Ator premiado de “Round 6” é indiciado por abuso sexual
O ator Oh Yeong-su, conhecido pela sua participação da série sul-coreana “Round 6”, foi indiciado nessa quinta (24/11) por acusações de má conduta sexual na Coréia do Sul, de acordo com reportagens locais e da Agence France-Presse. Yeong-su, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Oh Il-nam, o concorrente idoso do jogo, foi acusado de tocar inapropriadamente o corpo de uma mulher. O caso é antigo – o abuso teria ocorrido cinco anos atrás – e já tinha sido descartado no início deste ano, mas foi reaberto devido à apelação da vítima, de acordo com reportagens locais. Em uma declaração ao canal local JTBC, o ator deu sua versão: “Eu apenas segurei a mão dela para guiá-la pelo caminho ao redor de um lago. Pedi desculpas, mas isso não significa que eu admito as acusações.” A agência de notícias AFP também citou um funcionário do tribunal de Suwon que disse que “tudo que foi relatado pela mídia local não é factualmente correto”. Oh Yeong-su atua há mais de 50 anos, principalmente no teatro e em produções locais. Seu papel em “Round 6” lhe rendeu fama e reconhecimento mundial. A 1ª temporada de “Round 6” bateu recordes de audiência, tornando-se a série mais vista da Netflix em todos os tempos. A atração ganhará uma 2ª temporada em breve, mas Oh Yeong-su não fará parte dessa produção devido ao desfecho de seu personagem na trama original.
4ª temporada de “Você” ganha pôster e nova data de estreia
A Netflix divulgou um novo pôster da 4ª temporada de “Você” (You), que mostra Joe (Penn Badgley) em Londres, após seguir Marienne (Tati Gabrielle) até Paris. A arte também fez uma pequena correção da data de estreia dos novos episódios, que vão chegar em streaming um dia antes do previsto inicialmente. Detalhes de como Joe vai parar na capital inglesa ainda não foram revelados, mas ele virou um professor e aparentemente se tornou bem considerado na comunidade Acadêmica – os anos de atendente de livraria devem ter ajudado. A mudança de cenário também é acompanhada por um novo elenco coadjuvante. A plataforma confirmou nada menos que 14 atores novos na produção, com destaque para Ed Speelers (“Downton Abbey”), Lukas Gage (“Euphoria”), Tilly Keeper (“EastEnders”), Amy Leigh Hickman (“Safe”) e Charlotte Ritchie (“Call the Midwife”). Os novos episódios serão divididos em duas partes, com a primeira leva marcada para 9 de fevereiro e a segunda para o mês seguinte, em 9 de março de 2023. Não, Joe, as pessoas não estão flertando, é só o sotaque britânico mesmo. 🧢🩸 A primeira parte da temporada 4 de Você chega dia 9 de fevereiro e a segunda parte chega no dia 9 de março. pic.twitter.com/4VMg86Q4jI — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 24, 2022
Trailer da Parte 2 de “La Casa de Papel: Coreia” destaca ação
A Netflix divulgou três novos pôsteres e o trailer legendado da Parte 2 de “La Casa de Papel: Coreia”. Repleta de ação, a prévia mostra o confronto entre os ladrões e a polícia, além de explorar as reviravoltas da trama. A adaptação da famosa série espanhola introduz contextos políticos coreanos à nova trama, ao se passar após uma imaginária unificação das Coreias. Replicando o que aconteceu na unificação da Alemanha, após o fim das fronteiras os antigos norte-coreanos reparam que continuam pobres, enquanto os milionários do Sul se tornam mais ricos. O desejo de ajuste de contas move o novo Professor e seu grupo, que resolvem tomar posse da fortuna do país num grande assalto. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos também adotam um disfarce diferente: Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que os ladrões pretendem atacar o sistema que sustenta os mais ricos. O elenco destaca Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor, Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jeon Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki, Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Além destes, a Parte 2 vai incluir uma nova personagem na trama, a ladra Seul, vivida por Lim Ji Yeon (do filme “Spiritwalker: Identidade Perdida”). Os roteiros são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). Os novos episódios estreiam em 9 de dezembro.
Copenhagen Cowboy: Série do diretor de “Drive” ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Copenhagen Cowboy”, nova série do cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (de “Drive” e “Demônio de Neon”). A prévia destaca o conhecido estilo do diretor, que passou a assinar apenas NWR. São muitas cenas com iluminação neon, personagens estáticos e violência sangrenta, ao som de uma trilha eletrônica. O resultado é, caracteristicamente, mais parecido com um vídeo de moda que um trailer de série de ação. “Copenhagen Cowboy” é a segunda série da carreira de Refn, que em 2019 lançou a pouco vista “Too Old to Die Young”, estrelada por Miles Teller (“Top Gun: Maverick”), pela Amazon Prime Video, além de sua primeira dinamarquesa em 15 anos. A trama de neon noir gira em torno de uma jovem heroína chamada Miu (Angela Bundalovic, de “The Rain”) que trafega pelo submundo do crime de Copenhague. O elenco ainda destaca as estreantes Lola Winding Refn e Lizzielou Winding Refn, que são filhas do diretor, além de Zlatko Buric (“2012”), Mikael Bertelsen (“Superclásico”) e Per Thiim Thim (“Anti”). A estreia está marcada para 5 de janeiro.
José Padilha faz acordo e encerra processo por lucros de “Narcos”
O diretor brasileiro José Padilha entrou em acordo e encerrou o processo que movia contra o produtor Eric Newman, sob a alegação de ter sido passado para trás na divisão dos lucros da série “Narcos”, da Netflix. Segundo informações do The Hollywood Reporter, o caso foi resolvido fora dos tribunais e não irá mais à julgamento em dezembro, como estava sendo previsto. No entanto, os detalhes do acordo são confidenciais e não deverão vir à publico. No processo aberto em agosto na Corte Superior de Los Angeles, Padilha alegava que o produtor estava ocultando milhões de dólares gerados pela série que ele desenvolveu para a Netflix. O acordo de Padilha lhe daria direito a metade de toda a receita gerada pela atração, incluindo bônus oferecidos pela empresa Gaumont Television. “Apesar de ter voluntariamente aceitado a confiança depositada nele pelos Autores, e em violação desta relação de confiança, Newman (tanto individualmente quanto em nome da sua produtora Spahn Ranch) fez com que os lucros de ‘Narcos’ fossem pagos única e diretamente aos Réus, sem fazer com que os Autores soubessem que essas receitas de ‘Narcos’ foram recebidas pelos réus”, afirma a queixa apresentada no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. Em outras palavras, o produtor recebeu sozinho toda a renda de “Narcos” e não avisou para Padilha que havia recebido dinheiro a mais (sendo que metade desse dinheiro seria do brasileiro), apesar do contrato entre eles prever que “cada parte recebesse uma quantidade igual de Receitas Brutas em todos os momentos”. Padilha não foi a única pessoa que entrou com processo pelos lucros de “Narcos”. A executiva Katie O’Connell Marsh processou a Gaumont em 2018 por quebra de contrato, afirmando que também não recebeu a sua parte das receitas brutas geradas por “Narcos”, e ainda das séries “Hannibal”, “Hemlock Grove” e “F Is for Family”. “Narcos” foi exibida por três temporadas no streaming da Netflix, centrada no traficante colombiano Pablo Escobar, interpretado pelo ator Wagner Moura. Após este período, a série ganhou um derivado, “Narcos: México”, que durou mais três temporadas.
“The Crown” supera estreia de “1899” pra se manter no trono da Netflix
A 5ª temporada da série “The Crown” manteve o 1º lugar no Top 10 Semanal da Netflix pela segunda semana consecutiva. Ao todo, a atração acumulou mais 84 milhões de horas assistidas no período entre 14 e 20 de novembro – o que representa uma queda das 107 milhões de horas da semana anterior. Ainda assim, os números comprovam que as polêmicas envolvendo a atração antes do seu lançamento alimentaram o interesse do público. A nova temporada se passa na década de 1990, época em que a família real britânica estava em crise devido ao fim do casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana. A 2ª posição ficou com a estreia de “1899”, nova série dos criadores de “Dark”, que foi vista por um total de 79 milhões de horas. Apesar de não liderar, é uma estreia forte para apenas quatro dias de exibição – a estreia aconteceu na quinta (17/11). “The Crown” teve três dias a mais para superar a produção europeia em apenas 5 milhões de horas. Outro detalhe curioso é que inglês não é a língua predominante em “1899”, que apresenta diversos idiomas, como alemão, francês, espanhol, dinamarquês, japonês, chinês e até português. Se tivesse sido considerada como uma série não falada em inglês, “1899” teria uma das maiores aberturas desse ranking no ano. O pódio se completa com a 4ª temporada de “Manifest”, mas sua audiência foi muito mais baixa, rendendo “apenas” 35 milhões de horas. Completando o Top 5 estão a estreia da 3ª e última temporada de “Disque Amiga para Matar”, com 30 milhões de horas assistidas, e a 2ª temporada de “Warrion Nun”, que foi vista por um total de 27 milhões de horas. Entre as séries internacionais, ou seja, não faladas em inglês, o 1º lugar ficou mais uma vez com a atração colombiana “Til Money Do Us Part”, que acumulou 39,9 milhões de horas assistidas, seguida de perto pela 6ª temporada de “Elite”, com 36,8 milhões de horas. Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “The Crown 5” 2. “1899” 3. “Manifest 4” 4. “Disque Amiga para Matar 4” 5. “Warrior Nun 2” 6. “Manifest 1” 7. “Revelações Pré-históricas” 8. “Warrior Nun 1” 9. “Recomeço” 10. “Casamento às Cegas 3”
AMC+: Nova plataforma de streaming chega ao Brasil em 2023
Novidade à vista! O streaming do canal pago americano AMC chegará ao Brasil no segundo semestre de 2023, para disputar os espectadores de plataformas já consolidadas no país. A confirmação do lançamento veio por meio de Alejandro Kember, o vice-presidente de distribuição da rede. Em entrevista ao portal argentino “Television”, Kember afirmou que o Brasil será o primeiro país da América Latina a ter acesso ao aplicativo do canal, que é batizado de AMC+. O executivo acrescentou que o serviço terá quatro pilares de conteúdos disponíveis para abranger diferentes públicos, sendo o principal diferencial entre os demais concorrentes. “A proposta que a plataforma terá são de quatro pilares de conteúdo muito claros: Um é AMC, outro é Jagger, outro é Under e o quarto é conteúdos de anime… Pretendemos disponibilizar conteúdos de anime de excelente qualidade, visto o quanto esse também é um mercado muito concorrido e requisitado”, explicou Kember. O AMC+ oferece programas como “Mad Men”, “Dark Winds”, “Moonhaven”, além de toda a franquia original de “The Walking Dead”. O lançamento do streaming, inclusive, aproveita o fim da série principal, que era disponibilizada no Brasil pela Star+, para atrair os fãs da franquia. A AMC vai lançar três séries derivadas com os personagens de “The Walking Dead”, que serão exclusivas da AMC+ no país. Além disso, a rede AMC também é responsável nos EUA pela plataforma Shudder, voltada a produções de terror, e está lançando séries do universo literário da escritora Anne Rice, como “Interview with the Vampire” e “Mayfair Witches”. Atualmente, existem mais de 60 plataformas de streaming em solo brasileiro, segundo a BB Media. Entre as mais conhecidas estão Netflix, Amazon Prime Video, HBO Max, Disney+, Star+, Apple TV+, Paramount+, Lionsgate+ e Crunchyroll, mas há várias outras de nicho segmentado.
2ª temporada de “Vikings: Valhalla” ganha fotos e data de estreia
A Netflix divulgou as primeiras imagens e a data de estreia da 2ª temporada de “Vikings: Valhalla”. Os novos episódios chegarão ao streaming em 12 de janeiro, com direito a novos personagens. A série é uma espécie de continuação de “Vikings”. Desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, passa-se um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos: os irmãos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”), um príncipe viking cristão que se apaixona por Freydis. A 2ª temporada encontra esses heróis logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encontrando-se repentinamente como fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. Entre os novos personagens, os destaques são Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”). Todos estão retratados nas fotos abaixo. The only certainties in life are love, death and axes. Vikings: Valhalla Season 2 returns January 12, 2023 only on @netflix. pic.twitter.com/vmb2xA2TAH — Vikings Valhalla (@NetflixValhalla) November 21, 2022
Produtores de “1899” negam acusações de plágio de brasileira: “Nem conhecíamos”
Os produtores alemãos Baran bo Odar e Jantje Friese se pronunciaram nesta segunda (21/11) sobre a polêmica acusação de plágio sofrida pela série “1899”, que estreou na última quinta-feira (17/11) na Netflix. Após a ilustradora brasileira Mary Cagnin afirmar que o programa seria uma cópia descarada de seus quadrinhos “Black Silence”, Friese negou que a nova série da Netflix tenha se inspirado em qualquer material. “Oh, Internet! Não posto nada há anos porque, francamente, acho que as redes sociais se tornaram tóxicas. As últimas 24 horas provaram isso novamente”, escreveu Friese no Instagram. “Para deixar claro: nós não [copiamos]! Até ontem nem sabíamos da existência dessa história em quadrinhos. Ao longo de dois anos, colocamos dor, suor e exaustão na criação de ‘1899’. Esta é uma ideia original e não baseada em nenhum material de origem.” A produtora acrescentou que tem sido “bombardeada com mensagens ofensivas” desde a denúncia neste domingo (20/11) e que a manifestação de Mary Cagnin “deve ser um esquema para vender mais de suas histórias em quadrinhos”. Momentos depois, Friese deletou a postagem. Também pelo Instagram, seu parceiro Baran bo Odar ressaltou que não conheciam a artista, tampouco tinham ciência sobre o quadrinho brasileiro. “Isso tem me deixado extremamente bravo e chateado”, afirmou. “Nunca roubaríamos [obras] de outros artistas, já que nos sentimos como artistas. Também entramos em contato com ela [a ilustradora], então esperamos que ela retire as acusações. A Internet se tornou um lugar estranho. Por favor, mais amor em vez de ódio”, escreveu. Em seu relato, publicado no Twitter, Cagnin se disse “em choque” ao descobrir que “‘1899’ é simplesmente idêntico ao meu quadrinho ‘Black Silence’, publicado em 2016”. Ela listou uma série de “coincidências” entre as duas obras, mostrando lado a lado suas ilustrações e cenas da produção europeia. “Já chorei horrores. Meu sonho sempre foi ser reconhecida pela meu trabalho nacionalmente e internacionalmente. E ver uma coisa dessas acontecendo realmente parte meu coração. Sabemos que no Brasil temos poucas oportunidades para mostrar nosso trabalho e ser reconhecido por ele”, desabafou. Ela postou um link para o público conhecer sua obra gratuitamente em seu site pessoal (marycagnin.com) e tirar suas próprias conclusões. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por baranboodar 🜃 (@baranboodar) Gente os "criadores" da série 1899 tiveram coragem de falar com todas as letras que o plágio na verdade é um esquema da Mary pra vender mais quadrinhos. Toda minha solidariedade pra Mary nesse momento pic.twitter.com/uJNzHGN3lb — Tiny Soprano 🎄 (@porrafabizinha) November 21, 2022
Personagens mortos de “The Walking Dead” voltam como zumbis em comerciais
A produtora e agência de publicidade Maximum Effort, fundada pelo ator Ryan Reynolds (“Deadpool”), divulgou uma série de comerciais divertidos que resgatam antigos personagens mortos de “The Walking Dead”. Exibidos nos intervalos do último episódio da atração, que foi ao ar no domingo (20/11), os anúncios destacam as voltas de Milton Mamet (interpretado por Dallas Roberts), Andrea Harrison (Laurie Holden), Rodney (Joe Ando-Hirsh) e Gareth (Andrew West), que após a morte se tornaram zumbis, mas continuam ativos. Eles aparecem fazendo propaganda das marcas Autodesk, Deloitte, DoorDash, MNTN e Ring. “’The Walking Dead’ gerou mais conversa cultural na última década do que qualquer outra propriedade e queríamos honrar isso trazendo alguns personagens de volta dos mortos em alguns anúncios contextuais divertidos”, disse Reynolds, em comunicado. Ele ainda acrescentou que os comerciais “podem fazer parte da conversa cultural, como costumavam fazer com tanta frequência. Eles só precisam de um pouco mais de amor, atenção e travessuras”. Os comerciais foram desenvolvidos em parceria com a produtora Content Room, da rede americana AMC. Criada em 2020, a Content Room já produziu uma série comerciais vinculados às marcas da AMC, que exibe “The Walking Dead” nos EUA. Entre essas produções, destaca-se “Cooper’s Bar”, uma série de curtas-metragens co-criados e estrelados por Rhea Seehorn (de “Better Call Saul”) que foram indicados ao Emmy. O final de “The Walking Dead” também foi disponibilizado no domingo no Brasil pela plataforma Star+, mas sem os comerciais americanos.
Artista brasileira acusa “1899” de plagiar seus quadrinhos: “Estou em choque”
A artista brasileira Mary Cagnin usou as redes sociais neste domingo (20/11) para acusar a série “1899”, lançada na quinta-feira (17/11) pela Netflix, de plagiar uma obra de quadrinhos que ela lançou em 2016. “Estou em choque”, ela começou. “‘1899’ é simplesmente idêntico ao meu quadrinho ‘Black Silence’, publicado em 2016”, revelou no Twitter. E em seguida listou uma série de “coincidências” entre as duas obras, mostrando lado a lado suas ilustrações e cenas da produção europeia. A única diferença, segundo ela, é que a série desenvolvida pelos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”, passa-se num navio do século 19, enquanto “Black Silence” é uma sci-fi espacial. “Está tudo lá: A pirâmide negra. As mortes dentro do navio/nave. A tripulação multinacional. As coisas aparentemente estranhas e sem explicação. Os símbolos nos olhos e quando eles aparecem”, escreveu a brasileira. Ela seguiu fazendo comparações: “As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas.” Segundo a autora, é possível que os produtores alemães da série tenham conhecido sua obra quando ela participou, em 2017, da Feira do Livro de Gotemburgo, na Suécia, um evento internacional que disponibilizou “Black Silence” em inglês para editores e profissionais do ramo. Mas vale apontar que uma das roteiristas da série é brasileira: Juliana Lima Dehne, que fez o curta nacional “Pare. Olhe. Escute.” (2009) “Já chorei horrores. Meu sonho sempre foi ser reconhecida pela meu trabalho nacionalmente e internacionalmente. E ver uma coisa dessas acontecendo realmente parte meu coração”, reclamou Cagnin. A artista, que já ilustrou livros e revistas para editoras Globo, Abril e Mol, lançou recentemente seu site pessoal (marycagnin.com), onde é possível ler a íntegra de “Black Silence”. Cagnin não disse se pretende processar os produtores ou a Netflix. Por enquanto, está avaliando “os procedimentos que devo tomar”. “Se é que é que há algo que possa ser feito”, lamentou. Mas fez questão de destacar sua indignação: “A gente não pode achar que só porque somos brasileiros devemos aceitar esse tipo de menosprezo e indiferença. Temos inúmeros casos de gringos copiando a gente, em filmes, séries e músicas. Como o caso do filme ‘As aventuras de Pi’ que foi copiado de um livro brasileiro”, afirmou. Veja abaixo as postagens da brasileira. ESTOU EM CHOQUE. O dia que descobri que a série 1899 é simplesmente IDÊNTICO ao meu quadrinho Black Silence, publicado em 2016. Segue o fio. pic.twitter.com/1deBicrBeQ — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas. pic.twitter.com/zenqeq2zqF — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Participei de painéis e distribuí o quadrinho Black Silence para inúmeros editores e pessoas do ramo. Não é difícil de imaginar o meu trabalho chegando neles. Eu não só entreguei o quadrinho físico como disponibilizei a versão traduzida para o inglês. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Tive a oportunidade que muitos quadrinistas nunca tiveram: de poder mostrar meu trabalho para o público internacional. Gente. Eu dei palestras. Falei sobre o plot. Apresentei para pessoas influentes da área. O negócio é sério. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Quem quiser pode ler meu quadrinho que está disponível para leitura online para tirar suas próprias conclusões:https://t.co/owMn85MIal — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Já cansei de chorar. Agradeço a todos que leram até aqui e a todos meus leitores por todo o apoio que recebo. Inúmeras pessoas no inbox do Insta comentando sobre as similaridades. Vou ver os procedimentos que devo tomar. Se é que é que há algo que possa ser feito. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022
Jenna Ortega fez teste para Wandinha usando maquiagem do terror “X”
A atriz Jenna Ortega revelou um detalhe curioso sobre sua escalação para o papel-título de “Wandinha”, nova série sobre a Família Addams na Netflix. Num vídeo gravado para o canal da revista Wired no YouTube, ela contou que ainda estava usando a maquiagem de uma cena brutal do terror “X – A Marca da Morte”, quando atendeu a chamada do diretor Tim Burton para um teste da série. “Tinha sangue falso e suor de glicerina no meu cabelo, um corte enorme na minha cara e estava acordada havia 24 horas”, contou Ortega. “Entrei [na chamada de vídeo] e [Burton] começou a rir.” “X – A Marca da Morte” acaba de ser lançado nas plataformas digitais de VOD e “Wandinha” estreia na quarta-feira (23/11) na Netflix. A série retrata a filha caçula da Família Addams pela primeira vez como uma jovem adulta, mas como a mesma personalidade mórbida. Na trama, após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para a Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais), onde conhece novos colegas tão complicados quanto ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás. Além de Jenna Ortega no papel-título, Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) vivem seus pais Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) faz seu irmão Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) é o Tio Chico. O resto do elenco inclui Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). Depois da série, Jenna Ortega poderá ser vista em outro produção de terror. Ela está no elenco de “Pânico 6”, que chega aos cinemas em março de 2023.
“Murderville” terá especial de Natal na Netflix
A Netflix anunciou que a série de comédia de improviso “Murderville” ganhará uma especial de Natal. O episódio contará com participações de Maya Rudolph (“Desencantada”) e Jason Bateman (“Ozark”) e investigará quem matou o Papai Noel. Veja o teaser abaixo. Lançada em fevereiro na Netflix, “Murderville” é uma sátira de séries policiais baseada em improvisos. Na trama, Will Arnett (“Arrested Development”) vive um detetive policial que comanda a investigação de um assassinato diferente a cada episódio, sempre acompanhado por um convidado famoso, que atua sem roteiro e ideia do que vai acontecer, tendo que improvisar sua participação do início ao fim das gravações. A produção é baseada num sucesso da TV britânica: “Murder in Successville”, da BBC 3. Os seis episódios anteriormente disponibilizados do remake americano têm participações de Annie Murphy (“Schitt’s Creek”), Ken Jeong (“Se Beber Não Case”), Kumail Nanjiani (“Eternos”), Marshawn Lynch (“Westworld”), Sharon Stone (“Instinto Selvagem”) e do apresentador Conan O’Brien. O especial de Natal será lançado no dia 15 de dezembro. TV's deadliest improv comedy is back and this time Maya Rudolph and Jason Bateman are on the case with Senior Detective Terry Seattle (a.k.a. Will Arnett)! Who Killed Santa? A Murderville Murder Mystery premieres December 15 pic.twitter.com/pBF8N90Mda — Netflix (@netflix) November 18, 2022












