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    Netflix Brasil recomenda séries das plataformas rivais nas redes sociais

    9 de abril de 2020 /

    Para estimular as pessoas a ficarem em casa como precaução contra a pandemia de coronavírus, vale tudo, até falar bem da concorrência. Foi o que fez a Netflix Brasil, ao divulgar em suas redes sociais o conteúdo de plataformas rivais de streaming. Em três posts consecutivos, a Netflix recomendou a seus assinantes que busquem conteúdos também na HBO GO, Amazon Prime Video, Globoplay e Telecine, ressaltando que o último tem todos os filmes de Harry Potter, algo cobrado por seu público há algum tempo. A Globoplay aproveitou para entrar no espírito, ao dizer que se tem a casa mais vigiada do Brasil, a residência do “Big Brother”, a Netflix tem “La Casa de Papel”, e o importante é mesmo ficar em casa. Veja abaixo. Se você gosta de Black Mirror, provavelmente vai gostar de Years and Years, da @HBO_Brasil. Se prefere Orange Is The New Black, você deve gostar de Fleabag, do @PrimeVideoBR. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 8, 2020 Se gostou de Atypical, talvez você goste de The Good Doctor, do @globoplay. Mas se o que você gosta é de me encher no Twitter, a @redetelecine tem sete filmes de Harry Potter disponíveis. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 8, 2020 Se temos algo em comum são as nossas casas, né sister? Você tem La Casa de Papel e eu tenho La Casa mais vigiada do Brasil. O importante nesse momento é ficar em 🏠! — globoplay em 🏠 (@globoplay) April 8, 2020

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    Disney+ (Disney Plus) atinge 50 milhões de assinantes mundiais

    8 de abril de 2020 /

    O serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) ultrapassou os 50 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, informou a Walt Disney Co. nesta quarta-feira (8/4). A marca foi atingida cinco meses após o lançamento do serviço e poucos dias após sua chegada na Europa, em 24 de março, quando ficou disponível no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países, além da Índia, onde foi lançado em 3 de abril. Só o lançamento na Índia – realizado em conjunto com o serviço Hotstar, adquirido na compra dos ativos da Fox – representou cerca de 8 milhões de novos assinantes para a Disney +, em apenas cinco dias. “Estamos realmente sensibilizados pelo fato de a Disney+ (Disney Plus) estar ressonando entre milhões de pessoas em todo o mundo e acreditamos que isso é um bom presságio para nossa expansão contínua na Europa Ocidental e no Japão e em toda a América Latina no final deste ano”, disse Kevin Mayer, presidente do departamento direct-to-consumer da Walt Disney. “Grandes histórias inspiram e elevam, e estamos em uma posição privilegiada de poder oferecer uma vasta gama de ótimos conteúdos de entretenimento focados em alegria e otimismo no Disney+ (Disney Plus)”, completou, em comunicado. Ao atingir a marca de 50 milhões, a Disney+ (Disney Plus) já deixou para trás o serviço Hulu, seu irmão corporativo, que tem um pouco mais de 30 milhões de assinantes. A diferença é que o Hulu só está disponível na América do Norte. Mas o rápido avanço já supera expectativas iniciais. Quase dobrou sua base desde a última vez que divulgou seu número de assinantes, no início de fevereiro. E já reuniu uma audiência que é quase um terço do tamanho da Netflix, que começou a oferecer streaming há mais de uma década. A Disney não disse se atribui parte do crescimento recente do serviço à pandemia de coronavírus, que paralisou a vida cotidiana em todo o mundo e causou um aumento nas visualizações de streaming. A plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, oferece uma vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, mas pouco material exclusivo. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial.

