PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Veja os 10 melhores clipes indies da semana

    22 de janeiro de 2022 /

    Sábado é o novo dia da seleção de clipes musicais independentes da Pipoca Moderna, cobrindo os melhores lançamentos feitos ao longo da semana. A seleção deste sábado (22/1) reúne alguns artistas de longa e consagrada trajetória musical, como Spoon, White Lies e Trentemøller, ao lado de bandas que, embora mais recentes, também já possuem uma discografia de prestígio. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre cada artista na descrição dos vídeos, e num playlist, localizado ao final, para uma sessão contínua – método indicado para quem quiser assistir ao conteúdo numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome). Veja abaixo.   VELVET VOLUME | DINAMARCA Flertando abertamente como o country setentista, “The Way We Love” é a música mais romântica já gravada pelas irmãs Lachmi. O trio formado por duas gêmeas e uma irmã caçula lança seu terceiro álbum, “Nest”, em 18 de fevereiro.   SPOON | EUA Com uma batida propulsiva, violão, piano e refrão contagiante, “Wild” evoca a era “Beggars Banquet” dos Rolling Stones – que também inspirou uma fase do Primal Scream que o vocal de Britt Daniel chega a lembrar. Confira ainda a versão ao vivo, gravada no The Teragram, de Los Angeles, e disponibilizada na noite de sexta (21/1). A música faz parte do 10º álbum dos veteranos roqueiros texanos, “Lucifer on the Sofa”, que sai em 11 de fevereiro via Matador Records.   INFINITY BROKE | AUSTRÁLIA Infinity Broke é o projeto psicodélico de Jamie Hutchings, vocalista da aclamada banda de Sydney Bluebottle Kiss. “From The Belly Of A Whale” faz parte do terceiro álbum desse grupo paralelo, “Your Dream, My Jail”, lançado no ano passado.   PUP | CANADÁ A banda de rock alternativo de Toronto retorna com “Robot Writes a Love Song”, uma música sobre computadores apaixonados que conta com produção de Peter Katis, conhecido por seus trabalhos com The National e Interpol. O single é prévia do quarto álbum, “The Unraveling of PUPTHEBAND”, previsto para abril.   FONTAINES D.C. | IRLANDA “Jackie Down the Line” é a primeira prévia do terceiro álbum do Fontaines D.C., “Skinty Fia” (um palavrão em irlandês), previsto para abril. A música traz ecos distantes de The Clash (“Guns of Brixton”) ao repertório da banda de Dublin, num vídeo com participação do MC, dançarino e coreógrafo Blackhaine.   JAN VERSTRAETEN | BÉLGICA   Cartão de visitas do álbum de estreia do cantor belga, “Goodbye World” é uma homenagem ao pop sessentista de arranjos orquestrais, via colagem de samples e marimbas sequenciadas como hip-hop clássico. A música dançante é o segundo single de “Violent Disco”, que sucede o EP lo-fi “Cheap Dreams” (2019), e chega às lojas em 4 de fevereiro.   WHITE LIES | INGLATERRA O trio londrino White Lies retoma a temática mórbida do começo de sua carreira com o novo single “Am I Really Going To Die”. Para quem não lembra, a banda surgiu em 2007 com um álbum chamado “To Lose My Life…” (perder minha vida), que continha o hit “Death” (morte). Desde então sua música ficou mais synthpop que pós-punk, com clara influência de Simple Minds. O novo disco, “As I Try Not To Fall Apart”, será lançado em 18 de fevereiro.   TRENTEMØLLER | DINAMARCA Ativo há duas décadas em diversos projetos indies, o multi-instrumentista Andres Trentemøller é um dos pioneiros da combinação de música eletrônica e dreampop. “No More Kissing in the Rain” exemplifica como o wall of sound do My Bloody Valentine vira música para sintetizadores. Quarto single de “Memoria”, o sexto álbum do artista (previsto para 11 de fevereiro), a música conta com vocais de Lisbet Fritze, que integra a banda de Trentemøller desde 2016.   CATE LE BON | PAÍS DE GALES Uma das cantoras mais vanguardistas do pop britânico, Cate Le Bon faz uma ponte entre Roxy Music e Talking Heads em “Remember Me”, terceiro single de seu sexto álbum, “Pompeii” – previsto para 4 de fevereiro. A direção do clipe é de Juliana Giraffe, da banda californiana Midnight Sister, em parceria com sua irmã Nicky.   DEAR DEER | FRANÇA Federico Iovino (Popoï Sdioh) e Sabatel (Cheshire Cat) formaram a Dear Deer em 2015. Com influência pós-punk/no wave, “Joan” faz parte de seu terceiro álbum, “Collect and Reject”, que será lançado em 25 de março.     VELVET VOLUME | DINAMARCA | SPOON | EUA | INFINITY BROKE | AUSTRÁLIA | PUP | CANADÁ | FONTAINES D.C. | IRLANDA | JAN VERSTRAETEN | BÉLGICA | WHITE LIES | INGLATERRA | TRENTEMØLLER | DINAMARCA | CATE LE BON | PAÍS DE GALES | DEAR DEER | FRANÇA

