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  • Etc,  TV

    Público americano já assiste mais Netflix que TV convencional

    3 de julho de 2018 /

    Pesquisa da empresa de consultoria Cowen & Co., publicada pela revista Variety nesta terça (3/7), revelou que o público americano já vê mais Netflix do que TV. A pesquisa perguntou a 2,5 mil pessoas “qual plataforma você usa mais frequentemente para ver conteúdo de vídeo na TV”. E 27% do público respondeu que usa a Netflix. Na segunda posição, a TV a cabo teve preferência de 20% do público, enquanto apenas 18% disseram preferir a TV aberta. Para completar, a pesquisa ainda assinalou que 11% assistem à maioria do seu conteúdo original no Youtube. A prevalência da Netflix é ainda maior quando a pesquisa considera apenas os entrevistados entre 18 e 34 anos, considerados o público alvo dos anunciantes da TV americana. Entre os jovens adultos, 40% preferem a Netflix, 17% usam mais o Youtube, 12,6% assistem à TV paga básica, 7,6% assinam o serviço Hulu e apenas 7,5% ainda assistem à TV aberta. Por fim, o levantamento também aponta que a Amazon tem um problema sério de conteúdo, já que apenas 3,4% dizem preferir o serviço, quase o mesmo número de pessoas que assinam pacotes premium da TV paga (tipo HBO). A empresa Cowen & Co. conclui que a dominação da Netflix só tende a crescer nos próximos anos, com o investimento cada vez maior do serviço de streaming. Mas a chegada de novos concorrentes de peso, como os serviços da Disney e da Apple, apontam ainda outra tendência: a irreversível obsolescência da TV convencional. Vale observar também que a pesquisa só levou em conta vídeos exibidos no aparelho televisor. Mas a maioria do público da Netflix, segundo estudos da própria plataforma, prefere assistir ao conteúdo da plataforma em aparelhos móveis. Ou seja, a percentagem do domínio da Netflix é muito maior, quando consideradas todas as formas de consumo de conteúdo de vídeo.

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  • Etc

    Departamento de Justiça dos EUA aprova a compra da Fox pela Disney

    27 de junho de 2018 /

    A compra da Fox pela Disney avançou nesta quarta-feira (27/6), com o aval positivo do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A única ressalva do Departamento foi a determinação para a Disney vender as emissoras esportivas regionais da Fox, por entender que elas, em conjunto com a ESPN (que já é da Disney), poderiam constituir um monopólio no segmento. A compra estava sob análise da Justiça americana desde dezembro, quando a Disney anunciou a aquisição dos ativos da Fox pelo valor de US$ 52,4 bilhões. Enquanto a aprovação não saía, a Comcast, dona dos estúdios Universal, fez uma oferta maior, de US$ 65 bilhões, para ficar com a Fox. Mas diante da corrência a Disney subiu sua proposta na semana passada, levando-a ao valor de US$ 71,3 bilhões. O novo acordo foi aceito no mesmo dia pela Fox, segundo o jornal Wall Street Journal. Com a efetivação da compra, o império do Mickey crescerá ainda mais, com a incorporação do estúdio de cinema 20th Century Fox, as produtoras indies Fox Searchlight Pictures e Fox 2000, a produtora de TV da Fox e os canais pagos do grupo FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu, a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar reality shows como “Big Brother” e “MasterChef”) e a participação na rede de TV paga europeia Sky. Com o negócio, a Disney passar a reunir a maioria dos heróis da Marvel, juntando os X-Men, Deadpool e Quarteto Fantástico com os Vingadores. A Fox também detinha os direitos de um único filme da saga “Star Wars”: o “Guerra nas Estrelas” original, que agora passa a ser integrado com os demais na LucasFilm (comprada pela Disney em 2012). A empresa também se torna proprietária de outras grandes franquias do cinema, como “Avatar” e “Planeta dos Macacos”, e de produções menores, mas prestigiadas, como “Estrelas da Além do Tempo”, “Garota Exemplar” e “A Forma da Água”, vencedor do Oscar 2018. Já na TV, a Disney adquire séries de sucesso como “This Is Us”, “Modern Family” e “The Simpsons”, além de atrações de super-heróis como “Legion” e “Gifted”, sem esquecer a possibilidade de explorar o catálogo da Fox em novas séries. O objetivo da Disney é se reforçar para lançar seu serviço de streaming próprio e rivalizar com a Netflix e a Amazon a partir de 2019.

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  • Filme

    Disney aumenta oferta e retoma compra da Fox

    21 de junho de 2018 /

    A Disney está disposta a pagar para ver até onde a Comcast está disposta a chegar na disputa pelo controle da Fox. A empresa do CEO Bob Iger fez uma nova oferta bilionário pelos ativos da 21st Century Fox, de cerca de US$ 71,3 bilhões, entre dinheiro vivo e ações. O montante é US$ 6 bilhões maior que a quantia oferecida pela Comcast para superar a primeira oferta da Disney – uma transação que seria originalmente fechada por US$ 52,4 bilhões. Mas não é só. A Disney também assumirá a dívida líquida da 21st Century Fox, de cerca de US$ 13,7 bilhões, o que eleva o negócio ao valor de US$ 85 bilhões. Por conta disso, os acionistas da Fox deram sinal verde para prosseguir com os planos originais de fusão com a Disney, que devem ser aprovados internamente nos próximos dias, caso a Comcast não apresente uma contraproposta. Em dezembro do ano passado, a Disney ofereceu um prêmio de US$ 28 por ação da Fox, o que resultava A nova proposta aumenta a oferta para US$ 38. A transação inclui os estúdios de cinema e TV, canais pagos, participação no serviço Hulu e empresas internacionais de TV do conglomerado do magnata Rupert Murdoch. “Nós estamos extremamente orgulhosos do negócios que construímos na 21st Century Fox, e acreditamos firmemente que essa combinação com a Disney irá liberar ainda mais valor aos acionistas à medida que a Disney mantenha o ritmo nesse tempo dinâmico para nossa indústria”, afirmou Murdoch, em comunicado, diante da nova oferta. O negócio leva para o portfólio da Disney franquias como X-Men, Avatar, Simpsons, além de canais como FX Networks e National Geographic. A compra também inclui a Endemol, que é dona dos formatos de populares reality shows, como “Big Brother”, “Masterchef”, além da série “Black Mirror”, atualmente exibida na Netflix. Ao assumir os 30% da participação da Fox no serviço de streaming Hulu, a Disney também obterá o controle majoritário de um dos principais concorrentes da Netflix. Além disso, a Fox também é a principal acionista da rede europeia de TV paga Sky, além da indiana Star India.

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  • Etc,  Série

    Oprah Winfrey fecha acordo para desenvolver programas para a Apple

    15 de junho de 2018 /

    A famosa apresentadora e empresária americana Oprah Winfrey fechou contrato com a Apple para produzir programas exclusivos para o vindouro serviço de streaming da empresa de tecnologia. A Apple não especificou os tipos de atrações que serão desenvolvidos pela ex-apresentadora do programa de variedades “Oprah” e dona do canal pago OWN (Oprah Winfrey Network), nem divulgou previsão de lançamento – como tem sido praxe com as diversas séries encomendadas pela empresa. Mas, segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o acordo inclui programas de televisão, filmes, aplicativos e até livros. Desde o ano passado, a Apple vem investindo na encomenda de produções para um novo serviço de streaming, que a empresa pretende lançar, mas ainda não detalhou oficialmente. A associação com Oprah Winfrey é uma resposta às negociações feitas pela Netflix, que nos últimos meses fechou até com os antigos moradores da Casa Branca, Barack e Michelle Obama, além dos produtores Shonda Rhimes (“Grey’s Anatomy”, “Scandal”, “How to Get Away with Murder”) e Ryan Murphy (“Glee”, “American Horror Story”, “9-1-1”) para desenvolverem programas exclusivos.

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  • Filme

    AT&T muda o nome da Time Warner para WarnerMedia

    15 de junho de 2018 /

    A Time Warner já mudou de nome e de direção sob o comando da AT&T. A empresa, que inclui a HBO, Turner, a editora DC e o estúdio Warner Bros., foi rebatizada de WarnerMedia em um memorando distribuído aos funcionários pelo novo presidente da companhia nesta sexta-feira (15/6). A empresa de telecomunicações finalizou a compra da Time Warner na quinta-feira (14/6) depois de uma prolongada batalha antitruste com o governo dos Estados Unidos. Com isso, já começaram as mudanças internas na empresa, com o afastamento de diversos executivos da cúpula da Warner Bros. e da Turner. O presidente da nova WarnerMedia é John Stankey, um executivo da AT&T, que em seu memorando prometeu manter a autonomia criativa da HBO, Turner e Warner Bros., trabalhando em parceria com essas divisões da companhia para realizar o objetivo principal do negócio. O acordo, anunciado originalmente em 2016, permitirá que a AT&T alie novas ofertas de conteúdo em TV e streaming, junto com seus serviços principais de provedora de TV paga e banda larga. O novo nome enfatiza como a AT&T enxerga sua aquisição, como fonte de conteúdo de mídia. Mas também confirma o fim de uma era. Vale lembrar que o nome Time Warner foi estabelecido em 1989, quando editora Time Inc., que publicava a Time e outras revistas, fundiu-se com a Warner Communications, uma empresa de filmes, música e TV paga, formando a Time Warner – então o maior conglomerado de mídia e entretenimento do mundo. Mas a chegada da internet tornou o negócio impresso deficitário, levando a empresa a ser dividida e vendida, a ponto de a única parte da Time que ainda permanecia no grupo estava em seu próprio nome. A editora de revistas foi adquirida no ano passado pela Meredith Inc. A Time Warner Cable foi vendida em 2016 para a gigante Charter Communications Inc. E a ironia é que até mesmo a própria revista Time está perto de ser vendida novamente pela Meredith, tamanha é a crise atual das publicações impressas. Em seu memorando, Stankey disse que a AT&T decidiu mudar o nome não apenas por a empresa não ter mais nada a ver com a Time, mas porque as pessoas ainda confundiam a Time Warner, empresa de mídia, com a Time Warner, a antiga empresa de TV paga do grupo, embora a Charter a tenha renomeado como Spectrum ao comprá-la em 2016. “Nossa pesquisa de consumo sugere que essa confusão não vai desaparecer tão cedo”, disse ele, no texto que justificou a mudança.

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  • Etc

    AT&T fecha negócio de US$ 85 bilhões pela Warner, DC, HBO, CNN, Turner e meia rede CW

    14 de junho de 2018 /

    Após a autorização da Justiça Federal dos Estados Unidos, a AT&T finalizou a aquisição da Time Warner nesta quinta (14/6) e agora controla um dos maiores conglomerados de mídia do mundo, que inclui a Warner Bros., HBO e Turner. O valor total do negócio chega à cifra de US$ 85,4 bilhões. Segunda maior empresa de telecomunicações, vice-líder em banda larga e maior provedora de TV paga do país dos Estados Unidos, a AT&T já havia adquirido a DirecTV e agora acrescenta diversos canais, como a CNN, TNT, Cartoon Network, a citada HBO, etc, sem esquecer metade da rede CW, 10% da Hulu, a editora de quadrinhos DC Comics, os estúdios de cinema e TV da Warner, New Line e muitos outros ativos, para se tornar uma empresa que alia conteúdo, tecnologia e transmissão de dados. O objetivo assumido é enfrentar a concorrência da Netflix e de futuros produtos da Apple, Google, Facebook e até da Disney no mercado de streaming. A primeira tentativa de fusão dos grupos aconteceu em novembro de 2017, mas foi barrada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, sob a alegação de a centralização de tais produtos e marcas poderiam prejudicar os consumidores. No mês passado, o Departamento de Justiça fez seu último esforço para fazer as gigantes desistirem do negócio, pedindo para a Justiça impedir a fusão porque temia que o grupo barrasse o conteúdo produzido pelo conglomerado fossem em serviços rivais de TV e streaming. “A evidência demonstrou que a maior parte (embora não todos) dos efeitos anticoncorrenciais fluem da combinação de Turner com a DirecTV”, disse o Departamento de Justiça na época. Mas o juiz federal Richard Leon rejeitou a alegação do Departamento de Justiça na terça passada (12/6). Em sua decisão, ele julgou que o governo não conseguiu demonstrar como a concentração de conteúdo, tecnologia e distribuição resultaria em preços mais altos para os consumidores e prejudicaria a concorrência, considerando toda a argumentação do Departamento de Justiça feita sobre afirmações empíricas. Ao mesmo tempo, o juiz considerou sólidos os dados trazidos pelos executivos da AT&T e da Time Warner, que demonstraram que a única maneira de uma empresa de mídia sobreviver em um ambiente cada vez mais dominado por gigantes da tecnologia é combinando estúdios de cinema, canais de TV, distribuição e processamento de dados em uma única corporação. Assim que a aprovação da fusão foi pela Justiça, as ações da Time Warner subiram 5.37% em questão de minutos. Mudanças operacionais devem começar a acontecer a partir de julho, quando o governo não poderá mais apelar contra a fusão.

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  • Etc

    Comcast cobre oferta da Disney pela Fox, dando início à guerra pelo estúdio

    13 de junho de 2018 /

    A Comcast, uma das maiores empresas de mídia e entretenimento dos Estados Unidos, fez uma proposta oficial pela 21st Century Fox. Conforme especulado pelo mercado, o conglomerado agiu assim que a fusão entre a AT&T e a Time Warner foi aprovada pela justiça americana, e ofereceu US$ 65 bilhões pelos estúdios e canais que a Fox negociava com a Disney. Dona de redes de TV paga e serviços de banda larga, além dos estúdios Universal e da rede NBC, a Comcast colocou na mesa quase US$ 13 bilhões a mais do que o acordo oferecido pela Disney anteriormente. “Tempo é essencial para sua consideração sobre a nossa proposta”, escreveu o CEO da empresa, Brian Roberts, em sua proposta para os acionistas da Fox. O grupo agora vai esperar por uma resposta oficial da Disney à investida. Apesar de maior, o mercado esperava uma oferta bem mais robusta, já que a Comcast havia oferecido anteriormente US$ 60 bilhões, que foram recusados em favor da proposta menor da Disney. Um dos fatores que, na época, levou a Fox a preferir a Disney foi a preocupação de que o acordo com a Comcast enfrentaria mais dificuldades para ser aprovado pela justiça americana, como vinha acontecendo com a fusão da AT&T e da Warner. A decisão judicial favorável ao negócio do conglomerado rival teria eliminado o receio da compra ser impedida por leis antitruste. Na carta aos acionistas da Fox, a Comcast frisa este ponto. “Estamos altamente confiantes de que nossa proposta obterá todas as aprovações regulatórias necessárias em tempo hábil e que nossa transação tem a probabilidade de receber aprovação regulatória maior do que a transação da Disney”, diz o texto assinado por Roberts. Entretanto, assim como antes, a oferta da dona da Universal é em dinheiro, enquanto o que atraiu mais Rupert Murdoch e seus sócios na Fox foram as ações oferecidas pelo CEO da Disney, Robert Iger, que valorizam muito mais que as da Comcast. “A Disney está em uma posição forte para competir com uma oferta maior da Comcast”, disse Michael Nathanson, analista da MoffettNathanson, em um relatório recente sobre a guerra pela Fox.

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  • Etc

    Juiz autoriza fusão da AT&T e Time Warner, abrindo Hollywood para novas aquisições

    13 de junho de 2018 /

    A fusão da AT&T e da Time Warner recebeu aprovação na Justiça Federal dos Estados Unidos, contrariando a vontade do governo de Donald Trump de impedir o crescimento da empresa dona da rede CNN. O juiz Richard Leon rejeitou a alegação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de que combinar a segunda maior empresa de telecomunicações e maior provedora de TV paga do país com um dos principais estúdios de cinema e televisão concentraria muito poder nas mãos de uma única empresa. Em sua decisão, ele julgou que o governo não conseguiu demonstrar como a concentração de conteúdo, tecnologia e distribuição resultaria em preços mais altos para os consumidores e prejudicaria a concorrência, já que os representantes do Departamento de Justiça não apresentaram dados concretos, baseando sua argumentação em afirmações empíricas. Ao mesmo tempo, o juiz considerou sólidos os dados trazidos pelos executivos da AT&T e da Time Warner, que demonstraram que a única maneira de uma empresa de mídia sobreviver em um ambiente cada vez mais dominado por gigantes da tecnologia, como Netflix, Apple, Google e Facebook, é combinando estúdios de cinema, canais de TV, distribuição e processamento de dados em uma única corporação. Assim, aprovou a fusão sem restrições. A decisão ainda está sujeita à apelação, mas o juiz sugeriu que o Departamento de Justiça não o fizesse, pois isso apenas custaria mais honorários para as empresas e o governo e não chegaria em um resultado diferente. Caso não haja apelação, a autorização dará início a uma nova era dos conglomerados de mídia, entretenimento e tecnologia dos Estados Unidos, pois abre caminho para outras aquisições, que devem agitar o mercado de produção e consumo de conteúdo de séries e filmes. A Comcast, empresa similar à AT&T e que já é dona dos estúdios Universal, aguardava essa decisão para avançar sobre os ativos da 21st Century Fox. Ela deve formalizar uma proposta para rivalizar com a The Walt Disney Company pela compra dos estúdios Fox e canais de TV da empresa. Ao mesmo tempo, empresas de tecnologia que começam a ensaiar projetos de streaming, como Google, Apple e Facebook, também podem ambicionar a compra de estúdios de Hollywood. E elas tem muito dinheiro, podendo transformar Hollywood numa filial do Vale do Silício, por assim dizer. Esta tendência, aparentemente irreversível, aponta que o futuro do cinema está cada vez mais longe das salas escuras e mais próximo dos celulares. Não percam as cenas dos próximos capítulos.

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  • Série

    Shonda Rhimes define tema de sua primeira série na Netflix

    10 de junho de 2018 /

    A produtora Shonda Rhimes escolheu seu primeiro projeto para a Netflix. A criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal” adquiriu os direitos a uma reportagem do New York Magazine sobre a golpista nova-iorquina Anna Delvey, que enganava bancos e milionários se passando por uma rica herdeira alemã. Ela usava o dinheiro alheio para custear seu estilo de vida junto à alta sociedade, até ser desmascarada e presa. Rhimes deverá escrever o roteiro com base no artigo “How Anna Delvey Tricked New York’s Party People”, escrito pela jornalista Jessica Pressler. Vale observar que estúdios de cinema estavam disputando um artigo similar da revista Vanity Fair e cortejando as atrizes Jennifer Lawrence e Margot Robbie para viver Delvey numa cinebiografia. Curiosamente, a empresa de Rhimes, a Shondaland, já produziu uma história de golpista: “The Catch”, cancelada após 20 episódios na ABC. Em compensação, ela não criava uma série própria desde “Scandal”, em 2012, que, por sinal, também era baseada na vida de uma mulher real, a guru das relações públicas americanas Judy Smith. A produtora trabalhou na ABC por 15 anos, até assinar um contrato milionário com a Netflix em agosto do ano passado. Apesar de ter deixado a rede, Rhimes continuará supervisionando suas séries na emissora, que ainda incluem “How to Get Away with Murder” e as novatas “Section 19” e “For the People”, mas todos os seus próximos projetos serão lançados na Netflix.

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  • Etc

    The Magic Order: Netflix divulga trailer de sua primeira revista em quadrinhos

    31 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer de “The Magic Order”, sua primeira revista em quadrinhos, que chega nas lojas físicas em 13 de junho. O projeto é também o primeiro lançamento da Netflix após a aquisição da Millarworld, que publica os quadrinhos de Mark Millar, criador das obras que viraram os filmes “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e suas continuações. A ideia da plataforma é lançar quadrinhos inéditos com o objetivo de posteriormente adaptá-los em filmes e séries, considerando como as obras anteriores de Miller fizeram sucesso no cinema. No caso de “The Magic Order”, uma série já está em desenvolvimento. A trama tem seis edições e ilustra, com desenhos de Olivier Coipel, a trajetória de cinco famílias de mágicos que passaram gerações tentando proteger a humanidade, todos vivendo de forma normal e fora da atenção dos vizinhos. Até que surge um novo e misterioso vilão, que passa a matar os integrantes das famílias poderosas. “Minha ideia com ‘The Magic Order’ foi mostrar uma sociedade secreta de bruxos bons que combatem todas as coisas ruins há centenas de séculos, mas que vivem discretamente com seus empregos de colarinho branco e suas vidas domésticas ordinárias”, disse Millar, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Eles têm essa vida secreta, mas para o restante são completamente normais, o que é uma ideia mais de um ‘Sopranos’ do que ‘O Senhor dos Anéis'”, completou. Veja a arte de capa do primeiro exemplar logo abaixo do trailer.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita vira maior filme de super-heróis de todos os tempos com US$ 1,6 bilhão

    13 de maio de 2018 /

    A Marvel quebrou seu próprio recorde de arrecadação. Neste fim de semana, “Vingadores: Guerra Infinita” atingiu impressionantes US$ 1,6 bilhão de bilheteria mundial. Trata-se da 5ª maior arrecadação de cinema de todos os tempos. E a maior entre todos os filmes de super-heróis já lançados, superando o US$ 1,5 bilhão do primeiro “Os Vingadores”, de 2012. À frente de “Vingadores: Guerra Infinita” estão apenas quatro filmes, e o primeiro da lista deverá ser ultrapassado ainda nesta semana. É que a diferença para “Jurassic World” é de somente US$ 65 milhões. Os demais estão mais distantes, pois pertencem à elite absoluta, como os três únicos filmes que renderam mais de US$ 2 bilhões: “Star Wars: O Despertar da Força” (2B), “Titanic” (2,1B) e “Avatar” (2,7B). De forma avassaladora, o novo filme de super-heróis da Marvel faturou cerca de US$ 500 milhões na última semana. Grande parte deste valor foi obtido na China, onde a produção estreou na sexta (11/5) e registrou a segunda maior abertura internacional de todos os tempos – não teria conseguido quebrar o recorde de “Velozes e Furiosos 8”. Graças a este desempenho, o terceiro “Vingadores” atingiu US$ 1 bilhão somente no mercado internacional. O rendimento na América do Norte, por sua vez, chegou a US$ 547,8M, após três fins de semana seguidos como o filme mais visto dos Estados Unidos e Canadá. Este ímpeto contou com ajuda de um calendário repleto de lançamentos fracos. Prevendo seu sucesso, os estúdios rivais trataram de sair da frente, praticamente estendendo o tapete vermelho para a comemoração de recordes de bilheteria. Mas o vento vai parar de soprar a seu favor já no próximo fim de semana, quando enfrentará seu primeiro adversário à altura: nada menos que outro super-herói da Marvel, “Deadpool 2”. Ainda que tenha censura mais elevada, o que diminui seu público, a continuação de “Deadpool” deve tomar a liderança de “Vingadores: Guerra Infinita” em vários países, impossibilitando planos de maiores conquistas.

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    Vingadores: Guerra Infinita estreia na China e já quebra primeiro recorde no país

    11 de maio de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” finalmente estreou na China na sexta-feira (10/5). E já bateu seu primeiro recorde por lá. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o longa da Marvel registrou a maior pré-venda de ingressos no país. O terceiro “Vingadores” fez US$ 47,5 milhões em pré-venda até a noite de quarta-feira, deixando na poeira o antigo recordista hollywoodiano, “Velozes e Furiosos 8”, que havia gerado US$ 25 milhões em venda antecipada. O oitavo capítulo da franquia de Vin Diesel também detém o recorde de bilheteira de filme estrangeiro no país: US$ 392,8 milhões. Ou seja, é provável que esta marca seja a próxima a ser derrubada pelo filme dos super-heróis. Se esse sucesso todo se confirmar, “Vingadores: Guerra Infinita” pode chegar a US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais. Até hoje, apenas três filmes superaram esta marca: “Star Wars: O Despertar da Força (US$ 2 bilhões), “Titanic” (US$ 2,1 bilhões) e “Avatar” (US$ 2,7 bilhões). Atualmente, a produção da Marvel é a 13ª maior bilheteira de todos os tempos, com US$ 1,2 bilhão de arrecadação mundial.

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  • Filme

    Próximo filme de 007 transforma Daniel Craig no ator mais bem-pago do cinema

    8 de maio de 2018 /

    A revista Variety publicou um relatório sobre os salários atuais dos astros de Hollywood. Além de revelar que Daniel Craig virou o ator mais bem-pago do cinema, graças a seu acordo para estrelar o próximo filme do espião 007, a reportagem concluiu que os salários caíram em relação aos anos 1990, quando estrelas e não franquias eram responsáveis por atrair os grandes públicos de cinema. A lista demonstra que já não é comum ver artistas ganhando mais de US$ 20 milhões por filme, além de participação na bilheteria. Os únicos que faturaram mais de US$ 20 milhões por obra recente foram Daniel Craig, Dwayne Johnson e Vin Diesel. Daniel Craig fechou um acordo de US$ 25 milhões para voltar a viver James Bond, no filme ainda sem título que será lançado no ano que vem, enquanto Dwayne Johnson levou US$ 22 milhões para estrelar o thriller “Red Notice”, previsto para 2020, e Vin Diesel já guardou no banco US$ 20 milhões por “Velozes e Furiosos 8”, um dos maiores sucessos de bilheteria do ano passado – US$ 1,2 bilhão de arrecadação mundial. As primeiras mulheres da lista são Anne Hathaway, que receberá US$ 15 milhões para viver a boneca Barbie em 2020, e Jennifer Lawrence, que recebeu a mesma quantia por “Operação Red Sparrow” – filme que faturou apenas US$ 69 milhões em todo o mundo. Na relação entre tempo de trabalho e salário, porém, ninguém supera Robert Downey Jr. Por sua participação em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que totaliza de 15 minutos de filme, a Marvel lhe pagou US$ 10 milhões. Neste caso, porém, o investimento compensou – o filme rendeu US$ 880 milhões. Também chama atenção que, exceto Robert Downey Jr., nenhum outro ator ou atriz que interpretou super-heróis no cinema entraram na lista dos mais bem pagos. Ao mesmo tempo, confirmando a desvalorização do “star power”, Leonardo Di Caprio viu seu salário desabar após vencer o Oscar. O astro, que tinha recebido US$ 20 milhões para fazer “A Origem”, fechou pela metade para estrelar o próximo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon a Time in Hollywood”. A Variety ainda revelou que a disparidade entre atores e atrizes continua gritante, já que Chris Pratt ganhou US$ 2 milhões a mais do que Bryce Dallas Howard no filme “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Os dois tem o mesmo protagonismo na franquia, cuja continuação estreia em 21 de junho no Brasil. Há que se considerar que o relatório não é completo, uma vez que não inclui Johnny Depp, que deve ter negociado um baú de tesouros para projetos como o último “Piratas do Caribe” e a franquia “Animais Fantásticos”, nem Will Smith, que alegadamente recebeu uma fábula por “Bright”, da Netflix. Por outro lado, no apanhado generalizante que publicou em forma de lista, a Variety incluiu até os US$ 2 milhões recebidos por Ethan Hank em “Uma Noite de Crime” de 2013. O detalhe é que o orçamento total daquele filme foi noticiado na época como sendo de US$ 3 milhões! Veja abaixo 20 valores salariais listados pela Variety. Daniel Craig – “James Bond 25” (2019) – US$ 25 milhões Dwayne Johnson – “Red Notice” (2020) – US$ 22 milhões Vin Diesel – “Velozes e Furiosos 8” (2017) – US$ 20 milhões Anne Hathaway – “Barbie” (2020) – US$ 15 milhões Jennifer Lawrence – “Operação Red Sparrow” (2018) – US$ 15 milhões Seth Rogen – “Flarsky” (2019) – US$ 15 milhões Tom Cruise – “A Múmia” (2017) – US$ 11- US$ 13 milhões Harisson Ford – “Indiana Jones 5” (2020) – US$ 10 – US$ 12 milhões Sandra Bullock – “Minions” (2015) – US$ 10 milhões Leonardo Dicaprio – “Once Upon a Time In Hollywood” (2019) – US$ 10 milhões Robert Downey Jr. – “Spider-Man: De Volta ao Lar” (2017) – US$ 10 milhões Kevin Hart – “Jumanji – Bem-Vindos À Selva” (2017) – US$ 10 milhões Chris Pratt – “Jurassic World 2 – Reino Ameaçado” (2018) – US$ 10 milhões Emily Blunt – “Jungle Cruise” (2019) – US$ 8 – US$ 10 milhões Bryce Dallas Howard – “Jurassic World 2 – Reino Ameaçado” (2018) – US$ 8 milhões Tom Hardy – “Venom” (2018) – US$ 7 milhões Ryan Gosling – “First Man” (2018) – US$ 6.5 milhões Jack Black – “Jumanji: Bem-Vindos À Selva” (2017) – US$ 5 milhões Michael B. Jordan – “Creed 2” (2018) – US$ 3 – US$ 4 milhões Ethan Hawke – “The Purge” (2013) – US$ 2 milhões

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