Filmes: “Marighella” é principal estreia de streaming da semana
A programação de filmes das plataformas de streaming está ótima nesta semana, com destaque para a chegada de “Marighella” na Globoplay e “Ataque dos Cães” na Netflix. Mas há outras boas opções, entre aventuras épicas, desenhos animados, dramas premiados e documentário de rock. Veja abaixo as 10 principais indicações para o fim de semana online. Marighella | Globoplay Maior bilheteria do cinema brasileiro em 2021, o filme que marca a estreia na direção do ator Wagner Moura (“Narcos”) recupera a história de Carlos Marighella, guerrilheiro comunista que pegou em armas contra a ditadura militar. Retratado como um herói na obra, em interpretação magistral de Seu Jorge (“Irmandade”), Marighella é considerado um simples bandido pelos negacionistas da ditadura, que atualmente ocupam cargos públicos e, de acordo com o diretor, chegaram a tentar censurar a produção, dificultando seu lançamento o máximo que puderam. Por conta disso, o filme rodado em 2017 e que teve pré-estreia mundial no Festival de Berlim de 2019, demorou dois anos para conseguir estrear no Brasil. Comparado às obras dos grandes cineastas do cinema engajado dos anos 1960 e 1970, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. Ataque dos Cães | Netflix Western dirigido por Jane Campion, primeira mulher a vencer a Palma de Ouro do Festival de Cannes – por “O Piano”, em 1993 – e que acrescentou em sua estante o troféu de Melhor Direção no Festival de Veneza deste ano por esta nova obra, “Ataque dos Cães” é um “Brokeback Mountain” desalmado e trancado muito mais fundo no armário. A trama explora o poder intimidador do protagonista, um homem bruto encarnado pelo ator inglês Benedict Cumberbatch (“Dr. Estranho”) no primeiro papel de cowboy de sua carreira, e o desespero da personagem de Kirsten Dunst (“Melancolia”) diante do bullying que ele pratica contra seu filho, vivido por Kodi Smit-McPhee (“X-Men: Fênix Negra”). Só que perseguição maldosa embute um subtexto gay, tanto do interesse do vilão em sua vítima quanto do medo do jovem perceber sua verdade. Por extensão, o filme também coloca em questão todo o gênero clássico do western, repleto de machões que desdenham da franqueza das mulheres e vivem sempre acompanhados de outros homens. Venceu o Festival de San Sebastián e soma 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ágora | MUBI O épico histórico de Alejandro Amenábar (“Os Outros”) sobre Alexandria, uma das cidades mais importantes de todos os tempos, conjectura os motivos que levaram o grande conhecimento guardado em sua biblioteca a ser destruído de forma violenta. Ataque aos intelectuais e intolerância religiosa marcam uma trama típica de aventura de época, mas que também inspira reflexão, especialmente pelo fato de os vilões serem cristãos fanáticos. Com 11 prêmios internacionais, o filme destaca em seu elenco Rachel Weisz (“A Favorita”) e Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Viagem ao Topo do Mundo | Netflix A animação dramática francesa acompanha a busca obsessiva de um fotojornalista pela verdade sobre a primeira expedição ao Monte Evereste, em busca de um alpinista estimado que desapareceu. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme marca a estreia na direção de Patrick Imbert, animador dos ótimos “Abril e o Mundo Extraordinário” (2015) e “Ernest & Célestine” (2012). Diário de um Banana | Disney+ Graças ao sucesso dos livros infantis – 250 milhões de cópias vendidas – e dos filmes live-action lançados entre 2010 e 2017, a história criada por Jeff Kinney já é bem conhecida. A versão animada adapta o primeiro livro, reintroduzindo Greg Heffley, um garoto magricela, mas ambicioso, com uma imaginação ativa e grandes planos para se tornar rico e famoso. Mas para isso precisa conseguir sobreviver ao ensino fundamental primeiro. Perseguido e constantemente humilhado, ele acredita que essa fase um dia vai passar, mas não se conforma de ver seu melhor amigo Rowley levar a vida tranquilamente e ter sucesso em tudo, mesmo sem tentar! A Fita Cassete | Netflix Comédia dramática passada nos anos 1990 sobre uma adolescente tímida e ignorada, que descobre uma mixtape antiga de seus pais falecidos e, ao acidentalmente destrui-la, decide encontrar cada música obscura do k7. A jornada a leva se aproximar da garota rebelde da escola, que a convence que não basta ouvir as músicas, é preciso viver o que elas pregam. Logo, elas formam uma banda, com maquiagem gliter exagerada e se achando tão grunge quanto os Titãs na época. A atriz Gemma