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Filme sobre a icônica gravadora Creation ganha primeiro trailer

    22 de janeiro de 2022 /

    A RLJE Films divulgou o primeiro trailer americano de “Creation Stories”, filme sobre a influente gravadora britânica Creation Records, que realizou uma revolução musical nos anos 1980. A prévia revela um foco narrativo centrado na história pessoal de Alan McGee, o fundador e dono da gravadora, que é vivido pelo escocês Ewen Bremner (o Spud de “Trainspotting” e sua continuação) em sua versão mais velha. O ator não é o único egresso de “Trainspotting” no projeto. O roteiro foi escrito por Irvine Welsh, autor do livro que virou “Trainspotting”, e a produção está a cargo de Danny Boyle, o diretor daquele filme. “Creation Stories” é baseado na autobiografia de McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. O lendário empresário escocês ganhou projeção ao montar um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). Ele também tinha uma banda, a Biff Bang Pow, e foi o primeiro empresário do Jesus and Mary Chain, além de ter gravado o primeiro single do grupo. The Jesus and Mary Chain não foi a única banda famosa lançada pela Creation, que ainda gravou discos do Primal Scream, My Bloody Valentine, Teenage Fanclub, House of Love, Ride e até Oasis. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também está produzindo um novo festival de rock, Creation Day, que vai acontecer no último fim de semana de maio no Reino Unido. O filme tem direção do ator Nick Moran, que virou diretor com outra cinebiografia de produtor-prodígio, “Telstar: The Joe Meek Story” (2008). O elenco inclui Suki Waterhouse (“Pokémon: Detetive Pikachu”), Rupert Everett (“O Lar das Crianças Peculiares”), Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kirsty Mitchell (“Dupla Explosiva”), Mel Raido (“Lendas do Crime”), Matthew Durkan (“Coronation Street”) e Leo Flanagan (“Hanna”) como a versão adolescente de McGee. A première aconteceu no Festival de Glasgow, na Escócia, em fevereiro do ano passado, um ano antes da estreia nos EUA, que vai acontecer em VOD no dia 25 de fevereiro.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Meat Loaf (1947–2022)

    21 de janeiro de 2022 /

    O roqueiro Michael Lee Aday, conhecido como Meat Loaf, morreu na quinta-feira (20/1), aos 74 anos, cercado pela família. A causa da morte não foi revelada. Ele lançou um dos discos mais famosos do rock, “Bat Out of Hell”, de 1977, que se tornou um dos 10 álbuns mais vendidos de todos os tempos, com mais de 43 milhões de cópias comercializadas. As músicas foram concebidas em parceria com o compositor Jim Steinman como trilha de uma musical, uma versão futurística de “Peter Pan”. E o sucesso contínuo de “Bat Out of Hell” inspirou o cantor a estender o conceito numa trilogia, com os discos seguintes também vendendo milhões de cópias em todo o mundo. A conexão com o mundo dos espetáculos musicais não foi casual. A carreira no rock foi consequência de seu começo em produções do gênero. Sua performance na montagem de “Hair” em Los Angeles lhe rendeu seu primeiro contrato fonográfico com a Motown em 1971. Mas foi só seis anos depois, quando focou seu lado teatral no rock, que Meat Loaf estourou. Além da transição para roqueiro de sucesso, ele também trocou os palcos pelas telas. Foram mais de 60 papéis em filmes e séries, começando por sua participação no clássico musical “The Rocky Horror Picture Show”, em 1975 – repetindo papel que já tinha vivido no teatro. Meat Loaf chegou a protagonizar “Roadie” (1980), uma comédia musical de Alan Rudolph, e fazer par romântico com Cher em “Dead Ringer” (1982), batizado com o título de seu segundo álbum em parceria com Jim Steinman, mas a maioria de seus trabalhos no cinema foi como coadjuvante. A lista inclui alguns filmes cultuados, como “Quanto Mais Idiota Melhor” (1992), o improvável “O Mundo das Spice Girls” (1997), “Clube da Luta” (1999) e “Tenacious D – Uma Dupla Infernal” (2006). Nos anos 1990, ele voltou a liderar as paradas de sucesso com o hit “I’d Do Anything for Love (But I Won’t Do That)”, que ganhou um clipe dirigido por Michael Bay (“Transformers”). A música integrou o segundo volume da trilogia, “Bat Out of Hell II: Back Into Hell”, lançado em 1993. O capítulo final, por sua vez, só saiu em 2006. Depois disso, foi preciso mais um década para “Bat Out of Hell” completar seu círculo e ser finalmente transformado num musical de teatro, lançado no West End londrino em 2017. O cantor também vinha aparecendo como convidado de diversas séries nos últimos anos, incluindo “Glee”, “House” e “Elementary”, mas só foi ter um papel fixo numa atração televisiva em 2017, no terror “Ghost Wars”, que foi seu último trabalho nas telas. Sua postura conservadora e favorável ao Partido Republicano o afastou, pouco a pouco, de Hollywood. Ao se tornar um dos poucos roqueiros apoiadores de Donald Trump, praticamente caiu no ostracismo. Para complicar, passou por alguns problemas de saúde, principalmente nas cordas vocais. Ele sofreu vários desmaios durante apresentações nos últimos anos.

