Nicole Kidman e Colin Farrell vivem aflição em trailer de suspense premiado no Festival de Cannes
A A24 divulgou o pôster e o trailer perturbador de “The Killing of a Sacred Deer”, que volta a juntar Nicole Kidman e Colin Farrell após “O Estranho que Nós Amamos”. A prévia mostra os adolescentes doentios da trama e a aflição do médico vivido por Farrell. A produção também marca um reencontro entre o ator irlandês e o diretor grego Yorgos Lanthimos, após “O Lagosta” (2015), e foi premiada com o troféu de Melhor Roteiro do Festival de Cannes deste ano. Na trama, o personagem de Farrell é um cirurgião carismático que é procurado por um adolescente (Barry Keoghan, de “Dunkirk”), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma obsessão. O adolescente passa a exigir cada vez mais atenção do seu novo “amigo”, enquanto os filhos do médico começam a demonstrar problemas físicos para desespero de sua mãe (papel de Kidman). O elenco inclui ainda Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”) e Sunny Suljic (“1915”). A estreia está marcada para 3 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Sofia Coppola subverte O Estranho que Nós Amamos com feminismo e beleza
Embora “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola (“Bling Ring”), seja uma nova releitura do romance de Thomas Cullinan, é muito difícil dissociá-lo da primeira adaptação cinematográfica da obra, o filme homônimo de Don Siegel de 1971, até pelo impacto, como thriller, que o clássico mantém até hoje. Os dois longas travam uma espécie de diálogo, mudando a perspectiva da trama, de acordo com a época em que foram produzidos. A intenção da diretora parece ser provocar, ao deliberadamente alterar o ponto de vista da narrativa. Não vemos mais a história pelos olhos do soldado ianque ferido que é desejado por mulheres de todas as idades de um internato de garotas na Virginia, na época da Guerra Civil Americana. No filme de Siegel, Clint Eastwood conseguia tirar proveito dessa situação, como se estivesse numa loja de doces. Ao mesmo tempo, o que acontece a seguir com ele é um pesadelo terrível. O trailer da nova versão, que rendeu à diretora o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, nem fez questão de esconder a parte trágica do que acontece com o soldado, agora vivido por Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), quando ele adentra aquele território de mulheres, que se veem mudadas e excitadas com sua presença. Em entrevista, Sofia Coppola disse que fez seu filme para as mulheres e para seus amigos gays. Faz sentido, principalmente na cena em que Nicole Kidman, a dona do internato, banha o corpo nu e inconsciente do soldado e sente o calor do desejo. Três gerações de atrizes – Nicole Kidman (“Lion”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Demônio de Neon”) – se comportam de maneira diferente diante daquele homem. Mas todas elas se sentem bastante atraídas por ele. A mais velha parece ter uma reputação a zelar, mas tenta se aproveitar do fato de mandar naquele lugar; a do meio vê naquele homem uma passagem para a felicidade do amor romântico; já a mais jovem é impulsiva o suficiente para jogar o seu charme e avançar o sinal sem a menor culpa. Mas enquanto trata do desejo de diferentes mulheres por um homem, “O Estranho que Nós Amamos” é também um filme sobre a objetificação masculina e como a aparente fragilidade feminina na verdade esconde força – e até uma maldade. Trata-se de uma obra feminista, como já era o primeiro trabalho da diretora, “As Virgens Suicidas” (1999). Como todos os filmes da diretora, também é um trabalho repleto de beleza. Nas imagens captadas à luz de velas e claridade natural pelo cinematógrafo Philippe Le Sourd (“O Grande Mestre”), nos figurinos sóbrios das moças do internato (de Stacey Battat, em seu terceiro trabalho com a diretora), e em sua direção de arte absolutamente “feminina” (de Anne Ross, no quarto filme com Coppola), que sabe lidar muito bem com o vermelho vivo. O que é natural. Afinal, a mulher sangra todo mês.
