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  • Filme,  Série

    Três Anúncios para um Crime e Big Little Lies são os grandes vencedores do Globo de Ouro 2018

    8 de janeiro de 2018 /

    O filme “Três Anúncios para um Crime” e a série “Big Little Lies” foram as produções mais premiadas do Globo de Ouro 2018. Ambas receberam quatro prêmios, inclusive os de Melhor Filme e Melhor Série Limitada (definição já ultrapassada com a encomenda de uma 2ª temporada). Mas o que marcou a premiação foi seu tom politizado, assumidamente feminista. Da abertura do comediante Seth Meyers aos agradecimentos, passando pelo forte discurso da homenageada da noite, a atriz Oprah Winfrey, e pelos evidentes trajes pretos enfocados durante 99% da transmissão, os temas da inclusão racial, igualdade sexual, empoderamento feminino e a reação firme contra o assédio pontuaram todo evento. De forma condizente com estre clima, as principais vitórias refletiram os temas da noite. “Três Anúncios para um Crime” conta uma história de estupro e assassinato, que policiais homens pouco se esforçam para investigar, fazendo a mãe da vítima tomar uma atitude radical. Além de Melhor Filme de Drama, venceu os troféus de Melhor Roteiro (escrito pelo diretor Martin McDonaugh), Atriz (Frances McDormand) e Ator Coadjuvante (Sam Rockwell). “Big Little Lies” segue linha paralela, ao denunciar abusos e violência doméstica. Junto do Globo de Ouro de Melhor Série Limitada, venceu os troféus de Atriz (Nicole Kidman), Ator (Alexander Skarsgard) e Atriz Coadjuvante (Laura Dern) de Série Limitada. Entre as séries de drama e comédia, as mais premiadas também destacaram temática feminista. A sci-fi “The Handmaid’s Tale”, sobre um futuro distópico em que as mulheres perdem seus direitos, venceu como Melhor Série e Atriz de Drama (Elisabeth Moss), enquanto “The Marvelous Mrs. Maisel”, em que uma mulher troca a vida doméstica pelo sucesso como comediante nos anos 1950, levou os prêmios de Melhor Série e Atriz de Comédia (Rachel Brosnahan). Diante deste zeitgeist inescapável, destoaram o fato de a presidente da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood, responsável pela premiação, ser a única a subir ao palco com vestido colorido – vermelho! – e os comentários de Natalie Portman e Barbra Streissand sobre a ausência de mulheres na disputa dos prêmios de direção. Em toda a história do Globo de Ouro, Streissand foi única a vencer como cineasta. E este ano os indicados foram todos “diretores homens”, como fez questão de ressaltar Portman, ao apresentar o prêmio ao vencedor, Guillermo del Toro, por “A Forma da Água”. Entretanto, o vencedor da categoria de Melhor Filme de Comédia, “Lady Bird”, foi escrito e dirigido por uma mulher, a atriz Greta Gerwig. “Lady Bird” também rendeu o prêmio de Melhor Atriz de Comédia para Saoirse Ronan, e consagrou-se, com seus dois troféus, como o segundo filme mais premiado da noite, num empate com “A Forma da Água”. Outros troféus importantes incluem o de Melhor Ator de Comédia para James Franco (“O Artista do Desastre”), Melhor Ator de Drama para Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”), Melhor Filme Estrangeiro para o alemão “Em Pedaços” e Melhor Animação para “Viva – A Vida É uma Festa”. Confira abaixo a lista completa da premiação. Vencedores do Globo de Ouro 2018 TELEVISÃO Melhor Série – Drama “The Handmaid’s Tale” Melhor Série – Comédia/Musical “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Série Limitada/Telefilme “Big Little Lies” Melhor Ator – Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Melhor Atriz – Drama Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator – Comédia/Musical Aziz Ansari (“Master of None”) Melhor Atriz – Comédia/Musical Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator – Série Limitada/Telefilme Ewan McGregor (“Fargo”) Melhor Atriz – Série Limitada/Telefilme Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Melhor Ator Coadjuvante – Série/Série Limitada/Telefilme Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série/Série Limitada/Telefilme Laura Dern (“Big Little Lies”)   CINEMA Melhor Filme – Drama “Três Anúncios para um Crime” Melhor Filme – Comédia/Musical “Lady Bird – A Hora de Voar” Melhor Diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) Melhor Ator – Drama Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) Melhor Atriz – Drama Frances McDormand (“Três Anúncios Para um Crime”) Melhor Ator – Comédia/Musical James Franco (“Artista do Desastre”) Melhor Atriz – Comédia/Musical Saoirse Ronan (“Lady Bird”) Melhor Ator Coadjuvante Sam Rockwell (“Três Anúncios Para um Crime”) Melhor Atriz Coadjuvante Allison Janney (“Eu, Tonya”) Melhor Filme de Animação “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Filme Estrangeiro “Em Pedaços” (Alemanha) Melhor Roteiro Martin McDonaugh (“Três Anúncios para um Crime”) Melhor Trilha Sonora Original Alexandre Desplat (“A Forma da Água”) Melhor Canção Original “Remember Me”, Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez (“Viva – A Vida é uma Festa”)

