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  • Etc,  Filme,  Série

    Sandra Bullock, Andy Serkis e elenco de Stranger Things são confirmados na Comic Con Experience

    21 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo em que confirma a participação de integrantes do elenco mirim de “Stranger Things” e de outras atrações da plataforma na Comic Con Experience. Virão para São Paulo para participar do evento os atores Caleb Mclaughlin, Noah Schnapp e Sadie Sink, respectivamente Lucas, Will e Max da série sci-fi, além de Sandra Bullock e Trevante Rhodes, estrelas do filme de terror “Bird Box”, Andy Serkis, diretor do filme de fantasia “Mogli: Entre Dois Mundos”, o trio Tom Hopper, David Castañeda e Emmy Raver-Lampman, da vindoura série “Umbrella Academy”, e os criadores dos quadrinhos em que esta série se baseia, Gerard Way (da banda My Chemical Romance) e o ilustrador brasileiro Gabriel Bá. A Comic Con Experience servirá de palco para o marketing presencial da Netflix em dois dias consecutivos, 8 e 9 de dezembro. O evento também já confirmou a participação de outros artistas, como Brie Larson (a Capitã Marvel), Zachary Levi (o Shazam), Michael B. Jordan e Florian Munteanu (ambos de “Creed 2”), Ricky Whittle (astro de “American Gods”), Tom Welling (de “Smallville”), Sebastian Stan (o Soldado Invernal da Marvel), os diretores M. Night Shyamalan (“Vidro) e Dean DeBlois (“Como Treinar o Seu Dragão 3”), e John Romita Jr. (astro dos quadrinhos), entre outros. O evento também terá um painel sobre “Game of Thrones” e vai exibir para o público o filme “Aquaman”, com quase uma semana de antecedência em relação à estreia comercial nos cinemas brasileiros. Oi @CCXPoficial. Eu sei que já confirmei minha presença, mas tudo bem levar uns amigos? Segue lista pra deixar na porta: Sandra, Trevante, Caleb, Noah, Sadie, Andy, Tom, David, Emmy, Steve, Gerard e Gabriel. Valeeeeeu! pic.twitter.com/LU6ppTdeLD — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 21 de novembro de 2018

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  • Série

    Criador de 3% vai lançar nova série sci-fi brasileira na Netflix

    21 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou nesta quarta-feira (21/11) a produção de sua segunda série sci-fi brasileira, “Onisciente”. Trata-se de uma nova criação de Pedro Aguilera com produção da Boutique Filmes, respectivamente criador e produtora da primeira sci-fi brasileira da plataforma, a série “3%”. “Onisciente” se passa em um futuro próximo, onde cada cidadão é seguido constantemente por um pequeno (quase imperceptível) drone. A máquina alimenta um supercomputador com dados, aos quais ninguém tem acesso. As taxas de criminalidade são quase zero, uma vez que os criminosos sabem com certeza que serão capturados. O Sistema Onisciente parece perfeito, até que uma jovem chamada Nina descobre um assassinato, mas o crime não é relatado pelo Sistema. Agora, cabe a ela descobrir o que o sistema está tentando esconder. “‘Onisciente’ trata do conflito entre privacidade e segurança, e questiona se a ética das pessoas vem de dentro ou vem do olhar de fora, do Sistema”, diz Aguilera, que também será showrunner da atração. “Onisciente” integra a lista crescente de séries originais brasileiras atualmente em produção na Netflix, incluindo títulos como “Coisa Mais Linda”, “O Escolhido”, “Cidades Invisíveis”, “Ninguém Tá Olhando”, “A Facção”, “Spectros” e “Sintonia”. As gravações de “Onisciente” estão previstas para o início de 2019, visando uma estreia em 2020.

