Estúdio de “Duna” e “Godzilla vs Kong” troca Warner por parceria com a Sony Pictures
A Legendary Entertainment, produtora por trás de filmes como “Duna” (2021) e “Godzilla vs Kong” (2021), encerrou a sua parceria com a Warner Bros. e anunciou um acordo de distribuição com a Sony Pictures. Segundo esse novo acordo, que terá validade de vários anos, a Sony ficará responsável pela comercialização e distribuição dos próximos títulos da Legendary. Apesar da troca, o acordo deixa de fora projetos existentes da parceria até então vigente, como a vindoura continuação de “Duna”, com lançamento previsto para novembro de 2023, cuja distribuição continuará sendo do estúdio da Warner Bros. Discovery. Em um comunicado à imprensa, a Sony Pictures e a Legendary enfatizaram que as empresas estão alinhadas em seu “compromisso contínuo com a distribuição nos cinemas como um carro-chefe” e destacam “o valor da janela de distribuição de longo prazo nas salas de cinema para os filmes”. Trata-se de uma cutucada nada sutil na Warner. Em 2020, a Legendary chegou a ameaçar entrar com uma ação legal contra a Warner por decidir lançar todos os seus filmes de 2021 – incluindo “Godzilla vs Kong” e “Duna” – simultaneamente no cinema e na HBO Max. Na ocasião, as duas empresas chegaram em um acordo que parecia ter deixado ambas as partes satisfeitas. Além disso, mesmo com o lançamento simultâneo nos EUA, “Godzilla vs Kong” arrecadou US$ 470 milhões globalmente e “Duna” rendeu mais de US$ 400 milhões em todo o mundo, tornando-se os maiores sucessos de bilheteria durante o auge da pandemia. “A Legendary é, bem, lendária, e estamos entusiasmados e afortunados em adicionar seus projetos ao nosso compromisso contínuo com grandes filmes na tela grande”, disse Tom Rothman, CEO do Sony Pictures Motion Picture Group. “É uma rara oportunidade de fazer uma parceria desta forma mutuamente benéfica com verdadeiros profissionais, que estão completamente alinhados em nosso compromisso de distribuição nas salas de cinemas e têm visão para este negócio”, disseram Josh Greenstein e Sanford Panitch, presidentes do Sony Pictures Motion Picture Group. “O brilho criativo e o poder de Legendary são enormes e estamos ansiosos para levar seu trabalho aos cinemas de todo o mundo.” Como parte do acordo, a Sony fará a distribuição dos filmes da Legendary em todo o mundo, menos na China, que será realizada pela divisão asiática da Legendary. A Sony Pictures também cuidará do entretenimento doméstico e da distribuição para a TV dos títulos que a Legendary produzir. Como a Sony é o único estúdio sem plataforma própria de streaming para filmes, a Legendary mantém a opção de produzir e distribuir seu conteúdo para todo esse mercado competitivo. “À medida que continuamos a aumentar nossas ofertas de conteúdo, estamos entusiasmados em estabelecer esse relacionamento com Tony, Tom, Sanford, Josh e o restante da excepcional equipe da Sony”, disse Joshua Grode, CEO da Legendary. “O compromisso da Sony com a distribuição nos cinemas se alinha com nossa visão de como extrair o máximo de valor dos filmes da Legendary. A incrível lista de filmes que [a produtora] Mary Parent acumulou foi criada para a experiência nos cinemas e estamos entusiasmados com nossa parceria com a Sony para esta próxima fase de crescimento da Legendary”. “Também somos gratos à Warner Bros. Pictures, que tem sido um parceiro valioso da Legendary por muitos anos, e esperamos continuar nosso trabalho com os talentosos executivos da Warner/Discovery”, completou Grode. Entre os filmes mais recentes da Legendary estão “Pokémon: Detetive Pikachu” (2019), “Enola Holmes” (2020) e “Enola Holmes 2” (2022), e o estúdio ainda trabalha numa continuação de “Kong vs. Godzilla” e numa série com os monstros desta franquia. A perda de parceiro tão importante é mais um golpe na combalida estrutura da Warner Bros. Discovery, que vem acumulando erros de administração desde que a Time-Warner teve sua compra pela AT&T autorizada em 2018, apenas para ser negociada com a Discovery três anos depois.