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  • Filme

    Jason Momoa está pronto para a briga na segunda foto oficial do filme de Aquaman

    29 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a segunda foto oficial de Jason Momoa como Aquaman em seu filme solo. E, curiosamente, a foto parece uma “continuação” da primeira imagem, novamente trazendo o herói descamisado no interior de uma embarcação sombria. No novo registro, ele está iniciando uma briga contra um personagem fora de quadro, que pode ser o Arraia Negra pelo uniforme preto. Além de Momoa como Aquaman, o filme inclui Amber Heard (como sua esposa, a Rainha Mera), Willem Dafoe (Vulko), Patrick Wilson (Mestre do Oceano/Orn), Nicole Kidman (Atlanna, a mãe de Aquaman), Temuera Morrison (Thomas Curry, o pai de Aquaman), Dolph Lundgren (Rei Nereus) e Yahya Abdul-Mateen II (Arraia Negra). Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), “Aquaman” tem estreia marcada para dezembro de 2018.

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  • Filme

    James Wan nega rumores e afirma que filme do Aquaman só terá um vilão

    17 de dezembro de 2017 /

    O diretor James Wan negou os rumores de que o filme solo de Aquaman terá três vilões. A escalação do elenco fez os fãs contaram três antagonistas: Mestre do Oceano (Patrick Wilson), Arraia Negra (Abdul-Mateen) e Rei Nereus (Dolph Lundgren): “Isso é o que vou dizer: não tenho três vilões. Acho que isso é ridículo. Eu nunca faria um filme de origem com três vilões. Nós nem conhecemos o personagem principal, seu mundo e seu antagonista. Eu acredito em passos de bebê”, disse o diretor, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Questionado se seriam dois vilões, o diretor completou: “Quero apresentar o Arthur Curry de uma forma muito mais emocional e poderosa, introduzir a Mera, interpretada por Amber Heard e, é claro, há Nicole Kidman e Temuera Morrison, que vivem os pais dele. Sabemos que o Arraia Negra está lá, mas vou dizer isso: Patrick Wilson é o antagonista principal desse filme. Não vou dizer necessariamente ‘vilão’, mas ele é o antagonista”. O que isso significa para Arraia Negra e o Rei Nereus? O público só deve descobrir daqui a um ano, em dezembro de 2018, quando o filme estrelado por Jason Momoa estrear nos cinemas.

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  • Série

    É oficial: Big Little Lies terá 2ª temporada

    8 de dezembro de 2017 /

    A HBO oficializou a produção da 2ª temporada de “Big Little Lies”, programa originalmente lançado como uma minissérie fechada no começo deste ano. O sucesso da adaptação do livro de Liane Moriarty junto à crítica e ao público levou os realizadores a elaborarem uma trama inédita para dar continuidade à história das mulheres de Monterey. A autora do livro original ajudou a criar a história da 2ª temporada, que serviu de base para o roteirista David Kelley desenvolver os scripts. Segundo comunicado da HBO, grande parte do elenco da 1ª temporada deve retornar para o segundo ano, incluindo as atrizes Nicole Kidman e Reese Witherspoon, que além de estrelarem o programa trabalham também como produtoras executivas. As duas manifestaram interesse em continuar dando vida às personagens e estavam entre as maiores entusiastas da renovação. Mas o diretor Jean-Marc Vallée (“Clube de Compra Dallas”) – que dirigiu todos os sete episódios da 1ª temporada – afirmou ter outras prioridades. A 2ª temporada terá sete novos episódios, que serão dirigidos pela cineasta inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”). Vallée permanecerá como produtor da continuação. Ainda não há previsão para a estreia dos capítulos inéditos.

