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    Versão juvenil de Sherlock Holmes, com Millie Bobby Brown, vai parar na Netflix

    21 de abril de 2020 /

    A Netflix comprou os direitos de exibição do filme “Enola Holmes”, uma espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes. Originalmente produzido pela Legendary Pictures para o cinema, o longa é estrelado por Millie Bobby Brown, que ficou famosa como a Eleven de “Stranger Things”, e ainda destaca Henry Cavill, atualmente na série “The Witcher”, e Helena Bonham Carter, a Princesa Margaret de “The Crown” – três produções originais do serviço de streaming. A produção pretendia iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que traz Henry Cavill como seu irmão Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como sua mãe. Na trama, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E apesar do contrato com a plataforma de streaming, ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Marvel dispensa showrunners de O Justiceiro e da série inédita Helstrom

    21 de abril de 2020 /

    A Marvel encerrou os contratos de dois showrunners. Segundo informações do site da revista The Hollywood Reporter, o estúdio teria dispensado Steve Lightfoot, que trabalhou na série “O Justiceiro”, cancelada pela Netflix, e Paul Zbyszewski, responsável pela série “Helstrom”, que ainda nem estreou na plataforma Hulu. Os dois foram os primeiros showrunners dispensados durante a pandemia, no momento em que estúdios de todos os tamanhos começam a apertar seus respectivos cintos. Mas não está claro se o corte tem relação com a crise sanitária. “O Justiceiro” já tinha acabado e “Helstrom” foi a última série produzia pela Marvel Television, divisão encerrada e absorvida no final do ano passado pela Marvel Studios, responsável pelos filmes da empresa. Neste contexto, as dispensas podem fazer parte de uma reorganização maior do estúdio. Zbyszewski ainda acompanhará os trabalhos de pós-produção de “Helstrom”, que conseguiu gravar toda a sua temporada inaugural antes da paralisação das atividades por precaução contra o novo coronavírus. Procurada pelo THR, a Marvel não quis se manifestar. Zbyszewski era produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost” e sua dispensa deixa incerto o futuro de “Helstrom”, já que todas as outras produções live-action da Marvel Television foram canceladas – de “Agents of SHIELD”, que ainda vai exibir sua última temporada em maio, até “Fugitivos” (Runaways), encerrada na Hulu. Nos quadrinhos, o protagonista de “Helstrom” é Daimon Helstrom, filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série pretendia mudar tudo isso. Na adaptação, Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O elenco destaca Elizabeth Marvel (presidente nas séries “House of Cards” e “Homeland”) como Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero de um episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicariam suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Ariana Guerra (“Raising Dion”), Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”). Detalhe: a personagem de Ariana Guerra, Gabriella Rosetti, é um homem nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973), conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios.

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    Sandman: Neil Gaiman está aprimorando roteiros da série na quarentena

    20 de abril de 2020 /

    O escritor Neil Gaiman revelou que a paralisação das produções de séries, devido à pandemia do novo coronavírus, está lhe permitindo tempo para aprimorar os roteiros da atração baseada em sua criação mais famosa, os quadrinhos de “Sandman”. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics já tinha começado a ser produzida pela Netflix. Conversando com fãs na plataforma Tumblr, Gaiman disse que as gravações estavam prestes a iniciar quando veio a ordem de suspender todos os trabalhos. “Os roteiros da 1ª temporada estavam escritos, começaram as escalações de elenco, diretores estavam contratados e os cenários estavam construídos”, explicou o escritor. “Tudo estava pronto para começar a produção e daí nós demos pause. Voltaremos assim que o mundo estiver pronto para retomar os dramas de TV. Enquanto isso, estamos usando o momento para melhorar os roteiros o máximo possível”. Em uma entrevista recente, o escritor afirmou já ter desenvolvido, ao lado dos produtores-roteiristas David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”), histórias para dois anos da produção. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV (Warner Bros Television), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. Ainda sem uma data para chegar à Netflix, “Sandman” pode formar um universo de Gaiman na Netflix. O autor também criou a versão de Lúcifer, que tem sua própria série na plataforma. Por sinal, a súbita vontade da Netflix em continuar a produzir “Lucifer” parece apontar para planos de integração entre as duas atrações.