Casa do filme “Os Goonies” é colocada à venda
A antiga casa em estilo vitoriano vista no filme clássico “Os Goonies” (1985) foi colocada à venda. Localizada na cidade de Astoria, no estado americano do Oregon, após ser vendida casa deve se tornar um ponto turístico aberto ao público. “Temos algumas pessoas interessadas no momento”, disse o corretor de imóveis Jordan Miller, ao site da revista The Hollywood Reporter. “Parece ser a intenção de todos poder abrir um pouco mais a casa e dar mais acesso [ao público].” A casa foi construída em 1896 e tem vista para o rio Columbia. Ela foi listada com um preço inicial de US$ 1,7 milhão no site da imobiliária Zillow, onde é descrita como “totalmente carregada de história, nostalgia e nível icônico de fama”. Desde que o filme chegou aos cinemas em 1985, os fãs começaram a visitar com frequência a região onde fica a casa no porto histórico de Astoria. A cidade até comemora o “Goonies Day” todo o dia 7 de junho, data de lançamento do filme, e recebe milhares de pessoas para o evento. A proprietária do imóvel, Sandi Preston, era conhecida por receber bem os visitantes. Mas ela morava na casa em tempo integral, e as multidões constantes as vezes geravam muita tensão, o que a levava a eventualmente fechar a casa para o público. Depois que o 30º aniversário do filme atraiu cerca de 1.500 visitantes diários em 2015, Preston espalhou placas de “proibido invadir” em seu quintal, com o intuito de impedir turistas de caminharem pela sua propriedade. Passado o período mais tumultuado, ela voltou a receber os fãs em agosto. As autoridades municipais, que restringiram o estacionamento na área, estavam tentando mediar as tensões entre os moradores e os fãs há algum tempo. “Embora a proprietária deste local de ‘Os Goonies’ seja uma fã do filme e goste de conversar com os visitantes que viajam até Astoria para ver as locações do filme, como você pode imaginar, fica difícil ter centenas de pessoas lotando seu espaço pessoal todo dia”, escreveu a Câmara de Comércio de Astoria-Warrenton em agosto, em uma página do Facebook que eles administram chamada “Goonies Day em Astoria, Oregon”. O problema talvez seja resolvido com a venda, visto que os potenciais compradores não pretendem manter a casa como residência. Segundo Miller, o que atraiu o interesse dessas pessoas foi a possibilidade de “torná-la sua paixão”. “É uma compra divertida”, disse Miller. “Quem comprar a casa terá um fluxo relativamente constante de pessoas extremamente felizes querendo realizar seus sonhos de infância.” Dirigido por Richard Donner, “Os Goonies” conta a história de um grupo de jovens que descobre um antigo mapa e se aventura para encontrar o tesouro escondido por um pirata. O filme foi um sucesso imenso e popularizou uma geração de astros infantis que é famosa até hoje, inclusive nos filmes do Senhor dos Anéis (o ator Sean Astin) e dos Vingadores (Josh Brolin). Assista abaixo ao trailer do filme.
Choque! CEO da Disney é demitido e Bob Iger volta à chefia
A indústria do entretenimento dos EUA está em estado de choque após a Disney anunciar, numa reviravolta impressionante, que Bob Chapek deixará o cargo de CEO da empresa e Bob Iger, o ex-CEO responsável por transformar a companhia numa superpotência, voltará para a posição de chefia. O conselho de diretores da Disney anunciou a decisão na noite de domingo (20/11). “Agradecemos a Bob Chapek por seus serviços prestados à Disney ao longo de sua longa carreira, incluindo a condução da empresa nos desafios sem precedentes da pandemia”, disse Susan Arnold, presidente do conselho, em um comunicado. “O Conselho concluiu que, à medida que a Disney embarca em um período cada vez mais complexo de transformação da indústria, Bob Iger está em uma posição única para liderar a empresa nesse período crucial”. O próprio Iger se manifestou no comunicado. “Estou extremamente otimista com o futuro desta grande empresa e emocionado com o pedido do Conselho para retornar como seu CEO”, disse. “A Disney e suas incomparáveis marcas e franquias ocupam um lugar especial no coração de tantas pessoas ao redor do mundo, principalmente no coração de nossos funcionários, cuja dedicação a esta empresa e sua missão é uma inspiração. Estou profundamente honrado por ser convidado a liderar novamente esta equipe notável, com uma missão clara focada na excelência criativa para inspirar gerações por meio de narrativas ousadas e inigualáveis”, completou. Iger também enviou um e-mail aos funcionários da Disney, em que assumiu estar voltando “com um incrível senso de gratidão e humildade – e, devo admitir, um pouco de espanto”. Embora ele retorne ao comando