duelo político com o Papado da época, durante o período de unificação do país. Com roteiro de Tony Kushner, que escreveu “Lincoln” para Spielberg, a produção está prevista para começar a ser rodada no primeiro trimestre de 2017, após o cineasta terminar a ficção científica “Ready Player One”, seu atual projeto.

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    Outdoors de X-Men: Apocalipse geram polêmica por mostrarem violência contra mulher

    3 de junho de 2016 /

    Um cartaz promovendo o filme “X-Men: Apocalipse” gerou uma saia-justa na Fox, por mostrar a personagem Mística, vivida por Jennifer Lawrence, sendo estrangulada pelo vilão que dá nome ao longa, interpretado por Oscar Isaac. A imagem, exibida em outdoors nos Estados Unidos, causou desconforto por supostamente endossar a violência contra as mulheres. A atriz Rose McGowan (“Conan, o Bárbaro”) chegou a publicar um protesto no Twitter. “Há um grande problema quando os homens e mulheres da 20th Century Fox pensam que violência casual contra uma mulher é um jeito de promover um filme. Não há contexto na propaganda, apenas uma mulher sendo estrangulada”, ela escreveu. “Imagine se um negro estivesse sendo estrangulado por um branco, ou um gay por um heterossexual? A crítica seria enorme. Então vamos deixar claro que isso está errado”, concluiu. Rapidamente, a Fox divulgou um comunicado se desculpando pela escolha da imagem e afirmando que vai retirar todos os cartazes que estiverem espalhados pelos Estados Unidos. “No nosso entusiasmo em mostrar a vilania do personagem Apocalipse, nós não reconhecemos imediatamente a conotação da imagem impressa. Nós nos desculpamos pelas nossas ações e nunca iremos concordar com violência contra as mulheres.”

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  • Filme

    Novo X-Men decepciona, mas não chega a ser um apocalipse

    24 de maio de 2016 /

    Não foi Christopher Nolan, com a trilogia do “Cavaleiro das Trevas”, que levou a sério um filme de super-herói pela primeira vez. Foi Bryan Singer no “X-Men” original de 2000, abrindo as portas para um novo universo nos cinemas, mais realista que as tentativas anteriores. Só que, desta vez, o diretor que praticamente definiu um gênero, perdeu o rumo ao abraçar o irreal com todas as forças em “X-Men: Apocalipse”, seu trabalho mais fraco à frente da franquia e o pior da trilogia estrelada pela nova geração, como fala Jean Grey numa cena, em que a brincadeirinha com “O Retorno de Jedi” (1983) saiu pela culatra: “Well, at least we can all agree, the third one is always the worst”. Estaria tudo certo se Bryan Singer seguisse o que ele mesmo ensinou: os mutantes são tão ou mais humanos que nós, homo sapiens. Seus poderes extraordinários sempre ficaram em segundo plano. Mas não neste filme, que exige dos X-Men um esforço para a utilização máxima de suas habilidades, para deter um vilão poderosíssimo, o primeiro mutante a andar na Terra, vindo da era de Imhotep e Anck Su Namun, colecionando os atributos de outros mutantes e se vendendo como uma divindade. Na verdade, porém, Apocalipse não passa de um fanfarrão que quer mandar tudo pelos ares. E ele acorda na década de 1980, dez anos após os eventos de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), graças a uma solução vergonhosa do superestimado roteirista Simon Kinberg, que Singer jamais deveria ter aprovado. Se você não conseguiu enxergar (e não é culpa sua), pode acreditar que Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) é o ator por trás da maquiagem e o “cospobre” de Apocalipse, que daria orgulho aos profissionais que trabalharam em “Power Rangers”, “Jaspion” e “Spectreman”, heroicos artistas que fizeram milagres com um orçamento ridículo. O vilão patético surge com voz de megafone e mais imobilizado, sem expressões ou personalidade, que Darth Vader e RoboCop, o que lhe deixa inerte em cena e obriga a trama e os X-Men a reagirem à sua presença. Então, é hora de dar porrada e descarregar os poderes em cima da criatura estúpida. Pior que a franquia sempre se concentrou em vilões humanos como contraponto aos mutantes. E agora… isso. Desta vez, infelizmente, qualquer traço de humanidade valorizado por Singer nos filmes anteriores foi deixado de lado, apesar do início intrigante. Especialmente a boa parte dramática envolvendo Magneto (Michael Fassbender). Mas é um filme cheio de repetecos, como os dilemas de Jean Grey (agora a talentosa Sophie Turner, de “Game of Thrones”) e o retorno de Mercúrio (o excelente Evan Peters) fazendo exatamente o mesmo de “Dias de um Futuro Esquecido”, mas numa versão estendida em cenário diferente. E, claro, Mística (Jennifer Lawrence), pela milésima vez, tentando nos enganar ao se passar por outra pessoa. Sem esquecer do showzinho básico do Magneto voador arremessando metais para todos os lados. Mas tirando Oscar Isaac, embora seja injusto colocar o mico do figurino em sua conta, o elenco garante a diversão com sua competência indiscutível. Destaque, de novo, para James McAvoy (Charles Xavier) e os já citados Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Evan Peters e Sophie Turner. Vale ainda apontar o jovem Tye Sheridan, que se sai muito melhor que o ex-Ciclope, o insosso James Marsden. Singer só esqueceu de dar um pouco de voz aos “seguranças” do vilão, os quatro modernos cavaleiros do apocalipse. Magneto é o único que não entra mudo e sai calado. Também não espere discussões profundas sobre a origem de Apocalipse e consequentes interpretações bíblicas, embora houvesse material de sobra para agitar um debate interessante sobre o assunto, mas talvez tenha faltado coragem para jogar lenha na fogueira. Fora isso, não há muito o que dizer nessa história, que está lá para servir de apoio para o clímax apoteótico, dominado por uma avalanche de efeitos visuais que fazem o filme de 2000 parecer uma produção rodada no quintal da casa de Bryan Singer, embora tivesse um roteiro bem melhor e personagens mais ricos em humanidade. Aqui, o exagero toma conta da tela, embora a solução final para a batalha pudesse vir a qualquer momento – mas isso transformaria o filme num curta. Apesar de pouco inspirado, Bryan Singer tem crédito, ainda consegue prender a atenção e divertir na medida do possível – não tem como ficar indiferente, por exemplo a uma participação especial lá pela metade do filme, em alusão à história clássica dos quadrinhos “Arma X”. Os fãs piram. E temos uma competente reconstrução dos coloridos e exagerados anos 1980 – que talvez seja uma desculpa para o filme ir pelo mesmo caminho. O fato é que “X-Men: Apocalipse” tem problemas, mas (desculpe-me por isso) não chega a ser o fim do mundo. Verdadeiro apocalipse foram “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men Origens: Wolverine” (2009).

