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  • Música

    Mostra exibe filmes clássicos de hip-hop em São Paulo

    28 de setembro de 2016 /

    A 3ª Mostra de Filme Hip-Hop vai exibir 14 filmes dedicados ou inspirados pelo gênero musical no CineSesc, em São Paulo, com entrada gratuita a partir desta quarta (28/9). A abertura acontece com “Wave Twisters” (2001), de Syd Garon e Eric Henry, o primeira longa de animação do hip-hop. Mas a maior parte da seleção foca a “old school”, com filmes clássicos dos anos 1980. Há, por exemplo, “Breakin'” (1984), que revelou Ice-T, “Krush Groove” (1985), estrelado por Run-DMC, LL Cool J, Kurtis Blow, Fat Boys e Beastie Boys, e “Beat Street – A Loucura do Ritmo” (1984), que tem uma história não muito diferente da série “Get Down” e traz o lendário b-boy Crazy Legs mostrando porque é considerado o maior dançarino de break de todos os tempos e… Vin Diesel como figurante! Além disso, há o documentário mais recente dos Beastie Boys, “Awesome; I Fuckin’ Shot That!” (2006), que registra um show do trio em Nova York, e um filme de Adam Yauch, o integrante falecido da banda, “Gunnin’ for that #1 Shot”, sobre um time de basquete. A mostra, que tem curadoria do ex-VJ da MTV Rodrigo Brandão, também presta homenagem a Bobbito Garcia, lendário radialista, jogador de basquete de rua e cineasta, com três de seus filmes. E fecha, no dia 5 de outubro, lembrando um ícone do rap brasileiro, com o doc “Sabotage: Maestro do Canão” (2015), de Ivan Vale Ferreira.

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  • Música

    Trolls: Justin Timberlake canta hit de Cyndi Lauper no novo trailer legendado da animação

    27 de setembro de 2016 /

    A Fox divulgou o novo trailer legendado da animação “Trolls”, apresentado pelo cantor Justin Timberlake e a atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), que tem se especializado em musicais. Os dois cantam bastante no filme. E, como demonstração, a prévia traz Timberlake cantando uma versão acústica de “True Colors”, grande sucesso de 1986 de Cyndi Lauper. A cena, por sinal, mostra uma inversão de papéis entre os personagens do casal, já que o troll mau-humorado, com a voz de Timberlake, esforça-se para animar a troll alegre dublada por Kendrick. A participação do cantor em “Trolls” não se resume à esta música. Ele também é o produtor musical e autor de três canções inéditas da trilha. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção de Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), “Trolls” estreia em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Rooney Mara
    Música

    Rooney Mara vai viver uma estrela pop em musical com canções inéditas de Sia

    24 de setembro de 2016 /

    A atriz Rooney Mara, indicada ao Oscar deste ano por “Carol”, vai interpretar uma estrela da música pop em “Vox Lux”, um musical com canções inéditas da cantora australiana Sia. Segundo o site da revista Variety, Mara vai interpretar Celeste, uma garota que escapa de uma tragédia para se tornar uma popstar. O filme deve se concentrar na história de transformação da vida dela ao longo de 15 anos, desde 1999 até os dias atuais. As filmagens estão previstas para começar em fevereiro de 2017 com roteiro e direção de Brady Corbet, que vai usar câmeras de 65mm para projeções em grandes telas de cinema. Corbet é um jovem ator de 28 anos, atualmente em cartaz no filme “Escobar: Paraíso Perdido”, que estreou no ano passado na direção, com o impressionante “The Childhood of a Leader”, vencedor de diversos prêmios, inclusive no Festival de Veneza. “Vox Lux” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Sky Ferreira será a capa da próxima Playboy americana

