Whindersson Nunes vai ganhar série no Multishow e especial de humor na Netflix
O YouTuber Whindersson Nunes fechou contrato e protagonizará uma série no Multishow, que já tem duas temporadas garantidas. Intitulada “Família Nordestina”, a produção terá a participação da família do comediante mais popular da internet, além de atores conhecidos como Oscar Magrini, Tirullipa, Carlinhos Maia, Titina Medeiros, Géssica Kayane e Ilva Niño, entre outros. O programa faz parte de um pacote de novidades do Multishow para o ano que vem. As gravações vão começar em 26 de novembro para um lançamento no primeiro semestre de 2019. Além disso, Whindersson Nunes também prepara um especial de humor para a Netflix. Com o detalhe de que pretende doar o cachê de mais de R$ 1 milhão que receberá da plataforma para a Fundação Lar de Maria, instituição que presta apoio à crianças com câncer no Piauí, seu estado natal. As gravações vão acontecer ao vivo, durante um show marcado para o centro de Formação Olímpica (CFO), de Fortaleza, no dia 15 de dezembro, que trará o comediante em um palco 360 graus. Curiosamente, Whindersson Nunes também planeja lançar o show em DVD, uma mídia que a Pipoca Moderna nem sabia que ainda existia. E já será o terceiro DVD de humor da carreira dele.
Atriz de Rock of Ages vai estrelar série baseada nas músicas de Dolly Parton
A série da Netflix baseada nos hits da veterana estrela da música country Dolly Parton começou a definir seu elenco. O projeto será composto por oito episódios, cada um deles inspirado em um hit diferente da cantora, e a atriz Julianne Hough, que dançou e cantou em “Rock of Ages” (2012), dará vida à personagem do título de um dos maiores sucessos da cantora, “Jolene”, de 1973. Intitulada “Dolly Parton’s Heartstrings”, a atração tem produção da WBTV (Warner Bros. Television) e da Dixie Pixie Productions, empresa da cantora, e contará histórias de amor, faroeste e comédias de vingança. Em “Jolene”, Julianne Hough interpretará uma mulher de espírito livre que quer fugir de sua cidade natal, Coventry, na Geórgia, e se tornar uma cantora e compositora, mas acaba virando garçonete do bar de Dolly Parton. A cantora participa da história como Babe, uma mulher de personalidade forte e dona da Baby Blue’s, bar conhecido por seus atendentes seminus e público eclético. Ela cuida de todas as suas garçonetes, mas se sente especialmente próxima de Jolene. O roteiro é de John Sacret Young (criador de “China Beach”, premiada série de guerra dos anos 1980) e o elenco também incluirá Dallas Roberts (“Insatiable”) e Kimberly Williams-Paisley (“Nashville”). Vale lembrar que “Dolly Parton’s Heartstrings” não é o primeiro projeto do gênero realizado com as músicas da cantora. Em 2015 e 2016, a NBC fechou contrato similar para a produção de dois telefilmes natalinos baseados em seus hits. O primeiro, “Coat Of Many Colors”, foi visto por quase 16 milhões de telespectadores ao vivo. Relembre abaixo a música “Jolene”.
Netflix renova The Ranch após demissão de Danny Masterson
A Netflix anunciou a renovação da série de comédia “The Ranch” para a 4ª temporada. O programa recebeu a encomenda de 20 novos episódios, sobrevivendo à demissão de um de seus protagonistas. O ator Danny Masterson, que interpretava o irmão de Ashton Kutcher na trama, foi demitido durante as gravações da temporada passada após ser acusado de crimes sexuais (cometidos no início dos anos 2000). Criada por Don Reo e Jim Patterson (produtores-roteiristas de “Two and a Half Men”), “The Ranch” foi a primeira série de comédia de estilo multi-câmera (gravada em estúdio diante de uma plateia) produzida pela Netflix e marcava o reencontro de Masterson e Ashton Kutcher, que trabalharem juntos na sitcom clássica “That ’70s Show”. Na nova atração, os dois viviam irmãos, que voltavam a conviver após vários anos quando o personagem de Kutcher, que morava na cidade grande, decide retornar ao “rancho” da família. . O ator Dax Shepard (“CHiPs”), que entrou no lugar de Masterson no final da 3ª temporada, foi promovido ao elenco fixo da atração, que também conta com Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e Elisha Cuthbert (a eterna Kim Bauer de “24 Horas”), além de Debra Winger (“Laços de Ternura”) em participações especiais.
