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  • Filme

    Uglies: Joey King vai estrelar franquia sci-fi na Netflix

    29 de setembro de 2020 /

    A atriz Joey King vai retomar sua parceria com a Netflix, após o sucesso da comédia romântica “A Barraca do Beijo” e suas continuações, para estrelar uma possível franquia sci-fi. Ela será a protagonista de “Uglies”, adaptação da série de livros de ficção científica de Scott Westerfeld que foi publicada no Brasil com o título de “Feios”. A produção que está sendo desenvolvida para a Netflix tem roteiro de Krista Vernoff, showrunner da série “Grey’s Anatomy”, e direção de McG, que também fez sucesso recente na plataforma com “A Babá” e sua sequência. A história de “Feios” se passa num futuro distópico, em que todos passam por cirurgias aos 16 anos para eliminar quaisquer “imperfeições” percebidas em suas aparências, conformando-se assim a um único padrão de beleza. Mas nem todos os jovens se submetem a esse sistema. Eles são chamados de “feios” por se contentarem em parecer normais. Caso o filme seja um sucesso, pode render uma nova franquia para a atriz. Scott Westerfeld escreveu quatro volumes dessa história. Joey King já filmou “A Barraca do Beijo 3” e ainda será vista a seguir no terror “The Lie”, parte de uma antologia de filmes da produtora Blumhouse, com lançamento previsto para 6 de outubro na Amazon.

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  • Filme

    Amor com Data Marcada: Comédia romântica com Emma Roberts ganha trailer legendado

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Amor com Data Marcada” (Holidate), nova comédia romântica da plataforma, que junta Emma Roberts (“American Horror Story”) e Luke Bracey (“Até o Último Homem”). Cansada de ser empurrada para pretendentes em datas comemorativas, Sloane (Emma Roberts) conhece outro solteiro convicto, Jackson (Luke Bracey), em uma festa de Natal e os dois fazem um pacto: por um ano, serão o acompanhante um do outro em ocasiões especiais. Com o mesmo desdém por comemorações e sem interesse em se apaixonar, eles se tornam o par perfeito um do outro. Mas, claro, quando o ano termina, Sloane e Jackson descobrem que compartilhar aquilo que odeiam acabou se tornando uma das coisas que mais amam na vida. Este enredo tão tradicional quanto o próprio Natal foi escrito por Tiffany Paulsen, que já tinha assinado um filme de Emma Roberts anteriormente, “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood” (2007). A direção é de John Whitesell (“Vovó… Zona 2”) e o elenco ainda conta com Frances Fisher (“Watchmen”), Kristin Chenoweth (“Final de Semana em Família”), Andrew Bachelor (“A Babá”) e Jessica Capshaw (“Grey’s Anatomy”). “Amor com Data Marcada” chega no dia 28 de outubro na Netflix.

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  • Série

    The Crown: Fotos mostram princesa Diana e Thatcher na 4ª temporada

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 4ª temporada de “The Crown”, que destacam a estreia na produção de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como a primeira-ministra Margaret Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) como a princesa Diana. Os novos episódios, que serão passados nos anos 1980 e mostrarão o casamento de Charles (Josh O’Connor) e Diana, chegam em 15 de novembro. A 4ª temporada será a última com o elenco atual, que também destaca Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, e Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip.

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  • Filme

    Vampiros X the Bronx: Crianças enfrentam vampiros racistas em trailer de terrir

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Vampiros X the Bronx”, terrir que mostra um grupo de meninos negros do bairro nova-iorquino enfrentando vampiros pálidos. A prévia confere contexto social para a trama, colocando frases racistas na boca dos monstros, além de referenciar a especulação imobiliária. Primeiro longa escrito e dirigido por Osmany Rodriguez (do programa “Saturday Night Live”), que assina o roteiro com Blaise Hemingway (de “Playmobil – O Filme”), o filme é estrelado por Jaden Michael (“The Bug Diaries”), Gregory Diaz IV (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Gerald Jones III (“Benji the Dove”), Coco Jones (“Five Points”), Sarah Gadon (“Dracula: A História Nunca Contada”), Shea Whigham (“Agente Carter”), Method Man (“Power Book II: Ghost”), Chris Redd (“Saturday Night Live”), Judy Marte (“The Get Down”), The Kid Mero (“Desus & Mero”), Jeremie Harris (“Legion”) e tem participação de Zoe Saldaña (“Guardiões da Galáxia”). A estreia está marcada para a sexta-feira (2/10) em streaming.

