Netflix estaria considerando fazer um spin-off de House of Cards sem Kevin Spacey
A Netflix estaria considerando desenvolver um spin-off da série “House of Cards”, apurou o site da revista Variety. De acordo com a publicação, há várias ideias sendo tratadas entre os executivos da plataformas. Uma delas é centrar a nova história no personagem Doug Stamper (Michael Kelly), com roteiro escrito pelo produtor Eric Roth. Ainda sem título, a nova série aconteceria sem a participação de Frank Underwood, o personagem vivido por Kevin Spacey, que além de estrelar também é produtor de “House of Cards”. O projeto teria o objetivo de preservar o prestígio da atração ao eliminar a participação de Spacey, que é o mais recente membro da indústria americana do entretenimento a ser atingido por um escândalo sexual. Após Spacey ser acusado de tentar abusar o ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando o colega tinha apenas 14 anos, a Netflix teria decidido cancelar “House of Cards”. Produtores da série e executivos se encontraram no set e procuraram acalmar elenco e equipe a respeito do futuro da produção. A princípio, as gravações da 6ª temporada estão mantidas, mas seriam os últimos episódios da série. Rapp disse ao BuzzFeed News que conheceu Spacey em 1986, quando ambos apareceram em peças da Broadway. Uma noite, Spacey o convidou para o seu apartamento para uma festa. Quando percebeu que era o único que ainda estava no apartamento, sofreu uma tentativa de abuso do ator mais velho. Mas como tinha só 14 anos, demorou a entender o que estava acontecendo. Leia aqui mais detalhes do relato do assédio.
Netflix teria cancelado House of Cards após denúncia de assédio contra Kevin Spacey
A Netflix teria decidido cancelar “House of Cards”, após a denúncia de assédio sexual contra Kevin Spacey, feita pelo ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”). Além de estrelar, Spacey também tem créditos de produtor da série dramática da plataforma de streaming. A atração já tinha começado a gravar os episódios de sua 6ª temporada, que agora servirão como final da trama. A produtora Media Rights Capital e a Netflix emitiram um comunicado conjunto em menos de 12 horas após a publicação da denúncia no site Buzzfeed, dizendo-se estão profundamente “preocupadas com as notícias sobre Kevin Spacey”. “Em resposta às revelações de ontem de noite, executivos de ambas as empresas chegaram em Baltimore nesta tarde para se encontrar com nosso elenco e equipe, e garantir que eles se sintam seguros e apoiados. Conforme programado anteriormente, Kevin Spacey não se encontra trabalhando no set neste momento”, diz o texto suscinto. O comunicado não aborda o cancelamento, mas os principais sites de entretenimento dos Estados Unidos ouviram fontes que afirmam que a informação foi compartilhada com todos os envolvidos na produção. A princípio, os executivos tranquilizaram os profissionais sobre o trabalho em andamento, informando que a 6ª temporada será completada e os últimos 13 episódios exibidos em 2018. “House of Cards” foi especialmente importante para a Netflix, ao estrear em 2013 e render os primeiros prêmios do serviço de streaming, o que abriu caminho para uma transformação na indústria de entretenimento. Ao todo, a série já teve 46 indicações ao Emmy e venceu seis troféus, além de ter recebido um Peabody e dois Globos de Ouro.
Série animada Uma Família da Pesada já tinha aludido a suposta pedofilia de Kevin Spacey
Após a denúncia de assédio contra Kevin Spacey (série “House of Cards”), que teria tentado abusar sexualmente do ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) quando este tinha 14 anos, um trecho controverso de um episódio de 2005 da série “Uma Família da Pesada” (Family Guy) ressurgiu nas redes sociais. Na cena, Stewie, o bebê da família, aparece pelado e correndo por um shopping, enquanto grita “Eu escapei do porão de Kevin Spacey”. Veja abaixo. A insinuação de pedofilia da animação de Seth MacFarlane é parecida com outra alusão feita pelo próprio criador da série, na qual denunciou Harvey Weinstein. Em 2013, quando apresentou o Oscar, McFarlane também fez um comentário, em forma de piada, sobre os assédios de Weinstein, dizendo que as atrizes indicadas já não precisavam mais “fingir que gostavam dele”. Poucos dias após o escândalo sexual de Weinstein vir à tona, MacFarlane confirmou no Twitter que seu comentário foi motivado pela história de sua amiga Jessica Barth (atriz de “Ted”, dirigido por McFarlane), que lhe contou ter sido vítima do produtor. Seth MacFarlane ainda não tuitou sobre Kevin Spacey.
