Roteirista de A Garota no Trem vai escrever nova versão de Branca de Neve para a Disney
A Disney retomou seus planos de fazer uma versão com atores da fábula da Branca de Neve. Segundo o site The Hollywood Reporter, a roteirista Erin Cressida Wilson, que trabalhou em “A Garota no Trem”, vai assinar o roteiro, que deverá ser uma versão fiel ao desenho clássico “Branca de Neve e Os Sete Anões”, primeiro longa-metragem da Disney, lançado em 1937. O estúdio chegou a ensaiar anteriormente um projeto centrado nos Sete Anões, mas acabou desistindo da produção após os lançamentos praticamente simultâneos de “Branca de Neve e o Caçador” e “Espelho, Espelho Meu” em 2012, Assim como o desenho clássico, a nova versão será musical. A Disney também contratou a dupla Benj Pasek e Justin Paul, que trabalhou no vindouro “La La Land – Cantando Estações”, para compor novas músicas para a produção.
Sing: Fotos da nova animação trazem personagens ao lado de seus dubladores famosos
O estúdio Illumination divulgou novas imagens da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que traz os personagens ao lado de seus dubladores famosos. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. Mas além de falar, os animais do novo desenho também cantam. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Seis candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”); e um porco muito convencido (Nick Kroll, da série “The League”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o rumo de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Sing: Nova animação ganha coleção de pôsteres fofos de animais cantores
O estúdio Illumination divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens fofos da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. Mas além de falar, os animais do novo desenho também cantam. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Seis candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”); e um porco muito convencido (Nick Kroll, da série “The League”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o rumo de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Animação Trolls é a maior estreia da semana nos cinemas
A animação “Trolls” é o maior lançamento da semana, com distribuição em 862 salas, das quais 550 em 3D. Fato raro, terá diversas cópias legendadas. Isto porque é um musical e tem diversos cantores famosos em seu elenco de vozes, como Justin Timberlake e Gwen Stefani. Na versão brasileira, as vozes são da cantora Jullie e do blogueiro Hugo Gloss. Quase psicodélico, o filme leva para os cinemas aqueles bonecos de cabelos arrepiados que viraram febre nos anos 1960 e tiveram um grande revival há 20 anos. Seu criador, o lenhador dinamarquês Thomas Dam, concebeu os bichos feios como presente para sua filhinha em 1959, batizando-os de Trolls. Na história, os Trolls vivem num estado de eterna felicidade, cantando, dançando e se abraçando o dia todo, exceto o personagem mau-humorado de Timberlake. Um dia, eles são descobertos pelos Bergens, que percebem que podem ser felizes por um instante se comerem um Troll. O resultado é um dos melhores desenhos do estúdio DreamWorks Animation, quase tão divertido quanto o primeiro “Shrek” (2001), também estrelado por um troll simpático. O lançamento nos EUA só acontece na semana que vem, mas a crítica americana já viu e amou, com 85% de aprovação na nota média do site Rotten Tomatoes. A opção dos shoppings para o público mais adulto é “A Garota no Trem”, suspense baseado em best-seller que chegou a ser comparado com “A Garota Exemplar”. Mas as duas garotas acabaram se revelando bem diferentes. O novo filme, estrelado por Emily Blunt (“O Caçador e a Rainha do Gelo”), vem tendo um desempenho modesto nas bilheterias e diante da crítica – apenas 44% de aprovação. A trama gira em torno de um assassinato que a protagonista pode ter testemunhado ou cometido. As reviravoltas, porém, não chegam a surpreender. Estreia em 318 salas. Quer ver um thriller realmente bom? Só se morar no Rio, cidade que vai receber, com exclusividade e somente em duas salas, o melhor lançamento da semana. O noir sul-coreano “Um Dia Difícil” é daqueles filmes especiais, capazes de, ao mesmo tempo, fazer o espectador pular da cadeira