Netflix tem material inédito para lançar até metade de 2021
A Netflix ainda tem muito material inédito para enfrentar a crise causada pela pandemia de coronavírus, que paralisou as produções de filmes e séries em todo o mundo. Enquanto os cinemas permanecem fechados, canais improvisam com aquisições de streaming e as plataformas concorrentes ficam sem novidades, o maior de todos os serviços de streamings garante ter conteúdo exclusivo para entreter seus assinantes até metade de 2021. “Temos muita coisa para lançar, definitivamente por todo o ano de 2020 e parte de 2021. Nós queremos voltar ao trabalho, como todo mundo, e queremos passar este ano da melhor forma possível, mas ainda estamos em boa forma”, revelou Tendo Nagenda, chefe de originais da Netflix, em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter Por conta disso, a empresa não está preocupada, ao menos por enquanto, com a falta de conteúdo para preencher sua programação durante a pandemia. Esta também é uma das razões pelas quais a Netflix tem aumentado consideravelmente sua quantidade de assinantes. Foram 10 milhões a mais no segundo trimestre de 2020. Além do material inédito que ainda tem para lançar – o que inclui a aguardada 5ª temporada de “Lucifer” – , a plataforma também está buscando aquisições externas – filmes e séries de várias partes do mundo – para adicionar ao seu serviço. Isto inclui produções brasileiras, como “Cidade Pássaro”, lançada na plataforma na quarta (29/7) passada – menos no Brasil, onde ainda tentará chegar aos cinemas.
A Mulher da Janela: Netflix negocia lançar suspense estrelado por Amy Adams
A Netflix está finalizando um acordo de aquisição de “A Mulher da Janela”, suspense estrelado por Amy Adams (“A Chegada”) e dirigido por Joe Wright (“O Destino de uma Nação”). “A Mulher da Janela” era a última produção da Fox 2000, estúdio fechado pela Disney após completar a aquisição do acervo da 21st Century Fox, e tinha lançamento previsto para maio passado. Entretanto, a data coincidiu com o período de fechamento dos cinemas como prevenção contra a covid-19. Devido à pandemia, a Disney tem dado diferentes destinos para algumas de suas produções já finalizadas. Filmes de baixa classificação etária, como “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” e “O Grande Ivan”, foram encaminhados para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Mas títulos produzidos para o público mais velho começam a ser negociados com o mercado. Com a negociação com a Netflix, “A Mulher da Janela” não deverá mais chegar aos cinemas, assinalando um final amargo para a Fox 2000. Criado e comandado por Elizabeth Gabler desde 1999, o estúdio era especializado em filmes contemporâneos de médio orçamento. E lançou muitos sucessos, como “O Clube da Luta” (1999), “Nunca Fui Beijada” (1999), “Johnny & June” (2005), “O Diabo Veste Prada” (2006), “Marley & Eu” (2008), “A Culpa É Das Estrelas” (2014), “Joy: O Nome do Sucesso” (2015), “Ponte dos Espiões” (2015), “Estrelas Além do Tempo” (2016), “Com Amor, Simon” (2018) e “O Ódio que Você Semeia” (2018). Adaptação do best-seller homônimo de A.J. Finn, “A Mulher da Janela” é um suspense hitchcockiano, que combina “Janela Indiscreta” (1954) e “Um Corpo que Cai” (1958). Como não é a primeira vez que um filme junta as duas tramas, “Dublê de Corpo” (1984), de Brian De Palma, é outra inspiração óbvia. No filme, Adams vive Anna Fox, uma psicóloga infantil que mora sozinha em Nova York. Ela sofre de fobia por espaços públicos e locais abertos, e passa os dias em casa assistindo filmes e interagindo com as pessoas apenas pela internet. Mas um dia permite que sua vizinha (Julianne Moore, de “Kingsman: O Círculo Dourado”) a visite, descobrindo que ela sofre nas mãos do marido (Gary Oldman, de “O Destino de uma Nação”). Pouco depois, testemunha uma agressão pela janela, mas o que viu é refutado por fatos, que a levam a questionar se foi verdade ou se imaginou tudo, devido a seus remédios. O elenco ainda inclui Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), Wyatt Russell (“Operação Overlord”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) e Jennifer Jason Leigh (“Os 8 Odiados”). Veja abaixo o primeiro trailer legendado da produção, divulgado em dezembro passado.
