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    Kymberly Herrin, modelo e atriz de “Os Caça-Fantasmas”, morre aos 65 anos

    17 de novembro de 2022 /

    A atriz e modelo Kymberly Herrin, que interpretou o “Dream Ghost” (fantasma do sonho) em “Os Caça-Fantasmas” (1984) e estrelou alguns famosos clipes de rock, morreu em outubro passado, segundo informou sua família na quarta-feira (16/11). Ela tinha 65 anos. Nascida em 2 de outubro de 1957, em Lompoc, no estado americano da Califórnia, Herrin começou a carreira como modelo, aparecendo em diversas revistas masculinas, incluindo duas vezes na Playboy. Ela se tornou famosa após estrelar três clipes consecutivos da banda ZZ Top: “Gimme All Your Lovin'” (1983), “Sharp Dressed Man” (1983) e “Legs” (1984). As músicas estão entre as mais populares do grupo de rock. Herrin era a mulher de top vermelho brilhante em “Legs”, que se tornou o maior sucesso da banda, alcançando o Top 10 nos Estados Unidos e em vários outros países, e sua presença nas telas ajudou a catapultar ZZ Top nos primeiros anos da MTV O sucesso dos clipes a levou aos cinemas. Herrin apareceu nos filmes “Tudo por uma Esmeralda” (1984), estrelado por Michael Douglas e Kathleen Turner, e interpretou a fantasma sedutora que paira sobre a cama de Dan Aykroyd em “Os Caça-Fantasmas”. Ela também fez participações em dois filmes que marcaram a década de 1980, “Um Tira da Pesada II” (1987), com Eddie Murphy, e “Matador de Aluguel” (1989), com Patrick Swayze, e voltou ao rock no clipe de “eXposed” (1987), da banda KISS. Seu último crédito como atriz foi no filme “Squanderers” (1996). Assista abaixo aos clipe do ZZ Top com Kymberly Herrin.

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  • Série,  TV

    Roberto Guilherme, o Sargento Pincel, morre aos 84 anos

    10 de novembro de 2022 /

    O ator Roberto Guilherme, que é conhecido pelo papel do Sargento Pincel em “Os Trapalhões”, morreu nesta quinta-feira (10/11), no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ele lutava contra um câncer há alguns anos e estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul da capital carioca. Há seis semanas atrás, ele chegou a receber a visita de Dedé Santana, com quem contracenou no programa clássico da Globo. “Muito assunto para colocar em dia. Valeu compadre Dedé Santana pela visita!!”, ele escreveu em sua última postagem do Instagram. Roberto na verdade se chamava Edward e nasceu em Ladário, Corumbá (MT), em 25 de agosto de 1938. O nome artístico foi uma homenagem a Roberto Carlos. Antes de ser ator, ele passou por várias profissões, ainda menor de idade. Aos 11 anos, foi aprendiz de sapateiro. Aos 14, virou jogador de futebol profissional, integrando o time mirim do Vasco da Gama. Aos 18, alistou-se no Exército para seguir carreira, tornando-se paraquedista, mas sem abandonar o futebol. Ele chegou a disputar partidas pela Seleção Brasileira Militar de Futebol ao lado de Pelé. Representando o Brasil, Roberto Guilherme disputou campeonatos nos Estados Unidos, Inglaterra, Panamá, e Colômbia, e foi campeão sul-americano na categoria. Ainda no Exército, ele escreveu uma peça de teatro amador encenada no Olaria Atlético Clube, na Zona Norte do Rio. Mas um dia um ator faltou, e Guilherme acabou o substituindo. Um produtor viu a peça e convidou Roberto Guilherme para trabalhar na TV Rio. Foi o início de sua carreira definitiva. Ele teve o encontro que mudou sua vida quando começou a trabalhar na TV Excelsior e conheceu Renato Aragão, o Didi. Eles contracenaram pela primeira vez no humorístico “Um Dois, Feijão Com Arroz” (1965) e levaram a parceria para o cinema em “Dois na Lona” (1968). Depois, o ator passou a fazer parte do elenco fixo de “Adoráveis Trapalhões”, que tinha como astros principais o comediante Aragão, o lutador galã Ted Boy Marino e os cantores Ivon Cury e Wanderley Cardoso. Com o mesmo elenco, também atuou em “Os Legionários” (1965), onde interpretou pela primeira vez um militar sem nome, que virou o embrião do Sargento Pincel. Na Excelsior, ele ainda atuou no programa de aventuras “002 Contra o Crime” (1965) e na novela infanto-juvenil “A Ilha do Tesouro” (1966). O Sargento Pincel, na verdade, materializou-se fora de “Os Trapalhões”, quando Guilherme foi para a TV Record e estrelou o programa “Quartel do Barulho” (1966). No novo canal, ele voltou a fazer dupla com Renato Aragão no humorístico “Praça da Alegria”. E depois se juntou ao elenco do protótipo de “Os Trapalhões”, batizado de “Os Insociáveis” (1971-1974), que juntou pela primeira vez o trio Didi, Dedé e Mussum, além da cantora Vanusa. No final dos anos 1960, Guilherme se separou dessa turma para ir para a TV Tupi, onde trabalhou com Costinha no programa “Do Que Se Trata” (1969). Esta parceria também foi parar no cinema, na comédia “Costinha e o King Mong” (1977). Mas não demorou para ele se reencontrar com Didi, Dedé e Mussum, que o seguiram rumo à Tupi, onde Zacarias acabou se juntando ao grupo. Essa trupe definitiva se reuniu pela primeira vez em 1975 para materializar um programa novo, chamado “Os Trapalhões”. Guilherme participou desde o início, mas com destaque bem menor que o quarteto central. Só que o programa não fez sucesso e foi cancelado no ano seguinte. Sério. Em 1980, com o colapso da Tupi, Guilherme chegou a fazer teste para interpretar o palhaço Bozo, no SBT. Sem conseguir a vaga, buscou a TV Globo, onde participou de humorísticos como “Viva o Gordo” e “Balança Mais Não Cai”, e reencontrou seus antigos colegas. A Globo tinha lançado a versão mais conhecida de “Os Trapalhões” em 1977. Mas Guilherme só entrou no programa em 1982, quando popularizou de vez o Sargento Pincel, líder de um grupo atrapalhado de recrutas militares. O programa ficou no ar até 1997, perseverando mesmo após as mortes de Zacarias (1934–1990) e Mussum (1941–1994). Roberto Guilherme também participou de oito filmes dos Trapalhões entre 1984 e 2017, incluindo dois longas “solos” de Renato Aragão e um “crossover” com Xuxa, “Xuxa e os Trapalhões em o Mistério de Robin Hood” (1990). Ao final de “Os Trapalhões”, ele seguiu ao lado de Renato Aragão na série “Aventuras do Didi” (2010-2013), que manteve o Sargento Pincel na ativa até 2013. Depois disso, ainda voltou a se juntar a Didi e Dedé em “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, último filme do grupo, lançado em 2017. Com o fim da era de Renato Aragão na TV, Guilherme chegou aparecer no humorístico “Zorra” na Globo e em duas produções do Multishow, “Treme Treme” (em 2018) e “Dra. Darci” (2018-2020), ao lado de Tom Cavalcanti. Ao longo da carreira, Roberto Guilherme ficou bastante conhecido pela careca reluzente. Mas ele não era calvo de verdade. A falta de cabelos surgiu em uma esquete de “Os Trapalhões” na Globo, onde Didi e Dedé rasparam sua cabeça completamente com a desculpa de uma aposta. Quando o personagem Sargento Pincel completou 40 anos em 2021, ele lembrou a história da caracterização em entrevista ao jornal Extra. “A máquina [elétrica] estava cega e não cortava, arrancava o meu cabelo. Enquanto o auditório morria de rir, as lágrimas corriam pelo meu rosto, de tanta dor”, comentou. Como o público achou engraçado, ele manteve o corte zero dali em diante. “Sou um cara brincalhão. Moro em Jacarepaguá desde os anos 1960, com muito orgulho. E ando por lá de sandália, bermuda, camiseta e uma bolsinha do lado, tranquilão. Todo mundo é meu amigo, eu sou amigo de todo mundo, acho a vida maravilhosa. Quando perguntam ‘E aí, Pincel, como é que tá?’, digo ‘Tirando tudo que tá errado, para mim tá tudo certo, tá tudo ótimo'”, completou Roberto Guilherme na mesma entrevista.

