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  • Música

    The Weeknd divulga trailer de show gravado para a HBO

    10 de fevereiro de 2023 /

    Os fãs de The Weeknd podem comemorar: meses antes de desembarcar com sua turnê no Brasil, o astro teve o seu show “After Hours Til Dawn Tour” documentado em alta qualidade e o material poderá ser assistido na HBO Max. A produção musical “The Weeknd: Live at SoFi Stadium” irá estrear na plataforma no dia 25 de fevereiro. O trailer do filme foi anunciado pelo próprio artista através de suas redes socais. O show aconteceu no SoFi Stadium, em Inglewood, subúrbio de Los Angeles, entre os dias 26 e 27 de novembro de 2022. Todas as datas tiveram seus ingressos esgotados. The Weeknd trabalha em uma longa turnê mundial e já se apresentou em estádios que vão de New Jersey até Toronto, a sua cidade natal. No final de sua turnê pelos Estados Unidos, o astro teve que cancelar um de seus shows por causa de problemas com sua voz, mas, logo em seguida, fez questão de registrar a apresentação que acabou virando o documentário musical. Ano passado, em colaboração com a Amazon Prime Video, o artista lançou o especial “The Weeknd x The Dawn FM Experience”, o álbum visual que expandia o universo do seu último disco. Porém, para a documentação da turnê de “After Hours”, o artista preferiu fechar parceria com a HBO. No trailer, The Weeknd aparece performando a versão remixada de “Sacrifice”, uma de suas colaborações com Swedish House Mafia. A música está presente no álbum “Dawn FM”, lançado pelo cantor em 2022. Vale lembrar que o astro traz esse show em outubro para o Brasil. O artista se apresenta no Rio de Janeiro em 7 de outubro e depois segue para São Paulo, onde toca nos dias 10 e 11 do mesmo mês. Os ingressos já estão quase esgotados.