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  • Série

    Hollywood: Trailer da minissérie revela bastidores preconceituosos da Era de Ouro do cinema

    20 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Hollywood”, nova série do produtor Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Pose” no FX. A prévia revela a ambição da história, que retrata o preconceito racial e sexual dos anos 1940/50 em meio a todo o glamour da Era de Ouro de Hollywood. Além disso, mistura sua trama fictícia com personalidades reais da época, como os atores Rock Hudson e Vivien Leigh. A atração é apresentada como “uma minissérie sobre um grupo de atores e cineastas aspirantes na Hollywood do pós-Guerra, tentando atingir a fama a qualquer custo”. Segundo a sinopse, a trama também irá “fornecer um olhar único sobre a Era de Ouro de Hollywood, chamando atenção para o sistema injusto e parcial, que continua até hoje em relação à discriminação por raça, gênero e sexualidade. Hollywood pretende expor e examinar décadas de dinâmicas de poder e revelar como a cena do entretenimento estaria hoje se não isso tivesse sido desmantelado”. Desenvolvida por Murphy em parceria com Ian Brennan (com quem criou “Glee” e “Scream Queens”), “Hollywood” vai reunir artistas que já trabalharam com o produtor em outros projetos, como Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (“The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”), David Corenswet (“The Politician”) e até Jim Parsons – o eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” atuou para Murphy no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“Ready or Not”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. A segunda série de Murphy para a Netflix (a primeira foi “The Politician”) tem estreia marcada para 1 de maio.

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    Um Crime para Dois: Nova comédia do diretor de Doente de Amor ganha trailer e data de estreia na Netflix

    20 de abril de 2020 /

    A comédia “The Lovebirds” ganhou título nacional e trailer legendado para sua estreia no Brasil. Feita pela Paramount, que chegou a divulgar seu lançamento no circuito cinematográfico, a produção foi adquirida pela Netflix após o fechamento dos cinemas, durante a crise sanitária criada pelo novo coronavírus, e agora vai sair diretamente em streaming no dia 22 de maio, com o nome de “Um Crime para Dois” no Brasil. A prévia mostra Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Issa Rae (“Issa Rae”) como um casal apaixonado, que tem a vida virada do avesso quando os dois se tornam suspeitos de assassinato. “Um Crime para Dois” é a segunda parceria de Najiani com o diretor Michael Showalter. Eles também fizeram juntos o sucesso “Doentes de Amor”, em 2017. Já o roteiro é de Martin Gero (criador da série “Blindspot”) em parceria com Aaron Abrams e Brendan Gall (que também trabalham em “Blindspot”). O lançamento da Netflix vai acontecer uma semana após a data em que o filme seria exibido no Brasil – e um mês após a estreia prevista para os cinemas nos Estados Unidos. Um detalhe curioso é que a Netflix aproveitou até a arte do pôster original da Paramount. Compare abaixo.

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    The Midnight Gospel: Animação psicodélica do criador de Hora da Aventura estreia na Netflix

    20 de abril de 2020 /

    A Netflix disponibilizou nesta segunda (20/4) a 1ª temporada de “The Midnight Gospel”, a nova animação de Pendleton Ward, criador da série “Hora de Aventura”, grande sucesso do Cartoon Network. Os oito episódios de aproximadamente 20 minutos já podem ser conferidos na plataforma. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, outra série animada da Netflix. A nova atração acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. A produção é inspirada no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com entrevistas com Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. Como o trailer abaixo atesta, o resultado é altamente psicodélico. Confira.

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    Tom Ellis teria recusado oferta para voltar a gravar Lúcifer

    18 de abril de 2020 /

    Tudo já está quase certo para a produção da 6ª temporada de “Lucifer”. Só falta um detalhe. O principal. O ator Tom Ellis teria recusado a proposta financeira da Warner para retomar o papel principal. Segundo apurou o site TVLine, o intérprete de Lucifer não aceitou os valores apresentados pelo estúdio e as negociações chegaram num impasse. Como Ellis assinou acordo para produção da 6ª temporada, deixando o acerto financeiro para depois, a WBTV (Warner Bros Television) decidiu cessar as ofertas de aumento. Caso ele se recuse a gravar, poderia ser processado por quebra de contrato. Mas o estúdio prefere realizar a série a processar o ator. Por conta disso, já tinha oferecido um aumento de remuneração, que foi considerado baixo por Ellis e seus representantes. Resolver esse impasse é só o que falta para a Netflix anunciar a 6ª temporada. O problema, porém, foi criado pela própria Netflix, que decidiu cancelar a série na 5ª temporada, desmobilizando o elenco. O cancelamento foi anunciado com muita antecedência, em junho do ano passado, e o equívoco dessa antecipação tornou-se evidente diante do aumento do interesse na atração gerado pela aparição especial de Lúcifer (Tom Ellis) no crossover “Crise nas Infinitas Terras” na TV aberta americana. A 5ª temporada deveria encerrar a série e foi planejada como temporada final. Originalmente concebida com 10 episódios, acabou recebendo autorização para produzir

