Fox Premium vai exibir This Is Us simultaneamente no Brasil
O canal pago Fox Premium anunciou que exibirá a 4ª temporada de “This Is Us” no Brasil simultaneamente à transmissão nos Estados Unidos. Assim, a estreia dos novos episódios vai acontecer em 24 de setembro, tanto aqui quanto lá. Esta será a primeira vez que os fãs da série premiada poderão assistir aos episódios sem precisar se preocupar com os spoilers após as exibições internacionais. Prestigiada pela crítica com 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes, em sua 3ª temporada, o drama disputa 9 prêmios da Academia da Televisão neste ano, incluindo o Emmy de Melhor Série de Drama pelo terceiro ano consecutivo. A série é um fenômeno tão grande que já se encontra renovada até a 6ª temporada. “This Is Us” narra a história da família Pearson em três momentos distintos, mas apresentados simultaneamente, mostrando desde Jack (Milo Ventimiglia) e Rebecca (Mandy Moore) como um casal jovem de pais nos anos 1980, até a vida adulta de seus filhos, Kate (Chrissy Metz), Kevin (Justin Hartley) e Randall (Sterling K. Brown).
Ted Danson vai estrelar nova série de comédia de Tina Fey
O ator Ted Danson já definiu seu próximo projeto após o final de The Good Place, previsto para a próxima temporada. A NBC encomendou uma nova comédia escrita e produzida por Tina Fey, que contará com o ator como protagonista. Assim, Danson se mantém na NBC. E Tina Fey volta. Ela criou (com Robert Carlock) e estrelou “30 Rock”, que foi sucesso premiado da rede americana entre 2006 e 2013. Exibida no canal pago Sony no Brasil, acabou virando “Um Maluco na TV” quando chegou na TV aberta. A nova série de 13 episódios acompanhará um homem de negócios rico com ambições de se tornar prefeito de Los Angeles, mas pelos motivos errados. Quando finalmente consegue o cargo, ele precisa ganhar o respeito da sua equipe, entender quais são seus objetivos e ainda se aproximar da sua filha adolescente. “Estamos felizes em voltar para casa na NBC, escrevendo para uma das grandes estrelas de todos os tempos, o marido da Mary Steenburgen, Ted”, disseram em nota Fey e Robert Carlock, que também é produtor da série. E isto é tudo, já que ainda não foi revelado o título da produção, nem sua previsão de estreia.
A.P. Bio é “descancelada” por nova plataforma de streaming
Dois meses depois de ser cancelada pela rede americana NBC na reta final de sua 2ª temporada, a série de comédia “A.P. Bio” foi resgatada por uma nova plataforma de streaming. A ironia é que se trata do serviço ainda sem nome da Comcast, dona da própria NBC. “A.P. Bio” é a segunda série exclusiva anunciada para a plataforma da Comcast, que vai reunir produções da Universal Pictures, NBC, USA Network, Syfy e Sky, e deve ser lançada em 2020. A outra atração confirmada é “Angelyne”, drama desenvolvido por Sam Esmail (“Mr. Robot”), que será estrelado por Emmy Rossum (“Shameless”). Criada por Michael Patrick O’Brien (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”), “A.P. Bio” gira em torno de um professor universitário (Glenn Howerton, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que após perder o trabalho dos seus sonhos se vê obrigado a dar aula de biologia no ensino médio, onde deixa claro a sua frustração, pouco se importando com os alunos, enquanto planeja sua vingança contra aqueles que o prejudicaram. O elenco também incluiu Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Lyric Lewis (“MADtv”), Mary Sohn (“A Chefa”), Allisyn Ashley Arm (“Sunny entre Estrelas”), Jacob McCarthy (“The Drummer and the Keeper”), Aparna Brielle (vista em “Grimm”) e Nick Peine (“A Última Ressaca do Ano”).
