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  • Série

    Príncipe Harry participará de episódio comemorativo de Thomas e Seus Amigos

    28 de abril de 2020 /

    O príncipe Harry gravou uma participação especial para a série animada britânica “Thomas e Seus Amigos”. A produção ganhou um vídeo de bastidores que revela os detalhes do projeto. O episódio é comemorativo dos 75 anos da criação de “Thomas e seus Amigos” e também traz versões animadas do pai e da avó de Harry, que são o príncipe Charles e a rainha Elizabeth II. Na trama, um dos amigos de Thomas recebe uma honra especial no palácio de Buckingham. O desenho é baseado na coleção literária sobre locomotivas falantes “The Railway Series”, do reverendo Wilbert Awdry, que começou a ser publicada em 1945 e segue até hoje. Seu filho Christopher, para quem ele concebeu as histórias originais, continuou seu legado com novas publicações a partir de 1983. A série animada, por sua vez, foi lançada no Reino Unido em 1984 pelo canal ITV. Os primeiros anos tiveram alguns hiatos de produção, porque a técnica utilizada, animação computadorizada, ainda estava dando seus primeiros passos e a renderização era extremamente demorada. Por isso, a série vai chegar apenas à sua 24ª temporada com o lançamento do episódio especial. Apesar disso, a produção tem a mesma idade do príncipe Harry, atualmente com 35 anos. Intitulado “Thomas e Seus Amigos: Visitando a Rainha” (Thomas & Friends: The Royal Engine), o capítulo contará com introdução de Harry, que falará justamente sobre suas lembranças de infância do desenho. “Muitas crianças foram entretidas, inspiradas e educadas em temas importantes por essas histórias e personagens”, ele declarou em comunicado. Além de Harry, o desenho também contará com participação da atriz Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), que vai dublar uma personagem chamada Duquesa, a locomotiva falante da família real. O especial será disponibilizado pela Netflix em todo o mundo, inclusive no Brasil, na sexta-feira (1/5). Veja abaixo o vídeo com cenas e bastidores da produção.

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  • Série

    Especial interativo de Unbreakable Kimmy Schmidt ganha primeiro trailer

    27 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer do episódio interativo de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, que servirá como epílogo da série, encerrada em janeiro passado. Em um formato similar ao filme “Black Mirror: Bandersnatch”, o especial permitirá que os espectadores façam escolhas para os personagens seguirem caminhos diferentes na história, dando diferentes finais para a trajetória da protagonista. A prévia destaca a participação de Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e o enfrentamento final, após quatro temporadas, entre Kimmy (Ellie Kemper) e o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne (Jon Hamm), responsável por mantê-la em cativeiro por vários anos. Entre as situações reveladas, o espectador deverá escolher se Kimmy se casa com o personagem de Radcliffe ou embarca numa aventura para salvar outras vítimas do Reverendo, num bunker ainda não descoberto. Lançada em 2015, a série “Unbreakable Kimmy Schmidt” acompanhava Kimmy, uma mulher que viveu 15 anos como refém em um culto, acreditando que era uma das únicas sobreviventes de um apocalipse que dizimou a Terra. Após ser resgatada de seu bunker subterrâneo, ela não lamenta ter sido enganada, preferindo ficar feliz por o mundo não ter acabado. E com essa felicidade, ela busca tentar se ajustar ao século 21 e uma Nova York que colide com a sua energia e pensamentos sempre positivos. Os criadores da série, Robert Carlock e Tina Fey (ambos de “30 Rock”), escreveram o especial. Descrito como “a maior aventura de Kimmy até agora”, o capítulo incluirá explosões, um hambúrguer dançarino, um casamento e batalhas de robôs, segundo a sinopse. “‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ foi uma das primeiras séries de comédia originais na Netflix e agora será o primeiro evento de comédia interativo”, disse Tina Fey em comunicado oficial. “Acredito que o conceito é uma ótima opção para o nosso programa e será uma ótima maneira de concluir oficialmente a série”, completou. Intitulado “Kimmy vs The Reverend”, o especial estreia em 12 de maio em streaming.