Escritora de Big Little Lies recebe encomenda para 2ª temporada
O presidente de programação da HBO Casey Bloys afirmou que “Big Little Lies” deverá ter mesmo uma 2ª temporada. Durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), o executivo revelou ter encomendado uma nova história a Liane Moriarty, autora do livro no qual a série se baseou, e a escritora aceitou a proposta. “Estou curioso para ver o que ela vai entregar”, disse Bloys. Nicole Kidman e Reese Witherspoon, que estrelam a série e atuam como produtoras executivas, já manifestaram interesse em continuar dando vida às personagens. Mas o diretor Jean-Marc Vallée – que dirigiu todos os sete episódios da 1ª temporada – afirmou ter outras prioridades. Mesmo assim, Bloys permanece confiante da participação dele em uma sequência. “Eu sei que Jean-Marc disse que… bem, Nicole e Reese podem ser muito persuasivas”, comentou. “Primeiro, temos que ver o material e ver se vale a pena para todos. E se for, teremos uma conversa sobre diretores”. A série exibiu seu último episódio no dia 2 de abril no canal pago HBO, após acompanhar a história de três mães que têm vidas aparentemente perfeitas, mas que sucumbem às pequenas pressões do cotidiano e chegam ao ponto de cometer um assassinato. Além de Kidman e Witherspoon, a produção era encabeçada por Shailene Woodley.
Nicole Kidman e Russell Crowe negociam estrelar filme de cura gay
O ator Joel Edgerton prepara seu segundo filme como diretor, após o intenso suspense “O Presente” (2015). O tema é polêmico e pode ter Nicole Kidman (“Lion”) e Russell Crowe (“A Múmia”) em seu elenco. Intitulado “Boy Erased”, o filme será estrelada pelo Lucas Hedges. O jovem destaque de “Manchester à Beira-Mar” (2016) tem o papel-título, como o filho de um pastor batista que é forçado a participar de um grupo de conversão de adolescentes gays. A trama é baseada no livro de memórias de Garrand Conley, que aos 19 anos foi forçado a escolher entre sua sexualidade e a família, matriculando-se num grupo de estudos bíblicos para se “curar” da homossexualidade e voltar a ser bem-vindo em sua própria casa e no reino de Deus. Nicole Kidman e Russell Crowe estão em negociações para viver os pais de Hedges no longa, cujas filmagens devem começar no segundo semestre, com produção da Anonymous Content.
2ª temporada de Top of the Lake ganha trailer poderoso com Elisabeth Moss e Nicole Kidman
A rede BBC divulgou o pôster e um trailer poderoso da 2ª temporada de “Top of the Lake”, que ganhou o subtítulo “China Girl”. A prévia mostra a relação entre as personagens de Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e Nicole Kidman (“Lion”), e como a filha da última se envolve com um namorado perigoso, numa trama de escravas sexuais. A produção original era uma minissérie. Mas se tornou tão premiada – faturou Emmy, Globo de Ouro, BAFTA, Critics Choice, SAG Awards, PGA Awards, etc – que inspirou a BBC a encomendar uma continuação. Novamente escrita e dirigida pela cineasta Jane Campion (“O Piano”), cocriadora da série em parceria com Gerard Lee (“My Mistress”), a nova temporada encontra a detetive policial Robin Griffin, personagem de Moss, trabalhando num novo caso, quatro anos após desvendar o desaparecimento de uma menina de 12 anos numa comunidade do interior da Nova Zelândia. O elenco também inclui Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), David Dencik (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”), Peter Mullan (série “Quarry”) e David Wenham (série “Punho de Ferro”). “Top of the Lake: China Girl” terá 6 episódios e teve première no Festival de Cannes. A estreia está marcada para setembro no Reino Unido.