Criador de House of Cards se pronuncia sobre acusação de assédio contra Kevin Spacey
O criador de “House of Cards”, Beau Willimon, pronunciou-se sobre a acusação de assédio sexual contra Kevin Spacey, o astro da série da Netflix. Ele tuitou seu apoio ao ator Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”), que afirmou ter sido assediado por Spacey aos 14 anos. “A história de Anthony Rapp é altamente preocupante”, escreveu o produtor e roteirista. “Durante o período em que trabalhei com Kevin Spacey em ‘House of Cards’, eu não testemunhei e nem fiquei sabendo de nenhum comportamento inapropriado no set de gravações ou fora dele. Dito isso, eu levo a sério denúncias desse tipo de comportamento e esta não será exceção. Sinto muito pelo senhor Rapp e apoio sua coragem”. Rapp disse ao site BuzzFeed News que os dois se conheceram em 1986, quando estavam em peças da Broadway. Uma noite, Spacey convidou Rapp para o seu apartamento para uma festa. Mais tarde, segundo Rapp, ele se viu entediado e assistindo TV no quarto de Spacey, quando percebeu que ele era o único que ainda estava no apartamento com o ator, que tinha 26 anos na época. “Ele estava tentando ficar comigo sexualmente”, disse Rapp, antes de contar que conseguiu se esquivar de Spacey e ir embora. Em resposta à denúncia, Spacey tuitou suas “mais sinceras desculpas”, dizendo não se lembrar do corrido por possivelmente estar bêbado na ocasião, mas aproveitou para se assumir gay. A mistura de temas causou controvérsias e agora o ator está sendo acusado de tentar transformar a acusação de assédio numa notícia sobre o fato dele sair do armário. Willimon não trabalha mais em “House of Cards”, tendo abandona a produção ao final da 4ª temporada, no ano passado. Atualmente, ele desenvolve “The First”, uma série sci-fi sobre a colonização de Marte, na plataforma Hulu.
Netflix divulga sua intervenção na programação do SBT
A Netflix disponibilizou na internet o material produzido para divulgar “Stranger Things” no SBT. A plataforma de streaming ocupou 1 hora e 30 minutos da programação do canal na noite de sábado passado (28/10), usando a maior parte do tempo para exibir o primeiro episódio da atração, mas 10 minutos foram aproveitados para fazer propaganda do serviço de assinatura. De forma criativa, o material mantém uma aparência retrô para combinar com a época em que se passa a série: os anos 1980. Além de alguns comerciais fakes de produtos da década de 1980, a ação combinou a história da série com cenas antigas de uma reportagem sobre o chupa-cabras, originalmente feita para o programa “SBT Repórter”. Apresentada como uma notícia, a propaganda foi ancorada por uma apresentação da jornalista Marília Gabriela, que também aparece num mashup de imagens antigas e atuais, graças a uma edição que embaralha as diferentes épocas. Para completar, a plataforma ainda desenvolveu um comercial retrô de “Star Trek: Discovery”, que pode ser visto abaixo.
Karen Page é destaque em pôster individual e novas fotos da série do Justiceiro
A Netflix divulgou novos fotos e um pôster da série do “Justiceiro”, que destaca Deborah Ann Woll, repetindo o papel de Karen Page de “Demolidor”. A imagem reforça a relação das duas séries, uma vez que o ator Jon Bernthal assumiu o papel de Frank Castle/Justiceiro na 2ª temporada de “Demolidor”. Além deles, a série contará ainda com Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible”/”O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente federal que entra em conflito com o Justiceiro numa investigação, Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw) e Paul Schulze (série “Suits”) como William Rawlins, o ex-chefe e atual perseguidor de Castle. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e estreia em 17 de novembro.