The Witcher completa seu elenco com atriz de Harry Potter no papel de Triss Marigold
Depois de revelar o primeiro vislumbre de Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) como Geralt of Rivia, a Netflix anunciou os últimos nomes do elenco da série “The Witcher”. Juntando-se a Cavill e outros integrantes do elenco previamente anunciados, como Freya Allen (Ciri) e Anya Chalotra (Yennefer), destaca-se a intérprete de uma das personagens favoritas dos fãs da franquia literária e de games. E a atriz escalada para viver Triss Marigold é uma ex-bruxinha de “Harry Potter”, Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes do jovem mago). A escalação marca um novo desvio étnico em relação aos personagens originais e já rendeu protestos no Reddit. A atriz é morena e irá interpretar uma ruiva de olhos verdes. Não há informações se ela usará peruca para o papel. O resto do elenco inclui Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). Entre os anteriormente anunciados, já estavam Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, e Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, integrantes da corte da Princesa Ciri, além de MyAnna Buring (“Ripper Street”) como Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla e Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, que pertencem à academia mágica de Yennefer. É realmente um elenco vultuoso, que corresponde à escala épica da saga iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, que a Netflix pode transformar no seu “Game of Thrones”. “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Cavill vai interpretar o protagonista da saga, Geralt of Rivia, um caçador de monstros em um mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). A série ainda não está em fase de pré-produção e ainda não possui previsão de estreia.
Netflix altera estratégia e decide exibir filmes de prestígio nos cinemas antes do streaming
A Netflix deu o braço a torcer e lançará três de seus novos filmes originais em um número limitado de cinemas antes de estreá-los na plataforma de streaming. A nova estratégia da empresa visa cumprir qualificação para o Oscar e justificar escalações em festivais que enfrentam pressões do parque exibidor. Mas também é uma forma de atrair ainda mais diretores e astros de prestígio para seus projetos, já que muitos cineastas importantes são contra a ideia de que seus filmes sejam vistos apenas em telas pequenas. Os primeiros lançamentos que terão esta janela cinematográfica são “Roma”, de Alfonso Cuarón, “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, e “Bird Box”, de Susanne Bier. Os dois primeiros foram exibidos no Festival de Veneza, por sinal vencido por “Roma”. “Há uma grande resposta aos nossos filmes na temporada de festivais, incluindo ‘Outlaw King’, que estará nos cinemas e na Netflix na semana seguinte. O plano é construir um ‘momento’”, explicou Scott Stuber, chefe do grupo de cinema da Netflix, sobre a decisão. “A prioridade da Netflix é sempre seus assinantes e produtores de filmes, e estamos constantemente inovando para os servir”. A verdade é que não é de hoje que a Netflix tenta emplacar seus filmes no cinema. Quem não quer os filmes da Netflix é o circuito exibidor, que exige uma janela mínima de três meses de exclusividade, algo que a plataforma de streaming nem cogita. O investimento da Netflix em filmes de prestígio e sua obsessão em vê-los premiados resultou numa manifestação dura da Associação Nacional dos Donos de Cinema dos Estados Unidos, durante o Festival de Toronto, sobre o esforço da plataforma para levar aos cinemas filmes disponíveis em streaming. “Esse gesto no meio do caminho vai falhar em satisfazer tanto o público quanto os cineastas e assinantes da Netflix. A Netflix tem de entender que não é cinema x streaming – tem de ser cinema e depois streaming, com a sequência correta”, afirmou o comunicado. Mas o paradigma começa a mudar. Se antes a Netflix buscava distribuir no cinema títulos que lançava no mesmo dia em streaming, agora quer dar de uma a três semanas de exclusividade para a exibição em tela grande. Ainda é pouco para o gosto dos exibidores. Na França, por exemplo, a janela é de quase um ano, o que impede essa estratégia de ganhar simpatia do Festival de Cannes, que barrou os lançamentos da Netflix de competir pela Palma de Ouro, justamente por pressão dos donos de cinema. Por outro lado, o aval dos festivais de Veneza, Toronto e até a Mostra de São Paulo aos longas da Netflix também colocam pressão sobre o circuito exibidor para refrear suas exigências. De olho nesse desenvolvimento, também está a Amazon, que produz diversos filmes de prestígio, como o premiado no Oscar “Manchete à Beira-Mar”, mas segue à risca a janela cinematográfica.
Série animada Castlevania é renovada para a 3ª temporada
A animação “Castlevania” foi renovada para sua 3ª temporada pela Netflix. A novidade foi compartilhada nesta quarta (31/10) pelo produtor da série, Adi Shankar, nas redes sociais. A renovação estabeleceu um novo recorde no serviço de streaming, já que foi anunciada apenas cinco dias após a disponibilização da 2ª temporada. Mas a verdade é que a produção dos novos episódios estava definida desde muito antes da estreia do segundo ano. Afinal, já tem quatro meses que o ator Richard Armitage (de “O Hobbit”) revelou que estava voltando ao estúdio para dublar Trevor Belmont na 3ª temporada da série animada. Escrita pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), a série animada segue a trama dos games, uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. Na 2ª temporada ele teve apoio do filho do vampiro, mas enfrentou um exército de criaturas das trevas sedentas. Além de Richard Armitage, o elenco de vozes inclui Graham McTavish (também de “O Hobbit”) como Drácula, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard e Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, os protagonistas da trama. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. O terceiro ano da adaptação da clássica franquia de videogames da Konami contará com 10 episódios e deve estrear em 2019. Castlevania Season 3 just got greenlit!!!! ???. Thank you to Netflix and to our wonderful fans. This is a dream come true. I’m so happy. Lots of love to go around. — Adi Shankar (@adishankarbrand) October 31, 2018
Netflix revela visual de Henry Cavill na série The Witcher
A Netflix divulgou um teaser a produção de “The Witcher”, que revela primeira vez o visual de Henry Cavill como Geralt of Rivia, protagonista da famosa saga de fantasia. Iniciada em 1986 pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, a saga “The Witcher” se passa em um mundo de fantasia medieval, o que a levou a ser adotada por jogadores de RPG e inspirou uma coleção de videogames baseada em suas histórias, a partir de 2007. Na trama, Geralt of Rivia é um caçador de monstros num mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”, é responsável pela adaptação, enquanto a direção dos primeiros episódios estará a cargo de Alik Sakharov (de “House of Cards”, “Black Sails” e “Marco Polo”). Oi Henry Cavill. Temos Geralt de Rívia. #TheWitcher chega em 2019. pic.twitter.com/fCorSbXsrF — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 31 de outubro de 2018
El Diablero: Série de terror mexicano da Netflix ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado de sua série mexicana “Diablero”, uma produção de terror, que acompanha a batalha eterna entre o bem e o mal em meio a demônios e anjos nas ruas da Cidade do México. A prévia é repleta de possessões, criaturas das trevas e efeitos visuais, centrando-se na aliança instável dos protagonistas. A trama começa quando o Padre Ramiro Ventura busca o auxílio do legendário “diablero”, ou caçador de demônios, Elvis Infante, para encontrar sua filha. Com a ajuda de Nancy, uma heroína dos tempos modernos, esse trio improvável vive em uma constante batalha entre os dois mundos e inicia uma série de eventos que podem determinar o destino da humanidade. Ao longo do caminho, eles irão prender e vender demônios, anjos caídos e criaturas de outro mundo em um mercado negro que tem conexão com um circuito de luta clandestino. A trama é baseada no livro “El Diablo me Obligó”, de F. G. Haghenbeck, e tem produção e direção de José Manuel Cravioto (“Sr. Ávila”). O elenco inclui Christopher Von Uckermann (da série “Kdabra”), Horacio Garcia Rojas (“Carga Preciosa”), Giselle Kuri (“Sonho em Outro Idioma”), Dolores Heredia (série “El Chapo”), Humberto Busto (também de “El Chapo”), Flavio Medina (“A Ditadura Perfeita”) e Quetzalli Cortes (série “Tres Milagros”), entre outros. A estreia está marcada para 21 de dezembro e faz parte de um esforço da plataforma para lançar mais produções em espanhol e português e aumentar sua presença no mercado latino-americano.
Netflix anuncia data da 4ª temporada de Fuller House após demissão do criador da série
A Netflix divulgou um vídeo nas redes sociais com o elenco de “Fuller House” para revelar a data de estreia da 4ª temporada da série: 14 de dezembro. Isto provavelmente significa novos episódios de temática natalina. “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. As primeiras temporadas renderam algumas das maiores audiências da Netflix, segundo medições independentes, mas a produção dos novos episódios foi marcada por bastidores tumultuados, que tem rendido boatos de cancelamento da série. Jeff Franklin, o criador da atração, foi demitido em março, após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set da gravações e na sala de roteiristas. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. Mas, como resultado das alegações, a WBTV (Warner Bros. Television) resolveu não renovar o contrato de produção do veterano roteirista de TV, criador de “Três É Demais” (Full House) em 1987 e seu spin-off atual na Netflix. Em nota, a divisão televisiva da Warner foi sucinta: “Não renovamos o acordo de produção de Jeff Franklin e ele não estará mais trabalhando conosco”. Os próximos episódios serão os primeiros a mostrar a família Tanner sem produção de Franklin. A série original dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de três filhos – de 12, 7 anos e poucos meses de idade, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada terá maior presença dos “pais”, que, conforme revelado nos últimos episódios, estão se mudando de volta para San Francisco, além da gravidez de Kimmy.
BoJack Horseman é renovada para a 6ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série “BoJack Horseman” pelas redes sociais. Veja abaixo. A animação adulta estrelada por Will Arnett (“Arrested Development”), no papel de um cavalo que tem sua própria série de TV, voltará em 2019 em sua 6ª temporada. Criada por Raphael Bob-Waksberg, a produção também inclui em seu elenco de dubladores Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como uma gata falante, Alison Brie (“GLOW”) como uma garota que namora um cachorrão (literalmente) e Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o melhor amigo humano do protagonista. As boas notícias também vem a cavalo.#BoJackHorseman renovada para a temporada 6! pic.twitter.com/Ou0GbfMAjN — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) October 30, 2018
O Mundo Sombrio de Sabrina é processada por Igreja satanista por cópia realista da escultura de Baphomet
A série “O Mundo Sombrio de Sabrina” surpreendeu os desavisados por mostrar a família da protagonista como devotos do diabo. Mas em vez de esperados protestos de grupos de pressão evangélicos, os produtores se surpreenderam por receber ameaças de uma Igreja satanista, que decidiu processar a Netflix. O pomo da discórdia é uma estátua de Baphomet, uma figura com cabeça de bode venerada pelos satanistas, que aparece com destaque na Escola das Artes Ocultas que Sabrina (Kiernan Shipka) frequenta para aprender a ser bruxa. Segundo Lucien Greaves, líder da seita Satanic Temple, a estátua tem exatamente o mesmo design da que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Ele ainda diz que a seita tem os direitos autorais da estátua, e que pretende processar a Netflix. “Sim, estamos tomando ações legais contra o roubo da nossa propriedade intelectual, protegida por direitos autorais, contra a Netflix e sua série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’. Eles não podem se apropriar do nosso design para promover o seu patético pânico satânico”, escreveu Graves no Twitter. “Eu estou realmente impressionado com as pessoas me perguntando porque tomaríamos atitudes legais contra a Netflix”, completou mais tarde. “Vocês teriam a mesma atitude se uma obra de ficção usasse uma mesquita real como o quartel-general de uma organização terrorista?”. Curiosamente, Sabrina não retrata os satanistas como maléficos apenas por serem adoradores do diabo. Ao contrário, mostra que bruxas e magos seguem um código de ética moral, e que eles acreditam que o diabo não representa o mal na Terra, mas o livre arbítrio. São temas que também fazem parte, ainda que menos didaticamente, da série “Lucifer”. A diferença é que Sabrina pretende usar os conhecimentos das Artes Ocultas para derrotar o próprio diabo, que ela descobre ser um grande mentiroso com uma agenda sinistra. Compare abaixo as imagens de Baphomet da série com a escultura original, inaugurada em 2015. Yes, we are taking legal action regarding #TheChillingAdventuresofSabrina appropriating our copyrighted monument design to promote their asinine Satanic Panic fiction. — Lucien Greaves (@LucienGreaves) October 29, 2018 I'm amazed that anybody is confused as to why we would seek legal remedy over Sabrina using our monument. Would they be as understanding of a fictional show that used a real mosque as the HQ of a terrorist cell? A fictional Blood Libel tale implicating real world Jews? — Lucien Greaves (@LucienGreaves) October 29, 2018
Diretora de Selma desenvolve documentário sobre Prince para a Netflix
A produtora e diretora Ava DuVernay, de “Selma” e “Uma Dobra no Tempo”, está trabalhando em um documentário sobre Prince para a Netflix. De acordo com o site Deadline, a produção será dividida em episódios que irão cobrir toda a trajetória do artista. O projeto, que está sendo desenvolvido há meses, conta com o apoio do espólio de Prince, cujos administradores estão colaborando com entrevistas e acesso a arquivos, vídeos e fotos. “Prince era um gênio e uma alegria e um choque para os sentidos”, declarou DuVernay. “A única forma que de fazer este filme é com amor e com muito cuidado. Estou honrada e grata pela oportunidade confiada a mim pela espólio”. Vencedor do Oscar de Melhor Canção por “Purple Rain” (1984), Prince morreu em 21 de abril de 2016, aos 57 anos, após uma overdose acidental de medicamentos para dor.
The Last Kingdom: Fotos e trailer legendado revelam batalhas e a data de estreia da 3ª temporada
A 3ª temporada da série “The Last Kingdom” não vai demorar a estrear. A Netflix divulgou as fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado dos novos episódios, que, entre cenas de batalhas, revela a data de seu lançamento. Como curiosidade, a prévia também traduz os invasores “danes” como daneses, preservando a forma como os vikings eram originalmente chamados, enquanto traduções anteriores optaram por chamá-los de dinamarqueses – sinônimos. A Netflix assumiu a série após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da temporada anterior. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson, da série “Ripper Street”). O elenco destaca Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”) como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o terceiro ano se concentrará no quinto e sexto volumes das Crônicas: “Terra em Chamas” (The Burning Land) e “Morte dos Reis” (Death of Kings). A narrativa conta como Alfredo, já doente e no fim do seu reinado, tenta transmitir um trono seguro para seu filho Eduardo, em meio a novas lutas com os dinamarqueses e novas desavenças com Uhtred. Eduardo (ou Edward, no original em inglês) é um dos personagens destacados nas imagens divulgadas, interpretado por Timothy Innes (“Harlots”). Além dele, as fotos apresentam três novidades do elenco: Ola Rapace (“007: Operação Skyfall”) e Magnus Brunn (“Terra de Minas”) como os guerreiros vikings Bloodhair e Cnut, e Thea Sofie Loch Naess (“Dryads – Girls Don’t Cry”) como uma vidente perigosa, chamada Skade. Os novos episódios estreiam em 19 de novembro.












