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  • Filme

    Netflix adquire forte candidato ao Oscar 2021

    6 de julho de 2020 /

    A Netflix adquiriu os direitos de “The Trial of the Chicago 7”, novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), produzido por Steven Spielberg. O projeto é antigo. Sorkin, premiado com o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Rede Social”, assumiu o filme após Steven Spielberg desistir de tentar tirá-lo do papel – ele chegou a considerar dirigir o longa em 2008. A trama acompanha o julgamento de sete ativistas anti-Guerra do Vietnã que foram presos e julgados pelo governo dos Estados Unidos nos anos 1960. Eles fizeram uma grande manifestação durante a Convenção Nacional do Partido Democrata, em Chicago, no ano de 1968, quando foram detidos pela polícia. Acusados de conspiração e incitação ao tumulto, os sete se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter situações potencialmente tumultuosas. O julgamento também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. O roteiro é do próprio Sorkin, que o finalizou em 2013. Após se consolidar como diretor com “A Grande Jogada” (2017), ele acabou assumindo a frente do projeto também como diretor. Vale observar que essa história já foi filmada antes, em “The Chicago 8” (2011), que foi uma produção indie de pouca repercussão. A maior diferença de “The Trial of the Chicago 7” é seu elenco, que conta com Joseph Gordon-Levitt (“Snowden”) como Richard Schultz; Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman; Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden; Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale; Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como Fred Hampton; Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin; Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis; Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman; Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler; e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark. O elenco, porém, poderia ser ainda mais impressionante, caso o filme fosse feito na época em que Spielberg esteve à sua frente. Durante sua década de desenvolvimento, Will Smith (“Esquadrão Suicida”) quase foi escalado como Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ser condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Heath Ledger (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”) foi outro que esteve perto de viver Tom Hayden, ex-marido da atriz Jane Fonda e um dos sentenciados. Considerado um forte candidato a prêmios, o longa deve estrear em novembro, visando a temporada estendida do Oscar 2021.