Filme sueco vence Festival de Cannes, que também premiou Sofia Coppola e Joaquin Phoenix
O filme sueco “The Square”, de Ruben Östlund, foi o vencedor da Palma de Ouro do 70º Festival de Cannes. A obra não era das mais badaladas da competição, mas o diretor já tinha causado boa impressão em Cannes com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar há três anos. Em tom que varia entre o drama e a comédia, a trama acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, vítima de um pequeno incidente que desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, “The Square” ainda faz um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Apesar da vitória de um longa europeu, a maior parte das premiações do juri presidido pelo espanhol Pedro Almodóvar foi para produções americanas. Um número, por sinal, mais elevado que o costume entre as edições anteriores do festival. O prêmio de direção ficou com Sofia Coppola por “O Estranho que Nós Amamos”, remake do filme homônimo de 1971, que transforma uma trama de western em suspense gótico. A diretora não estava em Cannes para a cerimônia, realizada no domingo (28/5), mas enviou uma longa mensagem de agradecimento, na qual menciona a neozelandesa Jane Campion, única mulher a vencer a Palma de Ouro, com “O Piano”, em 1993, como uma de suas “inspirações” na carreira. A estrela de “O Estranho que Nós Amamos”, Nicole Kidman, também foi homenageada com um prêmio especial do festival. Neste ano, ela participou de quatro produções exibidas na programação de Cannes. Duas delas estavam na mostra competitiva. E a segunda também foi premiada: o suspense “The Killing of a Sacred Deer”, do grego Yorgos Lanthimos, que venceu o troféu de Melhor Roteiro, empatado com “You Were Really Never Here”, outra produção americana, dirigida pela escocesa Lynne Ramsay. Para completar a lista americana, Joaquin Phoenix, estrela de “You Were Really Never Here”, venceu o troféu de Melhor Ator. A alemã Diane Krueger foi premiada como Melhor Atriz por “In the Fade”, e dois filmes europeus levaram o Grande Prêmio e o Prêmio do Juri, equivalentes ao 2º e 3º lugares do festival: o francês “120 Battements par Minute”, de Robin Campillo, e o russo “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev. Por fim, o prêmio Câmera de Ouro, para longa-metragem de diretor estreante, foi para “Jeune Femme”, da francesa Léonor Serraille, exibido na mostra paralela Um Certo Olhar. Nenhum filme da Netflix foi premiado. O júri da competição oficial foi composto pelos diretores Pedro Almodóvar, Park Chan-wook, Paolo Sorrentino, e Maren Ade, as atrizes Jessica Chastain, Fan Bingbing, Agnès Jaoui, o ator Will Smith e o compositor Gabriel Yard. Vencedores do Festival de Cannes 2017 Palme de Ouro de Melhor Filme “The Square”, de Ruben Öslund (Suécia) Melhor Direção Sofia Coppola, por “O Estranho que Nós Amamos” (EUA) Melhor Roteiro “The Killing of a Sacred Dear”, de Yorgos Lanthimos (Reino Unido) “You Were Really Never Here”, de Lynne Ramsay (EUA) Melhor Ator Joaquin Phoenix, por “Your Were Never Really Here” (EUA) Melhor Atriz Diane Krueger, por “In the Fade” (Alemanha) Grande Prêmio do Júri “120 Battements par Minute”, de Robin Campillo (França) Prêmio do Júri “Loveless”, de Andrey Zvyagintsev (Rússia) Prêmio Especial do 70º aniversário de Cannes Nicole Kidman (EUA) Câmera de Ouro (melhor filme de estreia) “Jeune Femme”, de Léonor Serraille (França)
Sofia Coppola conquista Cannes com western gótico sobre empoderamento feminino