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    Plataforma Quibi chega no Brasil de surpresa

    7 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi ganhou lançamento-surpresa no Brasil. Sem nenhum alarde, zero marketing e nenhuma informação adicional, o serviço de streaming para celulares começou a funcionar em território nacional na segunda-feira (6/4), simultaneamente a sua inauguração nos EUA. A chegada do serviço também se dá sem nenhum esforço dos responsáveis para adaptar o conteúdo ao Brasil. Não há legendas nem dublagem em português. As legendas só estão disponíveis em inglês e em espanhol. A falta de empenho para lançar o serviço no país contrasta com o investimento milionário feito para tornar o negócio conhecido na América do Norte. De fato, é apenas graças a isso que o público brasileiro pode ter alguma noção do que se trata. Em resumo, Quibi aspira ser uma Netflix de celular. Seu conteúdo é feito para dispositivos móveis e já está disponível nas lojas digitais de aplicativos. O nome da plataforma vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia buscou tratar como sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Mas o YouTube faz sucesso com vídeos curtos. O que diferencia o Quibi da profusão de conteúdo gratuito do portal de vídeos do Google é que seus programas tem produção profissional. Para isso, foram investidos US$ 1,75 bilhão em projetos de estúdios como Sony Pictures, Disney e Warner Bros. O negócio é encabeçado por Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney e fundador da Dreamworks Animation, que, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Há projetos de Steven Spielberg, Sam Raimi, Guillermo del Toro, Jennifer Lopez, Reese Witherspoon e muitos outros pesos-pesados de Hollywood. Isto tem custo. No Brasil, a assinatura é R$ 32,90, bastante caro quando se compara com a concorrência “convencional” e especialmente diante do preço cobrado nos EUA (US$ 5 com anúncios e US$ 8 sem comerciais). Mas o serviço resolveu oferecer três meses de acesso gratuito para quem tiver curiosidade. Uma das inovações do Quibi em relação ao YouTube e o TikTok é a tecnologia que permite assistir aos vídeos tanto na vertical quanto na horizontal, num formato adaptável sua tela. O serviço também oferece a opção de adicionar programas numa lista pessoal, baixar para assistir offline e encontrar fichas de informações sobre o elenco e a produção. A tecnologia inovadora, por sinal, motivou processo nos EUA. A empresa Eko entrou na justiça por suposto roubo de propriedade intelectual, alegando que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual a dela. Apesar do processo, a Eko não conseguiu impedir o lançamento da Quibi, que era seu objetivo inicial. Mesmo em sua estreia, a Quibi oferece um catálogo gigante, iniciando com cerca de 50 produções, de um total planejado de 175 títulos em seu primeiro ano. Há de tudo um pouco, de reality shows a “filmes em capítulos” (séries que tem duração de um filme, só que dividido em fatias de 10 minutos). Novos episódios são disponibilizados todos os dias, e novos programas vão estrear às segundas-feiras. Algumas das melhores séries do Quibi, como “Survive”, estrelada por Sophie Turner, e “Most Dangerous Game”, com Liam Hemsworth, funcionariam melhor na TV, onde sua tensão poderia ganhar dimensões mais adequadas. Mas, infelizmente, o serviço não oferece opção de retransmitir seu conteúdo para o computador ou televisão, como outros aplicativos de streaming. E, por isso mesmo, acaba se tornando uma experiência individual. O que não é exatamente a melhor opção para um período de quarentena como o atual. De fato, o isolamento social não parece combinar com esse tipo de serviço, considerando que a maioria da população está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries em família – Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu negócio está atingindo recordes históricos de audiência. Também vale lembrar que o Snapchat – quem lembra do Snapchat? – tentou oferecer esse mesmo tipo de serviço em 2018. Chamadas de Snapchat Originals, as produções de episódios curtos foram descontinuadas por falta de público. Claro que o Quibi pode aperfeiçoar seu formato, oferecer acesso à transmissão na TV ou se concentrar em produções não seriadas, como o revival de “Punk’d”, um programa de pegadinhas da antiga MTV, e a novidade “Chrissy’s Court”, um reality que transforma a modelo Chrissy Teigen em juíza de disputas irrelevantes. Auto-contidos, os episódios desse tipo de atração não dependem de continuidade e podem ser consumidos sem compromisso, o que parece mais adequado à proposta do serviço. Afinal, Quibe tem verba maior que o Snapchat para dar certo. Veja abaixo um comercial do conteúdo já disponível na nova plataforma.