de tensão e rolar para baixo dela de tanto rir. A história insana acompanha um policial corrupto, que após tentar encobrir um acidente de carro que matou um homem, é perseguido pela suposta testemunha do crime. A partir daí, a ação não pára. Nem os absurdos. O diretor Kim Seong-hun tem o senso de humor dos irmãos Coen para retratar situações criminais. Apesar de novato, é um nome que o cinéfilo precisa anotar. Fãs de besteirol (a gente sabe que existem) podem conferir outro lançamento asiático com mais facilidade: a nova comédia de ação de Jackie Chan, de volta a seu papel de sempre, como um detetive de Hong Kong que se junta a um americano para derrubar um mafioso chinês. Mas não se trata de “A Hora do Rush 4”, porque o comediante americano desta vez é branco, Johnny Knoxville (“Jackass”), e o filme se chama “Fora do Rumo”. Em 140 salas. Em circuito limitado, o terror “Satânico” chama atenção por ser estrelado por Sarah Hyland (uma das meninas da série “Modern Family”) e contar com desaprovação unânime no Rotten Tomatoes (só críticas negativas num total de 0% de recomendação). Tenha medo de suas 25 salas. “Amnésia” marca a volta do veterano cineasta Barbet Schroeder à praia de Ibiza, onde ele filmou o psicodélico “More”, com trilha do Pink Floyd em 1969. A trilha, agora, é a música eletrônica dos anos 1990, e a trama é inspirada pela vida da mãe do diretor, uma alemã que, por causa do nazismo, mudou de país e pelo resto da vida se recusou a falar alemão ou consumir qualquer produto fabricado na Alemanha, até que um DJ de Berlim aluga um quarto em sua casa, visando estourar na famosa cena musical de Ibiza. Exibido no último Festival do Rio, entra em 18 salas de sete capitais, além de Campinas. Completam o circuito o belo e vazio drama brasileiro “Jonas”, com Jesuíta Barbosa, Chay Suede, o rapper Criolo e Laura Neiva mais linda que nunca em 13 salas, o romance gay holandês “Boys”, em uma sala no Rio e outra em Brasília, e o documentário “Epidemia de Cores”, apenas no Espaço Itaú Botafogo, no Rio.
Ice Cube vai escrever e estrelar nova versão musical de Oliver Twist para a Disney
Dentro da atual estratégia de produzir novas versões de todos os clássicos infantis já filmados, a Disney anunciou a produção de uma nova versão de “Oliver Twist”, de Charles Dickens. A novidade é que desta vez será um versão musical, ao som de música urbana contemporânea (leia-se hip-hop), escrita, produzida e estrelada pelo rapper Ice Cube. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, Cube vai escrever o roteiro em parceria com Jeff Kwantinetz, produtor do seu filme “Um Salão do Barulho 3” (2016), e interpretar o papel do vilão velhaco Fagin, que explora as crianças de rua. O musical também terá envolvimento do produtor Marc Platt (do musical da Broadway “Wicked”) e do diretor da peça “Hamilton”, Thomas Kail, que negocia assumir a direção do filme. Platt e Kail trabalharam juntos no especial televisivo “Grease Live!”, vencedor do Emmy 2016. Baseado no romance escrito por Dickens em 1838, “Oliver Twist” conta a história de um menino órfão que conhece um ladrão de rua e passa a integrar um bando de trombadinhas de Londres. A trama será atualizada e deve ser ambientada nos EUA dos dias atuais. Vale lembrar que a história já rendeu um musical de sucesso, “Oliver!”, que foi encenado no teatro nos anos 1960 com o futuro cantor dos Monkees Davy Jones. Esta versão foi filmada em 1968 e venceu seis Oscars, inclusive o de Melhor Filme. Uma das obras mais adaptadas do cinema, “Oliver Twist” já teve até versão dirigida por Roman Polanski, em 2005. A nova adaptação da Disney ainda não tem previsão de lançamento.
Moana: Dwayne Johnson canta numa cena da animação
A Disney divulgou uma cena de “Moana: Um Mar de Aventuras”, que traz o astro Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 7”) soltando a voz, ao dublar uma cantoria de seu personagem animado, o semideus Maui. Nos EUA, Maui e Moana são dublados, respectivamente, por Johnson, que pela primeira vez tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema, e a estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys neste domingo), escreveu algumas das canções da trilha sonora. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.