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  • Filme

    Versão definitiva de Apocalypse Now é o principal lançamento digital da semana

    3 de julho de 2020 /

    A principal novidade online do fim de semana é a “versão definitiva” de um dos filmes mais reverenciados da história do cinema. “Apocalypse Now: Final Cut” é a terceira edição oficial do clássico de guerra de Francis Ford Coppola – sem contar a “cópia de trabalho” que venceu o Festival de Cannes – , remontada pelo próprio diretor, e chega ao streaming após inaugurar o Belas Artes Drive-In Confira abaixo mais detalhes deste e de outros lançamentos digitais inéditos nas salas de cinema, que chegam aos serviços de VOD (locadoras online) e streaming neste fim de semana. A curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos e com alta rotatividade) e produções de baixa qualidade que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Apocalypse Now: Final Cut | EUA | 1979-2018 Depois do sucesso da exibição do filme de Francis Ford Coppola no Belas Artes Drive-In, a plataforma de streaming do cinema disponibiliza a nova versão estendida do cult de 1979 junto com dois documentários sobre seus bastidores: “Apocalipse de um Cineasta” (1991) e “Dutch Angle: Fotografando Apocalypse Now” (2019). Com 3 horas de duração, o filme em si é uma versão maior que a exibida nos cinemas em 1979 – mas menor que a disponibilizada em DVD (“Apocalypse Now: Redux”) – e conta com imagem e som remasterizados. A première deste “Final Cut” aconteceu no Festival de Tribeca, em Nova York, em abril de 2018. Disponível no Belas Artes à La Carte. Feito em Casa | EUA | 2020 Antologia de curtas realizados durante a quarentena por uma equipe seleta – e impressionante – de 17 cineastas de várias regiões do mundo. Cada curta tem de cinco a sete minutos e uma das curiosidades da produção é a primeira parceria entre o diretor chileno Pablo Larrain (“Neruda”) e a atriz americana Kristen Stewart (“As Panteras”), que a seguir trabalharão juntos em “Spencer”, cinebiografia da princesa Diana. Larrain é o produtor do projeto e ele encomendou um dos curtas a Stewart, que assina seu segundo trabalho no formato, após estrear como curtametragista em “Come Swim”, de 2017. Os demais diretores são o italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”), a japonesa Naomi Kawase (“Esplendor”), o malinês Ladj Ly (“Os Miseráveis”), o casal libanês Nadine Labaki e Khaled Mouzanar (“Cafarnaum”), a zambiana Rungano Nyoni (“Eu Não Sou uma Bruxa”), a mexicana Natalia Beristáin (“No Quiero Dormir Sola”), o alemão Sebastian Schipper (“Victoria”), o chinês Johnny Ma (“Viver para Cantar”), as britânicas Gurinder Chadha (“A Música da Minha Vida”), de origem indiana, e Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), de origem iraniana, a atriz americana Maggie Gyllenhaal (“The Deuce”), a diretora de fotografia Rachel Morrison (“Pantera Negra”), o americano filho de brasileiros Antonio Campos (“Simon Assassino”), o chileno Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”) e, claro, o próprio Larrain, que descreve a experiência da antologia como um “festival de cinema muito estranho, bonito e único”. Disponível na Netflix. Adú | Espanha | 2020 Três jornadas, que se entrecruzam de forma dramática, ilustram diferentes lados de uma história sobre imigrantes ilegais africanos que tentam chegar na Europa. A produção da Paramount, dirigida por Salvador Calvo (“Os Últimos das Filipinas”), foi feita para o cinema, mas acabou adquirida pela Netflix para distribuição internacional. Disponível na Netflix. Desperados | EUA | 2020 A comédia escrita, dirigida e estrelada por mulheres gira em torno de uma neurótica (Nasim Pedrad, de “Aladdin”) que encontra o “date perfeito” (Robbie Amell), mas pira quando ele fica cinco dias sem retornar suas ligações. Após enviar um email cheio de insultos, ela descobre que ele sofreu um acidente, está no hospital e a ama. Desesperada por conta das mensagens, a neurótica traça um plano com suas duas melhores amigas (Anna Camp e Sarah Burns) para pegar o celular dele antes que ele tenha alta. O detalhe é que o celular está no México. Ao chegar no hotel, ela se depara com outro ex-date (Lamorne Morris), que logo é envolvido no esquema frenético. A direção de LP (Lauren Palmigiano), que já fez muitas sitcoms, opta por um tom histérico similar às comédias brasileiras. Há quem goste. Disponível na Netflix. Lemedel | Chile | 2019 O documentário, premiado no Festival de Berlim com o Teddy de Melhor Filme LGBTQIA+, aborda a vida do escritor, artista visual e pioneiro do movimento Queer na América Latina Pedro Lemebel, que abalou as estruturas da sociedade conservadora do Chile durante a ditadura de Augusto Pinochet, nos anos 1980. Disponível em iTunes, Google Play, Now, Vivo Play e YouTube Filmes. Atleta A | EUA | 2020 O documentário relata a polêmica que se abateu sobre a ginástica olímpica dos EUA com o surgimento de denúncias de abuso sexual do médico da seleção feminina, acobertadas pela federação esportiva. Dirigido pelos cineastas Bonni Cohen e Jon Shenk (de “Uma Verdade Mais Inconveniente”), o filme se aprofunda nas denúncias devastadoras das atletas, acompanhando o trabalho dos repórteres do pequeno jornal americano IndyStar, responsáveis pela revelação da cultura de abusos a que eram submetidas as estrelas da elite olímpica americana, até o julgamento do caso, que aconteceu em 2018 e levou à renúncia de todo o comitê olímpico de ginástica feminina dos EUA. Disponível na Netflix. Bryan Stevenson: Luta Por Igualdade | EUA | 2020 Documentário sobre o advogado que inspirou o filme “Luta por Justiça” (2019), e que foi vivido por Michael B. Jordan no cinema. A produção da HBO também debate as origens da injustiça racial e como ela evoluiu até os dias de hoje. De acordo com Stevenson, o sistema de justiça criminal “te trata melhor se você é rico e culpado do que se você é pobre e inocente”. Disponível na HBO Go.