    Leia mais
  • Música

    Elza Soares gravou DVD dias antes de morrer

    20 de janeiro de 2022 /

    A cantora Elza Soares estava em plena atividade antes de morrer nesta quinta (20/1), aos 91 anos de idade. Ela chegou a gravar um DVD no Theatro Municipal de São Paulo entre segunda e terça desta semana. Além do DVD, que foi completado, Elza estava trabalhando em um novo álbum, mas não há muitas informações sobre o estágio em que estava a produção. O repertório do disco e do vídeo é uma coletânea dos maiores sucessos da carreira da artista. Segundo o percussionista Mestre da Lua, que trabalhava com a cantora desde 2017, as gravações no Municipal reuniram 16 das músicas mais importantes de sua discografia. O material captado agora deverá ser exibido num documentário dedicado à vida e à obra da cantora, que deve sair por uma plataforma de streaming brasileira.

    Leia mais
  • Música

    Elza Soares (1930-2022)

    20 de janeiro de 2022 /

    A cantora Elza Soares morreu na tarde desta quinta (20/1) de causas naturais em sua casa, no Rio de Janeiro, aos 91 anos de idade. “Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação”, definiu perfeitamente a assessoria de imprensa da artista, no comunicado sobre seu falecimento. Elza Gomes da Conceição Soares foi realmente uma das maiores cantoras da música brasileira, iniciando a carreira no samba no final dos anos 1950, e praticamente lançando a cena do sambalanço com “Se Acaso Você Chegasse”, em 1959. A fase áurea da cantora inclui discos obrigatórios da música brasileira, como “O Samba é Elza Soares” (1961), “Sambossa” (1963) e “Na Roda do Samba” (1964). Mas ela sofreu muito quando seu relacionamento com Mané Garrincha se tornou público. Foi vítima de um dos primeiros cancelamentos da música brasileira, oprimida por uma sociedade conservadora que a acusou de ter acabado com o casamento do jogador, mesmo os dois tendo oficializado a união. Para piorar, Elza era desquitada, situação malvista numa época em que nem divórcio era permitido no país. Ela chegou a ser impedida de realizar um show na Mangueira, tendo que fugir disfarçada para evitar agressões, reação alimentada por radialistas que incentivavam a quebra do disco da música em que ela cantava “Eu Sou a Outra”… Até o DOPS, a polícia da repressão, invadiu sua casa à noite, rendeu todos os moradores, revirou o interior do imóvel e executou o mainá de estimação de Garrincha, sem dar explicações. A casa também foi alvo de tiros. A situação abateu sua ascendente carreira cinematográfica. Muitos não lembram, mas Elza participou de muitas filmes brasileiros no começo dos anos 1960, como o musical “Briga, Mulher e Samba” (1960), o drama criminal “A Morte em Três Tempos” (1964) e as comédias “O Vendedor de Linguiça” (1962) e “O Puritano da Rua Augusta” (1964), ambas estreladas por Mazzaropi. A cantora seguiu gravando discos, como o sensacional “Elza Pede Passagem” (1972), sem que repercutissem como antigamente. Mas após o popular Mazzaropi a levar de volta ao cinema em “Um Caipira em Bariloche” (1973), ela mudou o repertório e voltou a fazer sucesso com gravações que exaltavam escolas de samba do Rio, como “Salve a Mocidade” e “Bom dia, Portela” (ambas de 1974). Seguiu lançando sambas tradicionais e emplacou dois novos hits: “Pranto Livre” (1974) e “Malandro” (1976). Mas a situação doméstica voltou a chamar mais atenção que a arte. Muitos se ressentiram, ironicamente, por Elza virar alvo de violência doméstica. O fato de o ídolo Garrincha, herói da Copa do Mundo de 1962, provar-se um marido violento, que sofria de alcoolismo e agredia a esposa, teria pesado contra a vítima. Já era a segunda experiência negativa de Elza com casamento, após ser forçada a se casar com o homem que tentou abusá-la na adolescência – seu pai acreditava que só assim sua honra estaria salva. Ela se divorciou de Garrincha em 1982, um ano antes do ex-jogador morrer de cirrose hepática, mas nem isso a tirou do ostracismo. Elza teria até pensado em desistir de cantar, diante das inúmeras portas fechadas para seu talento, quando literalmente bateu na