do conglomerado, o conselho deixou claro que seu novo mandato será curto (de dois anos) e com a missão de escolher um sucessor. Segundo o comunicado, o executivo “concordou em atuar como CEO da Disney por dois anos, com mandato do Conselho para definir a direção estratégica para um crescimento renovado e trabalhar em estreita colaboração com o Conselho no desenvolvimento de um sucessor para liderar a empresa ao final de seu mandato”, disse a diretoria. Ele deixou o cargo de CEO em fevereiro de 2020, passando as rédeas para Chapek, que anteriormente liderava a divisão de parques temáticos e produtos de consumo da empresa. Iger foi nomeado COO da Disney em 2000, após ter sido presidente da rede de TV ABC, e virou CEO em 2005 após a saída do polêmico Michael Eisner, numa rebelião comandada pelo próprio Roy Disney. Sob seu comando, a Disney passou a comprar empresas. Apostando no valor do conteúdo, o conglomerado iniciou um crescimento sem igual em sua trajetória. A Disney adquiriu a Pixar em 2006, a Marvel em 2009, a Lucasfilm (de “Star Wars”) em 2012 e a 21st Century Fox em 2018. Em 2019, Iger culminou sua trajetória com o lançamento da Disney+, publicou uma autobiografia e anunciou seus planos de se aposentar. Com Bob Chapek assumindo seu cargo, ele ainda fez uma transição como presidente executivo do conselho por 11 meses. O executivo saiu da empresa em dezembro de 2021, e nesse meio tempo pôde ver de perto as dificuldades de Chapek, que enfrentou forças maiores, como a pandemia, mas também criou problemas internos, como uma crise com a Marvel devido ao lançamento de “Viúva Negra” diretamente em streaming, que levou Scarlett Johansson a processar a companhia. O problema foi resolvido com uma compensação financeira, mas isso poderia ter sido feito num acordo prévio. Além disso, Chapek não soube lidar com o dilema de apoiar o governo conservador da Flórida e a pressão de funcionários LGBTQIAP+, que se revoltaram contra o apoio dado pela Disney à iniciativa da lei “Don’t Say Gay” – que proíbe escolas do estado de abordar o que a extrema direita chama de “ideologia de gênero”. Ao tentar se reposicionar, o CEO acabou transformando a Disney em “comunista” sob o olhar dos conservadores e alvo de sanções econômicas. Na semana passada, Jim Cramer, comentarista econômico da rede de notícias CNBC, pediu a demissão de Chapek devido ao balanço financeiro trimestral da companhia. Ainda não está claro qual foi a gota d’água que fez o conselho decidir por sua substituição, mas não faltou na imprensa americana quem comparasse a volta de Iger ao retorno de Steve Jobs à Apple, apostando num renascimento ainda mais forte da marca Disney.
Morte do Twitter viraliza após boatos de demissão em massa motivados por Elon Musk
O Twitter “viralizou” nas últimas 24 horas, quando hashtags sobre sua morte entraram nos tópicos mais comentados da rede social. O tumulto começou dentro da própria empresa, após o acesso por crachá dos funcionários aos escritórios ser suspenso na quinta (17/11) até a próxima segunda-feira (21/11). Os profissionais souberam dessa informação por um e-mail não assinado. A mensagem foi disparada após uma reunião feita por Elon Musk, o novo dono do Twitter, com um grupo sênior de engenheiros que planejava sair da empresa, após o bilionário dar um ultimato que teve efeito inesperado. O fechamento temporário de escritórios teria sido uma reação aos rumores sobre pedidos de demissão em massa. Um dia antes, Musk enviou um e-mail aos funcionários exigindo um “comprometimento hardcore” com o “Twitter 2.0”. Nele, indicava o fim do home office e o aumento de jornadas de trabalho para todos. E quem não concordasse a se dedicar ao projeto dessa forma deveria pedir demissão. Disparada na quarta-feira (16/11), a mensagem de Musk direcionava os funcionários para um formulário online que deveria ser preenchido até o dia seguinte. “Se você tem certeza de que quer fazer parte do novo Twitter, clique sim no link abaixo”, dizia o e-mail, que foi visto pelo Washington Post. A maioria teria optado por clicar não. Isto aconteceu após o bilionário, que adquiriu o Twitter no final de outubro, ter demitido mais de 7,5 mil funcionários da empresa, diminuindo pela metade o staff e derrubando, inclusive, a diretoria. Após o ultimato, boatos sugerem que 75% dos funcionários remanescentes optaram pela demissão. Isso tornaria a manutenção do Twitter precária, para não dizer inviável. Graças a esse caos, os usuários estão preocupados com o fim do Twitter e buscam alternativas para substitui-lo. Dentre as sugestões, muitos parecem migrar para o “Mastodon”, criado por ex-funcionários do Twitter, que oferece