    23 de setembro de 2016 /

    A cantora e atriz Sky Ferreira será a capa da Playboy americana de outubro. Na verdade, das capas. Ela postou duas capas diferentes em seu Instagram, além de uma foto como coelhinha, para dizer que foi a primeira “Playboy bunny” a assinar a direção de arte de seu próprio ensaio. Além das fotos, a californiana de família brasileira também realizou uma entrevista para a publicação, que foi conduzida pelo veterano ator Bruce Dern (“Os Oito Odiados”). Toda essa exposição visa iniciar o burburinho em torno de seu novo disco, que tem o sugestivo título de “Masochism” (masoquismo). Paralelamente, Sky segue focando sua carreira de atriz. Ela esteve recentemente nas telas em “Elvis & Nixon”, lançado em junho no Brasil, e tem mais dois filmes em pós-produção: “Rosy”, em que contracena com Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) e Stacy Martin (“Ninfomaníaca”), e “Baby Driver”, o novo longa de Edgar Wright (“Scott Pilgrim contra o Mundo”). Além disso, fará participação no revival da série “Twin Peaks”, previsto para 2017.

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    Menino de Stranger Things volta a ser raptado em clipe da banda Panic! At The Disco

    23 de setembro de 2016 /

    O ator mirim Noah Schnapp, que se tornou conhecido como o intérprete de Will Byers, o “baixinho que sumiu” na série “Starnger Things”, voltou a ser raptado. Desta vez, para um ritual satânico, no clipe de “LA Devotee”, nova música da banda Panic! at the Disco,. A canção faz parte do disco “Death of a Bachelor”, que a banda americana liderada por Brendon Urie lançou em janeiro deste ano. A direção, inclusive, é da mesma dupla, Scantron e Mel Soria, que assinou o clipe da faixa-título, bem mais convencional. Schnapp, que também estrelou o filme “Ponte dos Espiões” (2015), ao lado de Tom Hanks, está garantido na 2ª temporada de “Stranger things”, com lançamento previsto para julho de 2017.

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  • Scarlett Johansson
    Música

    Scarlett Johansson canta cover do New Order em coletânea beneficente

    23 de setembro de 2016 /

    A atriz Scarlett Johansson voltou a atacar de cantora. Ela gravou com sua banda feminina, Sugar for Sugar, um cover para “Bizarre Love Triangle”, do New Order, que pode ser ouvido logo abaixo. Além da voz que já ganhou um prêmio de Melhor Atriz no Festival de Roma (por “Ela”), Sugar for Sugar é formada por Julia Haltigan, Holly Miranda, Kendra Morris e Este Haim. À exceção da última, que faz parte da banda Haim (com suas irmãs), as demais têm carreira solo como cantoras-compositoras. A faixa compõe a coletânea “The Time Is Now”, criada para arrecadar fundos para a amfAR, uma fundação para pesquisa da cura da Aids, que será lançada no dia 7 de outubro. O álbum reúne diversos artistas gravando covers variados, inclusive Bebel Gilberto, numa surpreendente versão do hit new wave “Rio”, do Duran Duran.

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  • Música

    Demi Lovato substitui Selena Gomez no Z Festival

    22 de setembro de 2016 /

    Sai uma cantora-atriz da Disney, entra outra. Demi Lovato vai substituir Selena Gomez como principal atração do Z Festival, evento que acontece em São Paulo no 10 de dezembro. O evento teen também tem em seu line-up artistas como Anitta, Projota, Manu Gavassi, Tiago Iorc e Larissa Manoela. Selena chegou a ser anunciada como headliner do festival, mas, em agosto, a cantora cancelou todos os shows da agenda para lidar com ataques de pânico e depressão, que são considerados efeitos colaterais do lúpus que a afeta. Com a substituição, os ingressos entram à venda em nova data: dia 18 de outubro no site livepass.com.br. Quando cancelou a turnê, Selena agradeceu aos fãs pelo apoio: “Vocês sabem que são importantes para mim. Quero que entendam que estou fazendo todo o possível para o meu bem. Sei que não estou sozinha compartilhando isso, eu espero que outros possam se encorajar outros a lidar com seus próprios problemas.” Revelada ainda criança na série “Barney e Seus Amigos”, Demi Lovato acabou se destacando ao virar adolescente e estrelar séries do Disney Channel, como “Quando Toca o Sino” (As the Bell Rings) e “Sunny Entre Estrelas” (Sonny with a Chance). Ela também coestrelou os dois telefilmes da franquia “Camp Rock” com os Jonas Brothers. Nos últimos anos, porém, tem se dedicado mais à carreira de cantora. Em seu próximo trabalho, ela poderá fazer as duas coisas, já que dublará a Smurfette na nova animação dos “Smurfs”, chamada “Os Smurfs e a Vila Perdida”, que terá cantoria e estreia em março de 2017.