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  • Filme

    Filmes: Comédias românticas são destaques nas estreias de streaming

    10 de fevereiro de 2023 /

    Comédias românticas, dramas, terror e um documentário indicado ao Oscar compõem os principais lançamentos de streaming da semana. A lista tem opções para quem prefere assistir astros famosos, como Reese Witherspoon ou Anthony Hopkins, e para cinéfilos desbravadores de produções internacionais, além de sessão para quem quer ver tudo do Oscar 2023. Confira abaixo 10 dicas de filmes novos para assistir na sua casa ou na casa de quem você quiser.   | NA SUA CASA OU NA MINHA? | NETFLIX   O filme estrelado pro Ashton Kutcher (“O Rancho”) e Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) é um retorno às tramas de comédia romântica clássica, com todos os clichês do gênero embrulhados com um lacinho pela especialista Aline Brosh McKenna, que estreia na direção após escrever “romcoms” famosas, como “O Diabo Veste Prada” (2006), “Vestida para Casar” (2008), “Não Sei Como Ela Consegue” (2011) e “Compramos um Zoológico” (2011). Ela ganhou experiência como diretora ao comandar quatro episódios de “Crazy Ex-Girlfriend”, que criou para a TV. E claro que também assina o roteiro. A trama acompanha dois melhores amigos que, depois de transarem na adolescência, foram morar em cidades distantes um do outro, mas mantiveram uma amizade quase de irmãos. Estressada por ser mãe solteira de um pré-adolescente, Debbie (Reese) aceita a proposta do velho amigo para trocarem de casa por uma semana, de modo que Peter (Ashton) possa cuidar de seu filho enquanto ela descansa e se diverte por uma semana. Só que logo percebem que não trocaram apenas de casa, mas também de amigos, que lhes dão conselhos bem diferentes uns dos outros. Enquanto Peter desabafa e começa a assumir a paixão enrustida de anos, Debbie é encorajada a procurar um novo amor… e encontra, para partir de vez o coração de seu crush antigo. Os coadjuvantes incluem Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”), Rachel Bloom (“Crazy Ex-Girlfriend”), Vella Lovell (também de “Crazy Ex-Girlfriend”), Tig Notaro (Star Trek: Discovery”), Zoe Chao (“De Volta ao Baile”), Shiri Appleby (“UnReal”), Steve Zahn (“The White Lotus”) e o menino Wesley Kimmel (“Good Girls”)   | SOMEBODY I USE TO KNOW | AMAZON PRIME VIDEO   Alison Brie (“GLOW”) estrela essa comédia romântica dirigida por seu marido, o ator Dave Franco (“Artista do Desastre”), para subverter uma fórmula que inicialmente parece um mashup de “O Casamento do meu Melhor Amigo” (1997) com “Jovens Adultos” (2011). Brie vive Ally, uma produtora de TV viciada em trabalho que, após um desgosto profissional, resolve buscar conforto na sua cidade natal. Lá, ela encontra seu primeiro amor Sean (Jay Ellis, de “Insecure”) e, após uma noite turbulenta relembrando o passado, começa a questionar as decisões que tomou. Então, decide reacender seu antigo relacionamento, apenas para descobrir que Sean está noivo e prestes a casar com outra mulher. Com planos para sabotar o casamento, ela logo conhece a noiva, Cassidy (Kiersey Clemons, de “O Mistério da Ilha”), que canta numa banda punk, e a situação se complica. O elenco ainda conta com Danny Pudi (também de “Community”), Haley Joel Osment (“O Método Kominsky”), Julie Hagerty (“Noelle”) e Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”). Esse é o segundo filme dirigido por Dave Franco. O primeiro foi o terror “Vigiados” (2020), também estrelado por Brie. Desta vez, a atriz ainda assina o roteiro, ao lado do marido.   | ARMAGGEDOM TIME | VOD*   O drama semi-autobiográfico, baseado na infância do diretor James Gray (“Ad Astra”), passa-se nos anos 1980 nos EUA, mas reflete muitos fatos que têm sido acompanhados com espanto nos telejornais do Brasil atual. A trama mostra como um menino branco é empurrado para o racismo por sua mãe, escola de elite e colegas, enquanto seu avô tenta ensinar ao jovem que sua família judia também sofreu esse tipo de ataque… de nazistas. O elenco excepcional é formado por Anthony Hopkins (“Meu Pai”) como o avô, Jeremy Strong (“Succession”) e Anne Hathaway (“Convenção das Bruxas”) como os pais, Jessica Chastain (“Os Olhos de Tammy Faye”) como a diretora da escola e o menino Banks Repeta (“O Telefone Preto”) como o jovem protagonista. O filme tem coprodução da RT Features, empresa do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produziu a sci-fi “Ad Astra”, filme anterior de Gray – , e após passar no circuito dos grandes festivais internacionais atingiu 75% de aprovação da crítica no portal Rotten Tomatoes.   | NOTRE DAME: DESASTRE EM PARIS | VOD*   O veterano cineasta Jean-Jacques Annaud (“O Nome da Rosa”) transforma o drama do incêndio da catedral de Notre Dame num filme de catástrofe, destacando a luta dos bombeiros de Paris para impedir que o prédio histórico fosse totalmente perdido para as chamas, mesmo ao custo de suas vidas. Apesar de conter muitas cenas de ação, a obra também denuncia a falta de prevenção e planejamento contra fogo num dos prédios mais antigos e belos do mundo, demonstrando porque, uma hora após o telhado pegar fogo, a catedral já estava condenada e o fogo fora de controle. Tudo precisou ser decidido naqueles 60 minutos, quando todos os sistemas desatualizados e falhos no local não serviram para nada. Ao final, se Notre Dame permaneceu de pé, foi graças à bravura dos bombeiros. O filme concorre ao César (o Oscar francês) de Melhores Efeitos Visuais, e traz em seu elenco os atores Samuel Labarthe (“À Francesa”), Jean-Paul Bordes (“Ilusões Perdidas”) e Chloé Jouannet (“Luther”), entre outros.   | A SALVAÇÃO | TELECINE   O western europeu traz Mads Mikkelsen (“Hannibal”) na pele de um soldado do exército dinamarquês, que viaja para os EUA com sua família com planos de iniciar uma nova vida, mas logo ao chegar descobre que o lugar é mais selvagem que esperava. Enlutado e enraivecido pela morte da mulher e do filho, ele embarca numa jornada de vingança e acaba despertando o ódio de um perigoso fora-da-lei (Jeffrey Dean Morgan, de “The Walking Dead”), que obriga toda a cidade a caçar seu inimigo. Com clima tenso e fotografia grandiosa, o filme de Kristian Levring (“Não Tenha Medo de Mim”) preste tributo aos mestres do western americano, evocando os grandes clássicos de John Ford, Fred Zinnemann e Howard Hawks. A produção também marca o reencontro de Mikkelsen com a atriz Eva Green, com quem contracenou em “007 – Cassino Royale” (2006), e o elenco ainda conta com Jonathan Pryce (“G.I. Joe: Retaliação”), Mikael Persbrandt (“O Hobbit: A Desolação de Smaug”) e o ex-jogador de futebol Eric Cantona (“À Procura de Eric”).   | A WEDDING | MUBI   O drama belga escrito e dirigido por Stéphan Streker (“Michael Blanco”) segue a história de uma jovem muçulmana europeia, Zahira, que se rebela ao completar 18 anos e se ver obrigada pela família a casar com um homem que não conhece. O filme aborda questões de identidade cultural, religião e liberdade individual, apresentando uma visão complexa e sombria da tradição do casamento arranjado. A atuação dos atores é forte, especialmente de Lina El Arabi (“Brutus vs. César”) como Zahira, que consegue transmitir a angústia e a luta interna da personagem de maneira impactante. Além disso, a direção de arte e a fotografia criam uma atmosfera opressiva e tensa que reflete a situação da protagonista.   | O SUPLENTE | NETFLIX   O novo drama do argentino Diego Lerman (“Uma Espécie de Família”) acompanha um professor substituto do Ensino Médio, que decide se envolver quando um de seus alunos é ameaçado por um chefão do tráfico. O papel principal é vivido por Juan Minujín (“Dois Papas”) e o elenco ainda destaca a filha do diretor, Renata Lerman, que foi premiada como Melhor Coadjuvante no Festival de San Sebastián.   MADALENA | VOD*   A estreia impactante de Madiano Marcheti lida com uma realidade brutal do Brasil, país onde mais se assassina transexuais no mundo. A trama acompanha a reação de três jovens completamente diferentes à descoberta do corpo de Madalena, uma mulher trans, abandonado em uma plantação de soja do Centro Oeste, entre eles outra trans e o filho do dono da fazenda. Foi premiado em três festivais internacionais no ano passado: Lima (Peru), Guanajuto (México) e Istambul (Turquia), além de ser exibido nos prestigiados festivais de Rotterdã (Holanda) e San Sebastián (Espanha) sob muitos elogios da crítica mundial.   | O LOBO VIKING | NETFLIX   Variação norueguesa da lenda dos lobisomens, o filme traça uma relação entre cães do inferno libertos por vikings nas florestas nórdicas e um monstro que ataca adolescentes nos dias de hoje. A narrativa padrão acompanha uma família que se muda para uma cidade pequena porque a mãe arranjou emprego na polícia local. Quando uma estudante é brutalmente assassinada numa festa, a filha rebelde sai da cena do crime com mais que testemunho ocular: um arranhão em seu corpo a deixa cada vez mais irritante, a caminho de uma transformação.   | TUDO O QUE RESPIRA | HBO MAX   Indicado ao Oscar de Melhor Documentário, o filme do indiano Shaunak Sen (“Cities of Sleep”) acompanha os esforços de dois irmãos para salvar um pássaro, o milhafre preto, das condições insalubres de Nova Delhi, uma das cidades mais populosas do mundo. De seu hospital improvisado para pássaros em seu minúsculo porão, os irmãos cuidam de milhares dessas aves de rapina, que caem diariamente dos céus sufocados pela poluição. À medida que a toxicidade ambiental e a agitação populacional aumentam, a relação entre esta família muçulmana e os pássaros negligenciados formam uma crônica poética do colapso ecológico de uma cidade e suas crescentes tensões sociais. A obra aclamada com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes já venceu 19 troféus internacionais, incluindo o de Melhor Documentário do Festival de Cannes passado.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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  • Música

