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  • Série

    Nicole Kidman emplaca nova minissérie, agora na Amazon

    28 de outubro de 2020 /

    Nicole Kidman vai estrelar mais uma série, desta vez na Amazon Prime Video, onde fechou um contrato para desenvolvimento de novas produções. A prolífica estrela vai protagonizar e produzir a adaptação da peça “Things I Know to Be True” por meio de sua empresa, Blossom Films. A trama de “Things I Know to Be True” acompanha um casal, Bob e Fran Price, que assistem seus filhos adultos tomarem decisões inesperadas que mudam o curso de suas vidas. A série explorará a capacidade de superação de um casamento duradouro e como o amor familiar pode evoluir. O próprio autor da peça, Andrew Bovell, vai assinar a adaptação e, segundo Kidman, já escreveu os roteiros. “Nunca vou esquecer a experiência que tive ao assistir a peça de Andrew em Sydney, tendo uma daquelas experiências transcendentais no teatro”, disse a atriz em comunicado. “A peça de Andrew é requintada e seus roteiros para a série são igualmente bons. Com a crença da Amazon, a orientação de Jen Salke [presidente da Amazon Studios] e uma equipe de produção extraordinária, temos grande entusiasmo sobre o que isso pode virar.” “‘Thing I Know To Be True’ é uma jornada emocional maravilhosamente complexa e intensa que explora aquilo que separa uma família e testa os laços de amor que a une”, disse Salke, no mesmo comunicado. “Somos gratos a Andrew e aos nossos parceiros por colocar isso no Prime Video, e estamos sempre muito satisfeitos em ampliar nossa relação com Nicole e todos na Blossom.” Bovell acrescentou: “Esta é uma história sobre família, aquela coisa da qual você passa a vida tentando escapar apenas para lamentar que perdeu. Estou emocionado que uma atriz do calibre de Nicole Kidman lidere a série no papel de Fran Price. Como mãe e mulher, ela é complicada, difícil e totalmente convincente. Também estou feliz que uma empresa com a importância da Amazon Studios tenha mostrado tanta confiança na história e a levará para um público global.” Kidman atualmente pode ser vista como estrela e produtora da minissérie “The Undoing”, sua segunda atração na HBO (após “Big Little Lies”). Ela também desenvolveu e atua em “Nine Perfect Strangers”, que estreia em 2021 na Hulu, além de integrar o musical “A Festa de Formatura” (The Prom), com lançamento marcado para 11 de dezembro na Netflix. Para completar, ela tem mais dois projetos da Blossom na Amazon: as séries “The Expatriates” (adaptação do best-seller homônimo de Janice Y.K. Lee) e “Pretty Things” (baseada no livro de suspense de Janelle Brown). E também deve estrelar estas duas produções – que, assim como “Things I Know to Be True”, ainda não têm previsão de estreia.

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  • Música,  Série

    The Undoing: Nicole Kidman canta o tema da minissérie

    25 de outubro de 2020 /

    Além de estrelar e produzir a minissérie “The Undoing”, Nicole Kidman demonstrou outro talento artístico na atração que estreia neste domingo (25/10) na HBO. É ela quem canta a música nos créditos de abertura, “Dream a Little Dream of Me”. Segundo a atriz, a ideia partiu da diretora dinamarquesa Susanne Bier (conhecida pelo filme vencedor do Oscar “Em um Mundo Melhor”). “Ela me convenceu dizendo que era um modo de, desde o começo, imbuir a narrativa com a alma de Grace, minha personagem”. Kidman já tinha demonstrado seu talento vocal anteriormente no musical “Moulin Rouge” (2001), Mas ela não é a primeira atriz a gravar “Dream a Little Dream of Me”. Composta em 1931, a canção foi anteriormente interpretada com sucesso por Doris Day, em seu disco “Day by Night”, de 1957. “The Undoing” volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”, e marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana. Apesar disso, não empolgou a crítica americana. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.