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    Becoming: Documentário sobre Michelle Obama ganha primeiro teaser

    27 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Becoming”, documentário sobre a ex-primeira dama dos EUA Michelle Obama. A prévia mostra Michelle conversando com um grupo de jovens no Museu Afro-Americano da Filadélfia. Quando uma das garotas pergunta como é “voltar para a sua vida normal” após oito anos na Casa Branca, a ex-primeira dama responde que isso não é possível. “Quando eu tentei voltar para o caminho em que eu estava antes, descobri que ele não existia mais. É um novo caminho. Eu estou fazendo o que vocês estão fazendo. Tentando descobrir o que quero fazer daqui para a frente, as coisas com as quais eu me importo”, ela comenta. Batizado com o nome do livro lançado por Michelle Obama em 2018, o filme segue a ex-primeira dama pela turnê de lançamento da obra, que a levou a 34 cidades americanas. Detalhes de sua biografia, que fazem parte da obra literária, também serão evocados no filme. Com produção da Higher Ground, empresa estabelecida pelo casal Obama, que este ano venceu o Oscar de Melhor Documentário por “Indústria Americana”, o filme marca a estreia de Nadia Hallgreen na direção, após vários curtas documentais premiados. Michelle Obama promoveu o filme no Twitter dizendo esperar que ele passa servir de um pouco de “inspiração e alegria” nesses tempos de pandemia do novo coronavírus. “Nesses dias, pode ser difícil se sentir conectado ao mundo, ou esperançoso — mas as conexões que eu fiz com pessoas ao redor dos EUA e do mundo me lembraram que a empatia pode salvar vidas. Esse poder está claro no filme de Nadia”, escreveu. A produção estreia em 6 de maio na plataforma de streaming.

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  • Série

    Se Joga, Charlie: Netflix cancela série de Idris Elba

    27 de abril de 2020 /

    A Netflix cancelou “Se Joga, Charlie” (Turn Up Charlie), comédia estrelada por Idris Elba. Lançada em março do ano passado, a série não terá 2ª temporada. Na trama, Elba interpretava o Charlie do título, que em sua imaginação é um DJ talentoso e solteirão assumido, mas que na realidade não passa de um fracassado que ainda mora com a mãe. Até que recebe um convite de emprego inusitado de um amigo que namora uma DJ famosíssima, vivida por Piper Perabo (“Covert Affairs”). Achando que o trabalho tem relação com seu suposto talento, ele se decepciona ao perceber que foi contratado como babá da filha problemática da estrela. Mesmo assim, isso realmente acaba mudando sua vida. Apesar da temática musical, a série tinha mais a ver com comédias infantis, especialmente com “Grande Menina, Pequena Mulher” (2003). Mesmo assim, possuía similaridades com a trajetória pessoal do ator, que surgiu como DJ no Reino Unido antes de se tornar uma estrela da TV e do cinema. Embora não tenha alcançado sucesso na música, até hoje ele trabalha como DJ por diversão. Não por acaso, Elba ajudou a criar “Se Joga, Charlie”, em parceria com o roteirista Gary Reich (“Vicious”). O ator inglês foi uma das primeiras celebridades de Hollywood a revelar ter pego covid-19. Ele e sua mulher, a modelo Sabrina Dhowre, ficaram em quarentena no mês passado, mas não precisaram de internação hospitalar.

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    Bolsonaro vira sinônimo de burro em série da Netflix

    27 de abril de 2020 /

    Lançada na Netflix na quinta-feira passada (23/4), a 3ª e última temporada da série mexicana “La Casa de Las Flores” usou o sobrenome da família Bolsonaro como sinônimo de “burro”. A ofensa acontece no quinto episódio, durante uma discussão entre a personagem Paulina de la Mora (papel de Cecília Suarez) e Diego Olvera (Juan Pablo Medina). Na cena, ela grita para o homem: “Cale a boca! Você é burro? Você é do Alabama [estado norte-americano]? Seu sobrenome é Bolsonaro ou o quê?”. A Netflix não substituiu o sobrenome do presidente na legenda oficial. A frase apenas reflete o que diversas publicações internacionais têm dito sobre Jair Bolsonaro desde que ele culpou Leonardo DiCaprio por incêndios na Amazônia. Comédia de flertes dramáticos, “La Casa de Las Flores” acompanha uma família de classe alta cheia de segredos. A série começa com o patriarca levando os filhos que teve com uma amante para a sua família — que não sabia de nada.

