PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc,  Filme

    Jessica Campbell (1982 – 2020)

    13 de janeiro de 2021 /

    A atriz Jessica Campbell, que teve um papel de destaque na comédia “Eleição”, de 1999, morreu em 29 de dezembro na casa de um parente em Portland, Oregon, aos 38 anos. Sua morte foi anunciada por sua prima Sarah Wessling. A causa não foi revelada, mas Campbell supostamente apresentou sintomas semelhantes aos da gripe na manhã de sua morte. Reese Witherspoon, sua colega em “Eleição”, tuitou que ficou com o coração partido pela morte de Campbell. “Trabalhar com Jessica em ‘Eleição’ foi um prazer”, escreveu Witherspoon. Campbell, que se aposentou da atuação para se tornar uma praticante da medicina alternativa ou holística, começou sua carreira de atriz com um papel no telefilme de 1992 “In the Best Interest of the Children”, estrelado por Sarah Jessica Parker. Seu segundo projeto lhe rendeu seu papel principal. Em “Eleição”, ela viveu Tammy Metzler, candidata vingativa ao grêmio estudantil e irmã do atleta da escola, Paul (Chris Klein), que decide concorrer contra seu irmão para o conselho estudantil depois que ele começa a namorar sua namorada. O desempenho rendeu a Campbell uma indicação ao Independent Spirit Award de Melhor Performance de Estreia. Embora sua carreira nunca tenha engrenado após o sucesso precoce, Campbell participou de dois episódios da série cult de Paul Feig e Judd Apatow, “Freaks and Geeks”, e completou sua filmografia com dois dramas, “Encontros do Destino” (2001), em que voltou a se destacar como uma garota obcecada por uma guitarra, e “Junk” (2002), seu último trabalho como atriz. Uma campanha no site de financiamento coletivo Go Fund Me foi criada por Wessling para custear as despesas do funeral e ajudar o filho de 10 anos da atriz, Oliver.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Rod Perry (1941 – 2020)

    11 de janeiro de 2021 /

    O ator Rod Perry, que estrelou a série “SWAT” nos anos 1970, morreu em 17 de dezembro aos 86 anos, anunciou sua família nesta segunda (11/1). Ele se destacou como atleta – estabeleceu o recorde mundial nos 200 metros com barreiras em 1957 – antes de se tornar modelo para a agência Ford e estrear na Broadway como ator em 1968. Um de seus primeiros papéis na tela foi no telefilme “The Autobiography of Miss Jane Pittman” (1974), em que retratou Joe Pittman, um cowboy que tem um casamento breve, mas feliz, com a mulher do título (Cicely Tyson). A estreia no cinema aconteceu no ano seguinte, durante o ciclo da blaxploitation, vivendo o “poderoso chefão” de “A Fúria do Poderoso Chefão” (1974). Ele ainda participou de outro lançamento do gênero, “The Black Gestapo” (1975), antes de ingressar na “SWAT”. Rod Perry interpretou o sargento David “Deacon” Kay ao lado de Steve Forrest e Robert Urich na série policial, produzida por Aaron Spelling e Leonard Goldberg. Apesar de ter durado só 37 episódios entre 1975 e 1976, as reprises transformaram a atração num grande sucesso, que, mais recentemente, inspirou um filme e um revival televisivo. O longa “SWAT” de 2003 também contou com participação de Perry como o pai de seu personagem original, vivido no cinema por LL Cool J (Jay Harrington interpreta o mesmo personagem na versão atual da série). Outros de seus trabalhos televisivos incluem aparições em episódios das séries “Barney Miller”, “Good Times”, “Projeto U.F.O.” e “Babylon 5”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Antonio Sabáto (1943 – 2021)

    9 de janeiro de 2021 /

    Antonio Sabáto, o ator italiano que estrelou de spaghetti westerns a filmes trash da era do VHS, morreu na quarta (6/1) devido a complicações da covid-19. Ele tinha 77 anos. A notícia da morte foi confirmada em um tuíte de seu filho, o também ator Antonio Sabáto Jr., acompanhada por uma foto antiga de família. Seu filho disse que Sabáto foi hospitalizado na segunda (4/1) na Califórnia devido ao coronavírus e morreu dois dias depois. Ironicamente, o jovem Sabáto é um negacionista que tem criticado abertamente nas redes sociais o uso de máscaras para controlar a propagação do coronavírus. Sabáto teve uma longa carreira, iniciada no cinema italiano em 1966, quando apareceu no filme “Lo Scandalo”, ao lado de Anouk Aimée. No mesmo ano, ele estrelou “Grand Prix”, um filme americano de corrida de carros com um elenco internacional, encabeçado por James Garner, e que ganhou três prêmios da Academia. No filme de John Frankenheimer, Sabáto interpretava um piloto italiano campeão de Fórmula 1, que namorava ninguém menos que a cantora francesa Françoise Hardy. A aparição hollywoodiana o credenciou a virar protagonista de spaghetti westerns, vivendo pistoleiros em “Ódio por Ódio” (1967), “Um Colt… para os Filhos do Demônio” (1968), “Vou, Vejo e Disparo” (1968) e “Duas Vezes Traidor” (1968). Quando os filmes de bangue-bangue à italiana saíram de moda, ele filmou os mais diferentes gêneros, desde a cultuada sci-fi francesa “Barbarella” (1968) até o drama “A Monja de Monza” (1969). Uma breve parceria com o cineasta Umberto Lenzi rendeu seus filmes mais memoráveis, o célebre giallo “Sete Orquídeas Manchadas de Sangue” (1972) e o thriller de gângster “Milão Escaldante” (1973). Durante a era do VHS, ele virou protagonista de produções de ação e ficção científica de baixo orçamento, que tiveram distribuição mundial em vídeo, ganhando popularidade. A obra mais conhecida desta fase é “Fuga do Bronx” (1983), uma mistura de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter, com “Mad Max” (1979), de George Miller. Em meados da década de 1980, Sabáto imigrou para os Estados Unidos com sua família, onde rodou seu último filme, “Alta Voltagem”, em 1997. Depois disso, seus créditos finais foram na novela “The Bold and the Beautiful” em 2006, ao lado do filho.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Steve Carver (1945 – 2021)

    9 de janeiro de 2021 /

    O diretor Steve Carver, especialista em filmes de ação, morreu na sexta-feira (8/1) após um ataque cardíaco em Los Angeles, aos 75 anos. O primeiro amor de Carver foi a fotografia e ele chegou a trabalhar como freelancer para publicações como Architectural Digest e National Geographic, além da agência de notícias United Press International, antes de se mudar para Los Angeles em 1970, onde matriculou-se no American Film Institute e conseguiu um estágio no DGA (o Sindicato dos Diretores dos EUA) para aprender como virar cineasta. Seu primeiro filme foi um curta universitário de 27 minutos que adaptava o conto de terror “O Coração Revelador”, de Edgar Allan Poe, em 1971. Três anos depois, fez o primeiro longa, o cultuado “The Arena” (1974), um filme de gladiadoras romanas estrelado por Pam Greer, que marcou sua colaboração inicial com o produtor Roger Corman. Carver comandou mais dois filmes para Corman, ambos sobre gângsteres: “A Mulher da Metralhadora” (1974), com Angie Dickinson, e “Capone, o Gângster” (1975), com Ben Gazzara. A grande virada de sua carreira aconteceu quando se juntou ao astro de ação Chuck Norris em “O Ajuste de Contas” (1981). O sucesso moderado daquela produção foi extrapolado com a segunda e melhor parceria da dupla, “McQuade, o Lobo Solitário” (1983), que rendeu um dos papéis mais lembrados de Norris, estabelecendo o protótipo do Texas Rangers que ele revisitaria uma década mais tarde em sua famosa série televisiva, “Chuck Norris: O Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger). O diretor seguiu fazendo filmes apelativos (como “Jocks”) e de ação (como “Prova de Fogo”) pelo resto da carreira, sem voltar a repetir o sucesso, até se ver restrito a lançamentos para vídeo. “Crazy Joe: Treinado para Exterminar” e “The Wolves” foram seus últimos trabalhos, distribuídos diretamente em VHS em 1993 e 1996. Ele preferiu abandonar a filmadora para retomar a máquina de fotografia. Em 1995, abriu The Darkroom, um laboratório fotográfico em Venice Beach, onde desenvolveu técnicas de arquivo para preservar imagens históricas para colecionadores e museus particulares, e passou a ensinar técnicas de impressão tradicionais. Em 2019, Carver publicou seu livro de fotos (“Western Portraits: The Unsung Heroes and Villains of the Silver Screen”) com registros inéditos de sua carreira, destacando retratos de atores com quem trabalhou, como Robert Forster, Karl Malden, Richard Roundtree, David Carradine, Bo Hopkins, Clu Gulager, Jan-Michael Vincent e muitos outros.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Deezer D (1965 – 2021)

    9 de janeiro de 2021 /

    O ator e rapper Deezer D, que marcou a série “Plantão Médico” (ER) como o bem-humorado enfermeiro Malik McGrath, morreu na quinta-feira (7/1) de suspeita de ataque cardíaco em sua casa em Los Angeles, aos 55 anos. Deezer D era o nome artístico que Dearon Thompson assumiu ao estrear no cinema em 1991, no longa “Na Onda do Rap”, estrelado por Vanilla Ice (ele também apareceu no clipe “Cool as Ice” do cantor). Como ator, ainda se destacou na comédia musical “CB4 – Uma História Sem Rap End” (1993), ao lado do comediante Chris Rock, antes de entrar em “Plantão Médico”. Ele foi um dos poucos atores que participou de todas as 15 temporadas da série médica. “Que espírito especial todos nós perdemos!”, escreveu o colega de “Plantão Médico”, Mekhi Phifer, no Instagram . “Desde o primeiro dia em que o conheci no set, ele absolutamente me fez sentir em casa e muito bem-vindo. Meu irmão fará falta para sempre! Muitas condolências aos amigos, fãs e familiares”, completou. Outra antiga colega, Parminder Nagra, acrescentou: “Isso é tão incrivelmente triste”. E o produtor da série, Neal Baer, lembrou-se do ator como um “homem muito doce, gentil e maravilhoso de se trabalhar junto”. Seu crédito de atuação mais recente foi a comédia de 2017 de Kristy Swanson, “Crowning Jules”, e sua última gravação de rap, “History Can’t Be Stopped”, foi lançada postumamente na quinta-feira (8/1). O ator-rapper, que se submeteu a várias cirurgias cardíacas na última década, tinha anunciado a música no Instagram há apenas quatro dias. Veja abaixo, com um trecho de clipe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Deezer d. (@deezerd10)

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Michael Apted (1941 – 2021)

    8 de janeiro de 2021 /

    O diretor britânico Michael Apted, que dirigiu vários filmes famosos, inclusive uma aventura do agente secreto James Bond, e uma série documental ainda mais célebre, morreu nesta sexta (8/1) aos 79 anos. Em seu primeiro emprego depois de se formar na Universidade de Cambridge, Apted virou trainee na Granada Television em 1964 e foi encarregado de encontrar algumas crianças que seriam entrevistadas para um documentário de 40 minutos da ITV chamado “Seven Up!”. Paul Almond, o diretor do projeto, “estava mais interessado em fazer um belo filme sobre ter sete anos, enquanto eu queria fazer um trabalho desagradável sobre essas crianças que têm tudo e essas outras crianças que não têm nada”, disse Apted em uma entrevista de 2012 à RadioTimes. “Seven Up!” foi projetado para ser um documentário “único”, mas a Granada resolveu reencontrar as 14 crianças novamente em 1970, resultando no lançamento de “7 Plus Seven”, que marcou a estreia de Apted como produtor e diretor. O projeto virou uma série contínua – e sem igual – e ele dirigiu todas as edições subsequentes: “21 Up” (1977), “28 Up” (1984), “35 Up” (1991), “42 Up” (1998), “49 Up” (2005), “56 Up” ( 2012) e o derradeiro “63 Up” (2019). Logo depois de “7 Plus Seven”, Apted estreou no cinema, comandando o drama de crossdressing “Trágica Decisão” (1972). Em seguida, mostrou sua paixão pelo rock com o musical “Stardust” (1974), história de uma banda fictícia dos anos 1960 encabeçada pelo cantor britânico David Essex. Ele também fez vários documentários do gênero, como “Bring on the Night” (1985), sobre Sting, que lhe rendeu um prêmio Grammy (o Oscar da música), “The Long Way Home” (1989), sobre Boris Grebenshchikov (uma versão soviética de Bruce Springsteen), e um filme sobre a turnê “Forty Licks” dos Rolling Stones em 2002, que, graças ao veto de Mick Jagger, nunca foi lançado. Sua filmografia ainda destaca “O Destino Mudou sua Vida” (1980), biografia dramática da cantora Loretta Lynn, a garota pobre que virou Rainha do Country. O filme rendeu o Oscar de Melhor Atriz para sua intérprete, Sissy Spacek. Eclético, Apted também se arriscou em tramas de suspense, como “O Mistério de Agatha” (1979) e “Mistério no Parque Gorky” (1983). Suas comédias, com John Belushi (“Brincou com Fogo… Acabou Fisgado!”) e Richard Pryor (“Condição Crítica”) não tiveram o mesmo sucesso. Mas seu drama “Nas Montanhas dos Gorilas” (1988), história da cientista Dian Fossey (Sigourney Weaver) e sua paixão pelos gorilas africanos, foi indicado a cinco Oscars e se tornou um de seus filmes mais conhecidos. Seu projeto mais popular, no entanto, foi mesmo “007 – O Mundo Não é o Bastante” (1999), penúltimo filme de James Bond estrelado por Pierce Brosnan, que resgatou a carreira do diretor após quatro filmes de pouca repercussão. Entre seus últimos longas estão “Enigma” (2001), drama de guerra com Kate Winslet, “Jornada pela Liberdade” (2006), sobre a luta pelo fim da tráfico transatlântico de escravos, e “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), que encerrou a franquia no cinema. Ele ainda completou “Tudo Por Um Sonho” (2012), após a morte de Curtis Hanson durante as filmagens, e se dedicou a produzir e dirigir séries premium na parte final de sua carreira – como “Roma”, “Masters of Sex” e “Ray Donovan”. Além do trabalho como diretor, Apted também foi um membro ativo do sindicato da categoria. Ele serviu três mandatos como presidente do DGA (o Sindicato dos Diretores dos EUA), de 2003 a 2009 – o mais longo serviço presidencial consecutivo desde George Sidney na década de 1960 – e recebeu o prêmio Robert B. Aldrich da entidade em 2013, além de ter sido homenageado com o cargo de membro vitalício honorário cinco anos depois. “Sentimos tristeza em nossos corações hoje, enquanto lamentamos o desaparecimento deste amado diretor”, disse Thomas Schlamme, atual diretor do DGA, em comunicado. “Seu legado ficará para sempre gravado no mundo do cinema e em nossa associação”, acrescentou Schlamme, que chamou seu antecessor de um “visionário destemido” e elogiou sua “sabedoria” e “inteligência”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    John Richardson (1934 – 2021)

    7 de janeiro de 2021 /

    O ator britânico John Richardson, que contracenou com algumas das atrizes mais icônicas dos anos 1960 em produções clássicas, morreu na terça-feira (5/1) de complicações resultantes de infecção por covid-19, aos 86 anos. Richardson começou sua carreira com pequenos papéis em filmes britânicos notáveis ​​como “Somente Deus por Testemunha” (1958), drama sobre o naufrágio do Titanic, o remake do suspense “Os 39 Degraus” (1959), o noir jazzista “Safira, a Mulher Sem Alma” (1959) e a popular comédia criminal “Os Sete Cavalheiros do Diabo” (1960). Mas só foi se destacar após trabalhar no cinema italiano. Ele participou do filme de estreia oficial do mestre do terror italiano Mario Bava, “A Maldição do Demônio” (1960), como um assistente de médico cujo sangue inadvertidamente traz uma bruxa vampírica (Barbara Steele) de volta à vida. O filme se tornou cultuadíssimo e chamou atenção do lendário estúdio britânico especializado em terror, Hammer Films, que lhe deu seus primeiros papéis de protagonista. Escalado como arqueólogo galã em “Ela”, Richardson se aventurou em busca de uma cidade perdida governada por uma rainha imortal e deslumbrante (Ursulla Andress). A mescla de fantasia e terror fez tanto sucesso que ganhou continuação (sem Andress), “A Vingança da Deusa”, que o ator também estrelou em 1968. Entre os dois lançamentos, ele ainda vestiu tanga em “Mil Séculos Antes de Cristo” (1966), aventura da Hammer com dinossauros que é mais lembrada pelo biquíni pré-histórico de Rachel Welch. Embora tenha estreado em Hollywood em 1970, como coadjuvante de “Num Dia Claro de Verão” (1970), com Barbra Streisand, ele passou o resto da carreira na Itália, onde protagonizou os spaghetti westerns “John, o Bastardo” (1967) e “Execução” (1968), o drama criminal “A Candidate for a Killing” (1969), com Anita Ekberg, o terror trash “Frankenstein ’80” (1972) e a sci-fi trash “Batalha no Espaço Estelar” (1977), entre muitos outros filmes. A lista melhora com seus papéis de coadjuvante, no terror cult “Torso” (1973), de Sergio Martino, e na comédia “Pato com Laranja” (1975), com Monica Vitti, culminando no último título de sua filmografia, o terror “A Catedral” (1989), do mestre Dario Argento. John Richardson foi casado com a também atriz Martine Beswick, que interpretou duas Bond girls (em “Moscou contra 007” e “Contra a Chantagem Atômica”) entre 1967 até seu divórcio em 1973. Curiosamente, ele também esteve cotado a assumir o papel de James Bond no final dos anos 1960, após a breve desistência de Sean Connery. Após sair do cinema, ele virou fotógrafo profissional.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Marion Ramsey (1947 – 2021)

    7 de janeiro de 2021 /

    A atriz e cantora Marion Ramsey, mais conhecida por sua interpretação da doce e estridente oficial Laverne Hooks na franquia de comédia “Loucademia de Polícia”, que morreu nesta quinta (7/1) em sua casa em Los Angeles aos 73 anos. Sua morte foi anunciada por sua equipe de agenciamento. Embora a causa não tenha sido revelada, a atriz estava doente nos últimos dias. Nascida na Filadélfia, Ramsey começou sua carreira no palco, aparecendo em espetáculos da Broadway, antes de iniciar uma longa carreira na TV e no cinema. Seu primeiro papel foi uma aparição especial na sitcom “The Jeffersons”, em 1976, e no mesmo ano ela entrou no elenco do programa de esquetes “Cos”, apresentado por Bill Cosby. A estreia no cinema veio em 1984 com o primeiro “Loucademia de Polícia”. E ela seguiu na franquia até o sexto volume, “Loucademia de Polícia 6: Cidade em Estado de Sítio”, lançado em 1989. Como a moderada oficial Laverne Hooks, Ramsey fez bom uso de sua voz aguda e sussurrante, um desempenho vocal que contrastava com as ocasionais explosões em volume elevado da personagem. Após o final da franquia, ela reprisou brevemente o papel no vídeo da comédia “John Virgo: Playing for Laughs” (1993) e, como dubladora, em um episódio de 2006 da animação “Robot Chicken”. Mas também apareceu como uma policial não nomeada em “MacGyver – Profissão: Perigo”, em 1990. Ela também teve um papel fixo como dubladora na série de animação “A Família Addams”, de 1992. E ainda voltou a se reunir com Steve Guttenberg, astro dos primeiros “Loucademia de Polícia”, em dois telefilmes do canal pago Syfy: “Lavalantula” e sua sequência, em 2015 e 2016. Seu último papel foi na comédia “When I Sing” (2018), premiada em vários festivais do circuito independente dos EUA.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Tanya Roberts (1955 – 2021)

    5 de janeiro de 2021 /

    Tanya Roberts, Bond girl e sex symbol dos anos 1980, teve a morte confirmada após uma confusão causada por seu representante, que anunciou seu falecimento de forma antecipada no domingo passado (3/1). A atriz de 65 anos estava internada num hospital desde o dia 24 de dezembro, quando desmaiou enquanto passeava com seus cachorros em Los Angeles (EUA) e veio a falecer, segundo boletim médico do Cedars-Sinai Hospital, na segunda-feira (4/1), no momento em que seu agente informava que ela ainda estava viva. A causa da morte não foi revelada. Nascida Victoria Leigh Blum, ela foi modelo e apareceu em anúncios de televisão antes de se voltar para a atuação, estreando como protagonista em 1976, no terror “Entrando à Força”. Adotando o nome Tanya Roberts, ela emplacou vários filmes em seguida, como “F.B.I. Arquivo Secreto” (1977), de Larry Cohen, e “Sonhos de Verão” (1979), de John D. Hancock, antes de virar uma das Panteras, na temporada final da famosa série das detetives femininas da agência do misterioso Charlie, exibida entre 1980 e 1981. A participação na série lhe deu grande visibilidade e ela passou a estrelar filmes de maior orçamento no cinema, como as aventuras “O Príncipe Guerreiro” (1982) e a adaptação dos quadrinhos de “Sheena, a Rainha das Selvas” (1984), uma versão feminina – e sexy – de Tarzan. Este filme foi tão caro que deu prejuízo, mas acabou se tornando cultuadíssimo. O ponto alto de sua carreira aconteceu no ano seguinte, quando ela entrou em “007 – Na Mira dos Assassinos” (1985), último filme de Roger Moore como James Bond, vivendo Stacey Sutton, uma geóloga americana que se torna alvo do vilão Max Zorin (Christopher Walken). Mas ela confessou ter hesitado em aceitar o papel. “Eu disse ao meu agente: ‘As atrizes que fazem Bond girls nunca mais trabalham depois disso'”, ela relembrou em entrevista de 2015. De fato, os bons papéis sumiram após a participação no filme de James Bond. O último filme razoável de sua carreira foi lançado logo em seguida, “Body Slam” (1986), uma comédia medíocre de Hal Needham. Depois disso, foram só thrillers sensuais apelativos voltados para o mercado de vídeo. Esta especialização a levou a estrelar a série de antologia “Hot Line” (1994-96), como apresentadora de contos eróticos na TV paga. O que parecia ser mais do mesmo, entretanto, acabou levando a seu último papel marcante. Roberts reencontrou a popularidade ao ser escolhida para viver Midge Pinciotti, a mãe extremamente sexy e burra de Donna (Laura Prepon) na série “That ’70s Show”, grande sucesso televisivo que durou oito temporadas, de 1998 a 2006. A atriz, porém, deixou de ser integrante fixa do elenco em 2001, após sua personagem se divorciar, embora tenha continuado a aparecer de forma recorrente até 2004. Ela também apareceu em episódios de “Ilha da Fantasia”, “O Barco do Amor” e “Alfinetadas”. Seu último trabalho como atriz foi na série “Barbershop”, em 2005, mas a artista seguiu ativa nas redes sociais, inclusive realizando várias lives durante a pandemia de coronavírus.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    George Gerdes (1948 – 2021)

    4 de janeiro de 2021 /

    O cantor e ator americano George Gerdes, que teve papéis em várias séries e filmes como “Amistad” e “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, morreu na última sexta (1/1) aos 72 anos. A notícia foi confirmada nesta segunda pela companheira de Gerdes, Julia Johns, que revelou que o ator havia sofrido um aneurisma cerebral na véspera do ano novo. Gerdes começou carreira como cantor e compositor no início dos anos 1970, adotando o estilo folk pop que estava em voga na época. Embora seus primeiros discos não tenham gerado muito sucesso, ganharam a admiração da artista Joni Mitchell, que era fã declarada. Ele teve mais sorte como ator, após começar a aparecer em filmes entre os anos 1980 e 1990, como “Os Trapaceiros da Loto” (1987, com Michael Keaton), “Jacknife” (1989, com Robert De Niro), “Mulher Solteira Procura” (1992, com Jennifer Jason Leigh), “Boiling Point: Em Ponto de Bala” (1993, com Wesley Snipes), “Amistad” (1997, de Steven Spielberg) e “Morcegos” (1999, com Lou Diamond Phillips). Seus últimos filmes foram a aventura “Mar de Fogo” (2004, com Viggo Mortensen), comédia “Dizem por Aí…” (2005, com Jennifer Aniston), o remake americano do suspense “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011, de David Fincher) e a sci-fi indie “The 11th Green” (lançada em janeiro de 2020), em que interpretou o antigo presidente dos EUA Dwight Eisenhower. Entre suas participações televisivas, ele ainda destacou-se como um vigilante em episódio de “Seinfeld” de 1992, um pastor em episódio de “Arquivo X” de 1994, e um analista em “Alias”, em 2004, além de aparecer em “Arquivo Morto” (Cold Case), “Plantão Médico” (ER), “Mentes Criminosas” (Criminal Minds), “NCIS”, “Lost”, “True Blood”, “Bones”, “Castle”, “Dexter”, “Bosch” e em episódios de 2020 de “Grey’s Anatomy” e “Perry Mason”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Barbara Shelley (1932 – 2021)

    4 de janeiro de 2021 /

    Barbara Shelley, uma das maiores estrelas do terror britânico dos anos 1960, morreu nesta segunda-feira (4/1) aos 88 anos, após contrair covid-19. A atriz inglesa começou sua filmografia em produções italianas, aparecendo, entre outras, no drama “Luna Nova” (1955), ao lado de Virna Lisi, e em duas comédias de Totó, “Totó, Chefe de Estação” (1955) e “Totó Fora da Lei” (1956). Sua carreira mudou de rumo quando ela voltou ao Reino Unido e se transformou na mulher-gato do título de “Cat Girl” (1957), uma versão britânica do clássico de terror “A Marca da Pantera” (Cat People, 1942). Ela emendou esse papel com um primeiros filmes do revival gótico britânico, “Sangue de Vampiro” (1958), produção independente (do Artistes Alliance) escrita por Jimmy Sangster, que se tornaria um dos mais importantes autores do gênero. E em seguida estrelou a cultuadíssima sci-fi de terror “A Aldeia dos Amaldiçoados” (1960), como uma das mães das crianças paranormais do filme, considerado um dos mais influentes de sua época. Mas sua especialização só veio mesmo após estrear na principal produtora de horror do Reino Unido, a Hammer Films, como protagonista de “A Sombra do Gato” (1961), “O Segredo da Ilha de Sangue” (1965) e várias outras produções, que lhe renderam o apelido de Rainha da Hammer. Shelley contracenou com a maior estrela do estúdio, Christopher Lee, nada menos que três vezes: em “A Górgona” (1964), “Drácula, o Príncipe das Trevas” (1966, também assinado por Sangster) e “Rasputin: O Monge Louco” (1966). E finalizou sua passagem pela Hammer com uma das obras mais cultuadas do estúdio, “Uma Sepultura na Eternidade” (1967), sobre a descoberta de um artefato nas escavações do metrô de Londres capaz de influenciar o comportamento das pessoas. Depois disso, atriz só fez mais um longa, o terror independente “Ghost Story” (1974), ao lado da cantora Marianne Faithfull, mas teve uma longa carreira televisiva. Ela apareceu em várias séries que marcaram época, especialmente nos gêneros de ação, mistério e fantasia, como “Danger Man”, “O Santo”, “Os Vingadores”, “O Agente da UNCLE”, “Blake’s 7” e “Doctor Who”, onde teve um arco de quatro episódios em 1984. Seu último trabalho foi na minissérie de mistério “The Dark Angel”, estrelada por Peter O’Toole, em 1989. No entanto, os fãs de terror nunca a esqueceram. Barbara Shelley foi celebrada e entrevistada por Mark Gatiss, co-criador de “Sherlock” e do recente “Drácula”, da Netflix, na série documental inglesa “A History of Horror with Mark Gatiss”, em 2010.

    Leia mais
  • Música

    Gerry Marsden (1942 – 2021)

    3 de janeiro de 2021 /

    Gerry Marsden, líder da banda Gerry and the Pacemakers, morreu neste domingo (3/1) aos 78 anos, após uma infecção em seu coração. O cantor e guitarrista formou Gerry and the Pacemakers em 1959 com seu irmão Fred, Les Chadwick e Arthur McMahon (que foi substituído por Les Maguire em 1961). Eles começaram antes dos Beatles na mesma cidade de Liverpool e chegaram a rivalizar com a banda de John, Paul, George e Pete (substituído por Ringo) no início de sua carreira, tocando nos mesmos lugares. Gerry and the Pacemakers também foram o segundo grupo a assinar com o empresário dos Beatles, Brian Epstein, que lhes conseguiu um contrato com a Columbia Records. Seu primeiro single foi “How Do You Do It?”, de março de 1963, que alcançou o 1º lugar nas paradas britânicas. A música tinha sido rejeitada pelos Beatles quando o produtor George Martin tentou persuadir o grupo a gravá-la como seu primeiro single. Em vez disso, os Beatles optaram por lançar a composição original, “Love Me Do”, de Lennon e McCartney. Mas Martin se vingou quando os Beatles gravaram uma segunda versão de “How Do You Do It?”, após o sucesso da gravação da banda de Marsden. Seus dois singles seguintes, “I Like It” e o cover de “You Never Walk Alone” de Rodgers e Hammerstein, também foram lançados em 1963 e alcançaram o topo das paradas. “You Never Walk Alone”, por sinal, logo se tornou o hino do Liverpool Football Club. Cinco meses após a estreia de “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (A Hard Day’s Night), primeiro filme dos Beatles, Gerry and the Pacemakers também estrelaram sua própria produção cinematográfica. Lançado no Brasil como “Frenéticos do Rítmo”, o longa de 1964 se chamava originalmente “Ferry Cross the Mersey”, nome de um dos maiores sucessos do grupo, e acompanhava uma versão artística dos músicos reais. A banda, entretanto, acabou se separando em 1967 – três anos antes dos Beatles – , e Marsden acabou se afastando da música para se tornar uma personalidade da televisão. Ele chegou a participar da série infantil britânica “The Sooty Show” de 1968 a 1976. Marsden reformou os Pacemakers em 1972 e, ao longo dos anos, excursionou esporadicamente com diferentes formações da banda. Ele acabou se destacando em 1989 por seu envolvimento nas atividades beneficentes que se seguiram à “Tragédia de Hillsborough”, quando uma invasão em massa levou ao desabamento de parte do Estádio Hillsborough, em Sheffield (Inglaterra), durante o jogo entre Liverpool FC e Nottingham Forest, cujo saldo foram 96 torcedores do Liverpool pisoteados até a morte e outros 766 feridos. Foi o maior desastre de futebol do mundo. O artista organizou shows e regravou “You Never Walk Alone” para ajudar a comunidade de Liverpool e acabou reconhecido com a Ordem Mais Excelente do Império Britânico em 2003 por seus esforços de caridade. Após a confirmação de sua morte, o Liverpool Football Club prestou-lhe uma homenagem no Twitter, escrevendo: “É com grande tristeza que ouvimos sobre o falecimento de Gerry Marsden. As palavras de Gerry viverão para sempre conosco. Você nunca andará sozinho.” Relembre abaixo o trailer de “Frenéticos do Rítmo” e alguns dos hits de Gerry and the Pacemakers.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Joan Micklin Silver (1935 – 2020)

    2 de janeiro de 2021 /

    A diretora Joan Micklin Silver, que quebrou várias barreiras para cineastas femininas, morreu na quinta-feira (31/12) em sua casa em Manhattan. Ela tinha 85 anos e sua morte foi atribuída a demência vascular por sua filha. Micklin era filha de imigrantes russos e trabalhou com Linda Gottlieb na Learning Corporation of America. As duas escreveram e produziram curtas-metragens educacionais e documentais, incluindo “The Immigrant Experience” em 1972. Seu primeiro drama de ficção, “A Rua da Esperança” (Hester Street), sobre a história de um casal judeu imigrante no Lower East Side de Manhattan, ambientado na década de 1890, foi rejeitado por vários estúdios por ser “étnico demais”. Silver também enfrentou discriminação por ser uma mulher diretora de cinema. Mas seu marido, Raphael D. Silver, mostrou-se um apoiador incansável. Um incorporador imobiliário de sucesso, ele financiou o filme e até trabalhou para conseguir sua distribuição. Apoiada pelo marido e outros membros da família, ela fez o filme com baixo orçamento em 34 dias, lançando a obra em preto e branco e falada em iídiche, com legendas em inglês. E foi um sucesso. O filme rendeu US$ 5 milhões após sua estreia em outubro de 1975, um faturamento enorme em relação ao seu orçamento de US$ 370 mil. Para completar, atriz Carol Kane, que viveu a protagonista do longa, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. O filme seguinte de Silver, “Between the Lines” (1977), mostrou a imprensa alternativa em luta contra a grande mídia e foi premiado no Festival de Berlim. E ela venceu um prêmio no Festival de Locarno por “A Volta Por Cima” (1985). Mas as objeções dos estúdios da época de “A Rua da Esperança” voltaram a tentar detê-la quando Silver quis fazer “Amor à Segunda Vista” (1988), uma comédia romântica judia estrelada por Amy Irving e Peter Riegert. Desta vez, foi o diretor Steven Spielberg quem a apoiou e sugeriu que ela enviasse o roteiro a um executivo da Warner. Com o apoio de Spielberg, recém-casado com Irving, a Warner topou bancar a produção e “Amor à Segunda Vista” se tornou um enorme sucesso, arrecadando mais de US$ 116 milhões em todo o mundo. Ao todo, Silver dirigiu sete longas-metragens para o cinema e meia dúzia de filmes para a televisão. Ela também escreveu peças para o circuito de teatro Off Broadway e seu filme final foi “Hunger Point”, sobre anorexia, em 2003.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie