Como Vender Drogas Online (Rápido): Nova série alemã da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Como Vender Drogas Online (Rápido)”, sua nova série original alemã. A prévia é repleta de imagens delirantes e edição frenética, ao estilo de “Trainspotting”, além de diversos ícones das redes sociais, evocando a temática online de sua trama. Na trama, para deixar de ser um nerd sem namorada, um adolescente começa a vender drogas pela internet. Em pouco tempo, ele se torna um dos maiores traficantes da Europa. Inspirada por uma história real, a primeira série criada por Philipp Käßbohrer e Matthias Murmann (produtores do late show alemão “Neo Magazin”) dá sequência às produções alemãs da plataforma, após os lançamentos de “Dark”, “Cães de Berlim” e “O Perfume”. A estreia está marcada para o dia 31 de maio em streaming.
Leila: Série distópica indiana da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Leila”, sua nova série original indiana. A trama é uma distopia sci-fi, passada num lugar chamado Aryavarta, construído com regras extremas e totalitárias em torno da obsessão pela pureza. A protagonista é Shalini (Huma Qureshi, de “Gangues de Wasseypur”), mãe de uma criança mestiça, que se rebela contra o pesadelo ao ter o bebê roubado pelo governo. Isto a leva uma jornada pelas profundezas do horror em busca da filha Leila. Adaptação do romance homônimo de Prayaag Akbar, “Leila” foi desenvolvida pela roteirista Urmi Juvekar (“Shanghai”) e tem entre seus produtores a premiada cineasta Deepa Mehta (“Os Filhos da Meia-Noite”), que também dirige alguns episódios. A série estreia no dia 14 de junho em streaming.
Netflix fecha contrato para adaptar mais quadrinhos da editora de The Umbrella Academy
O sucesso de “The Umbrella Academy” inspirou a Netflix a fechar um contrato com a Dark Horse Comics para adaptar outros quadrinhos da editora em séries exclusivas. “Após o sucesso da The Umbrella Academy, estamos empolgados em estender nosso relacionamento com a Dark Horse Comics. As equipes da Netflix já estão trabalhando em profunda colaboração com a Dark Horse para identificar projetos além do mundo dos super-heróis tradicionais — ramificações em horror, fantasia e entretenimento familiar — que achamos que nossos assinantes vão amar”, disse a empresa por comunicado. Entre os quadrinhos editados pela Dark Horse estão “Hellboy”, “O Máskara”, “Grendel”, “Concrete”, “Barb Wire”, “Ghost”, “Usagi Yojimbo”, “Groo”, “Next Men” e as publicações de Frank Miller: “Sin City”, “300”, “Give Me Liberty” e “Hard Boiled”. A Netflix busca substitutos para suprir a ausência da Marvel em sua programação, e também anunciou recentemente a produção de “The Margic Order”, a primeira série derivada da editora Millarworld, do autor Mark Millar (criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”). Vale destacar ainda que a parceria entre a Netflix e a Dark Horse começou antes da estreia de “The Umbrella Academy”, com a publicação de quadrinhos de “Stranger Things” pela editora.
James Wan vai produzir nova série baseada em quadrinhos do autor de Kingsman
A Netflix oficializou a produção da série “The Magic Order”, baseado em sua primeira publicação oficial de quadrinhos. Lançada pela plataforma de streaming no ano passado, “The Magic Order” foi criada por Mark Millar, autor das franquias “Kick-Ass” e “Kingsman”. A adaptação como série está a cargo do cineasta James Wan (de “Aquaman”) e da roteirista Lindsey Beer (“Sierra Burger É uma Loser”). Além de produzir, Wan também deve dirigir o primeiro episódio da trama, descrita pelo criador como uma espécie de “encontro de Harry Potter com os Sopranos”. O projeto faz parte dos planos da Netflix para gerar mais conteúdo exclusivo, que passou pela compra estratégica da Millarworld, a empresa de quadrinhos de Mark Millar. A Netflix passou a publicar os novos quadrinhos de Millar com o objetivo assumido de adaptá-los posteriormente para a plataforma. A trama original tem seis edições e mostra, com desenhos de Olivier Coipel, a trajetória de cinco famílias de mágicos que passaram gerações tentando proteger a humanidade, todos vivendo de forma normal e sem chamar atenção. Até que surge um novo e misterioso vilão, que passa a matar os integrantes das famílias poderosas. “Minha ideia com ‘The Magic Order’ foi mostrar uma sociedade secreta de bruxos bons que combatem todas as coisas ruins há centenas de séculos, mas que vivem discretamente com seus empregos de colarinho branco e suas vidas domésticas ordinárias”, disse Millar, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Eles têm essa vida secreta, mas para o restante são completamente normais, o que é uma ideia mais de um ‘Sopranos’ do que ‘O Senhor dos Anéis'”, completou. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para a série.