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  • Filme

    Anjo e Noturno lutam em cena de X-Men: Apocalipse

    7 de maio de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou duas cenas de “X-Men: Apocalipse”. Numa delas, Moira MacTaggert (Rose Byrne) conta a história de Apocalipse para o Professor Xavier (James McAvoy) e Destructor (Lucas Till). Mas a melhor destaca Mística (Jennifer Lawrence), adentrando o antro em que os mutantes Anjo (Ben Hardy) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) são forçados a lutar entre si numa jaula eletrificada. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta uma equipe, incluindo Magneto (Michael Fassbender), para acabar com a humanidade e criar um novo mundo para os mutantes, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Wolverine aparece no novo trailer legendado de X-Men: Apocalipse

    26 de abril de 2016 /

    A Fox divulgou um novo trailer legendado de “X-Men: Apocalipse”, que mostra, em seus segundos finais, as garras de Wolverine. A cena encerra longas especulações sobre a participação de Hugh Jackman na produção. A prévia também confirma o papel de protagonista de Mística (Jennifer Lawrence), que não só assume a liderança dos X-Men como se torna responsável por trazer uma nova geração de mutantes para o grupo. Além disso, estabelece que sua trama será a terceira do ano a apresentar super-heróis brigando entre si – no caso, os X-Men de Mística contra os Quatro Cavaleiros de Apocalipse. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy), para impedir o fim do mundo. “X-Men: Apocalipse” vai reunir a maior quantidade de mutantes já vistos na franquia, juntando os intérpretes introduzidos em “X-Men: Primeira Classe” (2011), Michael Fassbender (Magneto), James Mcavoy (Professor X), Jennifer Lawrence (Mística), Nicholas Hoult (Fera), Lucas Till (Destructor) e Rose Byrne (Moira MacTaggert), além de Evan Peters (Mercúrio) e Hugh Jackman (Wolverine), remanescentes da linha temporal de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), com uma nova geração formada por Sophie Turner (série “Game of Thrones”) como Jean Grey, Tye Sheridan (“Amor Bandido”) como Cíclope, Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como Noturno, Alexandra Shipp (“Mistério de Anubis”) como Tempestade, Ben Hardy (novela britânica “EastEnders”) como Anjo/Arcanjo, Olivia Munn (“Livrai-Nos do Mal”) como Psylocke e a estreante Lana Condor como Jubileu. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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