um serviço semelhante. Outra alternativa adotada pelos brasileiros tem sido o Koo, que entretanto não teria servidor potente o suficiente para assumir tantos novos usuários – mas pretende atualizar a plataforma o mais rápido possível. Até o momento, Musk não parece se importar com a rede social e já disparou inúmeras piadas acerca da falência. “Acabamos de atingir outro recorde histórico no uso do Twitter [risos]”, ironizou, sobre as hashtags que informa o fim da rede social. Além de zoar o fato de ter supostamente matado o Twitter, ele tentou controlar os dados. “As melhores pessoas vão ficar, então não estou super preocupado”, publicou o bilionário em seu perfil. Mas em seguida apagou esse texto! pic.twitter.com/rbwbsLA1ZG — Elon Musk (@elonmusk) November 18, 2022 And … we just hit another all-time high in Twitter usage lol — Elon Musk (@elonmusk) November 18, 2022
Disney supera Netflix com 235 milhões de assinantes no streaming
A Disney atingiu o número de 235 milhões assinantes nos seus serviços de streaming, que incluem Disney+, Hulu/Star+ e ESPN+. Com isso, o conglomerado abriu distância para a Netflix, que contabilizou 223,1 milhões de assinantes no trimestre passado. O carro-chefe da empresa, a Disney+, superou as expectativas de Wall Street, adicionando 12,1 milhões de assinantes e totalizando 164,2 milhões no último trimestre. Os números do Disney+ são impressionantes quando comparados aos do Hulu (que adicionou apenas 1 milhão de inscritos) e do ESPN+ (com mais 1,5 milhão). Mas a contabilidade não menciona os números da Star+ na América Latina. E vale apontar que na Europa o conteúdo de Hulu/Star+ é oferecido dentro da plataforma Disney+. Apesar do crescente número de assinaturas, as perdas financeiras, ligadas ao custo do streaming, também continuam a crescer, quase dobrando em relação ao ano passado. Nesse momento, a Disney já soma um prejuízo de US$ 1,47 bilhão entre despesas de produção de conteúdo, operação e ampliação de suas plataformas. Em um comunicado sobre a projeção de ganhos para o quarto trimestre fiscal da empresa, o CEO da Disney, Bob Chapek, sugeriu que as perdas no streaming atingiram o seu pico e que a empresa está caminhando em direção à lucratividade já a partir do ano fiscal de 2024. “O rápido crescimento do Disney+ em apenas três anos desde o lançamento é um resultado direto da nossa decisão estratégica de investir fortemente na criação de conteúdo incrível e lançar o serviço internacionalmente, e esperamos que nossas perdas operacionais diminuam no futuro e que a Disney+ ainda possa alcançar lucratividade no ano fiscal de 2024, supondo que não vejamos uma mudança significativa no clima econômico”, disse Chapek. Caso isso aconteça, a Disney será apenas a segunda empresa a atingir lucro com o streaming. Atualmente, apenas a Netflix contabiliza receitas positivas nesse mercado, após mais de uma década de prejuízo. Durante o seu comunicado com acionistas, Chapek disse que as perdas de streaming entraram num “ponto de virada” e delineou um plano de três frentes para atingir lucratividade: aumento no preço das assinaturas e plano com anúncios, “racionalização significativa” dos gastos com marketing, e conteúdo mais eficiente. Chapek enfatizou o modelo de assinatura com anúncios nessa estratégia. “Ao realinhar nossos custos e perceber os benefícios dos aumentos de preços e nosso plano com anúncios do Disney+ em 8 de dezembro, acreditamos que estamos no caminho para alcançar um negócio de streaming lucrativo que impulsionará o crescimento contínuo e gerará valor para os acionistas no futuro.” Segundo o CEO, a empresa já tem contratos com mais de 100 anunciantes para o seu plano de assinatura com anúncios. Por conta disso e dos relatórios dos rivais, Wall Street já está começando a prever a lucratividade no streaming, apontando que a guerra por assinantes estaria se aproximando do fim. A receita geral da Disney foi de US$ 20,1 bilhões no trimestre, abaixo das expectativas de Wall Street, com lucro operacional de US$ 1,6 bilhão. No segmento de mídia, a receita direta ao consumidor foi de US$ 4,9 bilhões no trimestre, representando um aumento de 8% ano a ano, enquanto a receita de redes lineares (TV aberta e paga) foi de US$ 6,3 bilhões, numa queda de 5% ano a ano. A receita operacional, no entanto, aumentou 6% nas redes lineares, refletindo melhores resultados na TV por assinatura e ganhos “modestos” no segmento de transmissão aberta. A empresa também comunicou que sua divisão de Parques, Experiências e Produtos teve seu melhor ano de todos os tempos, com US$ 7,4 bilhões em receita no trimestre e US$ 28,7 bilhões no ano fiscal de 2022.