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  • Filme

    Jason Momoa é Aquaman na primeira foto oficial do filme solo do super-herói

    8 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a primeira foto oficial de Jason Momoa como Aquaman em seu filme solo, dirigido por James Wan (“Invocação do Mal”). A imagem o mostra emergindo das sombras, no interior de uma embarcação, com cara de poucos amigos. Além de Momoa como Aquaman, o filme inclui Amber Heard (como sua esposa, a Rainha Mera), Willem Dafoe (Vulko), Patrick Wilson (Mestre do Oceano/Orn), Nicole Kidman (Atlanna, a mãe de Aquaman), Temuera Morrison (Thomas Curry, o pai de Aquaman), Dolph Lundgren (Rei Nereus) e Yahya Abdul-Mateen II (Arraia Negra). A estreia está marcada para dezembro de 2018.

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  • Filme

    Família de Colin Farrell é vítima de psicopata no trailer legendado de O Sacrifício do Cervo Sagrado

    25 de outubro de 2017 /

    A Diamond Films divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “O Sacrifício do Cervo Sagrado” (The Killing of a Sacred Deer), que volta a juntar Nicole Kidman e Colin Farrell após “O Estranho que Nós Amamos”. A prévia é aflitiva, pela facilidade com que um jovem psicopata se aproxima da família do médico vivido por Farrell, e pela “trilha” desafinada da voz de sua filha (Raffey Cassidy, de “Tomorrowland”), tentando acertar a escala musical, enquanto entoa “Burn”, de Ellie Goulding. Na trama, o personagem de Farrell é um cirurgião carismático que faz amizade com um adolescente (Barry Keoghan, de “Dunkirk”), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma ameaça. Quando os filhos do médico começam a adoecer e demonstrar problemas físicos, o rapaz avisa que todos irão morrer. Segundo longa falado em inglês do diretor grego Yorgos Lanthimos, após “O Lagosta” (2015), também estrelado por Farrell, “The Killing of a Sacred Deer” foi premiado como Melhor Roteiro do Festival de Cannes deste ano. O elenco inclui ainda Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”) e Sunny Suljic (“1915”). A estreia está marcada para 3 de novembro nos Estados Unidos e não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Elle Fanning é uma alienígena punk no trailer de Como Falar com Garotas em Festas

    22 de outubro de 2017 /

    O Studiocanal divulgou cinco fotos, o pôster e o primeiro trailer da adaptação de “Como Falar com Garotas em Festas” (How to Talk to Girls at Parties), adaptação do conto premiado de mesmo nome de Neil Gaiman (autor de “American Gods”), em que Elle Fanning (“Demônio de Neon”) vive uma alienígena. A história acompanha um grupo de jovens punks de Londres, em 1977, que vão parar numa festa estranha, e logo descobrem que as garotas do lugar são mais do que aparentam ser. A turista espacial vivida por Fanning resolve seguir com um dos adolescentes, escapando de seu grupo de excursão para explorar o lugar mais perigoso da galáxia, o subúrbio londrino de Croydon. A direção é de John Cameron Mithell (“Reencontrando a Felicidade”), que também assina o roteiro em parceria com Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”). O elenco inclui Alex Sharp (“O Mínimo para Viver”), Nicole Kidman (“O Estranho que Nós Amamos”), Ruth Wilson (série “The Affair”), Matt Lucas (série “Doctor Who”), Tom Brooke (série “Preacher”) e Abraham Lewis (série “Guerilla”). O filme está na programação do Festival do Rio e ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Diretor anuncia final das filmagens de Aquaman