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  • Série

    The Undoing: Crítica acha nova série de Nicole Kidman medíocre

    25 de outubro de 2020 /

    Estreia deste domingo (25/10) na HBO, a minissérie de suspense “The Undoing” dividiu a crítica americana. A produção atingiu 65% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas quando considerados apenas os críticos top (da grande imprensa), a avaliação cai para medíocres 51%. Esperava-se mais de uma atração que volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. Mas se trata apenas de mais uma história de ricaços que exibem sua opulência enquanto acham que podem escapar de tudo impunemente. A minissérie é baseada no livro “Já Devias Saber… Agora é Tarde Demais” (You Should Have Known), de Jean Hanff Korelitz, e o lançamento nacional inclui um subtítulo que alude a esse título – “The Undoing – Já Devias Saber”. Na trama, Kidman vive Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um assassinato, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana, como o marido de Kidman. E, para completar, a direção dos seis capítulos é assinada pela cineasta dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2010). Confira abaixo algumas das observações da imprensa norte-americana. “‘The Undoing’ é banhado por cores ricas e outonais conforme chegamos rapidamente à parte do julgamento da trama, que, é claro, apresenta todos os tipos de acontecimentos que você nunca veria na vida real. Mas quem se importa?”, publicou o jornal Chicago Sun-Times. “Nem as performances afiadas nem a bela fotografia podem salvar roteiros que têm tão pouco a dizer”, contestou a revista Time. “Não é uma obra-prima, mas é terrivelmente repleta de reviravoltas”, tentou elogiar o jornal canadense Globe and Mail. Já o Detroit News não se impressionou com as reviravoltas e sim com a estética “pornô” do luxo, descrita como “salas cheias de arte ornamentadas, pessoas impecavelmente vestidas, motoristas e porteiros, aulas de balé em Manhattan, leilões de caridade de primeira linha”, antes de concluir que “o desfile de casacos caros que Nicole Kidman usa enquanto caminha pelas ruas de Nova York pode ser suficiente para alguns telespectadores”. “Tudo isso deveria ser sexy e até mesmo divertido, com Kidman e Hugh Grant interpretando Grace e Jonathan, e Kelley contando as brincadeiras que eles fazem na cozinha. E por um episódio é”, aponta o New York Times, lembrando que, infelizmente, a minissérie tem seis episódios. “Lá pelo quinto episódio, a história parece totalmente gasta e muito esticada. Beleza e humor só são capazes de levar as coisas até certo ponto”, emenda o Washington Post. “Mas mesmo quando ‘The Undoing’ encontra seu caminho para reconhecer que seus protagonistas ricos e brancos são pessoas más – e eles definitivamente são – já é tarde demais para transformar a série de seis episódios em uma crítica mordaz ao privilégio”, conclui o site Indiewire. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.

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  • Filme

    A Festa de Formatura: Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha trailer legendado

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua causa, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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  • Filme

    Os Outros: Terror cult com Nicole Kidman vai ganhar remake

    12 de outubro de 2020 /

    O terror “Os Outros”, estrelado por Nicole Kidman em 2001, vai ganhar um remake. A Universal Pictures fechou uma parceria com a produtora Sentient Entertainment para realizar a refilmagem da história de fantasmas, originalmente escrita e dirigida pelo chileno Alejandro Amenabar, e produzida por Tom Cruise, no ano de seu divórcio de Kidman. Ambientado em 1945 em uma casa de campo remota, na ilha britânica de Jersey, o filme traz uma mãe de família, vivida por Kidman, descobrindo que “outros” desconhecidos estão vivendo em segredo no local. Um de seus filhos diz que viu o grupo de pessoas várias vezes – um homem, uma mulher, uma velha e uma criança chamada Victor, que lhe disse que “a casa é deles”. Grande sucesso de bilheteria, “Os Outros” arrecadou mais de US$ 200 milhões em todo o mundo, com um pequeno orçamento de US$ 17 milhões. O filme ganhou sete prêmios Goya (o Oscar espanhol), incluindo Melhor Filme e Melhor Direção para Amenabar. O detalhe é que o impacto do filme se deve principalmente à sua reviravolta final, que hoje é bastante conhecida. Resta saber como a refilmagem pretende surpreender novamente o público, usando a mesma trama. Talvez a aposta resida em assustar quem não tinha nascido quando o filme original arrepiou multidões. Além deste filme, a Sentient está produzindo “Losing Clementine”, estrelado por Jessica Chastain e Edgar Ramirez, o thriller “Alphas”, com Sam Worthington, e um thriller sem título do diretor Pierre Morel (“Busca Frenética”) para a Netflix. Veja abaixo um trailer da versão original de “Os Outros”.

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  • Filme

    The Prom: Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha primeiras fotos

    7 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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  • Série

    The Undoing: Nicole Kidman é suspeita de assassinato em trailer legendado

    23 de setembro de 2020 /

    A HBO divulgou o trailer completo legendado da minissérie de suspense “The Undoing”, que volta a reunir a atriz Nicole Kidman e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. A prévia explora o clima tenso da produção sem explicitar demais a trama, destacando o envolvimento de ricaços, especialmente a personagem de Kidman, no assassinato brutal de uma mãe de família. A minissérie é baseada no livro “Já Devias Saber… Agora é Tarde Demais” (You Should Have Known), de Jean Hanff Korelitz, e o trailer revela um subtítulo nacional que alude a esse título – “The Undoing – Já Devias Saber”. A trama gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana, como o marido de Kidman. Além de estrelar, a atriz também é produtora e o elenco ainda inclui Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). Para completar, a direção dos seis capítulos é assinada pela cineasta dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2010). A estreia está marcada para 25 de outubro.