porta de Caetano Veloso, num hotel de São Paulo, para pedir ajuda. Caetano prontamente convidou para Elza participar da gravação do samba-rap “Língua” no álbum “Velô” (1984) e do filme que ele dirigiu, “Cinema Falado”, lançado em 1986. “Língua” apresentou uma Elza Soares moderna e conquistou uma nova geração que não tinha compromisso com o conservadorismo. Ela abraçou esse público com seu disco menos voltado ao samba, “Somos Todos Iguais” (1985), que tinha até composição de Cazuza. Ela também gravou um rock com Lobão, “A Voz da Razão”, no disco “O Rock Errou” (1986), do cantor. Reconstruindo a carreira, passou o final dos anos 1980 nos EUA, se apresentando em vários shows no país. Mas na década seguinte só lançou um disco de estúdio, voltando a sofrer boicote da indústria fonográfica nacional, que passou a valorizar outras tendências. Precisou recomeçar tudo de novo, numa terceira fase no século 20, quando apresentou seu disco mais moderno e radical, “Do Cóccix Até o Pescoço” (2002), indicado ao Grammy Latino. O álbum espetacular, criado sob a sombra de uma queda e cirurgias que afetaram sua capacidade de locomoção, marcou com letras impactantes como “A carne mais barata do mercado é a carne preta” (“Carne Preta”). Foi seguido por um disco influenciado pela música eletrônica, “Vivo Feliz” (2003), e uma participação no filme “Chega de Saudade” (2008), no qual ela também cantou a trilha sonora. Mas logo veio outro hiato comercial. O lançamento de “A Mulher do Fim do Mundo” (2015) só foi viabilizado com recursos financeiros do Natura Musica, mas mostrou como Elza continuava a representar a vanguarda musical brasileira, misturando todos os ritmos. Graças à aclamação crítica do álbum, que venceu o Grammy Latino e colocou a faixa-título na série “3%”, ela encontrou uma rara estabilidade no final da carreira, fechando contrato com a Deckdisc para lançar dois discos consecutivos, “Deus É Mulher” (2018) e “Planeta Fome” (2019). Em 2018, Elza virou tema de documentário, “My Name is Now, Elza Soares”, cuja trilha foi vencedora do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. A consagração continuou em 2020, quando virou samba enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, “Elza Deusa Soares”, e participou como homenageada do desfile da escola de seu coração no Carnaval do Rio. Mostrando a continuidade de seu diálogo com as diferentes tribos da música brasileira, ela ainda lançou no mesmo ano uma nova versão do hit “Comida” com os Titãs. Sua última mensagem nas redes sociais, publicada nesta quinta, foi de apoio e torcida para a cantora Linn da Quebrada no “BBB 22”. A morte da cantora aconteceu exatos 39 anos depois de Garrincha, que também morreu no dia 20 de janeiro, em 1983.

    Leia mais
  • Série

    2ª temporada de “Rebelde” estreia ainda este ano na Netflix

    20 de janeiro de 2022 /

    A Netflix anunciou que a 2ª temporada de “Rebelde” será lançada ainda em 2022. A novidade foi divulgada nas redes sociais da plataforma, com indicação de que novos alunos chegarão na escola Elite Way. Um nome já confirmado é o do cantor mexicano Saak. A série atualiza o universo da novela mexicana homônima de 2004 com uma trama típica de mistério teen, à moda de “Pretty Little Liars”, e competições musicais que viraram moda depois de “Glee”. Na continuação, os estudantes da Elite Way viram “pop stars de dia e justiceiros na noite”, enquanto disputam um concurso musical do colégio com sua banda e tentam descobrir quem está por trás de trotes violentos e atentados na escola. O elenco destaca a brasileira Giovanna Grigio (“As Five”), o argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e diversos astros jovens mexicanos, como o cantor Sergio Mayer Mori, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”) e as estreantes Andrea Chaparro e Lizeth Selene – que, além de atuar, também cantam músicas originais e releituras de “clássicos” do grupo RBD. A data exata da estreia dos novos episódios não foi revelada. @gigi_grigio, como estão suas notas? pic.twitter.com/JN23BQcoIb — netflixbrasil (@NetflixBrasil) January 20, 2022

