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  • Etc,  TV

    Netflix fatura mais que o SBT no Brasil e já tem mais assinantes que operadoras da TV paga

    26 de dezembro de 2018 /

    A Netflix já teria 8 milhões de assinantes brasileiros, apurou o colunista Ricardo Feltrin, do UOL, que revelou outras peculiaridades da plataforma de streaming em sua coluna, após ouvir funcionários do serviço que obviamente não foram identificados. Os 8 milhões de usuários no país representam cerca de 6% de sua base de assinantes no mundo. Isso significa – numa estimativa conservadora – mais de R$ 1,4 bilhão de faturamento por ano no país. Isso é quase 50% a mais do faturamento de um SBT, por exemplo. E já coloca a empresa como maior rival da principal operadora de TV paga do país, a Net Claro, que tem 8,7 milhões de assinantes. Já passou a Sky (5,4 milhões) e as outras menores há tempos. Mesma assim, seria uma empresa-fantasma, sem sede física no país, apesar de ter cerca de 50 funcionários “registrados”. Os funcionários são advogados (especializados em direitos autorais), publicitários, executivos e alguns negociadores de conteúdo. Mas nenhum teria cargo de diretor. Segundo apurou o jornalista, não existe um chefe da Netflix no Brasil. Fora dos EUA a empresa opta por um sistema de “gestão” horizontal e descentralizada. Se a empresa tiver algum problema no Brasil ou em outro país é preciso entrar em contato com a chefia nos EUA. Até os textos engraçadinhos das redes sociais da plataforma seriam importados. Todas essas informações são “sigilosas”, pois a Netflix é uma das empresas de comunicação menos transparentes do mundo. Os dados mais conhecidos sobre a companhia são dos EUA, porque lá ela possui capital aberto. Para completar, o inventário da Netflix no Brasil inclui cerca de 65 mil itens, entre filmes, documentários, capítulos de séries, especiais, programas de variedades e shows.

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  • Filme

    Netflix planeja lançar 90 filmes exclusivos por ano

    18 de dezembro de 2018 /

    O chefe da divisão de filmes da Netflix, Scott Stuber, afirmou que a empresa de streaming pretende produzir mais de 90 filmes por ano. Deste total, cerca de 55 seriam de filmes de ficção, enquanto o restante ficariam divididos entre animações e documentários. Os planos ambiciosos foram revelados em entrevista ao jornal The New York Times. Na reportagem, Stuber ainda destacou que várias dessas produções teriam orçamentos superiores a US$ 200 milhões, replicando a escala de investimento dos grandes estúdios na produção dos blockbusters de Hollywood. Fazendo uma comparação, o artigo aponta que a Universal lança, em média, cerca de 30 filmes por ano. Já a Disney, que teve mais sucessos no ano, lançou apenas 9 produções em 2018. Entre os filmes atualmente em produção na Netflix encontram-se “The Irishman”, próximo longo do premiado cineasta Martin Scorsese, e novos títulos de Steven Soderbergh, Dee Rees, Guillermo del Toro, Noah Baumbach e Michael Bay.

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  • Série

    Diretor da franquia Velozes & Furiosos assina contrato para desenvolver séries para a Apple

    17 de dezembro de 2018 /

    O diretor taiwanês Justin Lin, que ficou conhecido por comandar quatro longas da franquia “Velozes & Furiosos” e o mais recente filme de “Star Trek”, fechou contrato de exclusividade para a realização de séries para a Apple. O acordo entre a Apple e a Perfect Storm Entertainment, produtora de Lin, prevê a produção, desenvolvimento e direção de atrações “com uma perspectiva global”. O cineasta, que também tem cidadania norte-americana, fundou a Perfect Storm Entertainment em 2012, e por meio de sua empresa produziu séries como “Scorpion” e as novas “S.W.A.T.” e “Magnum P.I.”, todas muito bem-sucedidas. A Apple planeja lançar sua plataforma de conteúdo para streaming em 2019. Justin Lin está atualmente trabalhando na pré-produção de “Velozes & Furiosos 9”, que marca sua volta à franquia, com previsão de estreia para abril de 2020.

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  • Etc,  Série

    Netflix contrata ex-presidente do maior canal da Disney para cuidar de suas séries

    17 de dezembro de 2018 /

    A Netflix continua sua guerra declarada contra a Disney com mais um golpe cirúrgico. A plataforma de streaming anunciou nesta segunda (17/12) a contratação de Channing Dungey, ex-presidente da rede ABC, principal canal de TV do conglomerado Disney. Seu cargo oficial é de Vice-Presidente de Conteúdo Original, o mesmo de Cindy Holland, com quem Dungey vai dividir a chefia da produção cada vez maior de programas originais da Netflix. “Channing é uma força criativa cujo gosto e talento lhe renderam a admiração de seus pares em toda a indústria”, disse o presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado. “Ela é uma pessoa que gosta de correr riscos e ter talentos para trabalhar com ela. Eu não poderia estar mais feliz em recebê-la na Netflix.” Dungey havia pedido demissão de seu cargo na ABC logo após a definição de que, com a compra da Fox, Dana Walden, ex-presidente da rede Fox, assumiria o chefia do departamento televisivo da Disney, ficando numa posição acima dela. Talvez fosse o cargo que ela queria. O fato é que não houve jeito de mantê-la no comando da rede de TV depois disso. Ela entrou para a Walt Disney Co. em 2004, após uma passagem bem-sucedida pelo estúdio de cinema da Warner, onde ajudou a desenvolver “Matrix”, e passou a maior parte de sua carreira na ABC – primeiro no ABC Studios e depois na rede ABC (ABC Entertainment). Como líder do departamento de produção da ABC Studios, ajudou a construir o império televisivo de Shonda Rhimes a partir do zero, com um papel fundamental no desenvolvimento de “Scandal” e na escalação de Kerry Washington. Com sua promoção à presidente da ABC em 2016, Dungey se tornou a primeira mulher negra a comandar uma grande rede de TV dos EUA. Sua contratação na Netflix acontece após a plataforma ser criticada pela falta de diversidade de seus executivos. E após a demissão de seu principal porta-voz, Jonathan Friedland, em decorrência de comentários racialmente “insensíveis” dirigidos à sua equipe. Na Netflix, Dungey vai reencontrar antigos conhecidos. Em função do clima bélico entre a plataforma e a Disney, Sarandos fechou contrato de exclusividade com vários criadores de conteúdo que fizeram carreira na ABC, como a própria Shonda Rhimes (criadora também de “Grey’s Anatomy”) e Kenya Barris (“Black-ish”). Esta estratégia é tanto retaliação quanto prevenção. A Disney se antecipou ao anunciar que tiraria todo o seu conteúdo da Netflix em 2019, com o lançamento de sua própria plataforma de streaming, o que fez a Netflix aumentar sua produção de originais. Sabendo que perderia séries da ABC, tratou de contratar os criadores dessas séries para desenvolver conteúdo exclusivo para o streaming. O mesmo movimento justificou a contratação de Ryan Murphy (“American Horror Story”) da Fox, após a Disney comprar esse estúdio. A Netflix também está cancelando as séries que coproduzia com a Disney, como as atrações da Marvel “Demolidor”, “Punho de Ferro” e “Luke Cage”, ao mesmo tempo em que desenvolve um relacionamento melhor com o futuro rival Warner Media (que também tem planos de lançar sua própria plataforma) para o licenciamento de séries dos super-heróis da DC Comics e investe na criação de suas próprias revistas em quadrinhos, com o acordo com Mark Millar (“Kingsman”, “Kick-Ass”) e sua Millarworld. Por curiosidade, Channing Dungey é a segunda executiva de grande rede de TV americana contratada para comandar a produção de conteúdo de uma plataforma de streaming. Em fevereiro, Jennifer Salke trocou a rede NBC pela chefia do departamento de séries e filmes do Amazon Studios.

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  • Série

    Netflix planeja produzir suas primeiras séries africanas em 2019

    1 de dezembro de 2018 /

    A Netflix planeja produzir suas primeiras séries originais africanas em 2019, informou Erik Barmack, vice-presidente de produções originais internacionais da Netflix, durante a conferência Content London nesta semana. “O time europeu está no processo de procurar oportunidades na África. É definitivamente o caso de encomendarmos algumas séries em 2019”, afirmou Barmack. A iniciativa reflete a ambição global da Netflix, que prevê um futuro em que as séries mais assistidas da plataforma serão estrangeiras. “Vai chegar o momento que metade do top 10 das produções mais assistidas virão de fora dos Estados Unidos”, afirmou o executivo. “Eu não acho que isso está muito distante. Eu acho que pode acontecer em alguns anos, não em algumas décadas”. Barmack adiantou ainda que os programas com elencos multinacionais se tornarão cada vez mais comuns. Exemplo dessa tendência, a série “Sense8” já trazia atores de diversas nacionalidades e locações em diferentes países, tendo rodado cenas em Nairobi, capital do Quênia, na primeira incursão de uma série da Netflix no continente africano.

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  • Etc,  Série

    Google desiste de competir com a Netflix e muda estratégia do YouTube Premium

    30 de novembro de 2018 /

    O Google desistiu do YouTube Premium, pelo menos do jeito como foi concebido, como uma Netflix embutida no YouTube. Em comunicado oficial, o YouTube anunciou que o acesso ao conteúdo original e exclusive do YouTube Premium passará a ser aberto para todos os usuários, gratuitamente. Mas só a partir de 2020. A ideia é disponibilizar o conteúdo companhado por anúncios e lucrar com visualizações, em vez de assinaturas. Mas o YouTube Premium continuará a funcionar, oferecendo, para quem se dispuser a pagar, conteúdo exclusivo com antecedência e sem publicidade. Mais ou menos como experimenta a Globo no Brasil com seu Globo Play – no caso nacional, em relação à séries televisivas. Há poucas semanas, o YouTube começou a testar o novo formato, disponibilizando cerca de 100 filmes clássicos, como “O Exterminador do Futuro”, “Legalmente Loira” e títulos da franquia “Rocky”, sem cobrar por suas visualizações. O YouTube também planejar redirecionar seus investimentos para programas focados em celebridade e criadores de conteúdo da própria plataforma, como fazia quando começou seu projeto de programação original. Os novos rumos do negócio vêm à tona duas semanas depois da estreia da sci-fi “Origin”, uma produção caríssima do YouTube Premium que teve pouca repercussão na mídia, e logo após a comemoração das 50 milhões de visualizações do primeiro episódio de “Cobra Kai”, disponibilizado de graça no portal. A matemática que permite a comparação dos dois resultados pode ter sido o “algoritmo” consultado para a decisão de apertar o pause. Atualmente, o YouTube Premium enfrenta a guerra de streaming em curso nos Estados Unidos com um dos menores orçamentos de reserva, e ele já estaria comprometido com produções em desenvolvimento, como as novas temporadas de “Cobra Kai”, “Impulse” e as séries “Wayne”, produzida pelos roteiristas de “Deadpool”, “On Becoming a God in Central Florida”, que será estrelada por Kirsten Dunst (“Melancolia”), e “The Edge of Seventeen”, adaptação do filme homônimo, lançado no Brasil como “Quase 18”. Estes projetos já encomendados podem explicar a data de 2020, anunciada para a mudança de estratégica, uma vez que devem embutir obrigações contratuais. Não está claro se o YouTube Premium continuará a produzir séries originais de ficção, nos moldes ambiciosos dos projetos já desenvolvidos, após esse período. Analistas apostam que o Facebook será o próximo a “pedir para sair” desse mercado, que em 2019 terá mais três serviços gigantes de streaming: plataformas da Disney, Apple e Warner Media.

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  • Etc

    Ashton Kutcher ficou milionário graças a Uber, Airbnb e Spotify

    24 de novembro de 2018 /

    Ashton Kutcher ficou milionário com investimentos em marcas do novo milênio. Segundo a revista Business Insider, o ator da série “The Ranch”, da Netflix, possui uma fortuna estimada em US$ 250 milhões. Mas esse dinheiro não veio de suas atuações em séries e filmes. A revista financeira assegura que a fortuna foi acumulada porque o ator é um grande visionário no que diz respeito a investimentos. Ele sabe muito bem quando investir em alguma empresa ou projeto, com o qual pode lucrar no futuro. O ator, que já interpretou Steve Jobs no cinema, investe em companhias como Uber, Airbnb, Skype, Foursquare e Spotify, além de ter sua própria produtora de cinema, e um fundo de investimento que inaugurou em 2015. De acordo com a Business Insider, somente com o Uber, em que ele investiu US$ 500 mil no começo do projeto, Kutcher teria embolsado 100 vezes o valor inicial. O mesmo aconteceu com Airbnb. “Seu segredo é que ele só investe no que conhece e confia”, diz a publicação.

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  • Etc

    China aprova compra da Fox pela Disney, facilitando a finalização do negócio

    19 de novembro de 2018 /

    A China aprovou incondicionalmente a compra da Fox pela Disney por cerca de US$ 71,3 bilhões. O anúncio, oficializado nesta segunda (19/11), causou imediata elevação nas ações de ambas as empresas na bolsa de valores de Nova York. O acordo ainda precisa ser aprovado por outros países, como o Brasil, mas o aval representa a maior vitória internacional da Disney, já que China e Estados Unidos travam uma feroz guerra comercial, devido a decisões tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem levado à retaliações contra negócios envolvendo empresas americanas no mercado chinês. Vale lembrar que a China possuiu o segundo maior mercado cinematográfico do mundo, e algumas produções de Hollywood já atingem no país bilheteria maior que a dos Estados Unidos. A aquisição da Fox pela Disney deve ser completamente regularizada até o primeiro semestre de 2019, após outros entraves burocráticos serem superados.

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  • Filme

    YouTube começa a oferecer filmes de graça com comerciais

    18 de novembro de 2018 /

    O Youtube começou a exibir filmes de forma gratuita e sem alarde. Desde a semana passada, a plataforma vem disponibilizando cerca de 100 clássicos, como “O Exterminador do Futuro”, “Legalmente Loira” e títulos da franquia “Rocky”, sem cobrar por suas visualizações. Os filmes vêm acompanhados de anúncios e fazem parte de uma experiência para verificar a viabilidade desse tipo de exibição. “Nós vimos essa oportunidade baseada na demanda do nosso usuário, além de oferecer filmes pagos. Podemos ter filmes apoiados por anúncios, de graça para o usuário? Também apresenta uma oportunidade legal para os anunciantes”, afirmou o executivo Rohit Dhawan, em entrevista para o site AdAge. A ideia é expandir esse catálogo inicial. Por enquanto, porém, a iniciativa está restrita ao mercado americano.

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  • Série

    Salários milionários explicam por que cada vez mais estrelas de cinema decidem fazer séries

    30 de outubro de 2018 /

    Não é à toa que cada vez mais astros do cinema estão migrando para as séries. A revista Variety revelou nesta terça (30/10) que eles estão recebendo fortunas para fazer a transição. Atores como Javier Bardem, Julia Roberts e Reese Witherspoon fecharam recentemente contratos milionários para estrelar novas séries. O ator espanhol vai encabeçar a sua primeira série americana, “Cortés”, megaprodução da Amazon sobre o explorador Hernán Cortés no século 16. E receberá US$ 1,2 milhão por episódio da série, sua primeira empreitada no gênero desde 1986, quatro anos antes de estrear no cinema espanhol. Já Reese Witherspoon recebeu milhões não declarados para voltar à 2ª temporada de “Big Little Lies”, na HBO, e vai ganhar US$ 1,1 milhão por capítulo de uma nova produção da Apple, ainda sem título, sobre os bastidores de um programa de TV matinal, na qual contracenará com Jennifer Aniston. A ex-“Friends” também decidiu voltar às séries, após mais de uma década dedicada ao cinema, pelo salário – os mesmos US$ 1,1 milhão por episódio da colega. A atriz Julia Roberts foi outra atraída pelo dinheiro em série. Ela receberá US$ 600 mil por episódio como protagonista de “Homecoming”, que estreia na sexta-feira (2/10) na Amazon. O detalhe é que este não é o único pagamento que os astros de cinema recebem ao fechar contrato para estrelar uma série. Eles também ganham créditos de produtores, obtendo percentagens dos lucros quando as atrações são vendidas para o exterior, lançadas em outras mídias ou reprisadas. O trabalho é maior, mas os valores superam salários de muitas estrelas atuais de Hollywood. Por conta disso, a expectativa é que as séries tenham cada vez mais astros famosos.

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    Trilha de Nasce uma Estrela completa três semanas como disco mais vendido dos Estados Unidos

    28 de outubro de 2018 /

    A trilha sonora de “Nasce uma Estrela”, com músicas de Lady Gaga e do ator Bradley Cooper, completou três semanas em 1º lugar na parada de álbuns da revista Billboard. Foram mais 109 mil cópias comercializadas na semana passada, de acordo com o levantamento realizado pela empresa de consultoria Nielsen, das quais 61 mil representam vendas de CDs tradicionais. O disco de “Nasce uma Estrela” é a primeira trilha sonora a ficar tanto tempo no topo das paradas em mais de 10 anos. O último álbum do gênero a liderar o ranking por três ou mais semanas foi a trilha do telefilme “High School Musical 2”, que ficou quatro semanas em 1º lugar em 2007. Já o último disco com músicas de cinema a ter sucesso igual foi “Bad Boys II”, também com quatro semanas no topo da lista em 2003. O desempenho aumenta a façanha de Lady Gaga como cantora mais bem-sucedida da década, já que a trilha conta como seu quinto disco a abrir em 1ª lugar desde 2011. Os demais são “Born This Way” (2011), “Artpop” (2013), “Cheek to Cheek” (2014) e “Joanne” (2016). Nenhuma outra artista feminina emplacou tantos discos em 1º lugar no mesmo período. “Nasce Uma Estrela” também tornou-se o álbum há mais tempo em 1º lugar da cantora, ultrapassando “Born This Way”, que liderou o ranking da Billboard durante duas semanas em 2011.

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    Astros de The Big Bang Theory seguem dominando a lista dos atores mais bem-pagos da TV nos EUA

    24 de outubro de 2018 /

    A revista Forbes divulgou sua lista anual dos atores mais bem pagos da televisão americana. E ela é encabeçada pelos líderes de sempre, os astros da série “The Big Bang Theory”, com Jim Parsons à frente, graças ao salário extra como produtor de “Young Sheldon”. Ele recebeu US$ 26,5 milhões nos últimos doze meses e lidera a relação pelo quarto ano consecutivo, seguido por Johnny Galecki, que também teve créditos de produção em “Living Biblically”, e os colegas Kunal Nayyar e Simon Helberg, empatados em 3º lugar. Todas os quatro viram seus salários caírem desde o ano passado, depois que optaram por cortar US$ 100 mil de salário original, estimado em US$ 1 milhão por episódio, numa iniciativa para que as colegas Mayim Bialik e Melissa Rauch pudessem obter aumento. O primeiro ator de outra série a aparecer na lista é Mark Harmon, de “NCIS”, em 5º lugar. Como o elenco de “The Big Bang Theory”, ele também recebe uma parte dos lucros obtidos com a exibição do programa em outras mídias e no mercado internacional. Na verdade, a única novidade da lista foi a entrada de Andrew Lincoln, intérprete de Rick em “The Walking Dead”. Ele aparece em 10º lugar com ganhos de US$ 11 milhões e atrás dos atores da sitcom “Modern Family” – Ed O’Neill, Eric Stonestreet, Jesse Tyler Ferguson e Ty Burrell. Juntos, os dez atores listados ganharam US$ 181 milhões entre 1º de junho de 2017 e 1º de junho de 2018, período em que foi feito o levantamento.

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  • Etc,  Filme

    Trilha de Nasce uma Estrela lidera parada de discos da Billboard

    16 de outubro de 2018 /

    Além das boas bilheterias, “Nasce uma Estrela” também está liderando as paradas de sucessos musicais. A trilha sonora do filme, com músicas cantadas por Lady Gaga e Bradley Cooper, abriu em 1ª lugar no ranking dos álbuns mais vendidos da revista Billboard, o Hot 200, publicado nesta terça (16/10). Lançado pela Interscope Records em 5 de outubro, o disco vendeu o equivalente a 231 mil cópias em sua primeira semana de comercialização. Deste total, 162 mil foram vendas de CDs físicos. O resultado é o maior lançamento de uma trilha sonora desde “Cinquenta Tons de Cinza”, que vendeu 258 mil cópias em sua primeira semana em 2013. O desempenho aumenta a façanha de Lady Gaga como cantora mais bem-sucedida da década, já que a trilha conta como seu quinto disco a abrir em 1ª lugar desde 2011. Os demais são “Born This Way” (2011), “Artpop” (2013), “Cheek to Cheek” (2014) e “Joanne” (2016). Nenhuma outra artista feminina emplacou tantos discos em 1º lugar no mesmo período. O sucesso é tanto que cinco canções da trilha sonora emplacaram posições na Billboard Hot 100, principal parada de singles dos EUA. A lista é liderada por “Shallow”, primeiro dueto de Lady Gaga e Bradley Cooper no filme, que está na 5ª posição do ranking.

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