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    Plataforma Quibi estreia em meio à quarentena do coronavírus

    5 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi vai estrear na segunda-feira (6/4) nos EUA – e aparentemente também no Brasil – num cenário completamente diferente do que previam seus idealizadores. Criada para ser uma alternativa “de bolso” da Netflix, a Quibi investiu quase US$ 1,8 bilhão e atraiu pesos-pesados de Hollywood, de Steven Spielberg a Jennifer López, com sua estratégia de programas de curta duração, para se tornar o primeiro serviço de streaming especializado em conteúdo exclusivo para celular. O nome Quibi vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia tentava transformar em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais do lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Entretanto, a inauguração do serviço vai se dar num período em que a maioria da população americana está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries na televisão. Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu serviço está atingindo recordes históricos de audiência. Neste contexto, como fica o projeto de séries com episódios de 10 minutos? É o que o mercado, e especialmente os investidores do Quibi, querem saber. “Honestamente, não sabemos o que esperar”, confidenciou, de forma sincera, a CEO Meg Whitman (ex-CEO da eBay e da Hewlett Packard) ao MarketWatch, em entrevista por telefone na quinta passada (2/4). Dada a circunstância atual, ela disse: “As pessoas ainda têm seus momentos intermediários para se divertir, seja depois da escola em casa ou do Zoom”, ponderou, antes de concluir: “Teremos que esperar e ver”. Whitman foi a primeira contratada de Jeffrey Katzenberg, ex-Disney e fundador da DreamWorks Animation, quando o projeto da Quibi começou a sair do papel. Katzenberg é o verdadeiro responsável pela iniciativa e, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Atraídas pelo célebre executivo de Hollywood e pelos milhões de dólares prometidos, estrelas do cinema e da televisão prepararam várias séries e programas de variedades para a Quibi, desde um reboot da série clássica “O Fugitivo” até um reality de sobrevivência de Zac Efron, que ganhou manchetes após o ator ser hospitalizado. Mas a imprensa já reparou que muitas séries prometidas, algumas ligadas a franquias clássicas, têm na verdade a duração de um filme convencional e passam a impressão de ser longa-metragens fatiados em episódios. De fato, o serviço apresenta essas produções como filmes em capítulos, o que não soa como o atrativo imaginado pelos produtores. Por outro lado, antologias, como a produção de terror “50 States of Fear”, do cineasta Sam Raimi, tendem a funcionar melhor nesse formato por conta de suas histórias curtas completas. Não bastasse o desafio de emplacar uma nova forma de consumo de conteúdo, a Quibi ainda enfrenta uma batalha jurídica para ser lançada e permanecer no ar. O motivo é uma disputa de patentes tecnológicas. Todo o conteúdo da plataforma é produzido em formato vertical e horizontal, mudando automaticamente de um para o outro, conforme a preferência do espectador. A tecnologia e o conceito por trás dessa inovação, pensada no consumo em celular, teria sido desenvolvido por outra empresa, que foi à justiça americana tentar impedir o lançamento da plataforma, alegando roubo de propriedade intelectual. Em seu processo, a empresa Eko denuncia que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi para fechar negócio, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual à apresentada. O caso segue na justiça americana. Por tudo isso, a proposta revolucionária da Quibi chega ao mercado como uma grande incógnita. Para evitar o desapontamento e virar a possível maior vítima comercial do coronavírus, a empresa resolveu oferecer testes gratuitos de 90 dias para seus primeiros assinantes, o que supera ofertas semelhantes da Netflix e da Amazon. Após os primeiros três meses, a assinatura do serviço custará entre US$ 5 e US$ 8 mensais, dependendo da opção preferida – com ou sem anúncios. Veja abaixo o comercial americano do serviço.