    22 de outubro de 2017 /

    O diretor James Wan (“Invocação do Mal”) anunciou o final das filmagens de “Aquaman” nas redes sociais. Ao lado de uma foto, em que posa à frente de uma baleia gigante cenográfica, segurando uma claquete onde se lê o codinome do filme (“Ahab”, numa referência a “Moby Dick”), ele aproveitou para agradecer ao “sensacional” elenco e equipe da produção. O filme traz Jason Momoa como Aquaman e Amber Heard como sua esposa, a Rainha Mera, além de Willem Dafoe (Vulko), Patrick Wilson (Mestre do Oceano/Orn), Nicole Kidman (Atlanna, a mãe de Aquaman), Temuera Morrison (Thomas Curry, o pai de Aquaman), Dolph Lundgren (Rei Nereus) e Yahya Abdul-Mateen II (Arraia Negra). A estreia está marcada para dezembro de 2018. Holy mackerel, you scampi serious — that’s finally a principal photography WRAP on Aquaman!! Thank You to an awesome cast & crew. pic.twitter.com/CqytboeaJJ — James Wan (@creepypuppet) October 21, 2017

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  • Filme

    Nicole Kidman vai estrelar novo filme da diretora de Garota Infernal

    5 de outubro de 2017 /

    Após estrelar a 2ª temporada de “Top of the Lake” e vencer o Emmy 2017 por “Big Little Lies“, Nicole Kidman vai voltar com muitos projetos ao cinema. O mais recente da lista é o suspense “Destroyer”, de Karyn Kusama (“Garota Infernal”). Segundo apurou o site da revista Variety, Nicole Kidman será uma detetive policial de Los Angeles, que na juventude se infiltrou em uma gangue no deserto da Califórnia com resultados trágicos. Vários anos depois, o líder do bando volta à tona, fazendo com que ela relembre o passado traumático para solucionar o caso. O roteiro original é da dupla Phil Hay e Matt Manfredi, autores do filme anterior de Kusama, “O Convite” (2015). “Destroyer” ainda não previsão de estreia nos cinemas, mas Kidman poderá ser vista em nada menos que seis filmes inéditos até o final de 2018, entre eles o blockbuster “Aquaman”. A lista se completa com “The Killing of a Sacred Deer”, de Yorgos Lanthimos, “How to Talk to Girls at Parties”, de John Cameron Mitchell, “The Upside”, de Neil Burger, “Boy Erased” (2018), de Joel Edgerton, e “She Came to Me”, de Rebecca Miller.

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    Trailer e fotos de suspense premiado em Cannes trazem Nicole Kidman, Colin Farrell e muita aflição

    27 de setembro de 2017 /

    A A24 divulgou 20 fotos e um novo trailer perturbador de “The Killing of a Sacred Deer”, que volta a juntar Nicole Kidman e Colin Farrell após “O Estranho que Nós Amamos”. A prévia é aflitiva, pela facilidade com que um jovem psicopata se aproxima da família do médico vivido por Farrell, e pela “trilha” desafinada da voz de sua filha, tentando acertar a escala musical. Na trama, o personagem de Farrell é um cirurgião carismático que faz amizade com um adolescente (Barry Keoghan, de “Dunkirk”), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma ameaça. Quando os filhos do médico começam a adoecer e demonstrar problemas físicos, o rapaz avisa que todos irão morrer. Segundo longa falado em inglês do diretor grego Yorgos Lanthimos, após “O Lagosta” (2015), também estrelado por Farrell, “The Killing of a Sacred Deer” foi premiado como Melhor Roteiro do Festival de Cannes deste ano. O elenco inclui ainda Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”) e Sunny Suljic (“1915”). A estreia está marcada para 3 de novembro nos Estados Unidos e não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Nicole Kidman registra sua chegada à Austrália para filmar Aquaman

    27 de agosto de 2017 /

    A atriz Nicole Kidman postou em seu Facebook uma foto (veja acima) de sua chegada à Gold Coast australiana para filmar suas cenas em “Aquaman”. Ela interpreta a mãe do personagem, a Rainha Atlanna. Após ter recusado o convite para viver outra rainha-mãe, em “Mulher-Maravilha”, a atriz revelou ter aceitado a segunda proposta por causa do diretor, ninguém menos que James Wan, criador das franquias de terror “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal”. “A razão de eu querer fazer ‘Aquaman’ é que James Wan é australiano e eu tenho acompanhado sua carreira desde o começo. Ele é um grande amigo meu e me ofereceu a oportunidade de viver a Rainha Atlanna. Assim que ele disse que eu poderia vestir madre pérola e ser uma sereia guerreira, eu disse: ‘É isso. Por favor, se há algo que eu preciso fazer na minha vida é ser ela’. Porque você também tem que se divertir um pouco”, contou a atriz. Outra curiosidade: apesar de ter pais e carreira australiana, Kidman nasceu na verdade em Honolulu, no Havaí, como Jason Momoa, intérprete de Aquaman. O filme estreia em 20 de dezembro de 2018 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Nicole Kidman e Colin Farrell vivem aflição em trailer de suspense premiado no Festival de Cannes