Facebook vai começar a exibir clipes como o YouTube
O Facebook anunciou na sexta-feira (31/7) que vai passar a disponibilizar clipes musicais licenciados em sua rede social nos Estados Unidos, em competição direta com o YouTube – que alimenta a maior parte de seu tráfico com vídeos de músicas. O serviço de “music experience” do Facebook já estava disponível na Índia e na Tailândia e, após ser aprovado nos primeiros testes, faz sua estreia neste fim de semana nos Estados Unidos. Ao contrário do YouTube, que enfrentou resistência das gravadoras no começo de sua operação, o Facebook fechou de cara uma associação com as grandes empresas musicais, como Sony Music Group, Universal Music Group, Warner Music Group e BMG, além de alguns selos independentes, para distribuir seus catálogos de vídeos. Os clipes foram fundamentais para o crescimento do YouTube, a ponto de abalarem o plano de negócios da MTV. Atualmente, a plataforma de vídeos do Google conta com mais de 2 bilhões de usuários mensais e se tornou uma das maiores fontes de receita das gravadoras. “Com clipes oficiais no Facebook, estamos criando novas experiências que vão além de só assistir ao vídeo”, declarou o vice-presidente de Desenvolvimento da rede social, Vijaye Raji, em comunicado. “Continuaremos trabalhando com nossos sócios para construir uma experiência social única e levar a música a formas em que as pessoas se conectem e compartilhem”. Os clipes, como qualquer post no Facebook, poderão ser compartilhados, gerar reações e receber comentários. Quando compartilhados no Feed de notícias, nos Grupos, Páginas ou no Messenger, os seguidores e amigos de quem compartilhou poderão acompanhar as postagens. Além disso, o serviço também incluirá páginas de artistas com feed de notícias – e, curiosamente, essa combinação de música e notícias faz lembrar o antigo MySpace. Nos últimos anos, o Facebook vem tentando se tornar um player no mercado de vídeo digital, que pode ser uma fonte lucrativa de receita com anúncios e também ajudar a manter o envolvimento com a plataforma por mais tempo. Em 2017, a empresa lançou o Facebook Watch, apresentando programas originais e vídeos populares de criadores e organizações de mídia. Os vídeos musicais serão oferecidos como parte do Facebook Watch, numa nova seção dedicada à música, que permitirá que os usuários explorem os vídeos por gênero, nome do artista ou através de listas de reprodução temáticas, como “MVPs do Hip Hop”, “Epic Dance Videos”, “Popular nesta Semana” e “Novidade da Semana”. A empresa também aplicará sua tecnologia de personalização à experiência musical. À medida que os usuários assistem, se envolvem e compartilham, o destino Música no Facebook Watch ficará mais sintonizado com seus gostos e interesses pessoais. Mais experiências sociais são planejadas para o futuro. Ainda não há previsão para a chegada do serviço ao Brasil, mas vale observar que um dos clipes destacados no material de divulgação da iniciativa (ilustração acima) é “Tocame” da brasileira Anitta.