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    China reabriu mais de 500 cinemas no fim de semana

    23 de março de 2020 /

    Os cinemas da China voltaram a funcionar no último fim de semana, com a reabertura de 507 estabelecimentos cinematográficos, segundo informações locais. O número representa apenas 4,5% do parque exibidor chinês, mas a expectativa é que mais salas sejam abertas no próximo fim de semana, conforme a crise sanitária demonstra ter sido controlada no país. A retomada acontece no momento em que o resto do mundo decreta o fechamento de suas salas. Nesta segunda (23/3), a Austrália se tornou o último grande mercado a fechar seus cinemas. A reabertura chinesa vai acontecer de forma gradual, com a exibição de antigos sucessos locais, como “Terra à Deriva” e “Upa – Meu Monstro Favorito”, e blockbusters estrangeiros como os títulos da franquia “Harry Potter”. O perfil da Warner no Weibo, rede social popular na China, chegou a anunciar que o primeiro capítulo da saga criada por J.K. Rowling voltaria às telas chinesas para sinalizar que a crise acabou. Ou, como disse o estúdio, que “a magia está voltando!”. Para compensar o período de fechamento, os exibidores estão ficando com 100% da receita das bilheterias em sua reabertura, em vez de devolver parte dela aos estúdios e distribuidoras. Num segundo momento, os cinemas chineses ainda terão estreias dos filmes estrangeiros que ficaram inéditos no país durante a crise, como “1917”, “Ford vs. Ferrari”, “Dolittle”, “Jojo Rabbit”, “Sonic: O Filme” e “Bad Boys Para Sempre”. Mas não há planos para lançar exclusivamente no território chinês os filmes que foram adiadas em outros países, como “Mulan”, “Viúva Negra”, “Um Lugar Silencioso 2” e “Espiral: O Legado de Jogos Mortais”. Houve apenas 39 novos casos de covid-19 no domingo, informou a Comissão Nacional de Saúde da China. E cada um foi importado para o continente (em vez de ter sido transmitido entre moradores país). O número total de casos confirmados na China chegou a 81.093, com 3.270 mortes.

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    Sonic, Dois Irmãos e outras estreias recentes têm lançamento online antecipado

    20 de março de 2020 /

    Os grandes estúdios de Hollywood estão antecipando todos os seus últimos lançamentos cinematográficos em tempo recorde para locação e/ou venda online. Sucessos infantis como “Sonic: O Filme”, da Sony, e “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, da Disney, já serão disponibilizados nos próximos dias – respectivamente, em 31 de março e 3 de abril. A estratégia segue a iniciativa da Universal, que nesta sexta-feira (20/3) lançou “O Homem-Invisível”, “A Caçada” e “Emma” para locação nos EUA em serviços como iTunes, Google Play e YouTube Films. Estes títulos, porém, ainda não chegaram ao Brasil. Outros filmes que estavam em cartaz nos EUA quando os cinemas fecharam como precaução contra a pandemia de coronavírus, e chegarão em VOD a partir do próximo fim de semana incluem “Enquanto Estivermos Juntos”, “The Way Back”, “Magnatas do Crime”, “Aves de Rapina” e “Bloodshot”. Os três primeiros não tiveram estreia nacional. A medida derruba a janela tradicional de estreias. Geralmente, filmes demoram até 90 dias entre seu lançamento nos cinemas e a chegada para locação digital. Mas o fechamento dos cinemas precipitou o adiantamento das ofertas. O parque exibidor observa com preocupação, pois não tem como argumentar contra a iniciativa. Entretanto, dependendo dos resultados, a diminuição da janela pode se firmar e virar um tendência irreversível no mercado, após a superação da crise de saúde e da reabertura dos cinemas.