Atriz de Once Upon a Time terá papel importante em This Is Us
A atriz Jennifer Morrison, que protagonizou a série “Once Upon a Time” como Emma Swan, vai voltar à TV em uma nova série. Ela foi escalada na 4ª temporada de “This Is Us” para um grande e misterioso papel recorrente. Detalhes sobre sua personagem estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes do site TVLine afirmam que a atriz terá uma presença “importante” na trama desenvolvida por Dan Fogelman para a rede NBC. “This Is Us” narra a história da família Pearson em três momentos distintos, mas apresentados simultaneamente, mostrando desde Jack (Milo Ventimiglia) e Rebecca (Mandy Moore) como um casal jovem de pais nos anos 1980, até a vida adulta de seus filhos, Kate (Chrissy Metz), Kevin (Justin Hartley) e Randall (Sterling K. Brown). A 4ª temporada estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos, e a atração já se encontra renovada até seu 6º ano de produção. A série pode ser vista pelo canal pago Fox Premium e o serviço de streaming da Amazon no Brasil.
Dick Wolf planeja crossover entre séries das franquias FBI, Chicago e Law & Order
O produtor Dick Wolf está planejando um crossover entre séries policiais que são exibidas por canais diferentes nos Estados Unidos. Segundo apurou a revista Variety, o plano seria mostrar que o universo de “FBI” é o mesmo em que se passam as séries de “Chicago” e “Law & Order”. As duas franquias mais antigas já se cruzaram anteriormente. Mas isso foi facilitado por ambas serem produzidas para a mesma rede de televisão, a NBC. O problema é que “FBI” vai ao ar pela rede CBS. “A CBS e a NBC querem fazer”, disse Wolf à Variety, durante sua participação no Festival de Monte Carlo neste fim de semana. “Mas a decisão está acima do meu salário”, disse ele. Isto significa que as duas redes estão abertas à possibilidade, mas ainda não fecharam nenhum acordo. O próprio produtor diz não saber quais séries se cruzariam. Ele produz três séries de “Chicago” (“Chicago: Fire”, “Chicago: PD” e “Chicago: Med”) e “Law & Order: SUV” na NBC. E, além de “FBI”, está lançando o spin-off “FBI: Most Wanted” na CBS, com estreia marcada para a midseason (entre janeiro e março) de 2020. No Brasil, todas as séries de Dick Wolf são exibidas no canal pago Universal.
The Good Place vai acabar na próxima temporada
A excelente série de comédia “The Good Place” vai acabar em sua 4ª temporada. O anúncio foi feito na noite de sexta-feira (7/6), durante um evento da rede ABC para divulgar suas melhores séries para os votantes do Emmy. A decisão de concluir a trama foi do próprio criador da atração, Mike Schur. Em entrevista feita em dezembro para a revista The Hollywood Reporter, ele já tinha sugerido que a série não duraria muito. “Obviamente, por conta do DNA da trama, onde o status quo é desafiado frequentemente, essa não é uma série que duraria por nove anos. Não é como ‘Friends’, que teria 200 episódios. Então, nós refletimos e chegamos a um plano definitivo, que vocês vão perceber no futuro próximo”, disse Schur. Novamente falando ao THR, já com o final divulgado, o showrunner destacou a importância de concluir a série na hora certa. “Após sobrevivermos à renovação da 1ª temporada, consideramos que esta não era uma série tradicional, que ela precisava ter fim… E desde que fizemos um mapa sobre a narrativa, ela sempre concluía na 4ª temporada”, explicou. “A coisa boa sobre programas de TV hoje em dia é que não é preciso forçar uma continuidade infinita. Você pode deixar a história ditar o número de episódios, o que é ótimo para a criatividade”. “The Good Place” é a oitava série da TV aberta americana a anunciar seu final para a próxima temporada, após “Modern Family”, “Criminal Minds”, “Madam Secretary”, “Blindspot”, “Empire”, “Supernatural” e “Arrow”. A atração gira em torno de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell, de “Veronica Mars”), que chega a seu destino final após morrer. Ao receber as boas-vindas de Michael (Ted Danson, de “CSI”), descobre que foi parar no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas ela logo descobre que o céu é um inferno. Cercada por gente boazinha, ela quer enlouquecer, até perceber que aquele era seu tormento e o “Lugar Bom” era na verdade uma versão do “Lugar Ruim” criada pelo demônio vivido por Danson. Mas esta foi apenas a primeira reviravolta da série, que a cada temporada apresenta uma mudança brusca de situação. Uma não, várias, com uma revelação inesperada atrás da outra. Em meio a esse jorro de criatividade, Eleanor se junta a outros três pecadores, vividos por William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. Fazendo de tudo para evitar o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, eles negociarem sua salvação com uma ajuda surpreendente de Michael e sua assistente (D’Arcy Carden, que também está em “Barry”). E conseguem uma segunda chance, ponto em que a história foi retomada na 3ª temporada… de volta à Terra. A NBC não revelou a quantidade de episódios da 4ª temporada, mas os três primeiros anos tiveram 13 capítulos.