Jason Momoa diz que seu “projeto dos sonhos” da DC vai sair do papel
Jason Momoa revelou que está bastante animado com os novos encarregados das produções da DC Comics. Com as mudanças na Warner Bros. Discovery, que trouxeram o cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) para comandar o recém-criado DC Studios, o intérprete de Aquaman adiantou que seu “projeto dos sonhos” finalmente sairá do papel. “Estou muito animado com Peter Safran e o Sr. Gunn agora no comando da DC”, disse o ator em entrevista ao programa Entertainment Tonight. “Há muitas coisas legais que estão por vir e um dos meus projetos dos sonhos será realizado sob a vigilância deles, então fique atento”, continuou sem dar mais detalhes sobre o eventual projeto. Momoa já terminou de filmar a aguardada sequência de “Aquaman”, “Aquaman e o Reino Perdido”, que estreia nos cinemas no Natal de 2023. Então, ele pode estar se referindo a “Aquaman 3” ou outro projeto ao estilo de “Liga da Justiça”. A gestão de Gunn e Safran no DC Studios começou há uma semana, e eles supervisionarão não apenas os filmes, mas também os projetos televisivos com personagens da DC. Following news that #HenryCavill will be returning as #Superman, @thisiscarlosb chats with #Aquaman himself, #JasonMomoa, who teases that his "dream" DC project is currently in the works: "Stay tuned"👀 https://t.co/v7ySfrMbOZ pic.twitter.com/I9TnnmW4LO — ET Canada (@ETCanada) November 7, 2022
Casa de Vecna está à venda nos EUA por quantia milionária
A casa de Vecna – também conhecida como residência dos Creel – da 4ª temporada de “Stranger Things” está à venda nos EUA. A residência, que fica na cidade de Roma, no estado da Geórgia, está sendo oferecido a potenciais compradores pelo valor de U$ 1.5 milhão. O anúncio diz: “Em uma estranha virada do destino, a icônica casa Creel pode ser sua!”. O site oficial da imobiliária responsável pela venda traz mais informações – e diversas fotos do local – para os interessados. Entre outras coisas, revela que a construção de arquitetura vitoriana data de 1882 e que os atuais proprietários restauraram totalmente sua estrutura para limpar vestígios do Mundo Invertido, incluindo no novo layout uma sala adjacente, “perfeita para jogar Dungeons and Dragons”, e uma sala de estar “ideal para receber as reuniões do Hellfire Club”. Ao todo, a casa possuiu seis quartos grandes e cinco banheiros. E também o famoso “sótão” da série, descrito como um terceiro andar inacabado, que já esteve ocupado inteiramente por um único morador. Mas o anúncio tenta tranquilizar os compradores com uma aviso sobre o antigo inquilino que queria dominar o mundo: “Não se preocupem, o morador anterior do terceiro andar já foi realocado por um único exterminador – nós esperamos”. Para completar, um grande lote de terra circunda a residência majestosa. Por isso, diz o texto, “não se surpreendam se encontrar alguns demogorgons residuais se escondendo na propriedade”. E acrescenta: “No caso de as coisas ficarem muito estranhas e até derem errado, uma casa funerária está localizada nas proximidades”.