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    São Paulo e Rio assumem a frente da resposta cultural à crise do coronavírus no Brasil

    19 de março de 2020 /

    Os governos de São Paulo e Rio tomaram a frente das soluções para a indústria cultural, durante a crise gerada pela pandemia de coronavírus no Brasil. No mesmo dia em que a Ancine publicou a impressionante decisão urgente de obrigar filmes e séries com financiamento público a exibirem a bandeira nacional, as secretarias municipais de Cultura das duas maiores cidades brasileiras, bem como a secretaria estadual do governo de São Paulo, anunciaram medidas concretas. O secretário de Cultura Alê Youssef anunciou nesta quinta (19/3) a iniciativa Janelas de São Paulo, que envolve cerca de 8 mil artistas. Eles farão apresentações gravadas em suas casas, que serão pagas e divulgadas pela Prefeitura na internet. A proposta deve abranger criadores de diversas linguagens artísticas, inspiradas pelas cantorias nas janelas de cidades italianas durante a quarentena naquele país, assim como o surgimento de shows online organizados por artistas da música pop internacional. O material gravado pelos artistas ficará disponível nas páginas da prefeitura, nas redes sociais e também, provavelmente, na plataforma de streaming Spcine Play, mantida pelo município. O serviço, por sinal, liberou diversos filmes para serem vistos de graça pelo público, na terça passada (17/3). O projeto Janelas de São Paulo tem orçamento de R$ 10 milhões. Além disso, a secretaria paulistana destaca que outros R$ 93 milhões serão disponibilizados em forma de fomentos e programas que já estavam previstos antes do surto do vírus, e que tiveram os prazos estendidos, atendendo reivindicação do setor. Também para garantir renda, os contratos já assinados foram prorrogados. Mesmo as atividades que tiveram de ser adiadas serão pagas como acordado antes do coronavírus e reagendadas para entrega ou exibição após a crise. Já o governo do estado de São Paulo anunciou uma linha de crédito com 12 meses de carência para proteger empresas durante a crise provocada pela pandemia. Dos R$ 500 milhões anunciados, R$ 275 milhões são destinados exclusivamente para os setores de cultura e economia criativa, turismo e comércio, vistos como os mais impactados pela situação. Só para as áreas de cultura e economia criativa, que normalmente respondem por 3,9% do PIB do estado, a perda com a pandemia do coronavírus é estimada em R$ 34,5 bilhões pelo secretário Sérgio Sá Leitão. Outra ação anunciada é o programa Cultura em Casa, que está reunindo, em um site, links para conteúdo cultural que o público pode ver em casa para se entreter. Aos poucos, a lista deve engordar com opções de todas as entidades culturais ligadas ao governo. No Rio, o secretário municipal de Cultura, Adolfo Konder, informou que a pasta vai adiantar o processo de seleção dos editais dos Pontos de Cultura e da Música para Lonas, Arenas e Areninhas. Sarão dez pontos de cultura financiados com R$ 70 mil, e um Pontão de Cultura, que receberá R$ 300 mil. Os projetos de música selecionados receberão R$ 30 mil cada. Assim como na cidade de São Paulo, a proposta é que cada projeto selecionado receba os recursos o quanto antes, independentemente do processo de realização. Konder também informou que está fazendo estudo orçamentário para viabilizar financiamentos de ações e projetos em plataformas online voltados para pequenos produtores e artistas de rua. O projeto Janelas de São Paulo pode servir de exemplo para a iniciativa carioca.

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  • Etc

    China anuncia planos para a reabertura dos cinemas no país

    19 de março de 2020 /

    Enquanto as redes exibidoras anunciam o fechamento dos cinemas no Brasil como precaução diante da crise de saúde, a China já começa a superar a pandemia de coronavírus e anuncia a reabertura de suas salas. O país conseguiu “zerar” a transmissão local da doença na quarta (18/3). Segundo o Deadline, o plano é reabrir os estabelecimentos aos poucos, inicialmente trazendo antigos blockbusters locais para as telas. Títulos que fizeram sucesso na China nos últimos anos, como “Terra à Deriva” e “Upa – Meu Monstro Favorito”, vão voltar aos cinemas. Também há planos para trazer grandes sucessos estrangeiros do passado para os cinemas, incluindo a franquia “Harry Potter”. O perfil da Warner no Weibo, rede social popular na China, confirmou que o primeiro capítulo da saga criada por J.K. Rowling vai voltar às telas chinesas para sinalizar que a crise acabou. Ou, como disse o estúdio, que “a magia está voltando!”. Para compensar o período de fechamento, os exibidores ficarão com 100% da receita das bilheterias em sua reabertura, em vez de devolver parte dela aos estúdios e distribuidoras. Num segundo momento, os cinemas chineses terão estreias dos filmes estrangeiros que ficaram inéditos no país durante a crise, como “1917”, “Ford vs. Ferrari”, “Dolittle”, “Jojo Rabbit”, “Sonic: O Filme” e “Bad Boys Para Sempre”. Mas não há planos para lançar exclusivamente no território chinês os filmes foram adiadas em outros países, como “Mulan”, “Viúva Negra”, “Um Lugar Silencioso 2” e “Espiral: O Legado de Jogos Mortais”.

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  • Série

    Chuck Norris fará participação especial no final de Hawaii Five-0

    7 de março de 2020 /

    O veterano ator Chuck Norris vai fazer uma participação especial no final da série “Hawaii Five-0”. Na season finale de duas horas de duração, ele vai interpretar um sargento aposentado, chamado Lee Phillips, que ajudará o personagem Lincoln Cole (interpretado por Lance Gross, ex-“MacGyver”) a se esconder das autoridades e proteger seu anonimato. Phillips treinou Lincoln, um sargento condecorado da Marinha dos EUA que trabalha na segurança antiterrorismo da frota. Chuck Norris não aparecia na TV há cinco anos, desde que fez uma pequena participação como ele mesmo na série “Os Goldbergs”, em 2015. Seu último personagem diferente dele próprio tinha sido no filme “Os Mercenários”, O final também trará de volta o vilão do primeiro episódio da série, Victor Hesse, interpretado por James Marsters (o eterno Spike de “Buffy: A Caça-Vampiros”, que recentemente estrelou “Fugitivos”/”Runaways”), além do principal inimigo dos Five-0, Wo Fat, vivido por Mark Dacascos (de “O Pacto dos Lobos” e “Wu Assassins”). O último capítulo da série será exibido em 3 de abril nos EUA. “Hawaii Five-0” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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    Filme Filme: Nova plataforma traz o circuito dos festivais para cinéfilos brasileiros