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  • Música

    Estreias: Animação infantil Cegonhas é o maior lançamento da semana

    22 de setembro de 2016 /

    A semana traz dez lançamentos, além de uma exibição limitadíssima de “Pequeno Segredo” no interior do RS. Parece muito, mas dessa lista só três frequentarão os shoppings, dois deles com estreia simultânea com os EUA. A animação “Cegonhas – A História que Não Te Contaram” tem a distribuição mais ampla, ocupando 807 salas (594 em 3D). Bem infantil, sequer aborda a premissa que a inspirou: de onde vem os bebês. A trama mostra que as cegonhas abandonaram o negócio de entrega de bebês para se concentrar no lucrativo serviço de entregas de celular de última geração. Mas quando um bebê aparece no depósito das mercadorias, uma jovem órfã ruiva, que nenhuma cegonha entregou, convence o herdeiro do negócio a retomar o hábito perdido e encontrar uma família para o pequeno pacote babão. Fofo até enjoar, o filme dividiu a crítica americana (56% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e chega ao Brasil com as vozes de Klebber Toledo (novela “Lado a Lado”), Tess Amorim (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e Marco Luque (programa “Altas Horas”). A outra estreia simultânea com os EUA é o western “Sete Homens e um Destino”, remake anacrônico do filme de 1960, que chega em 340 salas (12 em Imax). Fruto do revisionismo afetado do cinema americano atual, apresenta um Velho Oeste sem conflitos raciais, em que pistoleiros de diferentes etnias (a ONU do Velho Oeste) se unem para expulsar um bando com perfil de terroristas radicais (o Estado Islâmico do Velho Oeste), que atormenta uma cidadezinha de pacatos cidadãos brancos. Até os westerns spaghetti, rodados na Espanha com atores italianos, eram mais realistas. Mas se não dá para levar muito a sério este trabalho do diretor Antoine Fuqua (“O Protetor”), é possível se divertir bastante com ele, graças ao elenco imponente, com Denzel Washington (“O Protetor”), Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), Ethan Hawke (“Boyhood”) e Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”) trocando tiros e bancando machões. 65% no Rotten Tomatoes. Apenas um dos quatro lançamentos nacionais da semana chega em todo o país, e é mesmo mais um besteirol. Sem criatividade alguma, “Tô Ryca” leva a 420 telas outra história de pobre que enriquece de uma hora para outra, como “Até que a Sorte nos Separe” (2012), “Vai que Cola: O Filme” (2015) e “Um Suburbano Sortudo” (2016). A diferença, além do sexo da protagonista, é que, para ganhar uma grande herança, a personagem central precisa perder milhões de propósito – e não por acidente. Diferença? A premissa genérica é a mesma do livro “Brewster’s Millions”, de George Barr McCutcheon, já filmado 11 vezes desde 1914, inclusive com duas versões indianas. A filmagem mais conhecida, “Chuva de Milhões” (1985), passou repetidas vezes na TV brasileira e inclui na história uma trama da eleição que também está no roteiro brasileiro! Estrelado por Samantha Schmutz (“Vai que Cola: O Filme”) em seu primeiro papel de protagonista, o filme registra o último trabalho da atriz Marília Pêra (“Pixote: A Lei do Mais Fraco”), falecida em dezembro. Assim como na semana passada, a