Brooke Allen, que viveu a versão criança de Mary Elizabeth Winstead em “Kate”, tem o papel principal, e o elenco ainda destaca Julie Bowen (“Modern Family”) como sua vó incrivelmente jovem. Um Crush para o Natal | Netflix O primeiro filme gay de Natal da Netflix traz Michael Urie (de “Ugly Betty”) como um rapaz que convence o melhor amigo (o estreante Philemon James) a fingir ser seu namorado durante o feriado com sua família, especificamente para evitar que a mãe (Kathy Najimy, de “Abracadabra”) encha seu saco por estar solteiro. Só que a mãe já tinha planejado um encontro às cegas com Luke Macfarlane (de “Killjoys”) e ele pode ter estragado sua chance com o novo e interessante pretendente. Ao mesmo tempo, os parentes tentam mostrar para Peter que seu melhor amigo pode ser o melhor namorado de sua vida. Noite #1 | Filmica Nossos Entes Queridos | Filmica Os dois primeiros longas de Anne Émond chegam ao streaming numa mini retrospectiva de um dos novos talentos do cinema canadense, especialmente da região do Quebec, que tem como idioma principal o francês. Premiado nos festivais de Toronto e Vancouver, o filme de estreia, “Noite #1” (2011), acompanha uma ficada de uma noite, que surpreende por virar uma noitada de conversas e reflexão entre um casal de desconhecidos. Já “Nossos Entes Queridos” reflete o impacto da morte de um pai na vida dos filhos, muitos anos depois do acontecido, e rendeu a Émond o prêmio Jutra (do cinema quebequense) de Melhor Direção. Woodstock 99: Peace, Love, and Rage | HBO Max O Festival de Woodstock entrou para História como ponto alto da era hippie, mas seus organizadores perderam uma fortuna em 1969 quando o evento foi invadido por centenas de milhares de jovens, que não pagaram um centavo de ingressos. Trinta anos depois, eles resolveram recuperar o investimento com um novo festival musical, apelando para a mítica em torno do nome Woodstock. Mas em vez de três noites de paz, amor e música, o evento de 1999 entrou para a História por outros motivos, com exploração financeira, cenas de violência e até denúncia de estupro. Assim como 30 anos atrás, marcou época tanto pelo rock quanto o que aconteceu longe de seus palcos.
Séries: Fim de “La Casa de Papel” é maratona mais esperada
A Netflix disponibiliza as maratonas mais esperadas da semana, com o lançamento de temporadas finais de duas séries muito bem-avaliadas: “La Casa de Papel” (92% no Rotten Tomatoes) e “Perdidos no Espaço” (76%). Além disso, a programação também tem estreias promissora, com destaque para o suspense nacional “Insânia”, na Star+, e programas clássicos como a íntegra de “Mr. Bean”. Confira abaixo estas e outras opções na seleção dos 10 principais títulos de streaming da semana. La Casa de Papel | Netflix Primeiro fenômeno internacional da Netflix, “La Casa de Papel” chega ao fim com personagem favoritos mortos, o Professor (Álvaro Morte) preso e Palermo (Rodrigo de La Serna) tentando assumir a liderança do grupo em meio ao cerco policial. E ainda tem mais mortes impactantes nos cinco episódios tensos que encerram a trama – um encerramento que precisou ser reescrito nada menos que 33 vezes para chegar à conclusão considerada ideal pelo criador da série, Álex Pina. Perdidos no Espaço | Netflix O reboot da sci-fi clássica dos anos 1960 também se encerra neste fim de semana com a disponibilização dos oito episódios derradeiros. Por coincidência, a série original durou as mesmas três temporadas da versão da Netflix, mas nunca teve conclusão narrativa, deixando os fãs tão perdidos quanto a família Robinson em 1968. A nova versão, pelo menos, vai mostrar como tudo termina. Especialmente como Will Robinson (Maxwell Jenkins, que mudou muito dos 12 para os 16 anos de idade) pretende salvar sua família dos alienígenas que tem causado grande destruição desde o capítulo inicial. Insânia | Star+ Primeira série original brasileira da Star+, “Insânia” acompanha a policial Paula (Carol Castro, de “Veneza”), que acorda em uma misteriosa clínica psiquiátrica, chegando à beira da insanidade sem saber o verdadeiro motivo de sua hospitalização. Concebida por Lucas Vivo (“Pacto de Sangue”), a série tem roteiros de Marcelo e Walter Slavich (criadores de “Sr. Ávila”), e direção de Gustavo Bonafé (“Irmandade”). Beforeigners | HBO Max Primeira produção norueguesa da HBO, “Beforeigners: Os Visitantes” também é a primeira série policial com vikings. Na trama, vários guerreiros nórdicos da Idade Média aparecem misteriosamente nas praias da Noruega e são integrados na sociedade contemporânea. E para investigar crimes que possam