Punky, a Levada da Breca vai ganhar continuação com a mesma atriz
A série clássica dos anos 1980 “Punky, a Levada da Breca” (Punky Brewster, em inglês) vai ganhar revival. E com a mesma atriz que interpretava a menina original, Soleil Moon Frye. Concebida como continuação da trama original, a nova série vai mostrar a protagonista Punky (Frye) como uma atrapalhada mãe solteira de três crianças, que conhece uma jovem que a lembra muito de sua própria infância. A premissa também lembra outras produções em que crianças de séries clássicas retornam adultas para estrelar continuações, como “Fuller House” e “A Casa da Raven” (Raven’s Home). “Punky, a Levada da Breca” foi exibida originalmente entre 1984 e 1988 e girava em torno de uma garota abandonada pela mãe em um shopping. Sem se deixar abater, ela começa a morar num apartamento vago de um prédio administrado pelo viúvo Henry (George Gaynes), que depois a adota. No Brasil, a sitcom foi transmitida com grande sucesso pelo SBT, e depois de cansar de reprisar passou ainda pela Rede Bandeirantes. Além disso, uma versão em desenho animado da série, batizada de “Punky” (também Punky Brewster no original), foi produzida entre 1985 e 1987. A série acabou quando Soleil Moon Frye tinha 12 anos. Mas ela não parou de atuar, aparecendo em várias outras atrações televisivas, inclusive em “Friends”, “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) e “Anos Incríveis” (The Wonder Years), até se destacar num papel fixo em “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003) e como dubladora da franquia animada baseada nas bonecas “Bratz” (2004-2013). O revival de “Punky” está sendo desenvolvido pelos irmãos Steve e Jim Armogida (criadores da série “School of Rock”) para os estúdios Universal, visando um lançamento na rede NBC, lar da série original. Por enquanto, o projeto ainda está em etapa de roteiro, mas Soleil Moon Frye já está comemorando nas redes sociais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram I have a big giant secret to finally share with you! She is back and I am back too! #PUNKYPOWER ❤️??????? Uma publicação compartilhada por Soleil Moonfrye (@moonfrye) em 4 de Jun, 2019 às 10:25 PDT
NBC cancela todas as suas séries novatas da midseason
A rede NBC desceu a guilhotina sobre toda as suas séries novas desta midseason. A comédia “Abby’s”, o drama “The Village” e o thriller “The Enemy Within” foram cancelados. Estes cancelamentos se juntam ao corte da série de comédia “AP Bio”, em sua 2ª temporada, para zerar quase completamente a programação da emissora no período que equivale à primavera norte-americana (entre março e maio). Apenas “Good Girls” sobreviveu ao massacre, renovada para sua 3ª temporada – ao lado dos programas de competição “The Voice” e “World of Dance”. A decisão não é surpreendente, já que nenhuma dessas séries ganhou muitos elogios da crítica ou se provou um sucesso de público. “The Village” e “The Enemy Within” encerraram suas primeiras temporadas na semana passada, enquanto “Abby’s” ainda tem mais cinco episódios antes de seguir para o cemitério das séries. Todas eram produções da Universal. Criada por Mike Daniels (roteirista-produtor de “Shades of Blue” e “Sons of Anarchy”), “The Village” era um drama lacrimoso ao estilo de “This Is Us”. Girava em torno dos residentes de um prédio de Manhattan, diferentes em idade, raça, cultura e estilo de vida, que têm suas vidas entrelaçadas para provar o velho clichê de que os desafios da vida são melhores quando enfrentados junto a quem se ama. O elenco incluía Lorraine Toussaint (série “Orange Is the New Black”), Warren Christie (série “Chicago Fire”), Moran Atias (série “Tyrant”), Daren Kagasoff (série “The Secret Life of the American Teenager”), Grace