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  • Música,  Série

    Queens: Eve e Brandy cantam juntas no teaser da nova série musical

    18 de maio de 2021 /

    A rede americana ABC divulgou o teaser de “Queens”, nova série musical que fará parte da sua programação de outono (nossa primavera) nos EUA. A prévia acompanha um grupo vocal feminino que não se apresenta há 20 anos e aproveita uma oferta para voltar a cantar juntas. Se você já ouviu essa premissa recentemente, é porque a sinopse é praticamente a mesma de “Girls5eva”, lançada há duas semanas na plataforma de streaming Peacock. A diferença é que “Queens” pende mais para o drama e as garotas são negras. Em vez de Spice Girls, a referência são as Destiny’s Child. Na trama, as quatro protagonistas são ex-lendas do hip-hop dos anos 1990 convidadas a se apresentarem juntas novamente num grande evento. E pelos menos duas das integrantes realmente fizeram sucesso musical naquela década, a rapper Eve e a cantora Brandy (agora, Brandy Norwood). O resto do quarteto inclui Naturi Naughton (da série “Power”) e Nadine Velazquez (“My Name Is Earl”), e o elenco ainda destaca Pepi Sonuga (“Famous in Love”) como uma jovem cantora em ascensão. A série foi criada por Zahir McGhee (roteirista de “Scandal”) e teve seu piloto dirigido pelo cineasta Tim Story (“Tom & Jerry: O Filme”).

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  • Música,  Série

    We Are Lady Parts: Série vai mostrar formação de banda punk muçulmana feminina

    16 de maio de 2021 /

    A plataforma Peacock divulgou o trailer de “We Are Lady Parts”, série britânica sobre a formação de uma banda punk muçulmana feminina. A prévia mostra como a banda em busca de uma guitarrista encontra uma jovem doentiamente tímida, que sob a aparência comportada é uma Lita Ford enrustida e precisa exatamente de atitude punk em sua vida – ainda que seus pais muçulmanos não entendam como ela foi se misturar com aquelas garotas agressivas. Com seis episódios, a série é uma coprodução do Channel 4 inglês. Foi criada, escrita e dirigida por Nida Manzoor, que já dirigiu episódios de “Doctor Who”, e traz em seu elenco jovem a árabe britânica Aiysha Hart (“A Descoberta das Bruxas”), como a cantora que se recusa a usar hijab, e a singapuriana Anjana Vasan (“Mogul Mowgli”) na pele da guitarrista introvertida. Um detalhe da produção é que todas as garotas tocam seus instrumentos de verdade. “We Are Lady Parts” vai estrear na quinta (20/5) no Reino Unido e em 3 de junho nos EUA.

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  • Filme,  Música

    The Sparks Brothers: Documentário de Edgar Wright resgata legado da banda Sparks

    16 de maio de 2021 /

    A Focus Features divulgou o pôster e o trailer oficial de “The Sparks Brothers”, primeiro documentário musical do diretor Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”). O filme é um homenagem de fã ao legado da banda Sparks, formada pelos irmãos Ron e Russell Mael em Los Angeles no ano de 1970. Vanguardista e experimental, Sparks foi pioneiro na criação da música eletrônica e considerado um dos grupos musicais mais inovadores de todos os tempos, cuja influência pode ser traçada de Queen a Duran Duran, chegando até Suede e atualmente em The Killers e Franz Ferdinand. Ao mesmo tempo, também é uma das bandas mais subestimadas e pouco conhecidas (para não dizer completamente desconhecida) pelo grande público – apesar de ter lançado 25 álbuns. O documentário de Edgar Wright tenta fazer justiça ao legado dos irmãos Mael, por meio do resgate de sua trajetória e depoimentos de artistas influenciados por suas músicas, como Beck, Björk, Giorgio Moroder, Todd Rundgren, Nick Rhodes (Duran Duran), Jane Wiedlin (Go-Go’s), Nick Heyward (Haircut 100), Steve Jones (Sex Pistols), Vince Clarke (Erasure), Bernard Butler (Suede), Andy Bell (Ride), Alex Kapranos (Franz Ferdinand), Thurston Moore (Sonic Youth), Flea (Red Hot Chili Peppers), Tony Visconti (produtor de David Bowie), Jack Antonoff (Bleachers) e muitos outros. Exibido no Festival de Sundance com 100% de aprovação da crítica americana, o filme tem estreia comercial marcada para 18 de junho nos EUA e não possui previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música,  TV