    Leia mais
  • Filme

    “Eduardo e Mônica” é principal estreia dos cinemas

    19 de janeiro de 2022 /

    Após vários adiamentos, o filme “Eduardo e Mônica”, baseado na canção homônima da banda Legião Urbana, finalmente chega aos cinemas brasileiros. Principal lançamento da semana, chega junto do thriller “As Agentes 355” em distribuição ampla, enquanto o circuito limitado recebe a premiada dramédia polonesa “Eu Não Choro”. Confira mais detalhes e os trailers das estreias desta quinta (20/1) logo abaixo.     EDUARDO E MÔNICA   Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) dão vida ao casal que ficou conhecido pela música cantada por Renato Russo em 1986. Um casal tão diferente que não poderia dar certo, mas deu. Ao mesmo tempo, a trama se dedica à refletir esta romantização das diferenças, mostrando que a realidade é dura para os românticos incorrigíveis. Premiado como Melhor Filme Internacional no Festival de Edmonton, do Canadá, o romance moderno tem direção de René Sampaio, que já tinha levado outra música da Legião Urbana para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”).     AS AGENTES 355   Embora se venda como um thriller de espionagem feminino, o filme na verdade é uma produção de ação genérica, destas que costumam fazer sucesso na Netflix, que usa o elenco encabeçado pela americana Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), a alemã Diane Kruger (“Em Pedaços”), a mexicana/queniana Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), a espanhola Penélope Cruz (“Dor e Glória”) e a chinesa Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) apenas como chamariz. Na trama, espiãs de diferentes agências internacionais resolvem se aliar para enfrentar um “inimigo invisível” em comum. Em teoria, a premissa promete uma aventura mundial, com cinco atrizes de primeira linha representando espiãs de agências internacionais rivais, que se unem para impedir que uma organização global lance o mundo no caos. Na prática, porém, o roteiro foi escrito por Theresa Rebeck (do infame “Mulher-Gato”) e a direção ficou a cargo de Simon Kinberg em seu segundo trabalho oficial na função (após o abissal “X-Men: Fênix Negra”). Fracasso de crítica (só 25% de aprovação no Rotten Tomatoes) e bilheteria nos EUA, o filme ainda rendeu reclamações por escalar Penélope Cruz novamente como colombiana, estendendo a tendência antiquada de Hollywood de dar a europeus papéis de latino-americanos.     EU NÃO CHORO   A dramédia ácida acompanha a viagem da adolescente rebelde Ola para a Irlanda, em busca do corpo do pai com quem não falava, para enterrá-lo em sua Polônia natal. Mais interessada em aproveitar o passeio para se divertir, ao lidar com a burocracia estrangeira à sua maneira, ela aos poucos passa a conhecer melhor seu pai. Vencedor de 10 prêmios internacionais, a maioria conquistados pela atriz Zofia Stafiej, o filme de 2020 abriu as portas do mercado para o diretor-roteirista Piotr Domalewski, que depois de seu lançamento criou a série “Sexify” e dirigiu o thriller criminal “Entre Frestas”, ambos para a Netflix.

    Leia mais
  • Música,  Série

    Mick Fleetwood fará série dramática sobre roqueiro terminal

    18 de janeiro de 2022 /

    O lendário roqueiro Mick Fleetwood, baterista da banda Fleetwood Mac, vai produzir uma série dramática passada no mundo do rock para a rede americana Fox. Fleetwood compartilhará sua experiência como músico veterano, além de servir como voz criativa e musical da produção. Intitulada “13 Songs”, a série vai girar em torno de… um roqueiro lendário, Jasper Jones, que com sua banda The Grift eletrizou uma geração de americanos, mas agora está quase esquecido. Décadas depois de seu auge, ele é diagnosticado com câncer terminal. Com apenas alguns meses de vida, Jasper decide se reconectar com sua velha banda para compor e gravar as 13 músicas finais de sua vida. O roteiro está a cargo de Will Reiser (“50%”) e Jonathan Prince (“American Soul”), e o cineasta Jonathan Levine (“Meu Namorado É um Zumbi”) vai dirigir os episódios – recentemente, ele assinou todos os capítulos da minissérie “Nove Desconhecidos” (Nine Perfect Strangers) da Amazon. Levine e Reiser trabalharam juntos anteriormente na comédia “50%” (2011). A encomenda da série reforça a tendência da Fox de exibir séries com temática musical. A rede exibiu “Glee” e o drama da indústria do hip-hop “Empire”, e atualmente está preparando uma série passada no universo country, “Monarch”.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Daniel Radcliffe vai estrelar biografia de “Weird Al” Yankovic