O novo filme de Sofia Coppola, “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), foi o primeiro a entusiasmar crítica e público no Festival de Cannes. Remake de um western dirigido por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, com mais suspense e até terror que o original, o longa subverte as expectativas por mudar o ponto de vista, contando a história pela perspectiva das mulheres da trama. Na entrevista coletiva do festival, a diretora disse que descobriu o filme por indicação da amiga e designer de produção Anne Ross. “O filme ficou na minha cabeça. O original é sob o ponto de vista do homem. Achei que podia contar a história sob o ponto de vista das mulheres”, explicou. Sofia nunca tinha feito um remake, por isso foi buscar mais informações na fonte original, o livro de 1966, escrito por Thomas Cullinan. Ela tampouco tinha realizado um thriller com clima gótico, filmado à luz de velas – a fotografia de Philippe Le Sourd é deslumbrante. Mas o que chama mais atenção é o elenco estelar da produção, liderado por Nicole Kidman (“Lion”), como a diretora de um internato para moças no Sul rural dos Estados Unidos durante a Guerra Civil do século 19. Neste local, Kirsten Dunst (“As Duas Faces de Janeiro”) vive uma professora, enquanto Elle Fanning (“Demônio de Neon”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) são estudantes. Este universo feminino é invadido pela chegada de um soldado do exército da União ferido, interpretado por Colin Farrell (“O Lagosta”), que as mulheres decidem abrigar e tratar. Mas, cercado de beleza, ele logo começa a abusar da hospitalidade daqueles mulheres, que estão sozinhas, mas não desamparadas. “Toda vez que um grupo de mulheres é isolado do mundo exterior, uma nova dinâmica se estabelece entre elas. O que fiz foi me afastar da memória do filme de Don Siegel e pensar em como eu poderia contar aquela história de novo, sob um ponto de vista diferente”, contou a cineasta. Há um cuidado em evitar transformar o homem em vítima de mulheres vingativas. Ele é claramente um predador, invadindo um ninho. “Para mim, ele chega e arruína tudo. Nós estávamos bem só nós mesmas, apenas não podíamos ter filhos”, apontou Nicole Kidman. Vale lembrar que as mulheres do filme estão numa escola não para aprenderem uma profissão, mas sendo educadas para atrair bons maridos. Entretanto, a guerra levou os homens embora. O único que aparece faz parte do exército inimigo. O instinto feminino natural é ajudá-lo. Mas se ele mostrar sua verdadeira face, as mulheres ainda serão maioria. As mulheres já são maioria em muitas áreas, mas curiosamente não no cinema. Kidman aproveitou a discussão sobre empoderamento feminino para reclamar da pouca quantidade de diretoras contratadas pela indústria ou selecionadas para festivais. Neste ano, entre as duas dezenas de filmes na mostra competitiva de Cannes, apenas três são assinados por mulheres. “Temos de apoiar as cineastas. Muita gente diz que as coisas estão diferentes, mas não é o que mostram as estatísticas”, disse ela. “Apenas 2% dos filmes lançados no ano passado foram dirigido por mulheres. É uma estatística que diz tudo, e acho que é importante que continuemos repetindo”, acrescentou. “Para nossa sorte, temos Sofia e Jane aqui neste ano”, referindo-se também à australiana Jane Campion, que dirige Kidman na continuação da minissérie “Top of the Lake”, exibida fora de competição em Cannes. “Nós, mulheres, precisamos dar apoio a outras realizadoras mulheres”, concluiu. Esta não foi a única discussão levantada durante a entrevista coletiva de “O Estranho que Nós Amamos”. Sofia também defendeu que filmes devem ser vistos em salas de cinema, entrando na polêmica da participação de produções da Netflix no festival. “Fiquei feliz por filmar em película de 35mm, pensando em enquadramentos e fotografia para uma tela grande. Espero que as pessoas assistam ao filme em uma sala de cinema. É uma atmosfera totalmente diferente, uma experiência única em nossas vidas modernas”, ela declarou. Colin Farrell, único homem do elenco, não conseguiu se conter, emendando: “Já viram o vídeo na internet no qual David Lynch fala sobre assistir a filmes em celulares? É um lindo poema de 45 segundos. E diz: ‘Você acha que está vendo um filme de verdade numa p…a de telefone?’. Chequem no YouTube. É realmente lindo!”, provocou o ator. Nunca é demais lembrar a Farrell e aos leitores que David Lynch também está no Festival de Cannes. Ele foi acompanhar a projeção de seu novo trabalho, o revival da série “Twin Peaks”, que não será lançado nos cinemas, mas já está disponível no Brasil pela Netflix, para ser visto “numa p… de telefone”.