Van Dien (série “Greenhouse Academy”), Dominic Chianese (série “The Sopranos”), Michaela McManus (série “Aquarius”), Jerod Haynes (“Benji”) e Frankie Faison (série “Banshee”). “The Enemy Within” era uma espécie de “The Blacklist” feminino. Criada por Ken Woodruff (produtor-roteirista de “The Mentalist” e “Gotham”), trazia Jennifer Carpenter (de “Dexter” e “Limitless”) como a protagonista Erica Shepherd, a maior traidora da história da CIA. A trama começa com ela saindo da prisão para trabalhar com o agente do FBI Will Keaton (Morris Chestnut, da série “Rosewood”) numa missão que lhe permitiria se vingar do homem responsável por sua situação. “Abby’s”, por sua vez, provou-se um raro fracasso do produtor Michael Schur (criador de “Brooklyn Nine-Nine” e “Parks and Recreation”). Desenvolvida por Josh Malmuth (roteirista-produtor de “New Girl” e “Superstore”), Abby’s é o nome de um bar improvisado no quintal da casa da personagem-título, vivida por Natalie Morales (das séries “Parks and Recreation” e “Santa Clarita Diet”), com o objetivo de ser o oposto de tudo que a incomoda nas noitadas de hoje em dia. Sim, lembra “Cheers”, a famosa série de bebuns dos anos 1980, com um diferencial do século 21. Agora, a principal personagem feminina não é garçonete, mas dona do bar. É fácil constatar que nenhuma das três atrações se destacava por sua originalidade. Mas, apesar da lógica comercial por trás dos cancelamentos, a opção radical de zerar a programação pode ter efeitos colaterais. Além de desapontar os anunciantes que apostaram nas séries – e todo ano são convidados a investir nas novidades do canal – , não há pesquisas sobre o impacto psicológico produzido por cancelamentos em massa nos hábitos do público televisivo. Sem final, as produções só podem ter decepcionado sua pequena, mas fiel audiência. O detalhe é que a radicalização da NBC representa apenas o pico de uma tendência que marcou o final da atual temporada, com vários cancelamentos de séries estreantes na ABC, CBS e Fox. O efeito disso é o oposto da fidelização da audiência. Sem garantia de continuidade, o público não tem estímulo para se dedicar a séries estreantes na TV aberta – o que, a longo prazo, tende a trazer consequências muito sérias para o setor. Vale apontar ainda que, exceção à regra, a rede The CW não cancelou nenhuma série novata em 2019. Todas as suas séries atuais, das estreantes às mais antigas, voltarão ao ar no outono norte-americano.
A.P. Bio é cancelada no final de sua 2ª temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento da série de comédia “A.P. Bio” durante a reta final de sua 2ª temporada. Uma das atrações de pior audiência do canal, a série tem cerca de 2 milhões de telespectadores semanais e 0,5 ponto na demo. Entretanto, dobra o público com as exibições em outras plataformas. Mas, como afirma post no Twitter do criador da série, Michael Patrick O’Brien, o cancelamento é dolorido para a equipe e o elenco, pois todos gostavam muito de trabalhar na produção. Na trama, um professor universitário (Glenn Howerton, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”) perde o trabalho dos seus sonhos e se vê obrigado a dar aula de biologia no ensino médio, onde deixa claro a sua frustração, pouco se importando com os alunos, enquanto planeja sua vingança contra aqueles que o prejudicaram. Além de Glenn Howerton, o elenco também incluía Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Lyric Lewis (“MADtv”), Mary Sohn (“A Chefa”), Allisyn Ashley Arm (“Sunny entre Estrelas”), Jacob McCarthy (“The Drummer and the Keeper”), Aparna Brielle (vista em “Grimm”) e Nick Peine (“A Última Ressaca do Ano”). “A.P. Bio” ainda tem três episódios inéditos e será exibida até junho nos Estados Unidos.