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  • Música,  TV

    Rolando Boldrin, ator e criador do “Som Brasil”, morre aos 86 anos

    9 de novembro de 2022 /

    O ator, cantor e apresentador Rolando Boldrin morreu nesta quarta-feira (9/11) aos 86 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein havia dois meses, mas a causa da morte não foi informada. Com mais de 60 anos de carreira na TV, Rolando Boldrin foi galã de novelas e se tornou profundamente identificado com a divulgação da música regional brasileira nos programas “Som Brasil”, que criou na Globo, e “Sr. Brasil”, que ele apresentava há 17 anos na TV Cultura. “Ele tirou o Brasil da gaveta e fez coro com os artistas mais representativos de todas as regiões do país. Em seu programa, o cenário privilegiava os artesãos brasileiros e era circundado por imagens dos artistas que fizeram a nossa história, escrita, falada e cantada, e que já viajaram, muitos deles ‘fora do combinado’, conforme costumava dizer Rolando”, disse a TV Cultura em nota oficial. Como ator, ele também fez História na TV brasileira. Boldrin protagonizou a primeiríssima novela da Record TV, “A Muralha”, produção de época lançada em 1954 quando ainda não existia videotape e toda a programação televisiva era exibida ao vivo. Participou ainda de vários programas clássicos da Tupi, incluindo diversos teleteatros ao vivo, como “TV Teatro”, “TV de Vanguarda” e “Grande Teatro Tupi”, além de novelas históricas, como a primeira protagonizada por Gloria Menezes, “Há Sempre o Amanhã” (1960), e o fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964). Ao voltar à Record na virada da década, fez nova passagem marcante por novelas, entre elas “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970) e “Os Deuses Estão Mortos” (1971), antes de ressurgir na Tupi na icônica “Mulheres de Areia” (1973). Ele permaneceu na Tupi até o final dos anos 1970, participando de “O Profeta” (1977) e “Roda de Fogo” (1978) antes de migrar para a rede Bandeirantes em 1979, onde fez mais quatro novelas, com destaque para “Os Imigrantes” (1981), maior sucesso da teledramaturgia da emissora, assinada por Benedito Ruy Barbosa (autor também de “Pantanal”), que teve mais de 450 capítulos de duração. Boldrin se despediu das novelas com a maratona da Band. Em 1981, ele foi para a Globo, onde virou apresentador. O próprio ator criou o programa “Som Brasil”, que tinha como objetivo divulgar a música regional brasileira, até então pouco reconhecida. Exibida nas manhãs de domingo, a produção se tornou um enorme sucesso, ficando no ar até 2013. Mas Boldrin bateu de frente com a emissora e, insatisfeito com o horário de exibição, deixou a apresentação em 1984, sendo substituído pelo ator Lima Duarte. Ele adaptou o projeto e o relançou com outro nome, “Empório Brasileiro” na Band, e depois como “Empório Brasil” no SBT. Em 2005, fechou com a TV Cultura para continuar seu projeto no programa “Sr. Brasil”, que era exibido até hoje. Apesar de ter largado as novelas, ele permaneceu ligado à atuação, trabalhando em filmes como “Doramundo” (1978) e “O Tronco” (1999), ambos de João Batista de Andrade, “Ele, o Boto” (1987), de Walter Lima Jr., e o recente “O Filme da Minha Vida” (2017), de Selton Mello. Segundo a nota da Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, Boldrin dizia que continuava a ser fundamentalmente um ator. “Esse tem sido meu trabalho a vida inteira; radioator, ator de novela, de teatro, de cinema, um ator que canta, declama poesias e conta histórias”, descrevia-se.