Astro da Marvel enfrenta Elon Musk no Twitter
O plano de domínio mundial de Elon Musk encontrou pela frente um incrível Hulk. O ator Mark Ruffalo se juntou a outras celebridades que acharam absurdo ter que pagar uma mensalidade (US$ 8 nos EUA) para ter um selo azul de verificado no Twitter. A discussão começou quando a deputada democrata Alexandria Ocasio-Cortez apontou que pagar pelo Twitter não promovia a liberdade de expressão, que Musk escolheu como bandeira ao comprar a rede social. “Morrendo de rir que um bilionário tenta seriamente vender às pessoas a ideia de que ‘liberdade de expressão’ é na verdade um plano de assinatura de US$ 8 mensais”, escreveu Ocasio-Cortez na quarta-feira (2/11). Musk respondeu a ela: “Seu comentário é apreciado, agora pague US$ 8”. Depois disso, Alexandria Ocasio-Cortez acusou Musk de bloquear sua conta. Ruffalo entrou na briga escrevendo: “Elon. Por favor, pelo amor da decência, saia do Twitter, entregue as chaves para alguém que faça isso como um trabalho real e continue gerenciando a Tesla e a SpaceX.” E ainda acrescentou: “Você está destruindo sua credibilidade. Não é uma boa aparência.” Musk retrucou no sábado. “Provocação: Nem tudo que a AOC diz é preciso.” Ruffalo respondeu. “Talvez sim. É por isso que ter filtros robustos para desinformação e usuários verificados confiáveis têm sido um recurso popular para pessoas e anunciantes. Precisamos dessas proteções para garantir que as informações sejam precisas, ou o aplicativo perderá credibilidade, assim como você. E as pessoas irão embora.” O bilionário afirmou que o Twitter pode perder centenas de milhões de dólares sem essa e outras mudanças. O modelo de assinatura para verificados é uma parte de seu plano para reduzir o prejuízo, que também incluiu uma demissão de cerca de 3.700 funcionários da empresa em todo o mundo no final da semana passada. Ruffalo insistiu: “Este não é o momento para mesquinhez, mas grandeza. Use seus dons e esta plataforma para promover boas informações, não desinformação e crueldade. Você está sendo convocado pelas crianças do mundo. O que tornou Tony Stark grande foi abandonar seu egoísmo para o bem da humanidade. Seja esse cara”. Elon. Please—for the love of decency—get off Twitter, hand the keys over to someone who does this as an actual job, and get on with running Tesla and SpaceX. You are destroying your credibility. It’s just not a good look. https://t.co/34aMtU5h62 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) November 4, 2022 This isn’t the time for pettiness but greatness. Use your gifts & this platform for good information, not misinformation & cruelty. You’re being called by the children of the world. What made Tony Stark great was his turning selfishness to the betterment of mankind. Be that guy. — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) November 4, 2022
HBO Max e Discovery+ somam 95 milhões de assinantes mundiais
A Warner Bros. Discovery (WBD) está contabilizando quase 95 milhões de assinantes mundiais de seus serviços combinados na HBO Max e Discovery+ no terceiro trimestre do ano, de julho a setembro. O período representa a época do lançamento de “A Casa do Dragão”, prólogo de “Game of Thrones” que se provou imensamente popular. Como a empresa liderada por David Zaslav já informou que vai unificar as plataformas de streaming em um serviço único em 2023, não foram informados os números relativos a cada plataforma de forma separada. No segundo trimestre, o WBD disse que os assinantes de HBO Max e Discovery+ totalizaram 92,1 milhões, um aumento de 1,7 milhão em relação aos 90,4 milhões do trimestre anterior. O número atual representa um aumento de 2,8 milhões de usuários em todo o mundo – 500 mil deles nos EUA e Canadá. Pode parecer pouco, mas é maior que o atingido pela líder Netflix no mesmo período. A grande rival da WBD adicionou 2,4 milhões de novos assinantes no terceiro trimestre, incluindo um ganho de 100 mil na América do Norte, para chegar a 223,1 milhões em todo o mundo no final de setembro. No relatório divulgado nesta quinta (3/11), a WBD também revelou um prejuízo líquido de US$ 2,3 bilhões no terceiro trimestre, que incluiu US$ 1,92 bilhão em amortização de impostos de ativos vinculados à reestruturação da empresa após a fusão entre Warner e Discovery. Isto significa que a empresa ainda vai precisar cortar muitas despesas para buscar o equilíbrio financeiro. Em comunicado, o principal executivo da empresa reconheceu um ambiente operacional desafiador. “Estamos reimaginando e transformando a organização para o futuro enquanto promovemos sinergia em toda a empresa, aumentando nossa meta para pelo menos US$ 3,5 bilhões e fazendo progressos significativos em nossos produtos DTC [streaming] combinados”, disse David Zaslav. “Embora tenhamos muito mais trabalho a fazer e algumas decisões difíceis ainda a serem tomadas, temos total convicção da oportunidade à nossa frente.”