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  • Filme

    Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha data de estreia na Netflix

    13 de setembro de 2020 /

    O produtor e diretor Ryan Murphy revelou a data de estreia de sua nova atração na Netflix, “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. “Em 11 de dezembro, deixe a Netflix levá-lo ao baile (Prom) que você não teve neste ano”, escreveu Murphy no Instagram, ao lado de um cartaz que nomeia o elenco estrelado. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) num musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, será desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A data de estreia no fim do ano sugere uma intenção de qualificar o filme para o Oscar. Ver essa foto no Instagram On DECEMBER 11, let Netflix take you to THE PROM you didn't get this year. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 13 de Set, 2020 às 8:00 PDT

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  • Filme

    Foto revela elenco de The Prom, musical com Meryl Streep e Nicole Kidman

    31 de agosto de 2020 /

    O produtor Ryan Murphy divulgou em suas redes sociais uma foto com o elenco de sua nova atração na Netflix, “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. “Conheça o incrível elenco repleto de ícones de ‘The Prom’ da Netflix”, escreveu Murphy. “Um grupo de verdadeiros soldados que apertaram o cinto de segurança para embarcar numa filmagem durante a covid, para que pudéssemos dar a todos a história inspiradora e edificante de que precisamos agora. O Natal está chegando … ” Para a produção, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A história começa na Broadway e vai parar no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep vai interpretar Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) num musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura (o “prom” do título) da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, será desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). De acordo com o texto de Murphy, “The Prom” deve ser lançado em dezembro, próximo ao Natal. A data sugere uma intenção de qualificar o filme para o Oscar. Ver essa foto no Instagram Meet the incredible icon-packed cast of Netflix's THE PROM. A group of true troopers who buckled up and finished shooting during COVID so we could give everybody an inspirational aspirational story that we all need right now. Christmas is right around the corner… Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 31 de Ago, 2020 às 8:30 PDT

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  • Filme

    Björk vai estrelar filme de vikings do diretor de A Bruxa

    20 de agosto de 2020 /

    A cantora islandesa Björk entrou no elenco de “The Northman”, novo filme do diretor Robert Eggers, responsável pelos terrores “A Bruxa” e “O Farol”. Desta vez, a produção é uma saga de vingança Viking ambientada na Islândia na virada do século 10. Mas o papel de Björk deve ser de uma bruxa. Ela vai se juntar a um elenco grandioso, que inclui Nicole Kidman (“Aquaman”), Willem Dafoe (“O Farol”), Claes Bang (“Drácula”), Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”), Ralph Ineson (também de “A Bruxa”) e os irmãos Bill (“It: A Coisa”) e Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”). O poeta e romancista islandês Sjón Sigurdsson co-escreveu o roteiro com Eggers. E além de estrelar, Alexander Skarsgård é um dos produtores.

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  • Série

    The Undoing: Teaser da nova série de Nicole Kidman revela data de estreia

    6 de agosto de 2020 /

    A HBO divulgou um novo teaser legendado da minissérie de suspense “The Undoing”, que volta a reunir a atriz Nicole Kidman e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. A prévia explora o clima tenso da produção sem abordar a trama, destacando o envolvimento dos personagens – ricaços – num crime. A principal função do vídeo, na verdade, é informar a nova data de estreia da produção. “The Undoing” tinha lançamento previsto para 10 de maio, mas o impacto da pandemia de coronovírus fez o canal pago adiar a estreia, que agora ganhou sua data definitiva. Os episódios começarão a ser exibidos a partir de 25 de outubro. A minissérie é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A produção marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) em sua primeira atração televisiva americana, como o marido de Kidman. Além de estrelar, a atriz também é produtora e o elenco ainda destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). Já a direção dos seis capítulos é assinada pela cineasta dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2010).