    5 de março de 2020 /

    A falta de títulos de cinema de arte representa uma das principais lacunas da programação dos serviços de streaming. Apesar dos esforços da Netflix em adquirir produções premiadas em festivais, os títulos do gênero são raros e esparsos na plataforma. Apenas a Spcine Play e a americana Mubi – que oferece opção de legendas em português – vinham suprindo a paixão online dos cinéfilos. Mas isso começa a mudar. Visando esse mercado pouco atendido, Buno Beauchamps, Ilda Santiago e Mayra Auad, sócios da distribuidora Pagu Filmes, estão lançando nesta quinta (5/3) a plataforma Filme Filme, com uma programação exclusiva de “filmes de festivais”. O serviço, porém, não funciona à base de assinatura. É uma locadora virtual, que cobra por filme, ao estilo VOD (vídeo on demand), como o YouTube Filmes, iTunes e a sessão On Demand do Telecine. O catálogo inicial também não inclui clássicos, apenas lançamentos que passaram recentemente pelos cinemas brasileiros. A lista de filmes disponíveis dispõe de várias obras premiadas nos principais festivais europeus de cinema, como o francês “120 Batimentos por Minuto”, o brasileiro “Central do Brasil”, o chinês “As Montanhas Se Separam”, o indiano “The Lunchbox” e o documentário “Eu Não Sou Seu Negro”. Cada obra pode ser alugada por R$ 6 e pode ser assistida ao longo de uma semana. Para facilitar a escolha do usuário, os títulos estão divididos em dois ambientes: filmes em cartaz, com estreias semanais de obras recentes, e catálogo, para quem tiver mais tempo para procurar. Cada ambiente também está dividido em três categorias: documentários, populares e filmes de festivais. Mas trata-se de uma divisão pouco restrita, já que vários títulos ditos “populares” também são filmes de festivais – por exemplo: o brasileiro “O Grande Circo Místico” e o francês “Um Banho de Vida”, considerados “populares”, estrearam na mesma edição do Festival de Cannes em 2018. O endereço do Filme Filme na web é https://plataforma.filmefilme.com.br/. Iniciativas como a Filme Filme e Spcine Play são importantíssimas no Brasil, onde o circuito de filmes de arte é limitadíssimo e não atende aos cinéfilos distantes das grandes capitais, que raramente tem acesso aos lançamentos especializados.

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    O Homem Invisível não tira Sonic: O filme do topo das bilheterias do Brasil

    2 de março de 2020 /

    Ao contrário do que aconteceu nos EUA, a estreia do terror “O Homem Invisível” não conseguiu tirar “Sonic: O filme” do topo das bilheterias brasileiras. O filme infantil foi o mais visto no Brasil de quinta (27/2) a domingo (1/3) passados, com público de 376 mil pessoas e R$ 6,1 milhões em ingressos vendidos. Em três semanas em cartaz, a adaptação do videogame já arrecadou R$ 36,9 milhões no mercado nacional. “O Homem Invisível” teve o segundo maior público do fim de semana. Foram 197 mil espectadores e R$ 3,6 milhões em bilheteria para a reimaginação do monstro clássico da Universal no país. O título que completa o Top 3 é “Dolittle”. Grande fracasso mundial de público e crítica, a produção infantil conseguiu atrair 170 mil espectadores e faturar R$ 3 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz. Nas demais posições, destaca-se “Parasita”, que se mantém no ranking há 16 semanas e recebeu novo impulso comercial após vencer o Oscar 2020. Atualmente em 6º lugar, vendeu 70 mil ingressos no fim de semana, com uma arrecadação R$ 1,5 milhão. Desde a estreia, o filme sul-coreano já acumula R$ 17 milhões em bilheteria e público de 893 mil pessoas, um ótimo desempenho para uma produção asiática no Brasil. Também com participação longeva no ranking, “Minha Mãe é Uma Peça 3” completou 9 semanas em cartaz, ampliando sua arrecadação para R$ 180 milhões e atingindo quase 11,5 milhões de espectadores. O filme bateu o recorde de bilheteria do cinema brasileiro em janeiro e continua a ampliá-lo. Além disso, tornou-se nesse fim de semana o segundo filme nacional mais visto de todos os tempos, superando “Os Dez Mandamentos”. Saiba mais sobre os recordes de “Minha Mãe é Uma Peça 3” aqui. E veja abaixo o Top 10 dos filmes mais vistos no Brasil no fim de semana passado, segundo apuração da consultoria Comscore. #Top10 #bilheteria #filmes Final Semana 27/02-01/03:1. Sonic – O Filme2. O Homem Invisível3. Dolittle4. Maria e João – O Conto das Bruxas5. Aves de Rapina6. Parasita7. A Hora da Sua Morte8. Minha Mãe é Uma Peça 39. 191710. Luta por Justiça — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) March 2, 2020

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    Minha Mãe É um Peça 3 supera Os Dez Mandamentos e vira 2º filme brasileiro mais visto de todos os tempos