Nicole Kidman vive terror entre vaias e aplausos no Festival de Cannes
O cineasta Yorgos Lanthimos exigiu um verdadeiro sacrifício grego do público no Festival de Cannes. Brutal, “The Killing of a Sacred Deer” fez pessoas abandonarem a sala de projeção, tamanha aflição causada por seu suspense. Mas a vingança não tardou, ouvida nas sonoras vaias que acompanharam a exibição dos créditos finais. A crítica, porém, elogiou o tom fúnebre do horror e a ousadia com que a trama se descortina. O novo filme do diretor grego, que venceu o Prêmio do Júri do festival em 2015 com “O Lagosta”, gira em torno de uma família rica e feliz, formado por Colin Farrell. Nicole Kidman (ambos também presentes em outro filme da competição: “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola) e seus dois filhos. O personagem de Farrell fez fortuna como um cirurgião carismático e não estranha quando é procurado por um adolescente (Barry Keoghan, que está em “Dunkirk”, de Christopher Nolan), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma obsessão. O adolescente passa a exigir cada vez mais atenção do seu novo “amigo”. E quando um dos filhos do médico fica gravemente doente, ele anuncia: “Você tirou uma vida da minha família, eu vou tirar uma da sua”. O impacto é de filme de terror, mas a origem das vinganças sangrentas preconizados pela trama vem mesmo dos clássicos gregos. E embora o público perceba tudo como uma grande tragédia, o diretor insiste que se trata de uma comédia. De humor negro e perturbador, mas ainda assim uma comédia. “Eu disse aos meus atores que o projeto era uma comédia, e acredito nisso”, Lanthimos revelou, durante o encontro com a imprensa. “Nunca tratei de temas pesados com seriedade”, explicou, revelando que o filme se torna “brutal por acumulação de elementos, não em suas partes menores”. Como comédia, porém, “The Killing of a Sacred Deer” é muito sem graça. Os risos são apenas nervosos. E o que acontece… “Meus filhos não vão ver esse filme”, sintetizou Nicole Kidman, após a exibição.
Reese Witherspoon confirma planos para 2ª temporada de Big Little Lies
A atriz Reese Witherspoon, que além de estrelar produziu a minissérie “Big Little Lies” com Nicole Kidman, confirmou estar tentando encontrar uma história para uma 2ª temporada da atração. Em entrevista ao E!News, ela contou estar conversando com Kidman e a escritora Liane Moriarty, autora do livro que inspirou a série, sobre uma potencial continuação. “Nicole e eu acabamos de falar sobre isso, faz três dias. Estamos conversando com Liane Moriarty, que escreveu o livro, sobre como esses personagens poderiam continuar na trama, o que aconteceria. Definitivamente deixamos o final da 1ª temporada em aberto, então existe uma possibilidade ali.” “Big Little Lies” é baseado no romance homônimo de Moriarty. A escritora não criou uma sequência para a história, mas recentemente disse em entrevista ao jornal australiano The Sydney Morning Herald que ela está aberta a continuar a trama. “Comecei a pensar em como isso poderia continuar. As produtoras me pediram para ver se eu poderia apresentar algumas ideias. Não escreveria um livro novo, mas talvez uma nova história e então poderíamos ver o que acontece. Estou absolutamente aberta a isso porque parei para pensar e vi que seria muito divertido ver esses personagens novamente. E definitivamente há lugares para onde a história pode caminhar.” O único que parece contrário à ideia é o diretor Jean-Marc Vallée, que disse não ter planos de participar de uma possível 2ª temporada da série. A série exibiu seu último episódio no dia 2 de abril no canal pago HBO, após acompanhar a história de três mães que têm vidas aparentemente perfeitas, mas que sucumbem às pequenas pressões do cotidiano e chegam ao ponto de cometer um assassinato.