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  • Série

    4ª temporada de The Last Kingdom estreia sem publicidade na Netflix

    26 de abril de 2020 /

    A 4ª temporada de “The Last Kingdom” chegou na Netflix neste domingo (26/4) sem muita publicidade. Apesar de ser uma das melhores produções do catálogo da empresa, o lançamento foi lembrado apenas no perfil oficial da série nas redes sociais. Nenhuma nota foi divulgada para a imprensa, nenhum trailer foi disponibilizado nas contas da plataforma, numa falta de iniciativa que evoca a relação da Netflix com outras produções já canceladas. Este abandono é um desserviço para os fãs, que são numerosos e apaixonados, e um pouco caso com o dinheiro investido na (super)produção da série. O público precisa saber que a temporada existe para procurá-la. Os novos capítulos marcam apenas o segundo ano de realização da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção, graças a seu sucesso em vários países, para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca o ator Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, um jovem britânico que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como herdeiro de terras da nobreza. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano se concentra no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne), que lidam com a transição de poder em Wessex. Até o momento, Bernard Cornwell publicou 12 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2019 – e o 13º estava previsto para este ano. Espera-se que o descaso atual tenha sido apenas um “lapso” momentâneo e a Netflix continue a produzir a série até o fim da história. WE ARE BACK! Season 4 of The Last Kingdom is now available on NETFLIX. Binge away, Arselings! #TheLastKingdom pic.twitter.com/dfqmPwvctx — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) April 26, 2020

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    A Missy Errada: Nova comédia produzida por Adam Sandler ganha trailer legendado

    26 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado de “A Missy Errada” (The Wrong Missy), comédia besteirol estrelada por David Spade, que faz parte do acordo de produção firmado entre a plataforma e o ator Adam Sandler. Após formar uma dupla de sucesso com o falecido Chris Farley nos anos 1990, Spade se tornou um dos eternos coadjuvantes dos filmes de Sandler, em troca de estrelar suas próprias comédias eventuais produzidas pelo astro. Não por acaso, “A Missy Errada” também traz aparições de outros agregados de Sandler, como Nick Swardson, Rob Schneider e até o cantor Vanilla Ice. Entretanto, quem rouba as cenas é uma relativa novata na turma, Lauren Lapkus, intérprete da personagem-título. Ela já tinha trabalhado com Sandler em “Juntos e Misturados” (2014) e agarra a chance de protagonizar sua primeira comédia, após uma carreira repleta de tipos esquisitos, mas sempre coadjuvantes. Na trama, Spade se confunde ao trocar mensagens com a Missy errada, vivida por Lapkus, achando que estava convidando a Missy interpretada pela ex-modelo Molly Sims para acompanhá-lo num evento corporativo em uma ilha paradisíaca. E só se dá conta quando a mulher com quem teve um desastroso encontro às cegas se senta ao seu lado no avião. Sem saída, ele se prepara para passar a maior vergonha da sua vida na frente de seus colegas de trabalho, após dizer que viajaria com a mulher de seus sonhos. O roteiro é de Chris Pappas e Kevin Barnett, que assinaram “Zerando a Vida” (2016), comédia da Netflix estrelada por Sandler e Spade, e a direção é de Tyler Spindel, responsável por “Pai do Ano” (2018), fracasso anterior de Spade, produzido por Sandler. A estreia está marcada para 13 de maio em streaming.

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    Paulo Coelho diz que filme Resgate, da Netflix, usou frase de sua autoria sem créditos