    18 de janeiro de 2022 /

    Daniel Radcliffe (o Harry Potter) vai dar vida ao comediante “Weird Al” Yankovic em uma biografia para o canal de streaming da Roku. Intitulado “Weird: The Al Yankovic Story”, o filme biográfico foi escrito pelo próprio Yankovic em parceria com Eric Appel. Os dois já tinha feito um curta para o canal “Funny of Die” sobre a biografia do comediante em 2010, que foi estrelado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também vai dirigir e produzir o filme, que terá produção do Funny or Die. Conhecido por parodiar músicas, Yankovic é o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. Lembre abaixo algumas das paródias famosas do comediante.

    Leia mais
  • Filme

    Filmes premiados e blockbusters chegam ao streaming

    14 de janeiro de 2022 /

    A programação de streaming da semana está bastante variada, com lançamentos premiados nas plataformas de assinatura e blockbusters nas locadoras digitais. Além disso, é possível acompanhar de graça o MyFrenchFilmFestival, com títulos inéditos do cinema francês atual, na Filmicca. Confira abaixo 10 sugestões, entre as muitas opções disponibilizadas nesta semana, para aproveitar o melhor do cinema em casa.     A TRAGÉDIA DE MACBETH | APPLE TV+   O drama que junta pela primeira vez os vencedores do Oscar Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) e Frances McDormand (“Nomadland”) é uma adaptação da conhecida peça de William Shakespeare sobre o homem que seria rei e sua esposa maquiavélica, que transformam suas ambições num banho de sangue. Filmado em preto e branco e numa estética minimalista, com poucos detalhes cenográficos, a obra valoriza o desempenho dos atores, resgatando as origens teatrais do texto, na contramão de adaptações recentes que buscaram expandir os aspectos épicos da tragédia medieval. Elogiadíssimo pela crítica, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e vencedor de 11 prêmios, o filme também marca o primeiro trabalho solo de direção de Joel Coen, após romper a famosa parceria com seu irmão Ethan, com quem dividiu dois Oscars – por “Fargo” (1995) e “Onde os Fracos Não Tem Vez” (2007).     PIG – A VINGANÇA | TELECINE   O grande destaque deste drama indie é o desempenho de Nicolas Cage. O ator não recebia críticas tão elogiosas desde que venceu o Oscar por “Despedida em Las Vegas” (1995). Isto ajudou “Pig” a atingir 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, vencer 17 prêmios e estar disputando vários outros na temporada. Na trama, Cage interpreta um premiado chefe de cozinha que após uma tragédia pessoal abandona tudo para viver na floresta com um porco de estimação. Até que o porco some e ele parte em busca dos sequestradores, retomando seus contatos no submundo violento da alta cozinha para enfrentar os que cobiçam a habilidade do porco de encontrar trufas. FOGO CRUZADO | VOD*   Gerard Butler (“Destruição Final: O Último Refúgio”) é um assassino profissional contratado para matar um vigarista interpretado por Frank Grillo (“Uma Noite de Crime: Anarquia”). Só que o pilantra arranja um jeito de ser preso numa delegacia interiorana, cheia de policiais, achando que isso vai salvá-lo. Sua alegria dura apenas até perceber que o matador foi parar na cela ao lado. A trama ainda sofre outra reviravolta quanto um segundo assassino chega no local, disposto a completar o trabalho, independente de quem tenha que eliminar para acertar seu alvo. Thriller de ação muito acima da média, “Fogo Cruzado” tem roteiro e direção de um especialista do gênero: Joe Carnahan, que já tinha trabalho com Grillo no tenso “A Perseguição” (2011). Apesar de ter pulado os cinemas no Brasil, seu humor ácido fez com que tivesse 82% de aprovação no Rotten Tomatoes – acima dos blockbusters abaixo.     ETERNOS | DISNEY+   O filme que quebrou o encantamento da crítica com a Marvel, atingindo apenas 47% de aprovação no Rotten Tomatoes – pior nota de uma produção do MCU – chega com cenas inéditas ao streaming. Isto significa que está mais longo e cansativo. Acostumada a lançar qualquer coisa com sucesso, a Marvel arriscou alto com uma adaptação de personagens que quase ninguém conhecia – os quadrinhos originais estão entre os trabalhos mais obscuros de Jack Kirby. Se deu certo com “Guardiões da Galáxia” foi porque James Gunn avacalhou os personagens, criando uma comédia divertida. Mas “Eternos” fez o oposto, resultando na obra mais genérica da Marvel, plasticamente bonita, mas tão séria que se tornou sem graça. A percepção é inversamente proporcional à expectativa gerada pela direção de Chloé Zhao, que meses antes da estreia de “Eternos” tinha vencido o Oscar de Melhor Filme e Direção por “Nomadland”. No novo trabalho, ela tenta adequar seu estilo contemplativo, marcado por imagens da natureza, ao padrão da Marvel, e em vez de elevar a qualidade dos filmes de super-heróis diminuiu a sua marca autoral.     