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  • Série

    La Casa de Papel vence o Emmy Internacional como Melhor Série Dramática do ano

    20 de novembro de 2018 /

    A série espanhola “La Casa de Papel” conquistou na noite de segunda-feira (19/11) o Emmy Internacional na categoria de Melhor Série Dramática durante a cerimônia da 46ª edição da premiação, que reconhece os melhores programas de televisão produzidos e transmitidos fora dos Estados Unidos. O Brasil concorria com “1 Contra Todos”, da Fox, que também disputou o prêmio Melhor Ator (Júlio Andrade). Mas tem a missão de competir contra “La Casa de Papel”, fenômeno espanhol distribuído no Brasil pela Netflix, era realmente árdua. “Esta é a última parada de um ano incrível e um sonho com o qual nunca tínhamos sonhado”, disse à Agência Efe o criador da série, Alex Pina. “A série está funcionando muito bem em todas as latitudes, de norte a sul, em lugares que nem sequer imaginávamos: Arábia Saudita, Turquia, e, claro, América Latina”, acrescentou Pina. As produções brasileiras incluíam ainda o filme “Aldo – Mais Forte que o Mundo”, classificado como minissérie, após ser exibido desta forma na rede Globo. Mas o país não venceu nenhum prêmio neste ano, que foi dominado por programas europeus. Confira abaixo a lista dos premiados. Melhor Série Dramática “La Casa de Papel” (Espanha) Melhor Série Cômica “Nevsu” (Israel) Melhor Ator Lars Mikkelsen, por “Herrens Veje” (Dinamarca) Melhor Atriz Anna Schudt, por “Ein Schnupfen hätte auch gereicht” (Alemanha) Melhor Minissérie ou Telefilme “Man in an Orange Shirt” (Reino Unido) Melhor Novela “Ouro Verde” (Portugal) Melhor Documentário “Goodbye Aleppo” (Reino Unido) Melhor Programa de Arte “Etgar Keret, gebaseerd op een waar verhaal” (Holanda) Melhor Programa em Língua Estrangeira nos Estados Unidos “El Vato” Melhor Programa Sem Roteiro “Did you get the Message?” (Bélgica) Melhor Série de Curta Duração “Una Historia Necesaria” (Chile)

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  • Série

    Netflix renova Big Mouth para a 3ª temporada

    18 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação da série animada “Big Mouth” para a 3ª temporada. A encomenda de novos episódios foi anunciada com um vídeo disponibilizado no canal oficial da série no Twitter. Veja abaixo. E aconteceu pouco mais de um mês após a estreia do segundo ano da animação no serviço de streaming. Criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) “Big Mouth” é uma série protagonizada por monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, já que a trama acompanha pré-adolescentes passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. Os monstros se manifestam como vozes da consciência dos personagens. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 3ª temporada deve estrear no final de 2019. Puberty gets even messier.#BigMouth Season 3 is coming to @netflix in 2019. pic.twitter.com/vd1CpHg9L6 — Big Mouth (@bigmouth) November 17, 2018

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  • Série

    Ator de Power Rangers entra na série do herói Raio Negro

    18 de novembro de 2018 /

    O ator R.J. Cyler, que ficou conhecido como o Ranger Azul no filme de ”Power Rangers”, juntou-se ao elenco da 2ª temporada de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro. Ele interpretará Todd Green, gênio da tecnologia que trabalhará para o vilão Tobias Whale. Cyler terá uma participação regular na série. Ele também está escalado na 3ª temporada de “Scream”, que ainda não tem previsão de estreia. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), “Black Lightning” se diferencia das demais produções da DC não apenas por seu elenco majoritariamente negro, mas porque encontra o herói, em sua identidade de Jefferson Pierce, uma década depois dele se aposentar do combate ao crime para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. E não demora para ele descobrir que suas duas filhas também começaram a manifestar superpoderes. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Christine Adams (série “Terra Nova”) como sua ex-esposa, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como suas filhas, conhecidas nos quadrinhos pelos codinomes de Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), James Remar (série “Dexter”) como seu mentor Peter Gambi (que é um mix de Alfred e Oráculo), Damon Gupton (série “Bates Motel”) como o policial Bill Henderson e o rapper Marvin ‘Krondon’ Jones III como o vilão Tobias Whale. Embora não participe dos crossovers das outras séries de super-heróis da rede CW, a atração compartilha com “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” o mesmo produtor, Greg Berlanti. A produção é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Série