    Veja 15 vídeos de músicas icônicas de Burt Bacharach

    9 de fevereiro de 2023 /

    O músico e compositor Burt Bacharach, morto na quarta (8/2) aos 94 anos, deixou um legado de clássicos da música popular americana (e inglesa), que poucos são capazes de igualar. Um dos mais influentes compositores de todos os tempos, ele criou arranjos sinfônicos para músicas psicodélicas, emoldurou o soul em luxuosa roupagem orquestral, fez trilhas que marcaram a história do cinema e da música pop. Sua influência se faz ouvir na sofisticação das gravações clássicas de Dionne Warwick, sua principal intérprete, nos maiores hits de Cilla Black e The Carpenters, na psicodelia da cultuada banda Love e até nas distorções roqueiras da guitarra de Jack White, que transformou as melodias suaves de Bacharach em garage rock durante a era The White Stripes. Veja abaixo uma mostra do impacto de Bacharach, em vídeos de 15 músicas icônicas compostas pelo mestre. | TOM JONES | WHAT’S NEW PUSSYCAT   | CILLA BLACK | ANYONE WHO HAD A HEART   | SANDIE SHAW | (THERE’S) ALWAYS SOMETHING THERE TO REMIND ME   | DIONNE WARWICK | DO YOU KNOW THE WAY TO SAN JOSE   | DUSTY SPRINGFIELD | THE LOOK OF LOVE   | ARETHA FRANKLIN | I SAY A LITTLE PRAYER   | ISAAC HAYES | WALK ON BY   | BJ THOMAS | RAINDROPS KEEP FALLIN’ ON MY HEAD   | THE CARPENTERS | THEY LONG TO BE (CLOSE TO YOU)   | CHRISTOPHER CROSS | ARTHUR’S THEME   | DIONNE WARWICK | THAT’S WHAT FRIENDS ARE FOR   | ELVIS COSTELLO | I’LL NEVER FALL IN LOVE AGAIN   | CHRISSIE HYNDE | BABY IT’S YOU   | LOVE | MY LITTLE RED BOOK   | THE WHITE STRIPES | I JUST DON’T KNOW WHAT TO DO WITH MYSELF  

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  • Música

    Now United terá novos integrantes após saída de Any Gabrielly

    9 de fevereiro de 2023 /

    Now United, o fenômeno musical formado em 2017, passará por mudanças e terá novos integrantes. Em vídeo publicado nessa quarta-feira (8/2) no YouTube, Any Gabrielly – a primeira integrante que anunciou sua saída do grupo – expôs os novos planos da banda. Ela revela, inclusive, que a nova geração contará com novos membros do Brasil, Portugal, Filipinas e também de vários outros lugares do mundo. Após a saída de três membros em 2022, o Now United irá se reinventar e contratar novos integrantes, mas antes disso a formação atual da banda se despedirá com o lançamento de novas músicas. Como forma de despedida, e em celebração aos mais de cinco anos da formação original, o grupo lançará 8 músicas inéditas, que são conhecidas do público, mas que nunca foram escutadas por inteiro pelo fandom. O grupo atual se despedirá de seus integrantes em um show – intitulado de “Forever United” – marcado para o dia 19 de novembro no Allianz Parque, em São Paulo. Os três integrantes do grupo que anunciaram publicamente a sua saída são o canadense Josh Beauchamp, o americano Noah Urrea e a brasileira Any Gabrielly. Todos pretendem seguir carreira solo na música.

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  • Música

    Ludmilla lança os clipes superproduzidos de sua guinada ao trap

    7 de fevereiro de 2023 /

    Ludmilla lançou os clipes de “Nasci para Vencer” e “Sou Má”, seus novos singles que enveredam pelo trap. Enquanto o primeiro traz a talentosa e jovem Aaliyah Terra Sauthon (filha da produtora Renata Terra) imaginando como seria ter a vida bem-sucedida de Lud, o segundo é uma parceria com a dupla Tasha & Tracie, com quem a cantora forma uma gangue armada para assaltar um banco. Ambos tem produção caprichadíssima, mas “Sou Má”, dirigido por Fred Ouro Preto (“Emicida: AmarElo – Ao Vivo”), extrapola com uma “historinha” que eleva a duração para mais de 5 minutos. Tudo começa com a cobertura do crime, ao melhor estilo dos noticiosos policiais vespertinos, e segue com o assalto a banco das três encapuzadas armadas. A trama ainda tem uma troca de reféns com uma policial (Gabriela Versiane), que sofre uma revista imprópria de Lud, apenas para ser revelada, no final, como uma namorada infiltrada da cantora. Já “Nasci para Vencer” tem execução mais simples de Rafael Carmo (do clipe de “Me Sinto Abençoado”, de MC Poze do Rodo e Filipe Ret) mas proposta mais relevante, ao mostrar a realidade de quem nasce e vive na periferia e, mesmo assim, acredita em sonhar e realizar. “Quando vejo todo esse movimento que o Trap está fazendo, percebo semelhanças com o Funk, que sempre contagiou muito o público, enfrentou desafios e resistência, mas sempre com talento e união”, explicou Lud sobre a nova direção de seu som. Ambos os singles estão disponíveis nas plataformas digitais desde o dia 2 de fevereiro, mas não há notícias sobre um novo álbum da cantora.

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  • Filme,  Música

    Fãs de K-Pop colocam filme do BTS entre os mais vistos do Brasil

    7 de fevereiro de 2023 /

    O ranking dos filmes mais vistos do fim de semana trouxe uma surpresa, com a inclusão de um filme de lançamento limitado em 2º lugar. Segundo a consultoria Comscore, “BTS: Yet to Come in Cinemas”, documentário de um dos megashows da banda, foi a segunda maior bilheteria de cinema do país entre quinta e domingo (5/2), com 116,67 mil espectadores e faturamento de R$ 4,39 milhões. Gravado em outubro passado na cidade de Busan, na Coreia do Sul, o longa só rendeu menos que “Gato de Botas 2”. A animação conquistou a audiência de 248,7 mil pessoas, com renda de R$ 4,9 milhões. Em 3º ficou “Avatar: O Caminho da Água”, que levou curiosamente levou mais pessoas ao cinema (162,9 mil), mas arrecadou menos: R$ 4 milhões. É os ingressos para o filme do BTS eram mais caros. O ranking ainda inclui o terror “M3gan” em 4º lugar (137 mil espectadores e R$ 2,6 milhões arrecadados), deixando o principal lançamento da semana, a estreia do terror “Batem à Porta”, em 5º (80 mil pessoas e R$ 1,72 milhão em ingressos vendidos). O público geral do Top 10 foi de 902 mil pessoas e a arrecadação ficou em R$ 21,4 milhões. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias.   1 | GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO PEDIDO |   1 | BTS: YET TO COME IN CINEMAS |   3 | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA |   4 | M3GAN |   5 | BATEM À PORTA |

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  • Música

    Viola Davis diz que é fã de Anitta: “Vi seu documentário na Netflix”

    7 de fevereiro de 2023 /

    A brasileira Anitta não levou o Grammy, mas ganhou um elogio muito especial nos bastidores da premiação, que aconteceu na noite de domingo (5/2), em Los Angeles. Num encontro nos bastidores do evento, Viola Davis passou por ela e disse: “Sou sua fã. Vi seu documentário na Netflix”. O encontro foi revelado pela coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. Depois desse encontro, Viola passou a seguir Anitta no Instagram. Anitta concorreu na categoria de Artista Revelação do ano, que foi vencida pela cantora de jazz pop Samara Joy, uma das menos conhecidas da disputa, que ainda contava com a rapper Latto, a banda italiana de rock Måneskin, Muni Long, DOMi & JD Beck, Tobe Nwigwe, Omar Apollo, Molly Tuttle e a banda indie britânica Wet Leg. No final do ano passado, a brasileira fez história ao vencer os prêmios de Melhor Artista Feminina Latina no American Music Awards, e os troféus de Melhor Artista Latina do VMA (Video Music Awards) e do EMA (Europe Music Awards), principais premiações internacionais da MTV.

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  • Música,  Reality,  TV

    Bruna Griphao, do “BBB 23”, vira cantora e lança primeiro clipe

    7 de fevereiro de 2023 /

    Bruna Griphao começou sua carreira muito cedo na TV e se tornou um rostinho conhecido das novelas, mas agora a participante do “BBB 23” quer mostrar ao público um outro talento. Ela aproveitou a exposição no “BBB 23” para lançar “Bandida”, sua primeira música – e seu primeiro clipe – , gravada antes de ser confinada. A sister deixou tudo programado para que o clipe da canção fosse lançado nesse exato momento em que o país inteiro a acompanha na casa mais vigiada do Brasil. “Essa é uma oportunidade enorme que a maioria dos artistas não tem. Mesmo eu tendo uma visibilidade, mesmo sendo atriz há tantos anos, é um mercado diferente, uma outra proposta e, com o programa, talvez eu possa alcançar meus objetivos e chegar a mais pessoas com algo que é tão importante e especial para mim, que é a música”, disse ela, em comunicado previamente escrito, sobre o início da nova fase profissional. “Bandida” é uma balada com batidas de funk. A letra, composta por Bruna, conta a história de uma mulher dominadora e – segundo a atriz – reforça o empoderamento feminino: “Eu sou compositora, sempre tive o hábito de escrever. Escrever tudo que acontecia comigo e botar no papel, em forma de poesia, em forma de música. Para essa música, a gente decidiu fazer um som mais leve. Eu levei para o estúdio um texto meu meio pronto, fui lapidando com a ajuda de profissionais, compositores, produtores, que me ajudaram a transformar aquilo em música”. Antes de lançar o clipe e a canção de “Bandida” em todas as plataformas digitais, Bruna passou por um momento de descobrimento da sua própria voz: “Eu sempre tive vontade de cantar, mas sempre me coloquei num lugar em que eu era só atriz, não cantora. Achava que eu era uma atriz que poderia cantar em alguns momentos, em alguns papéis. Mesmo sempre tendo vontade, me sentia meio impostora comigo mesma. Então, a partir dos últimos acontecimentos na minha vida, eu comecei a tomar coragem, comecei a minha aula de canto e passei a me sentir mais segura. Além disso, me conectei também com as pessoas da música, que me fizeram acreditar que poderia dar certo”, completou ela. Antes de lançar sua música autoral, Bruna surpreendeu o público performando uma canção de Gloria Groove em suas redes sociais. O vídeo gerou uma repercussão positiva para a atriz e a incentivou a continuar cantando. Agora, com o lançamento oficial de seu primeiro single, Bruna diz estar feliz com o trabalho: “Chegamos nesse resultado final que eu amei”, diz a nova cantora.

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  • Filme,  Música

    Musical de Bob Dylan vai virar filme com Woody Harrelson e Olivia Colman

    7 de fevereiro de 2023 /

    O musical da Broadway “Girl From the North Country”, que é todo encenado com canções de Bob Dylan, vai virar filme. Os atores Chlöe Bailey (“Grown-ish”), Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Woody Harrelson (“Venom: Tempo de Carnificina”) vão estrelar a adaptação. O projeto tem roteiro e direção de Conor McPherson, o dramaturgo responsável pelo musical, que usa o extenso catálogo de músicas de Dylan – incluindo “Forever Young”, “All Along the Watchtower” e “Like a Rolling Stone” – para marcar uma história da era da Depressão sobre pessoas do meio-oeste dos EUA, que se cruzam em um ponto de virada em suas vida. Apesar das críticas positivas, o musical não conseguiu vender muitos ingressos em sua temporada pós-covid e saiu de cartaz após poucos meses na Broadway. A produtora Blueprint Pictures está apoiando o filme, que será levado ao mercado internacional no próximo Festival de Berlim. Passado em 1934 em Duluth, Minnesota, durante a Grande Depressão, “Girl From the North Country” acompanha um grupo de viajantes rebeldes enquanto suas vidas se cruzam em uma pousada. As coisas estão difíceis para o proprietário Nick Laine (Harrelson), cuja esposa Elizabeth (Colman) está sofrendo de demência. Enquanto isso, o banco está executando a hipoteca de sua casa e sua filha adotiva Marianne (Bailey) tem um segredo bem guardado que ninguém pode explicar. Mas quando um fugitivo Joe Scott (Tosin Cole) encontra abrigo na pousada, um relacionamento se desenvolve entre ele e Marianne que muda tudo para sempre. A produção vem com o selo de aprovação de Dylan, que permitiu o uso de suas músicas no espetáculo. “Estar associado a Conor é um dos destaques da minha vida profissional”, disse o cantor em comunicado. “Nem é preciso dizer que o homem é um gênio por montar essa coisa e estou emocionado por fazer parte da experiência. Minhas músicas não poderiam estar em melhores mãos. A peça me fez chorar no final. Eu não posso nem dizer por quê. Quando a cortina desceu, fiquei atordoado”. McPherson considerou um privilégio dar vida às canções de Dylan. “Ter a confiança de Bob Dylan para criar uma história usando suas canções incomparáveis ​​é um grande privilégio que trouxe alegria ao meu mundo”, disse McPherson. “Mas trabalhar com esse elenco incrível para dar vida a esses personagens é quase inimaginável”.

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  • Música

    Harry Styles é detonado após vencer principal categoria do Grammy

    6 de fevereiro de 2023 /

    O cantor Harry Styles causou um rebuliço nas redes sociais após tornar-se vencedor da principal categoria do Grammy Awards, que aconteceu no último domingo (5/2). O discurso do artista pegou tão mal, que foi apontado como “queerbating” pela comunidade LGBTQIAP+. Quando o vencedor da categoria de Melhor Álbum do ano foi anunciado, Harry Styles tentou se apresentar como minoria após vencer com o disco “Harry’s House”. Numa pegada “descontruíde” a lá Tiago Iorc, o artista disparou que o Grammy Awards não tem o costume de enxergar figuras alternativas. “Isso não acontece muito com pessoas como eu”, discursou. O comentário causou revolta ao público LGBTQIAP+, que ficou indignado com a tentativa do artista de se apropriar da comunidade para promover seus discursos. Vale ressaltar que o cantor nunca revelou sua identidade ou preferências sexuais, além do fato de namorar mulheres, e suas características de homem, branco, cisgênero, bonito e popular são claramente evidentes. “Como assim Harry Styles ganhou o Grammy e disse no discurso que ‘essas coisas’ não acontecem com ‘pessoas como ele’? Ele está falando de quê, de ter vindo de boyband? Porque tudo o que o Grammy tem feito desde sempre é premiar pessoas como ele”, disparou uma internauta, acrescentando o Oscar e o Emmy Awards na lista. “Harry Styles praticou ‘gaslighting’ [distorção de informações] contra ele mesmo, usou tanta saia e maquiagem que acabou acreditando que era minoria”, ironizou outra. Além disso, os internautas apontam que a vitória de Harry Styles seria mais uma prova do racismo estrutural do evento, já que a Academia chamou muita atenção para o recorde de troféus atingidos pela cantora Beyoncé no evento, mas, como sempre, só permitiu sua vitória em categorias setorizadas – R&B e dance music. Com o aclamado álbum “Renaissance”, a Rainha chegou a ser aplaudida de pé após receber o 4º troféu da noite, que elevou seu total a 32 estatuetas do Grammy Awards na carreira – nenhuma delas por Melhor Álbum, Gravação do Ano ou Performance Pop, e apenas uma da categoria de Melhor Música – “Single Ladies”, de 2010. “É ridículo o que a academia faz com ela ano após anos, sendo que a mulher é a maior artista feminina da atualidade”, escreveu um usuário do Twitter. O álbum do Harry Styles é ótimo, mas sinceramente não chega nem aos pés do Reinassance da Beyoncé. É ridículo o que a academia faz com ela ano após anos sendo que a mulher é a maior artista feminina da atualidade. #GRAMMYs pic.twitter.com/JnStZ2581R — felipe ⚓️ (@stateoffelipe) February 6, 2023 Quando você ver esse discurso fajuto do Harry Style por ter ganhado o AOTY ontem lembre-se que qnd a ADELE ganhou da Beyoncé, esse aqui foi o discurso dela.GRAMMY RACISTA #GRAMMYs pic.twitter.com/JC4kb34JhQ — Nicole (@NikyVasconcelos) February 6, 2023 é nessas horas que o kanye west deveria tá lá pra tomar o prêmio do harry styles e entregar pra beyonce pic.twitter.com/I1SyEXg01O — bruno rahall (@brunorahall) February 6, 2023 No fim das contas ninguém vai lembrar que Harry Style ganhou o álbum do ano, mas vamos todos lembrar que Beyonce perdeu o álbum do ano — Atailon (@atailon) February 6, 2023 harry styles praticou gaslight contra ele mesmo, usou tanta saia e maquiagem que acabou acreditando que era minoria pic.twitter.com/qxcF54CSoS — sam o anão ☽☾ (@evanpiters) February 6, 2023 “Isto não acontece muitas vezes a pessoas como eu” – Harry Styles no Grammy Awards 2023Deixa só eu te esclarecer um pouco aqui:Não é pq vc vai na porra do Grammy vestido de gelatina Tutti Frutti que vc é minoria. Você só é ridiculo e fedido msm. É isto pic.twitter.com/zIwKNjqh2J — – 𝐴𝑛𝑎. (@anykkah) February 6, 2023

