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  • Filme

    Doris Day (1922 – 2019)

    13 de maio de 2019 /

    A lendária atriz Doris Day, que estrelou dezenas de comédias clássicas, morreu nesta segunda (13/5) em sua casa, em Carmel Valley, na Califórnia, cercada por amigos. No último dia 3 de abril, ela havia completado 97 anos. “Ela estava com saúde física excelente para sua idade, até recentemente contrair um caso sério de pneumonia”, informou um comunicado da fundação Doris Days, que a atriz criou para defender animais. Uma das estrelas de cinema mais adoradas de todos os tempos, Doris Day ficou marcada por papéis sempre otimistas e pelo charme inocente. Daí, veio seu apelido de “A Rainha Virgem”, pela pureza de seus papéis. Mas ela também era referida como “A Garota da Vizinhança”, por representar mulheres trabalhadoras nas telas, e não beldades glamourosas. Nascida Mary Ann Von Kappelhoff, Doris era filha de um músico talentoso e professor de canto, mas sonhava em seguir carreira como dançarina. O destino lhe reservou outro caminho. Aos 12 anos, ela se envolveu em um acidente de carro quase fatal e passou muitos meses entrando e saindo de hospitais, interrompendo sua vontade de dançar. Durante sua convalescença, ela começou a cantar, logo se apresentando no rádio e em clubes com um nome artístico emprestado de sua música favorita, “Day by Day”. Doris não demorou a se destacar como cantora, atraindo a atenção dos músicos Bob Crosby (irmão de Bing) e Les Brown. Ela excursionou o país por cerca de oito anos com cantora de big bang e, aos 23 anos, gravou seu primeiro grande hit com Brown, “Sentimental Journey”. A canção se tornou uma das favoritas dos soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial e atingiu o 1º lugar nas paradas de sucesso em 1945. Sua carreira musical acabaria ofuscada pela cinematográfica, mas ela recebeu reconhecimento com um Grammy especial por sua discografia em 2008. A transição para o cinema aconteceu em 1948, quando foi convidada a fazer um teste para a Warner Bros. O diretor Michael Curtiz ficou tão impressionado que a escolheu como substituta de última hora de Betty Hutton no musical “Romance em Alto-Mar” (1948). O sucesso da produção a transformou em estrela de Hollywood, levando-o a filmar em média três títulos por ano. Já em seu quinto filme, “No, No, Nanette” (1950), seu nome passou a ter o maior destaque nos cartazes. Além disso, seu par romântico naquele longa, Gordon McRae, se tornou seu primeiro grande parceiro nas telas. Os dois contracenaram em mais quatro produções. Ela era uma artista completa, capaz de interpretar e cantar. E sua interpretação de “Secret Love” no musical “Ardida como Pimenta” (1953), em que viveuu a pistoleira Jane Calamidade, rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Canção – um prêmio destinado apenas aos compositores, embora o maior atrativo fosse sua voz na gravação. Após contracenar com Frank Sinatra em “Corações Enamorados” (1954), Doris partiu para a MGM, onde estrelou “Ama-me ou Esquece-me” (1955), uma versão romanceada da vida da cantora de jazz Ruth Etting. Cheio de canções memoráveis, o filme se tornou o favorito da atriz. Mas ela não se acomodou como estrela de musicais. Também viveu personagens dramáticas, com destaque para sua participação em “Dilema de uma Consciência” (1951), que denunciava a violência racial da Ku Klux