Jennifer Lawrence desistiu de filme por causa de Amanda Seyfried
A atriz Jennifer Lawrence anunciou que desistiu de estrelar “Bad Blood”, filme que voltaria a reuni-la com o diretor Adam McKay após “Não Olhe para Cima”. O motivo foi a demora da produção, que acabou superada pelo lançamento de “The Dropout”, minissérie sobre a mesma história, que rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Amanda Seyfried pelo papel que Lawrence desempenharia no cinema. Lawrence disse que desistiu do filme depois de assistir a performance premiada da colega. “Achei ela ótima”, disse a atriz, numa entrevista para o jornal New York Times. “Eu fiquei tipo, ‘não precisamos refazer isso. Ela já fez.'” “Bad Blood” estava há seis anos em desenvolvimento. Foi o projeto que juntou Lawrence e McKay pela primeira vez, mas como enfrentou várias dificuldades para sair do papel, acabou deixado de lado para que os dois fizessem outro filme antes, “Não Olhe para Cima”. Em dezembro passado, a Apple TV+ surgiu como parceiro financeiro e de distribuição do projeto. No filme agora descartado, Lawrence daria vida à história real de Elizabeth Holmes, jovem que largou a faculdade de Engenharia para fundar a startup Theranos, especializada em rápidos diagnósticos médicos a partir de apenas uma gota de sangue. A promessa revolucionária da startup atraiu muitos investidores e, em pouquíssimo tempo, transformou Holmes na mais jovem bilionária dos Estados Unidos e a única a figurar na lista sem o respaldo de uma grande herança. Mas o que, na superfície, parecia um caso bem-sucedido de empreendedorismo – a exemplo do que Lawrence viveu em “Joy – O Nome do Sucesso” (2015) – , acaba tendo uma reviravolta amarga. Após uma década de atividade e de atingir o valor de mercado de US$ 9 bilhões, o sucesso da Theranos se provou controvertido, levando o negócio a se desvalorizar de forma vertiginosa. Resultados equivocados, profissionais desqualificados e laboratórios fora dos padrões aceitáveis derrubaram o prestígio do empreendimento, levando Holmes a ser processada por fraude, conforme novas provas foram surgindo de que o negócio não tinha a menor capacidade de fazer o que anunciava. A trama foi escrita pela roteirista Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e era baseada num livro do jornalista John Carreyrou, que denunciou a fraude.
Elon Musk compra Twitter e demite diretoria
O bilionário Elon Musk completou a aquisição do Twitter na quinta-feira (27/10) por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 235 bilhões), de acordo com vários veículos da imprensa internacional. E a primeira decisão que tomou ao assumir o negócio foi demitir imediatamente a cúpula da rede social: entre outros executivos, o diretor executivo do Twitter, Parag Agrawal, o diretor financeiro, Ned Segal, e a encarregada de assuntos jurídicos do Twitter, Vijaya Gadde. A conclusão da compra ocorreu depois de uma saga judiciária, que envolveu a Justiça dos EUA, após Musk se arrepender da oferta feita em abril e ficar, desde então, tentando desfazer o negócio. Musk tinha até esta sexta-feira (28/10) para fechar a compra, caso contrário um julgamento seria realizado em novembro. Na noite de quinta, Musk mudou sua identificação no Twitter para “Chief Twit”, e pouco depois da meia-noite (horário de Brasília) escreveu na rede social que “o passarinho está livre”, aludindo ao pássaro que é símbolo do aplicativo. O empresário, dono da Tesla e da Space X, também usou o Twitter ao longo do dia para explicar que seu objetivo ao comprar a plataforma não era ganhar dinheiro e sim ajudar a humanidade, fazendo com que a civilização tenha “uma praça digital comum”, em vez de plataformas separadas para públicos de esquerda e de direita. “O Twitter obviamente não pode se tornar um inferno livre para todos, onde qualquer coisa pode ser dita sem consequências!”, continuou Musk. “Além de cumprir as leis do país, nossa plataforma deve ser calorosa e acolhedora para todos, onde você pode escolher a experiência desejada de acordo com suas preferências, assim como pode escolher, por exemplo, ver filmes ou jogar videogame variando de todas as idades até a maturidade.” Ele pretende, claramente, transformar a plataforma, e o comentário sugere uma mudança nas características de fórum de discussões e propagador de notícias em favor de serviços de entretenimento. Musk já disse que seus planos incluem fazer do Twitter “um aplicativo para tudo”. Na prática, este aplicativo já existe. Chama-se WeChat, uma espécie de “superaplicativo” que incorpora diferentes serviços, incluindo mensagens, mídia social, pagamentos e pedidos de comida. E não tem um terço da popularidade do Twitter. De todo modo, especialistas no mercado de ações acreditam que Musk está supervalorizando o Twitter, pagando muito mais do que a plataforma vale. Atualmente em crise, o Twitter teve prejuízo de US$ 270 milhões no último trimestre. the bird is freed — Elon Musk (@elonmusk) October 28, 2022