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  • Filme,  Música

    Diretor de “Deixando Neverland” critica cinebiografia de Michael Jackson

    6 de fevereiro de 2023 /

    O documentarista Dan Reed, responsável pelo polêmico documentário “Deixando Neverland” (2019), em que relata os abusos sexuais cometidos pelo cantor Michael Jackson, criticou a cinebiografia do cantor, atualmente em produção. Em um artigo publicado no jornal britânico The Guardian, Reed explicou a sua motivação para fazer o documentário e tratar do tema do abuso infantil. “É claro que o fato de o molestador de crianças neste caso ser um dos homens mais famosos do mundo significava que muitas pessoas iriam assistir”, explicou ele. Ainda assim, Reed falou que “a total ausência de indignação que acompanha o anúncio deste filme nos diz que a sedução de Jackson ainda é uma força viva, operando além do túmulo. Parece que a imprensa, seus fãs e o vasto grupo demográfico mais velho que cresceu amando Jackson estão dispostos a deixar de lado seu relacionamento doentio com as crianças e apenas seguir a música”. Intitulado “Michael”, o projeto está a cargo do produtor Graham King, que renovou o interesse pelas cinebiografias musicais com o sucesso de “Bohemian Rhapsody”. O roteiro foi escrito por John Logan, que já foi indicado três vezes ao Oscar – por “Gladiador” (2000), “O Aviador” (2004) e “A Invenção de Hugo Cabret” (2011) – , e será dirigido por Antoine Fuqua (de “O Protetor”). Já o papel principal será interpretado por Jaafar Jackson, de 26 anos, que é filho de Jermaine Jackson, um dos irmãos mais velhos de Michael Jackson. E a presença do sobrinho do cantor comprova que o filme não deve abordar nenhuma das polêmicas envolvendo a sua vida. “Mesmo que você não acredite em uma palavra do que seus muitos acusadores disseram; mesmo que você não esteja preocupado com as investigações policiais e os enormes pagamentos para interromper os processos legais, como você explica o fato completamente incontestável de que durante anos Jackson passou inúmeras noites sozinho na cama com meninos?”, questionou Reed. “O que ele estava fazendo com eles, sozinho em seu quarto Neverland, com sinos de alarme no corredor? Isso não pode ser aceitável de forma alguma”. A cinebiografia de Michael Jackson começará a ser rodada em breve, mas ainda não tem previsão de lançamento. Confira abaixo o trailer de “Deixando Neverland”.

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    Erasmo Carlos e Gal Costa ganham homenagem póstuma do Grammy 2023

    6 de fevereiro de 2023 /

    Os cantores brasileiros Erasmo Carlos e Gal Costa tiveram suas fotos destacadas e celebradas durante a homenagem do Grammy aos artistas que faleceram nos últimos meses. As imagens dos dois artistas foram exibidas em momentos diferentes do tributo, durante a exibição da maior premiação da música dos EUA, que aconteceu entre a noite de domingo e a madrugada desta segunda (6/2) em Los Angeles. A foto de Erasmo apareceu ao som de uma gravação de David Crosby, que morreu em janeiro passado, enquanto a foto de Gal Costa surgiu no telão enquanto Sheryl Crow se apresentava com Bonnie Raitt e Mick Fleetwood numa homenagem a Christine Mcvie (ex-integrante do Fleetwood Mac).