    26 de abril de 2020 /

    O escritor Paulo Coelho denunciou neste domingo (26/4) nas redes sociais a apropriação de uma de suas frases literárias mais famosas no filme “Resgate”, estrelado por Chris Hemsworth (o Thor) na Netflix, sem a sua autorização. Escrevendo em inglês no Twitter, o autor brasileiro disse que a frase “Você não se afoga caindo em um rio, mas ficando submerso nele”, do livro “Diário de um Mago”, foi utilizada no filme sem os créditos. Em tom irônico, Paulo disse que “eles esqueceram de dar o crédito, o que não é um problema” e sugeriu ao roteirista do filme que procure no Google para encontrar diversos cartões, feitos por fãs, com a frase em questão. O livro “Diário de um Mago”, de onde a frase foi extraída, foi traduzido para mais de 40 idiomas em todo o mundo. Já o roteirista Joe Russo, que se apropriou da frase, dirigiu “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos. O diretor de “Resgate”, por sua vez, foi coordenador de dublês daquele filme, Sam Hargrave. You drown not by falling into a river, but by staying submerged in it (Coelho, “The Pilgrimage”- used in the Netflix movie Extraction. They forgot to mention the author, but this is not a big deal) — Paulo Coelho (@paulocoelho) April 26, 2020 "Você não se afoga caindo em um rio, mas ficando submerso nele." Paulo Coelho Publicado por Simplória em Sábado, 25 de abril de 2020

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    2ª temporada de Disque Amiga para Matar ganha trailer legendado

    26 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me), série protagonizada por Christina Applegate (“Perfeita É a Mãe!) e Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”). A prévia mostra o tom do humor negro da produção, ao mostrar as duas tentando sumir com um cadáver sem ficar muito paranoicas com possíveis pistas deixadas para trás A trama é centrada em Jen (Applegate), uma viúva aparentemente certinha, mas com problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, ela desenvolve uma amizade com Judy (Cardellini), uma mulher de espírito livre que conhece num grupo de apoio. Mas enquanto se tornam amigas improváveis, Judy faz de tudo para esconder um grande segredo. “Disque Amiga para Matar” marcou a volta da atriz Christina Applegate às sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, sua primeira lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, liderou o ranking por semanas. A 2ª temporada estreia em 8 de maio.

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    Into the Night: Série apocalíptica da Netflix ganha trailer

    24 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer com legendas em inglês de sua primeira série belga, “Noite Adentro” (Into the Night), uma trama apocalíptica sobre a maior pandemia já enfrentado pela humanidade: o contágio pelo sol. A trama começa com um evento solar repentino, quando o sol inexplicavelmente começa a matar todos que são tocados por sua luz. Mas um grupo de “sortudos” passageiros e tripulantes de um voo noturno de Bruxelas consegue sobreviver. E a única forma de permanecerem vivos é voar sem parar, rumo ao Oeste e à proteção da noite escura. Mas o combustível não dura para sempre. Nem a alimentação disponível para a viagem. O elenco inclui Jan Bijvoet (“Peaky Blinders”), Laurent Capelluto (“Labirinto Verde”), Pauline Etienne (“A Religiosa”), Stefano Cassetti (“Jovem e Bela”), Vincent Londez (“Troca de Rainhas”), Mehmet Kurtulus (“O Último Guardião”), Astrid Whettnall (“The Missing”) e Alba Gaïa Bellugi (“Intocáveis”). Criada por Jason George, roteirista de “Narcos” e “The Blacklist” (Lista Negra, na TV aberta), a série adapta um best-seller do escritor Jacek Dukaj e tem seis episódios em sua 1ª temporada, com estreia marcada para sexta-feira (1/5).

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    White Lines: Primeira série em inglês do criador de La Casa de Papel ganha trailer legendado

    23 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “White Lines”, nova série do espanhol Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Trata-se da primeira atração do produtor-roteirista falada em inglês, ainda que passada em Ibiza, ilha espanhola que é ponto turístico de baladeiros do mundo inteiro, tanto pelas praias quanto pela agitação noturna. A prévia assume humor negro, com excesso de cocaína e sangue, ao acompanhar a busca de uma mulher pelo assassino de seu irmão, um jovem DJ inglês. Vale lembrar que “white lines” é gíria para cocaína – e título de uma música famosa sobre o consumo da droga, cantada pelo rapper Melle Mel, um dos Furious Five do DJ Grandmaster Flash, em 1982. Na trama, o cadáver do DJ é encontrado em Ibiza 20 anos após seu misterioso desaparecimento. Sua irmã retorna à ilha para investigar e mergulha em um mundo repleto de adrenalina, clubes noturnos, mentiras e dissimulações. Em um lugar onde todos vivem no limite, ela é forçada a encarar o lado mais sombrio de sua própria personalidade. A protagonista é vivida pela atriz inglesa Laura Haddock, que interpretou a mãe de Peter Quill na franquia “Guardiões da Galáxia”, além de ter estrelado “Transformers: O Último Cavaleiro” e a série “Da Vinci’s Demons”. O elenco também destaca Daniel Mays (“Rogue One”), Tom Rhys Harries (“Britannia”), Pedro Casablanc (“Dor e Glória”), Belén López (“Holmes & Watson. Madrid Days”) e Jade Alleyne (“Years and Years”). “White Lines” estreia em 15 de maio na Netflix.