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  • Série

    Netflix defende nova série dos autores de Game of Thrones de acusações de comunismo

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix rebateu a pressão de cinco senadores americanos que lhe enviaram um pedido para que desistisse da produção da nova série dos criadores de “Game of Thrones”. A ação política reproduziu os mesmos argumentos da infame Lista Negra, que deixou centenas de roteiristas desempregados e proibidos de trabalhar em Hollywood há meio século atrás: histeria contra a ameaça comunista. Os senadores do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, não gostaram de saber que a Netflix pretendia transformar a trilogia iniciada pelo best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos” em série, porque seu autor, Liou Cixin, é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com a empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quinteto, eles reclamam que o autor chinês é comunista e destacam, em seu pedido de censura, uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Liu rebateu a uma pergunta do New Yorker sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, questionando o repórter se “ele preferia que essas pessoas estivessem por aí matando os outros em ataques terroristas”. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. “Na face de atrocidades como as que ocorrem nesses campos, companhias não podem mais tomar decisões de complacência, apenas de cumplicidade. A Netflix deveria reconsiderar seriamente as consequências de dar uma plataforma ao sr. Liu”, diz o texto dos senadores. Em resposta, a plataforma de streaming foi clara. Disse que não concorda com as opiniões de Liu sobre os campos de concentração e repetiu três vezes que ele não está envolvido na produção. “O Sr. Liu é autor dos livros, não criador da série. Os comentários do Sr. Liu não refletem as opiniões da Netflix, ou dos criadores da série, e não são parte da trama ou dos temas da história”, declarou a Netflix. A resposta da plataforma ainda destacou que a Netflix “julga cada projeto proposto por seu time criativo nos méritos próprios”. O comunicado foi assinado por Dean Garfield, vice-presidente de políticas públicas globais da empresa.

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  • Série

    A Maldição da Mansão Bly: Vídeo de bastidores esclarece detalhes da série

    28 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), em que o cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) explica, de forma bastante esclarecedora, seu projeto para a série. Para começar, Flanagan chama “A Maldição da Mansão Bly” de nova parte da antologia “Haunting”. O comentário oficializa a transformação da minissérie “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House) numa série anual em formato de antologia, prometendo abordar uma história diferente de fantasmas a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. No vídeo, Flanagan explica que os episódios vão incluir tramas de outras histórias de fantasmas de Henry James, autor que é um dos principais pioneiros do gênero, inclusive de alguns contos nunca antes adaptados, e tudo será alinhado numa mesma narrativa. O que vai unir as pontas é a Mansão Bly do título, local que abrigará diferentes pessoas, além de um romance. Mas ele chama atenção para o fato de que se trata de um romance gótico, o que “significa uma coisa muito diferente, enraizado em mistério e desgraça”. O cineasta assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.

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  • Série

    A Maldição da Mansão Bly: Personagens da série estampam coleção de pôsteres

    27 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), nova minissérie de terror dos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Originalmente uma minissérie, a atração volta em formato de antologia, prometendo abordar uma casa mal-assombrada diferente a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. A concepção dos dois terrores é iniciativa do cineasta Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e “Doutor Sono” (2019). Ele assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.

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  • Série

    Resident Evil: Netflix revela teaser da primeira série animada da franquia

    27 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada da franquia de games da Capcom que veio à tona realmente “no escuro absoluto” – isto é, com pouquíssima informação. O vídeo revela que a trama terá aparições de Claire Redfield e Leon S. Kennedy, personagens clássicos dos jogos, apresentados em “Resident Evil 2” (de 1998). A outra informação conhecida é que a série será produzida e supervisionada por Hiroyuki Kobayashi, da Capcom, que é responsável pela produção de vários títulos da franquia, conhecida como “Biohazard” no Japão. Já o visual em computação gráfica está a cargo da Quebico, sob comando de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado baseado no game, lançado em 2017. Além dessa produção, a Netflix anunciou uma série live-action desse universo, desenvolvida por Andrew Dabb, ex-showrunner de “Supernatural”. A estreia está sendo anunciada para 2021 sem mês definido. Mas vale lembrar que “Resident Evil” completa 25 anos de seu lançamento original em 22 de março.

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  • Filme

    Chris Hemsworth vai estrelar novo filme de ação na Netflix

    26 de setembro de 2020 /

    Chris Hemsworth vai permanecer na Netflix após o sucesso do thriller “Resgate”. Ele foi confirmado num novo filme de ação da plataforma, intitulado “Spiderhead”, ao lado de Miles Teller (“Divergente”) e Jurnee Smollett (“Aves de Rapina”). O filme tem roteiro da dupla Rhett Reese e Paul Wernick (“Deadpool”) e será dirigido por Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”). Baseado num conto de ficção científica de George Saunders, “Spiderhead” se passa em um futuro próximo, quando os condenados podem se voluntariar como pacientes de experiências médicas para encurtar suas sentenças. A trama vai acompanhar dois prisioneiros que se submetem a testes para drogas que alteram as emoções. Além de estrelar, Hemsworth será um dos produtores do longa. A produção deve começar após Kosinski terminar a pós-produção de “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, que também inclui Miles Teller em seu elenco.

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  • Série

    Nova temporada do desenho de Velozes e Furiosos se passa no Rio de Janeiro

    26 de setembro de 2020 /

    A DreamWorksTV divulgou dois pôsteres e o trailer da 2ª temporada de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto”, série animada baseada nos filmes “Velozes e Ferozes”, que vai se passar no cenário do quinto longa da franquia, o Rio de Janeiro. O trailer mostra vários clichês de Hollywood sobre o Rio, com imagens inevitáveis do Corcovado, favelas, praias e os macacos que todo turista encontra na cidade, como os Simpsons não cansam de denunciar. A série gira em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (o personagem de Vin Diesel nos filmes). Na trama, ele e seus amigos são recrutados por uma agência federal para missões secretas. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A nova temporada do desenho animado estreia em 9 de outubro na Netflix.

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  • Etc

    Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones

    26 de setembro de 2020 /

    Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.

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  • Filme

    Justiça nega tentativa de censura evangélica de Lindinhas no Brasil

    26 de setembro de 2020 /

    O juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra rejeitou pedido feito pela organização evangélica Templo Planeta do Senhor para censurar o filme francês “Lindinhas” (Mignonnes), lançado na Netflix. Premiado no Festival de Sundance, “Lindinhas” ganhou repercussão entre os evangélicos brasileiros após deixar a ministra pastora Damares Alves “brava, Brasil”. Ela também tenta a censura do filme. “É interesse de todos nós botarmos freio” e “vamos tomar todas as medidas judiciais cabíveis”, chegou a afirmar sobre a produção. O motivo do protesto são “meninas em posições eróticas e com roupas de dançarinas adultas”, segundo a pastora que integra o governo Bolsonaro. “Quero deixar claro que não faremos concessões a nada que erotize ou normalize a pedofilia!”, ainda ameaçou. Na ação em que pede censura ao filme da diretora Maïmouna Doucouré, a organização Templo Planeta do Senhor ecoa o ataque da ministra para dizer que as meninas do filme têm um comportamento inadequado para sua idade, com “vestimentas sensuais, blusas curtas e calças apertadas”, concluindo que a Netflix promove um “prato cheio para a pedofilia”. Ao rejeitar o pedido de liminar, o juiz diz que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. “É uma forma indefensável de censura, pois pretendia a supressão da liberdade de informação e, sobretudo, da liberdade de educação familiar”. De acordo com o magistrado, os pais e responsáveis têm o direito de decidir quais conteúdos seus filhos podem assistir, a despeito dos interesses religiosos da entidade. A Templo Planeta do Senhor é a mesma organização evangélica que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, mas acabou punida com um prejuízo financeiro considerável. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. Acabou desistindo do processo, mas ainda precisou pagar os custos. Assim como fez com “Lindinhas”, o processo anterior também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Em contraste com a reação de Damares e outros evangélicos, o filme foi lançado sem provocar polêmicas na França em agosto. De fato, as autoridades de proteção infantil do governo francês acompanharam as filmagens durante a produção e aprovaram seu conteúdo integralmente. A reação negativa contra o filme só começou após um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. O governo francês também defendeu o filme ao considerar que as críticas se baseiam numa série de imagens descontextualizadas e reducionistas. Afirma que as críticas imputam à diretora uma intenção que ela não teve e que vai “em total contradição com o que a obra propõe”. A Netflix também se pronunciou sobre as críticas conservadoras ao longa. “‘Lindinhas’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem — e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, disse a plataforma.

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  • Filme

    O Céu da Meia-Noite: Sci-fi apocalíptica de George Clooney ganha primeiras fotos

    25 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “O Céu da Meia-Noite” (The Midnight Sky), primeira sci-fi dirigida por George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”). O astro aparece atrás e também diante das câmeras nas cinco fotografias reveladas, que ainda destacam outros atores da produção: Felicity Jones (“Rogue One”), Kyle Chandler (“O Primeiro Homem”), David Oyelowo (“Selma”) e Tiffany Boone (“Hunters”). Mais acostumado a se alternar entre dramas e comédias, Clooney comanda uma catástrofe apocalíptica, baseada no livro “Good Morning, Midnight”, de Lily Brooks-Dalton. Roteirizado por Mark L. Smith (de “O Regresso” e “Operação Overlord”), o filme se desdobra em duas tramas paralelas, acompanhando Augustine (Clooney), um cientista solitário no Ártico, que pode ser o último homem da Terra, enquanto ele tenta fazer contato com a tripulação da nave espacial Aether para impedir seu retorno, e a astronauta Sullivan (Jones), que comanda uma missão pioneira à Júpiter sem saber que a Terra já não é mais a mesma. O último filme dirigido por Clooney foi a comédia de humor negro “Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso”, de 2017, que não foi bem-recebida por público e crítica. Depois disso, ele estrelou, produziu e dirigiu a série “Catch 22” na plataforma de streaming Hulu. Atualmente em pós-produção, “O Céu da Meia-Noite” ainda não tem previsão de estreia.

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