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  • Música

    Beyoncé bate recorde como maior vencedora do Grammy. Veja todos os premiados

    6 de fevereiro de 2023 /

    O Grammy Awards, a principal premiação da música americana, teve seu recorde de troféus quebrado na madrugada desse segunda (6/2), quando Beyoncé atingiu a 32ª vitória de sua carreira. Ela venceu quatro troféus: Melhor Gravação de Dance Music (“Break My Soul”), Melhor Álbum de Dance (“Renaissance”), Melhor Música de R&B (“Cuff It”) e Melhor Performance de R&B Tradicional (“Plastic Off the Sofa”). Apesar da expectativa para novos prêmios, a Rainha não venceu as principais categorias, que foram divididas entre quatro artistas bem diferentes: Adele levou o Grammy de Melhor Performance Pop Solo (com “Easy on Me”), a veterana Bonnie Raitt teve a Música do Ano (“Just Like That”), Lizzo venceu como Gravação do Ano (“About Damn Time”) e Harry Styles ficou com o Álbum do Ano (“Harry’s House”). Vale lembrar que, apesar de seu recorde de gramofones dourados, Beyoncé tem sido sistematicamente esnobada pela Academia da Gravação nas categorias principais do prêmio. Apesar de toda sua importância e impacto, ela nunca venceu Melhor Álbum, Performance Pop ou Gravação, e apenas uma vez como Música do ano – “Single Ladies”, em 2010. Mas em seu discurso, Lizzo lembrou da importância de Beyoncé para sua carreira, contando como matou aula na quinta série para ver um show da diva e ficou transformada pela experiência. A Rainha bateu palmas de pé para a súdita. Anitta, que concorria a Revelação do Ano, acabou passando em branco no evento realizado na Crypto.com Arena, em Los Angeles (EUA). A vencedora de sua categoria foi uma grande surpresa: a cantora Samara Joy, que se destaca numa linha mais adulta de jazz pop. Ela também venceu o Grammy de Melhor Álbum Vocal de Jazz (“Linger Awhile”). Mas teve vitória do Brasil no evento. O veterano grupo acústico e vocal Boca Livre recebeu o troféu de Melhor Álbum de Pop Latino por sua parceria com o cantor panamenho Rubén Blades (o disco “Pasieros”). Foi uma vitória póstuma, já que o grupo acabou no ano passado por divergência política entre seus integrantes. Por sinal, dois artistas nacionais foram lembrados durante as homenagens póstumas da seção “in memoriam”: Erasmo Carlos e Gal Costa. Além de Beyouncé, o grupo gospel Maverick City Music & Kirk Franklin também faturou quatro prêmios em sua categoria. Já os vencedores com três troféus foram cinco: Willie Nelson (na música country), Harry Styles (na música pop), Bonnie Raitt (na música “americana”/folk), Kendrick Lamar (no rap) e Brandi Carlile (no rock) A premiação ainda destacou momentos politizados, como o troféu especial conferido ao cantor iraniano Shervin Hajipour, autor de “Baraye”, que virou hino dos protestos em seu país e foi preso após a música viralizar nas redes sociais. Já na vitória de Melhor Performance de Dupla, Sam Smith deixou a parceira Kim Petras discursar e celebrar o fato de ser a primeira artista transexual a vencer um Grammy. Mas no Grammy Latino deste ano, a brasileira Lineker já tinha rompido essa fronteira. Sam Smith e Kim Petras também representaram um dos pontos altos dos shows ao vivo da noite, que tiveram como maior destaque disparado uma homenagem aos 50 anos do hip-hop. Esta performance reuniu uma procissão de lendas, que se revesaram para apresentar trechos de clássicos do gênero musical, do pioneiro DJ Grandmaster Flash ao novato Future, passando por Run-DMC, LL Cool J, Public Enemy, Rakim, Salt N Peppa, Queen Latifah, De la Soul, Scarface, Busta Rhimes, Too Short, Nelly, The Roots e muitos outros. Para completar, a performance que encerrou a noite trouxe ainda mais rap, com Jay-Z, DJ Khaled, Lil Wayne, Rick Ross, John Legend e Fridayy se juntando numa versão de “God Did”, que começou dentro da arena e terminou no meio da rua, onde os artistas se sentaram uma longa mesa de jantar à luz de velas. Só o verso de Jay-Z durou mais de quatro minutos. E quando DJ Khaled encerrou a apresentação, exaltou para a câmera um último feito histórico da edição: “Fizemos uma música de 8 minutos no Grammy!”. Confira abaixo o momento em que Beyoncé quebrou o recorde da Academia de Gravação e a lista completa dos vencedores do Grammy 2023. Revelação do Ano Samara Joy Álbum do Ano Harry Styles – “Harry’s House” Gravação do Ano “About Damn Time,” Lizzo Música do Ano Bonnie Raitt – “Just Like That” Melhor Performance Solo Pop Adele – “Easy on Me” Melhor Performance Pop de Dupla ou Grupo Sam Smith & Kim Petras – “Unholy” Melhor Álbum Pop Harry Styles – “Harry’s House” Melhor Performance de Rap Kendrick Lamar – “The Heart Part 5” Melhor Música de Rap Kendrick Lamar – “The Heart Part 5” Melhor Performance Melódica de Rap Future Featuring Drake & Tems – “Wait for U” Melhor Álbum de Rap Kendrick Lamar – “Mr. Morale & the Big Steppers” Melhor Gravação de Dance Music/Eletrônica Beyoncé – “Break My Soul” Melhor Álbum de Dance/Eletrônica Beyoncé – “Renaissance” Melhor Música de R&B Beyoncé – “Cuff It” Melhor Performance de R&B Muni Long – “Hrs & Hrs” Melhor Álbum de R&B Progressivo Steve Lacy – “Gemini Rights” Melhor Álbum de R&B Mary J. Blige – “Good Morning Gorgeous (Deluxe)” Melhor Performance de R&B Tradicional Beyoncé – “Plastic Off the Sofa” Melhor Performance de Rock Brandi Carlile – “Broken Horses” Melhor Música de Rock Brandi Carlile – “Broken Horses” Melhor Álbum de Rock Ozzy