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    Unbreakable Kimmy Schmidt: Especial interativo ganha teaser e data de estreia

    16 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um teaser e a data de estreia do episódio interativo de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que servirá como epílogo da série, encerrada na 4ª temporada em janeiro. Em um formato similar ao filme “Black Mirror: Bandersnatch”, o especial permitirá que os espectadores façam escolhas para os personagens seguirem caminhos diferentes na história, dando diferentes finais para a trajetória da protagonista. A prévia destaca a participação de Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e o enfrentamento final entre Kimmy (Ellie Kemper) e o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne (Jon Hamm), responsável por mantê-la em cativeiro por vários anos. Lançada em 2015, a série “Unbreakable Kimmy Schmidt” acompanhava Kimmy, uma mulher que viveu 15 anos como refém em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra. Após ser resgatada, ela não lamenta a prisão. Em vez disso, fica feliz da vida em saber que o mundo não acabou. E com essa felicidade, ela busca tentar se ajustar ao século 21 e uma Nova York que colide com a sua energia e pensamentos positivos. Os criadores da série, Robert Carlock e Tina Fey (ambos de “30 Rock”), escreveram o especial. Descrito como “a maior aventura de Kimmy até agora”, o capítulo incluirá explosões, um hambúrguer dançarino, um casamento e batalhas de robôs, segundo a sinopse. “‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ foi uma das primeiras séries de comédia originais na Netflix e agora será o primeiro evento de comédia interativo”, disse Tina Fey em comunicado oficial. “Acredito que o conceito é uma ótima opção para o nosso programa e será uma ótima maneira de concluir oficialmente a série”, completou. Intitulado “Kimmy vs The Reverend”, o especial tem estreia marcada para 12 de maio em streaming. Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. the Reverend — an all-new interactive special premieres May 12 Ellie Kemper, Tituss Burgess, Jane Krakow­ski, Carol Kane, and Jon Hamm return — plus Daniel Radcliffe joins in on the fun as you get to decide how the story ends! pic.twitter.com/HU2tjF8xY2 — See What's Next (@seewhatsnext) April 15, 2020

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    Eu Nunca: Série sobre a juventude de Mindy Kaling ganha trailer legendado

    16 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”). A série é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de uma estudante de high school americana com os hormônios à flor da pele, que sofre pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A prévia apresenta o humor resultando desse choque cultural, destacando a versão jovem de Mindy, ou melhor, Devi (interpreta pela estreante Maitreyi Ramakrishnan), desesperada para se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade. O elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”) e Angela Kinsey (“The Office”). “Eu Nunca…” chega à Netflix em 27 de abril.

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    Code 8: Sci-fi dos primos Robbie e Stephen Amell estreia na Netflix