Kal Penn quer salvar o sonho americano no primeiro trailer da série Sunnyside
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Sunnyside”, série de comédia que fará parte da programação da próxima temporada. A premissa de “Sunnyside” é politizada, por abordar os chamados “dreamers”, filhos de imigrantes que têm sua permanência nos EUA questionada pelo governo americano. Ela foi criada pelo ator Karl Penn (“House”) em parceria com Matt Murray (produtor-roteirista de “The Good Place”). Além de produzir e escrever, Kal Penn estrela a atração como Garrett Modi, um ex-vereador da cidade de Nova York, descendente de imigrantes, que perdeu o rumo e foi preso por intoxicação pública. Agora, ele vive com sua irmã, Mallory, e tenta entender como tudo deu errado. Quando é abordado para ajudar um grupo diversificado de imigrantes que sonham em se tornar cidadãos americanos, Garrett encontra um novo objetivo e uma chance de redenção. O elenco também inclui Diana Maria Riva (“Man with a Plan”), Joel Kim Booster (“Funemployed”), Kiran Deol (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”), Poppy Liu (“Mercy Mistress”), Moses Storm (“Youth & Consequences”) e Samba Schutte (“The Grind”).
Primeiro trailer da série Perfect Harmony revela Glee da meia-idade
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Perfect Harmony”, série prevista para a próxima temporada. Combinando comédia, drama e musical, a produção pode ser descrita como um “Glee” da meia-idade. Ou, ainda, como um “Glee” evangélico. “Perfect Harmony” acompanha o ex-professor de música de Princeton Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz ressoar um coral sacro. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. A prévia promete muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. A série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e a produção inclui Jason Winer (também de “Life in Pieces”), que dirigiu o episódio piloto. Já o elenco desafinado destaca Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”).
Trailer de Bluff City Law revela volta de Jimmy Smits às séries jurídicas
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Bluff City Law”, série prevista para a próxima temporada. Trata-se de mais um drama jurídico que segue advogados de uma firma de elite. O diferencial é que a equipe é liderada por pai e filha, que tem um relacionamento tumultuado. A atração representa uma volta às tramas jurídicas para o veterano Jimmy Smits (“Nova York Contra o Crime” e “Sons of Anarchy”), que nos anos 1980 estrelou a série clássica “L.A. Law” (1986–1994). Já Caitlin McGee (vista em dois episódios de “Grey’s Anatomy”) terá o principal papel de sua carreira como Sydney, a filha do personagem de Smits. A advogada Sydney Strait costumava trabalhar na firma do pai, Elijah, até que as diferenças de opiniões e atitude – ela é conservador, ela é arrojada – os afastaram. Mas, após anos de distância, a morte inesperada de sua mãe volta a aproximar Sydney do pai, que a convence a retornar para a empresa em Memphis. Ela concorda porque, apesar de seu ressentimento e desconfiança, sabe que trabalhar ao lado do pai é sua melhor chance de vencer casos controversos de direitos civis e, assim, mudar o mundo, se ao menos eles conseguirem se entender. Criada por Dean Georgaris (criador de “The Brave” e roteirista do filme “Megatubarão”), “Bluff City Law” ainda traz em seu elenco de apoio os atores Scott Shepherd (“True Detective”), Barry Sloane (“Revenge”), Michael Luwoye (“The Gifted”) e Jayne Atkinson (“House of Cards”).
This Is Us é renovada para mais uma, duas… três novas temporadas!
A rede americana NBC anunciou a renovação da série “This Is Us”. E não apenas para a 4ª temporada, mas para mais três anos completos de produção. O programa continua sendo um dos maiores sucessos de audiência da emissora, com 8,3 milhões de telespectadores semanais e média de 2.0 pontos na demo. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. Assim como as três temporadas iniciais, os próximos três anos de “This Is Us” terão 18 episódios cada. A expectativa é que a série seja encerrada com a encomenda desses episódios, ao final da 6ª temporada, prevista para 2022. Mas nenhuma decisão oficial foi tomada nesse sentido. O que sugere isso é uma declaração do showrunner da atração, Isaac Aptaker, que em fevereiro revelou já saber exatamente como a série vai acabar. “Nós temos o final em mente há muito tempo, então somos capazes de planejá-lo e tentar fazer com que tudo se complete, ao invés de deixar ‘This Is Us’ como uma série que se estende eternamente”. “This Is Us” é uma criação de Dan Fogelman (criador de “Galavant” e “The Neighbors”) e acompanha as vidas de três irmãos durante épocas diferentes de suas vidas: na infância, na adolescência e na vida adulta, em tramas paralelas. Seu grande elenco destaca Justin Hartley (“Smallville”), Chrissy Metz (“American Horror Story”), Sterling K. Brown (“American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”), Milo Ventimiglia (“The Whispers”) e Mandy Moore (série “Red Band Society”).