Klan. Isso chamou a atenção de ninguém menos que Alfred Hitchcock, que cinco anos depois a escalou como esposa de James Stewart no famoso suspense “O Homem que Sabia Demais” (1956). Ironicamente, o filme de Hitchcock rendeu à Doris sua música mais conhecida, “Que Sera, Sera”, que venceu o Oscar. Em 1957, ela retomou seu antigo prazer de dançar, ao trabalhar com o renomado coreógrafo Bob Fosse em “Um Pijama para Dois” (1957), adaptação de um sucesso da Broadway, em que interpretava a líder sindical de uma fábrica de pijamas. A obra virou um de seus maiores sucessos, repletos de hits musicais e coreografias inesquecíveis. E também serviu de padrão para os filmes seguintes, em que Doris sempre vencia, com doçura, as artimanhas masculinas. A partir daí, a atriz se especializou em comédias românticas, contracenando com Clark Gable em “Um Amor de Professora” (1958), Richard Widmark em “O Túnel do Amor” (1958), Jack Lemmon em “A Viuvinha Indomável” (1959) e David Niven em “Já Fomos tão Felizes” (1960). Mas foi em “Confidências à Meia-Noite” (1959) que ela encontrou seu principal par. A comédia em que se apaixona por um mulherengo, vivido por Rock Hudson, forjou um dos mais célebres casais românticos de Hollywood. Doris Day acabou recebendo sua única indicação ao Oscar como atriz por esse filme. Os dois voltaram a contracenar em “Volta Meu Amor” (1961). Mas os produtores de Hollywood sabiam de um segredo que o público desconhecia. Hudson era gay. E, assim, Cary Grant apareceu como o mulherengo da vez em “Carícias de Luxo” (1962), sucedido por James Garner em “Tempero do Amor” (1963) e “Eu, Ela e a Outra” (1963). O público, porém, queria mais Doris e Rock Hudson. Tanto que a volta da parceria em “Não me Mandem Flores” (1964) estourou as bilheterias da época. Doris Day já tinha mais de 40 anos e ainda mantinha sua distinção como protagonista de comédias românticas, num período em que Hollywood supervalorizava juventude e beleza. Por isso, ela se esforçava em acompanhar os modismos da época, das sátiras de 007 em “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966) às paródias de Hitchcock em “Capricho” (1967). Ela até voltou a seus dias de pistoleira no western “A Indomável” (1967). Contudo, depois de aparecer como mãe de filhos bem crescidos em “Tem um Homem na Cama da Mamãe” (1968), sua carreira cinematográfica acabou. Em 1968, ela fez sua transição para a TV, estrelando “The Doris Day Show”, sitcom que a trazia como uma viúva de cidade grande decidida a viver no campo com os filhos. A série foi muito importante para a atriz, pois, após anos interpretando uma viuvinha alegre, seu marido Marty Melchen morrera de verdade. Ela também descobriu que estava falida, abrindo – e vencendo – um processo contra seu ex-advogado e empresário por negligência. A produção televisiva lhe deu um objetivo e ajudou-a a recuperar suas finanças. “The Doris Day Show” durou cinco temporadas, até 1973. Depois disso, ela ainda apresentou “Doris Day’s Best Friends” num canal evangélico, em 1985. Mas queria fazer mais. Em seu discurso de agradecimento ao prêmio Cecil B. DeMille por sua carreira, no Globo de Ouro de 1989, ela disse: “Eu estive longe por muito tempo” e “o melhor ainda está por vir, eu quero fazer mais”. Ela só fez mais um disco, em 2011. Longe da mídia, Doris passou seus últimos anos como ativista dos direitos dos animais, à frente de sua fundação.