São Paulo chega a 10 cines drive-ins em um mês
Com a abertura de mais dois drive-ins, o estado de São Paulo passou a ter dez estabelecimentos do tipo em um mês, oito deles na capital, oferecendo programação regular de cinema. O Drive-In Marte começa a funcionar no aeroporto Campo de Marte neste sábado (18/7), com ingressos que variam de R$ 75 a R$ 100 e uma programação inaugural repleta de filmes inspirados em quadrinhos, como “Coringa”. Já o drive-in Go Dream começa a operar na quinta (23/7) no estádio do Pacaembu, que até recentemente abrigava um hospital de campanha para pacientes contaminados pelo coronavírus. Com espaço para 148 carros, o mais novo drive-in de São Paulo vai cobrar por R$ 200 por veículo, mas há a possibilidade de pagar uma meia-entrada solidária, doando 1 kg de alimento não perecível. A programação dos drive-ins paulistanos, entre esta sexta (17/7) e a próxima quinta, prevê a exibição de 49 filmes diferentes espalhados pelos dez drive-ins. Mas nenhum filme anunciado é inédito. Vale lembrar que até o mês passado a capital paulista não tinha nenhum estabelecimento do gênero – os primeiros foram abertos em 12 de junho, décadas após a tendência dos cinemas para carros sair de moda. Retrato maior da reviravolta, o cine drive-in da Praia Grande era um dos dois únicos estabelecimentos do tipo remanescentes em todo o país antes da pandemia de coronavírus. Ele continua a ser a única opção de cinema no litoral paulista.
Cinema britânicos voltarão a abrir em agosto
Os cinemas, teatros e casas de shows do Reino Unido poderão reabrir a partir do dia 1º de agosto. O anúncio foi feito por Oliver Dowden, secretário de cultura, mídia e esporte do governo britânico, pelas redes sociais. O secretário disse que a liberação acontece após a aprovação de “programas piloto” supervisionados pelo governo, incluindo performances da Orquestra Sinfônica de Londres que admitiram espectadores, implementando medidas de distanciamento social. O governo do Reino Unido ainda não apresentou as medidas de segurança que serão exigidas dos proprietários dos estabelecimentos durante a reabertura. A retomada da China, porém, sugere um modelo para o entretenimento pós-pandemia do coronavírus. A partir de segunda (20/7), os cinemas chineses poderão reabrir com a metade suas sessões diárias habituais e ocupação de apenas 30% de suas salas. Além disso, os ingressos só serão vendidos online, o uso de máscaras será obrigatório e os clientes terão suas temperaturas checadas antes de ingressarem nos locais. Mas o detalhe mais curioso é que os filmes exibidos não poderão ter mais de 2 horas de duração, para diminuir o tempo passado nas salas. Vários blockbusters recentes têm em torno de 2h30 de duração e alguns, como “Titanic” e “Vingadores: Ultimato”, até 3 horas. From 1 August socially distanced audiences can return for indoor performances in theatres, music halls and other venues. This builds on pilots with @londonsymphony and others. So pleased to make progress to Stage 4 of our road map for culture. pic.twitter.com/Js7dQUghZ6 — Oliver Dowden (@OliverDowden) July 17, 2020
Nova York anuncia volta das filmagens a partir de segunda-feira
A prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou nesta sexta (17/7) que a produção de filmes e séries poderá ser retomada na cidade a partir de segunda-feira (20/7). As filmagens estavam paralisadas em toda a cidade desde março, quando Nova York se tornou o epicentro da pandemia de coronavírus nos EUA. “É tudo uma questão de segurança. Queremos trazer as pessoas de volta ao trabalho. Queremos que as pessoas recuperem seus meios de subsistência. Queremos trazer nossa cidade de volta. Mas segurança e saúde em primeiro lugar, sempre”, declarou o prefeito em entrevista coletiva. A retomada das produções cinematográficas faz parte da fase 4 de reabertura de Nova York. Nesta semana, as hospitalizações por covid-19 chegaram ao nível mais baixo dos últimos quatro meses na cidade.