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    Parte 4 de La Casa de Papel teria sido vista por 65 milhões de pessoas

    22 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um relatório para o mercado em que revela que a Parte 4 de “La Casa de Papel” já foi vista por mais de 65 milhões de pessoas. O comunicado foi feito para investidores, refletindo o aumento significativo de assinantes e grande lucro atingido durante o começo da quarentena forçada pela pandemia do novo coronavírus. Lançada em 3 de abril, a nova temporada da série espanhola é considerada o maior sucesso do ano no catálogo da Netflix, seguida de perto pela atração documental da “Máfia dos Tigres” (Tiger King), que teria sido vista por 64 milhões de contas em seu primeiro mês em streaming. Os números são impressionantes, mas também superestimados. Vale lembrar que a Netflix mudou recentemente a sua forma de contar espectadores de séries. A plataforma considera que um espectador viu uma série se assistir a apenas dois minutos de um capítulo. Segundo a empresa, isso seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. A inspiração para essa alteração foi a medição do YouTube. O detalhe é que 2 minutos de um vídeo do YouTube pode significar um clipe musical completo. Ou a duração de um trailer. O fato é que, assim que alterou sua medição, a Netflix passou a registrar recordes improváveis de audiência. Como nenhum dado pode ser conferido de forma independente, deve-se considerar os números da plataforma apenas indicativos. Por esses números inflados, “The Witcher” seria o maior recordista da plataforma, vista por 76 milhões de pessoas em seu primeiro mês de lançamento, no ano passado.

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    Netflix surpreende mercado com disparada de novas assinaturas no primeiro trimestre

    22 de abril de 2020 /

    A Netflix praticamente dobrou o número de assinantes previsto por analistas para o primeiro trimestre de 2020. De janeiro a março, a empresa adicionou 15,77 milhões de novos assinantes globalmente, bem acima das estimativas do mercado, que girava em torno de 8 milhões, segundo a empresa de pesquisas FactSet. As ações da gigante de streaming, que subiram cerca de 35% neste ano, avançaram mais 4% no after-market de terça (21/4), após a divulgação dos números. Em seu comunicado, a Netflix confirmou que adicionou mais assinantes do que o mercado e ela própria esperavam devido ao começo da quarentena forçada para conter a pandemia do novo coronavírus, situação em que a internet e os serviços de streaming têm se provado ferramentas essenciais das famílias modernas. Alguns analistas acreditavam que os serviços de streaming estariam entre os primeiros itens a serem cortados em meio a uma onda de demissões e temores de uma recessão econômica. Mas a Netflix disse que espera adicionar ainda mais 7,5 milhões de assinantes pagos globalmente no segundo trimestre, também quase dobrando as estimativas de analistas para o período, de 3,81 milhões. O crescimento maior da empresa se deu na região Ásia-Pacífico, onde adicionou 3,6 milhões de assinantes. Na América Latina, foram 2 milhões de novos clientes. Mas o aumento excepcional no número de assinaturas paradoxalmente resulta em receita menor, devido à valorização do dólar. No Brasil, por exemplo, a perda devido à moeda foi de 25% — os R$ 33 da assinatura básica, que equivaliam a US$ 8,50 há um ano, passaram a valer US$ 6,50. A conta final, porém, está sendo positiva. A receita trimestral da Netflix aumentou para US$ 5,77 bilhões (R$ 30,5 bilhões), ante US$ 4,52 bilhões (R$ 23,9 bilhões) no trimestre anterior. Em todo o mundo, a plataforma já soma mais de 180 milhões de assinantes.

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