    Miley Cyrus fecha contrato para especiais e criação de conteúdo com a NBCUniversal

    15 de maio de 2021 /

    Miley Cyrus fechou um contrato amplo de desenvolvimento e talento com a NBCUniversal para projetos potenciais em conteúdo com e sem script para todo o portfólio de TV e streaming de entretenimento da empresa – que inclui a rede NBC, os canais pagos Bravo, E!, Oxygen, SyFy, Universal Kids, USA Network e a plataforma Peacock. O acordo inclui o compromisso de realização de três especiais de Miley. O primeiro será “Stand By You”, um concerto especial do Orgulho LGBTQIA+ exclusivo para a Peacock. O especial de uma hora, filmado em Nashville, traz a cantora apresentando seus sucessos e versões de rock clássicos. “Há anos tenho um relacionamento incrível e duradouro com a NBC!”, disse a artista em um comunicado. “Muitos momentos memoráveis ​​em minha carreira foram compartilhados e apoiados pela NBCU! Isso parece uma progressão natural e estou ansiosa para criar conteúdo que amamos e espero que todos amem também!” “Miley é a verdadeira definição de uma superestrela com vários hifenatos e seu especial do Orgulho, ‘Stand By You’, no Peacock, é a maneira perfeita de dar início a essa parceria incrível”, disse Susan Rovner, Presidente de Conteúdo de Entretenimento da NBCUniversal Television e Streaming. “As possibilidades criativas para Miley em nosso portfólio são literalmente infinitas e mal podemos esperar para colaborar em projetos incríveis em vários gêneros com ela.”

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  • Música

    Clipe de Pedro Sampaio e Luísa Sonza recria “A Fantástica Fábrica de Chocolate”

    15 de maio de 2021 /

    “Atenção”, parceria de Pedro Sampaio e Luísa Sonza, ganhou um clipe inspirado no filme “A Fantástica Fábrica de Chocolate” – a versão de Tim Burton. O vídeo é cheio de chocolate, “bilhete dourado” e tem até um Oompa-Loompa original do longa, o ator Deep Roy, que aparece dançando ao som do funk pagodão baiano. Escrito e dirigido por Fernando Moraes (“Garupa”, de Luísa e Pabllo Vittar), o vídeo é delicioso – e não tem nada a ver com a letra da música. A parte musical é dramática, considerando que o excesso de auto-tune deixa a voz de Pedro Sampaio soando como uma sirene. É basicamente o aviso de um ataque aéreo. No Chão, no chão.

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  • Música

    Olivia Rodrigo surpreende com clipe roqueiro

    15 de maio de 2021 /

    Olivia Rodrigo divulgou seu terceiro clipe, “Good 4 U”, que mostra que “Drivers License” e “Deja Vu” não podem mais ser descartados como brincadeiras de uma estrelinha da Disney. Com mudanças de andamento grunge, a música que ameaça ser uma balada suave se transforma com guitarras distorcidas, palavrão e atitude, impressionando por ser muito mais roqueira que a atual fase roqueira de Miley Cyrus. Estrela de “High School Musical: O Musical: A Série”, Olivia Rodrigo representa uma troca de guarda, uma artista da Disney que dilui rock independente dos anos 1990 como alternativa ao pop e R&B de estrelinhas da própria Disney (Miley) e da Nick (Ariana) para influenciar crianças da nova geração. Uma mudança tectônica. Mas veja – e ouça – bem. Isto ainda é pop e não Nirvana. “Good 4 U” sugere o tipo de carreira que Avril Lavigne teria caso não tivesse virado emo romântica após “Skater Boy”. Olivia surge no videoclipe dirigido por Petra Collins (“Fetish”, de Selena Gomez) com a energia e a contrariedade de uma rebelde mal disfarçada por falsas aparências, uma estudante patricinha, que também é cheerleader, mas adota luvas de borracha no modelito para jogar gasolina e deixar um rastro de destruição incendiária em sua fúria contra o “sexo forte”, num clima assumido de “bela vingança”. Ela não é docinha. Seu álbum de estreia é “Azedo” – “Sour”, o título em inglês – e será lançado em 21 de maio.

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  • Música

    Katy Perry se junta a Pikachu em novo clipe

    14 de maio de 2021 /

    Katy Perry lançou o clipe de “Electric”, em que vive uma aventura ao lado de Pikachu para celebrar os 25 anos do Pokémon mais famoso de todos. No vídeo, Katy e Pikachu viajam para o passado, onde encontram uma versão mais jovem da cantora – e até um Pichu (a pré-evolução do ratinho elétrico) – que anda meio desanimada com a carreira musical. Numa versão fada madrinha de Marty McFly, ela decide “inspirar” a adolescente a continuar perseguindo seus sonhos. O curioso é que, à exceção do Pikachu, nada no vídeo ou na canção tem realmente a ver com o título “Electric”. A música é totalmente eletrônica e a versão jovem de Katy toca um violão acústico. De todo modo, fica explicado que Katy Perry não estourou porque beijou uma garota e gostou, mas porque tinha um Pokémon. A música faz parte do disco “Pokémon 25”, que marca os 25 anos da franquia japonesa e também conta com contribuições de artistas como J Balvin e Post Malone. O disco ainda não tem previsão de lançamento nas plataformas digitais.

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  • Música

    Clipe de Vitão e Rael usa tecnologia similar a “The Mandalorian”

    13 de maio de 2021 /

    Vitão lançou o clipe de “Chamego”, sua segunda parceria com Rael. Os dois já tinham gravado um dueto na faixa “Saudade”, que integrou o álbum “Ouro” (2020), de Vitão. A música tem letra romântica, mas é um pouco acelerada para servir de acompanhamento para as situações descritas. Tanto que o vídeo não materializa cenas quentes, optando por seguir passeios de motos dos cantores. Detalhe é que os cenários do clipe são todos virtuais. O diretor Leo Ferraz contou que produção de efeitos desenvolvida pela Inmagic Group usou uma tecnologia similar à inovadora série “The Mandolorian”: o LedWall – painéis de LED, que exibem um fundo panorâmico em 3D, mesclado a uma cenografia real em primeiro plano. Confira o resultado abaixo.

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  • Música

    Cacatua de Iggy Pop vira sucesso no Instagram e ajuda hospital veterinário

    12 de maio de 2021 /

    Biggy Pop, a cacatua de Iggy Pop, virou um sucesso no Instagram com seus posts de reação à músicas. Tanto que as próprias bandas estão postando os vídeos em que Iggy Pop registra o pássaro dançando ao som das mais diferentes gravações. O post mais recente do ilustre emplumado foi publicado diretamente pela banda inglesa Sleaford Mods com exclusividade, desfalcando a lista de “reacts” do perfil oficial do bicho. Iggy adotou Biggy há 12 anos, ao encontrá-lo à venda numa estrada da Flórida. Ele não estava saudável. A dedicação que ajudou a curar a ave fez nascer uma nova paixão do cantor pela defesa dos animais silvestres. Graças a isso, Biggy foi convidado a virar patrono do Hospital de Vida Selvagem de Byron Bay, na Austrália, lar original das cacatuas. Desde o ano passado, seu Instagram também tem ajudado a divulgar os esforços dos veterinários, que graças à doações conseguiram montar uma clínica móvel, que funciona num caminhão gigante em viagens pelas estradas australianas para ajudar, tratar e salvar animais ameaçados. Detalhe: a clínica móvel traz um desenho de Biggy Pop em suas portas traseiras. Veja abaixo este e outros vídeos com a cacatua mais roqueira do mundo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sleaford Mods (@sleaford_mods) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BiggyPop (@biggypop)

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    Documentário vai celebrar 25 anos de shows lendários do Oasis para 250 mil fãs

    12 de maio de 2021 /

    Os irmãos Noel e Liam Gallagher vão dar um tempo em sua briga fraternal em prol da banda Oasis. Mas não será para novas gravações ou show da retorno. Eles vão se juntar para produzir um novo documentário sobre os famosos shows do Oasis no Knebworth Park, na Inglaterra. Realizadas em 10 e 11 de agosto de 1996, os shows reuniram 250 mil fãs da banda e são considerados os maiores já realizados no Reino Unido. Realizados após o lançamento do disco “(What’s the Story) Morning Glory?”, que tinha hits como “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”, os shows esgotaram rapidamente, com 2,5 milhões de pessoas candidatando-se a comprar os ingressos – a maior procura por um espetáculo na história britânica. Na época, não havia banda mais popular na Inglaterra. Nem mais arrogante. E o sucesso sem precedentes acabou alimentando egos que já eram grandes antes mesmo da fama. As brigas dos irmãos pelo controle da banda levaram à mudanças de integrantes e trocas de farpas públicas, mas o Oasis persistiu até 2009. A celebração do auge do Britpop será dirigida por Jake Scott para a Sony, que está financiando o filme, visando um lançamento para comemorar os 25 anos das apresentações. Veja abaixo um vídeo de “Columbia” gravado durante o evento histórico, que integra outro documentário: “Oasis: Supersonic”, lançado em 2016.

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  • Filme,  Música

    Disco clássico de Belchior vai ganhar documentário

    12 de maio de 2021 /

    Renato Terra, codiretor de “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Narciso em Férias” (2020), encontrou outro tema musical para seu próximo documentário. Ele planeja abordar o disco “Alucinação”, de Belchior (1946-2017). O documentário terá o mesmo nome do álbum lançado em 1976, que registrou um repertório absolutamente clássico, como “Apenas um Rapaz Latino-Americano”, “Velha Roupa Colorida”, “Como Nossos Pais”, “Sujeito de Sorte” e “Como o Diabo Gosta”. E este é só o lado A. O outro lado tem a faixa-título, “Não Leve Flores”, “À Palo Seco”, “Fotografia 3×4” e “Antes do Fim”. Todas as faixas marcaram época. A ideia é explorar as canções como um mergulho na geração que viveu intensamente os anos 1970. As imagens serão costuradas com as canções de Belchior para potencializar lembranças, sensações e sonhos de uma geração que desejou “amar e mudar as coisas”, na definição do comunicado sobre a iniciativa. Terra vai escrever e dirigir o longa, que contará com codireção de Marcos Caetano e Leo Caetano, numa produção da Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Inquietude. Relembre abaixo a música que abre o disco.

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  • Música,  Reality

    Karol Conká lava a alma com o clipe de “Dilúvio”