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  • Série

    O Método Kominsky é renovada para 3ª e última temporada

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação e o cancelamento da série “O Método Kominsky”, protagonizada por Michael Douglas e Alan Arkin, para sua 3ª e última temporada. A tática de renovar cancelando – ou cancelar renovando – tem sido usada amplamente pela plataforma desde o primeiro anúncio de cancelamento de “Lucifer” em junho do ano passado. Ironicamente, o segundo cancelamento também foi igual. A iniciativa tem dupla utilidade. Como o cancelamento é anunciada com muita antecedência, esvazia a pressão de possíveis campanhas de renovação e ainda permite aos produtores desenvolverem um arco de encerramento definitivo. É o que acontece agora, como o criador de “O Método Kominsky” atesta em comunicado. “‘O Método Kominsky’ tem sido um verdadeiro projeto de paixão para mim e uma experiência incrível de resposta calorosa do público e da crítica. Estou animado para encerrar a história com este capítulo final”, disse Chuck Lorre em comunicado. O final da série também segue a estratégia da Netflix de encerrar suas séries após um período relativamente curto. Apenas um punhado de séries originais da plataforma chegou a mais de cinco temporadas. Por sinal, o anúncio do fim de “O Método Kominsky” foi feito dois dias após a plataforma renovar e cancelar “Ozark” com uma 4ª temporada expandida. Até o momento, a Netflix não informou quantos episódios terá a última temporada nem quando as gravações irão começar, visto que a pandemia do novo coronavírus interrompeu as produções pelo mundo. A 2ª temporada da série foi disponibilizada em outubro de 2019. Na trama, Michael Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de elencos. Apesar de não atuar mais, ele ainda é acompanhado por Norman (Alan Arkin), seu antigo agente que, na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série registra os altos e baixos dessa amizade.

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  • Etc

    Duffy critica Netflix por promover a violência sexual de 365 Dias

    2 de julho de 2020 /

    A cantora britânica Duffy teria decidido protestar publicamente contra a publicidade elogiosa em torno do longa polonês “365 Dias”, que é apresentado como um novo “Cinquenta Tons de Cinza” na Netflix. Em fevereiro, ela revelou ter sido sequestrada, drogada, mantido em cativeiro e estuprada por um período longo e não detalhado, dizendo que isso a fez abandonar sua arte e sumir por um tempo. “365 Dias” mostra, justamente, um homem raptando e mantendo uma mulher em cativeiro pelo tempo de seu título, como o objetivo de forçá-la a se apaixonar por ele. O filme foi lançado na Polônia em 7 de fevereiro e entrou no catálogo da Netflix em 8 de junho. Duffy não usa redes sociais e teria se manifestado por meio de uma carta aberta, endereçada ao CEO da Netflix, Reed Hastings. Uma cópia da carta foi fotografada pelo jornal britânico The Sun (veja a reprodução abaixo). Nela, Duffy chama a decisão de disponibilizar o filme de “irresponsável”. “Não queria ter que escrever para você, mas a ‘virtude’ do meu sofrimento me obriga a fazê-lo”, diz a cantora, fazendo referência ao que passou enquanto foi mantida em cativeiro. “‘365 Dias’ glamoriza a realidade brutal do tráfico sexual, do sequestro e do estupro. Não deveria ser a ideia de entretenimento para ninguém, nem ser descrito como tal ou comercializado desta maneira. Enquanto escrevo essas palavras, cerca de 25 milhões de pessoas são vítimas de tráfico [sexual] em todo o mundo. Por favor, tire um momento para pensar neste número, equivalente a quase metade da população da Inglaterra.” Duffy também lamentou que a Netflix ofereça uma plataforma para esse tipo de filme, que erotiza o sequestro e distorce a violência sexual, transformando-a em algo “sexy”, e disse não conseguir imaginar como a empresa pode ter sido tão descuidada e insensível. “Todos sabemos”, continuou, “que a Netflix não reproduziria um material que glamorizasse pedofilia, racismo, homofobia, genocídio ou qualquer outro crime contra a humanidade. O mundo corretamente se levantaria e gritaria. Tragicamente, as vítimas de tráfico e sequestro são invisíveis e, em ‘365 Anos’, seu sofrimento é transformado em um ‘drama erótico’, como descreve a Netflix.” A cantora também se dirigiu aos autodeclarados fãs do filme, incentivando as milhões de pessoas que gostaram de “365 Anos” a refletir sobre sequestro, tráfico e exploração sexual. Duffy ainda compartilhou links com mais informações sobre o tema e indicou entidades como a Coalition Against Trafficking in Women e Hope for Justice, que enfrentam a situação. “Vocês não se deram conta de como ‘365 Anos’ levou sofrimento àqueles que passaram pela dor e o horror que esse filme glamoriza pelo entretenimento e por dólares. O que eu e outros que conhecemos essas injustiças precisamos é exatamente o oposto — uma narrativa da verdade, da esperança e que nos dê voz.”

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  • Série

    Warrior Nun: Trailer apresenta nova série sobrenatural da Netflix no dia da estreia

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix finalmente disponibilizou a versão legendada do trailer de “Warrior Nun”, série de fantasia sobrenatural sobre uma ordem secreta de freiras que combate as forças das trevas. Duas semanas após surgir nos EUA, a versão nacional quase chega depois da série, que estreou na plataforma nesta quinta (2/7). A prévia é bastante promissora, com muitos efeitos visuais, criaturas sobrenaturais e heroínas com poderes miraculosos, que não são necessariamente santas. A crítica americana aprovou, com 80% de comentários positivos no site Rotten Tomatoes. A trama acompanha a jovem Ava (a portuguesa Alba Baptista, de “Linhas de Sangue”) que acorda em um necrotério, supostamente após sua morte, com poderes inexplicáveis. Sua busca por respostas a leva à Ordem da Espada Cruciforme, uma sociedade secreta de freiras guerreiras que juraram proteger o mundo do mal. Enquanto equilibra suas responsabilidades como uma noviça da Ordem e a vida normal de uma adolescente, a jovem – e todos os demais – se questiona porque foi escolhida, já que nunca foi um anjo. Produção americana gravada na Espanha, a série foi criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”. Mas a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. O elenco inclui várias atrizes novatas, como Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”) e a estreante Kristina Tonteri-Young, nos papéis de noviças rebeldes, além do português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), da holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”) e da italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) como integrantes da ordem secreta.

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  • Filme

    Atriz de Trama Fantasma será a Princesa Margaret no final de The Crown

    2 de julho de 2020 /

    A atriz Lesley Manville, indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”, será a intérprete da princesa Margaret na 5ª e última temporada de “The Crown”. O anúncio foi feito pela conta oficial da série nas redes sociais. Ela vai se juntar a Imelda Stauton (a Dolores Umbridge de “Harry Potter”), que já foi confirmada como a rainha Elizabeth na reta final da série da Netflix. “Eu não poderia estar mais feliz por poder interpretar a princesa Margaret. Fui precedida por duas atrizes formidáveis e não quero decepcionar. Além disso, interpretar a irmã da minha querida amiga Imelda Stauton será uma enorme alegria”, disse Manville, no comunicado sucinto publicado no Twitter. A princesa Margaret foi interpretada por Vanessa Kirby (que venceu o BAFTA pelo papel) nas duas primeiras temporadas de “The Crown” e por Helena Bonham Carter no terceiro ano. Ainda inédita, a 4ª temporada da série será exibida, com o mesmo elenco da 3ª, ainda neste ano. Lesley Manville will play Princess Margaret in the fifth season of The Crown. pic.twitter.com/R5aZEBOW0t — The Crown (@TheCrownNetflix) July 2, 2020

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  • Série

    Desejo Sombrio: Série mexicana com atriz de Rebelde ganha trailer picante

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Desejo Sombrio” (Oscuro Deseo), série mexicana estrelada por Maite Perroni, mais conhecida pelo público brasileiro como a Lupita, de “Rebelde” (RBD). A prévia sugere uma novela de suspense picante. Na trama, Maite vive uma mulher que se envolve com um desconhecido mais novo (Alejandro Speitzer, de “Rainha do Sul”), que vira seu mundo de cabeça para baixo. O que deveria ser apenas uma aventura extraconjugal se complica quando o rapaz volta a aparecer em sua vida. Para piorar, tudo indica que ele seja um assassino profissional. A série foi criada por Leticia López Margalli, roteirista de novelas mexicanas e da comédia blockbuster “Não Aceitamos Devoluções” (2013), que chegou a ganhar remake brasileiro com Leandro Hassum (“Não se Aceitam Devoluções”). A estreia está marcada para o dia 15 de julho.

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  • Filme

    Charlize Theron é uma “Highlander” no trailer de The Old Guard

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “The Old Guard”, adaptação de quadrinhos estrelada por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”). A prévia chama atenção por ter muita explicação e pouca ação, apesar da trama basicamente repetir “Highlander” (1986) em sua premissa de guerreiros imortais. No filme, Charlize vive Andy, uma guerreira imortal com mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais que se dedica a desfazer injustiças ao redor do mundo. Mas está cansada, desgastada e desiludida por achar que não está atingindo o impacto positivo esperado. Até que descobre uma nova imortal (KiKi Layne, de “Se a Rua Beale Falasse”) e a chegada da “novata” é exatamente o que Andy precisava para recuperar a fé em sua missão. O elenco internacional ainda destaca o inglês Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”) como um agente da CIA obcecado por encontrar o grupo e descobrir a origem de seus poderes — que, por sinal, nem os próprios imortais conhecem – , além do holandês Marwan Kenzari (o Jafar do live-action de “Aladdin”), o italiano Luca Marinelli (“Martin Eden”), o belga Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), a inglesa Natacha Karam (“9-1-1: Lone Star), a vietnamita Van Veronica Ngo (“Bright”), o inglês Harry Melling (o Dudley da franquia “Harry Potter”) e a romena Anamaria Marinca (“Mars”). O roteiro é assinado pelo escritor dos quadrinhos em que o filme se baseia, Greg Rucka (autor também dos quadrinhos que inspiraram a série “Stumptown”). Já a direção está a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”). “The Old Guard” tem estreia marcada para a sexta que vem, dia 10 de julho, em streaming.

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  • Série

    Netflix renova Eu Nunca… para 2ª temporada

    1 de julho de 2020 /

    A Netflix anuncia a renovação de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever) para a 2ª temporada. A nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”) foi lançada em abril passado e recebeu a confirmação de novos episódios nesta quarta (1/7) nas redes sociais da plataforma. Veja abaixo. “Eu Nunca…” é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de toda estudante de high school americana, com os hormônios à flor da pele, com a ansiedade de se enturmar com a turma “cool” e perder a virgindade, e com a pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A protagonista Devi é vivida pela estreante Maitreyi Ramakrishnan e o elenco também destaca a tunisiana Poorna Jagannathan (“Messiah”), Ramona Young (“Legends of Tomorrow”), Benjamin Norris (“WTF!”), Adam Shapiro (“Sense8”), Martin Martinez (“Fugitivos da Marvel”), Christina Kartchner (“CollegeHumor Originals”) e Angela Kinsey (“The Office”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada. Esse vídeo é uma homenagem pra todo mundo que cortou a própria franja nos últimos meses e quem amou Eu Nunca… A segunda temporada esta confirmadíssima ❤️ pic.twitter.com/bOvA2f4txV — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 1, 2020 Never Have I Ever has been renewed for Season 2! But that's not the only thing @ramakrishnannn wound up telling her co-stars… pic.twitter.com/vGWY06VLBu — Netflix (@netflix) July 1, 2020

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  • Série

    Protagonistas de Breaking Bad devem aparecer na última temporada de Better Call Saul

    1 de julho de 2020 /

    “Better Call Saul” deve trazer os dois protagonistas de “Breaking Bad” de volta às telas em sua última temporada. A revelação foi feita pelo showrunner Peter Gould, em entrevista ao site Collider sobre o progresso dos capítulos finais da produção. “Estamos perto de finalizar o quarto episódio e já temos uma ideia sobre os rumos que a história tomará, como terminará e quem pode ou não voltar, como Walter White e Jesse”, afirmou ele. Mas em seguida alertou: “Não queremos nos comprometer muito com isso, porque as coisas mudam. Se a história tomar outros rumos, não traremos esses personagens de volta, mesmo que sejam adorados. Nosso objetivo é ter uma história que faça sentido por conta própria”. Os personagens Walter White e Jesse Pinkman consagraram seus intérpretes, Bryan Cranston e Aaron Paul, com vários Emmys. A história de como o professor de química se junta ao ex-aluno criminoso para fabricar drogas foi contada entre 2008 e 2013 na série “Breaking Bad”. “Better Call Saul” estreou logo em seguida, em 2015, acompanhando a história do advogado da dupla, Jimmy McGill/Saul Goodman (Bob Odenkirk), antes dos eventos da trama original, e vem avançando no tempo até chegar, em sua conclusão, à época de “Breaking Bad”. Jesse ainda voltou recentemente em “El Camino”, filme do ano passado que continuou a história de “Breaking Bad”, com direito a um rápido flashback de Walter. A 6ª e última temporada de “Better Call Saul” deve estrear em 2021 no canal pago americano AMC. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.

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  • Série

    Netflix renova Ozark para 4ª e última temporada

    30 de junho de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Ozark”, série criminal estrelada e dirigida por Jason Bateman, para sua 4ª temporada. E no mesmo comunicado cancelou a atração, avisando que a 4ª temporada também será a última. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), “Ozark” acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para uma região remota dos Estados Unidos quando ele se envolve com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner (o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) e Sofia Hublitz (série “Louie”) como os filhos do casal, além de Julia Garner (“The Americans”) como uma criminosa local que se associa a Marty. A atração vem recebendo grande reconhecimento da crítica e da indústria televisiva, tendo rendido Emmys para Julia Garner (Melhor Atriz Coadjuvante) e Jason Bateman (Melhor Diretor) no ano passado. Além disso, cada temporada tem atingido maior aprovação no site Rotten Tomatoes, site que transforma em notas a opinião de críticos de língua inglesa. Enquanto o primeiro ano recebeu 68% de críticas favoráveis, o segundo chegou a 71%. O mais impressionante, porém, aconteceu durante a 3ª temporada, disponibilizada em março, que se tornou quase uma unanimidade com 97% de comentários positivos. A plataforma também anunciou que a 4ª e última temporada será maior, com um total de 14 episódios. As três primeiras tiveram 10 capítulos cada. O aumento na quantidade de episódios sugere que a season finale será dividida em duas partes, mas isto ainda não foi oficializado. Veja abaixo o anúncio da Netflix. They're going to go out with a bang. Ozark will be back with an expanded 14-episode final season. pic.twitter.com/otIoUeTXyH — Netflix (@netflix) June 30, 2020

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  • Série

    Cursed: Fantasia medieval estrelada por Katherine Langford ganha trailer legendado

    30 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer completo legendado de “Cursed: A Lenda do Lago”, série de fantasia medieval criada por Frank Miller (o autor dos quadrinhos de “300”, “Cavaleiro das Trevas” e “Sin City”) sobre a lenda do Rei Arthur. A prévia propõe uma revisão completa da história conhecida, mostrando Nimue como a portadora e não apenas guardião da espada mágica Excalibur, e sua missão para encontrar Merlin e salvar a magia. Na série, Arthur é um jovem mercenário que se une a Nimue em sua busca para encontrar Merlin e entregar a antiga espada encantada. Ao longo da jornada, eles se tornam símbolos de coragem e rebelião contra os terríveis paladinos vermelhos do Rei Uther. Baseada no romance ilustrado homônimo, de autoria de Miller e Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), “Cursed” traz Katherine Langford (a Hannah de “13 Reasons Why”) no papel de Nimue, Gustaf Skarsgård (o Floki de “Vikings”) como o mago Merlin e Devon Terrell (Barack Obama no drama indie “Barry”) na pele de Arthur. O elenco também inclui Daniel Sharman (“The Originals”), Peter Mullan (“Westworld”), Sebastian Armesto (“Amor e Tulipas”), Billy Jenkins (“Humans”), Lily Newmark (“Han Solo”) e Catherine Walker (“Versailles”). Com 10 episódios, a 1ª temporada vai estrear em 17 de julho.

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  • Série

    Pôster de Umbrella Academy traz pistas da 2ª temporada

    29 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster da 2ª temporada de “Umbrella Academy”, que reúne os sete protagonistas. Na imagem, eles usam óculos escuros, que refletem pistas da nova trama, com direito a cenas dos anos 1960. Adaptação dos quadrinhos homônimos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá – publicados no Brasil como “A Academia Umbrella” – , a série gira em torno de um grupo de jovens adotados por um milionário excêntrico ainda crianças, após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Vários anos depois de se separarem, eles se reúnem no funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. A 2ª temporada mostra o que acontece depois deles falharem. Refletindo o final da temporada inaugural, os Hargraves vão parar no passado graças aos poderes de Five, que embora tenha salvo todos do apocalipse, acabou espalhando cada um deles num ponto diferente da década de 1960. Nos próximos capítulos, eles tentarão encontrar uma forma de se reencontrar, enquanto descobrem que há outro apocalipse a caminho. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”), Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Justin H. Min (“Dating After College”). A estreia dos novos episódios está marcada para 31 de julho em streaming.

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