    Netflix encomenda série de terror espanhola do roteirista de O Orfanato

    17 de novembro de 2018 /

    A Netflix encomendou uma nova série espanhola, “Alma”, criada por Sergio G. Sánchez, roteirista do terror “O Orfanato” (2007) e do filme de desastre “O Impossível” (2012), ambos dirigidos por J. A. Bayona. A série é um drama supernatural que acompanha uma jovem chamada Alma, que sobrevive a um acidente de ônibus que mata seus colegas de classe. Ao acordar, sem nenhuma memória de seu passado ou do acidente, ela se encontra em um mundo onde não conhece nada nem ninguém, seus pais parecem estranhos e até sua casa está cheia de segredos e mistérios. Presa em um mundo em que talvez não pertença, Alma começa a investigar o acidente e os eventos que a levaram a essa situação. “Alma explora meus temas favoritos: a jornada da infância à maturidade, a fronteira entre a vida e a morte, o espaço emocional onde a fantasia se mistura à realidade, só que dessa vez em uma tela mais ampla que me dará a oportunidade de expandir a narrativa em enredos entrelaçados, com várias camadas de personagens”, disse Sánchez em comunicado. “Vai ser muito emocionante trazer esse universo rico para a vida, e estou muito feliz com o fato de a Netflix estar me dando a chance de alcançar um público global com uma série de língua espanhola que está profundamente enraizada em minhas próprias obsessões como um contador de histórias”, adicionou. A série vai ser escrita e dirigida por Sánchez, que no ano passado estreou como diretor de cinema, à frente do terror “O Segredo de Marrowbone”. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    F Is for Family: Trailer da 3ª temporada mostra família animada mais incorreta que os Simpsons

    17 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de “F Is for Family”, que traz, ainda sem legendas, a nova coleção de palavrões e recalques da animação adulta. Na prévia, a família da trama lembra “Os Simpsons” e “O Rei do Pedaço”. Mas os Murphy são bem mais desbocados. E também politicamente incorretos, já que a trama se passa nos anos 1970. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“A Culpa é das Estrelas”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin. Todos os episódios da 3ª temporada serão disponibilizados no dia 30 de novembro.

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  • Filme

    Lily James e Armie Hammer vão estrelar remake do clássico Rebecca, a Mulher Inesquecível

    17 de novembro de 2018 /

    Os atores Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) vão estrelar uma nova versão de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, romance clássico de Daphne du Maurier que já foi levada às telas por Alfred Hitchcock em 1940, ocasião em que venceu o Oscar de Melhor Filme. Não bastasse o sacrilégio de refilmar uma obra tocada por Hichcock, a produção ainda será feita para a Netflix, disponibilizada apenas em streaming. A adaptação do mistério de detalhes góticos terá roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e direção de Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade familiar de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vai viver a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dará vida a Maxim de Winter, interpretado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Nenhum remake de Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), de Riccardo Milani. O novo “Rebecca” ainda não tem uma previsão de lançamento.

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  • Série

    Produtor da animação Castlevania desenvolve série do game Devil May Cry

    16 de novembro de 2018 /

    O produtor Adi Shankar está planejado desenvolver um “universo” de animações baseadas em games na Netflix. Graças ao sucesso de “Castlevania”, ele prepara agora a adaptação de uma nova franquia, “Devil May Cry”. Ele anunciou a novidade com um post no Twitter, em que escreveu “Aberto para negócios” ao lado de uma ilustração que o caracteriza como Dante, o protagonista de “Devil May Cry”, que luta contra um séquito de demônios no game da Capcom. Segundo o produtor, tudo isso foi possível graças aos fãs, que tornaram “Castlevania” um fenômeno de popularidade na plataforma de streaming. “/teve um ótimo desempenho. Foi estupidamente bem. Nós imediatamente recebemos permissão para produzir a 3ª temporada”, disse Shankar, em entrevista ao site IGN. A nova animação de Devil May Cry será parte integrante do catálogo da Netflix, mas ainda não tem previsão de estreia. Já o game vai ganhar uma nova edição, “Devil May Cry 5”, com visual totalmente reformulado, com lançamento previsto para 8 de março de 2019 com legendas em português, para PS4, Xbox One e PC. Open for business. pic.twitter.com/TCT5JH9fXz — Adi Shankar (@adishankarbrand) 16 de novembro de 2018