O Escolhido: Série de terror brasileira ganha teaser e data de estreia na Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o teaser “O Escolhido”, primeira série de terror brasileira da plataforma. Além de alimentar o suspense com cenas da trama, a prévia anuncia a data de estreia da atração. “O Escolhido” acompanha três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Mas são mal recebidos, com a justificativa de que lá ninguém fica doente. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. A série é estrelada por Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Mas, apesar do elenco brasileiro, a produção é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que foi adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A estreia na Netflix está marcada para 28 de junho.
Bandidos na TV: Trailer de série documental mostra crimes do Abutre brasileiro
A Netflix divulgou o primeiro trailer da série documental sobre Wallace Souza, ex-apresentador de TV e deputado, que foi preso por orquestrar mortes e produzir cenas de crime para passar em seu programa na televisão. Lançada como “Bandidos na TV”, a série não é brasileira, mas das produtoras britânicas Caravan e Quicksilver. O título original é em inglês, “Killer Ratings”, uma expressão de duplo sentido que se refere a números “matadores” (altos) de audiência, mas também um trocadilho com assassinatos. A “tradução” da Netflix nacional apenas deixa a desejar como sempre. Wallace Souza chamou atenção com o programa “Canal Livre”, que apresentava em Manaus. A atração era uma mistura de programas do Ratinho e Datena, com apresentações musicais, fantoches e pancadaria encenada, mas ganhou fama por encontrar cenas de crime e exibi-las antes de a polícia ter chegado ao local – como no filme “O Abutre”. Após investigação, Souza passou a ser acusado de encomendar mortes e criar as cenas dos crime, com o intuito exclusivo de mostrá-las no programa. Um ex-segurança do apresentador o acusou de ser chefe de uma organização criminosa. O apresentador também foi deputado, mas acabou cassado no final de 2009 e expulso do PP depois de ser acusado pela Polícia Civil de mandar matar traficantes de drogas para aumentar a audiência de seu programa de TV. Ele ainda foi fotografado confraternizando com o líder do tráfico local. Acabou preso por suspeita de ligações com crimes, incluindo formação de quadrilha, tráfico de drogas e homicídio. Durante sua defesa, alegou inocência. Souza morreu em 2010, vítima de parada cardíaca e infecção generalizada. A produção da série entrevistou pessoas ligadas ao programa de Souza, amigos, parentes e fontes policiais, e promete mostrar cenas inéditas do “Canal Livre”. A direção é de Daniel Bogado, que já ganhou diversos prêmios por seus documentários para o Channel 4 britânico, especializando-se na cobertura de conflitos africanos. A série documental terá sete episódios e estreia no dia 31 de maio.
Black Mirror traz Miley Cyrus e novos pesadelos no trailer da 5ª temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da 5ª temporada de “Black Mirror”, que conta com a presença de Miley Cyrus. Sem revelar muito da trama dos novos episódios, a prévia sugere que Miley interpretará uma cantora pop, mas isso se confunde com cenários de videogame, além de outras histórias com uma Alexa/Siri robótica e um surto psicótico envolvendo celulares. Além da estrela pop, o elenco destaca o encontro de Anthony Mackie, o Falcão dos Vingadores, com Yahya Abdul-Mateen II, o vilão Manta Negra de “Aquaman”, num dos episódios. Outros atores conhecidos dos próximos episódios incluem Topher Grace (“Infiltrado na Klan”), Nicole Beharie (“Sleepy Hollow”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) e Angourie Rice (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A 5ª temporada terá só três capítulos e sua estreia está marcada para 5 de junho em streaming.
