Série do Senhor dos Anéis será gravada nos mesmos cenários dos filmes
A Nova Zelândia voltará a servir de paisagem para a Terra Média. A Amazon confirmou que o país será a locação de sua nova série “O Senhor dos Anéis”, conforme já se cogitava desde dezembro do ano passado. Os três filmes da trilogia “O Senhor dos Anéis” feitos no início dos anos 2000, bem como a trilogia seguinte, “O Hobbit”, foram rodados na Nova Zelândia pelo diretor Peter Jackson. E as mesmas paisagens serão utilizadas na trama seriada. “Enquanto procurávamos a locação na qual poderíamos dar vida à beleza primordial da segunda era da Terra Média, sabíamos que precisávamos encontrar um lugar majestoso, com litorais, florestas e montanhas imaculadas e que também abrigasse sets de primeira linha, estúdios e artesãos e outros profissionais habilidosos e experientes”, disseram os produtores-executivos J.D. Payne e Patrick McKay, justificando o retorno à Nova Zelândia em um comunicado. “Esta é uma produção cobiçada e uma notícia fantástica para o setor cinematográfico da Nova Zelândia e para a nossa economia”, disse o ministro de Desenvolvimento Econômico, Phil Twyford, em um comunicado separado. Mesmo antes de começar a ser gravada, a série já está sendo considerada a mais cara da história. Isto porque, só pelos direitos da obra, a Amazon teria desembolsado US$ 250 milhões, preço da produção de um blockbuster. O orçamento total está estimado em US$ 1 bilhão, que deverá cobrir cinco temporadas. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” foi orçada em US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A atração deve explorar histórias que se passam na Terra Média de Tolkien, mas ainda não foram contadas no cinema. Segundo comunicado oficial da Amazon, a trama seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. As gravações vão começar nos próximos meses, sob comando dos produtores-roteiristas JD Payne e Patrick McKay, que trabalharam nos filmes recentes da saga “Star Trek”.
Will Poulter vai estrelar a série baseada em O Senhor dos Anéis
O ator Will Poulter vai estrelar a série baseada em “O Senhor dos Anéis”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming da Amazon. Curiosamente, ele ficou conhecido por outra saga de fantasia, como protagonista de “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), inspirada na obra de C.S. Lewis – contemporâneo e amigo de J.R.R. Tolkien, o autor de “O Senhor dos Anéis”. Detalhes do personagem de Poulter não foram revelados. Ele é o segundo ator alistado no projeto, ao lado da australiana Markella Kavanaugh (da minissérie “Picnic at Hanging Rock”). Ainda sem título oficial, a série tem produção da dupla J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que contam em sua equipe com os roteiristas Gennifer Hutchison (“Breaking Bad”) e Bryan Cogman (“Game of Thrones”). Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama provavelmente situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Não há previsão para a estreia da atração.
Atriz australiana é primeiro nome do elenco da série baseada em O Senhor dos Anéis
A série de “O Senhor dos Anéis”, em desenvolvimento pela plataforma de streaming da Amazon, ganhou a primeira integrante do seu elenco. A atriz Markella Kavenagh está finalizando negociações para assumir um papel importante na produção de fantasia. Será uma personagem nova chamada Tyra. A atriz é mais conhecida por atuar em séries da TV australiana, como “Picnic at Hanging Rock” e “Romper Stomper”, e no ano passado estrelou sua primeira produção inglesa, a minissérie “The Cry”. Sua estreia no cinema vai acontecer no fim do ano, em “True History of the Kelly Gang”, western australiano dirigido por Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”). Ainda sem título oficial, a série tem produção da dupla J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que contam em sua equipe com os roteiristas Gennifer Hutchison (“Breaking Bad”) e Bryan Cogman (“Game of Thrones”). Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama provavelmente situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Não há previsão para a estreia da atração.