Mudbound: Aposta da Netflix no Oscar 2018 ganha novo trailer épico
A Netflix divulgou o segundo trailer de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, que a prévia ajuda a delinear. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso já conquistou antecipadamente o primeiro troféu do Gotham Awards, evento do cinema indie americano, que abre a temporada de premiações de Hollywood. Ele inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto, de Londres e de Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.
Veja uma prévia de Beyond Stranger Things, o programa que discute a série Stranger Things
A Netflix divulgou uma prévia do programa dedicado aos bastidores da série “Stranger Things”. O vídeo mostra a abertura e revela que Jim Rash (“Girlboss”) será o apresentador de “Beyond Stranger Things”, atração que funcionará como os “extras” da nova leva de episódios, com entrevistas, cenas de gravações e comentários sobre a trama dos episódios – um “aftershow” ao estilo de “Talking Dead”, sobre a série “The Walking Dead”. No entanto, a plataforma aconselha a seus espectadores a não assistir “Beyond Stranger Things” antes de verem todos os novos capítulos da série, pois o programa contém spoilers. A programa e a 2ª temporada de “Stranger Things” estreiam nesta sexta-feira, dia 27 de outubro.
Olivia Colman vai substituir Claire Foy como a rainha Elizabeth II na série The Crown
A atriz Olivia Colman (da série “Broadchurch”) vai substituir Claire Foy como a rainha Elizabeth II na série “The Crown”. Segundo o site da revista Entertainment Weekly, a troca acontecerá nas 3ª e 4ª temporadas da produção da Netflix, que mostrará a rainha mais velha. Clare Foy ainda aparecerá como Elizabeth no segundo ano da produção, passado na década de 1960. Cada temporada da premiada “The Crown”, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Série de Drama em 2017, deve seguir uma década diferente da vida da rainha. Com isso, produtores já planejavam a troca de protagonistas depois da 2ª temporada, que estreia no dia 8 de dezembro. Curiosamente, Colman interpretou a mãe da Rainha Elizabeth, também chamada de Elizabeth, no filme “Um Final de Semana em Hyde Park” (2012). Ela também poderá ser vista em breve em “Assassinato no expresso do Oriente”, que estreia no Brasil em 23 de novembro.
Stranger Things terá programa dedicado a seus bastidores
A Netflix vai lançar um programa dedicado aos bastidores da série “Stranger Things”. Intitulado “Beyond Stranger Things”, a atração funcionará como os “extras” da nova leva de episódios, com entrevistas, cenas de gravações e comentários sobre a trama dos episódios – um “aftershow” ao estilo de “Talking Dead”, sobre a série “The Walking Dead”. No entanto, a plataforma aconselha a seus espectadores a não assistir “Beyond Stranger Things” antes de verem todos os novos capítulos da série, pois o programa contém spoilers. A trama do segundo ano se passa em 1984, enquanto os cidadãos de Hawkins, Indiana, ainda estão se recuperando dos horrores do Demogorgon e dos segredos do Laboratório secreto da cidade. Will Byers (Noah Schnapp) foi resgatado do Mundo Invertido, mas uma entidade maior e mais sinistra ainda ameaça os que sobreviveram. A 2ª temporada estreia nesta sexta-feira, dia 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.