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  • Música

    Cantor Bebeto Alves, pai de Mel Lisboa, morre aos 68 anos

    7 de novembro de 2022 /

    O músico, cantor e compositor gaúcho Bebeto Alves, pai da atriz Mel Lisboa, morreu na madrugada desta segunda-feira (7/11), aos 68 anos, no Hospital Dom Vicente Scherer, em Porto Alegre (RS), onde ele estava internado. O artista havia sido diagnosticado com um câncer de pulmão, que foi agravado por uma embolia. Ele já enfrentava a doença há alguns meses. Natural de Uruguaiana, no interior do Rio Grande do Sul, ele lançou seu primeiro disco solo em 1981 e viveu seu auge logo depois, quando o disco ao vivo “Notícia Urgente” (1983) o transformou em favorito da crítica gaúcha e a música “Quando eu Chegar” (1984) se tornou uma das mais tocadas do estado. Seus discos seguintes, como “Novo País” (1985), “Pegadas” (1987) e “Danço Só” (1988) estabeleceram um estilo próprio, mesclando a milonga e os ritmos gaúchos a arranjos de pop e rock. Bebeto Alves era considerado um dos grandes ícones da música gaúcha moderna, junto com Nei Lisboa, Nelson Coelho de Castro, Vitor Ramil e Kleiton e Kledir. Ainda que seu sucesso fosse principalmente local, ele nunca deixou de gravar, lançando seu último álbum em 2021. Também teve músicas gravadas por Belchior e Ana Carolina. Além de músico, também foi ator, com trabalhos de destaque no épico gaúcho “Netto Perde Sua Alma” (2001), filme premiado de Tabajara Ruas e Beto Souza, e também na minissérie “Caixa Preta” (2017). Além disso, protagonizou seu próprio documentário, “Mais Uma Canção”, em 2012. Em uma homenagem nas redes sociais, Mel Lisboa celebrou a importância artística do pai. “Nas pegadas das suas botas, ele trouxe as ruas de Porto Alegre. E na cidade dos seus versos, o sonho dos seus amigos. Meu pai, Bebeto Alves, grandessíssimo artista, partiu nesta madrugada Como toda estrela, segue emanando sua luz mesmo após ter se apagado. Ficam sua vasta obra e a imensa saudade. Pegadas que jamais serão apagadas. Te amo para sempre, papis”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mel Lisboa (AKA Honey Lisbon) (@mellisboa)

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    Raul Gazolla comenta morte de Guilherme de Pádua: “Justiça divina”