CEO diz que aumento no preço da Apple TV+ é reflexo de mais conteúdo
O CEO da Apple, Tim Cook, falou sobre o recente aumento das assinaturas do serviço de streaming da empresa, o Apple TV+. Segundo ele, o reajuste é resultado do aumento na quantidade de produtos oferecidos pelo serviço. “Se você olhar quando nós precificamos pela primeira vez, nós tínhamos apenas algumas séries. Estávamos no início. Estávamos muito focados apenas nos originais e, portanto, tivemos quatro ou cinco séries e o preço era bastante baixo ”, disse Cook numa videochamada com os acionistas. “Agora temos muito conteúdo e estamos lançando mais a cada mês. E assim aumentamos o preço para representar o valor do serviço.” A assinatura da Apple TV+ vai passar de US$ 4,99 para US$ 6,99 por mês nos EUA, num aumento de 40% em relação ao valor original. No Brasil, o valor passou de R$ 9,90 para R$ 14,90. A Apple TV+ teve seu conteúdo valorizado neste ano com a vitória no Oscar de “No Ritmo do Coração” – filme que só foi exclusivo do serviço do streaming nos EUA – , e com a segunda conquista consecutiva de “Ted Lasso” como Melhor Série de Comédia no Emmy. Cook também observou o “entusiasmo e forte engajamento” dos assinantes do serviço. Segundo ele, “sucessos da Apple TV+ como ‘Ruptura’, ‘Bad Sisters’ e ‘Black Bird’ ocuparam o centro das telas ao redor do mundo. E os fãs de beisebol ficaram grudados em seus assentos nesta temporada assistindo ‘Friday Night Baseball’.” Além disso, o diretor financeiro da empresa, Luca Maestri, destacou as parcerias globais da Apple com as principais ligas de futebol. A partir da próxima temporada, os torcedores poderão transmitir todas as partidas da Major League Soccer, a liga de futebol dos EUA, por meio do aplicativo Apple TV. A Apple não divulga números de assinatura para nenhum de seus serviços, que incluem armazenamento em nuvem, pagamentos e outros negócios. Mas Maestri disse que o número total é maior do que 900 milhões – um aumento de 155 milhões nos últimos 12 meses e o dobro de três anos atrás. O Apple TV+ teria entre 20 e 40 milhões de assinantes. Vale destacar que não é só o Apple TV+ que vai aumentar os preços. Outros serviços da empresa, como Apple Music e Apple One, também sofrerão reajustes. “O custo do licenciamento aumentou e por isso estamos pagando mais pela música. O bom disso é que os artistas também receberão mais dinheiro por suas músicas que são curtidas em streaming”, justificou Cook. Ao todo, os serviços da Apple tiveram receita de US$ 19,1 bilhões no quarto trimestre e de US$ 78,1 bilhões no ano. Produtos como iPhone, Mac, iPad, entre outros, geraram US$ 71 bilhões em vendas no trimestre e US$ 316 bilhões no ano. Por isso, ao contrário das big techs concorrentes, a empresa comemorou um bom lucro no trimestre.
O Pálido Olho Azul: Teaser introduz terror gótico estrelado por Christian Bale
A Netflix divulgou o teaser legendado de “O Pálido Olho Azul”, terror gótico que marca a terceira parceria entre o ator Christian Bale e o diretor Scott Cooper – após o thriller “Tudo por Justiça” (2013) e o western “Hostis” (2017). Baseado no livro homônimo de Louis Bayard, o filme gira em torno de uma série de assassinatos na Academia Militar de West Point em 1830. Bale tem o papel de um detetive veterano que investiga os crimes, e para isso conta com a ajuda do jovem cadete Poe, que mais tarde se tornaria mundialmente famoso como escritor, Edgar Allan Poe. Harry Melling, conhecido como o Dudley Dursley da saga “Harry Potter”, vive Poe e o resto do elenco inclui Gillian Anderson (“The Crown”), Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Toby Jones (“First Cow”), Timothy Spall (também de “Harry Potter”), Harry Lawtey (“Industry”), Simon McBurney (“Carnival Row”), Hadley Robinson (“Moxie”), Joey Brooks (“A Grande Jogada”), Brennan Cook (“Encounter”), Gideon Glick (“The Marvelous Mrs. Maisel”), Fred Hechinger (“The White Lotus”), Matt Helm (“The Tragedy of Macbeth”), Steven Maier (“The Plot Against America”), Charlie Tahan (“Ozark”) e o veterano Robert Duvall (“O Juiz”). A estreia está marcada para 6 de janeiro.