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  • Filme

    Joel Schumacher (1939 – 2020)

    22 de junho de 2020 /

    O cineasta Joel Schumacher, de “Batman Eternamente” (1995) e “Batman e Robin” (1997), faleceu nesta segunda-feira (22/6) aos 80 anos, enquanto enfrentava um câncer. Schumacher teve uma longa carreira em Hollywood, iniciada como figurinista de “O Destino que Deus Me Deu”, dramédia estrelada por Tuesday Weld em 1972. Ele chegou a Los Angeles após ter trabalhado como desenhista de roupas e vitrinista em Nova York, e se estabeleceu rapidamente na indústria cinematográfica, quebrando o galho até como cenografista em “Abelhas Assassinas” (1974). Após assinar figurinos de filmes de Woody Allen – “O Dorminhoco” (1973) e “Interiores” (1978) – , foi incentivado pelo cineasta a escrever e, eventualmente, tentar a direção. O incentivo rendeu os roteiros da famosa comédia “Car Wash: Onde Acontece de Tudo” (1976) e do musical “O Mágico Inesquecível” (1978), versão de “O Mágico do Oz” com Diana Ross e Michael Jackson, dois sucessos absurdos dos anos 1970. Com essas credenciais, conseguiu aval para sua estreia na direção, que aconteceu na comédia sci-fi “A Incrível Mulher que Encolheu” (1981), logo seguida por “Taxi Especial” (1983), produção centrada na popularidade do ator Mr. T (da série “Esquadrão Classe A”). O trabalho como diretor começou a chamar atenção a partir do terceiro filme, quando Schumacher demonstrou seu raro talento para escalar atores. No drama “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” (1985), ele juntou uma turma jovem que marcou a década de 1980: Demi Moore, Rob Lowe, Emilio Estevez, Judd Nelson, Andrew McCarthy e Ally Sheedy – apelidados de “brat pack” pela mídia. O sucesso comercial veio com dois terrores inventivos, que viraram exemplos da chamada “estética MTV” no cinema. Ele usou elementos de clipes para dar uma aparência juvenil aos temas sobrenaturais. Em “Os Garotos Perdidos” (1987), filmou uma história de vampiros delinquentes, reunindo pela primeira vez os atores Corey Haim e Corey Feldman, que formariam uma dupla inseparável ao longo da década, ao mesmo tempo em que explorou a imagem de Jim Morrison, cantor da banda The Doors, como referência para uma juventude vampírica que se recusava a envelhecer. Em “Linha Mortal” (1990), juntou o então casal Kiefer Sutherland (seu vilão em “Os Garotos Perdidos”) e Julia Roberts num grupo de estudantes de Medicina (com Kevin Bacon, William Baldwin e Oliver Platt) que decide colocar a própria saúde em risco para descobrir se havia vida após a morte. Os dois filmes tornaram-se cultuadíssimos, a ponto de inspirarem continuações/remakes. Entre um e outro, ele ainda explorou o romance em “Um Toque de Infidelidade” (1989), remake do francês “Primo, Prima” (1975), com Isabella Rossellini, e “Tudo por Amor” (1991), com Julia Roberts. E assinou clipes de artistas como INXS, Lenny Kravitz e Seal – a tal “estética MTV”. Já tinha, portanto, uma filmografia variada quando se projetou de vez com o thriller dramático “Um Dia de Fúria” (1993), um dos vários filmes estrelados por Michael Douglas que deram muito o que falar no período – durante sete anos, entre “Atração Fatal” (1987) e “Assédio Sexual” (1994), o ator esteve à frente dos títulos mais controvertidos de Hollywood. O longa mostrava como um cidadão dito de bem era capaz de explodir em violência, após o acúmulo de pequenos incidentes banais. A projeção deste filme lhe rendeu status e o convite para dirigir o terceiro e o quarto longas de Batman. Mas o que deveria ser o ponto alto de sua trajetória quase acabou com ela. O personagem dos quadrinhos vinha de dois filmes muito bem-recebidos por público e crítica, assinados por Tim Burton, que exploraram uma visão sombria do herói. Schumacher, porém, optou por uma abordagem cômica e bem mais colorida, chegando a escalar o comediante Jim Carrey como vilão (o Charada) e introduzindo Robin (Chris O’Donnell) e até Batgirl (Alicia Silverstone). Ele também deu mais músculos ao traje usado por Val Kilmer em “Batman Eternamente” (1995) e mamilos ao uniforme de George Clooney em “Batman e Robin” (1997) – o que até hoje rende piadas. Abertamente homossexual, Joel Schumacher acabou acusado por fanboys de enfatizar aspectos homoeróticos de Batman. Diante do fiasco, a Warner se viu obrigada a suspender a franquia, que só voltou a ser produzida num reboot completo de 2005, pelas mãos de Christopher Nolan. Em meio à batcrise, o diretor também filmou dois dramas de tribunal, “O Cliente” (1994) e “Tempo de Matar” (1996), inspirados por livros de John Grisham, que tampouco fizeram o sucesso imaginado pelo estúdio, aumentando a pressão negativa. Sem desanimar, ele realizou o suspense “8mm: Oito Milímetros” (1999), juntando Nicolas Cage e Joaquin Phoenix, e ainda foi responsável por lançar Colin Ferrell em seu primeiro papel de protagonista no drama “Tigerland – A Caminho da Guerra” (2000). Ambos receberam avaliações positivas. Mas entre cada boa iniciativa, Schumacher continuou intercalando trabalhos mal-vistos, o que fez com que diversos momentos de sua carreira fossem considerados pontos de “retorno” à melhor fase. O elogiadíssimo suspense “Por um Fio” (2002), por exemplo, com Colin Ferrell basicamente sozinho numa cabine telefônica, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e assinalou o momento mais claro de “renascimento”. Só que em seguida veio o fracasso dramático de “O Custo da Coragem” (2003), com Cate Blanchett e – novamente – Ferrell, fazendo com que o trabalho seguinte, a adaptação do espetáculo da Broadway “O Fantasma da Ópera” (2004) fosse visto como mais uma chance de recuperação. Cercado de expectativa, o musical estrelado por Gerard Butler e Emmy Rossum se provou, contudo, um fiasco tão grande quanto as adaptações de quadrinhos, encerrando o ciclo de superproduções do diretor. O terror “Número 23” (2007), com Jim Carrey, foi a tentativa derradeira de recuperar a credibilidade perdida. E acabou-se frustrada. Schumacher nunca superou as críticas negativas a esse filme – 8% de aprovação no Rotten Tomatoes – , que tinha conceitos ousados, mas foi recebido como sinal evidente de fim de linha. Ele ainda fez mais três filmes de baixo orçamento, dois deles para o mercado europeu, abandonando o cinema ao voltar a Hollywood para seu último fracasso, “Reféns” (2011), estrelado por Nicolas Cage e Nicole Kidman. Na TV, ainda comandou dois episódios da 1ª temporada de “House of Cards”, ajudando a lançar o projeto de conteúdo original da Netflix em 2013. De forma notável, dezenas de pessoas que trabalharam com Schumacher, nos sucessos e nos fracassos, mobilizaram-se nas últimas horas para lembrar no Twitter que ele não é só o diretor dos piores filmes de Batman. O cineasta foi “uma força intensa, criativa e apaixonada” nas palavras de Emmy Rossum. “Ele viu coisas mais profundas em mim que nenhum outro diretor viu”, apontou Jim Carrey. “Ele me deu oportunidades e lições de vida”, acrescentou Kiefer Sutherland, concluindo que sua “marca no cinema e na cultura moderna viverão para sempre”. Muitos ainda lembraram dele como mentor e amigo. O roteirista Kevin Williams contou como foi convidado para ir a um set por Schumacher e recebeu conselhos que considera importantes para sua carreira. E Corey Feldman revelou, sem filtro, que “ele me impediu de cair nas drogas aos 16 anos”, citando como foi enquadrado e quase demitido pelo cineasta em “Os Garotos Perdidos”. “Pena que eu não escutei”.