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  • Série

    Primeiro trailer da série Perfect Harmony revela Glee da meia-idade

    12 de maio de 2019 /

    A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Perfect Harmony”, série prevista para a próxima temporada. Combinando comédia, drama e musical, a produção pode ser descrita como um “Glee” da meia-idade. Ou, ainda, como um “Glee” evangélico. “Perfect Harmony” acompanha o ex-professor de música de Princeton Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz ressoar um coral sacro. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. A prévia promete muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. A série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e a produção inclui Jason Winer (também de “Life in Pieces”), que dirigiu o episódio piloto. Já o elenco desafinado destaca Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”).

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  • Série

    Star: Série musical do criador de Empire é cancelada pela Fox

    10 de maio de 2019 /

    A rede americana Fox anunciou o cancelamento da série musical “Star” após três temporadas. A notícia chega dois dias após o final da última temporada, que deixou o destino de vários personagens no ar. Assim, a trama da série não terá resolução. A série era uma produção do cineasta Lee Daniels, criador de “Empire”, e se passava no mesmo universo da outra série, inclusive com direito a crossover na temporada passada. Mas nunca atingiu o mesmo nível de sucesso de “Empire”. Mesmo assim, tinha uma audiência consistente, com 3,5 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo, durante sua 3ª temporada. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. E, neste quesito, a atração da Fox teve desempenho melhor que muitas séries renovadas em outros canais de maior audiência. O problema é que a Fox quer mudar radicalmente sua programação, livrando-se de contratos de produção firmados com a 20th Century Fox Television, que costumava fazer parte de seu conglomerado até recentemente, mas que hoje pertence à Disney. “Star” acompanhava três garotas de vidas bem diferentes que decidem formar um conjunto vocal de R&B, indo da pobreza ao estrelato. O trio central de protagonistas era formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas são os coadjuvantes que se destacaram, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”), Tyrese Gibson (“Velozes e Furiosos 7”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”), Queen Latifah (“Bessie”) e Gladys Knight, que fez participação especial como ela mesma.

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  • Série

    Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série musical do diretor de La La Land

    6 de maio de 2019 /

    A atriz Amandla Stenberg, conhecida pelo primeiro “Jogos Vorazes” (2012) e o drama “O Ódio que Você Semeia” (2018), será a protagonista feminina da série “The Eddy”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”) para a Netflix. Ela se junta ao ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) no elenco da atração, desenvolvida por Chazelle em parceria com o escritor britânico Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos da produção, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg viverá a filha, chamada Julie. A produção também confirmou Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) como o sócio francês do clube e a atriz polonesa Joanna Kulig – que voltará a demonstrar os dotes vocais vistos em “Guerra Fria” (2018) – no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Novo vídeo legendado de Descendentes 3 apresenta o vilão Hades

    30 de abril de 2019 /

    O Disney Channel divulgou um novo vídeo legendado do terceiro filme da saga “Descendentes”. A prévia apresenta Hades e é toda narrada sob o seu ponto de vista, mostrando sua determinação a se vingar de Auradon por seu exílio na ilha dos vilões. O personagem é vivido por Cheyenne Jackson, de “American Horror Story”, com uma peruca púrpura new wave. “Descendentes 3” volta a trazer todos os protagonistas originais da franquia, com destaque para Dove Cameron como Mal, além de Kenny Ortega novamente como diretor. A estreia vai acontecer em agosto, em dia ainda não confirmado.

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  • Filme

    Uglydolls terá cantores brasileiros em sua dublagem nacional

    16 de abril de 2019 /

    A Diamond Films anunciou os dubladores da versão nacional da animação “Uglydolls”. E ela contará com alguns cantores brasileiros: Aline Wirley (ex-Rouge), Paula Lima e o rapper Rincon Sapiência dublarão os personagens Moxy, Mandy e Ugly Dog, respectivamente. Além deles, o elenco vocal também contará com o ator João Côrtes (“O Negócio”), que ficou em 2º lugar na competição musical de calouros da Globo “Popstar” no ano passado. Ele dublará Lou. Os personagens são originalmente dublados em inglês pelos cantores Kelly Clarkson (Moxy), Nick Jonas (Lou), Janelle Monáe (Mandy) e Pittbull (Ugly Dog). Curiosamente, a trilha sonora do filme destaca a participação da brasileira Anitta, que não vai participar da dublagem nacional. Baseada nas bonecas homônimas, “Uglydolls” acompanha a história de Moxy e seus amigos da colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo o trailer dublado em português.