Netflix acrescenta mais 10 milhões de assinantes no trimestre
A Netflix adicionou mais assinantes que o esperado no segundo trimestre de 2020, impulsionada pelo isolamento social e o fechamento de outras opções de lazer devido ao coronavírus. A gigante do streaming somou 10,09 milhões de novos assinantes no período, aumentando sua base global para quase 193 milhões, após um primeiro trimestre recorde para a empresa, quando adicionou 15,8 milhões de usuários durante os primeiros dias da pandemia. Os números superaram com folga a previsão da empresa, que acreditava poder conseguir mais 7,5 milhões de assinaturas, mas refletiram as expectativas mais otimistas de Wall Street. Em uma carta aos acionistas, a empresa atribuiu as adições adicionais à “aquisição e retenção melhores do que o previsto”. Com os resultados do primeiro semestre de 2020, a empresa acrescentou 26 milhões de novas assinaturas, não muito longe das 28 milhões conquistadas em todo o ano de 2019. No entanto, o relatório alerta que “o crescimento está diminuindo à medida que os consumidores passam pelo choque inicial das restrições cívicas e sociais”. A empresa está prevendo um número bem mais modesto, cerca de 2,5 milhões de novos assinantes, no terceiro trimestre – abaixo dos 6,8 milhões de um ano atrás. Embora a Netflix, como seus colegas tradicionais da indústria de entretenimento, tenha sido forçada a pausar a produção em vários de seus filmes e séries originais, ela continua a lançar mais projetos concluídos que qualquer outra empresa de audiovisual, alimentando um público carente por novidades, que só é informado de adiamentos nos cinemas e na TV. “Como nosso prazo de produção de conteúdo é longo, nossos planos para 2020 de lançar programas e filmes originais continuam intactos”, diz o relatório de lucros da empresa, dirigido ao mercado. “Para 2021, com base em nosso plano atual, esperamos que as produções pausadas levem a uma lista de conteúdo com mais ponderação, mas antecipamos que o número total de programas originais para o ano inteiro ainda será maior que em 2020.” A Netflix acrescentou que está buscando aquisições externas, como alguns filmes e séries de várias partes do mundo, para adicionar ao seu serviço. Entre os lançamentos mais recentes, a empresa disse que a série de comédia “Space Force” foi vista por 40 milhões de espectadores e o filme “Destacamento Blood”, de Spike Lee, visto por 27 milhões. Os resultados foram especialmente positivos para Ted Sarandos, o chefe de conteúdo do serviço de streaming, responsável pela receita vitoriosa. O balanço trimestral foi acompanhado pelo anúncio de que Sarandos foi promovido a co-CEO da Netflix, ao lado de Reed Hastings, o CEO original.
Finanças de Robert De Niro foram bastante afetadas pela covid-19
A situação financeira do ator Robert De Niro foi motivo de uma audiência realizada em um tribunal de Nova York na quinta-feira (9/10). Segundo apurou o site Page Six, os representantes do ator informaram à Justiça que De Niro sofreu um grande prejuízo devido à pandemia de coronavírus e precisou cortar gastos de forma dramática. A declaração se deu num processo movido por sua ex-mulher, Grace Hightower, de ele quem se separou em 2018. Ela havia solicitado o aumento do limite do seu cartão de crédito de US$ 50 mil para US$ 100 mil, mas a defesa do ator alegou que ele não tem como arcar com essa despesa após sofrer muitos revezes nos empreendimentos do qual é sócio. De acordo com os advogados, os prejuízos se concentram na franquia de restaurantes Nobu e no Greenwich Hotel. Os dois negócios fazem parte dos segmentos mais afetados pela pandemia, devido ao fechamento obrigatório de bares e restaurantes, o que causou a falência de vários estabelecimentos, além dos controles de fronteiras, que impactaram dramaticamente no número de turistas. Segundo Caroline Krauss, uma das advogadas do ator, o Nobu perdeu US$ 4,8 milhões entre abril e maio. A advogada ainda lembrou ao juiz que, pelo acordo pré-nupcial assinado pelo ex-casal em 2004, o ator deve pagar a ex-mulher US$ 1 milhão por ano — desde que ele receba US$ 15 milhões ou mais nesse período. Se os rendimentos forem menores, o repasse para a ex também cai de forma proporcional. “A gerente de suas finanças diz que no melhor dos casos para o Sr. De Niro, se tudo começar a melhorar este ano, ele será sortudo se conseguir fazer US$ 7,5 milhões”, explicou Krauss na audiência. Ela contou ainda que De Niro já recebeu quase tudo o que deveria por ter protagonizado o filme “O Irlandês”, dirigido por Martin Scorsese e indicado a 10 Oscars na cerimônia deste ano. Ele ainda deve receber cerca de US$ 2,5 milhões em 2020 e 2021. “Essas pessoas, apesar dos ganhos robustos, sempre gastaram mais do que ele recebe, então este homem de 76 anos de idade não poderia se aposentar mesmo se quisesse, porque ele não pode arcar com as despesas desse estilo de vida”, finalizou Krauss.