GHOSTBUSTERS – MAIS ALÉM | NOW, VOD*   O novo “Ghostbusters” é divertido e bem melhor que a versão feminina que fracassou nas bilheterias em 2016. Também é um exemplo perfeito da atual moda de Hollywood, que tem recomeçado franquias alegando que se trata de uma continuação, só que com elenco totalmente diferente. O nome disso em inglês é “reboot sequel”. Aqui, se chama recauchutagem. Dirigida por Jason Reitman (“Juno”, “Tully”), filho do diretor dos dois primeiros “Caça-Fantasmas”, a comédia tem muitas referências, repetições de frases, recriações de cenas e até participação do elenco original dos anos 1980. Mas os protagonistas são outros. A trama começa quando Carrie Coon (“The Leftovers”) se muda para a antiga casa herdada do pai, de quem ela pouco falou para os filhos, vividos por Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”) e Finn Wolfhard (“Stranger Things”). Mas logo fica claro que as crianças são netas do Dr. Egon Spengler (o Caça-Fantasmas interpretado pelo falecido Harold Ramis). Paralelamente, estranhos fenômenos começam a acontecer na região, que inspiram os garotos a virarem Caça-Fantasmas mirins com a ajuda de um professor de sua escola (Paul Rudd, o “Homem-Formiga”).     HOTEL TRANSILVÂNIA: TRANSFORMONSTRÃO | AMAZON PRIME VIDEO   Após três filmes de sucesso monstruoso para a Sony, que arrecadaram mais de US$ 1,3 bilhão nos cinemas desde 2012, o quarto chega direto no streaming da Amazon, num negócio feito antes do início da vacinação das crianças. Mas esta não é a única diferença em relação às outras produções. “Hotel Transilvânia: Transformonstrão” não conta com o dublador principal dos longas anteriores. Responsável por dar voz a Drácula, Adam Sandler ficou de fora do novo lançamento. Em seu lugar, entrou Brian Hull (“Pup Star: Feliz Natal”), que já tinha sido a voz de Drácula no curta “Pets Monstruosos”, disponibilizado em abril na internet. E ninguém explicou qual foi o motivo da troca. A nova confusão começa quando Jonathan (voz original de Adam Samberg), o genro humano de Drácula, resolve virar um monstro para ser aceito na família da esposa (Selena Gomes). O problema é que sua transformação vem com efeito colateral: ele faz com que todos os monstros ao seu redor virem humanos, revirando a premissa da franquia do avesso. Para retomarem suas identidades originais, eles devem viajar até a Amazônia em busca de uma cura mágica.     HALLOWEEN KILLS | NOW, VOD*   Sequência do revival de 2018, “Halloween Kills” junta três gerações de mulheres da família de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) e outros sobreviventes antigos da franquia, iniciada em 1978, para enfrentar pela (pen)última uma vez o psicopata Michael Myers. Os fãs já sabem que este não é o fim da história, que será concluída no próximo filme – até parece… – , o que ajuda a explicar o desânimo da crítica internacional com a produção – teve apenas 40% de aprovação no Rotten Tomatoes, o que o torna a opção mais fraca desta lista.     O ASSASSINO DE CLOVEHITCH | NETFLIX   Conhecido da série “American Horror Story”, Dylan McDermott tem sua performance mais arrepiante como o serial killer deste suspense inspirado numa história real. Na trama, ele vive um paizão de família adorado pelo filho, até que o rapaz, instigado pela namorada, começa a juntar pistas que o fazem desconfiar do pior. A história se encaminha para um confronto, alimentando a dúvida sobre qual instinto prevalecerá, o paternal ou o assassino. A trama é baseada nos crimes reais de Dennis Rader, o Assassino BTK, assim batizado por conta de seu modus operandi (“blind, torture, kill”: vendar, torturar e matar). Vencedor de um festival de terror americano (Knoxville), o filme tem direção de Duncan Skiles (“Stories from the Felt”) e destaca no elenco o jovem Charlie Plummer (“Quem É Você, Alasca?”), Samantha Mathis (“Billions”) e Madisen Beaty (“Era uma Vez… em Hollywood”). AS FOTOS VAZADAS | NETFLIX   Este suspense dramático indonésio gira em torno de uma garota esforçada e responsável, que tem a vida virada do avesso quando fotos escandalosas de uma festa aparecem online. Assustada e sem lembrança de ter feito o que as fotos mostravam, ela perde sua bolsa de estudo e cai em desgraça. Mas não se conforma e resolve descobrir o que realmente aconteceu, quem vazou as fotos e com qual intenção. O interessante filme de estreia do diretor Wregas Bhanuteja venceu 12 prêmios em seu país antes de ganhar lançamento internacional na Netflix.     THE HOUSE | NETFLIX   Uma antologia de animação em stop-motion com três histórias diferentes passadas na mesma casa, sempre com clima sinistro, envolvendo três famílias: uma humana e as demais de ratos e gatos antropomórficos. Apesar dos bichos falantes, a produção do estúdio britânico Nexus visa o público adulto, que deve se encantar até com seus aspectos mais asquerosos – quem tem fobia de baratas, porém, deve passar longe. A premissa foi desenvolvida por Enda Walsh (roteirista do filme “Fome”, de Steve McQueen), a direção ficou a cargo de curta-metragistas europeus em ascensão e o elenco de vozes inclui vários astros famosos, como Helena Bonham Carter (“Harry Potter”), Matthew Goode (“Descoberta das Bruxas”), Miranda Richardson (“Belas Maldições”), Mia Goth (“Suspiria”), Susan Wokoma (“Enola Holmes”) e até o cantor Jarvis Cocker (da banda Pulp).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados nas plataformas Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, NOW, Vivo Play e YouTube, entre outras.