    11 de maio de 2021 /

    Karol Conká soltou o “Dilúvio”. Uma semana depois de apresentar a música para o público, durante a final do “BBB 12”, a rapper curitibana lançou o clipe no YouTube. E se o tempo andava fechado na sua vida, após as confusões que arrumou no reality show da Globo e a fizeram ser ejetada com recorde de reprovação do público, o “Dilúvio” parece lavar tudo, deixando um arco-íris de criatividade em sua passagem. “Dilúvio” é uma das melhores músicas da carreira da cantora, com baixo pulsante, hipnótico, num arranjo eletrônico absolutamente moderno, que se encaixa à perfeição com o rap veloz e o refrão melódico. Apostas não convencionais, ao estilo do saudoso trip hop da banda inglesa Massive Attack, que permitem um renascimento musical. Já o clipe, com direção de Bruno Trindade, ilustra o turbilhão que é a artista, capaz de encher um rio inteiro só para desaguar “toda essa pressão e tensão” numa piscina vazia e sofrer “delírios vividos” que “ninguém vê”, sozinha entre quatro paredes. “Só mais um dia de luta” para Karol Conká, que enfrenta um dilúvio de críticas com roupas brancas e cabelos ao vento. “Se pra vencer, tem que superar o sofrer/ Supero sem esquecer/ Do real motivo pra viver”, ela canta. E o real motivo pra Carol viver é sua arte. De personalidade forte, ela não se contentaria com menos que um dilúvio para lavar a alma.

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  • Música

    20 shows clássicos: Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Stone Roses e mais

    9 de maio de 2021 /

    A nova seleção de shows clássicos apresenta o nascimento da cena indie. Era uma vez os anos 1980, quando o Reino Unido tinha quatro jornais de música (NME, Melody Maker, Music Week e Sounds), que resolveram se juntar na iniciativa de contabilizar os vários lançamentos de discos independentes – que começavam a se multiplicar em meados da década – numa parada de sucessos alternativa. O nome indie veio do diminutivo da tal parada independente. Em 1985, The Jesus and Mary Chain ganhou manchetes por músicas ensurdecedoras e shows destruidores – com tumultos generalizados – , que inspiraram tantas bandas quando os lendários desastres dos Sex Pistols, uma década antes. E no ano seguinte as publicações pareciam só falar em indie. Buscando se destacar, o NME decidiu exemplificar a mudança sonora que a nova cena representava com o lançamento de uma fita cassette, reunindo alguns dos artistas da época em seus primeiros singles. Batizada de “C86”, em homenagem à classe musical de 1986, a fitinha fez História, mostrando ao mundo o nascimento de bandas como Primal Scream, The Pastels, Shop Assistants e muitas outras. Sons de guitarras estridentes de Glasgow e vozes murmurantes do interior inglês depois ganhariam adjetivos como shoegazer e twee nos anos seguintes. Bandas de bubblegum ácido com garotas loiras virariam as guitar heroes daquela geração e um pequeno selo indie fundado pelo cantor do Biff Bang Pow! logo se tornaria a gravadora mais influente do Reino Unido – Creation Records. Essa história pode ser revivida nos 20 vídeos abaixo com as mais diferentes experiências de lives, desde breves aparições em estúdio de TV da época até shows lotados em palcos históricos. De Jesus and Mary Chain tocando seu primeiro single na BBC Two até o show dos Stone Roses no espaço vitoriano Empress Ballroom, na cidade de Blackpoool, quando uma nova classe, vinda do interior industrial – especialmente de Manchester – já começava a ensaiar os anos 1990. Fãs de flashbacks podem encontrar outras mostras nos atalhos abaixo, que cobrem diferentes gerações musicais (mas como são antigas, sujeitas à baixas do YouTube). > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) > Shows dos 1980 – Parte 6 (pop, funk, rap e house) > Shows dos 1980 – Parte 7 (British soul, indie, college rock)     The Jesus and Mary Chain | 1985     My Bloody Valentine | 1989     The Pastels | 1988     Biff Bang Pow! | 1987     Ride | 1989     House of Love | 1987     Primal Scream | 1987     The Church | 1988     The Go Betweens | 1987     Felt | 1985     Young Marble Giants | 1980     The Shop Assistants | 1986     Talulah Gosh | 1986     Voice of the Beehive | 1989     The Darling Buds | 1989     The Primitives | 1988     Transvision Vamp | 1989     We’ve Got A Fuzzbox and We’re Gonna Use It | 1987     Sugarcubes | 1988     Stone Roses | 1989

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