    7 de novembro de 2022 /

    O ator Raul Gazolla se pronunciou na manhã desta segunda-feira (7/11) sobre a morte de Guilherme de Pádua. Em um vídeo publicado nos Stories de seu Instagram, o ex-marido de Daniella Perez disse que a justiça divina havia sido feita. Gazolla era casado com a atriz quando ela foi assassinada em 1992, aos 22 anos, por Pádua. “Hoje, o mundo acordou melhor, o ar acordou mais limpo e foi feita a justiça divina. Que siga sendo feita a justiça divina para todos que habitam o nosso planeta. E que eles, assassinos inescrupulosos, paguem lá do outro lado a divida que tem que de ser paga”, ele declarou. Gazolla também gravou um vídeo em sua timeline principal para agradecer ao carinho dos seguidores e às mensagens que têm recebido pela internet. Sua ex-sogra Gloria Perez foi uma das pessoas marcadas na publicação. Nessa gravação, ele também aproveitou para “ressaltar mais uma vez a importância do documentário da HBO Max ‘Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez’, que através dele vocês podem entender pelo menos um pouco do meu alívio no dia de hoje”. Morto por enfarto na noite de domingo (6/11), Guilherme de Pádua fazia par romântico com a esposa de Gazolla, Daniella Perez, em “Corpo e Alma”. Era o primeiro papel de destaque do ator numa novela, que era escrita pela mãe da atriz, Gloria Perez. Percebendo que Bira, seu personagem, estava perdendo importância e diminuindo de tamanho, após gravar a cena do fim de relacionamento com Yasmin, vivida pela atriz, Guilherme sequestrou Daniella e a matou com a ajuda de sua mulher, Paula Thomaz. O corpo foi encontrado num terreno baldio da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, com 16 perfurações no peito e no pescoço. Os dois foram condenados a 19 anos de prisão pelo crime, mas foram libertados após sete anos, cumprindo a sentença em liberdade condicional. Paula foi estudar Direito e teve aulas com o juiz que a condenou, e Guilherme se converteu à religião, virando pastor batista. O destino de Guilherme tornou-se foco de muita atenção com o lançamento da série documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” pela HBO Max. Bolsonarista convicto, ele pregava na Igreja em que Michelle Bolsonaro fez seu agora famoso discurso de tom religioso em que afirmava que o Planalto era “consagrado a demônios” antes da eleição de seu marido. Por sinal, Michelle chegou a tirar selfie com Juliana Lacerda, a esposa do pastor assassino. Com a repercussão da série, em agosto passado ele decidiu gravar um vídeo com pedidos de desculpas para Gloria Perez e Raul Gazolla. “Sei que esse pedido de perdão talvez não vá significar nada, mas quero deixar registrado. Não que isso vá realmente gerar um perdão, porque um perdão é um dom de Deus, tem mais a ver com quem perdoa do que com quem é perdoado. Se estivesse no lugar de vocês, provavelmente não perdoaria. Então, não espero, mas deixo registrado”. Questionada se acreditava na conversão de Guilherme, Gloria foi categórica na negativa. “É claro que as pessoas podem ser recuperadas. Mas isso não inclui os psicopatas. Não se tem notícia de psicopata recuperado. E Paula e Guilherme são psicopatas de carteirinha”, disse. Ela também assumiu ter proibido a produção do documentário de entrevistar o assassino. Se o fizessem, não contariam com seu depoimento. “O que eles disseram para se defender, antes e durante o julgamento, está na série. Ouvi-los agora para quê? Para perguntar como estão passando? Não faz sentido dar palco a psicopata”, acrescentou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Raul Gazolla (@rgazolla)

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    Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morre aos 53 anos

    7 de novembro de 2022 /

    O ex-ator Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morreu na noite de domingo (6/11) de infarto, aos 53 anos. A notícia foi dada numa live do pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, em Minas Gerais. Segundo Valadão, Guilherme estava dentro de casa, caiu e morreu pouco antes de 22h. Ele contou que o assassino de Daniella tinha ido ao culto com a mulher na manhã deste domingo e sentou-se na primeira filha. “Pouco antes das 22h, recebi o telefonema de uma irmã falando de um dos nossos pastores que acabou de falecer. Pra mim foi um impacto muito grande, porque hoje de manhã eu dirigi o culto e ele estava com a esposa no primeiro banco. Ele praticou aquele crime tão terrível com a Daniela Perez, foi preso, cumpriu a pena e se converteu. Ele tava dentro de casa, caiu e morreu. Acabou de morrer”, relatou o pastor. Guilherme de Pádua fazia par romântico com Daniella Perez em “Corpo e Alma”, seu primeiro papel de destaque numa novela, que era escrita pela mãe da atriz, Gloria Perez. Percebendo que Bira, seu personagem, estava perdendo importância e diminuindo de tamanho, após gravar a cena do fim de relacionamento com Yasmin, vivida pela atriz, ele sequestrou Daniella e a matou com a ajuda de sua mulher, Paula Thomaz. O corpo foi encontrado num terreno baldio da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, com 16 perfurações no peito e no pescoço. Os dois foram condenados a 19 anos de prisão pelo crime, mas foram libertados após sete anos, cumprindo a sentença em liberdade condicional. Paula foi estudar Direito e teve aulas com o juiz que a condenou, e Guilherme se converteu à religião, virando pastor batista. A conversão de Guilherme tornou-se foco de muita atenção com o lançamento da série documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” pela HBO Max. Bolsonarista convicto, ele pregava na Igreja em que Michelle Bolsonaro fez seu agora famoso discurso de tom religioso em que afirmava que o Planalto era “consagrado a demônios” antes da eleição de seu marido. Por sinal, Michelle chegou a tirar selfie com Juliana Lacerda, a esposa do pastor assassino. Com a repercussão da série, em agosto passado ele decidiu gravar um vídeo com pedidos de desculpas para Gloria Perez e Raul Gazolla, viúvo da atriz. “Sei que esse pedido de perdão talvez não vá significar nada, mas quero deixar registrado. Não que isso vá realmente gerar um perdão, porque um perdão é um dom de Deus, tem mais a ver com quem perdoa do que com quem é perdoado. Se estivesse no lugar de vocês, provavelmente não perdoaria. Então, não espero, mas deixo registrado”. Questionada se acreditava na conversão de Guilherme, Gloria foi categórica na negativa. “É claro que as pessoas podem ser recuperadas. Mas isso não inclui os psicopatas. Não se tem notícia de psicopata recuperado. E Paula e Guilherme são psicopatas de carteirinha”, disse. Ela também assumiu ter proibido a produção do documentário de entrevistar o assassino. Se o fizessem, não contariam com seu depoimento. “O que eles disseram para se defender, antes e durante o julgamento, está na série. Ouvi-los agora para quê? Para perguntar como estão passando? Não faz sentido dar palco a psicopata”, acrescentou.

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    Cantor Aaron Carter, irmão de Nick dos Backstreet Boys, morre aos 34 anos

    5 de novembro de 2022 /

    O cantor Aaron Carter, irmão mais novo de Nick Carter dos Backstreet Boys, morreu neste sábado (5/11) aos 34 anos. A notícia começou a circular após um porta-voz do Departamento de Polícia de Los Angeles anunciar que uma morte suspeita tinha ocorrido no endereço da casa do artista em Lancaster, Califórnia. A vítima não teve a identidade confirmada e também não foram revelados maiores detalhes sobre o que aconteceu, mas fontes da imprensa americana já apontaram o falecimento do cantor. Nascido em Tampa, Flórida, em 7 de dezembro de 1987, Carter começou a carreira aos 10 anos de idade, fazendo shows na abertura da turnê de 1997 do grupo de seu irmão, os Backstreet Boys. Seu álbum de estreia, “Aaron Carter”, foi lançado no final daquele ano, alcançando o status de ouro. Pouco a pouco, sua popularidade foi aumentando. Seu segundo álbum, “Aaron’s Party (Come Get It)”, lançado em setembro de 2000, foi disco triplo de platina e o levou a abrir os shows da concorrida turnê “Oops!… I Did It Again”, de de Britney Spears. O terceiro álbum, “Oh Aaron”, foi platina em 2001. Nesta altura, ele tinha 13 anos e também fez sua estreia como ator, aparecendo num episódio da série “Lizzie McGuire”, do Disney Channel. No ano seguinte, já com o quarto álbum nas lojas, “Another Earthquake!”, ele estrelou três episódios do programa “All That”, da Nickelodeon, e cantou a música tema da série animada “Liberty’s Kids”, da rede pública PBS. Depois de aparecer em dois episódios de “Sétimo Céu”, ele viveu seus papéis mais importantes nas telas, coadjuvando “Supercross: O Filme” e vivendo o protagonista de “Popstar” em 2005. Mas sem álbuns inéditos desde 2002, sua carreira estagnou. Longe dos palcos, ele tentou virar celebridade televisiva. Participou do “Dancing with the Stars” (a “Dança dos Famosos” original) em 2009, mas logo em seguida internou-se numa clínica de reabilitação, dando início a uma longa luta para se livrar do vício. Essa cruzada também virou tema televisivo, com a participação do cantor em duas temporadas do programa “The Doctors”. Ele sempre foi aberto sobre suas lutas com o abuso de drogas, inclusive em sua participação em “The Doctors” de 2017. O vício, inclusive, o levou a ter problemas com a lei. Em 2008, Carter teve sua primeira prisão no condado de Kimble, Texas. Ele foi parado por excesso de velocidade, e a polícia encontrou 60 gramas de maconha em seu carro. Voltou a ser detido em 2017, na Geórgia, por suspeita de dirigir sob influência de maconha, e condenado a pagar multa e prestar serviço comunitário. O último álbum de Carter, intitulado “Love”, foi lançado em 2018, após um hiato de 14 anos em sua carreira musical, mas não fez sucesso. Em 2019, ele foi diagnosticado com transtorno de personalidade, esquizofrenia, depressão maníaca e ansiedade aguda. Sua internação mais recente numa clínica aconteceu no início deste ano, como parte de um esforço para recuperar a custódia de seu filho. Ele é pai de Prince, que vai completar um ano neste mês. O menino é filho de Melanie Martin, que foi presa em 2020 após um suposto incidente de violência doméstica contra Carter.

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    Julie Powell, blogueira que inspirou o filme “Julie e Julia”, morre aos 49 anos

    1 de novembro de 2022 /

    A blogueira de comida Julie Powell, que inspirou o filme “Julie e Julia”, morreu na quarta passada (26/10) aos 49 anos, informou o jornal The New York Times. Ela sofreu uma parada cardíaca fulminante em sua casa casa, em Nova York. Julie Powell se tornou conhecida ao decidir cozinhar todas as receitas do livro clássico “Mastering the Art of French Cooking”, de Julia Child, ao longo de um ano. Ela criou um blog em 2002 para registrar o progresso de sua aventura culinária, que se tornou imensamente popular. Em 2005, o blog virou o livro “Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen”, que vendeu mais de 1 milhão de cópias. O sucesso rendeu fez com que sua história virasse filme em 2009, no qual foi interpretada por Amy Adams. O filme de Nora Ephrom (1941–2012) narrou um paralelo entre o desafio de Julie Powell e a história de Julia Child, vivida na tela por Maryl Streep – que foi indicada ao Oscar pelo papel.

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    Filho músico do ator Tim Roth morre de câncer aos 25 anos

    31 de outubro de 2022 /

    O músico Cormac Roth, filho do ator inglês Tim Roth (o Abominável de “Mulher-Hulk”), morreu de câncer aos 25 anos. O falecimento foi anunciado nesta segunda (31/10) pela família, mas a morte aconteceu no dia 16 de outubro. “Ele era uma fonte de energia elétrica e seu espírito estava cheio de luz e bondade”, disse a família em comunicado. “Por mais rebelde que fosse, Cormac também era a personificação da bondade. Uma alma gentil que trouxe tanta felicidade e esperança para aqueles ao seu redor. A dor vem em ondas, assim como as lágrimas e risos quando pensamos naquele lindo menino ao longo dos 25 anos e 10 meses que o conhecemos. Uma criança irreprimível e alegre e selvagem e maravilhosa. Apenas recentemente um homem. Nós o amamos. Vamos carregá-lo conosco aonde quer que formos”, acrescenta o texto. Cormac era guitarrista, compositor e produtor, e criou a trilha sonora do filme “Nova Ordem”, do cineasta mexicano Michel Franco, que venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza em 2020. Ele foi diagnosticado com tumores de células germinativas em novembro de 2021. O pai dele, Tim Roth, é um dos grandes nos do cinema dos anos 1990, que trabalhou em “Cães de Aluguel”, “Planeta dos Macacos” e “Pulp Fiction”, além de “O Incrível Hulk”, onde viveu pela primeira vez o Abominável. Ele foi indicado ao Oscar em 1996 por “Rob Roy – A Saga de uma Paixão”.

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    Cantor e ator Jr. Black, de “Bacurau”, morre aos 46 anos

    23 de outubro de 2022 /

    O cantor, compositor e ator pernambucano Jr. Black morreu na noite de sábado (22/10), no Recife, após sofrer uma parada cardíaca aos 46 anos. O falecimento foi informado pelo cineasta Kleber Mendonça Filho, que dirigiu Jr. Black em “Bacurau”, onde o artista deu vida ao personagem DJ Urso, um locutor de carro de som. Ele estava hospitalizado desde a semana passada devido a um pico de glicose, quando foi diagnosticado com diabetes. Black não sabia que tinha diabetes até ser internado. A suspeita é de que a morte do músico tenha sido provocada por uma trombose. Jr. Black nasceu em 22 de janeiro de 1976 em Garanhuns (PE) e começou a carreira em 2001, como vocalista da banda Negroove. A carreira solo teve início em 2008 e rendeu parcerias musicais com artistas como China, Mombojó, DJ Dolores, Bruno Lins e Dado Villa-Lobos. Como ator, teve presença em várias produções do novo cinema pernambucano, incluindo no curta “Recife Frio”, que consagrou o diretor Kleber Mendonça Filho com vários prêmios em 2009. Ele também participou dos dois longas dirigidos por Hilton Lacerda, “Tatuagem” (2013) e “Fim de Festa” (2013). Seu último trabalho nas telas foi em “Carro Rei”, de Renata Pinheiro, que venceu o Festival de Gramado do ano passado. A Secretaria de Cultura e a Fundação de Cultura do Recife lamentou, por nota, a morte do “artista imenso em criatividade e gentileza, que sempre levantou sua voz forte e impecavelmente empostada a favor das melhores causas e causos”. As duas candidatas ao governo de Pernambuco também se manifestaram. Marília Arraes lembrou que Jr. Black integrou sua equipe de campanha e suspendeu as atividades para que os colegas pudessem se despedir do artista. “Lamento, em nome de toda a equipe, a perda do querido Jr Black, que emprestou sua voz e talento para a nossa campanha. Estamos suspendendo as atividades para que todos possam se despedir. Meus sentimentos ao seu filho Francisco, sua família e amigos. Que Deus conforte a todos”, declarou. Raquel Lyra também se pronunciou assim que soube da morte do artista. “Acabo de saber da partida de Jr. Black, grande artista, músico, ator, e muito querido por todos. Ficará para sempre nas nossas lembranças. Que Deus ilumine sua passagem e proteja sua família. Meus sentimentos mais sinceros”, publicou nas redes sociais. Ele deixa um filho de 13 anos chamado Francisco, fruto do relacionamento com a produtora cultural Célia Lima.

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    Mário César Camargo, ator de “Chocolate com Pimenta”, morre aos 75 anos

    12 de outubro de 2022 /

    O ator Mário César Camargo morreu na segunda-feira (10/10), em Belo Horizonte. Ele sofreu um mal súbito e caiu na rua, onde acabou falecendo aos 75 anos. O artista nasceu em Marília, interior de São Paulo, mas morava em Belo Horizonte desde 1988. Ele iniciou sua carreira artística no Centro Popular de Cultura da União Nacional de Estudantes (UNE), no começo dos anos 1960, mas demorou a deslanchar, o que aconteceu em 1982, quando interpretou Giovanni Barachetta na peça “Bella Ciao”, de Luis Alberto de Abreu. Somente depois disso passou para a televisão. Embora tenha aparecido em “Partido Alto” (1984), só conseguiu seu primeiro papel de destaque na Globo 15 anos depois, como o personagem Anacleto em “Terra Nostra” (1999). Ele também atuou em “Coração de Estudante”, “Começar de Novo”, “Insensato Coração” e “Chocolate com Pimenta”, que está atualmente sendo reprisada em uma edição especial. Mário César também teve papéis em quatro filmes entre 2003 e 2008: “Narradores de Javé”, “Veias e Vinhos”, “Pequenas Histórias” e “Linha de Passe”. Seu último trabalho nas telas foi em 2016, na série de terror “Supermax”, em que interpretou Timóteo, um médico reformado pelo exército. Ele deixa a esposa Monica Belisário e a filha Laura, de 29 anos.

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    Angela Lansbury, estrela de “Assassinato por Escrito”, morre aos 96 anos

    11 de outubro de 2022 /

    A atriz Angela Lansbury, indicada três vezes ao Oscar e protagonista da série “Assassinato por Escrito”, morreu enquanto dormia nesta terça (11/10) em Los Angeles, aos 96 anos. Lansbury recebeu diversas indicações ao Emmy pelo seu papel de Jessica Fletcher na série de investigação, além de ter construído uma carreira sólida no cinema, que lhe rendeu até um Oscar honorário em 2013, pela sua contribuição para a indústria cinematográfica. Angela Brigid Lansbury nasceu em 16 de outubro de 1925 em Londres. Filha da atriz Moyna MacGill (de “O Retrato de Dorian Gray”), ela foi incentivada a participar de peças escolares na infância e estudou por um ano na escola de teatro, formando-se com honras na Royal Academy of Music. Com o início da 2ª Guerra Mundial, ela se mudou com a mãe e os dois irmãos para os EUA (o pai dela morreu quando Angela tinha 9 anos), onde continuou estudando artes dramáticas em Nova York, formando-se em 1942, aos 17 anos. Na época, começou a fazer apresentações em boates, mentindo sobre sua idade para poder participar da cena noturna artística da cidade. Decidida a investir na carreira, mudou-se para Los Angeles e assinou um contrato com a MGM, fazendo sua estreia no cinema no thriller psicológico “À Meia Luz” (1944), com Charles Boyer e Ingrid Bergman. Famosíssima, esta adaptação da peça de Patrick Hamilton deu origem à expressão “gaslighting” (derivada de seu título original, “Gaslight”) para definir relações tóxicas em que um homem tenta convencer uma mulher de que ela é louca. O filme também rendeu a primeira indicação de Lansbury ao Oscar, como Melhor Atriz Coadjuvante. No ano seguinte, ela recebeu sua segunda indicação, desta vez por “O Retrato de Dorian Gray” (1945), adaptação do livro de Oscar Wilde dirigida por Albert Lewin, em que contracenou pela primeira e única vez com sua mãe. Outros filmes que estrelou no período foram “A Mocidade é Assim Mesmo” (1944) com a adolescente Elizabeth Taylor, “As Garçonetes de Harvey” (1946) com Judy Garland, e “Ouro no Barro” (1946) com Esther Williams. Relembrando o seu tempo no estúdio, Lansbury disse certa vez que “acabei interpretando alguns dos papéis mais ridículos da MGM.” Nos anos seguintes, a atriz trocou os filmes adolescentes por aventuras, participando de “Os Três Mosqueteiros” (1948), “Sansão e Dalila” (1949) e “Motim Sangrento” (1952), que marcou sua estreia como protagonista feminina. Depois de viver uma princesa na comédia “O Bobo da Corte” (1955), ela deu uma guinada dramática, vivendo a femme fatale do noir “Mata-me por Favor” (1956), e integrando os dramas “O Mercador de Almas” (1958) e “Sombras no Fim da Escada” (1960). Mas também fez a comédia musical “Feitiço Havaiano” (1961), estrelada por Elvis Presley, entre muitos outras produções. Sua terceira indicação ao Oscar veio pelo papel da mãe manipuladora de Laurence Harvey em “Sob o Domínio do Mal” (1962), thriller de conspiração dirigido por John Frankenheimer. Paralelamente ao cinema, Lansbury também construiu uma carreira sólida no teatro, estrelando peças como “Hotel Paradiso” (1957), que marcou a sua estreia nos palcos, o musical “Anyone Can Whistle” (1964), produzido por Stephen Sondheim, e “Mame” (1966), que lhe rendeu sua primeira indicação ao prêmio Tony. Depois disso, ela foi premiada por sua atuação nas peças “Dear World” (1969), “Gypsy” (1974), “Sweeney Todd” (1979) e “Blithe Spirit” (2009). Em junho passado, ela ainda recebeu um Tony honorário pela sua contribuição para o teatro. Como se estivesse se preparando para o seu grande papel na TV, Lansbury estrelou duas adaptações da obra de Agatha Christie: o primeiro “Morte Sobre o Nilo” (1978) e “A Maldição do Espelho” (1980). Neste último, viveu a detetive Miss Marple, um protótipo da Jessica Fletcher de “Assassinato por Escrito”. O mais interessante é que, com uma carreira consolidada no cinema e no teatro, Lansbury não tinha o menor interesse em estrelar uma série de TV. “Eu não poderia imaginar que algum dia iria querer fazer televisão”, disse Lansbury em uma entrevista de 1985 ao The New York Times. “Mas o ano de 1983 chegou e não tive papéis na Broadway, então eu participei de uma minissérie, como Gertrude Whitney em ‘Glória Feita de Ódio’. E vi que então [havia] uma série de papéis em minisséries, e comecei a sentir que o público da televisão era muito receptivo, e decidi que deveria parar de flertar ou fechar a porta para TV, dizendo aos meus agentes: ‘Estou pronta para pensar em séries.’” E foi assim que Lansbury aceitou o convite para estrelar “Assassinato por Escrito”, interpretando Jessica Fletcher, uma professora de literatura aposentada, escritora de mistério e detetive amadora que soluciona casos reais e ainda encontra tempo para escrever seus livros. “O que me atraiu em Jessica Fletcher é que eu poderia fazer o que faço de melhor e [interpretar alguém que tive] pouca chance de interpretar – uma mulher sincera e pé no chão”, disse ela. “Em sua maioria, eu interpretei cadelas muito espetaculares. Jessica tem extrema sinceridade, compaixão, intuição extraordinária. Eu não sou como ela. Minha imaginação corre solta. Não sou pragmática. Jéssica é.” A série foi um sucesso enorme, que durou 12 temporadas exibidas entre 1984 e 1996, além de ter continuado em quatro telefilmes até 2003. Durante esse tempo, a personagem fictícia Fletcher resolveu cerca de 300 assassinatos e escreveu mais de 30 livros. Outros trabalhos de destaque de Lansbury foram seus trabalhos para o público infantil, como “Se Minha Cama Voasse” (1971) e as animações “A Bela e a Fera” (1991) e “Anastasia” (1997). Nos últimos anos, ela também apareceu em “Os Pinguins do Papai” (2011), “O Retorno de Mary Poppins” (2018) e “A Magia de Acreditar” (2018), seu último crédito como atriz. Angela Lansbury se casou pela primeira vez em 1944, com o ator Richard Cromwell (“Glórias Roubadas”), mas o casamento deles durou menos de um ano e depois ela descobriu que ele era gay. Em 1949, Lansbury voltou a se casar, desta vez com o produtor Peter Shaw. Os dois ficaram juntos até a morte dele em 2003 e tiveram dois filhos, Anthony e Deirdre.