melhor estreia da programação também é um filme brasileiro restrito a poucas salas. Exibido em apenas 17 telas, “O Silêncio do Céu” representa o amadurecimento do diretor Marco Dutra, que troca o terror de “Trabalhar Cansa” (2011) e “Quando Eu Era Vivo” (2014) pelo suspense sufocante. Tenso do começo ao fim, o filme acompanha o desdobramento de um ato de violência, o estupro de uma mulher, testemunhado em segredo e sem querer por seu marido. Envergonhados, nenhum dos dois fala sobre o assunto, como se não tivesse acontecido, embora o marido se torne obcecado em se vingar do responsável. Rodado em Montevidéu e falado em espanhol, a produção destaca a brasileira Carolina Dieckmann (“Entre Nós”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”) nos papéis principais. Os outros dois títulos nacionais são anti-comerciais, cada um a seu modo. Distribuído em nove salas de seis cidades, “Charlote SP” se orgulha de ser o primeiro longa nacional rodado com câmeras de celular. Praticamente um filme de estudante de cinema, traz como protagonista, lógico, um jovem que quer ser cineasta e que namora, obviamente, uma modelo. “Nervos de Aço” também é protagonizado por um diretor, mas de teatro, e vai na linha oposta, com câmeras profissionais, bom acabamento e um cineasta de ficha corrida: Maurice Capovilla, marginal cinematográfico desde os anos 1960. O longa teve première há dois anos no Festival Cine Ceará e a demora para encontrar circuito reflete seu formato “experimental”. A produção parte de um musical inspirado no repertório clássico de Lupicínio Rodrigues para fazer metalinguagem, contando uma historinha interpretada pelos próprios músicos, entre canções apresentadas num teatro e com o elenco dialogando com o público. Arrigo Barnabé estrela como o diretor teatral que também é cantor e, ainda por cima, namora a cantora da banda. A exibição começa em apenas uma sala no Rio e pretende aumentar seu alcance na próxima semana. As últimas novidades são quatro lançamentos europeus. Gérard Depardieu chegou a vir ao Rio para lançar “O Vale do Amor”, drama que ele estrela com Isabelle Huppert, sem circuito divulgado. Além do enorme talento, a dupla demonstra uma química inegável, construída ao longo das décadas – este é seu terceiro encontro nas telas, após 35 anos da última parceria. Por coincidência, na trama eles vivem um casal separado há muitos anos, que se reencontra no Vale da Morte, na Califórnia, para cumprir o último desejo do filho, morto seis meses antes. Ambos foram indicados ao César (o Oscar francês) por seus papéis. As demais estreias não empolgam. O drama “Lembranças de um Amor Eterno” leva a 46 salas o pior filme do diretor italiano Giuseppe Tornatore, em que Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”) é um astrônomo num relacionamento à distância com Olga Kurylenko (“Oblivion”). O mesmo ator também vive um acadêmico na produção inglesa “O Homem que Viu o Infinito”, cinebiografia apelativa e reducionista do gênio autodidata indiano S. Ramanujan, interpretado por Dev Patel (“O Exótico Hotel Marigold”), em 25 salas. Por fim, merecendo apenas seis salas, “Belas Famílias” perpetua os clichês das comédias francesas sobre infidelidade, desperdiçando o bom ator Mathieu Amalric (“O Escafandro e a Borboleta”).

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  • Música

    Lady Gaga vira roqueira no clipe de Perfect Illusion

    21 de setembro de 2016 /

    A cantora Lady Gaga divulgou o clipe de “Perfect Illusion”, primeiro single de seu novo álbum, “Joanne”. O vídeo registra sua transformação em roqueira, rodando microfone pelo fio, batendo cabeça, chutando areia e até pulando com integrantes de uma banda. Mas é tudo miragem, porque ela continua a ser uma cantora solo de música pop, e está mesmo é delirando sozinha no meio do deserto-metáfora do clipe, dirigido pelas fotógrafas de moda Ruth Hogben e Andrea Gelardin (responsáveis pelo visual de “Joanne”). Por incrível que pareça, alguns fãs de Madonna acusaram Gaga de plagiar “Papa Don’t Preach”, especialmente no refrão. Mas a música está mais para uma versão dubstep de Pat Benatar, que fez muito sucesso com essa fórmula híbrida de melodias pop e pose roqueira. O DNA é o mesmo, com batidas dançantes, refrão gritado e guitarras distorcidas – tocadas pelo coautor da música, Kevin Parker, o homem por trás da banda Tame Impala. Para completar, a atmosfera de “rock” e “ilusão” do clipe também é do tempo da MTV. “Perfect Illusion” é apenas o aperitivo de “Joanne”, que terá várias outras participações roqueiras, como Father John Misty, líder da banda Fleet Foxes, Josh Homme, do Queens of The Stone Age, Florence Welch e Beck. A conversão roqueira de Lady Gaga é mais uma curva numa carreira que jamais seguiu linha reta, do começo mais ligado ao hip-hop, passando pelo pop dançante, o flerte com o pop gótico e quase parando no lounge dos duetos com Tony Bennett. Sem identidade clara, ela lança “Joanne”, intitulado com seu nome do meio, no dia 21 de outubro.

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  • Xingo Cariri Caruaru Carioca - Carlos Malta
    Música

    Documentário sobre viagem musical de Carlos Malta pelo Brasil vence o Festival In-Edit

    20 de setembro de 2016 /

    O documentário “Xingu Cariri Caruaru Carioca” foi o vencedor da mostra competitiva nacional do Festival In-Edit Brasil 2016. Dirigido por Beth Formaggini (do curta “Angeli 24 Horas”), o filme acompanha o músico Carlos Malta a quatro pontos do Brasil para encontrar músicos importantes na tradição do pífano, como João do Pife e ​Dona Isabel Marques da Silva, a “Zabé da Loca”. Ele também será exibido em outubro no In-Edit Barcelona, com a presença da diretora. O Júri também deu menção honrosa a dois documentários: “Danado de Bom”, de Deby Brennand, sobre João Silva, compositor e parceiro de Luiz Gonzaga, e “Waiting for B.”, de Paulo César Toledo e Abigail Spindel, sobre os fãs da cantora Beyoncé que acamparam em frente ao estádio do Morumbi durante dois meses para ver o show. “Waiting for B.” também venceu o prêmio do público como Melhor Documentário do festival. O Júri desta edição foi formado pela jornalista e documentarista Flávia Guerra (“Karl Max Way”), o cantor e compositor Péricles Cavalcanti (“Anna K.”) e o jornalista e documentarista Ricardo Calil (“Eu Sou Carlos Imperial”).

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  • Ordinary World
    Música

    Ordinary World: Cantor do Green Day vira roqueiro frustrado no trailer de seu primeiro filme como protagonista

    20 de setembro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o quatro fotos, dois pôsteres e o trailer de “Ordinary World”, primeira incursão do roqueiro Billie Joe Armstrong, vocalista da banda Green Day, como protagonista de cinema. Ele também compôs e canta as músicas da trilha sonora. Billie Joe já tinha feito participações nos filmes “Bem-Vindo aos 40” (2012) e “Um Domingo de Chuva” (2014), mas nada sério. Desta vez, tem o papel principal, como um músico frustrado, que sonha com seus dias de ídolo do rock, enquanto trabalha como balconista e vive seu cotidiano banal com mulher e filha. Até que, cansado de sua vida, resolve cometer uma loucura. Mas logo se arrepende, ao perceber que é um pai de família e não mais um punk rebelde. O elenco também inclui Selma Blair (série “The People vs. O.J. Simpson – American Crime Story”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Chris Messina (série “The Mindy Project”), Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”), Fred Armisen (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Brian Baumgartner (série “The Office”). Escrita e dirigida por Lee Kirk (“The Giant Mechanical Man”), a comédia dramática teve première no Festival de Tribeca, em abril, e estreia em 14 de novembro nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Conheça as novas músicas da banda responsável pela trilha da série Stranger Things

