Ator desfaz mistério sobre destino de Vecna em “Stranger Things”
O final da 4ª temporada de “Stranger Things” deixou no ar o destino de Vecna, que saiu de cena – spoiler! – no melhor estilo Michael Myers. Só que o ator Jamie Campbell Bower acabou com o mistério nesta terça (5/7) ao revelar que tudo foi proposital para gerar dúvida e, de forma mais importante, a suposta “morte” não teria sido o fim do monstro. Assim como aconteceu com o vilão do “Halloween” original (de 1978), a última cena de Vecna mostra sua queda por uma janela do 2º andar. Mas, quando os personagens saem da casa para conferir o corpo, ele não está lá. Sumiu. O ator Jamie Campbell Bower, intérprete do monstro, praticamente confirmou que isso significa seu retorno na 5ª temporada. “Eu amo a referência de ‘Halloween’. Há tantas referências fantásticas de terror dos anos 1980 nesta temporada”, ele disse à revista The Hollywood Reporter, citando também as cenas do sótão em homenagem a “Hellraiser” (1987). “Sabe, quando a gente lê algo [no roteiro] fica rindo e simplesmente diz: ‘Inteligente’. Isso é muito legal.” De acordo com Campbell, Vecna tem um destino claro e vai voltar. E para vencê-lo de forma definitiva, os personagens da série precisarão “ser muito mais inteligentes do que foram até agora, porque Henry [Vecna] não é do tipo que esquece ou deixa as coisas passarem”. Apesar da escassez de informações sobre o retorno do personagem na próxima temporada, Campbell enfatizou que aquilo que o público chama de sofrimento, ele considera uma “reconstrução”.
Final de “Stranger Things 4” teve cenas improvisadas. Saiba quais
Os roteiristas de “Stranger Things” revelaram em suas redes sociais três momentos vistos no final da 4ª temporada que não estavam no roteiro. Alerta de Spoiler: Daqui para a frente, a decisão de continuar a leitura é por sua conta! As cenas de Eddie foram um show à parte – literalmente, ele aparece até tocando uma música do Metallica – , mas sua despedida do personagem à Dustin (Gaten Matarazzo) foi um momento de grande emoção, parcialmente improvisado pelo ator Joseph Quinn. Poucos momentos antes de Eddie partir, Quinn decidiu dizer a Dustin que o ama, criando mais um momento de destaque para a coleção de seu personagem. “I love you, man” was improvised by Joe pic.twitter.com/z5gYyl18KF — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Dentre os momentos que o público esperava ansiosamente, os roteiristas destacaram uma cena compartilhada por Hopper (David Harbour) e Joyce (Winona Ryder). Prestes a ir atrás do Demogorgon na base russa e vendo a amada claramente preocupada, os dois compartilham um beijo carinhoso de despedida. A decisão foi tomada pelos atores no dia da gravação e não constava do roteiro. This kiss wasn’t scripted, Winona and David added it on the day of filming pic.twitter.com/9vSWwYliWU — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Outro destaque enfatizado pelos roteiristas aconteceu durante o momento em que Lucas (Caleb McLaughlin) implora a ajuda de sua irmã: “Erica, socorro!”, entre a briga com Jason (Mason Dye) e o que acontece com Max (Sadie Sink). A fala não fazia parte dos roteiros, mas Caleb improvisou a cena que ficou perfeita na edição final. “Erica, help” was improvised by Caleb. pic.twitter.com/9g5etO5VAz — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Em entrevista recente ao site Deadline, Sadie Sink revelou que todos os atores do elenco têm liberdade para improvisar nas gravações, inclusive os mais jovens. “O que todas as crianças adoraram nos Duffers é que eles nunca nos trataram de maneira diferente do que fariam com um membro adulto do elenco”, disse a intérprete de Max. “Tipo, eles realmente respeitaram e valorizaram nossas opiniões e criaram um ambiente muito divertido. Eles nunca nos prejudicaram de forma alguma e realmente apenas nos ouvem e colaboram conosco.”
“Stranger Things” coloca Metallica nas paradas de sucesso
O final da 4ª temporada de “Stranger Things” colocou o clássico do Metallica “Master of Puppets” no topo das paradas de sucesso neste final de semana. A canção icônica (porém adormecida há cerca de 40 anos) está em 1º lugar entre as mais tocadas do gênero de rock na plataforma do iTunes e ocupa a 29ª posição no ranking geral do streaming. Além disso, atingiu o 26º lugar no Top Mundial do Spotify nesta segunda-feira (4/7). Essa é a primeira vez que a gravação do Metallica experimenta sucesso comercial desde seu lançamento em março de 1986, repetindo o fenômeno de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que estourou ao ser incluída na Parte 1 de “Stranger Things 4″. De acordo com a supervisora musical da série, Nora Felder, os co-criadores colocaram a música no roteiro desde a pré-produção. “Foi mais um daqueles momentos ‘tem que ser essa música’”, ela contou à revista Variety. “Eu acredito que os Irmãos Duffer sentiram que tocar ‘Master of Puppets’ durante toda a cena estendida foi a escolha certa. Nenhuma outra música foi discutida e nós resolvemos adquiri-la imediatamente.” A supervisora também acrescentou que a canção, originalmente sobre drogas, serve de analogia à situação enfrentada pelos personagens com Vecna. “Cada um tem poderes destruidores, que roubam das pessoas sua força pessoal e essencial”, ela comparou. “’Master of Puppets’ é uma música bastante significativa no repertório do Metallica, e acho que é considerada a favorita em seus shows ao vivo”, ela apontou. “Eu queria que o Metallica entendesse completamente em que contexto a música estava sendo usada, além de como ela era integral para a cena e para esse novo personagem empolgante, Eddie Munson, que ninguém havia conhecido ainda nas temporadas anteriores”, explicou a executiva. A banda comprou a ideia na apresentação, sem que fossem necessárias maiores discussões. Na série, a música é tocada pelo personagem Eddie Munson (Joseph Quinn) durante a batalha dos adolescentes de Hawkins contra as forças malignas do vilão Vecna. Felder acredita que a faixa foi uma combinação perfeita para Eddie, pois amplificou a cena mais emocionante da 4ª temporada e se alinhou com “a personalidade pública aparentemente arrogante e abrasiva” do personagem. E, sim, é o ator que toca guitarra na cena. “Joseph teve tempo para aprender o riff de guitarra e, acompanhando a gravação. Todos acharam que ele fez um ótimo trabalho.” No entanto, apesar da cena do ator britânico chamar a atenção pela suposta habilidade musical, Joseph Quinn assumiu que recebeu uma ajudinha extra para que Eddie mandasse bem no solo. Em entrevista ao site Collider, o ator explicou que tocou a maior parte de “Master of Puppets”, mas precisou de um “faixa preta dos guitarristas de metal” para o solo insano e veloz. “Tive sorte de tocar desde jovem. Mas, quando li os roteiros, comprei a guitarra e comecei a praticar loucamente”, afirmou. “Mas o solo não foi meu. Eu não sou um guitarrista de heavy mental”, admitiu. Desta forma, a série “Stranger Things” provou ser muito mais do que uma atração de sucesso, mas também uma grande fonte de resgates musicais.
Irmãos Duffer só começam a escrever “Stranger Things 5” em agosto
A 5ª e última temporada de “Stranger Things” não começou a ser escrita. Até a semana passada, os irmãos Duffer ainda estavam trabalhando na pós-produção dos dois episódios finais do quarto ano, que foram lançados na sexta (1/7) na Netflix, e agora anunciaram que vão tirar um mês de férias, antes de começar a se dedicar aos próximos capítulos. “Nós vamos tirar umas pequenas férias em julho”, declarou Ross Duffer numa nova entrevista ao site Collider. “E então nós vamos voltar. Eu sei que a sala dos roteiristas vai começar na primeira semana de agosto.” Por isso, poucos sabem o que vai acontecer depois da impactante cena final do episódio 9 da 4ª temporada. Mas os Duffer já mencionaram planos de realizar um salto temporal, porque precisam refletir na trama o crescimento acelerado do elenco jovem. De todo modo, por estar em fase tão inicial, a 5ª temporada vai demorar a se materializar na Netflix.
“Stranger Things”: Sadie Sink revela não saber destino de Max
A 4ª temporada de “Stranger Things” terminou com – spoiler! – Max em coma após o encontro agressivo com o vilão Vecna. No entanto, não existe nenhuma evidência de que a personagem de Sadie Sink acordará ou mesmo se estará viva na próxima e última temporada. Em entrevista ao site Deadline, a interprete de Max disse que nem ela sabe se sobrevive, após estar morta por um minuto na trama. “Posso dizer, com toda a honestidade, que não sei o que vai acontecer na 5ª temporada”, garantiu Sink. “Eu não tenho ideia do que está vindo na 5ª temporada e como isso se parece.” “Acho que, depois de assistir o episódio nove, estou ainda mais ansiosa para descobrir. Olhando para as temporadas anteriores, sempre há algo que fica no ar sobre o mal que ainda existe”, lembrou a atriz, que exaltou a fala de Will sobre a existência de Vecna. A interprete ainda recorda que o último roteiro da qual ela teve acesso na 4ª temporada dizia literalmente que “Max morre”, mas não foi o que aconteceu. “A história está muito no ar, porque obviamente ela está em coma e Onze (Eleven) não consegue encontrá-la no escuro. Então, quem sabe onde ela está e em que estado ela está.” Sink relembra ainda que, na primeira aparição de Max na 2ª temporada da franquia, a personagem queria desesperadamente fazer parte do grupo da nova escola. “Ela só queria encontrar as suas próprias pessoas, [mas] teve muita dificuldade para entrar e teve que provar o seu lugar”, disse. Para a atriz, era óbvio que a 4ª temporada ira representar um maior desenvolvimento. “Todas as peças realmente se juntaram no episódio nove, para mim, apenas com aquele monólogo que ela tem [com Lucas]”, garante. “Isso diz muito sobre a mentalidade de Max ao longo da 4ª temporada.” Mesmo sabendo que a 5ª temporada será a última de “Stranger Things”, ela considera difícil saber o que os Irmãos Duffer planejam para sua personagem e todos os demais. Ainda mais considerando que as mortes são impactantes para os membros e para o público. Ela mencionou que a equipe mudou a história com o passar do tempo e que “os Duffers são sempre muito cuidadosos com quem eles estão matando”, nunca é sem um propósito em si. E confirmou que, até o momento, não existe uma previsão de gravação e muito menos de estreia para a 5ª temporada. Por isso, indica que, apesar da expectativa, o público precisará ter paciência, porque os novos episódios vão demorar. “Esta última temporada levou dois anos para ser feita, então quem sabe quanto tempo a 5ª temporada levará”, contou. “Os Duffers definitivamente sabem que os fãs estão esperando ansiosamente pela 5ª temporada, mas não acho que eles vão se apressar. Eles querem fazer a melhor temporada final que puderem. Espero que possamos chegar lá em breve, mas, por outro lado, também desejo que demore o máximo que puder. Eu não quero deixar a série”, completou.
Jogador da NBA que estrelou filme da Netflix é demitido
O jogador de basquete Juancho Hernángomez, que estrelou o filme “Arremessando Alto” com o ator Adam Sandler na Netflix, foi demitido de seu time. O Utah Jazz anunciou uma reformulação em seu elenco e acabou dispensando o atleta. De acordo com o jornal AS, o principal motivo para o corte foi o alto salário de Hernangómez. O atleta recebia US$ 7 milhões por temporada e a decisão precisava ser tomada antes do fim de semana, se não o time seria obrigado a pagar o salário do jogador. No filme, Sandler vive um “olheiro”, que descobre o talento de um jogador de basquete estrangeiro (Hernangómez) e o convence a vir aos EUA para tentar fazer sucesso na NBA. Entretanto, nada corre como planejado, deixando o atleta espanhol dividido por ter deixado a filha pequena para apostar num sonho cada vez mais impossível. Apesar da repercussão atingida por sua participação no filme, que aumentou as expectativas para suas atuações nos jogos da NBA da próxima temporada, ele agora está sem time e sem perspectiva de jogar o campeonato de basquete mais popular do mundo.
As 10 melhores séries de junho
Com a quantidade de séries lançadas todas as semanas na disputa pelas assinaturas de streaming, alguns títulos importantes podem passar em branco. Como ninguém consegue acompanhar uma centena de temporadas novas por mês, esse seleção mensal reúne as 10 estreias que merecem mais atenção. Encabeçada pelo fenômeno “The Boys”, a mostra de maio favorece super-heróis e ficção científica. Metade da seleção são produções fantasiosas, mas também há comédias muito divertidas, dramas de arte e tramas criminais, tanto de época quanto inspirados em fatos da atualidade. Confira abaixo o Top 10 com detalhes e trailers de cada destaque. | THE BOYS # 3 | AMAZON PRIME VIDEO A série de super-heróis com mais sexo e violência já feita voltou ainda mais explícita e extrema, com closes urológicos, orgia de super-heróis e chuvas de vísceras, numa temporada marcada por banhos de sangue literais – e que ainda contrabandeia uma participação surpreendente de Charlize Theron (“The Old Guard”) em sua abertura. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a produção acompanha um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. Na verdade, aqueles que normalmente seriam considerados vilões é que são os verdadeiros heróis, lutando contra um esquema superpoderoso que mantém a farsa para dominar a economia e a política dos EUA. Esta luta desigual pelos corações e mentes da população começou a se equilibrar com a revelação de que Tempesta (Storm Front, interpretada por Aya Cash), uma das integrantes dos Sete (a Liga da Justiça da trama), era em segredo uma nazista alucinada. Mas se a desgraça da personagem na 2ª temporada jogou nova luz sobre os heróis, ela também alimentou a psicopatia crescente do Capitão Pátria (Homelander, vivido por Antony Starr), o líder dos Sete, que começa a surtar com a morte da namorada, com a revelação de seus podres e com a chegada de um rival à altura: Soldier Boy (Jensen Ackles, o Dean de “Supernatural”), resgatado após décadas de prisão na Rússia pelos boys de Billy Bruto (Billy Butcher, de Karl Urban). Grande vencedora do Critics Choice Super Awards, a premiação geek da crítica americana, “The Boys” também é a série mais popular da Amazon, quebrando o o recorde de público da plataforma de streaming em sua 3ª temporada. Não por acaso, a atração ganhou um spin-off animado, “The Boys: Diabolical” (veja antes de começar os novos episódios) e prepara um spin-off juvenil, centrado em estudantes de uma universidade de super-heróis, que contará com participação do brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”). | MS. MARVEL # 1 | DISNEY+ A primeira heroína muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) arrancou elogios até de Malala Yousafzay, que aos 17 anos se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz – por sua luta pelo direito à educação de meninas paquistanesas. Apresentada como uma comédia adolescente, a história de Kamala Khan também é a mais fofa e adorável das séries já produzidas pela Marvel. A trama chegou na Disney+ como uma grande homenagem aos fãs dos super-heróis, dando a Iman Vellani, a novata de 18 anos que foi selecionada entre várias candidatas, o papel da fangirl definitiva. Na trama, Kamala é uma adolescente geek obcecada pela Capitã Marvel, que sofre bullying na escola e repressão na família muçulmana tradicional, mas não abre mão de seus sonhos, mostrando enorme talento artístico para desenhar, criar vídeos e até fantasias de cosplay. Para incrementar uma dessas fantasias, ela decide usar um velho bracelete largado entre as lembranças encaixotadas de sua família, que de repente lhe confere superpoderes. Desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali (“Sex Education”), a produção conta com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (diretores do blockbuster “Bad Boys Para Sempre” e do vindouro filme da “Batgirl”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois Oscars de Melhor Documentário em Curta-metragem) e Meera Menon (que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). | PEAKY BLINDERS # 6 | NETFLIX A grandiosa e épica produção britânica chega ao final numa 6ª temporada repleta de violência, explosões, mortes e vinganças – além de boinas, roupas masculinas impecáveis, rock contemporâneo, visual espetacular e luta contra o fascismo. Embora tenha chegado apenas em junho na Netflix, a reta final da produção foi exibida no Reino Unido entre 27 de fevereiro e 3 de abril, e o episódio de estreia atingiu a maior audiência de toda a série ao mostrar o destino de Polly Shelby, personagem da atriz Helen McCrory, que morreu em abril do ano passado devido a um câncer de mama. O final teve praticamente a mesma audiência e ainda rendeu comoção nacional. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar como Thomas Shelby (Cillian Murphy), um veterano da 1º Guerra Mundial, transformou sua família e amigos numa perigosa gangue de rua dos anos 1920 e, pouco a pouco, estabeleceu uma reputação de ser um homem tão perigoso quando respeitável, ampliando sua influência por todo o Reino Unido. Não contente em conquistar seu bairro, ele expandiu seus negócios ilícitos até os EUA e virou político, sendo eleito para o parlamento britânico. Mas também conquistou inimigos à sua altura, entre gangues e políticos rivais, além do IRA, grupo terrorista que luta pela independência da Irlanda. Desde sua estreia em 2013, a série criada por Steven Knight recebeu críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. | IRMA VEP # 1 | HBO MAX A minissérie estrelada pela sueca Alicia Vikander, vencedora do Oscar por “A Garota Dinamarquesa” (2015), é baseada no filme homônimo do francês Olivier Assayas, originalmente lançado em 1996, e tem seus oito episódios escritos e dirigidos pelo próprio cineasta. Na trama, Vikander interpreta Mira, uma estrela de Hollywood desiludida com sua carreira em filmes de super-heróis e enfrentando uma separação recente, que se muda para a França para estrelar um remake do clássico do cinema mudo “Les Vampires”. Aos poucos, porém, as distinções entre atriz e personagem passam a se apagar, graças aos métodos alucinados do diretor à frente do projeto. A atração inclui entre seus produtores Sam Levinson, o criador de “Euphoria”, e ainda traz em seu elenco os atores Tom Sturridge (o “Sandman” da Netflix), Adria Arjona (“Morbius”), Vincent Lacoste (“Amanda”), Byron Bowers (“Personal Shopper”), Fala Chen (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Carrie Brownstein (“Portlandia”), Jeanne Balibar (“Barbara”) e a estreante Devon Ross. | ONLY MURDERS ON THE BUILDING # 2 | STAR+ A série de comédia traz Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short como três vizinhos obcecados por documentários criminais, que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir – o que, por azar, também os transforma nos principais suspeitos do crime. Na 2ª temporada, eles se veem confrontados por uma pessoa misteriosa interessada em incriminá-los e vê-los presos, ao mesmo tempo em que surge um podcast rival e todos no prédio passam a olhá-los com desconfiança. Para completar, a trama ainda passa a contar com novas e variadas participações especiais, incluindo a premiada atriz Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por “Laços de Ternura”), a comediante Amy Schumer (“Descompensada”) e a modelo/atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). Criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a atração é a primeira série da carreira do veterano comediante de e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place” – encerrada em 2012 no Disney Channel. | FOR ALL MANKIND # 3 | APPLE TV+ Em sua 3ª temporada, a ousada sci-fi da Apple TV+ chegou aos anos 1990 em meio a uma nova corrida espacial, desta vez rumo ao planeta Marte. Desenvolvida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, a atração explora uma linha temporal alternativa da história, que leva a Guerra Fria até o espaço com consequências dramáticas. Na realidade da série, os astronautas soviéticos foram os primeiros a pousar na Lua e a trama imagina o impacto deste feito na corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. A 1ª temporada concentrou-se principalmente numa recriação alternativa da década de 1970, com avanços que não existiram na época – como a participação de astronautas femininas nos primeiros voos para a Lua. A 2ª temporada levou a história aos anos 1980, com a criação de uma Força Espacial americana para enfrentar batalhas lunares, e os novos episódios mostram como a competição das duas potências acelerou a conquista de Marte. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), que vive um dos principais astronautas da NASA, e o elenco também inclui Michael Dorman (“Patriot”), Wrenn Schmidt (“The Looming Tower”), Jodi Balfour (“The Crown”), Chris Bauer (“True Blood”), Sarah Jones (“Damnation”), Sonya Walger (“Lost”), Shantel VanSanten (“O Atirador”) e Michael Harney (“Orange Is the New Black”). | WESTWORLD # 4 | HBO MAX A 4ª temporada retoma os mistérios da premiada sci-fi em clima apocalíptico. Bem diferente de tudo que veio antes, a trama é culminação da luta entre androides e humanos, e envolve um plano de extermínio levado adiante por Charlotte (Tessa Thompson) – a principal antagonista após a morte de Dolores (Evan Rachel Wood) – com ajuda da versão androide do Homem de Preto (Ed Harris) e insetos de laboratório capazes de colocar a humanidade sob seu controle, invertendo a premissa original da série. Alguns anos se passaram desde a última temporada, tempo suficiente para que Caleb (Aaron Paul) tenha se casado e virado pai, mas principalmente para que os parques temáticos fossem reabertos – agora com um passeio pela era do jazz e dos gângsteres (anos 1930), que serve de crítica, como metatexto, à cultura dos reboots. Mas depois de deter Dolores, Maeve (Thandiwe Newton) está alerta e pronta para enfrentar a nova ameaça. Só que nada é realmente o que parece. Entre outros detalhes, Evan Rachel Wood reaparece como uma nova personagem, envolvida em segredos obscuros e stalkeada por Teddy (James Marsden), ambos em participações enigmáticas. São tantos personagens e jornadas que Bernard (Jeffrey Wright) e Ashley (Luke Hemsworth) só ressurgem no 3º episódio, junto com uma força de “resistência” no deserto. Ainda mais intrincada que o costume, a trama começa a encaixar a partir do 4º capítulo, quando uma reviravolta explica o papel de Aurora Perrineau (“Prodigal Son”) – e é uma guinada estilo “Matrix”, ou a sequência de “Matrix” que os fãs gostariam de ter visto. Certamente, com um episódio liberado por semana, pode ser cansativo esperar até lá. Mas não seria “Westworld” se não fosse lento e cerebral. Entre as novidades do elenco, destacam-se ainda Ariana DeBose (vencedora do Oscar por “Amor, Sublime Amor”) e Daniel Wu (“Into the Badlands”). | THE UMBRELLA ACADEMY # 3 | NETFLIX Partindo da cena que encerrou a temporada passada, os heróis interpretados por Elliot Page, Tom Hopper, David Castañeda, Emmy Raver-Lampman, Robert Sheehan e Aidan Gallagher voltam dos anos 1960 para se deparar com um presente completamente diferente do que lembravam – e com uma nova equipe de heróis instalada em sua residência: a Sparrow Academy. Os integrantes da Academia Umbrella logo percebem que criaram um paradoxo ao viajar no tempo e, só para variar, tornaram-se novamente responsáveis por eventos cataclísmicos que irão acabar com o mundo – pela terceira vez. A série é baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá (publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”), e entre brigas com a Academia rival e planos para salvar o mundo, os novos episódios também mostram a transformação da personagem Vanya em Viktor, refletindo...
Stranger Things: Veja vídeos de 15 músicas da Parte 2
Depois do estouro de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, a trilha sonora da Parte 2 de “Stranger Things 4” era tão esperada quanto os episódios finais. A seleção de faixas, desta vez, pendeu para as músicas com sintetizadores – mas, ironicamente, sem nenhum exemplar do synthpop dos anos 1980. E embora o “tema de Max” tenha voltado a tocar – assim como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald (o tema de Vecna) – , a música que mais marcou a trama foi o metal pesado de “Master of Puppets”, acompanhada na guitarra por Eddie Munson (o personagem de Joseph Quinn). O clássico do Metallica também foi a única gravação de 1986 presente em toda a trilha dos capítulos 8 e 9 da atração. A trama se passa nesse ano, mas a maioria das músicas selecionadas saiu em anos anteriores – e algumas até posteriores a este período. Como curiosidade, a última canção que toca, já nos créditos finais, acaba chamando atenção entre as gravações de pop antigo por pertencer a um estilo alternativo até então ignorado pela série, apesar de ter tudo a ver com a guinada de terror da fase atual: “Spellbound”, do disco mais gótico de Siouxsie and the Banshees. Veja abaixo, pela ordem cronológica de seus lançamentos originais, as 15 músicas mais importantes dos dois episódios finais da 4ª temporada – disponibilizada na sexta (1/7) na Netflix. | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME | JAMES TAYLOR | 1970 | FIRE AND RAIN | CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL | 1970 | UP AROUND THE BEND | RICK DERRINGER | 1973 | ROCK ‘N’ ROLL HOOCHIE KOO | SIOUXSIE AND THE BANSHEES | 1981 | SPELLBOUND | OLIVIA NEWTON-JOHN | 1983 | TWIST OF FATE | JOURNEY | 1983 | WORLD’S APART | PAT BENATAR | 1983 | LOVE IS A BATTLEFIELD | THE POLICE | 1983 | EVERY BREATH YOU TAKE | TANGERINE DREAM | 1984 | RARE BIRD | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL | METALLICA | 1986 | MASTER OF PUPPETS | MOBY | 1995 | WHEN IT’S COLD I’D LIKE TO DIE | VANGELIS | 1996 | FIELDS OF CORAL | PETER SANDBERG | 2019 | DEEP
“The Boys” coloca Billy Joel pra tocar contra ameaça de “Stranger Things”
O perfil oficial de “The Boys” no Twitter brincou com a inevitável concorrência com “Stranger Things” nesta sexta-feira (1/4). Como as duas séries divulgaram episódios novos, o site Rotten Tomatoes resolveu perguntar a seus seguidores: “O que vocês vão assistir primeiro nesta noite: ‘The Boys’ ou ‘Stranger Things?'” E o Twitter de “The Boys” respondeu. “Estamos com ‘Piano Man’ engatado no nosso walkman, caso haja necessidade”, zoou o perfil. A referência à música de Billy Joel tem vários sentidos. Não só responde a dúvida sobre qual música salvaria os personagens de “The Boys” de um ataque do monstro Vecna, como lembra a preferência musical de Hughie (Jack Quaid), que muitos podem ter esquecido. A 1ª temporada de “The Boys” revelou que Hughie Campbell tem uma paixão profunda pelas músicas do cantor. E isso vai além de seu gosto musical. Acontece que a mãe de Hughie deixou sua família quando ele tinha seis anos e uma das melhores lembranças que ele guardou dela foram as músicas de Billy Joel que dançavam juntos, conectando o artista à sua memória afetiva em um nível profundamente pessoal. Aproveite e ouça abaixo a música que salvaria Hughie de Vecna. We've got Piano Man cued on the walkman, just in case https://t.co/WckzISziyv — THE BOYS (@TheBoysTV) July 1, 2022
2ª temporada de “Young Royals” ganha previsão de estreia e primeiras fotos
A plataforma da Netflix anunciou nesta-sexta (1/7) que a 2ª temporada de “Young Royals” chegará em novembro de 2022 – ainda sem data definida. Além disso, as primeiras imagens da novos episódios foram reveladas nas redes sociais. Nelas, os olhares se voltam principalmente à Wilhelm (Edvin Ryding) e Simon (Omar Rudberg). Espera-se que a nova história sobre o colégio real seja recheada de “segredos, vinganças” e até “ameaças à monarquia”, conforme descreve a Netflix na postagem. O drama sueco foi renovado no ano passado, cerca de dois meses após a estreia oficial no streaming. Mas, na época, o que chamou a atenção foi um vídeo do elenco agradecendo aos fãs brasileiros pelo carinho. A série que os adolescentes amaram conta a história de um jovem príncipe, que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon, um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. A 1ª temporada teve seis episódios de 40 minutos cada, escritos por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, e a história vai continuar com mais seis capítulos. Young Royals Season 2. November 2022. pic.twitter.com/DT5GBjtvQb — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) July 1, 2022 Tava com saudade deles ❤️ pic.twitter.com/MzzjgA6dwo — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 30, 2022
Kate Bush elogia final de “Stranger Things 4”: “Espetacular”
Não foram só os reles mortais que correram para ver os episódios finais da 4ª temporada de “Stranger Things”. A cantora Kate Bush acordou cedo nesta sexta-feira (1/7) para assistir e comentar a Parte 2 da série. “Eu acabei de assistir os últimos capítulos de ‘Stranger Things’ e eles são incríveis. Sem spoilers aqui, eu prometo”, ela escreveu em seu site pessoal. “Antes, eu só tinha visto as cenas que envolviam o uso da minha música, então não sabia como a história se desenvolveria”, continuou. A música referida é, claro, “Running Up That Hill (A Deal With God)”, que foi catapultada ao topo das paradas de sucesso, 37 anos após seu lançamento original, graças a seu uso na série, como a canção capaz de salvar a personagem Max (vivida por Sadie Sink) da possessão do monstro Vecna. Por sinal, ela comemorou o sucesso contínuo da canção nas últimas semanas. “Eu simplesmente não posso acreditar – Nº 1 para a terceira semana… Na verdade, tudo está começando a parecer um pouco surreal”, comentou. “Já tinha ficado muito feliz quando os irmãos Duffer resolveram usar ‘Running Up That Hil’ como o tótem de Max, mas agora, tendo visto a temporada toda, me sinto profundamente honrada que a minha canção tenha se tornado parte da jornada de montanha-russa dos personagens”, ela acrescentou. Por fim, Kate disse que “mal consigo imaginar a quantidade de trabalho envolvida em fazer algo dessa escala. Estou impressionada. Eles fizeram algo realmente espetacular”.
“Stranger Things 4” quebra recorde de audiência nos EUA
A série “Stranger Things” registrou mais um recorde em sua conta, ao acumular 7,2 bilhões de minutos de visualizações nos Estados Unidos. O desempenho impressionante foi divulgado em relatório da Nielsen Media Research nesta sexta (1/7). A atração da Netflix atingiu essa contagem na semana de 30 de maio à 5 de junho, quando registrou o maior total semanal já visto para qualquer título de streaming no país. Antes disso, a estreia do primeiro volume registrou 5,14 bilhões de minutos de visualização na medição da Nielsen, o que fez o total da série, em duas semanas, atingir cerca de 12,34 bilhões. Conforme os dados anteriores da consultoria, nenhum programa de streaming havia chegado à marca de 6 bilhões de minutos em uma única semana. O registro mais próximo foi de “Tiger King” e “Ozark”, que haviam superado 5 bilhões de minutos durante os períodos de quarentena da pandemia de covid-19, em 2020. Transformado em horas, padrão utilizado pela Netflix, o total dá 205,6 bilhões. O número respalda as medições da Netflix, que apontam “Stranger Things” como a série em inglês mais assistida de todos os tempos na plataforma, com 930 milhões de horas em todo o mundo. O volume 2 da 4ª temporada chegou nesta sexta-feira (01/07) causando panes no streaming, devido a corrida dos fãs para conferir as aventuras. Espera-se que a franquia continue atingindo novos recordes de visualizações antes da chegada da 5ª temporada.
Estreia do final de “Stranger Things 4” derruba Netflix
A plataforma de streaming da Netflix saiu do ar nas primeiras horas desta sexta-feira (01/07), após a estreia do tão aguardado volume 2 de “Stranger Things 4”. Os usuários, que correram para conferir e fugir dos temidos spoilers, descreveram por meio das redes sociais que o serviço apresentava instabilidade e erros de reprodução. Dentre as queixas, problemas técnicos com o áudio da série foram apontados. De acordo com o site de monitoramento Downdetector, os relatos se intensificaram por volta das 3 horas da manhã nos Estados Unidos – logo após o lançamento dos dois episódios finais. Além disso, o portal registrou cerca de 13 mil reclamações, antes da Netflix solucionar o problema. No Brasil, a estreia esperada para as 4 horas chegou, por conta dos fusos horários nacionais, entre as 3h e 6 horas da manhã. Mas poucos relatos de dificuldade no acesso foram pontuados no Twitter por fãs ansiosos. “Stranger Things” é considerada a maior franquia do catálogo da plataforma desde 2016, sendo eleita como a série número 1º de língua inglesa nas quatro primeiras semanas após o lançamento, conforme os dados do streaming. Com os problemas de estabilidade já contornados, o volume 2 da 4ª temporada pode ser conferido sem empecilhos, basta se programar: o primeiro episódio contem 1h25min, enquanto o segundo tem 2h30. No entanto, vale recordar que os co-criadores Irmãos Duffer alertam que as aventuras não possuem um final feliz. A 5ª temporada está confirmada e promete reviravoltas.