Roteirista de Piratas do Caribe 5 vai escrever versão “com atores” de Rei Leão
A versão “com atores” de “Rei Leão”, que na verdade será uma animação realista ao estilo de “Mogli, o Menino Lobo”, com captura de movimentos, já definiu seu roteirista. Segundo o site da revista Variety, a Disney contratou Jeff Nathanson para escrever a adaptação de seu desenho clássico. O estúdio deve ter gostado muito de seu roteiro para o ainda inédito “Piratas do Caribe 5”, aquele que virou “A Vingança de Salazar” no Brasil. Além deste filme, ele escreveu três longas dirigidos por Steven Spielberg, “Prenda-me Se For Capaz” (2002), “O Terminal” (2004) e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2009), mas também três coisas de Brett Ratner, “A Hora do Rush 2” (2001), “A Hora do Rush 3” (2007) e “Roubo nas Alturas” (2011). A direção está a cargo de Jon Favreau, que dominou a técnica de dar vida a animais selvagens em “Mogli”. O filme original de “Rei Leão” foi lançado em 1994 e, na época, tornou-se o longa animado com maior arrecadação mundial de todos os tempos, com US$ 968,8 milhões. Além disso, venceu Oscars e Grammys por conta de sua trilha sonora. A nova versão vai preservar as características musicais da obra original. Ainda não há data prevista para o início das filmagens.
Guy Ritchie negocia dirigir versão com atores de Aladdin para a Disney
O cineasta britânico Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”) abriu negociações com a Disney para dirigir a versão com atores reais de “Aladdin”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio pretende transformar a história por completo, realizando uma versão “ambiciosa e nada convencional”. Se isso acontecer, será uma novidade, já que a Disney tem feito o possível para recriar seus desenhos clássicos de forma mais fiel possível, ainda que inclua efeitos visuais de última geração, como aconteceu em “Mogli, o Menino-Lobo”. O roteirista John August, parceiro do diretor Tim Burton em cinco filmes, de “Peixe Grande” (2003) a “Frankenweenie” (2012), assina a adaptação, que deverá manter o aspecto musical da animação. Não há informações sobre como o Gênio entrará na trama, já que a performance do falecido Robin Williams foi determinante para o sucesso do personagem – e do filme. Lançada em 1992, a animação da Disney foi líder de bilheteria naquele ano e levou dois Oscar por sua trilha sonora. A versão com atores reais de “Aladdin” ainda não tem data para ser lançada e nem elenco definido.
American Idiot: Disco da banda Green Day vai virar filme da HBO
Ponto alto da carreira da banda Green Day, o disco “American Idiot” já tinha sido transformado em um musical da Broadway, que se excursionou pela Europa e ganhou até a sua versão no Brasil. E agora, o líder da banda, o cantor Billie Joe Armstrong, confirmou que ele vai virar um filme do canal pago HBO. “Esse é o plano sim. Temos o Ok da HBO, e o script está passando por algumas modificações aqui e ali, então não tenho certeza de quando iremos começar a gravar, mas definitivamente as coisas estão acontecendo no momento”, ele contou, em entrevista à revista britânica NME. Lançado em 2004, o álbum tem o formato de uma ópera-rock, contando uma história por meio de suas 13 faixas, dentre elas hits como “American Idiot”, “Boulevard Of Broken Dreams” e “Wake Me Up When September Ends”. O projeto de transformar sua narrativa num filme existe desde 2011 e Tom Hanks chegou a estar associado como produtor. Além de ter escrito as músicas, Billie Joe também deve estrelar a produção, assumindo o papel de St. Jimmy, como o fez em algumas ocasiões na Broadway. O cantor fará sua estreia como protagonista de cinema na comédia “Ordinary World”, que chega em 14 de novembro nos cinemas dos EUA. Veja o trailer aqui.
Veja o trailer do novo documentário da banda 30 Seconds to Mars dirigido por Jared Leto
A banda 30 Seconds to Mars divulgou, em sua página oficial no YouTube, o primeiro trailer de “Camp Mars: The Concert Film”, um documentário sobre um acampamento/show da banda em 2015, dirigido pelo ator Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), que é o cantor do grupo. A prévia mostra a locação campestre e o público animado, que chega para passar três noites num evento descrito como “acampamento de verão” para adultos. Dois dos shows noturnos foram gravados para a produção do vídeo, que ainda destaca a interação da banda com os fãs fora do palco, a participação de DJs, as trilhas para caminhadas, etc. A ideia é que o acampamento se torne uma tradição anual, reunindo a banda com seus fãs de uma forma mais íntima que a permitida pelos grandes festivais de rock. A estreia do filme vai acontecer em 9 de outubro numa plataforma de streaming mais obscura, chamada de VyRT e criada por Leto em 2011.