    15 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou tardiamente o trailer legendado de “Code 8”, filme que entrou em seu catálogo no fim de semana passado, quatro meses depois de ser disponibilizado em plataformas VOD. Trata-se de uma sci-fi independente dos primos Robbie (“Arquivo X”) e Stephen Amell (“Arrow”), que causou boa impressão entre a crítica americana, atingindo 73% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Code 8” ganhou vida como um curta-metragem estrelado pelos primos em 2016, e acabou virando um longa por iniciativa dos próprios Amells, que lançaram uma campanha de crowdfunding para financiar a filmagem. Conseguiram levantar quase US$ 2,5 milhões de mais de 27 mil investidores, e o resultado chegou em diversas plataformas de aluguel digital em dezembro passado, inclusive no Brasil – onde ganhou o título completo de “Code 8: Renegados”. O roteiro é de Chris Pare e a direção de Jeff Chan, que trabalharam juntos no curta original e também no terror “O Mistério de Grace” (2014). O elenco ainda inclui outros atores conhecidos, como Sung Kang (o Han de “Velozes e Furiosos”), Laysla de Oliveira (“Locke and Key”), Alex Mallari Jr. (“Dark Matter), Greg Bryk (“Bitten”), Kyla Kane (“Channel Zero”), Martin Roach (“The Expanse”), Peter Outerbridge (“The Umbrella Academy”) e Kari Matchett (“Covert Affairs”) A trama se passa numa realidade em que 4% dos seres humanos nasceram com poderes sobrenaturais, que são colocados sob controle policial restrito. Até que um criminoso resolve reunir uma gangue superpoderosa para um grande golpe. De grande potencial, a história também vai virar série, mas não na Netflix. A plataforma Quibi encomendou a produção, que voltará a contar com os primos e se passará após os eventos do filme.

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    Netflix bate recorde de cotação na bolsa de valores

    15 de abril de 2020 /

    Nem todo mundo está tendo prejuízo com o novo coronavírus. O isolamento social recomendado como prevenção contra a pandemia está rendendo altas históricas na bolsa de valores para a Netflix. Na manhã desta quarta (15/4), as ações da plataforma de streaming subiram 3,2% para fechar com o preço de US$ 426,75. Trata-se do valor mais alto já alcançado pelas ações da Netflix em Wall Street, desde que passou a ser cotada na bolsa em 2002. O recorde anterior era de US$ 423,21, que ocorreu ao longo de um dia em junho de 2019. Já o resultado mais elevado ao final de um dia de cotação foi US$ 419 por ação, alcançado em julho de 2018. Vale observar que, ao longo desta quarta, as ações da Netflix chegaram a ser cotadas em até US$ 434. As ações da Netflix têm tido aumentos constantes no último mês, somando alta de mais de 40% no período. Com boa parte da população americana – e mundial – em casa, segundo protocolo de prevenção contra a covid-19, a plataforma experimenta uma valorização do seu serviço. Durante a quarentena, a Netflix vem dominando conversas com sua programação inédita, a ponto da minissérie documental “Tiger King” (no Brasil, “Máfia dos Tigres”) virar um dos tópicos mais repercutidos das redes sociais após o seu lançamento. A produção teria sido vista por mais de 34 milhões de espectadores só nos EUA.

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    Cardápio de O Poço tem pratos de capitalismo, comunismo e coronavírus

    15 de abril de 2020 /

    É fortuito que o lançamento em streaming do terror espanhol “O Poço” tenha acontecido justamente no dia em que grande parte do país entrou em uma quarentena devido à ameaça do coronavírus. A obra foi rodada com antecedência e sua estreia já havia sido agendada pela Netflix meses antes do começo da pandemia. Mesmo assim, o primeiro longa dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia rende comparações com a realidade atual. Escrito por David Desola (“Almacenados”) e Pedro Rivero (“Psiconautas, As Crianças Esquecidas”), o roteiro acompanha Goreng (Ivan Massagué), um sujeito que acorda certo dia em uma estranha prisão vertical. Ele divide sua cela com Trimagasi (Zorion Eguileor), que lhe explica o funcionamento daquele lugar: todos os dias, a comida dos prisioneiros é servida no primeiro andar, e uma plataforma flutuante desce os alimentos, andar por andar, até chegar ao final. Quem se encontra nos andares acima se serve à vontade, ao passo que falta comida para quem fica nas camadas inferiores. A relação capitalista é óbvia: enquanto sobram recursos para alguns poucos no topo, que se empanturram de comida até não poderem mais, as pessoas das, digamos, classes mais baixas passam – e até morrem de – fome. É uma lógica explicitada logo de início, quando a narrativa afirma: “Existem três tipos de pessoas. Aqueles que estão em cima, aqueles que estão embaixo e aqueles que caem”. A divisão vertical de classes está muito bem estabelecida. E a ascensão social, tão cara ao neoliberalismo, da-se de maneira arbitrária, quando os “residentes” mudam-se para outros andares aleatórios no início de cada mês. Assim, se no começo Goreng e Trimagasi sobrevivem comendo os restos deixados pelas pessoas dos mais de 40 andares acima, existe a possibilidade de, no mês seguinte, eles passarem para algum dos incontáveis andares abaixo. O individualismo visto no filme encontra reflexos nos noticiários da nova realidade. Enquanto deste lado da tela, os supermercados não dão conta de repor os alimentos que a população está estocando-os sem necessidade, no filme a economia e o bom senso, que poderiam ser soluções possíveis para o dilema dos prisioneiros, mas não aplicadas. Se em vez de comerem tudo o que veem pela frente, os prisioneiros se servissem apenas do necessário, haveria recursos suficientes para todo mundo. Uma solução, digamos, socialista. Mas a solidariedade não prospera contra o individualismo, nessa alegoria sobre o capitalismo selvagem – e sanguinário. Quem está nos andares de cima não fala com quem está embaixo. Cada um só se importa consigo mesmo. E logo até o bem-intencionado Goreng descobre que única maneira de conseguir transmitir uma mensagem humanitária é pelo medo. Uma revolução comunista? Embora a metáfora original seja clara, também é possível relacionar a situação representada no longa com o enfrentamento do coronavírus, em que, ao menos em alguns casos, o medo conseguiu unir diferentes lideranças, diferentes partidos, em uma única causa – embora certas pessoas dos andares de cima prefiram não falar com elas e ignorar o problema. Mas, ao priorizar as metáforas e a necessidade de “passar uma mensagem”, o diretor Galder Gaztelu-Urrutia acaba sacrificando a narrativa em prol do martelamento constante da moral da história. Isto o leva a perder o controle no terceiro ato. Por mais que continue clara, sua mensagem se mostra um mero subterfúgio para cenas violentas que se estendem além da conta. Por outro lado, o tédio, comum a obras sobre de encarceramento, é inexistente. A montagem prioriza uma passagem de tempo acelerada, e meses inteiros se passam em questão de minutos, enquanto o diretor atira metáforas para todos os lados, na esperança de resultar em alguma coisa. A amplitude de possibilidades de interpretações permite que se faça diferentes relações acerca daquilo que é mostrado na tela, mas também decorre da falta de sustentação da trama, tão rala que quase não serve nada em seu prato.

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    Netflix doa R$ 5 milhões para fundo de apoio a profissionais do audiovisual brasileiro

    14 de abril de 2020 /

    A Netflix anunciou a doação de R$ 5 milhões para um fundo emergencial, criado para apoiar os trabalhadores do audiovisual brasileiro afetados pela perda súbita de rendimentos, devido à suspensão de suas atividades como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus. O fundo será administrado pelo Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB) e ajudará até 5 mil pessoas. Profissionais como produtores, assistentes, coordenadores, técnicos e operadores de diferentes departamentos de produção como câmera, áudio, arte, maquiagem, figurino, cenografia, logística, entre outros, que em sua maioria recebem por semana ou trabalham sem contratos garantidos, serão elegíveis para solicitar o benefício, um único depósito no valor do salário mínimo, R$ 1.045. De acordo com a Netflix, a doação para o ICAB faz parte de um fundo de US$ 100 milhões anunciado em março para apoiar os trabalhadores do audiovisual em vários países onde a companhia possuiu base de produção. Em comunicado oficial, a empresa reforçou que a quantia “é um complemento ao pagamento de cachês que foram feitos às equipes e atores das nossas produções originais no país”. “Estamos gratos em trabalhar com o ICAB para apoiar aqueles trabalhadores da produção de filme e televisão que foram os mais atingidos no Brasil. A comunidade criativa brasileira sempre recebeu muito bem a Netflix e agora queremos fazer nossa parte para ajudar quem precisa de apoio neste momento sem precedentes que vivemos”, declarou o vice-presidente de produções originais da Netflix para América Latina, Francisco Ramos. Diretor executivo do ICAB, Mauro Garcia aproveitou para convocar outros nomes do setor a contribuir para o fundo. “O Instituto, que traz em seu DNA a preocupação com o bem estar dos profissionais, não podia deixar de agir no momento em que essas pessoas mais precisam, por isso estamos muito felizes com esta parceria com a Netflix. Também queremos convocar outros membros da indústria audiovisual para contribuir e aumentar os recursos que visam exclusivamente apoiar aqueles que são uma parte fundamental da produção audiovisual brasileira”.

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