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    Austin Stoker, ator de “Assalto à 13ª DP”, morre aos 92 anos

    11 de outubro de 2022 /

    O ator Austin Stoker, conhecido por estrelar “Assalto à 13ª DP” (1976), morreu na última sexta (7/10), data em que completou 92 anos. Ele faleceu em decorrência de insuficiência renal. Stoker também era conhecido pelas suas participações em clássicos como “A Batalha do Planeta dos Macacos” (1973) e “Aeroporto 75” (1974), além de diversos filmes e séries de TV, numa carreira que se estendeu por mais de 50 anos. Austin Stoker era o nome artístico de Alphonso Marshall, nascido em 7 de outubro de 1930, em Porto da Espanha, capital de Trindade e Tobago. Ele se mudou para Nova York em busca do seu sonho de trabalhar na indústria do entretenimento. Em 1954, Stoker tocou tambores na peça da Broadway “House of Flowers”, escrita por Truman Capote e Harold Arlen, e estrelada por Pearl Bailey (“Amor Sem Barreiras”) e Diahann Carroll (“Claudine”). Ele também fazia apresentações em boates e gravou dois álbuns. Depois de servir no Exército, estudou atuação com a lendária Lee Grant em Nova York e se mudou para a Califórnia. Em 1969, ele conseguiu o seu primeiro papel em um episódio da série “The Mod Squad”. Sua estreia no cinema aconteceu em 1973 em “A Batalha do Planeta dos Macacos”, quinto e último capítulo cinematográfico da saga sci-fi original da 20th Century Fox, onde interpretou o personagem MacDonald, a influência humana positiva do macaco César (Roddy McDowall). Após o filme, ele continuou ligado à franquia ao dar voz a Jeff Allen, um dos protagonistas da série animada “De Volta ao Planeta dos Macacos”, que foi ao ar dois anos depois. O ator começou a se destacar ainda mais ao participar do filme-catástrofe “Aeroporto 75” (1974) e do blaxploitation “Sheba, Baby” (1975), em que viveu o interesse amoroso de Pam Grier. Porém, seu maior papel foi no suspense “Assalto à 13ª DP” (1976), dirigido por John Carpenter, no qual interpretou o policial Ethan Bishop, que precisa liderar um grupo de criminosos, civis e outros policiais no interior de uma delegacia cercada por uma gangue fortemente armada de criminosos, que tentavam invadir o lugar à força. Rodado em apenas 20 dias por cerca de US$ 100 mil, “Assalto à 13ª DP” (1976) foi uma versão de Carpenter para o famoso western “Rio Bravo”, de Howard Hawks, e acabou se tornando cultuadíssimo, a ponto de ganhar um remake embranquecido em 2005, com Ethan Hawke no papel de Bishop. Mas a escalação de um branco como protagonista diluiu toda a discussão racial que a obra tinha despertado na década de 1970. Depois do principal filme da carreira, Stoker não voltou a ter novos papéis importantes, equilibrando a carreira entre longas de baixo orçamento e participações em séries. Na TV, Stoker apareceu em “Kojak” (em 1974), “S.W.A.T.” (1975), “O Homem de Seis Milhões de Dólares” (de 1975 a 1977) e “O Incrível Hulk” (1979), entre outras atrações, e ainda brilhou na clássica minissérie “Raízes” (1977) como Virgil Harvey, o pai da personagem Mathilda (Olivia Cole). Seus últimos créditos como ator foram em “Os 3 Infernais” (2019), dirigido por Rob Zombie, “Double Down” (2020), filme escrito, dirigido e estrelado por Sterling Macer Jr., e “Give Till It Hurts”, comédia de humor negro comandada por Thomas L. Callaway. Veja o trailer de “Assalto à 13ª DP”.

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