Campanha prepara reabertura das salas de cinema no Brasil
Exibidores, distribuidores, produtores e outros integrantes do mercado cinematográfico brasileiro lançaram nesta terça (7/7) a campanha #JuntosPeloCinema, que visa preparar o público para a reabertura dos cinemas no país. A primeira etapa é a divulgação de um vídeo que destaca os laços entre cinema e os espectadores, e que pode ser visto logo abaixo. A segunda etapa será a divulgação de um estudo sobre os protocolos de segurança desenvolvidos por autoridades sanitárias em conjunto com o setor, voltado sobretudo a pequenos e médios exibidores, para que possam reabrir suas salas segundo diretrizes que serão estabelecidas. Para completar, assim que for definido o período de reabertura oficial das salas, será realizado o Festival De Volta para o Cinema, que ocupará salas em todo o Brasil nas duas semanas iniciais da volta às atividades, com a exibição de clássicos e sucessos recentes de bilheteria. Com os cinemas fechados há cerca de três meses, o setor contabiliza os prejuízos e ainda enfrenta as incertezas em relação às possibilidades de retorno. Enquanto o mercado não se normalizar, a tendência é as distribuidoras segurarem os lançamentos de peso. Por isso, os primeiros dias de abertura serão marcados por reprises, que precisarão ser atraentes o suficiente para justificar a volta do público aos cinemas.
Funimation: Serviço de streaming de animes chega ao Brasil nos próximos meses
A Funimation anunciou que vai lançar seu streaming no Brasil e no México ainda em 2020. A novidade, anunciada durante o evento FunimationCon 2020 e compartilhada no Twitter (veja abaixo), revelou que o serviço vai disponibilizar animes dublados e legendados nos dois países. A empresa existe desde os anos 1990 e se consolidou como o maior distribuidor de anime da América do Norte – é responsável, por exemplo, pelo sucesso da franquia “Dragon Ball” em inglês. A plataforma de streaming FunimationNow foi lançada em 2016. E, um ano depois, a Sony comprou a companhia. Nos EUA, o serviço é conhecido por reunir diversas séries clássicas, como “Dragon Ball Z”, “One Piece”, “Cowboy Bebop” e “Naruto”, com lançamentos recentíssimos de anime. “O anime é especial porque fala igualmente com pessoas de diferentes culturas, regiões e idiomas ao redor do mundo”, disse Colin Decker, CEO da Funimation, em comunicado. “O público da América Latina está entre os mais apaixonados do mundo e clama por mais. Expandir a Funimation para o México e o Brasil é o próximo passo natural para servirmos esses fãs e ampliarmos nossas marcas.” A distribuidora comunicou que oferecerá séries legendadas e dubladas em espanhol e português. O lançamento deve acontecer entre setembro e dezembro no Brasil, mas ainda não estão definidos os títulos que serão disponibilizados – direitos de distribuição variam de país para país. Por enquanto, a Funimation garantiu a inclusão de pelo menos uma série recente, “Tokyo Ghoul:re”. As próximas informações serão divulgadas nas redes sociais. O endereço Funimation Brasil já está funcionando no Twitter, no Facebook e no Instagram. Veja o teaser de “Tokyo Ghoul:re” abaixo, já com dublagem em espanhol. Se acabo la espera. 👀 Funimation streaming is coming to Mexico🇲🇽 and Brazil!🇧🇷 #SiempreMásAnime #FunimationCon Read on: https://t.co/TD25IP9tu2 pic.twitter.com/O7ivT0KX2E — Funimation (@FUNimation) July 3, 2020
Débora Nascimento é dispensada da Globo após 10 novelas