Osbourne – “Patient Number 9” Melhor Performance de Heavy Metal Ozzy Osbourne Featuring Tony Iommi – “Degradation Rules” Melhor Performance de Música Alternativa Wet Leg – “Chaise Lounge” Melhor Álbum de Música Alternativa Wet Leg – “Wet Leg” Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional Michael Bublé – “Higher” Melhor Álbum de Reggae Kabaka Pyramid – “The Kalling” Melhor Álbum de Jazz Latino Arturo O’Farrill & The Afro Latin Jazz Orchestra Featuring The Congra Patria Son Jarocho Collective – “Fandango at the Wall in New York” Melhor Álbum de Pop Latino Rubén Blades and Boca Livre – “Pasieros” Melhor Álbum de Rock Latino Rosalía – “Motomami” Melhor Álbum de Música Latina Tropical Marc Anthony – “Pa’lla Voy” Melhor Álbum de Música Urbana Bad Bunny – “Un Verano Sin Ti” Melhor Performance Country Solo Willie Nelson – “Live Forever” Melhor Performance Country de Dupla ou Grupo Carly Pearce & Ashley McBryde – “Never Wanted to Be That Girl” Melhor Música de Country Willie Nelson – “I’ll Love You Till the Day I Die” Melhor Álbum de Country Willie Nelson – “A Beautiful Time” Melhor Clipe Taylor Swift – “All Too Well: The Short Film” Melhor Documentário Musical Vários Artistas – “Jazz Fest: A New Orleans Story” Trilha Compilação de Trilha Sonora “Encanto” Melhor Trilha Sonora Germaine Franco – “Encanto” Melhor Trilha de Videogames “Valhalla: Dawn of Ragnarök” Melhor Gravação Remix Lizzo – “About Damn Time (Purple Disco Machine Remix)” Melhor Álbum de New Age, Ambient ou Canto White Sun – “Mystic Mirror” Melhor Solo de Jazz Improvisado Wayne Shorter & Leo Genovese – “Endangered Species” Melhor Álbum Vocal de Jazz Samara Joy – “Linger Awhile” Melhor Álbum Instrumental de Jazz Terri Lyne Carrington, Kris Davis, Linda May Han Oh, Nicholas Payton & Matthew Stevens – “New Standards Vol. 1” Melhor Álbum de Banda de Jazz Steven Feifke, Bijon Watson, Generation Gap Jazz Orchestra – “Generation Gap Jazz Orchestra” Melhor Gravação de Audiolivro, Narração e Storytelling Viola Davis – “Finding Me” (Em Busca de Mim) Melhor Álbum de Música Infantil Alphabet Rockers – “The Movement” Melhor Álbum de Comédia Dave Chappelle – “The Closer” Melhor Álbum de Teatro Musical Into the Woods’ 2022 Broadway Cast – “Into the Woods (2022 Broadway Cast Recording)” Melhor Engenharia de Som em Álbum Não Clássico Harry Styles – “Harry’s House” Melhor Álbum de Áudio Imersivo Stewart Copeland & Ricky Kej – “Divine Tides” Melhor Composição Instrumental Geoffrey Keezer – “Refuge” Melhor Arranjo Instrumental ou Acapella Magnus Lindgren, John Beasley & The SWR Big Band Featuring Martin Auer – “Scrapple From the Apple” Melhor Arranjo, Instrumentos e Vocais Christine McVie – “Songbird (Orchestral Version)” Melhor Performance de Música Global Wouter Kellerman, Zakes Bantwini & Nomcebo Zikode – “Bayethe” Melhor Álbum de Música Mexicana Regional Natalia Lafourcade – “Un Canto por México – El Musical” Melhor Encarte Tamsui-Kavalan Chinese Orchestra – “Beginningless Beginning” Melhor Texto em Encarte de Álbum Wilco – “Yankee Hotel Foxtrot (20th Anniversary Super Deluxe Edition)” Melhor Box ou Projeto em Edição Limitada The Grateful Dead – “In and Out of the Garden: Madison Square Garden ’81, ’82, ’83” Melhor Relançamento de Álbum Histórico Wilco – “Yankee Hotel Foxtrot (20th Anniversary Super Deluxe Edition)” Melhor Álbum de Blues Tradicional Taj Mahal & Ry Cooder – “Get on Board” Melhor Álbum de Blues Contemporâneo Edgar Winter – “Brother Johnny” Melhor Álbum de Música Regional Ranky Tanky – “Live at the 2022 New Orleans Jazz & Heritage Festival” Melhor Performance de Música Americana de Raiz Aaron Neville With the Dirty Dozen Brass Band – “Stompin’ Ground” Melhor Música Americana de Raiz Bonnie Raitt – “Just Like That” Best Performance Americana Bonnie Rait – “Made Up Mind” Melhor Álbum Americano Brandi Carlile – “In These Silent Days” Melhor Álbum de Bluegrass Molly Tuttle & Golden Highway – “Crooked Tree” Melhor Canção/Performance Gospel Maverick City Music & Kirk Franklin – “Kingdom” Melhor Canção/Performance Cristã Contemporânea Maverick City Music & Kirk Franklin – “Fear Is Not My Future” Melhor Álbum Gospel Maverick City Music & Kirk Franklin – “Kingdom Book One” Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea Maverick City Music – “Breathe” Melhor Álbum de Gospel Raiz Tennessee State University – “The Urban Hymnal” Melhor Performance Orquestral New York Youth Symphony – “Works” by Florence Price, Jessie Montgomery, Valerie Coleman Melhor Gravação de Ópera The Metropolitan Opera Orchestra & The Metropolitan Opera Chorus – “Blanchard: Fire Shut Up in My Bones” Melhor Performance de Coral The Crossing – “Born” Melhor Performance de Música de Câmara/Pequena Formação Attacca Quartet – “Caroline Shaw: Evergreen” Melhor Performance Instrumental Clássica Solo Time for Three, The Philadelphia Orchestra & Xian Zhang – “Letters for the Future” Melhor Álbum Solo Clássico Vocal Renée Fleming & Yannick Nézet-Séguin – “Voice of Nature: The Anthropocene” Melhor Compêndio Clássico “Kitt Wakeley – An Adoption Story” Melhor Composição Contemporânea Clássica Time for Three, The Philadelphia Orchestra & Xian Zhang – “Puts: Contact” Melhor Engenharia de Som em Álbum Clássico Edwin Outwater & Chicago Symphony Orchestra – Mason Bates: “Philharmonia Fantastique: The Making of the Orchestra” Produtor do Ano em Música Clássica Judith Sherman

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