    2 de março de 2020 /

    “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando os cinemas e no fim de semana passado atingiu 11,4 milhões de espectadores, superando os 11,3 milhões de ingressos vendidos de “Os Dez Mandamentos” (2016) para se tornar o segundo filme brasileiro mais visto de todos os tempos. A comédia de Paulo Gustavo só vendeu menos ingressos que “Nada a Perder” (2018), cinebiografia do bispo Edir Macedo, que comercializou 12,1 milhões de tickets, mas tem seu público questionado, por conta da estratégia da Igreja Universal de comprar as sessões sem preencher todos os assentos dos cinemas com espectadores. Lançado em 26 de dezembro, o terceiro filme da Dona Hermínia já tem um faturamento de R$ 180 milhões, que representa a maior bilheteria do cinema brasileiro em todos os tempos – recorde superado em janeiro passado, cerca de 45 milhões atrás. O valor se tornou, inclusive, maior que a soma da arrecadação conjunta dos dois primeiros filmes da franquia. A franquia “Minha Mãe É Uma Peça” é baseada na peça homônima, criada e estrelada por Paulo Gustavo como Dona Hermínia. Os dois primeiros filmes, lançados em 2013 e 2016, atingiram juntos o público de 13 milhões de espectadores e uma arrecadação total de R$ 173,7 milhões. O imenso sucesso e alcance de “Minha Mãe É Uma Peça 3” também coloca em cheque a definição do presidente Jair Bolsonaro sobre filmes que só agradam “uma minoria”, já que se trata de uma produção assumidamente LGBTQIA+. Sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), tem como tema um casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada.

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    Toda redação da Cahiers du Cinéma pede demissão

    29 de fevereiro de 2020 /

    A mais tradicional revista de cinema do mundo tem vagas para jornalistas. Menos de um mês depois de ter sido comprada por um grupo de investidores (no dia 30 de janeiro), a lendária Cahiers du Cinéma perdeu toda a sua equipe. Todos os 15 jornalistas que trabalhavam na publicação francesa deixaram a empresa nesta semana, incluindo o diretor de Redação, Stéphane Delorme, que estava há mais de 20 anos na redação. A demissão coletiva escancara a maior crise da Cahiers desde que foi fundada há quase 70 anos. A publicação entrou para a História do Cinema por ter fomentado o surgimento da Nouvelle Vague no fim dos anos 1950. Vários cineastas do movimento, como Jean-Luc Godard, Claude Chabrol e François Truffaut, começaram a carreira escrevendo em suas páginas antes de se tornarem diretores. Na época do anúncio da compra, a imprensa francesa noticiou o negócio afirmando que um grupo de investidores havia decidido pagar “para que a revista pudesse continuar seu caminho diversificado”. Mas não é isso que afirmam os jornalistas demissionários. Em comunicado, eles dizem que os novos donos — um grupo de 20 pessoas de áreas variadas, como Alain Weill, proprietário do jornal L’Express, Marc du Pontavice, fundador do estúdio de animação Xilam, Pascal Breton, chefe da distribuidora de audiovisual Federation Entertainment — exigiram que a revista se tornasse “amistosa” e “chique”. “No entanto, a Cahiers du Cinèma nunca foi nem uma coisa nem a outra, diferentemente do que afirmam os acionistas. A revista foi sempre comprometida com uma crítica engajada e de posições claras”, dizem os jornalistas, que ainda alertam: “O novo grupo de acionista é composto por oito produtores (cinematográficos), o que causa um problema de conflito de interesses imediato em uma revista crítica. Quaisquer que fossem os artigos publicados sobre os filmes desses produtores seriam suspeitos de complacência.” A crise atual vem, na verdade, de longe e reflete impasses da imprensa mundial. Em 2003, a revista sofreu a primeira reformulação para enfrentar uma dívida de 700 mil euros. A situação jamais foi contornada, resultando em sua venda para o grupo de investidores.

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