A Globo confirmou a dispensa de mais um artista, que não teve o seu contrato renovado. Desta vez foi a atriz Débora Nascimento. Curiosamente, ela recebeu a notícia um dia depois do ex-marido, José Loreto. Os dois e separaram no ano passado em meio aos rumores de traição durante a produção de “O Sétimo Guardião” (2018-2019). Na época, o caso rendeu mais atenção que a trama das telas, especialmente depois que algumas famosas pararam de seguir Marina Ruy Barbosa nas redes sociais. A atriz, que vivia par romântico de Loreto na novela, negou qualquer envolvimento com o colega. O último trabalho de Débora Nascimento na Globo foi a novela “Verão 90”, exibida no ano passado. Foi sua 10ª novela, numa trajetória iniciada em 2007, em “Paraíso Tropical” e “Duas Caras”, que teve seu ponto alto em “Avenida Brasil” (2012), recentemente reprisada na televisão. Nos últimos anos, ela tem se dedicado mais ao cinema, aparecendo em “Além do Homem (2018), “Uma Viagem Inesperada (2018), “O Olho e a Faca” (2019) e no excelente “Pacificado” (2019), do diretor americano Paxton Winters, que venceu o Festival de San Sebastian do ano passado – e o prêmio do público na Mostra de São Paulo. Em comunicado, a Globo enfatizou que o fim do contrato é fruto de seu novo modelo de gestão. A emissora vai passar a contratar artistas por obra e não mais por período de tempo. O encerramento dos contratos longos visa reduzir custos, após as receitas da emissora caírem 30% em decorrência da pandemia de covid-19. Nesta semana, a Globo também dispensou o veterano humorista Renato Aragão, após 44 anos na emissora. A lista de cortes ainda inclui famosos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu, Stênio Garcia, Camila Pitanga, Bruna Marquezine, Bruno Gagliasso e outros. Confira abaixo a nota da Globo sobre Débora Nascimento. “Como todos sabem, nos últimos anos, temos tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro. Com isso, temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos. Assim, em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Debora Nascimento, assim como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”.
Globo não renova contrato com José Loreto
O ator José Loreto é a mais nova baixa nos cortes da Globo. A emissora não renovou o contrato do artista de 36 anos, que a partir de agora irá receber por obra contratada. “Em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. José Loreto, como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”, informou a Globo em comunicado à imprensa. Nesta semana, a Globo também dispensou o veterano humorista Renato Aragão, após 44 anos na emissora. A lista de cortes é repleta de veteranos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu e Stênio Garcia, mas também tem astros mais jovens como Camila Pitanga, Bruna Marquezine e Bruno Gagliasso. O encerramento dos contratos longos visa reduzir custos, após as receitas da emissora caírem 30% em decorrência da pandemia de covid-19. Loreto estava há 15 anos na Globo. A primeira atuação dele no canal foi em 2005, quando fez o personagem Marcão em “Malhação”. Já a última foi na novela “O Sétimo Guardião” (2018-2019), que teve mais drama nos bastidores que nas telas. A produção marcou o fim do casamento de Loreto e da também atriz Débora Nascimento, rendendo muitas especulações nos sites de fofoca sobre o que teria motivado o divórcio – especialmente depois que algumas famosas pararam de seguir Marina Ruy Barbosa nas redes sociais. A atriz, que vivia par romântico de Loreto na novela, negou qualquer envolvimento com o colega. Atualmente, o ator tem se dedicado mais ao cinema. Ele fez bastante sucesso em sua estreia como protagonista em “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo” (2016) e se prepara para estrelar outras cinebiografias, em filmes sobre o cantor Sidney Magal (“Meu Sangue Ferve por Você”) e o jogador de futebol Walter Casagrande (“Casagrande e Seus Demônios”), ambos em pré-produção.