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  • Filme

    Larissa Manoela fecha contrato com a Netflix

    16 de novembro de 2018 /

    A jovem atriz Larissa Manoela fechou uma parceria com a Netflix. A estrela de 17 anos revelou o projeto ao comemorar nas redes sociais, mas não deu maiores detalhes, além do fato de estar viajando para os Estados Unidos para assinar o contrato. “Arrumando as malas para L.A! Netflix to chegando”, escreveu Larissa no Twitter. A sede da empresa fica na Califórnia. Atualmente, a atriz faz parte do elenco na novela infantil “As Aventuras de Poliana”, do SBT. Mas o acordo com a Netflix deve ser para filmes, o que não conflitaria com seu contrato televisivo. O serviço de streaming já oferece alguns filmes da atriz, como “Meus 15 Anos”, “Carrossel, o Filme” e “Carrossel 2”. Ela comentou um pouco mais sobre o negócio no Instagram, ao publicar uma foto em que aparece ainda como bebê. “Quem diria que os sonhos dessa menininha aí, iriam ultrapassar fronteiras. Desde o início da minha carreira, alguns anos depois dessa foto, mesmo pequena, sempre tive consciência de que queria alcançar muito mais além do que aquilo que no momento eu já tinha”, escreveu, acrescentando: “Amanhã embarco pra Los Angeles para concretizar mais um sonho! Que alegria poder compartilhar com vocês mais uma das minhas vitórias! Logo mais vocês me verão no catálogo da Netflix e vai ser um prazer imenso”. Veja o post original abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. Dia de tbt e com essa foto só me vem uma coisa na cabeça: quem diria que os sonhos dessa menininha aí, iriam ultrapassar fronteiras. Desde o início da minha carreira, alguns anos depois dessa foto, mesmo pequena, sempre tive consciência de que queria alcançar muito mais além do que aquilo que no momento eu já tinha. Eu sabia que não seria fácil, mas minha vontade de conquistar o meu espaço já era de gente grande mesmo tendo apenas 4 anos! E foi sonhando, lutando, acreditando que eu fui conquistando! Sempre entendi que tudo tem seu tempo e que Deus tão maravilhoso planeja as coisas de forma perfeita, pra acontecer quando tem que acontecer. E sempre com o pé no chão, cabeça focada e seguindo o meu caminho eu conquistei, conquisto e ainda quero conquistar. Minha base é Deus, meu porto seguro, meus pais! E pros meus sonhos esse mundão é pequeno. Amanhã embarco pra Los Angeles para concretizar mais um sonho! Que alegria poder compartilhar com vocês mais uma das minhas vitórias! Logo mais vocês me verão no catálogo da Netflix e vai ser um prazer imenso ❤️ Brigada a todos que sempre torceram e torcem por mim! Você é o que escolhe ser e eu escolhi sonhar, trabalhar e conquistar! To até agora como essa foto…”de boca aberta”? @netflix to chegandoooooo!!! Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 15 de Nov, 2018 às 3:15 PST

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  • Música,  Série

    Anitta “esquece” produtores do começo da carreira, ex-empresária e diretor polêmico na sua série documental