American Vandal é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “American Vandal” para a 2ª temporada, e já disponibilizou um vídeo sugerindo a nova investigação do programa. Paródia do formato de séries de documentários sobre crimes reais (como “Making a Murderer”), a atração conquistou críticas muito positivas – tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes – e há quem o considere a melhor comédia da plataforma. “American Vandal” foi criada por Tony Yacenda e Dan Perrault, que fizeram juntos a série “Neon Arcade”, e acompanha um estudante e aspirante a documentarista chamado Peter Maldonado (Tyler Alvarez, da série “Every Witch Way”), disposto a denunciar equívocos da justiça escolar. Na 1ª temporada, Maldonado investigou o caso de um jovem estudante chamado Dylan Maxwel (Jimmy Tatro, de “Anjos da Lei 2”), expulso de sua escola por supostamente pichar 27 carros do estacionamento da escola com desenhos de pênis. Acreditando que o colega era inocente, ele resolve examinar a expulsão controversa e potencialmente injusta do acusado. O caso logo se torna dramático, porque Dylan é um notório desenhador de pênis. Mas Spencer percebe que os sacos dos pênis desenhados pelo colega são diferentes daqueles que ilustram caso de vandalismo e passa a questionar as provas supostamente incriminadoras. A 2ª temporada terá mais oito episódios e chegará à Netflix em 2018.
Vincent D’Onofrio vai voltar a viver Wilson Fisk na 3ª temporada de Demolidor
O ator Vincent D’Onofrio vai voltar a viver Wilson Fisk, o Rei do Crime, na 3ª temporada da série “Demolidor” (Daredevil). Ele inclusive mudou a decoração de seu Twitter para incluir uma imagem de Fisk, antecipando o retorno. “Vincent é um ator excepcional que retorna com o incrível peso que ele traz para Fisk”, confirmou o chefe da Marvel TV, Jeph Loeb, ao site Deadline. A notícia alimenta os rumores sobre a trama da 3ª temporada, que, após o final de “Os Defensores”, parece se alinhar com a famosa história de “A Queda de Murdock” (Born Again), escrita por Frank Miller e desenhada por David Mazzucchelli em 1986. Isto porque a última cena da minissérie trazia o herói (vivido por Charlie Cox) sendo cuidado por freiras, como acontecia após sua derrota na trama dos anos 1980. A história de Miller ficou famosa por trazer de volta Karen Page (a personagem vivida por Deborah Ann Woll), antiga namorada do herói nos quadrinhos, que tinha saído da continuidade há alguns anos. Ela ressurgiu de forma polêmica e impactante: como uma viciada que decide trocar a informação da identidade secreta do Demolidor por uma porção de drogas. Esta informação crucial vai parar nas mãos de Wilson Fisk, que passa a destruir todos ao redor de Matt Murdock, numa vingança avassaladora. A trama da 3ª temporada não foi confirmada, mas será responsabilidade de um novo showrunner. Erik Oleson, produtor-roteirista de “Arrow”, vai trocar a DC pela Marvel na produção dos novos episódios, que ainda não têm previsão de estreia.
Godzilla conquista a Terra em trailer de animação japonesa futurista
A Toho Animation divulgou novos pôsteres e o segundo trailer de “Godzilla: Monster Planet”, anime futurista com o “rei dos monstros”. A prévia é dublada em japonês e não tem legendas. A trama se passa após os últimos sobreviventes da humanidade embarcarem numa viagem espacial, em fuga da destruição causada por Godzilla. Porém, após uma jornada de 20 anos no espaço, eles descobrem que o planeta escolhido não tinha condições para a vida, obrigando-os a retornar à Terra. O protagonista da trama é Haruo, que viu seus pais serem mortos por Godzilla quando tinha 4 anos e agora só quer voltar para a Terra e derrotar a criatura. No entanto, os personagens encontram uma Terra muito diferente, pois o tempo transcorrido no planeta foi muito mais lento que o decorrido no espaço, com a passagem de 20 mil anos desde sua partida. E Godzilla não só permanece vivo, como controla o ecossistema. O filme animado tem direção de Kobun Shizuno (de “Knights of Sidonia”), e Hiroyuki Seshita (“Blame!”) e será lançado nos cinemas japoneses em novembro, antes de ser disponibilizado pela Netflix – detalhe: apenas em março de 2019.