Trailer do remake de O Estranho que Nós Amamos com Nicole Kidman e Colin Farrell é terror à luz de velas
A Focus Features divulgou o segundo trailer do remake de “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled). Como a maioria dos trailers recentes, a prévia entrega demais, inclusive a reviravolta e os detalhes mórbidos da trama, que sob a direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”) assume clima de terror de época. Uma história gótica, passada numa antiga mansão rural, à luz de velas. A prévia traz o ator Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) no papel interpretado por Clint Eastwood em 1971, como um soldado ianque ferido, que é socorrido e tratado numa escola sulista para meninas. Sua presença desperta interesse tanto no corpo docente quanto no discente, e não demora a render relações indecentes. Mas a tensão sexual gera ciúmes e marca uma guinada trágica. O remake é a segunda parceria da diretora com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) também fazem parte da seleção de loiras da produção. Selecionado para o Festival de Cannes, o novo “O Estranho que Nós Amamos” estreia em 30 de junho nos EUA e apenas dois meses depois, em 24 de agosto, no Brasil.
Amber Heard compartilha foto e vídeo de seu treinamento para Aquaman
A atriz Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) divulgou em seu Instagram uma foto e um vídeo de seu treinamento para interpretar o papel de Mera no filme do Aquaman. Sua personagem será esposa do herói vivido por Jason Momoa (“Conan, o Bárbaro”) na produção. As filmagens estão previstas para começar em maio, com Nicole Kidman (“Lion”) como a mãe de Aquaman, Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) no papel do conselheiro Vulko, Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) como o vilão Mestre do Oceano e Yahya Abdul-Mateen II (série “The Get Down”) interpretando o vilão Arraia Negra. A direção está a cargo de James Wan (“Velozes e Furiosos 7”) e a estreia está prevista para dezembro de 2018. Another day at the office #Aquaman #fighttraining @87elevenaction @jonvalera Uma publicação compartilhada por Amber Heard (@amberheard) em Abr 1, 2017 às 10:56 PDT
Nicole Kidman aceitou viver a mãe de Aquaman por causa do diretor James Wan
A atriz Nicole Kidman, que já tinha sido anteriormente sondada pela Warner para viver a mãe da Mulher-Maravilha, sem chegar a um acordo, vai viver a mãe do Aquaman. A diferença é que, desta vez, ela quis fazer o papel desde que recebeu o convite, por conhecer bem o diretor responsável pela adaptação, ninguém menos que James Wan, criador das franquias de terror “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal”. “A razão de eu querer fazer Aquaman é que James Wan é australiano e eu tenho acompanhado sua carreira desde o começo. Ele é um grande amigo meu e me ofereceu a oportunidade de viver a Rainha Atlanta. Assim que ele disse que eu poderia vestir madre pérola e ser uma sereia guerreira, eu disse: ‘É isso. Por favor, se há algo que eu preciso fazer na minha vida é ser ela’. Porque você também tem que se divertir um pouco”, disse Kidman. Outra curiosidade: apesar de ter pais e carreira australiana, Kidman nasceu na verdade em Honolulu, no Havaí, como Jason Momoa, intérprete de Aquaman. O filme estreia em 20 de dezembro de 2018 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Comédia romântica vai juntar Steve Carell, Nicole Kidman e Amy Schumer
A comédia romântica “She Came to Me” reuniu um elenco de peso. Segundo o site da revista Variety, Steve Carell (“A Grande Aposta”), Nicole Kidman (“Lion”) e Amy Schumer (“Descompensada”) estão confirmados na produção. O filme tem direção e roteiro de Rebecca Miller (“O Plano de Maggie”) e mostrará duas histórias de amor numa família com pessoas de várias idades. Ainda não há previsão para o início das filmagens ou a estreia nos cinemas.