estar cometendo, o departamento de polícia junta um detetive tradicional e uma recruta viking. Na 2ª temporada, que começa no domingo (5/12), a dupla descobre que não foram apenas vikings que voltaram do passado. Um dos viajantes do tempo seria ninguém menos que Jack, o Estripador. Coiotes | Netflix “Outer Banks” funcionaria sem exibir tanta pele nua? O desempenho de “Coiotes” pode ser um bom indicativo. A nova série belga dos criadores de “Tempos de Crise” também acompanha adolescentes envolvidos com um tesouro perdido (no caso, diamantes ilegais) durante as férias de verão, mas em vez de trajes de banho eles vestem uniformes de escoteiros. Enquanto os novos milionários decidem o que fazer com a fortuna encontrada, os criminosos que perderam os diamantes passam a caçá-los. Jurassic World: Acampamento Jurássico | Netflix Passada em meio aos acontecimentos do filme “Jurassic World” de 2015, “Acampamento Jurássico” acompanha seis adolescentes que se veem perdidos em meio à fuga dos dinossauros no parque temático. Mas a 4ª temporada mostra que escapar da Ilha Nublar não é o fim da aventura, apenas uma mudança de fase, que traz diferentes dinossauros e… robôs! A animação conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). Harlem | Amazon Prime Video Espécie de “Sex and the City” com atrizes negras, a série segue quatro melhores amigas do Harlem, tradicional bairro negro nova-iorquino, que lutam para equilibrar carreiras e vidas românticas. Quem concebeu a série foi a roteirista Tracy Oliver, que escreveu as comédias “Um Salão do Barulho 3” (2016), “A Viagem das Garotas” (2017) e “A Chefinha” (2019). E sua atualização inclusiva da premissa tradicional não muda apenas o perfil racial das personagens. Uma das amigas é lésbica. Vale destacar ainda que a produção é assinada pela atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e o músico Pharrell Williams, e que Whoopi Goldberg (“Mudança de Hábito”) integra o elenco coadjuvante. O que Você Queer | HBO Max A comédia dramática espanhola mostra a evolução de um adolescente retraído, que sofre duplamente com bullying por ser gordinho e gay, num adulto assumido e bem resolvido, além de escritor de sucesso. O personagem central, apresentando em três períodos distintos, é inspirado pelo próprio criador da série, Roberto Enríquez, mais conhecido pelo pseudônimo Bob Pop, que tem carreira como blogueiro e colunista de TV na Espanha. Ele próprio aparece na série vivendo a si mesmo, junto de outros de seus ídolos, incluindo o diretor Pedro Almodóvar. The Last Ship | Globoplay A série de ação chega completa com cinco temporadas produzidas entre 2014 e 2018. Mas o efeito da maratona é perceber a guinada brutal da trama, que começa em ritmo tenso e absolutamente premonitório, com uma grande pandemia mundial, e termina como um thriller militar convencional. A história original, que acompanha a missão de um dos últimos navios da Marinha dos EUA em busca da cura para um novo vírus altamente letal, é concluída no segundo ano de produção, enquanto os demais capítulos mostram a situação caótica de um mundo que tenta recomeçar. Com visual cinematográfico, a produção é assinada pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”) e o primeiro capítulo foi dirigido por Jonathan Mostow (“O Exterminador do Futuro 3”). Já o elenco grandioso é encabeçado por Eric Dane em seu primeiro papel após sair de “Grey’s Anatomy”. E mesmo com muitos outros rostos conhecidos, quem se destaca entre a multidão de coadjuvantes é uma “novata”: a modelo Jodie Turner-Smith, integrada a partir da 4ª temporada, que estourou um ano após a série em “Queen & Slim” (2019). Mr. Bean | Amazon Prime Video Uma das séries de comédias britânicas mais famosas de todos os tempos também é disponibilizada na íntegra, com todos seus 14 episódios produzidos entre 1990 e 1995. Parece pouco diante de suas inúmeras reprises, que sugerem um acervo farto. O sucesso distorceu a percepção de quanto material existe de fato, além de ter marcado demais o ator Rowan Atkinson, que pode não parecer, mas já era bem conhecido no Reino Unido antes de se tornar indissociável do personagem. A criação de “Mr. Bean” foi a terceira parceria entre Atkinson e o roteirista Richard Curtis (que depois viraria o rei das comédias românticas britânicas) e a mais bem-sucedida de todas, apesar do culto em torno de “Blackadder” nos anos 1980. Popular até hoje, “Mr. Bean” também rendeu uma série animada, dois filmes, vários esquetes em programas beneficentes e até uma participação na abertura da Olímpiada de Londres, em 2012.
Fotos e trailer mostram Sabrina em “Riverdale”
A rede The CW divulgou as fotos e o trailer do próximo episódio de “Riverdale”, que destacam a participação de Kiernan Shipka, de volta ao papel de Sabrina Spellman após o cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. Apresentada como “um evento especial de cinco capítulos”, a participação envolve a personagem Cheryl (Madelaine Petsch) e a passagem de um cometa por Riverdale. Segundo a sinopse, “enquanto o cometa de Bailey passa por Rivervale, Cheryl e Nana Rose revisitam as trágicas histórias das mulheres Blossom ao longo dos anos. Mas o evento celestial único também leva Cheryl a invocar um rosto familiar: Sabrina Spellman”. Em comunicado, o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa comentou a participação. “Temos falado sobre a visita de Sabrina a ‘Riverdale’ desde a 1ª temporada, então é emocionante que isso esteja finalmente acontecendo, como parte de um evento especial de ‘Rivervale’”, disse o produtor. “Também é perfeito que ela apareça para ajudar Cheryl Blossom durante sua hora de maior necessidade. Todos no set perderam a cabeça – e acho que os fãs também perderão. É muito divertido e especial.” Vale lembrar que, quando “O Mundo Sombrio de Sabrina” foi cancelado em sua 4ª temporada na Netflix, Roberto Aguirre-Sacasa sugeriu que o ano seguinte seria um crossover com “Riverdale”. Infelizmente, “O Mundo Sombrio de Sabrina” não só acabou como a própria Sabrina morreu no final da série. Havia planos para trazê-la de volta, mas o final abrupto impediu isso. Não está claro se “Riverdale” vai simplesmente ignorar esse detalhe ou se incorporará a ressurreição de Sabrina em sua trama. Intitulado “The Witching Hour(s)”, o episódio com Sabrina será exibido na próxima terça (7/12) nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner.
Becky G lança clipe em homenagem a “La Casa de Papel”
A cantora americana Becky G, fã declarada de “La Casa de Papel”, lançou um clipe em homenagem à série, em que transforma a icônica música “Bella Ciao” num reggaeton. No vídeo, Becky comenta a série com seus amigos – com direito a spoiler – quando começa a se ver no clima da produção, trajando macacão vermelho e máscara de Salvador Dalí. Para quem não sabe, a música adotada pelos personagens da série existe desde o século 19 e se consagrou como símbolo da resistência da Itália durante a 2ª Guerra Mundial. Ela ganhou sua versão mais conhecida em 1965, em gravação da cantora e atriz italiana Milva (1939–2021), “a Vermelha”, época em que se fortaleceu como hino de liberdade e de luta contra o fascismo. A série espanhola criada por Álex Pina chega ao fim nesta sexta-feira (3/12) com o lançamento de seus cinco episódios derradeiros, equivalentes ao Volume 2 de sua Parte 5.
“Clifford” e “Resident Evil” são as maiores estreias de cinema
Os cinemas recebem 11 estreias nesta quinta (2/12), mas apenas duas chegam no circuito mais amplo do Brasil: o filme infantil “Clifford – O Gigante Cão Vermelho” e o terror baseado em videogame “Resident Evil – Bem-Vindo a Raccoon City”, que estreiam em cerca de 500 telas cada. Eles não são as melhores opções da semana. Mas os filmes com apelo de Oscar receberam distribuição limitada, com disponibilidade no circuito de arte de São Paulo, Rio e poucas cidades mais. Pelo menos, um deles já poderá ser visto em duas semanas em todo o pais – na Netflix. Confira abaixo todas as estreias e seus respectivos trailers. Clifford – O Gigante Cão Vermelho Sucesso entre as crianças nos EUA, o filme conta a origem do cachorro vermelho gigante criado em 1963 pelo autor de livros infantis Norman Bridwell (1928–2014) e diverte com os problemas causados por seu tamanho descomunal. Apesar do entusiasmo do público (nota A no CinemaScore), que já garantiu a encomenda de uma continuação, a crítica achou medíocre (52% no Rotten Tomatoes), lembrando que os roteiristas são os mesmos dos dois filmes live-action dos “Smurfs” e a direção é do responsável por “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”. Resident Evil – Bem-Vindo a Raccoon City A tentativa de relançar “Resident Evil” nos cinemas com um enredo mais fiel aos games valoriza, ironicamente, os filmes estrelados por Milla Jovovich. Destruído pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e com bilheteria pífia, o reboot é game over na primeira fase. King Richard – Criando Campeãs Will Smith nunca buscou com tanta vontade uma indicação ao Oscar como neste filme, que conta a história real de perseverança do pai que possibilitou o sucesso das irmãs Venus e Serena Williams, primeiras tenistas negras campeãs mundiais. O drama edificante conta como Richard Williams lutou contra todas as expectativas raciais para apostar no talento das filhas, realizando o que diziam ser impossível. Dirigido por Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”), atingiu 91% no Rotten Tomatoes com muitos elogios para o desempenho do astro. A Mão de Deus Produção da Netflix que chega aos cinemas em lançamento limitado, a nova obra do italiano Paolo Sorrentino, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional por “A Grande Beleza”, levou o Leão de Prata do Festival de Veneza deste ano. Passada em Nápoles, na Itália, a trama inspira-se na juventude do diretor, quando Diego Maradona eletrizou a cidade como jogador do Napoli e se tornou campeão mundial pela seleção argentina. Foi durante a Copa do Mundo de 1986 que o craque marcou o gol que batiza o longa, usando a “mão de deus” (dele próprio, Maradona) para vencer a Inglaterra. Ao mesmo tempo, Maradona também salvou a vida de Sorrentino, sem nunca saber. O filme conta como isto aconteceu. Falling – Ainda Há Tempo O primeiro longa dirigido por Viggo Mortensen, indicado ao Oscar de Melhor Ator por “Green Book”, traz o astro como um homem gay casado que recebe o pai conservador em sua residência para ajudá-lo a lidar com os sintomas de Alzheimer. Visões de mundo colidem e discussões sérias são travadas, que percutem em muito drama e renderam o troféu Sebastiane, prêmio LGBTQIAP+ do Festival de San Sebastián. Selvagem Em clima de projeto estudantil, o longa de Diego da Costa registra uma ocupação de escola e traz muitos discursos engajados, além das participações da sumida Lucélia Santos e do rapper Rincón Sapiencia. Foi premiado em festivais fora do circuito mais tradicional do país, inclusive no Guarnicê, um dos mais antigos festivais brasileiros, realizado em São Luís, Maranhão. Vigaristas em Hollywood A comédia sobre golpistas veteranos que tentam um último golpe segue à risca a obrigação de incluir Morgan Freeman em seu elenco. Este é o terceiro filme similar estrelado pelo ator, que começou a mania das comédias de “ação” com velhinhos ao virar espião aposentado em “RED: Aposentados e Perigosos” em 2010. Outro detalhe também constante nesse tipo de trama é a péssima repercussão junto à crítica (33%, neste caso). A história gira em torno de produtores de cinema endividados que armam um esquema de seguros com um astro de cinema envelhecido. Robert De Niro e Tommy Lee Jones completam o elenco central. Que Mal Eu Fiz a Deus? 2 Sequência inferior da mediana comédia francesa de 2014, tem o tipo de humor popular que faz sucesso no Brasil, especialmente na TV. Na trama, quatro genros anunciam que vão mudar de país e os sogros imaginam como impedir. Nheengatu – O Filme A programação se completa com a estreia de três documentários, dos quais se destacam os dois trabalhos que focam o Brasil profundo. Premiado no Festival de Coimbra, “Nheengatu – O Filme” acompanha uma jornada do diretor português José Barahona pelo Rio Negro em busca de uma linguagem perdida, que os portugueses impuseram aos nativos brasileiros durante a colonização. Encontra índios aculturados e ponderando a extinção diante do avanço do garimpo ilegal em suas terras. Wild – Rede Selvagem Em clima de “A Máfia dos Tigres” brasileiro, a obra de Dener Giovanini segue um jornalista investigativo em contato com um dos maiores traficantes de animais silvestres do Brasil, revelando os bastidores dramáticos dessa atividade ilegal, que movimenta bilhões de dólares todos os anos e que coloca em risco de extinção diversas espécies. Mostra-me o Pai Por fim, “Mostra-me o Pai” é uma produção evangélica americana com agenda específica sobre o significado da família e paternidade.
Juliana Caldas detona “Amor Sem Medida” da Netflix
A atriz Juliana Caldas, que ficou conhecida pelo papel de Estela Montserrat na novela “O Outro Lado do Paraíso” (2017), usou o Instagram para criticar duramente a comédia “Amor Sem Medida”, produção da Netflix estrelada por Leandro Hassum. Em vídeo publicado em seu perfil pessoal, ela lamentou a forma como o personagem com deficiência é retratado no filme, lamentando a falta de representatividade na escolha do intérprete principal e a enxurrada de piadas preconceituosas da produção. “Estou aqui gravando esse vídeo para falar sobre um filme. Na verdade, para dar a minha opinião sobre um filme que está na Netflix, um filme brasileiro que aborda o tema nanismo. Nossa, bacana! Só que não… Bom, enfim, o filme é do Leandro Hassum, chama ‘Amor sem Medida’ e… Bom, vamos lá”, começa Juliana. “Se a gente parar para pensar… A gente fala tanto hoje em dia da representatividade, da importância da representatividade no mundo, na diversidade, etc. Só que vou dar a minha opinião, estou aqui dando minha opinião tanto como pessoa Juliana e como artista Juliana”, continua. “Eu não me senti em momento nenhum do filme representada. Primeiro, porque a pessoa que faz o personagem que tem nanismo… O ator não tem nanismo, que é o próprio Leandro Hassum. Eles fizeram computação gráfica, diminuíram (o Hassum) em computação gráfica, essas coisas, para mostrar que ele tem baixa estatura. E, depois disso, a maior parte do filme tem piadas totalmente capacitistas, totalmente preconceituosas e que, cara… Não dá para aceitar hoje em dia!”, apontou. “Se fossem piadas racistas, homofóbicas, gordofóbicas, eu acredito que talvez esse assunto estaria sendo levado mais à sério”, ela lamenta. Juliana diz que um dos momentos que mais a incomodou no filme foram piadas sobre o tamanho do órgão sexual do personagem. “Uma das abordagens do filme é comparar o órgão sexual masculino do cara com o tamanho dele. É um absurdo, a gente tenta lutar por respeito, pelo nosso espaço… Por exemplo, um espaço que poderia ter tido um ator realmente com nanismo no filme não teve. A gente tendo respeito… Agora, dia 3 é o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, e aí você tem que se deparar com um filme em que a maior parte é de piadas ridículas. Até quando?”, desabafou. “Eu acho que, enfim, você pode realmente achar que é mimimi, que é essas coisas… Enfim, você pode achar o que quiser. Mas não dá para passar batido a falta de respeito com o próximo. Ainda mais no momento no mundo de hoje, sabe? E todas as outras pautas a gente vê que são levadas a sério. E aí quando você põe a pauta de nanismo, a maioria das vezes não é levada a sério”, acrescenta. Emocionando-se com a denúncia, ela finaliza o vídeo lembrando que seu papel em “O Outro Lado do Paraíso” abordou o tema do nanismo de uma forma completamente diferente. “É cansativo ter que explicar o óbvio, o simples, explicar que a partir do momento que uma piada ou frase fere o outro não é legal. Espero que, no mínimo, as pessoas parem para pensar um pouco, parem para respeitar o próximo, e entender realmente o que é empatia… E exercer a empatia, porque não é só saber o seu significado. Espero que as pessoas, realmente, além de entender, coloquem em prática a empatia”, completou. A ironia é que a comédia sobre uma mulher tipo Juliana Paes (a própria Juliana Paes) que se apaixona por um homem de baixíssima estatura tem uma mensagem de superação de preconceitos. Mas, de fato, a produção não supera seu próprio preconceito. Além do humor questionável do roteiro, a opção de utilizar efeito visual para diminuir Hassum também impede a clara e rara possiblidade de escalar um ator à altura real do papel. E não faltaria candidato. Afinal, Gigante Léo estrelou história parecida em “Altas Expectativas”, comédia romântica que tratava de “amor sem medida” em 2017. “Amor Sem Medida” é um remake do filme argentino “Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho” (2013), que há oito anos usou o mesmo truque de encolhimento por computador com o ator Guillermo Francella. A adaptação brasileira foi dirigida por Ale McHaddo, que já tinha trabalhado com Hassum em “O Amor Dá Trabalho” (2019) e na série animada “Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma” (2013-2015). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Juliana Caldas 🎭 (@juzinha.caldas)
Sogra do chefe da Netflix é morta a tiros
Um assassinato abalou Hollywood nesta quarta (1/12). Jacqueline Avant, famosa filantropa, esposa do lendário executivo da música Clarence Avant e sogra do CEO e diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, foi morta a tiros por assaltantes em sua casa em Beverly Hills, aos 81 anos de idade. Um porta-voz da Netflix confirmou a notícia à revista The Hollywood Reporter, acrescentando que Clarence não ficou ferido. Jacqueline e Clarence Avant são pais de Nicole Avant, esposa de Sarandos. “As famílias Avant e Sarandos desejam agradecer a todos por sua demonstração de amor, apoio e sinceras condolências a Jacqueline Avant”, diz o comunicado da Netflix. “Jacqueline foi uma mulher, esposa, mãe e filantropa incrível e residente de Beverly Hills há 55 anos, que causou um impacto positivo incomensurável na comunidade artística. Sua família, amigos e todas as pessoas que ela ajudou ao longo de sua vida incrível sentirão a falta dela”. O legado da família Avant foi abordado num documentário da Netflix, “The Black Godfather”, que foi produzido pela filha Nicole e mostrou como Clarence Avant lançou talentos impressionantes e investiu em negócios de empreendedores negros. Fundador da primeira FM afro-americana da região metropolitana de Los Angeles nos anos 1970, ele fundou gravadoras e se tornou presidente da Motown Records, ajudando a lançar nada menos que Michael Jackson, Bill Withers, Michael Jackson, Jimmy Jam, Terry Lewis, LA Reid e Babyface. E sempre contou com o apoio de Jacqueline, responsável por priorizar temas sociais e organizar vários eventos beneficentes em nome da família ao longo de décadas. De acordo com documentos divulgados pelo Departamento de Polícia de Beverly Hills, o serviço de emergências recebeu uma ligação às 2h23 da madrugada sobre disparos numa das mansões da exclusiva região de milionários de Hollywood. Na chegada, a polícia descobriu uma vítima com um ferimento a bala. Os paramédicos transportaram a vítima para um hospital local, mas ela não sobreviveu. Os responsáveis pelo homicídio não estavam mais no local quando a polícia chegou e estão agora sendo procurados por uma equipe encarregada da investigação. Durante uma entrevista coletiva, o chefe de polícia Mark G. Stainbrook chamou a tragédia de um “dia difícil para nossa cidade” e compartilhou uma mensagem da família Avant, chamando suas contribuições para a cidade e a indústria do entretenimento de “incomparáveis”.
Gillian Anderson se junta a Christian Bale em terror gótico
O diretor Scott Cooper fechou o elenco de seu primeiro projeto com a Netflix, que voltará a juntá-lo pela terceira vez com o ator Christian Bale, após o thriller “Tudo por Justiça” (2013) e o western “Hostis” (2017). Intitulado “The Pale Blue Eye”, o filme é um terror gótico baseado no livro homônimo de Louis Bayard, lançado no Brasil com o título de “O Pálido Olho Azul”, que gira em torno de uma série de assassinatos na Academia Militar de West Point em 1830. Bale tem o papel de um detetive veterano que investiga os crimes, e para isso conta com a ajuda de um jovem cadete, que mais tarde se tornaria mundialmente famoso como escritor, Edgar Allan Poe. Harry Melling, conhecido como o Dudley Dursley da saga “Harry Potter”, viverá Poe e o resto do elenco foi anunciado nesta quarta (1/12). Repleto de nomes famosos, a constelação de estrelas destaca Gillian Anderson (“The Crown”), Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Toby Jones (“First Cow”), Timothy Spall (também de “Harry Potter”), Harry Lawtey (“Industry”), Simon McBurney (“Carnival Row”), Hadley Robinson (“Moxie”), Joey Brooks (“A Grande Jogada”), Brennan Cook (“Encounter”), Gideon Glick (“The Marvelous Mrs. Maisel”), Fred Hechinger (“The White Lotus”), Matt Helm (“The Tragedy of Macbeth”), Steven Maier (“The Plot Against America”), Charlie Tahan (“Ozark”) e o veterano Robert Duvall (“O Juiz”). As filmagens começaram nesta semana, mas ainda não há previsão de estreia.
Última temporada de “Peaky Blinders” ganha primeiro teaser
A rede britânica BBC divulgou em suas redes sociais o primeiro teaser da temporada final de “Peaky Blinders”. A prévia mostra uma conversa tensa de Tommy Shelby (Cillian Murphy) com seu “aminimigo” Alfie (Tom Hardy). “Alfie, acho que escrevi seu ato final”, diz Tommy. Para completar, o texto que acompanha o vídeo informa que os derradeiros capítulos começam a ser exibidos no início de 2022 no Reino Unido. A 6ª e última temporada começou a ser gravada em janeiro, após atraso de um ano em sua produção devido à pandemia. Mas na metade das gravações, a equipe sofreu uma perda trágica, com a morte da atriz Helen McCrory, intérprete da Tia Polly e uma das principais atrizes da produção. Não está claro como isso será abordado na série. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar a história de Thomas Shelby, um veterano da 1º Guerra Mundial que transforma sua família e amigos numa perigosa gangue de rua. Não contente em conquistar seu bairro, ele busca expandir seus negócios ilícitos, virando político e ampliando seu alcance por todo o Reino Unido e, via exportações, até os EUA. Desde sua estreia em 2013, a série tem recebido críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. He’s back. #PeakyBlinders Series 6 / Streaming early 2022 / @BBCiPlayer pic.twitter.com/dPrCPNLjj2 — BBC (@BBC) December 1, 2021
Rupert Grint entra na série de terror de Guillermo del Toro
O cineasta mexicano Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar 2018 por “A Forma da Água”, está fechando o elenco de sua série de terror para a Netflix, que terá formato de antologia, com uma história diferente por capítulo. A série vai se chamar “Guillermo del Toro’s Cabinet of Curiosities” e contará histórias de todas as tendências do terror, do gótico clássico à fantasia mística, escritas por um time especialmente selecionado pelo diretor. Além de ser responsável pela criação da série, Del Toro também ajudou a selecionar o elenco grandioso, que nesta terça (30/11) acrescentou o nome do ator Rupert Grint, 20 anos após ser revelado na franquia “Harry Potter” como o ruivo Rony Weasley. Será a segunda série de terror seguida de Grint, que também faz parte de “Servant”, da Apple TV+. E foi a participação nesta produção que o colocou no radar de Del Toro. O diretor chegou a se manifestar publicamente sobre seu desempenho, enchendo o ator de elogios no Twitter por praticamente roubar a série inteira com sua interpretação. Ele fez questão de contar com Grint no projeto. Outros atores na produção incluem Essie Davis (“O Babadook”), Luke Roberts (“Black Sails”), Andrew Lincoln (“The Walking Dead”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Glynn Turman (“Fargo”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”), Elpidia Carrillo (“Mayans M.C.”), Hannah Galway (“Sex/Life”), Crispin Glover (“Deuses Americanos/American Gods”), Demetrius Grosse (“Fear the Walking Dead”), David Hewlett (“A Forma da Água”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Sebastian Roché (“The Originals”) e Peter Weller (o RoboCop original). Já a lista dos encarregados de escrever e dirigir os episódios incluem alguns nomes conhecidos dos fãs de terror, como Panos Cosmatos (“Mandy: Sede de Vingança”), Jennifer Kent (“O Babadook”) e Vincenzo Natali (criador da franquia “Cubo”). A antologia estende a colaboração entre o cineasta e Netflix, que começou com a animação “Trollhunters”, também criada por Del Toro. Ainda não há definição sobre a quantidade de episódios ou previsão de estreia.
Astro de “Round 6” vai estrelar remake coreano de “La Casa de Papel”
A Netflix anunciou a produção de um remake sul-coreano de “La Casa de Papel” estrelado por Park Hae-soo, um dos protagonistas da trama de “Round 6”. Ele terá o papel de Berlim, que na série original espanhola é vivido por Pedro Alonso. É o mesmo personagem que vai estrelar um spin-off recém-anunciado de “La Casa de Papel”. Ainda sem título diferencial, o projeto parece ter sido criado no laboratório de Frankenstein dos algoritmos do streaming. Afinal, combina a história de sua segunda série mais bem-sucedida no mundo inteiro com o ator da atração mais vista da Netflix em todos os tempos. Na atualização de seu ranking de audiência semanal nesta terça (30/11), a Netflix mostrou que, embora “Round 6” seja a série mais assistida de sua história, “La Casa de Papel” tem mais temporadas no topo. Abaixo do número impressionante de 1,6 bilhão de horas de “Round 6” há nada menos que três temporadas distintas de “La Casa de Papel”, ocupando 2º, 3º e 4º lugares entre os conteúdos de “TV” mais vistos da Netflix em todos os tempos. A grande dúvida – e este é mais um teste da empresa – é se o público da plataforma, que assistiu em massa a “La Casa de Papel”, acostumando-se a acompanhar séries internacionais não faladas em inglês, vai topar assistir a mesma história novamente, tendo como atrativo a simples mudança de elenco e idioma – que continua não sendo inglês. Os roteiros da adaptação sul-coreana estão a cargo de Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção será realizada por Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). Novos integrantes do elenco devem ser anunciados nos próximos dias, com grandes possibilidades de incluírem outros atores de “Round 6”. Já a série espanhola original, criada por Álex Pina, chega ao fim na sexta-feira (3/12) com o lançamento de seus cinco episódios derradeiros em streaming – equivalentes ao Volume 2 de sua Parte 5.
“La Casa de Papel” terá spin-off centrado em Berlim
A Netflix anunciou a produção de um spin-off de seu sucesso “La Casa de Papel” centrado no personagem Berlim, vivido por Pedro Alonso. A novidade foi revelada em um post do Twitter oficial da plataforma, que também apontou que a nova série estreará em 2023. Veja abaixo. A série espanhola criada por Álex Pina chega ao fim na sexta-feira (3/12) com o lançamento de seus cinco episódios derradeiros, equivalentes ao Volume 2 de sua Parte 5. No começo de setembro, Pina, revelou que reescreveu o encerramento nada menos que 33 vezes, buscando a conclusão perfeita. Por essa vocês não esperavam, né? Em 2023 vocês já têm compromisso marcado com um dos personagens mais charmosos de La Casa de Papel… Vem aí, minha nova série, Berlim. pic.twitter.com/YFIXdJd4f9 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 30, 2021
“Alerta Vermelho” bate recorde como filme mais visto da Netflix
Com pouco mais de três semanas no catálogo da Netflix, “Alerta Vermelho” virou o filme mais visto da plataforma em todos os tempos, acumulando 328,8 milhões de horas de exibição entre os assinantes do streaming. A novidade foi revelada nesta terça (30/11) na atualização semanal do Top 10 mundial da Netflix. A audiência gigante já tinha sido comemorada pelo trio Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase), Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”) no próprio fim de semana de estreia da produção. Uma semana depois, a atração atingiu o 2º lugar global. Na contagem de 22 a 28 de novembro, o longa acrescentou mais 50,6 milhões de horas à sua conta, mantendo a liderança do ranking da plataforma pela terceira semana consecutiva. Graças a esse sucesso, já deixou bem para trás o antigo líder global, “Bird Box”, terror apocalíptico protagonizado por Sandra Bullock, que contabiliza 282 milhões de horas. Para completar o pódio, o 3º filme mais visto da história da Netflix é o thriller de ação “Resgate”, estrelado por Chris Hemsworth, que vai ganhar sequência. A produção começou a ser filmada na segunda-feira (29/11). Diante de seu desempenho, “Alerta Vermelho” também deve ganhar novos filmes. No plural. Mesmo sem confirmação oficial, o diretor Rawson Marshall Thurber revelou há duas semanas ter planos de produzir não uma, mas duas sequências de uma vez, juntando novamente Dwayne “The Rock” Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds. Escrito e dirigido por Thurber, o filme é uma mescla de ação e comédia, com muitas explosões, pancadaria e piadinhas, ao mostrar “o melhor investigador do FBI” (Johnson) alistando “o segundo ladrão de arte mais procurado do mundo” (Reynolds) para prender “a ladra de arte mais procurada do mundo” (Gadot).