Trailer da 3ª temporada da sci-fi brasileira 3% mostra nova comunidade em crise
A Netflix divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada da série brasileira 3%. A prévia mostra nova comunidade, novos conflitos e um novo processo. Criada por Pedro Aguilera, “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao Maralto – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. A sinopse da 3ª temporada apresenta uma nova comunidade no futuro distópico de “3%”: a Concha. Concebida como uma alternativa ao Maralto e ao Continente, ela foi estabelecida como um lugar onde todos são bem-vindos. No entanto, uma tempestade de areia catastrófica, juntamente com um mau funcionamento suspeito, destrói o suprimento de água e comida do local. Com a ameaça da fome, os moradores terão que passar por um Processo para determinar quem merece ficar na Concha. O que será necessário para esta nova comunidade prosperar? Em evento realizada pela plataforma em São Paulo, no mês de março, a diretora Daina Giannecchini explicou o significado dessa nova comunidade. “A questão que fica é: como seria o mundo se você tivesse a oportunidade de fazer do seu jeito? Você consegue fazer do seu jeito?”. O elenco da 3ª temporada inclui Bianca Comparato (Michelle), Vaneza Oliveira (Joana), Rodolfo Valente (Rafael), Laila Garrin (Marcela), Bruno Fagundes (André), Thais Lago (Elisa), Cynthia Senek (Glória) e Rafael Lozano (Marco). A série retorna com 8 novos episódios no dia 7 de junho pela plataforma de streaming.
Geena Davis se junta ao elenco de dubladores do remake de She-Ra
“She-Ra e as Princesas do Poder”, remake da série clássica dos anos 1980 produzido pela DreamWorks Animation para a Netflix, contará com um reforço de peso em sua 3ª temporada. A atriz Geena Davis, vencedora do Oscar por “O Turista Acidental” (1988) e famosa por “Thelma & Louise” (1991), entrou no elenco de dubladores originais da atração. Ela dará voz à personagem Huntara, que relutantemente ajudará Adora, Glimmer e Bow em uma missão. Geena Davis vai se juntar a vários atores conhecidos na dublagem da série animada, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A 3ª temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder” será lançada no dia 2 de agosto em streaming.
Renee Zellweger faz proposta indecente no trailer legendado da série Dilema
A Netflix divulgou o trailer legendado da primeira série estrelada pela atriz Renee Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”). Intitulada “What/If” (algo como E/Se) em inglês, a atração virou “Dilema” em português. A prévia revela a proposta indecente da personagem de Zellweger para investir no negócio de um casal, formado por Dave Annable (“Brothers & Sisters”) e Jane Levy (“O Homem nas Trevas”). É a mesma de Robert Robert no filme chamado, justamente, “Proposta Indecente” (1993). Mas esse é apenas o começo da corrupção planejada pela vilã, uma mulher poderosa e investidora de risco, que esconde vários segredos, incluindo um evento que mudou o curso de sua vida quando ainda era uma garota. Criada por Mike Kelley (o criador de “Revenge”) e produzida por Robert Zemeckis (diretor de “De Volta ao Futuro” e “Forest Gump”), a série é descrita como um thriller social que explora o que acontece quando pessoas comuns começam a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Em formato de antologia, cada temporada irá apresentar uma história diferente, todas calcadas numa fábula moral contemporânea sobre o poder da influência de uma única decisão errada na trajetória de uma vida. A 1ª temporada, com dez episódios, será disponibilizada em 24 de maio.
Netflix renova Coisa Mais Linda para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Coisa Mais Linda” para sua 2ª temporada. O anúncio veio acompanhado por um vídeo, que pode ser visto abaixo. A série é estrelada por Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) como Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer com seu dinheiro, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração ainda conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a temporada inaugural contou com sete episódios disponibilizados em 22 de março. Já a 2ª temporada terá 6 episódios, com gravações previstas para o segundo semestre de 2019, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
2ª temporada de O Mecanismo troca Lula por Temer como vilão da história
Criticada por petistas pela forma como tratou os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff em sua 1ª temporada, a série “O Mecanismo” mudou seu discurso e agora até elogia o PT. Numa guinada narrativa, a produção encontrou novo alvo em outro ex-presidente, Michel Temer, por meio de seu avatar Samuel Thames na trama da ficção. Chamado de “vampirão”, o político é descrito como o maior corrupto e o mais perigoso do Brasil. E seu partido, (P)MDB, seria o responsável por toda a corrupção após a ditadura militar no país. Numa das cenas que mais chama atenção nos novos episódios, o braço direito da delegada Verena (Caroline Abras) na Operação Lava Jato da série, o policial Vander (Jonathan Haagensen), tem uma crise de consciência quando é escalado para fazer a condução coercitiva de Lula (ou melhor, Gino, interpretado por Arthur Kohl). Ele revela que foi o primeiro membro de sua família a fazer faculdade, tudo por causa das políticas inclusivas do ex-presidente. Verena também começa a questionar as investigações ao perceber que a Lava Jato estava sendo usada por políticos para levar adiante seus próprios interesses. Para ilustrar esse questionamento, “O Mecanismo” voltou atrás até em um dos momentos mais polêmicos. No primeiro ano, a ficção botou na boca de Gino/Lula a frase “temos que estancar a sangria”, que na realidade foi dita por Romero Jucá, seu ex-ministro e um dos articuladores do impeachment de Dilma Rousseff. No segundo ano, o deslize é compensado com a repetição da frase por Lúcio Lemes (Michel Bercovitch), o Aécio Neves da trama, que ainda aparece cheirando cocaína. Mesmo Janete Ruscov (Sura Berditchevsky), a Dilma da história, vira vítima das manipulações de seu vice, embora também tropece na própria incompetência. Tudo culmina na descrição de sua queda como um “golpe”, a palavra mágica da narrativa petista, em vez de uma traição entre facções criminosas que até então saqueavam o país juntas. A 2ª temporada de “O Mecanismo” chegou à Netflix na sexta-feira (10/5), com mais oito episódios estrelados por Selton Mello, Caroline Abras, Enrique Diaz e Jonathan Haagensen.