Diretor de Jurassic World: Reino Ameaçado vai comandar série de O Senhor dos Anéis
A Amazon fechou com o cineasta espanhol J.A. Bayona (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) para comandar episódios da sua bilionária série de “O Senhor dos Anéis”. Além de dirigir os dois primeiros capítulos da série, ele também fará parte da produção executiva da atração junto de sua parceira Belén Atienza, que produz suas obras desde “O Orfanato” (2007). Os dois também trabalharam juntos no filme mais recente do diretor, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que teve bilheteria de US$ 1,3 bilhão. “J.R.R. Tolkien criou uma das histórias mais extraordinárias e inspiradoras de todos os tempos”, disse Bayona em comunicado oficial. “Como fã de longa data, é uma honra e alegria me juntar a essa equipe criativa. Mal posso esperar para levar o público de volta à Terra Média”, finalizou. Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostraria aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. A adaptação está a cargo da roteiristas JD Payne e Patrick McKay (de “Star Trek: Sem Fronteiras”), showrunners da atração, que estão trabalhando nas histórias com Gennifer Hutchison (de “Breaking Bad”) e Bryan Cogman (de “Game of Thrones”). Não há previsão de estreia para a série, mas os executivos da Amazon esperam um lançamento em 2021.
Roteirista de Game of Thrones será consultor da série de O Senhor dos Anéis na Amazon
O produtor e roteirista Bryan Cogman, que escreveu diversos episódios de “Game of Thrones”, foi escalado como consultor da série baseada em “O Senhor dos Anéis”, produzida pela Amazon. Cogman fechou um contrato com a Amazon após a HBO dispensar seu projeto de spin-off de “Game of Thrones”. Ele é o autor de um dos raros episódios elogiados da 8ª temporada, “A Knight of the Seven Kingdoms”, o segundo exibido na reta final. Ele se juntará à equipe formada por J.D. Payne e Patrick McKay (de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que comandam o projeto. Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Recentes publicações nas redes sociais da Amazon revelaram um mapa da Terra Média que destacava a ilha de Númenor, antiga civilização de origem dos ancestrais de Aragorn e dos Reis dos Homens. Na história de Tolkien, a ilha submergiu no fundo do oceano após seus habitantes travarem guerras com os deuses.
Peter Jackson confirma que vai ajudar produção da série baseada em O Senhor dos Anéis
O cineasta Peter Jackson revelou, em entrevista ao jornal britânico Metro, que vai ajudar a equipe responsável pela série baseada em “O Senhor dos Anéis”. Anteriormente, o cineasta havia negado envolvimento com o projeto, que deve estrear só em 2021. “Eu não posso comentar nada sobre isso ainda, porque não vi nada. Eu acho que eles vão nos enviar os roteiros para que possamos dar uma olhada e fazer anotações”, comentou. “Eu desejo tudo de melhor para esta equipe, e certamente ajudarei em algo se for preciso. É uma tarefa enorme [adaptar ‘O Senhor dos Anéis’]”, completou. Jackson famosamente dirigiu e coescreveu as duas trilogias cinematográficas inspiradas na obra de J.R.R. Tolkien, “O Senhor dos Anéis” (2001-2003) e “O Hobbit” (2012-2014). O cineasta venceu os Oscar de melhor direção e melhor roteiro adaptado por “O Retorno do Rei”, capítulo final da primeira trilogia. A nova série de “O Senhor dos Anéis” será supostamente a mais cara de todos os tempos. Só pelos direitos da obra, a Amazon teria desembolsado US$ 250 milhões, preço da produção de um blockbuster. O orçamento total está estimado em US$ 1 bilhão, que deverá cobrir cinco temporadas. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” foi orçada em US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A atração deve explorar histórias que se passam na Terra Média de Tolkien, mas ainda não foram contadas no cinema. Segundo comunicado oficial da Amazon, a trama seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. “Não vamos fazer um remake dos filmes, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”, disse a presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke, que também afirmou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país que serviu de locação para as adaptações cinematográficas dos livros de Tolkien. JD Payne e Patrick McKay, que trabalharam nos filmes recentes da saga “Star Trek”, são os responsáveis pelos roteiros.
Roteiristas de Star Trek vão desenvolver a série do Senhor dos Anéis para a Amazon
A Amazon anunciou os nomes dos encarregados por desenvolver a série baseada em “O Senhor dos Anéis. A dupla John D. Payne e Patrick McKay, que trabalhou em “Star Trek: Sem Fronteiras” e em sua vindoura continuação, foi escolhida para levar “fãs, elfos e os assinantes” do Amazon Prime Video para uma jornada inédita pela Terra Média. Sobre o envolvimento no projeto, Payne e McKay comentaram, em comunicado: “Estamos extremamente felizes em fazer uma parceria com a Amazon para dar vida a este projeto. Nós nos sentimos como Frodo, partindo do Condado, com uma grande responsabilidade aos nossos cuidados – é o começo da aventura de uma vida”. Mais detalhes sobre esta jornada ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. “Não vamos fazer um remake do filme, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”, disse a presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke. Ela também afirmou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país que também serviu de locação para as adaptações cinematográficas de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. “Acho que devemos filmar na Nova Zelândia. Eu não sei, mas ter que ir em algum lugar interessante, que possa fornecer essas locações de uma maneira realmente autêntica, porque queremos que pareça incrível. Não há escassez de ambição para esse projeto. Nós vamos aonde precisarmos ir para que isso aconteça”. O projeto está orçado em cerca de US$ 1 bilhão, com previsão para ter cinco temporadas.
Presidente da Amazon confirma conversas com Peter Jackson sobre a série de O Senhor dos Anéis
A presidente do Amazon Studios, Jennifer Salke, revelou que o estúdio está conversando com o cineasta Peter Jackson sobre uma possível participação na produção da série baseada no universo de “O Senhor dos Anéis”. “As conversas com Peter Jackson estão acontecendo agora. Elas giram em torno do quanto ele quer estar envolvido. Eu sei que há discussões e que ele chegou a sugerir algumas coisas, mas, até onde eu sei, estamos no estágio de discutir o quanto ele gostaria de se envolver”, comentou. Salke comentou que a série deve ser filmada na Nova Zelândia, país do cineasta, que também serviu de locação para as adaptações cinematográficas de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. “Acho que devemos filmar na Nova Zelândia. Eu não sei, mas ter que ir em algum lugar interessante, que possa fornecer essas locações de uma maneira realmente autêntica, porque queremos que pareça incrível. Não há escassez de ambição para esse projeto. Nós vamos aonde precisarmos ir para que isso aconteça”. Ela também afirmou que a série não será uma nova versão da história vista no cinema. “Não vamos fazer um remake do filme, mas também não começaremos do zero. Então, serão os personagens que você ama”. Segundo o comunicado oficial da Amazon, a trama da série seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. O projeto custou cerca de US$ 1 bilhão e terá cinco temporadas.
Série baseada em O Senhor dos Anéis será a mais cara de todos os tempos
A série da Amazon baseada em “O Senhor dos Anéis”, será a mais cara de todos os tempos. Documentos revelados pela agência Reuters abordam os custos das produções da plataforma, e os valores relativos à negociação da adaptação da obra de J.R.R. Tolkien são exorbitantes. Apenas pelos direitos de usar os personagens, a Amazon deverá pagar US$ 250 milhões. Com gastos de produção e de comercialização, o custo total está sendo projetado para US$ 500 milhões ou mais. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” custará US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A Amazon adquiriu os direitos da franquia “O Senhor dos Anéis” após vencer um leilão com outros interessados. Os detalhes de seu projeto para a série ainda são escassos. Mas, segundo o comunicado oficial, a trama será um prólogo, localizando a ação entre os eventos de “O Hobbit” e “A Sociedade do Anel”.
Netflix oficializa a produção da sequência de Bright
A Netflix encomendou oficialmente a continuação de “Bright”, sua primeira superprodução, que voltará a reunir as estrelas Will Smith e Joel Edgerton, juntamente com o diretor David Ayer. Além de dirigir, Ayer também vai escrever o roteiro – como fez em “Esquadrão Suicida”. Isto significa que a figura mais controversa da produção foi cortada da sequência. O roteirista Max Landis, que recebeu entre US$ 3 e 4 milhões por seu roteiro em 2016, vive uma tempestade de denúncias de assédio sexual, que inundaram o Twitter. “Bright” se passa numa versão sobrenatural de Los Angeles, habitada por elfos e outras criaturas da fantasia, e gira em torno da parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton). Durante uma patrulha noturna, a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. A filmagem foi a mais cara já produzida pela Netflix, com custos estimados de quase US$ 100 milhões. E o resultado acabou destruído pela crítica – “o pior filme do ano”, de acordo com uma das resenhas – , mas aparentemente teve um público considerável. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. E, segundo a Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma, de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Entretanto, este o método da Nielsen só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão.
Pesquisa de audiência revela que Bright tem público de blockbuster na Netflix
Apesar de malhado pela crítica, “Bright” atraiu um grande público na Netflix. Segundo pesquisa de audiência da Nielsen, o filme foi assistido mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma. Os dados contabilizados são de 22 à 24 de dezembro. O levantamento revela que o público do longa estrelado por Will Smith só foi menor que a audiência da estreia da 2ª temporada de “Stranger Things”. Em seus três primeiros dias de exibição, o primeiro episódio de “Stranger Things 2” foi assistido mais de 15 milhões de vezes nos Estados Unidos. Para dar um parâmetro de cinema, caso essa visualização representasse venda de ingressos, a arrecadação de “Bright” seria de blockbuster: aproximadamente US$ 130 milhões. Vale lembrar que o longa estrelado custou quase US$ 100 milhões de produção, além de uma fábula encantada de marketing. A Netflix não informa os dados de visualização de suas produções. Por conta disso, a Nielsen desenvolveu um método alternativo para medir a audiência das atrações de streaming. Entretanto, este método só tem eficácia para avaliar a exibição em monitores de TV. Isto porque ele se dá por meio de reconhecimento de áudio televisivo. Um aparelho instalado nas TVs de 44 mil casas dos Estados Unidos, que servem de amostragem da Nielsen, é capaz de identificar o que os pessoas estão assistindo pelo simples registro sonoro. O detalhe é que a Netflix é mais acessada por computadores, tablets e smartphones do que pela televisão. Ou seja, os números de “Bright” devem ser muito, mas muito maiores que estes.
Netflix providencia seus próprios críticos para elogiar Bright: orcs adolescentes
Até filmes ruins ganham bons comerciais. E a Netflix está se tornando expert em encontrar formas diferenciadas para promover seus lançamentos. Diante do massacre sofrido por “Bright”, que chegou até a ser chamado de “pior filme do ano” pela imprensa norte-americana, a plataforma providenciou sua própria crítica da produção, num vídeo gravado por dois orcs adolescentes. Que como típicos orcs adolescentes adoram explosões, rock pesado e elfas bonitas. Eles também vibram com a surra sofrida por Will Smith por chamar orcs de Shrek. “Somos orcs, não ogros”, reparam. E só lamentam que o orc policial não seja o herói principal da história – o que justifica uma nota 9. Para que perder tempo com o que humanos acham de um filme, se os orcs são muito mais divertidos? Acredita a Netflix.
Diretor de Bright vai ao Twitter responder a crítico que chamou seu filme de “o pior de 2017”
O diretor e roteirista David Ayer resolveu responder uma das críticas negativas recebidas por “Bright”, seu novo filme estrelado por Will Smith. Acostumado à reações extremas, após “Esquadrão Suicida”, ele optou por humor depreciativo ao abordar o jornalista que definiu seu trabalho como “o pior de 2017”. “Esta vai para a porta da geladeira. De todo modo, uma reação forte é o melhor elogio possível. Essa foi uma crítica épica para caramba. É um filme muito divertido. Você com certeza sabe juntar um amontoado de palavras, sr. Erlich. Eu adoraria ler qualquer roteiro que tenha escrito.” Além de chamar “Bright” de “o pior filme de 2017”, David Ehrlich, do site IndieWire, descreveu-o como algo “profundamente horrível”. Ele ainda sugeriu que não se poderia esperar nada diferente do diretor de “Esquadrão Suicida” e do roteirista de “Victor Frankenstein”, mas que “Bright” representa um “novo ponto baixo para a carreira de ambos”. Após o post de Ayer, o jornalista respondeu: “Você é um bom homem, sr. Ayer. Estarei aguardando com bons olhos o que quer que venha depois disso.” Ayer encerrou a discussão dizendo que seus filmes são “trabalhos feitos com amor”, mas sabe que podem ser “polarizantes”. Leia abaixo os tuítes originais. “Bright” estreia na Netflix nesta sexta (22/12). This is going on my fridge. Highest compliment is a strong reaction either way. This is a f*cking epic review. It’s a big fun movie. You can sure string words together Mr. Erlich. I’d love to read any script you’ve written. — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017 you’re a good man, mr. Ayer. i'll be waiting with fresh eyes for whatever comes next. — david ehrlich (@davidehrlich) December 21, 2017 I really appreciate that. Every movie is a labor of love for me. I’ve never chased the audience, and I know my work can be polarizing. I’ve lived a crazy love and I guess my movies reflect that. https://t.co/YZBp2DwKlO — David Ayer (@DavidAyerMovies) December 21, 2017