Criador da série Empire prepara musical sobre sua própria vida
O cineasta Lee Daniels, diretor de “Preciosa” (2008), “O Mordomo da Casa Branca” (2013) e criador da série “Empire” (2015-), anunciou que seu próximo trabalho será um musical baseado em sua própria vida. “Meu empresário vai me matar, mas, estou em negociações para fazer um musical sobre a minha vida. Tenho uma trajetória muito interessante. Já fui, inclusive, sem-teto. (O filme) Terá músicas originais e será parecido com ‘8 1/2’, de Federico Fellini, e ‘O Show Deve Continuar'”, ele declarou, em entrevista à revista Billboard. Não vão faltar “causos” para preencher este roteiro. Lee Daniels nasceu na noite de Natal de 1959, na Filadélfia, e sofreu por ser gay. A relação com o pai, policial militar, era turbulenta com agressões físicas constantes. Após se formar no colegial, ele queria estudar cinema, porém, sem dinheiro necessário, foi cursar artes gerais no Missouri. Sem se identificar com as aulas, desistiu do curso e se tornou recepcionista em uma agência de enfermagem na Califórnia. Aí, o espírito empreendedor se manifestou pela primeira vez, levando Daniels a investir no setor e abrir uma empresa, que chegou a contar com 5000 enfermeiros afiliados. Com a venda do negócio, resolveu empresariar atores. Aos poucos, conseguiu maior projeção até se tornar produtor de filmes como “A Última Ceia” (2001) e “O Lenhador” (2004), preparando terreno para estrear com “Matadores de Aluguel” (2005). E em segundo filme, “Preciosa”, foi indicado ao Oscar de Melhor Direção. Após se estabelecer no cinema, decidiu voltar sua atenção para a TV. E já na primeira empreitada, “Empire”, bateu recordes de audiência. Só não ficou claro, pela entrevista, se esta história será dançada e cantada na TV, no cinema ou no teatro.
Diretor de Mogli vai filmar remake “com atores” de O Rei Leão
Depois do sucesso de “Mogli, O Menino Lobo”, Jon Favreau vai comandar outro remake de um clássico animado da Disney: “O Rei Leão”. Assim como no filme anterior, a nova adaptação será um longa de “live-action”, ou seja, com “atores reais” — ainda que, neste caso, o conceito seja atípico, já que a trama original de “O Rei Leão” não conta com nenhum ser humano. Em comunicado, a Disney afirmou que o novo projeto é mais uma adição à lista de longas que “reimaginam os seus clássicos para um público contemporâneo”, como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014) e “Cinderela” (2015), além do próprio “Mogli”, cuja continuação já está sendo produzida. Favreau também dirigiu o primeiro “O Homem de Ferro” (2008), que lançou o estúdio Marvel como um dos mais bem-sucedidos da atualidade, despertando, por coincidência, o interessa da própria Disney – que comprou a Marvel em 2009. Sua versão de “Mogli” é um dos maiores sucesso do ano, com US$ 965 milhões de bilheteria mundial. É provável que seu “O Rei Leão” se utilize da mesma tecnologia de captura de performance e animação computadorizada de “Mogli”, responsável pela criação de animais bastante realistas na produção, ainda que falantes, como é o caso da história do leão Simba. Outra alternativa seria a via teatral, de colocar atores fantasiados como no musical da Broadway baseado na animação. Por sinal, o musical “O Rei Leão” foi um dos maiores sucessos da Broadway dos últimos anos. O filme “live action” ainda não tem previsão de estreia.
Rooney Mara vai viver uma estrela pop em musical com canções inéditas de Sia
A atriz Rooney Mara, indicada ao Oscar deste ano por “Carol”, vai interpretar uma estrela da música pop em “Vox Lux”, um musical com canções inéditas da cantora australiana Sia. Segundo o site da revista Variety, Mara vai interpretar Celeste, uma garota que escapa de uma tragédia para se tornar uma popstar. O filme deve se concentrar na história de transformação da vida dela ao longo de 15 anos, desde 1999 até os dias atuais. As filmagens estão previstas para começar em fevereiro de 2017 com roteiro e direção de Brady Corbet, que vai usar câmeras de 65mm para projeções em grandes telas de cinema. Corbet é um jovem ator de 28 anos, atualmente em cartaz no filme “Escobar: Paraíso Perdido”, que estreou no ano passado na direção, com o impressionante “The Childhood of a Leader”, vencedor de diversos prêmios, inclusive no Festival de Veneza. “Vox Lux” ainda não tem previsão de estreia.