    16 de novembro de 2018 /

    A série documental “Vai Anitta” estreou nesta sexta (16/11) na Netflix e já rendeu polêmica. Dois produtores lamentaram o “esquecimento” de sua importância para a carreira da cantora, já que foram completamente ignorados nos depoimentos que tratam da artista. “Larissa, você pode até me tentar tirar da sua história! Mas não tem como negar que eu estava certo. Parabéns pela série no Netflix.”, escreveu o DJ Batutinha nas redes sociais. Batutinha foi quem descobriu Anitta, quando ela ainda se chamava Larissa – o nome de batismo da cantora é Larissa de Macedo Machado. “Vi um vídeo dela na internet, cantando duas músicas que eu tinha produzido para outra cantora, a Priscilla Nocetti. Percebi que tinha algo a mais no timbre de voz e na presença de palco e resolvi chamá-la para um teste vocal no estúdio. Ela chegou lá e cantou as músicas que pedi, de um jeito totalmente peculiar, que eu decidi que iria escrever e produzir. Apostei na Larissa”, ele contou em entrevista para o UOL em março. “Eu tinha certeza absoluta que havia encontrado uma popstar! Mesmo dentro do universo do funk.” O segundo produtor que reclamou ter sido esquecido no documentário foi Rômulo Costa, dono da equipe Furacão 2000, que lançou Anitta. “Já esperava. O ser humano é ingrato, mas a história está aí e não se apaga. Existem registros como fotos, vídeos, programas e discos e é só ver ou procurar para descobrir onde ela começou a carreira”, reclamou Costa ao UOL. A assessoria da cantora não comentou as declarações dos produtores. Mas eles não foram os únicos “esquecidos” pela série. Kamilla Fialho, a ex-empresária com quem Anitta travou batalha judicial por quatro anos, não é mencionada, assim como o americano Terry Richardson, fotógrafo famoso que dirigiu o clipe de “Vai Malandra” e, depois, foi acusado de abuso sexual por várias mulheres. Anitta, porém, contou que quebrou o pau com a equipe de produção do clipe de “Vai Malandra”, mas não se sabe o que realmente rolou entre ela e Richardson, que não é mencionado. Entretanto, ele deve ser a pessoa referida numa frase sobre as gravações. “Eu chamei todos os envolvidos, eu pedi perdão pra Jojo Toddynho e para o DJ Yuri, que eram apenas convidados, e falei ‘vocês vão conhecer uma pessoa que eu gostaria que vocês esquecessem logo na saída’”, disse a cantora, explicando ainda que dispensou a equipe de produção, colocou sua equipe pessoal para trabalhar e coordenou pessoalmente as cenas: “Eu que falava ‘vai música’, ‘rodou’, ‘câmera’, ‘ação’”. Esta é uma das muitas revelações de bastidores e da vida pessoal de Anitta na produção. Mas não a mais contundente. Neste caso, vale a saída do armário bissexual da cantora. Num dos episódios, Anitta assume já ter ficado com mulheres. E era bem jovem quando isso aconteceu, porque conta que tinha medo da reação de sua mãe. “Eu fiquei morrendo de medo da reação dela e ela foi completamente normal como sempre comigo. Por isso tenho tanta vontade de dar esse suporte às pessoas que têm suas diferenças sexuais, porque acho me lembra o medo que eu tive e o alívio que minha mãe me causou. Ao mesmo tempo em que eu agradeço a ela, tento ser um suporte às pessoas que não tiveram essa sorte que eu tive”, diz a cantora. Para quem não lembra, quando foi provocada para se posicionar nas últimas eleições em relação a Jair Bolsonaro, Anitta chegou a afirmar que fazia parte da comunidade LGBTQIA+, mas não deu detalhes sobre sua orientação sexual. O vídeo também mostra o lado chatinho de Anitta, reclamando dos colaboradores e apontando falhas com o famoso “eu disse”, além de mostrá-la lidando com a depressão, que se manifesta sem avisos em momentos que deveriam ser de comemoração. A história continua, claro, muito além do período coberto pela série. E num vídeo de divulgação disponibilizado pela Netflix nesta sexta, ela até já iniciou a campanha para a 2ª temporada – uma chance de corrigir omissões. Veja abaixo.

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  • Filme

    Paramount fecha contrato com a Netflix para produzir filmes exclusivos para streaming

    16 de novembro de 2018 /

    Com a perda dos filmes da Disney e Fox, e com a Warner preparando seu próprio serviço de streaming, a Netflix voltou-se para outro grande estúdio de Hollywood em busca de material inédito para seus assinantes. A plataforma fechou um contrato com Paramount Pictures para produzir longas-metragens que aportarão diretamente no serviço de streaming. O chefe da Paramount, Jim Gianopulos, noticiou o acordo em uma reunião com acionistas nesta sexta-feira (16/11). “Nossa prioridade é expandir o nosso papel como produtores de conteúdo global”, justificou o executivo. “Para isso, estamos explorando diversas fontes de renda alternativas junto à distribuição tradicional para os cinemas. Passaremos a ser produtores de filmes que passarão na TV e no streaming”, prometeu. A colaboração entre Paramount e Netflix começou, de forma pontual, com duas ficções científicas neste ano: “O Paradoxo Cloverfield”, que foi disponibilizada com exclusividade na plataforma de streaming, e “Aniquilação”, lançada nos cinemas apenas nos Estados Unidos e na China e distribuída em streaming no resto do mundo. Já em produções televisivas, a parceria abrange vários títulos, como “Maniac” e “13 Reasons Why”, entre outras. “Temos um longo relacionamento com a Netflix”, observou o chefe do estúdio. “No lado de licenciamento, conhecemos a equipe de gerenciamento sênior há muitos anos. Isso representa um fluxo de receita com o qual estamos empolgados. Temos mais capacidade de produção do que o parque exibidor de cinema pode acomodar. Enquanto cinema continua sendo nosso principal negócio, estamos muito felizes em trabalhar com empresas como Netflix, Amazon e outras como parceiros e novos clientes.” Os gastos com conteúdo da Netflix, Amazon, Hulu e Apple devem superar US$ 20 bilhões em 2018, segundo Gianopulos. “Eles estão procurando por grandes propriedades e temos grandes franquias, ótima tradição em desenvolvimento, grandes relacionamentos criativos e potencial para desenvolver para eles”, acrescentou. “De certa forma, isso é apenas uma evolução dos dias em que os estúdios faziam MOWs [filmes da semana] para as redes de TV”, continuou Gianopulos. “A diferença, claro, é que a qualidade de alguns desses filmes é muito maior, tornando esses relacionamentos ainda mais valiosos. E isso reforça a força de um estúdio grande e bem estabelecido como a Paramount.” Embora o chefe da Paramount não tenha revelado detalhes, o acordo é similar ao fechado entre a Apple e o estúdio A24, que também foi noticiado nesta sexta-feira.

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  • Série

    Wagner Moura volta a viver Pablo Escobar em Narcos: México

    16 de novembro de 2018 /

    Disponibilizada nesta sexta (16/11) pela Netflix, a série “Narcos: México” revela uma surpresa para os fãs das primeiras temporadas da série original. Um episódio da nova trama traz participação especial de ninguém menos que Wagner Moura, voltando a viver Pablo Escobar. O retorno de Escobar, morto na 2ª temporada de “Narcos”, entrelaça as tramas. E só foi possível porque a nova história se passa durante os anos 1980 e reflete o fato de que o traficante mexicano Miguel Ángel Felix Gallardo (vivido por Diego Luna) realmente estabeleceu negócios com Escobar, transformando o México na principal porta de entrada para a cocaína nos Estados Unidos. Para diversificar seus negócios, Gallardo viaja para a Colômbia, visando negociar com o Cartel de Cali. E isso significa o retorno de outros nomes conhecidos da série, Gilberto Rodríguez Orejuela (Damián Alcázar), Miguel Rodríguez Orejuela (Francisco Denis) e Pacho Herrera (Alberto Ammann). Mas na hora de pegar o avião de volta para o México, é sequestrado por Blackie (Julián Díaz), que o conduz até a Fazenda Nápoles, a famosa residência de Escobar, onde ocorre o encontro com o personagem de Moura, que lhe dá um ultimato, fazendo com que troque Cali pelo cartel de Medellín. Tudo isso acontece no quinto capítulo da série, atualmente disponível para streaming.

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