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  • Série

    Nicole Kidman vai estrelar nova minissérie de suspense da Amazon

    2 de abril de 2020 /

    A atriz Nicole Kidman vai incluir mais uma minissérie em seu currículo. A vencedora do Emmy de Melhor Atriz por em “Big Little Lies” vai produzir e estrelar “Pretty Things”, adaptação do livro ainda inédito de Janelle Brown. “Pretty Things” será a quarta produção de série da atriz, que também fez “The Undoing”, atração da HBO que teve a estreia adiada devido à pandemia de coronavírus, e “Nine Perfect Strangers”, adaptação de livro da mesma autora de “Big Little Lies”, em desenvolvimento para a plataforma Hulu. A nova atração será o primeiro trabalho da atriz para a Amazon. Segundo a sinopse, a trama acompanha duas mulheres “envolvidas no maior jogo de mentira e destruição de suas vidas”. Uma delas é integrante da alta sociedade de Lake Tahoe, na Califórnia, enquanto outra é uma trapaceira de longa data que pode ter escolhido o alvo errado para o golpe da vez. A própria escritora do livro, Janelle Brown, vai adaptar a obra para a televisão. E Reed Morano, vencedora do Emmy por “The Handmaid’s Tale”, vai assinar a direção e será coprodutora do projeto. Não há previsão para a estreia de “Pretty Things”.

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