    Leia mais
  • Série

    Teaser da 3ª temporada transforma “Atlanta” em marca de produtos

    14 de janeiro de 2022 /

    O canal pago FX divulgou um novo teaser da 3ª temporada de “Atlanta”, que, para variar, não é nada convencional. Na prévia, os personagens Earn (Donald Glover), Paper Boy (Brian Tyree Henry), Darius (Lakeith Stanfield) e Van (Zazie Beetz) se vem em uma espécie de comercial bizarro de diversos produtos da “marca Atlanta”, o que os deixa confusos – e um pouco amedrontados. A 3ª temporada vai acompanhar o quarteto numa turnê pela Europa, refletindo o sucesso de Paper Boy no rap internacional. Vale lembrar que o último episódio inédito da série, o final da 2ª temporada, foi exibido nos EUA em maio de 2018. Desde então, Danny Glover tornou-se ocupadíssimo com filmes, músicas e outros projetos. Mas não só ele. Seus colegas de elenco também estouraram nesse meio tempo com participação em vários blockbusters de Hollywood – como “Brinquedo Assassino”, “Corra!” e “Coringa”, por exemplo. Lakeith Stanfield até foi indicado ao Oscar 2021 por “Judas e o Messias Negro”. A 3ª temporada estreia em 24 de março nos EUA e chegará ao Brasil pela plataforma Star+.

    Leia mais
  • Música

    Adele lança clipe caótico para “Oh My God”

    12 de janeiro de 2022 /

    Adele lançou o clipe de “Oh My God”, filmado em perto e branco em estúdio fechado, com muitos truques de edição. A primeira ilusão é a montagem que faz Adele contracenar consigo mesma em diversas cenas. Também há uma multiplicação interminável de figurantes correndo, pulando e dançando ao redor da cantora. E tudo isso é apresentado como se fosse um falso plano contínuo. O clima caótico passa a impressão de bastidores de um espetáculo teatral ou circense, com ensaios coreográficos, cobras, cavalos, malabarismos e pegação. O vídeo é dirigido por Sam Brown, que assinou o visual de um dos maiores hits de Adele, “Rolling in the Deep”, de 2010. “Oh My God” é o segundo clipe do disco mais recente da cantora, batizado de “30” e lançado em outubro do ano passado. A música foi originalmente lançada como single em 29 de novembro, um mês após a primeira música de trabalho, “Easy on Me”.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Foo Fighters enfrentam demônios em trailer de terror

    11 de janeiro de 2022 /

    A banda Foo Fighters divulgou em seu canal do YouTube o novo trailer de seu primeiro filme, o terror “Studio 666”. Na trama que mistura terror e comédia, os músicos são assombrados após se mudarem para uma mansão antiga e cheia de história para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que as forças ocultas do local ameaçariam os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida pelo roqueiro Dave Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). Já a direção é assinada por BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. O elenco inclui Grohl e seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee, além de Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”). A estreia está marcada para 25 de fevereiro nos EUA, exatamente um ano após o lançamento do álbum “Medicine at Midnight”, com distribuição nos cinemas a cargo da Open Road Films. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie