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  • Música,  Série

    YouTube anuncia projeto “secreto” com Justin Bieber

    2 de maio de 2019 /

    Entre as muitas produções sem roteiro anunciadas pelo YouTube durante seu evento nos NewFronts – versão de streaming dos UpFronts televisivos, onde canais revelam a programação da próxima temporada – , um projeto “secreto” chamou atenção. O YouTube está desenvolvendo uma produção “especial” para 2020 com aquele que é, sem dúvida, seu YouTuber mais famoso, ninguém menos que Justin Bieber. Muita gente já deve ter se esquecido, mas o cantor canadense começou sua carreira postando vídeos musicais dele mesmo na plataforma de vídeos – até ser “descoberto”. Não há detalhes sobre o projeto, mas Bieber já lançou dois documentários de shows no cinema. A colaboração com o cantor foi anunciada junto de documentários sobre o cantor colombiano Maluma e a socialite Paris Hilton, e faz parte de uma nova ênfase do portal de vídeos em produções sem roteiro. A nova leva de lançamentos também vai incluir séries de estilo reality, similares à programação dos canais pagos menos vistos. Essas produções representam o novo foco do YouTube, que não anunciou nenhuma série de ficção nos NewFronts – embora tenha renovado “Cobra Kai”. A ideia, segundo a CEO do YouTube, Susan Wojcicki, é continuar a fazer o que o YouTube faz bem. E da forma como sempre fez. Isto é, investir em shows, documentários e programas de YouTubers, que os usuários assistem de graça. Com anúncios. Saiba mais aqui.

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  • Etc,  Série

    YouTube anuncia que vai passar a exibir séries de graça com anúncios

    2 de maio de 2019 /

    O YouTube confirmou uma mudança radical em sua estratégia de programação original, anunciando que todas as suas atrações passarão a ser exibidas de graça e com anúncios a partir do final do ano. A mudança estratégica está em andamento há alguns meses, com o YouTube Premium (que nasceu em 2015 como YouTube Red) deixando de anunciar novas produções exclusivas. Além de passar a exibir seus produtos de graça, também deve haver uma mudança completa de foco da plataforma, que cancelou quatro séries em abril para direcionar seus investimentos em programas documentais, como registros de shows e criações de seus YouTubers mais populares. A maioria absoluta dos produtos novos em desenvolvimento são programas sem roteiros. Mas o YouTube não pretende abandonar completamente a produção de séries de ficção. Durante a apresentação da plataforma nos NewFronts – versão de streaming dos UpFronts televisivos, onde canais revelam a programação da próxima temporada – , houve a confirmação de que a versão Premium do YouTube será preservada. A ideia é diferenciar o serviço Premium com a exibição de séries exclusivas, como “Cobra Kai”, sem anúncios e com uma janela de exclusividade para assinantes. Passado o período da exclusividade, as séries seriam disponibilizadas na versão aberta da plataforma, com anúncios, para todos os usuários. “Enquanto todas as outras empresas de mídia estão construindo um paywall, estamos indo na direção oposta e agora temos mais oportunidades do que nunca de fazer parceria com anunciantes e compartilhar nossos originais aclamados pela crítica com nosso público global”, disse o chefe de negócios do YouTube, Chief Robert Kyncl, durante o evento. A CEO do YouTube, Susan Wojcicki, enfatizou a estatística como um fator motivador por trás da mudança. Ela disse que o crescimento mais rápido na visualização é na sala de estar, onde cerca de 250 milhões de horas de YouTube são assistidas todos os dias, em média. Segundo a comScore, o YouTube tem o alcance mais amplo de qualquer serviço de streaming suportado por anúncios, com um total de 2 bilhões de usuários ativos mensais em todos os dispositivos. Wojcicki disse que a direção de programação da empresa vai agora se “aprofundar em tópicos que as pessoas realmente se importam… Naquilo que as pessoas assistem ao YouTube”. Ou seja, programas de beleza, culinária, música e… vídeos de gatinhos? Vem aí muitas atrações sem roteiros, como a programação dos canais menos vistos da TV paga atual. Ao menos, “Cobra Kai” vai continuar.

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  • Filme

    Elisabeth Moss vai estrelar remake de O Homem Invisível

    12 de abril de 2019 /

    A Universal confirmou a atriz Elisabeth Moss, protagonista da série “The Handmaid’s Tale”, no remake de “O Homem Invisível”. Não está claro se ela vai substituir Johnny Depp (“Criaturas Fantásticas: Os Crimes de Grindelwald”), previamente escalado no papel-título. Caso isso aconteça, logicamente, o filme não deverá mais ser chamado de “O Homem Invisível”. Vale lembrar que Depp foi contratado em 2016, quando a Universal tinha planos megalômanos para atualizar seu catálogo de monstros clássicos, projetando o lançamento de um universo compartilhado – batizado de “Dark Universe”. Mas tudo ruiu quando “A Múmia”, filme que deveria inaugurar esse projeto, fracassou nas bilheterias no ano seguinte. Em vez de uma “Marvel de monstros”, o estúdio recalibrou as expectativas e reiniciou seus planos, desta vez em parceria com a produtora Blumhouse, especialista em terrores baratos bem-sucedidos. E, assim, a produção trocou seu astro decadente de salário cinematográfico por uma atriz em ascensão de preço televisivo. Na história original de H.G. Wells, publicada em 1897, um cientista descobria a fórmula para ficar invisível, mas isso o tornava paranoico e acabava transformando-o num assassino procurado. Nada nesta premissa impede uma mulher de assumir o papel principal. Mas há uma ironia evidente nesta troca de gêneros. Afinal, ela repete a opção narrativa da “A Múmia”, ao transformar o monstro do título numa mulher. Além disso, vale lembrar da aparência de Claude Rains, que marcou época com seu visual “invisível” no primeiro filme a adaptar o romance clássico de H.G. Wells. Sob a direção do mestre James Whale (que também fez “Frankenstein”), ele se enrolava em trapos, feito uma múmia em 1933. Teremos uma nova múmia mulher num terror recente da Universal? O responsável por evitar essa comparação será o cineasta Leigh Whannell, um dos criadores das franquias de terror “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”, que estreou como diretor em “Sobrenatural: A Origem” e assinou recentemente a ficção científica “Upgrade”. Ele vai escrever e dirigir o remake de “O Homem Invisível”. Ou Mulher Invisível. Ou Criatura de Sexualidade Indefinida que Ninguém Consegue Distinguir Visualmente. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Ações da Disney disparam com anúncio da Disney+ (Disney Plus) – e Netflix sofre queda

    12 de abril de 2019 /

    Wall Street reagiu com entusiasmo à apresentação da Disney+ (Disney Plus). Sem participação de astros famosos, ao contrário da apresentação da Apple+, os planos da Disney para o streaming convenceram o mercado de ações norte-americano pela clareza, com datas, preços, projeções, descrição de conteúdo e até uma demonstração da interface de seu aplicativo – tudo que faltou ao evento da Apple, realizado duas semanas antes. Como resultado, as ações da Disney amanheceram em alta nesta sexta (12/4), subindo impressionantes 10% em 24 horas. Enquanto isso, as ações da Netflix, que domina o mercado de streaming, sofreram uma queda de 3%. Além da clareza, um dos pontos mais celebrados pelos investidores foi o preço da assinatura mensal do Disney+ (Disney Plus), anunciado como US$ 6,99 ao mês, bem mais barata que o pacote básico da Netflix (US$ 8,99). Quando Bob Iger, o CEO da Disney, pronunciou o valor no evento realizado na noite de quinta (madrugada desta sexta, pelo fuso horário brasileiro), houve um burburinho coletivo no local, um estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia. “Estamos começando a partir de uma posição de força, confiança e otimismo desenfreado”, afirmou Iger durante a presentação. E os investidores concordaram. A Disney revelou que gastará mais de US$ 1 bilhão em conteúdo original para alimentar a plataforma de streaming com séries, programas e filmes exclusivos em 2020, quantia que pretende aumentar para até US$ 2,5 bilhões por ano de investimento. Pode não parecer muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. Iger e a CFO da Disney, Christine McCarthy, também assumiram que o lançamento causará prejuízo para a empresa durante cinco anos, mirando 2024 como o ano em que o negócio deverá começar a dar lucro. Caso as ações da Disney se mantenham em alta, o prazo pode se tornar bem menor.

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  • Série

    Os Simpsons vestem o chapéu do Mickey em vídeo da Disney+ (Disney Plus)

    12 de abril de 2019 /

    O evento da Disney que anunciou detalhes da seu projeto de streaming, realizado na noite de quinta (sexta, 12/4, no fuso horário brasileiro) para investidores e imprensa norte-americanos, incluiu o primeiro vídeo de “Os Simpsons” feito para o estúdio. Concebido para divulgar a disponibilização dos 660 episódios da série animada com exclusividade na Disney+ (Disney Plus), o vídeo mostra Homer mandando toda a família usar o chapéu do Mickey, com resultados hilários. A sinergia com a Disney aparece estampada literalmente num cartaz ao fundo, mas também se manifesta por meio de uma participação muito especial. Vale reparar também que, aos pés da estátua de Bob Iger, CEO da Disney, há uma cesta de lixo com um retrato de Rupert Murdoch, CEO da Fox, que vendeu seu estúdio de cinema e TV para a Disney. A série “Os Simpsons” será um dos destaques da Disney+ (Disney Plus), que ganhou data de lançamento nos Estados Unidos: 12 de novembro. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em outros países a partir de 2020.

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  • Etc,  Série

    Disney anuncia data, preço e detalhes de seu projeto de streaming

    12 de abril de 2019 /

    A Disney divulgou seus planos oficiais para o streaming, num evento para investidores e imprensa realizado na noite de quinta (sexta no Brasil, 12/4, pela diferença do fuso horário) num estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia – o mesmo usado para a filmagem do “Mary Poppins” original. O projeto consiste no lançamento de um pacote com três serviços: ESPN+ com esportes, Hulu com programação adulta e Disney+ (Disney Plus) para toda a família. Destes três, apenas o Disney+ (Disney Plus) ainda não está disponível. Mas finalmente ganhou uma data de lançamento. O Disney+ (Disney Plus) será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos. A apresentação da plataforma, comandada pelo CEO Bob Iger, veio acompanhada da confirmação de que o serviço será internacional, com a expectativa de chegar a outros países em 2020. Outro detalhe importante foi divulgado: seu preço. Custará apenas US$ 6,99 ao mês – ou, com desconto, será oferecido por uma assinatura anual de US$ 66,90 nos Estados Unidos. O valor é bem mais em conta que o preço da assinatura mais barata da Netflix – US$ 8,99 ao mês. A maior parte da programação do Disney+ (Disney Plus) será preenchida pela vasta biblioteca de títulos da empresa. Já em seu lançamento, o serviço contará com 18 filmes da Pixar, 13 clássicos animados da Disney que estão fora de circulação há tempos, todos os filmes de “Star Wars” e dos super-heróis da Marvel, inclusive, em primeira mão, a estreia de “Capitão Marvel” e “Vingadores: Ultimato” em streaming, cerca de 250 horas de programação da National Geographic, 100 produções originais do Disney Channel, 660 episódios de “Os Simpsons” e produções exclusivas criadas especificamente para a plataforma, . Entre as produções exclusivas, incluem-se uma versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, além de séries derivadas de “Star Wars”, dos filmes da Marvel e da Fox, dos desenhos da Pixar e dos telefilmes da Disney – casos, por exemplo, de “The Mandalorian”, passada numa galáxia distante, produções com Loki, Feiticeira Escarlate e Visão, Gavião Arqueiro, Soldado Invernal e Falcão, séries animadas baseadas nos quadrinhos de “O Que Aconteceria Se” (What If) e no filme de “Monstros S.A.”, sem esquecer de uma continuação de “Com Amor, Simon” e um spin-off de “High School Musical”. Para começar, estão previstas oito séries originais live-action, cinco atrações animadas, 14 produções de variedades (documentários, reality shows, especiais) e seis filmes exclusivos, que estão sendo produzidos visando disponibilidade no lançamento do serviço. A Disney está investindo US$ 1 bilhão na produção desse conteúdo exclusivo para a plataforma. Não parece muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. A expectativa, porém, é que a empresa perca milhões de dólares até a plataforma se tornar lucrativa, numa curva que só deve mudar após cinco anos de expansão. Neste período, a Disney+ (Disney Plus) continuará investindo cada vez mais em produções exclusivas. Antes mesmo de lançar o serviço, a Disney assumiu que espera perder cerca de US$ 150 milhões em taxas de licenciamento, que deixarão de entrar em seus cofres após encerrar seu relacionamento com a Netflix. E diz já ter perdido cerca de US$ 1 bilhão ao investir em tecnologia e na montagem de seu negócio de streaming, com custos que devem crescer muito mais quando a Disney+ (Disney Plus) começar a operar. O evento também contou com uma breve demonstração do aplicativo Disney+ (Disney Plus) (veja um vídeo abaixo), que oferece aos usuários a opção de navegar pelo serviço por marca – por exemplo, Marvel ou Star Stars. Os assinantes da Disney+ (Disney Plus) poderão criar perfis com experiências personalizadas com base em seus produtos favoritos. E o serviço também inclui controle dos pais com restrição por idade. Por enquanto, Disney+ (Disney Plus), ESPN+ e Hulu serão oferecidos separadamente aos assinantes, mas os planos incluem, num futuro próximo, o lançamento de um pacote com assinaturas para os três produtos com desconto. Para viabilizar esse projeto em todo o mundo, a Disney também planeja implementar, finalmente, a distribuição global da Hulu, que hoje é restrita ao mercado americano. Com isso, deverá encerrar o licenciamento das produções exclusivas do serviço para terceiros – no Brasil, por exemplo, “The Handmaid’s Tale” está sendo disponibilizada pela Globoplay.

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  • Etc,  Série

    YouTube cancela quatro séries e troca foco de sua plataforma de streaming

    11 de abril de 2019 /

    O YouTube Premium cancelou quatro séries originais, assumindo que pretende abandonar a produção de séries, apesar de negativas dissimuladas de seus porta-vozes. Em novembro passado, a plataforma anunciou que iria descontinuar seu serviço de assinatura Premium, passando a oferecer o conteúdo produzido com exclusividade para a plataforma de forma gratuita para todos os usuários a partir de 2020. Na ocasião, o YouTube garantiu que isso não afetaria a produção de séries. Já afetou. Em meio a uma mudança completa de foco da plataforma, as produções de “Ryan Hansen Solves Crimes on Television”, “Champaign ILL”, “Sideswiped” e “Do You Want to See a Dead Body?” foram descontinuadas. Destas, apenas a primeira teve repercussão. Além dos cancelamentos, o YouTube também parou de encomendar novas séries nos últimos meses. Estas ações recentes da plataforma sugerem sua desistência de competir em produção de conteúdo com a Netflix. Em vez disso, o YouTube estaria planejando reforçar seu projeto original, explorando aquilo que sempre fez: exibir vídeos com anúncios. Em vez de séries, priorizar aquilo que seus usuários já buscam: shows, humor e vídeos sem roteiro. E apostar em outro filão, como transmissões de streaming ao vivo – algo que o Facebook já começou a fazer com eventos esportivos. “Nosso objetivo é criar uma programação incrível focada em música, educação, criadores de conteúdo do YouTube e outros programas”, disse Susanne Daniels, chefe global de conteúdo original do YouTube, em comunicado que confirma a tendência. O maior sucesso original do YouTube é “Cobra Kai”, série que dá sequência à história de Karatê Kid com os mesmos atores do original. A 2ª temporada estreia em 24 de abril, mas a expectativa é saber se o programa será renovado para um terceiro ano. Em 2019, o mercado de assinaturas de streaming ganhará mais três serviços gigantes concorrentes: as plataformas da Disney, Apple e Warner Media. E outros players já anunciaram projetos similares para 2020.

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  • Etc

    Will Ferrell e Adam McKay anunciam final de sua parceria

    7 de abril de 2019 /

    O ator Will Ferrell e o diretor Adam McKay anunciaram o fim de sua parceria. Os dois eram sócios há 13 anos na produtrao Gary Sanchez Productions. A dupla, que se conheceu em 1995 no programa “Saturday Night Live”, encontrou grande afinidade ao trabalhar junta em filmes. Os cinco primeiros filmes dirigidos por McKay foram estrelados por Ferrell: “O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy” (2004), “Ricky Bobby, a Toda Velocidade” (2006), “Quase Irmãos” (2008), “Os Outros Caras” (2010) e “Tudo por um Furo” (2013). Mas ultimamente o cineasta tem se dedicado mais a produções de temática política, como “A Grande Aposta” (2015) e “Vice” (2018), filmes que o transformaram num autor de prestígio e consagrado pelo Oscar, enquanto Ferrell vive uma fase de comédias fraquíssimas – “Holmes & Watson” foi considerado o Pior Filme de 2018 na votação do troféu Framboesa de Ouro. A diferença se tornou gritante, mas o nome de McKay continuou atrelado aos fracassos do parceiro. Assim, “decidiram se separar e focar em novos esforços criativos”, segundo comunicado assinado pelos dois. “Os últimos 13 anos não poderiam ter sido mais agradáveis ​​e satisfatórios para nós dois na Gary Sanchez Productions. Agradecemos imensamente à nossa incrível equipe e executivos e a todos os escritores, diretores e atores com os quais trabalhamos ao longo dos anos”, acrescentaram. “Nós dois sempre trabalharemos juntos de forma criativa e sempre seremos amigos. E nós reconhecemos que temos a sorte de acabar com esse empreendimento desse jeito”, conclui o texto. McKay e Ferrell têm uma grande lista de projetos em desenvolvimento com sua produtora, que assinou um contrato de três anos com a Paramount em setembro – entre outros, incluem a comédia “Hustlers”, com Jennifer Lopez, o novo filme de Ferrell, “Eurovision”, com distribuição da Netflix, e a série sci-fi “Motherland: Fort Salem” para o canal pago Freeform.

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  • Etc,  Série

    Parceiro de Ryan Murphy, Brad Falchuk assina contrato de exclusividade com a Netflix

    26 de março de 2019 /

    O produtor, diretor e roteirista Brad Falchuk assinou um contrato de exclusividade com a Netflix para desenvolver novas séries. Ele é mais conhecido como parceiro de Ryan Murphy na criação de séries de sucesso como “Glee”, “American Horror Story”, “9-1-1” e “Pose”. O contrato foi fechado um ano após Murphy assinar um acordo milionário com a Netflix. Inclusive, Falchuk irá ajudar Murphy a tocar o seu primeiro projeto em streaming: a série musical “The Politician”. Vale lembrar que uma das estrelas de “The Politician”, a atriz Gwyneth Paltrow, casou-se com Falchuk em setembro do ano passado. Segundo o site do Deadline, Falchuk pretende aproveitar o novo contrato para se desvincular um pouco do nome de Murphy, pretendo criar séries próprias para a Netflix. Ele é dono da produtora Brad Falchuk Teley-Vision, que pretende ampliar com a ajuda da plataforma de streaming. A contratação de Falchuk segue um novo modelo de negócios da Netflix, que está cancelando séries produzidas por grandes estúdios – que terão seus próprios serviços de streaming – para apostar em séries que ela própria produzirá – e das quais será 100% proprietária, podendo explorar merchandising, receber pela exibição em outros canais, lançamento de Bluray, etc. Para desenvolver sua nova programação, a plataforma também contratou Kenya Barris (criador de “Black-ish”), Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e até o casal Barack e Michelle Obama.

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  • Etc,  Série

    Apple anuncia oficialmente seu serviço de streaming, que vai chegar ao Brasil

    25 de março de 2019 /

    A Apple anunciou oficialmente nesta segunda (25/3) o seu serviço de streaming de séries originais. Assim como o concorrente da Disney, a plataforma será identificada por um sinal de adição (+), batizada de Apple TV+. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa de tecnologia, Tim Cook, no teatro Steve Jobs em Cupertino, na Califórnia, e contou com a presença dos cineastas Steven Spielberg e J.J. Abrams, e atores como Reese Whiterspoon, Jennifer Aniston e Jason Momoa, que estarão nas séries da empresa. O Apple TV+ será um serviço internacional. Isto é, não terá etapa inicial restrita aos Estados Unidos. E deverá ser lançado nos próximos meses, durante o outono norte-americano, para usuários em mais de cem países. O serviço funcionará por meio de uma assinatura e será disponibilizado por um novo aplicativo da Apple TV, que dará ao usuário acesso aos conteúdos exclusivos da Apple. Os preços ainda não foram divulgados pela companhia. Aguardado com expectativa, o Apple TV+ já tem várias séries originais em produção, como “The Morning Show”, estrelada por Jennifer Aniston, Reese Whiterspoon e Steve Carell, que acompanhará os bastidores de um programa de notícias matinal. “Nós vamos trazer um olhar honesto sobre relações entre homens e mulheres no ambiente de trabalho”, disse Aniston durante o evento de apresentação da plataforma, afirmando estar animada por voltar à TV com o projeto – sua primeira série desde o fim de “Friends”, em 2004. Já o diretor Steven Spielberg assina a produção de “Amazing Stories”, nova versão da série de antologia sci-fi criada por ele em 1985. “Vamos ressuscitar essa marca e levá-la a um novo público”, disse o cineasta. Por sua vez, Jason Momoa apareceu ao lado da atriz Alfre Woodward para divulgar “See”, uma nova série de ficção científica, enquanto J.J. Abrams está por trás da atração musical “Little Voice”. A Apple ainda tem várias outras atrações originais previstas, incluindo uma trama de espionagem protagonizada por Brie Larson, a Capitã Marvel. Mas o principal vídeo disponibilizado no evento – que pode ser conferido abaixo – não trouxe imagens das séries, apesar de ter mais de 5 minutos de duração. Um segundo vídeo, com 1 minuto e meio, concentrou todas as cenas, dando pouca perspectiva sobre os projetos – veja o vídeo e saiba mais sobre as séries aqui. Ainda não há previsões sobre quando o Apple TV+ será disponibilizado no Brasil, mas a boa notícia do evento foi que ele chegará no país – ao contrário de Hulu e CBS All Acess, entre outras plataformas exclusivas dos Estados Unidos. Como parte de sua investida em conteúdo, a empresa também vai oferecer acesso a outros serviços por meio do aplicativo Apple TV Channels, que agrupará a programação de canais como Showtime, Starz, HBO e a plataforma CBS All Access. Mas não está claro se esse projeto também será internacional. No evento, a Apple ainda anunciou serviços de notícias, com acesso a jornais e revistas, de games e até um cartão de crédito virtual.

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    Disney fecha Fox 2000, estúdio de A Culpa É das Estrelas e Clube da Luta

    22 de março de 2019 /

    Um dia após assumir o controle da Fox, a Disney desceu a guilhotina em seus novos funcionários, demitindo executivos veteranos de distribuição e marketing, entre outros departamentos que serão extintos na consolidação da fusão. A maior novidade, porém, foi o anúncio de que o estúdio Fox 2000 será fechado. Criado e comandado por Elizabeth Gabler desde 1999, o estúdio era especializado em filmes contemporâneos de médio orçamento. E lançou muitos sucessos, como “O Clube da Luta” (1999), “Nunca Fui Beijada” (1999), “Johnny & June” (2005), “O Diabo Veste Prada” (2006), “Marley & Eu” (2008), “A Culpa É Das Estrelas” (2014), “Joy: O Nome do Sucesso” (2015), “Ponte dos Espiões” (2015), “Estrelas Além do Tempo” (2016), “Com Amor, Simon” (2018) e “O Ódio que Você Semeia” (2018). A empresa será desativada após lançar “The Woman in the Window”, novo filme de Joe Wright (“Anna Karenina”), atualmente em pós-produção e previsto para chegar aos cinemas em outubro. Não há informação sobre se os demais projetos que estavam em desenvolvimento no estúdio foram cancelados ou se serão remanejados para outra divisão da Disney. Também não há posição oficial sobre a situação de Gabler – se ela será dispensada, virará executiva da Disney ou produtora associada. Curiosamente, a Fox 2000 fazia o tipo de filme que deve entrar em demanda com o lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus). A decisão de eliminar o estúdio é consequência de uma projeção de economia na cada dos US$ 2 bilhões com cortes de produções, cargos dobrados e redundâncias operacionais que decorreram da compra da Fox. Várias demissões aconteceram entre quarta e quinta (21/3) nos Estados Unidos e mais são esperadas ao redor do mundo. As divisões televisivas passaram sem muito trauma pela transição, mas a aquisição deixou a Disney com 11 estúdios de cinema: Walt Disney Pictures, Disney Animation, Pixar, Marvel, Lucasfilm, 20th Century Fox, Fox Searchlight, Fox Family, Fox Animation, Blue Sky e Fox 2000. Além de limar um estúdio, a Disney também vai diminuir a produção de filmes da Fox, que deixará de lançar cerca de 20 títulos por ano para se limitar a no máximo meia dúzia de lançamentos anuais a partir de 2020. Esta conta, ao menos, não incluirá os filmes dos X-Men, que passarão a ser produzidos pela Marvel. O detalhe é que a Marvel também vai diminuir – e não aumentar – a quantidade de seus lançamentos em decorrência do acúmulo de estúdios. Serão apenas dois filmes de super-heróis por ano.

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    Os Simpsons e Deadpool dão boas-vindas ao Mickey

    20 de março de 2019 /

    Os Simpsons e Deadpool amanheceram como personagens da Disney – literalmente, no site da Walt Disney Company. E o showrunner da animação e o intérprete do super-herói não deixaram passar a ocasião. O produtor Al Jean e o ator Ryan Reynolds se manifestaram nas redes sociais com posts sobre a compra da Fox. Reynolds publicou uma foto em que aparece como Deadpool, usando um chapéu do Mickey no interior de um ônibus da Disneylândia. E Jean publicou um desenho de Matt Groening, criador dos Simpsons, em que Homer enforca o próprio Mickey, enquanto Bart dá as boas vindas ao novo integrante da família. É amor, ao melhor estilo dos desenhos e dos filmes da Fox. Confira abaixo .@TheSimpsons Thank you Fox and welcome Disney! pic.twitter.com/01uPrPsf7r — Al Jean (@AlJean) March 19, 2019 Feels like the first day of ‘Pool. pic.twitter.com/QVy8fCxgqr — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) March 19, 2019

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  • Etc

    Os Simpsons, Deadpool e Avatar já aparecem no site da Disney

    20 de março de 2019 /

    Desde a meia-noite desta quarta (20/3), a Fox é oficialmente parte da Disney. E o novo proprietário já exibe a novidade em seu site oficial. Atualizado nas últimas horas, o banner da site da Walt Disney Company agora traz os protagonistas de “Os Simpsons”, “Deadpool”, “Avatar”, “A Forma da Água” e da série “Atlanta” ao lado de Capitã Marvel, a Rey de “Star Wars”, o Woody de “Toy Story”, a Elsa de “Frozen” e, claro, o Mickey. Veja abaixo. A Disney pagou US$ 71,3 bilhões para fechar a compra, que começou a ser negociada em 2017 e foi concluída oficialmente nesta quarta. Com a transação, a Disney passa a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além da fatia que restou na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports. Estas empresas continuam sob controle da família de Rupert Murdoch e formarão uma nova Fox americana – sem relações com a Fox brasileira.

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