Globo encerra contrato de 44 anos com Renato Aragão
O comediante Renato Aragão não é mais funcionário da Globo, após 44 anos. Ele foi informado que seu contrato de exclusividade, que se encerra nesta terça-feira (30/6), não será renovado. Após suas receitas caírem 30% com a pandemia, a Globo está encerrando contratos com vários atores para reduzir custos. A lista é repleta de veteranos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu e Stênio Garcia, mas também tem astros mais jovens como Camila Pitanga, Bruna Marquezine e Bruno Gagliasso. Em conversa com o UOL, o eterno Didi, dos Trapalhões, manteve o otimismo pelo qual é conhecido. “Para mim, ampliou meus projetos. Você não sabe como eu estou gostando. É uma nova etapa. Não paro nunca, sempre trabalhando. Eu me considero meio máquina, meio humano”, disse. Renato lembrou a longa trajetória na emissora: “Primeiro, ‘Os Trapalhões’. São 20 anos de sucesso contínuo. Criei o ‘Criança Esperança’, que também foi uma maravilha. Depois a ‘Turma do Didi’. Fiz muita coisa, tive muita alegria na TV Globo, não tenho nada de ruim para falar. Estou muito feliz com ela”. E explicou: “Nós chegamos a um acordo. Contrato é uma coisa simbólica. Continuo trabalhando na Rede Globo por projetos pontuais e faço projetos em outras plataformas. É a oportunidade de fazer também em outro lugar”. O humorista adiantou que há “coisas em negociação”, sem revelar o quê. Mas especula-se que ele tenha projetos sendo discutidos na Netflix e na Amazon. Renato Aragão estreou na Globo em 1977, com “Os Trapalhões”, programa que tinha estreado três anos antes na Tupi. O humorístico dominical ficou no ar até agosto de 1995, sendo encerrado após as mortes de Zacarias (1934-1990) e Mussum (1941-1994). Em 1998, Renato estreou outro dominical, “A Turma do Didi”, exibido até 2010. Também gravou inúmeros especiais neste longo período na emissora carioca, além de ter sido por muito tempo a cara da Globo na campanha “Criança Esperança”. Mas estava afastado das telas há bastante tempo. O último trabalho do astro de 85 anos na emissora ocorreu em 2017, numa tentativa de volta dos Trapalhões em que Didi e Dedé Santana interagiam com um quarteto formado por Didico (Lucas Veloso), Dedeco (Bruno Gissoni), Mussa (Mumuzinho) e Zaca (Gui Santana), sobrinhos dos personagens originais. A experiência rendeu apenas uma temporada, de dez episódios. 2017 também foi o ano de seu último lançamento no cinema, “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, o 42º filme de sua carreira. Em nota postada no Instagram, onde tem 3,5 milhões de seguidores, Renato Aragão comentou a sua nova situação: “São 44 anos de estrada e me vejo diante de uma mudança! São novos tempos, novos parceiros, novos projetos e novos desafios. Minha grande parceira durante esses anos foi a Rede Globo, que me acostumei a chamar de minha casa. Mas diante desses novos tempos e políticas internas de contratação, vamos iniciar uma nova fase e trabalhos pontuais. Tenho em minha vida pessoal e profissional a fluidez e o equilíbrio, vou onde meu público espera que eu esteja e melhor ainda, onde não esperam, pois sempre gostei e gosto de surpreendê-los, e não será diferente nessa nova fase! Já estou com novas oportunidades de trabalho e novos tempos que estão prestes a iniciar.” Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram São 44 anos de estrada e me vejo diante há uma mudança! São novos tempos, novos parceiros, novos projetos e novos desafios. Minha grande parceira durante esses anos foi a Rede Globo, que me acostumei a chamar de minha casa. Mas diante há esses novos tempos e políticas internas de contratação, vamos iniciar uma nova fase e trabalhos pontuais. Tenho em minha vida pessoal e profissional a fluidez e o equilíbrio, vou onde meu público espera que eu esteja e melhor ainda, onde não esperam, pois sempre gostei e gosto de surpreendê-los, e não será diferente nessa nova fase! Já estou com novas oportunidades de trabalho e novos tempos que estão prestes a iniciar. Uma publicação compartilhada por Renato Aragão (@renatoaragao) em 30 de Jun, 2020 às 4:37 PDT