Produtor Greg Berlanti bate recorde com 18 séries no ar nos EUA
O domínio televisivo do produtor-roteirista Greg Berlanti bateu novo recorde. Dois anos após se tornar o produtor com mais séries no ar ao mesmo tempo, ele ampliou essa influência com a aprovação de todos os três pilotos que desenvolveu para a temporada de inverno (fall season). Nos próximos meses, ele atingirá o total de 18 séries exibidas simultaneamente nos Estados Unidos. As novidades da próxima temporada são “Batwoman” e “Katy Keene” na rede The CW e “Prodigal Son” na Fox. Com isso, o produtor entrou na Fox, influenciando a programação de quatro das cinco redes de TV do país. A maior presença se dá na CW, onde Berlanti produz nada menos que nove séries – mais da metade de toda a programação do rede. No outono americano, “Batwoman” e “Katy Keene” vão se juntar a “Arrow”, “Black Lightning”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Riverdale”, “Supergirl” e “All American”. O produtor também tem “God Friended Me” e a novata “The Red Line” na CBS, e “Blindspot” na NBC. Ele também faz sucesso em streaming, com duas séries na Netflix, “You” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” (“Chilling Adventures of Sabrina”), e três na DC Universe: “Titãs” (Titans), “Doom Patrol” (Patrulha do Destino) e a vindoura “Stargirl” (prevista para 2020). Duas dessas séries vão acabar em 2020: “Arrow” e “Blindspot”, que foram renovadas para suas últimas temporadas. Mas Berlanti assinou um contrato de US$ 400 milhões com a WBTV (Warner Bros. Television), no ano passado, para se manter ocupado no estúdio desenvolvendo ainda mais atrações – visando, inclusive, o lançamento do serviço de streaming da WarnerMedia em 2020. Ele e Sarah Schechter, diretora executiva da Berlanti Productions, recentemente recrutaram dois executivos de comédias para expandir produções na próxima temporada de desenvolvimento, para a qual o megaprodutor planeja várias novidades. Berlanti abordou seu marco histórico um série de posts no Twitter, em que agradeceu sua equipe pelo sucesso. “Existe um mito nesse negócio que uma pessoa é capaz de fazer tudo. Em minha experiência, isso realmente é um mito. Eu nunca teria nenhum sucesso se não fosse devido às pessoas com quem eu trabalho”, escreveu, elogiando especialmente sua diretora Sarah Schechter, “a contratação mais inteligente da minha vida, que estaria produzindo 18 séries em outro lugar se não estivesse aqui”, além de “todos os showrunners, roteiristas, diretores, equipes, atores, executivos do estúdio e das redes” com quem a Berlanti Productions faz negócios. O executivo ressaltou mais de uma vez que é uma ilusão achar que ele é responsável sozinho pelo sucesso de sua empresa. “Pode parecer, pelo nome da produtora, que eu trabalho mais que todos – talvez eu devesse ter pensado nisso quando a batizei, mas jamais pensei que nos tornaríamos tão grandes. Mas eu não sou mais ocupado que os muitos profissionais talentosos com quem trabalho diariamente”, explicou. “Uma das coisas que me dá mais orgulho na nossa empresa é a nossa dedicação e o apoio a cada um dos nossos criadores e artistas”, ele acrescentou, dizendo que “todos poderiam ter suas próprias séries em qualquer lugar”. Sua função seria dar liberdade para a criatividade fluir e suporte para que os projetos aconteçam. E, com isso, lembrou que “ninguém precisa fazer tudo sozinho”, especialmente um roteirista com uma ideia ótima que não sabe como começar a tirá-la do papel.










