10 Filmes: “Velozes e Furiosos 10” e as estreias em streaming
Um dos maiores blockbusters do ano chega nas locadoras digitais, junto com filmes inéditos de terror e uma variedade de títulos em streaming. Confira os 10 principais lançamentos para ver em casa neste fim de semana. VELOZES E FURIOSOS 10 | VOD* Maior, mais cheia de famosos e cada vez mais cara, a franquia de ação festeja o exagero e apresenta seu melhor antagonista no 10º filme. Psicopata divertido, comparado até ao Coringa, o vilão vivido por Jason Momoa (o Aquaman) é filho do chefão do 5º longa e foi um dos criminosos (então anônimos) que enfrentaram o time de Dominic Toretto (Vin Diesel) na ponte Rio-Niterói. Em sua vingança, não faltam as inevitáveis cenas de corrida e destruição de veículos de todos os tipos, com os mais diferentes artefatos e de formas sempre criativas. Mas sua performance é o principal efeito visual do filme, que tem um roteiro fraquinho e chama mais atenção pela quantidade de astros em cena. “Velozes e Furiosos 10” reúne uma constelação. Até John Cena e Jason Statham retomam seus papéis – com direito à parceria entre Statham e seu ex-falecido inimigo Sung Kang, insinuada na cena pós-créditos do filme anterior. O elenco destaca, claro, os protagonistas da trilogia inicial: Vin Diesel, Jordana Brewster, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris e Sung Kang. Além de aquisições mais recentes, como Nathalie Emmanuel, Scott Eastwood, Helen Mirren, a vilã favorita Charlize Theron e os citados Cena e Statham. A estes ainda se somam os “novatos” Momoa, Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alan Ritchson (“Reacher”), Rita Moreno (das duas versões de “Amor, Sublime Amor”) e Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), sem esquecer da participação “secreta” da cena pós-créditos e da figurante de luxo Ludmilla. Quem dirige esses vingadores do cinema de ação é o francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”), que assumiu o comando do longa após o começo da produção – inicialmente prevista para ser dirigida por Justin Lin (“Velozes e Furiosos 9”). Impressionando os executivos da Universal, ele já se garantiu antecipadamente à frente do 11º longa – que pode ou não encerrar a saga da família Toretto em 2025/26. FRIO NOS OSSOS | HBO MAX Thriller intenso de invasão domiciliar, o filme de Matthias Hoene (“Cockneys vs. Zombies”) se passa durante uma tempestade em uma fazenda remota, onde uma mãe (Joely Richardson, de “O Amante de Lady Chatterley”), luta de maneira extremamente intensa para proteger sua família. Junto a ela estão sua filha adolescente (Sadie Soverall, de “Fate: A Saga Winx”) e o marido doente, que celebra seu aniversário quando são interrompidos pela chegada inesperada de dois irmãos, Matty (Harry Cadby, de “Red Rose”) e Jack (Neil Linpow, de “Pesadelos Mortais”, que também é o roteirista do filme). A história é inicialmente simples: Matty e Jack, buscando abrigo após um acidente de carro, encontrando ajuda na fazenda isolada. No entanto, a suposta inocência dos irmãos logo dá lugar à tensão quando fica claro que eles estão fugindo da lei. No entanto, a força de Mama não deve ser subestimada, e é aqui que o filme subverte as expectativas típicas do gênero. Richardson oferece uma performance convincente, equilibrando os momentos de ação com sua maternidade calorosa, enquanto a família lida com os invasores cada vez mais ameaçadores. À medida que a tempestade se intensifica, os segredos de cada personagem se desenrolam, criando uma narrativa carregada de emoções complexas e disputas pela sobrevivência. NOCEBO | VOD* O terror acompanha Christine (Eva Green, de “Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”), uma bem-sucedida designer de moda, que vive uma vida aparentemente perfeita com seu marido (Mark Strong, de “Shazam!”) e sua filha. Após um incidente perturbador durante um de seus desfiles, ela passa a sofrer de uma doença misteriosa, não diagnosticada, que a deixa constantemente esgotada e aflita. Sem conseguir ajuda médica, a situação só muda quando uma jovem filipina (Chai Fonacier, de “Born Beautiful”) bate em sua porta, alegando ser a nova babá. Sem lembrar de tê-la contratado, devido à perda de memória que a acomete, Christine se surpreende quando a jovem lhe introduz remédios caseiros que ajudam em sua recuperação. Por outro lado, seu marido mostra-se cético e preocupado com o controle que a desconhecida passa a exercer sobre a esposa. O filme tem a marca de Lorcan Finnegan, cineasta irlandês que vem se destacando no cinema fantástico, principalmente após o sucesso de crítica de “Viveiro” (Vivarium, 2019). O diretor costuma explorar temas complexos e atuais, como o impacto da urbanização desenfreada, os efeitos psicológicos do isolamento e as questões sociais envolvidas na economia globalizada. Seus filmes geralmente são repletos de suspense e mistério, com narrativas que desafiam o público a questionar a realidade apresentada. Em “Nocivo”, seu olhar particular transforma em terror questões de exploração de mão de obra em países pobres, culpa e injustiças sociais, além de abordar conceitos psicológicos, como o efeito nocebo – o oposto do efeito placebo, onde a crença de que algo irá prejudicar a saúde acaba por manifestar sintomas reais de doenças. | URUBUS | VOD* O drama impactante leva o espectador a conhecer o universo dos pichadores da periferia, suas motivações e desafios, e reencena a célebre pichação das paredes brancas da Bienal de São Paulo em 2008. A trama gira em torno do líder de um grupo de pichadores que escala os edifícios mais altos para deixar sua marca. Quando o protagonista (vivido pelo estreante Gustavo Garcez) conhece uma estudante de arte (Bella Camero, de “Marighella”), seus mundos colidem resultando na invasão da 28ª Bienal. O feito transforma os jovens invisíveis da periferia em protagonistas de um polêmico debate cultural. Com estética semi-documental vibrante, o primeiro longa de Claudio Borrelli (que apareceu como personagem no documentário “Pichadores”) tem produção do cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”) e venceu vários prêmios internacionais, em festivais nos EUA e Europa, além dos troféus da Crítica e do Público como Melhor Filme da 45ª Mostra de São Paulo. MEUS SOGROS TÃO PRO CRIME | NETFLIX A nova comédia traz Adam Devine (“Megarrromântico”) como um gerente de banco que finalmente conhece os pais de sua noiva, mas logo passa a suspeitar que eles são os ladrões que roubaram seu banco durante a semana do casamento. A história mistura humor com ação, remetendo a longas como “Entrando Numa Fria” (2000) e “Vizinhos Espiões” (2016). E conta com uma reviravolta: quando a noiva é raptada por criminosos que exigem o pagamento de US$ 5 milhões para libertá-la, o gerente decide se juntar aos sogros num novo roubo de banco para salvar a amada. O elenco destaca ainda Nina Dobrev (“The Vampire Diaries”) como a noiva, além de Pierce Brosnan (“Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”) e Ellen Barkin (“Animal Kingdom”) como os sogros. A direção é de Tyler Spindel (“A Missy Errada”) e a produção é de ninguém menos que Adam Sandler (“Mistério em Paris”). ALERTA MÁXIMO | AMAZON PRIME VIDEO O thriller de ação traz Gerard Butler (“Invasão ao Serviço Secreto”) como um piloto de voo comercial, que se vê forçado a aterrissar seu avião lotado numa zona de guerra por causa de uma terrível tempestade. Mas escapar do desastre é só o começo da história. Em pouco tempo, ele precisa se juntar a um criminoso algemado (Mike Colter, o “Luke Cage”) para salvar seus passageiros, que são aprisionados por guerrilheiros. De forma curiosa, essa história lembra um pouco a premissa de “Eclipse Mortal” (2000), só que sem os elementos de ficção científica. Mas a crítica americana entrou a bordo, considerando o longa melhor que as produções genéricas de ação estreladas pelo ator escocês nos últimos anos – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os méritos pertencem ao diretor francês Jean-François Richet, que vem causando boas impressões desde seu clássico “Inimigo Público nº 1” (2008). O sucesso de bilheteria garantiu a produção de uma continuação. SEMPRE EM FRENTE | HBO MAX Primeiro filme de Joaquin Phoenix após vencer o Oscar por “Coringa”, o drama em preto e branco traz o ator como um documentarista que pretende entrevistar crianças sobre a situação do mundo. Nesse processo, estabelece um relacionamento tênue, mas transformador, com seu sobrinho sem filtros de 8 anos, que ele leva em suas viagens. “Sempre em Frente” tem roteiro e direção de Mike Mills, que não lançava uma nova obra desde “Mulheres do Século 20” em 2016. E embora tenha passado ao largo do Oscar, o menino Woody Norman (“Troia: A Queda de Uma Cidade”), que vive o sobrinho, foi indicado ao BAFTA (o Oscar britânico) como Melhor Ator Coadjuvante. Elogiadíssimo pela crítica, atingiu uma avaliação até mais positiva que muitos indicados ao prêmios da Academia – 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. SAM & KATE | VOD* A comédia romântica traz os veteranos Dustin Hoffman (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”) e Sissy Spacek (“O Velho e a Arma”) atuando ao lado dos seus respectivos filhos da vida real, Jake Hoffman (“Wu-Tang: An American Saga”) e Schuyler Fisk (“A Babá”). Na trama, Sam (Jake) é um jovem artista que vive com seu pai, Bill (Dustin). A relação dos dois, que já não era das melhores, é abalada quando Sam se apaixona por Kate (Fisk), uma mulher que ele conheceu recentemente, ao mesmo tempo que seu pai se apaixona pela mãe dela, Tina (Spacek). Com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi produzido pela atriz Amy Adams (“A Mulher na Janela”) e dirigido pelo seu marido, o ator Darren Le Gallo (“Then We Got Help!”), em sua estreia na função. UMA FAMÍLIA PERFEITAMENTE NORMAL | FILMICCA A diretora estreante Malou Reymann baseou-se em suas próprias experiências de infância para contar a história desse drama premiado no Festival de Roterdã. Passada nos anos 1990, a narrativa é centrada na perspectiva de Emma, uma garota dinamarquesa de 11 anos, que tem um choque ao ser comunicada do divórcio dos pais, devido à decisão do pai Thomas (Mikkel Boe Følsgaard, de “The Rain”) de mudar de gênero e se assumir como Agnete. O filme atingiu 71% de aprovação no Rotten Tomatoes por sua abordagem direta e honesta, sem sensacionalismos, e é considerado uma contribuição valiosa para a representação da experiência transgênero no cinema. Ao mesmo tempo em que retrata a alegria de Agnete por finalmente poder viver como sua verdadeira identidade, não ignora o sofrimento de sua filha para entender e aceitar a mudança radical no pai, a quem sempre viu como um companheiro de futebol e modelo masculino, que agora acredita ter perdido. WHAM! | NETFLIX O documentário musical lembra a carreira do Wham!, dupla pop formada por George Michael e Andrew Ridgeley, que foi um fenômeno nos anos 1980 com hits como “Wake Me Up Before You Go-Go” e “Last Christmas”. Composto por imagens de arquivo e várias entrevistas, o filme conta a história de amizade da dupla, que se conheceu na infância e se apresentou junta de 1981 até 1986, quando se separaram. Após cinco anos e três álbuns de estúdio, George Michael decidiu seguir carreira solo, tornando-se ainda mais famoso – até morrer aos 53 anos, no Natal de 2016. A direção é de Chris Smith, do documentário “Fyre Festival: Fiasco no Caribe” (2019). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
“Elite” vai acabar na 8ª temporada e terá retorno de Nadia e Omar
A Netflix pode ter cancelado a série teen “Elite”. De acordo com o jornal espanhol El Diário, o streaming planeja que a 8ª temporada – já em produção – encerre a trama. Apesar da Netflix não ter feito nenhum anúncio oficial, o veículo aponta que a notícia deve ser oficializada após o lançamento da 7ª temporada. Contatada pelo jornal, a Netflix se recusou a comentar o assunto. Segundo as informações, as gravações da 8ª temporada devem começar nas próximas semanas. Embora os episódios já tenham sido escritos, algumas pequenas alterações serão feitas para garantir que sirvam como encerramento definitivo para a série. Lançada em 2018, a série conquistou o público com investigações criminais e cenas de sexo entre adolescentes. Recentemente, a 7ª temporada ganhou um teaser com a participação da cantora Anitta, que fará aparições na nova leva de episódios. Nadia e Omar voltam para o final Segundo o El Diário, a possível temporada final ainda terá retornos surpreendentes para a alegria dos fãs. O veículo confirmou que a atriz Mina El Hammani vai voltar como Nadia para o encerramento da série. A personagem integrou o elenco principal até a 3ª temporada. Ao lado dela, o ator Omar Ayuso também retorna como seu irmão. O jornal ainda confirmou a participação de Valentina Zenere e André Lamoglia, que agora viraram dois dos membros mais antigos do elenco. Os atores Ander Puig, Carmen Arrufat, Pepe Ocio, Godeliv Van der Brandt e Luz Cipriota, que entraram na 6ª temporada, também continuarão fazendo parte da produção até seu final. Outras adições recentes no elenco, como Maribel Verdú, Alejandro Albarracín, Mirela Balic e Fernando Lindez, também estão confirmados para a 7ª temporada e continuarão na 8ª. Vale apontar que nenhuma série da Netflix foi tão longe como “Elite”. As mais duradouras, “Orange Is the New Black” e “Grace & Frankie”, foram encerradas após sete anos de produção. A 7ª temporada de “Elite” chega na Netflix no dia 20 de outubro e ainda não há previsão para o lançamento do 8º ano.
Atriz de “Maze Runner” entra na minissérie sobre Ayrton Senna
A atriz londrina Kaya Scodelario (de “Maze Runner” e “Predadores Assassinos”), que tem ascendência brasileira, entrou no elenco de “Senna”, minissérie sobre Ayrton Senna em desenvolvimento na Netflix. Em uma publicação em seu Instagram nesta quinta (6/7), ela se disse honrada de fazer parte da produção, que será rodada no Brasil e na Argentina. “Sendo meio brasileira sempre foi um sonho trabalhar em uma produção brasileira. É uma honra estar envolvida em um projeto que conta a história de Ayrton, um herói nacional que significa tanto para o povo brasileiro e para todo o mundo. É uma enorme responsabilidade e eu estou muito animada e feliz em começar essa jornada”, escreveu – em português e em inglês. Apesar do anúncio oficial, seu papel não foi revelado. O elenco de “Senna” ainda conta com Gabriel Leone (“Eduardo e Mônica”) no papel do protagonista, Alice Wegman (“Rensga Hits!”) como a primeira esposa do piloto, Camila Márdila (“Que Horas Ela Volta?”) no papel de Viviane, irmã de Ayrton Senna, e Pâmela Tomé (“Sol Nascente”) como Xuxa Meneghel. O ator Marco Ricca (“Hebe”) também está confirmado. Segundo a sinopse oficial, a minissérie vai mostrar a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas do tricampeão de Fórmula 1, desbravando sua personalidade e suas relações pessoais. O ponto de partida será o começo da carreira automobilística do Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino. Anunciada em 2020, a minissérie terá seis episódios com direção de Julia Rezende (“A Porta ao Lado”) e Vicente Amorim (“Santo”). “Senna” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kaya Scodelario (@kayascods)
Sex Education: Otis passa vergonha no teaser da 4ª e última temporada
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Sex Education” e confirmou nesta quarta-feira (5/7) que os novos episódios serão os últimos da série. Na prévia, o já não tão tímido Otis (Asa Butterfield) se atrapalha com as palavras ao dar uma palestra sobre sexo para seus respectivos colegas. “Pensar em sexo é algo natural para mim, porque aprendi tudo o que sei sobre sexo com a minha mãe”, diz para uma plateia cheia estudantes e causando espanto em todos. “Pelo amor de deus só diga que você é um terapeuta sexual!”, grita Eric (Ncuti Gatwa). O vídeo ainda oferece um vislumbre dos conflitos emocionais que estão por vir na próxima temporada. Apesar do anúncio do encerramento da série entristecer os fãs, o ponto final já era esperado, considerando que vários membros do elenco já haviam declarado que não retornariam para uma possível 5ª temporada. Baixa no elenco Em fevereiro, a interprete de Maeve, Emma Mackey, disse à RadioTimes que havia “dito adeus a Maeve” após revelar anteriormente que sua personagem não seria tão relevante na 4ª temporada. Vale mencionar que as personagens Ola (Patricia Allison), Olivia (Simone Ashely), Lily (Tanya Reynolds) e a professora Emily Sands (Rakhee Thakkar) não retornam nos novos episódios. O ator Ncuti Gatwa, que interpreta o espontâneo Eric, também declarou que a 4ª temporada seria a última para ele. “Último dia. Última vez. Tchau, meu querido, obrigado por todas as lições e toda a força”, escreveu no Instagram em fevereiro. No ano passado, ele foi anunciado como 15º Doutor da série britânica “Doctor Who”. Em meio às mudanças e clima de despedida, a criadora, roteirista e produtora executiva de “Sex Education”, Laurie Nunn, segue à frente da série no novo ano. Ainda sem uma sinopse oficial, os episódios inéditos prometem encerrar a trajetória dos estudantes da Moordale em uma nova escola. Do elenco original, retornam Asa Butterfield, Gillian Anderson, Ncuti Gatwa, Aimee-Lou Wood, Emma Mackey, Connor Swindells, Kedar Williams-Stirling, Mimi Keene, George Robinson, Chinenye Ezeudu, Dua Saleh, Alistair Petrie, Samantha Spiro, Jim Howick, Rakhee Thakrar e Daniel Ings. A série também recebe novos rostos como o ator Dan Levy (“Schitt’s Creek”). A 4ª e última temporada de “Sex Education” chega na Netflix no dia 21 de setembro.
3ª temporada de “The Witcher” lidera audiência da semana na Netflix
A primeira parte da 3ª temporada de “The Witcher” chegou com força na Netflix e alcançou o 1º lugar no ranking global do streaming. Com a estreia dos novos episódios – que marcam a despedida de Henry Cavill – a nova temporada alcançou 15,2 milhões de visualizações. O lançamento ainda impulsionou a 1ª temporada da série, que apareceu em 10º lugar da lista com mais 2,2 milhões de visualizações. Já o 2º lugar foi marcado pela 6ª temporada de “Black Mirror”, que liderava a audiência desde sua estreia em 15 de junho, após um hiatos de quatro anos. Os novos episódios tiveram 5,4 milhões de visualizações nesta semana. Foram seguidos pela 3ª temporada da série documental “Na Cola dos Assassinos”, com 4,1 milhões de visualizações na 3ª posição. A nova comédia dramática do streaming “Glamorous” apareceu em 4º lugar, com 3,5 milhões de visualizações, enquanto a 2ª temporada de “Nosso Planeta” encerrou o Top 5 com 2,9 milhões de visualizações, número empatado com a 4ª temporada de “Eu Nunca…” e a 1ª temporada de “Suits”, que aparecem em 6º e 7º lugar, respectivamente. Outro título inédito é a série documental “Músculos e Confusão: A História Por Trás de American Gladiators”, que marcou o 8º lugar com 2,8 milhões de visualizações, enquanto a 4ª temporada de “Titans” apareceu em 9º com 2,2 milhões. “Resgate 2” segue líder nos filmes Na sessão dos filmes, o thriller de ação “Resgate 2” continua como favorito do público do streaming. O longa estrelado por Chris Hemsworth conquistou mais 17,5 milhões de visualizações. No total, o filme já acumula 102,5 milhões de views, o que não está muito longe de “A Mãe”, estrelado por Jennifer Lopez – que virou o 10º filme mais visto do streaming com 128,7 milhões. O sucesso estrondoso da sequência também chamou a atenção para o longa original, que se manteve na lista pela terceira semana, desta vez em 4º lugar, com 6 milhões de visualizações. Já o 2º lugar fica com a nova comédia romântica do streaming “A Descoberta Perfeita”, com 11 milhões de visualizações, e o 3º lugar é do terror “Run Rabbit Run”, com 8,4 milhões. Em seguida, aparece o documentário “O Mistério de Maya”, com 4,6 milhões, que fica acima da animação “Patrulha Canina: O Filme”, com 4,5 milhões. O thriller “O Atirador – O Fim de um Assassino” aparece em 7º lugar com 3,4 milhões de visualizações e logo abaixo está o documentário de James Cameron “Fantasmas do Abismo”. A produção que investiga os escombros do Titanic marcou 3,3 milhões de visualizações, voltando a chamar atenção após o acidente fatal do submersível Titan. Por fim, o ranking de filmes globais se encerra com a animação inédita “Nimona”, com 3,2 milhões de visualizações e com a volta de “Matilda: O Musical” na lista, marcando 2,4 milhões de visualizações. Confira abaixo os trailers das séries em inglês mais vistas da semana na Netflix. 1 | THE WITCHER 3 | NETFLIX 2 | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX 3 | NA COLA DOS ASSASSINOS | NETFLIX 4 | GLAMOROUS | NETFLIX 5 | NOSSO PLANETA 2 | NETFLIX
Rebel Moon: Novo filme de Zack Snyder seria parte da franquia “Star Wars”
O novo longa de ficção científica dirigido por Zack Snyder, “Rebel Moon”, teria um destino diferente da Netflix. Durante uma entrevista a revista americana Empire, o cineasta revelou que originalmente a ideia era que o filme fizesse parte do universo da franquia “Star Wars”. Embora as negociações não tenham ido para frente, ele queria que a história fizesse parte da série. “Era ‘Os Sete Samurais’ no espaço”, revelou a ideia original. “E um filme de ‘Star Wars’ foi meu conceito original para isso”. Com as imagens de “Rebel Moon” divulgadas, é possível identificar a inspiração de Snyder no universo criado por George Lucas. Em uma das prévias, uma das personagens segura espadas brilhantes que lembram os sabres de luz. O diretor explica que o filme também contém referências as obras do cineasta japonês Akira Kurosawa, famoso pelos seus filmes de samurais. “Eu sabia que as origens de George estavam em muitos desses filmes de Kurosawa”, pontuou. Compra da Disney afetou a ideia inicial Embora tenha tido conversas iniciais com a Lucasfilm há mais de dez anos, as negociações nunca passaram disso. Snyder explicou que o estúdio também passava por um momento de mudança com sua compra pela Disney. Por isso, ele acredita que o filme não teria funcionado como uma trama de “Star Wars”. “A venda [da Lucasfilm para a Disney] acabara de acontecer. Havia essa janela onde, sabe, quem sabe o que é possível?”, disse. “Eu disse: ‘Não quero nenhum dos seus personagens. Não quero fazer nada com personagens conhecidos, só quero fazer minha própria coisa à parte.’ E originalmente eu disse: ‘Deveria ter classificação para maiores.’ Isso quase foi um impeditivo”, acrescentou, pontuando que a produção tem um tom mais maduro. Diante da situação, o cineasta revelou que se conformou com a ideia não realizada com George Lucas. “Eu sabia que era um pedido muito grande, para ser honesto”, “Quanto mais eu me aprofundava nisso, percebia que provavelmente nunca seria o que eu queria”. Estreia na Netflix Produzido pela Netflix, a sci-fi espacial vai contar a história de uma colônia intergaláctica ameaçada pelas forças de um governante tirano. Desesperados, os moradores da colônia despacham uma jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a formar uma frente ampla contra o déspota. A premissa é conhecida, pois já teve versões contadas com samurais e cowboys em clássicos do cinema – “Os Sete Samurais” (1954), de Kurosawa, e “Sete Homens e um Destino” (1960), de John Sturges. O roteiro é do próprio Snyder em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que trabalharam com o diretor respectivamente em “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” (2021) e “300” (2006). Com grande elenco, a produção vai reunir Sofia Boutella (“A Múmia”), Charlie Hunnam (“Magnatas do Crime”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Doona Bae (“Mar da Tranquilidade”), Ray Fisher (“Liga da Justiça”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Michiel Huisman (“A Maldição da Residência Hill”), Alfonso Herrera (“Ozark”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Staz Nair (“Supergirl”), Charlotte Maggi (“MaveriX”), Sky Yang (“Tomb Raider: A Origem”) e a estreante E. Duffy. A ambição em torno de “Rebel Moon” é tão grande que o filme será lançado em duas partes – e cada parte terá duas versões (uma deles mais explícita). O primeiro filme vai estrear em 22 de dezembro na Netflix.
Diretora de “Barbie” vai filmar as Crônicas de Nárnia para a Netflix
Greta Gerwig (“Barbie” e “Adoráveis Mulheres”), vai dirigir as próximas adaptações dos livros de “As Crônicas de Nárnia” pela Netflix. De acordo com a revista The New Yorker, a diretora revelou que será responsável pela direção e roteiro de pelo menos dois longas da nova versão da franquia clássica, baseada na obra de CS Lewis. Embora a Netflix ainda não tenha feito um anúncio oficial, as especulações sobre a participação da diretora de “Barbie” (2023) já circulavam na mídia. Ainda não ficou claro quantos filmes a Netflix planeja para a adaptação, que trará um retrato inédito dos sete livros da saga que já vendeu 100 milhões de cópias ao redor do mundo. O streaming anunciou a aquisição dos direitos da história em 2018. No ano seguinte, divulgou que o roteirista Matthew Aldrich (“Viva – A Vida É uma Festa”) seria responsável por desenvolver a nova versão de “As Crônicas de Nárnia”. Os livros acompanham os irmãos Lúcia, Susana, Edmundo e Pedro, crianças inglesas que vão parar num reino encantado e se provam guerreiros capazes, ao impedirem as tentativas da Feiticeira Branca de tomar o controle de Nárnia. Diante da longa batalha, o maior aliado dos irmãos Pevensie é Aslam, o grande leão que representa a forma mais pura de bondade, coragem e altruísmo. Os temas da fábula fazem alusão ao cristianismo. Adaptações anteriores pela Disney e Fox As histórias criadas por C.S. Lewis na década de 1950 já foram transportadas para o cinema e para a TV diversas vezes, mais recentemente em três filmes: “As Crônica de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (2005), “As Crônica de Nárnia: Príncipe Caspian” (2008) e “As Crônica de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010). Os três longas arrecadaram quase US$ 1,6 bilhão de bilheteria mundial. A Disney distribuiu os dois primeiros e a Fox lançou o terceiro, que teve a menor arrecadação. A franquia ainda foi responsável por dar notoriedade aos atores William Moseley (“Até o Limite”), Skandar Keynes (“Ferrari”), Georgie Henley (“A Diplomata”), Anna Popplewell (“A Freira 2”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”) e Will Poulter (“Guardiões da Galáxia Vol. 3”). Nos filmes, a Feiticeira Branca era interpretada por Tilda Swinton (“Era Uma Vez Um Gênio”), enquanto a voz de Aslam era dublada pelo ator Liam Neeson (“Assassino Sem Rastro”). Quarto filme foi cancelado pela Sony Anteriormente, um quarto filme estava em desenvolvimento pelo estúdio Tri-Star, do conglomerado Sony, mas não saiu do papel. A Mark Gordon Company, empresa do produtor Mark Gordon, aproveitou que sua companhia foi comprada pela produtora canadense eOne para suspender a produção. A ação tomada pela empresa foi de colocar o projeto no mercado visando uma nova franquia de filmes e séries em streaming. Com isso, a Netflix comprou os direitos. O longa que estava sendo desenvolvido foi escrito pelo roteirista David Magee (“As Aventuras de Pi”). Ele anunciou que tinha concluído o roteiro da adaptação de “As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata” em 2016. No ano seguinte, o cineasta Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) chegou a ser definido como diretor. Ainda não há previsão de estreia ou detalhes sobre a nova adaptação do universo de Nárnia pela Netflix.
As 10 melhores séries lançadas em junho
Com tantos lançamentos de séries em streaming, é muito fácil deixar passar títulos que não ganham tanta promoção. Por isso, toda virada de mês a gente faz um Top 10 para destacar os sucessos e as descobertas do período. Confira abaixo para ver se está em dia com as melhores séries lançadas em junho. | OS OUTROS | GLOBOPLAY O novo drama brasileiro aborda de forma contundente a escalada do ódio e intolerância entre vizinhos de um condomínio. Protagonizada por Adriana Esteves (“Medida Provisória”), Thomás Aquino (“Bacurau”), Maeve Jinkings (“Aquarius”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Eduardo Sterblitch (“Os Parças”) e Drica Moraes (“Sob Pressão”), a série apresenta a história de duas famílias que entram em conflito após uma briga entre seus filhos adolescentes. A história escrita por Lucas Paraizo, responsável também pelos roteiros de “Sob Pressão”, gira em torno de Cibele (Adriana Esteves), uma mãe superprotetora, e Amâncio (Thomas Aquino), um pai zeloso, cujo filho Marcinho (Antonio Haddad) é espancado por Rogério (Paulo Mendes), o filho de outro morador do condomínio, Wando (Milhem Cortaz). O enredo evolui de maneira surpreendentemente realista, transformando o espectador em um morador do condomínio Barra Diamond, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enquanto as tensões se intensificam entre as duas famílias. A construção dessas tensões é tão crua e imersiva que a série se torna um espelho da sociedade, obrigando o espectador a se questionar: “Como eu agiria nessa situação?” Por trás das portas do condomínio, há ainda vários outros dramas se desenrolando, incluindo situações com a síndica Dona Lúcia (Drica Moraes), o porteiro Elvis (Rodrigo Garcia) e o vizinho Sérgio (Eduardo Sterblitch), um ex-policial. Essas histórias se cruzam a medida que o conflito central se desenrola e toma proporções absurdas, alimentando uma crescente sensação de tragédia iminente. Além de superenvolvente, a série também é um convite à reflexão. | JACK RYAN 4 | AMAZON PRIME VIDEO A série de ação estrelada por John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) chega ao fim com uma última aventura do personagem criado pelo escritor Tom Clancy. Na história, Jack Ryan é encarregado de desenterrar a corrupção da CIA como novo vice-diretor interino da agência. E ao fazê-lo, descobre uma série de operações suspeitas que expõem a convergência de um cartel de drogas com uma organização terrorista. A temporada volta a contar com o elenco de apoio tradicional, que inclui Wendell Pierce (“The Wire”), Michael Kelly (“House of Cards”), Betty Gabriel (“Corra!”) e Abbie Cornish (“Segredo Entre Amigas”), mas também traz novos rostos, principalmente Michael Peña (“Homem-Formiga”) como um aliado pouco usual de Ryan no submundo sul-americano das drogas. O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e a realização dos seis episódios finais é comandada por Vaun Wilmott (criador de “Dominion”). | JOE PICKETT | PARAMOUNT+ O neo-western contemporâneo é baseado na obra literária de C.J. Box, que também inspirou a série “Big Sky”. A trama policial rural se passa em Wyoming, nos EUA, e acompanha um guarda florestal – vivido de forma convincente por Michael Dorman (“Patriota”) – que se encontra no meio de uma série de homicídios. Na trama, Joe Pickett, um homem modesto e de princípios inabaláveis, se muda com sua esposa Marybeth (Julianna Guill, de “The Resident”) e suas duas filhas para a pequena cidade de Saddlestring. Ao começar seu novo trabalho como guarda florestal, ele imediatamente enfrenta a resistência da comunidade quando multa o governador por pescar sem licença. O clima piora quando um caçador local aparece morto em sua propriedade, levando Joe e Marybeth a um emaranhado de mistérios e perigos. | SWIMMING WITH SHARKS | AMAZON PRIME VIDEO Kiernan Shipka, que protagonizou “O Mundo Sombrio de Sabrina”, volta às séries nessa atração baseada no filme “O Preço da Ambição” (Swimming with Sharks). Com seis episódios, a minissérie é uma versão feminina do longa de 1995, em que Frank Whaley vivia um jovem e ingênuo assistente de estúdio de Hollywood, que virava o jogo contra seu chefe produtor incrivelmente abusivo, interpretado por Kevin Spacey. Na nova versão, Shipka interpreta uma estagiária da Fountain Pictures, que parece uma ingênua recém-chegada a Hollywood, impressionada com a notória CEO do estúdio. Mas, na verdade, ela fez uma extensa pesquisa sobre sua chefe e não foi por acidente que conseguiu o estágio. À medida que sua obsessão cresce, ela demonstra ser capaz de tudo para se aproximar da produtora poderosa. O papel da chefe do estúdio é vivido pela alemã Diane Kruger (“As Agentes 355”) e o bom elenco também inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Thomas Dekker (“O Círculo Secreto”), Finn Jones (“Punho de Ferro”), Erica Alexander (“Raio Negro/Black Lightning”), Ross Butler (“Shazam!”) e Gerardo Celasco (“Next”). | SOU DE VIRGEM | AMAZON PRIME VIDEO A comédia surreal traz Jharrel Jerome (premiado com o Emmy por “Olhos que Condenam”) como Cootie, um adolescente negro gigante de 4 metros. A série acompanha suas experiências enquanto ele lida com restrições físicas, busca amizade e amor, e enfrenta os desafios de crescer em uma sociedade marcada pelo preconceito e pelo impacto da cultura comercial. Embora seja uma comédia, a atração criada pelo cineasta Boots Riley (“Desculpe te Incomodar”) é apresentada como parábola com questões profundas sobre identidade, justiça e sobrevivência em um mundo que nem sempre é acolhedor para pessoas negras que queiram fazer coisas grandes na vida. Aplaudida pela crítica dos EUA, tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. | EU NUNCA… 4 | NETFLIX Criada por Mindy Kaling e Lang Fisher (ambos de “Projeto Mindy”), a série é uma comédia de amadurecimento que acompanha a adolescente indiana-americana Devi (Maitreyi Ramakrishnan). A jovem é uma estudante superdotada do Ensino Médio que frequentemente encara algumas situações complicadas, muitas delas envolvendo suas paixões, como Paxton Hall-Yoshida (Darren Barnet) e Ben Gross (Jaren Lewison), e conflitos com sua família imigrante. Na 4ª e última temporada, Devi vai se formar, perder a virgindade e desenvolver uma nova paixão: Ethan, personagem de Michael Cimino (“Love, Victor”), que chega logo após a saída de Paxton para a faculdade. A expectativa para o final é descobrir com quem ela decide ficar. Além disso, a derradeira leva de episódios traz um casamento surpresa. | STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS 2 | PARAMOUNT+ A série que serve de prólogo para a franquia “Star Trek” retorna com novas aventuras espaciais e muitas curiosidades, como o primeiro encontro entre as versões jovens do Capitão Kirk e Uhura, o relacionamento romântico entre Spock e a enfermeira Chapel, e o crossover mais inusitado da franquia, com a série animada “Star Trek: Lower Decks” – via versões live-action dos personagens da animação, interpretados por seus dubladores originais. A atração acompanha as viagens especais do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn) a bordo da nave Enterprise. E se originou como um spin-off, após o trio ter grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Só que os personagens são muito mais antigos que qualquer série da franquia. Eles protagonizavam o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Até que, em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também introduz versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966), da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966) e do próprio Capitão Kirk (eternizado por William Shatner nos anos 1960), interpretados respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps”) e Paul Wesley (“The Vampire Diaries”). Ainda há Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) no papel do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”) como uma descendente do famoso vilão Khan entre as personagens inéditas da produção. A série foi desenvolvida por Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). | INVASÃO SECRETA | DISNEY+ Mais lenta que os fanboys podiam esperar, e sem os famosos super-heróis do estúdio, a nova série da Marvel chega em clima de thriller de espionagem ao streaming. A trama dá continuidade ao gancho de “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante da ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jakcson) retorna do exílio para impedir que isso aconteça. O personagem conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn) e Maria Hill (Cobie Smulders), e logo no primeiro episódio vê um importante aliado morrer em seus braços. Essa surpresa dá um tom mais sério à produção, que ainda inclui entre seus personagens o agente Everett Ross (Martin Freeman) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, além de marcar a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, a filha rebelde de Talos. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner). | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX Após um hiato de quatro anos, a série antológica de sci-fi está de volta. E desta vez nem a Netflix escapa de sua abordagem ácida – no melhor episódio, uma mulher comum descobre que uma plataforma de streaming lançou um drama baseado em sua vida, estrelado pela famosa atriz Salma Hayek Pinault (“Casa Gucci”). Criada e co-dirigida por Charlie Brooker, “Black Mirror” estreou em dezembro de 2011 no Channel 4 do Reino Unido e foi adquirida pela Netflix a partir da 3ª temporada em 2016. Ao virar exclusiva do streaming, a série venceu oito Emmys, incluindo o prêmio de Melhor Filme para TV pelos episódios “San Junipero” (2017), “USS Callister” (2018) e “Bandersnatch” (2019). Em seu sexto ano, a série se reinventa ao trocar o futuro pelo passado. Três dos cinco episódios são ambientados em décadas anteriores, enquanto um quarto se desenrola no presente, mas se concentra principalmente em eventos antigos. Tem ansiedade diante da ascensão da IA (inteligência artificial), mas também personagens obcecados por fitas VHS. E, para completar, o último capítulo nem é sci-fi, mas um terror sobrenatural com direito até à aparição de um demônio. Repleto de famosos, o elenco da 6ª temporada conta com Annie Murphy (“Schitt’s Creek”),...
Live-action de “One Piece” terá opção de dublagem com vozes do anime original japonês
A aguardada adaptação em live-action de “One Piece” para a Netflix trará um toque nostálgico e familiar para os fãs do anime: as vozes originais do desenho poderão ser ouvidas, reprisando seus papéis, na opção de dublagem em japonês. A novidade foi anunciada durante o Anime Expo 2023 em Los Angeles, onde os fãs assistiram a um vídeo de Mayumi Tanaka, a voz original de Monkey D. Luffy, dando as boas-vindas a Iñaki Godoy no papel do líder dos Chapéus de Palha. Tanaka expressou seu entusiasmo em retomar seu papel, dizendo: “Estou dublando Luffy há mais de 23 anos e acredito que todos tenham um pouquinho de Luffy em seus corações. Iñaki, que interpreta Luffy nesta série live-action, é tão divertido e alegre que realmente faz um Luffy perfeito! Estou muito feliz em poder dublar Luffy nesta adaptação também”. Além de Tanaka, o elenco completo de dubladores originais japoneses inclui Kazuya Nakai como Roronoa Zoro, Akemi Okamura como Nami, Kappei Yamaguchi como Usopp e Hiroaki Hirata como Sanji. Baseada no mangá de Eiichiro Oda, “One Piece” segue a história de Monkey D. Luffy, um jovem aventureiro que sempre sonhou com uma vida de liberdade e se envolve na caça de um tesouro lendário de piratas. Quando estava para ser executado, o Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo a existência da fortuna que mantinha em segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançam a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Luffy parte de sua pequena vila em uma jornada perigosa para encontrar o tesouro One Piece e se tornar o novo Rei dos Piratas. Mas, para encontrar o prêmio supremo, precisa reunir a tripulação que sempre desejou (os Chapéus de Palha) antes de encontrar um navio para navegar, vasculhando cada canto dos vastos mares, superar outros Marinheiros e enganar rivais perigosos a cada milha navegada. O sucesso dos quadrinhos, publicados desde 1997 no Japão, só não é maior que seu desenho animado, produzido até hoje, com mais de 900 episódios. O ator mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”) interpreta Luffy e o elenco da adaptação também destaca Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”), Taz Skylar (“Villain”), Peter Gadiot (“Yellowjackets”), Stevel Marc (“O Mauritano”), Jacob Gibson (“Greenleaf”), McKinley Belcher III (“Ozark”) e Jeff Ward (“Agents of Shield”). Desenvolvida pelos showrunners Matt Owens (“Luke Cage”) e Steven Maeda (que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”), a série estreia em 31 de agosto. TAGS:
Heartstopper: Teaser mostra Charlie e Nick apaixonados na 2ª temporada
A Netflix revelou um pôster e um teaser inédito da 2ª temporada de “Heartstopper”. A prévia mostra Charlie (Joe Locke) e Nick (Kit Connor) apaixonados e arrancando faíscas só de se tocarem. Para aumentar o clima romântico, os dois ainda vão viajar à Paris com os colegas de aula. O novo pôster traz o casal de mãos dadas, com a Torre Eifel ao fundo. “Heartstopper” conta a história do doce e inseguro Charlie (Joe Locke) e do popular jogador de rugby Nick (Kit Connor). Ambos são estudantes que se conhecem no colégio, em uma dinâmica comum a muitos adolescentes. O que inicialmente parece uma improvável amizade entre duas pessoas muito diferentes, rapidamente evolui para algo mais profundo e intenso: um romance. A série ainda é abrilhantada pela participação da ganhadora do Oscar Olivia Colman (“A Favorita”), além dos novatos Yasmin Finney, William Gao, Sebastian Croft, Corinna Brown e Kizzy Edgell, que somam talento à trama. Origem da série Diferente das muitas histórias trágicas de amor gay, a produção é uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas, transmitindo conforto, ternura e reforço de positividade para a tão atacada comunidade LGBTQIAPN+. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A adaptação é escrita pela própria Oseman e já foi renovada para uma 3ª temporada mesmo antes da estreia do segundo ano – que está marcada para 2 de agosto.
Jornal britânico publica pedido de desculpas à Meghan Markle após ataque sexista
O jornal britânico The Sun publicou um pedido de desculpas a Meghan Markle na primeira página da nova edição. No final do ano passado, a coluna assinada pelo apresentador de televisão britânico Jeremy Clarkson atacou a duquesa de Sussex e teve uma repercussão massiva no Reino Unido. Desde então, o veículo enfrentou um processo pelo IPSO, o órgão regulador da imprensa do Reino Unido, que avaliou a publicação como sexista. Na nova edição, o jornal se desculpou com a ex-atriz e reconheceu que “com a liberdade de expressão vem a responsabilidade”. A declaração ocorreu após uma decisão tomada pelo IPSO nesta sexta-feira (30/6), que considerou o artigo de opinião escrito por Clarkson “humilhante e degradante em relação à duquesa”, como pontuou Lord Faulks, presidente da organização. Apesar disso, o órgão não reconheceu a publicação como racista, apenas como um assédio a duquesa. Desde a publicação do artigo, em dezembro de 2022, mais de 25 mil pessoas reclamaram para o órgão regulamentador. A presidente do Comitê de Mulheres e Igualdades do Parlamento, Caroline Nokes, também elaborou uma carta ao The Sun com a assinatura de 60 parlamentares. Após o ocorrido, Meghan e o príncipe Harry acusaram Clarkson de “espalhar retórica de ódio, teorias de conspiração perigosas e misoginia”. Em entrevista ao canal britânico ITV, o duque de Sussex disse que o artigo era “horrível, doloroso e cruel com minha esposa”. O ataque sexista de Clarkson O artigo escrito por Clarkson seria uma reação a série “Harry & Meghan”, lançada pela Netflix. Mas o texto foi majoritariamente considerado uma declaração de ódio a duquesa. “Eu a odeio. Não como eu odeio (a primeira-ministra escocesa) Nicola Sturgeon, ou (a serial killer) Rose West. Eu a odeio a um nível celular”, ele escreveu no texto. “À noite, não consigo dormir deitado ali, rangendo os dentes e sonhando com o dia em que ela será obrigada a desfilar nua pelas ruas de todas as cidades do Reino Unido enquanto a multidão grita: ‘Vergonha!’ enquanto joga pedaços de excremento nela”, continuou, fazendo referência a uma cena da série “Game of Thrones”. Com a rápida repercussão do caso, o jornal removeu o artigo de seu site oficial e o autor se desculpou. De acordo com o jornal CBS News, em uma publicação já deletada no Instagram, Clarkson disse que normalmente lê seu trabalho para alguém antes de enviá-lo, mas estava com pressa quando escreveu o artigo sobre o casal e “apenas pressionou enviar”. “Eu realmente sinto muito”, ele escreveu. “Desde a planta dos meus pés até os folículos na minha cabeça.” Ele disse que percebeu as críticas como um “estrondo lento” no início, “mas depois o estrondo ficou mais alto”. O autor publicou mais uma declaração no Twitter logo em seguida. “Oh, querido. Prefiro colocar o pé [do freio] nisso. Em uma coluna que escrevi sobre Meghan, fiz uma referência desajeitada a uma cena em ‘Game of Thrones’ e isso caiu mal com muitas pessoas. Estou horrorizado por ter causado tanto dano e serei mais cuidadoso no futuro”, escreveu.
Netflix fará documentário sobre Sylvester Stallone. Veja o teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de um documentário sobre Sylvester Stallone, ícone dos filmes ação e estrela de “Rambo – Programa para Matar” (1982) e “Rocky, Um Lutador” (1976). Intitulada “Sly”, a produção vai explorar a extensa carreira de Stallone no cinema, ao mesmo tempo em que oferece uma visão da intimidade do ator. A direção é de Thom Zimny, responsável pelo documentário “Elvis Presley: The Searcher” (2018). Na prévia, Stallone confessa arrependimentos e traz reflexões sobre seu sucesso. “O que é mais saudável – viver sob a ilusão de que você poderia ter sido ótimo? Ou realmente teve uma oportunidade de ser ótimo, e então você estragou tudo e percebeu que é um fracasso?”, reflete, enquanto se recorda da vitória do primeiro “Rocky” (1976) como Melhor Filme no Oscar. Com quase 50 anos de carreira, Stallone conquistou o público com seus personagens icônicos e franquias de sucesso, como “Os Mercenários” – que ganhará mais uma sequência em setembro. O documentário promete destacar sua jornada inspiradora ao longo dos anos, mostrando o começo da trajetória como um ator azarado até alcançar o estrelato. Vale mencionar que a chegada da produção acontece pouco tempo após a estreia da série documental “Arnold”, sobre o ator Arnold Schwarzenegger, na Netflix. Os dois atores foram rivais nas bilheterias dos anos 1980 e se tornaram amigos de longa data, conhecidos por filmes repletos de cenas de ação. “Sly” chega ao catálogo da Netflix em novembro, ainda sem data definida.
2ª temporada de “Round 6” terá ator acusado de agressão sexual
A Netflix divulgou nesta semana a lista dos atores da 2ª temporada de “Round 6”. No entanto, a lista trouxe novamente à tona a polêmica que quase acabou com a carreira de Lee Jin-wook, ator conhecido pelas séries “Sweet Home” e “Voice”, também da Netflix, que foi acusado de agressão sexual em julho de 2016. Jin-wook foi denunciado por uma mulher de cerca de 30 anos, que deu entrada no hospital para vítimas de agressão sexual e violência doméstica, entre outros crimes. “Nos encontramos pela primeira vez naquele dia, não estamos namorando. O crime foi cometido no dia em que nos conhecemos, pode ser comprovado por registros telefônicos”, garantiu a mulher, que nunca teve sua identidade revelada. Ao ser interrogado, o ator se defendeu dizendo que as relações foram consensuais. Contudo, a vítima apresentou evidências do crime, como fotos de hematomas, roupas danificadas e fotos das cenas. Acusadora foi condenada por mentir O artista contra-atacou com um processo por difamação contra a suposta vítima, alegando falsas acusações. Investigada pelas autoridades, ela mudou sua alegação e negou ter sido vítima de agressão sexual. Por isso, em agosto de 2016, Lee Jin-wook se livrou das acusações, mas a mulher retomou o caso em seguida. A suposta vítima justificou a reabertura do processo dizendo ter sido coagida pela polícia. Como Lee Jin-wook manteve seu processo por difamação, a suposta vítima foi condenada em fevereiro de 2018 a oito meses de prisão. Contudo, o juiz do caso decidiu suspender a sentença por não ter havido tentativa de extorsão. “Para determinar se ela pode ser processada por falsa acusação, devemos primeiro verificar se ela foi compelida ou intimidada a ter relações sexuais. É difícil eliminar completamente a possibilidade de que as relações sexuais tenham ocorrido contra os desejos íntimos dela, mas também não é possível dizer que táticas opressivas foram usadas”, pontuou o tribunal. “Como a mulher tem bom senso, ela provavelmente sabia a diferença entre relações sexuais nas quais não desejaria se envolver e estupro que ocorre com táticas opressivas. Portanto, a acusação dela contra Lee é uma acusação falsa que vai contra a verdade objetiva. Como este caso não ocorreu com a intenção de extorquir dinheiro, recomendamos a suspensão da execução da sentença”, completou.