    19 de setembro de 2016 /

    O fenômeno de popularidade da série “Stranger Things” não impulsionou apenas a carreira de seus jovens astros, mas também a praticamente desconhecida banda eletrônica experimental S U R V I V E, responsável por sua trilha sonora, repleta de sintetizadores retrô em clima de suspense, ao melhor estilo das composições de John Carpenter. A banda foi criada por Kyle Dixon e Michael Stein, amigos há quase 20 anos, que cresceram juntos em Austin, no estado americano do Texas, compartilhando a paixão por cultura geek. Eles foram influenciados a formar o grupo pela música do trio japonês Yellow Magic Orchestra, um dos pioneiros do synthpop, pelo som dos videogames – Haruomi Hosono, da Yellow Magic Orchestra, é responsável pela trilha de muitos games clássicos – e, claro, pelo krautrock – Tangerine Dream também fez muitas trilhas, com “O Comboio do Medo” (1977) vindo imediatamente à mente. Dixon e Stein se juntaram a Mark Donica e Adam Jones em 2008, lançaram dois álbuns e diversos EPS, mas só agora, depois de serem convidados pelos irmãos Duffer a trabalhar em “Stranger Things”, é que foram descobertos pelo grande público. Quando fizeram a trilha, nem imaginaram que ela poderia virar um disco. Mas o sucesso da atração gerou a demanda, levando ao lançamento de um álbum de composições exclusivas para a série, pela Apple Music no mês passado. No embalo, o S U R V I V E começa agora a divulgação de seu terceiro álbum, que chega às lojas em poucos dias, em 30 de setembro. Intitulado “RR7349”, o disco estava pronto antes do grupo começar a trabalhar na série. Confira abaixo duas músicas já adiantadas pela gravadora.

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    Filme inspirado em lenda urbana da banda The Smiths define elenco

    18 de setembro de 2016 /

    A história do garoto que amava The Smiths a ponto de invadir uma rádio armado para exigir que tocassem as músicas da banda vai mesmo virar filme. A produção já definiu o elenco, que irá trazer dois jovens integrantes do elenco de “Boyhood”, Nick Krause e Ellar Coltrane (o próprio “boy”), além da revelação de “American Honey” Sasha Lane, a já veterana adolescente Isabelle Fuhrman (“Jogos Vorazes”) e o fortão Joe Maganiello (“Magic Mike”). Maganiello será o “refém” e é quem está ajudando a tirar o projeto do papel, como produtor executivo. O filme é basicamente uma encenação do hit “Panic” de 1986, em que os Smiths conclamavam seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois deste lançamento, a letra inspirou um fã incondicional de 18 anos a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, esta história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 finalmente será mostrada nos cinemas, e com o título de outra música famosa dos Smiths, “Shoplifters of the World”. A verdade, porém, é que há mais lenda que realidade nessa história. Foi o próprio cantor dos Smiths, Morrissey, quem começou a espalhar o mito, contando detalhes em entrevistas e até em sua biografia. Mas, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos que teria cometido o crime se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia no estacionamento da rádio. Apesar de armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Os policiais acreditavam que só mesmo um louco poderia adorar – naquela época e naquele lugar – aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e ainda por cima liderada por um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O roteiro e a direção da versão lendária do fato real estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E, para completar, o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. As filmagens vão começar no fim do ano. Além deste longa, há outro filme sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011), e estrelada por Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e Jessica Brown Findlay (série “Downton Abbey”).

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