    17 de agosto de 2017 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer perturbador de “The Killing of a Sacred Deer”, que volta a juntar Nicole Kidman e Colin Farrell após “O Estranho que Nós Amamos”. A prévia mostra os adolescentes doentios da trama e a aflição do médico vivido por Farrell. A produção também marca um reencontro entre o ator irlandês e o diretor grego Yorgos Lanthimos, após “O Lagosta” (2015), e foi premiada com o troféu de Melhor Roteiro do Festival de Cannes deste ano. Na trama, o personagem de Farrell é um cirurgião carismático que é procurado por um adolescente (Barry Keoghan, de “Dunkirk”), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma obsessão. O adolescente passa a exigir cada vez mais atenção do seu novo “amigo”, enquanto os filhos do médico começam a demonstrar problemas físicos para desespero de sua mãe (papel de Kidman). O elenco inclui ainda Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”) e Sunny Suljic (“1915”). A estreia está marcada para 3 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Sofia Coppola subverte O Estranho que Nós Amamos com feminismo e beleza

    16 de agosto de 2017 /

    Embora “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola (“Bling Ring”), seja uma nova releitura do romance de Thomas Cullinan, é muito difícil dissociá-lo da primeira adaptação cinematográfica da obra, o filme homônimo de Don Siegel de 1971, até pelo impacto, como thriller, que o clássico mantém até hoje. Os dois longas travam uma espécie de diálogo, mudando a perspectiva da trama, de acordo com a época em que foram produzidos. A intenção da diretora parece ser provocar, ao deliberadamente alterar o ponto de vista da narrativa. Não vemos mais a história pelos olhos do soldado ianque ferido que é desejado por mulheres de todas as idades de um internato de garotas na Virginia, na época da Guerra Civil Americana. No filme de Siegel, Clint Eastwood conseguia tirar proveito dessa situação, como se estivesse numa loja de doces. Ao mesmo tempo, o que acontece a seguir com ele é um pesadelo terrível. O trailer da nova versão, que rendeu à diretora o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, nem fez questão de esconder a parte trágica do que acontece com o soldado, agora vivido por Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), quando ele adentra aquele território de mulheres, que se veem mudadas e excitadas com sua presença. Em entrevista, Sofia Coppola disse que fez seu filme para as mulheres e para seus amigos gays. Faz sentido, principalmente na cena em que Nicole Kidman, a dona do internato, banha o corpo nu e inconsciente do soldado e sente o calor do desejo. Três gerações de atrizes – Nicole Kidman (“Lion”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Demônio de Neon”) – se comportam de maneira diferente diante daquele homem. Mas todas elas se sentem bastante atraídas por ele. A mais velha parece ter uma reputação a zelar, mas tenta se aproveitar do fato de mandar naquele lugar; a do meio vê naquele homem uma passagem para a felicidade do amor romântico; já a mais jovem é impulsiva o suficiente para jogar o seu charme e avançar o sinal sem a menor culpa. Mas enquanto trata do desejo de diferentes mulheres por um homem, “O Estranho que Nós Amamos” é também um filme sobre a objetificação masculina e como a aparente fragilidade feminina na verdade esconde força – e até uma maldade. Trata-se de uma obra feminista, como já era o primeiro trabalho da diretora, “As Virgens Suicidas” (1999). Como todos os filmes da diretora, também é um trabalho repleto de beleza. Nas imagens captadas à luz de velas e claridade natural pelo cinematógrafo Philippe Le Sourd (“O Grande Mestre”), nos figurinos sóbrios das moças do internato (de Stacey Battat, em seu terceiro trabalho com a diretora), e em sua direção de arte absolutamente “feminina” (de Anne Ross, no quarto filme com Coppola), que sabe lidar muito bem com o vermelho vivo. O que é natural. Afinal, a mulher sangra todo mês.

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