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  • Filme

    Filme com Donald Glover e Rihanna estreia de graça na Amazon

    13 de abril de 2019 /

    O filme “Guava Island”, com Donald Glover (“Atlanta”) e Rihanna (“8 Mulheres e um Segredo”), teve sua première mundial neste final de semana durante o festival Coachella. E após vencer uma disputa por seus direitos de exibição, a Amazon está disponibilizando a obra de graça em seu serviço Prime Video. Mas apenas por 18h, a partir deste sábado (13/4). Depois disso, quem quiser assistir ao filme deverá assinar o serviço de streaming. Filmado em Cuba, “Guava Island” conta a história de um músico em ascensão que sonha em levar um festival de música para a ilha. O problema é que ele é sequestrado no dia do show. Com apenas 55 minutos, o filme foi dirigido por Hiro Murai, que trabalhou com Glover (pode chamar de Childish Gambino) no já icônico clipe de “This Is America”. O roteiro é do irmão do astro, Stephen Glover, e a produção é apresentada como “um filme de Childish Gambino”, porque é cheia de músicas do alter-ego rapper do ator. Além de Glover e Rihanna, o elenco também inclui os atores Letitia Wright (“Pantera Negra”) e Nonso Anozie (série “Zoo”). A crítica internacional adorou a produção, que atingiu impressionantes 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Entre os elogios rasgados, a revista Variety, por exemplo, disse que Glover mais uma vez provou ser capaz de se reinventar. “Não importa o que os fãs de Glover pensem do filme. Ele é tudo o que eles não esperam”. Veja abaixo uma cena da produção.

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  • Filme

    Ouça três versões da música de Anitta na trilha da animação UglyDolls

    12 de abril de 2019 /

    A gravadora Atlantic Records divulgou a íntegra das versões da música “Ugly”, cantada por Anitta na trilha da animação “UglyDolls”, filme baseado na linha de bonecas de mesmo nome. A brasileira gravou a música três vezes, com vocais em português, espanhol e inglês. Confira abaixo. Trilhas de filmes animados tendem a ficar presos ao tema da produção. E “Ugly” não é exceção. A letra tenta passar uma mensagem de autoestima. “Mesmo quando estou mal/ Tenho que lembrar, não é real/ Porque eu não sou feia, sei que não sou feia/ Eu sou linda como sou”, canta Anitta no refrão em português. Os versos são justamente a moral da história de Moxy e seus amigos Ox, Ugly Dog, Wage, Babo e Lucky Bat, que moram na colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. A música de Anitta foi composta por ninguém menos que o célebre DJ Fatboy Slim em parceria com Max Martin, fabricante de hits em série de Britney Spears, Katy Perry e Selena Gomez. Mas o resultado não distingue nenhuma característica particular da brasileira, que canta a melodia de forma chorosa-melosa, ao estilo genérico das calouras de reality musical americano. A trilha sonora de “UglyDolls” também vai incluir faixas cantadas por Kelly Clarkson, Nick Jonas, Janelle Monáe, Bebe Rexha e Blake Shelton, todos dubladores de personagens do desenho. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho das bonecas tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Musical Grease vai ganhar novo filme

    9 de abril de 2019 /

    “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”, musical clássico estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John em 1978, vai ganhar um prólogo. Intitulado “Summer Loving”, em inglês, o novo filme da Paramount vai mostrar como Danny (o personagem Travolta) e Sandy (Newton-John) se conheceram. Essa história já é conhecida dos fãs de “Grease”. No começo do musical, os dois protagonistas contam suas versões de seu primeiro romance de verão para os amigos, durante a canção “Summer Nights”. Relembre abaixo. Ainda sem confirmação de elenco, diretor e data de estreia, o filme contará com roteiro de John August (“Aladdin” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate”). Dirigido por Randal Kleiser, “Grease” (1978) é um dos musicais de maior bilheteria da história, marco da música pop e um dos filmes mais vistos dos anos 1970. Rendeu uma continuação, em 1982, que, apesar de voltar a reunir John Travolta e Olivia Newton-John, não fez sucesso. A origem de “Grease”, porém, é um musical de teatro de 1971, que apresentou a subcultura de jovens americanos dos anos 1950. Uma encenação da peça foi apresentada ao vivo em 2016 na TV americana, com Julianne Hough e Aaron Tveit nos papéis principais.

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  • Filme

    Camila Cabello vai estrelar versão musical de Cinderela no cinema

    9 de abril de 2019 /

    A cantora Camila Cabello vai fazer sua estreia como atriz de cinema. Ela terá o papel principal de uma nova versão de Cinderela, desta vez em formato musical. Além de estrelar, ela também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). A trama do filme está sendo mantida em segredo, mas, convenhamos, quem não conhece a história de Cinderela? A diferença para tantas outras versões é que, além de ser um musical, a fantasia feminina vai se passar nos dias atuais. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora no ano passado com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures. Nascida em Cuba, Cabello será a primeira Cinderela latina do cinema americano. Mas, curiosamente, outra cantora pop de descendência latina já encarnou uma versão da “princesa da Disney” num lançamento do mercado de home video: ninguém menos que Selena Gomez em “Outro Conto da Nova Cinderela”, em 2008. Já a TV exibiu a Cinderela dominicana Dania Ramirez na série “Once Upon a Time”, entre 2017 e 2018. Esta história já teve realmente muitas versões ao longo dos anos, com interpretações tão variadas quanto Leslie Caron (“O Sapatinho de Cristal”), Drew Barrymore (“Para Sempre Cinderela”) e Lucy Hale (“A Nova Cinderela: Era Uma Vez Uma Canção”), mas as mais famosas são mesmo as produções da Disney: a animação clássica “Cinderela”, de 1950, e seu remake live-action, em que Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) interpretou a princesa.

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  • Filme

    Descendentes 3: Trailer revela volta da maldição da Bela Adormecida

    6 de abril de 2019 /

    O Disney Channel divulgou o pôster e o trailer oficial do terceiro filme da saga “Descendentes”. A prévia revela a volta da maldição do sono de “A Bela Adormecida”, usada por um novo vilão para atacar Auradon. E como Mal (filha de Malévola) lidera seus amigos Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) numa luta contra seus maiores inimigos, Uma (filha de Úrsula) e a novidade Hades – vivido por Cheyenne Jackson, de “American Horror Story” com uma peruca púrpura new wave. “Descendentes 3” volta a trazer Dove Cameron como Mal e Kenny Ortega na cadeira de diretor. A estreia vai acontecer no segundo semestre de 2019, em data ainda não confirmada.

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  • Série

    Ator de Moonlight vai estrelar a primeira série do diretor de La La Land

    4 de abril de 2019 /

    O ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) vai estrelar “The Eddy”, a primeira série do diretor Damien Chazelle (“La La Land”, “O Primeiro Homem”). Ironicamente, “La La Land”, de Chazelle, perdeu para “Moonlight”, estrelado por Holland, numa das premiações de Melhor Filme mais conturbadas da história do Oscar. O cineasta desenvolveu a produção em parceria com o escritor britânico Jack Thorne, criador da série “The Last Panthers” (2015) e roteirista de “Extraordinário” (2017), que recentemente também trabalhou ao lado de J.K. Rowling na peça de teatro de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”. A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos de exibição da atração, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha de 15 anos reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner.

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  • Filme

    Novo trailer legendado de UglyDolls traz música inédita de Kelly Clarkson

    28 de março de 2019 /

    A Diamond Films disponibilizou o novo trailer legendado de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O desenho musical traz vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E o vídeo destaca uma das músicas inéditas da trilha, “Broken & Beautiful”, cantada por Kelly Clarkson. Além dela, os cantores Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo, Bebe Rexha, Charli XCX e Wang Leehom também fazem parte do elenco – junto dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Já a trilha sonora tem até música da brasileira Anitta. Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa virou animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”). Na trama, um grupo de bonecos descartados por serem defeituosos resolve entrar no mundo das crianças perfeitas e enfrentar a rejeição de frente, mostrando que suas diferenças é que lhes dão personalidade e os tornam atraentes. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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