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  • Roadies
    Música

    Série criada pelo diretor de Quase Famosos, Roadies é cancelada no fim da 1ª temporada

    17 de setembro de 2016 /

    A série “Roadies”, primeira incursão televisiva do cineasta Cameron Crowe, de “Jerry Maguire” (1996) e “Quase famosos” (2000), foi cancelada depois de apenas uma temporada. O canal pago americano Showtime decidiu não renovar a atração. Escrita e dirigida por Cameron, a série focava o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama acompanhava uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, durante a divulgação original, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. O elenco era cinematográfico e incluía Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”) e Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”). O cancelamento representa um raro fracasso na carreira de seu produtor, que também é um cineasta famoso: J.J. Abrams, criador das séries “Lost” e “Fringe” e diretor de “Star Trek” (2009) e “Star Wars — O despertar da força” (2015) Num post em seu site, Crowe comentou o fim da empreitada: “Sou grato ao Showtime e a J.J. Abrams pela oportunidade da 1ª e única temporada de ‘Roadies’. Minha cabeça ainda está girando pela satisfação de trabalhar com esse elenco e equipe épicos. Apesar da gente ainda ter mil histórias para contar, esse trabalho acaba com uma história completa de dez horas sobre músicas e amor”, escreveu o cineasta. A crítica não foi tão autocomplacente. Com apenas 36% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série foi considerada uma decepção crítica, além de nunca ter conquistado muito público, assistida em média por 300 mil pessoas ao vivo. “Roadies” foi a segunda série sobre o mundo do rock que não emplacou em 2016, após “Vinyl”, da HBO, produzida por Martin Scorsese e Mick Jagger, também ser cancelada ao término de sua temporada de estreia.

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  • Novos Baianos
    Música

    Turnê da volta dos Novos Baianos vai ganhar documentário

    13 de setembro de 2016 /

    A turnê que reúne a formação clássica da banda Novos Baianos vai virar filme. O diretor Paulo Fontenelle (“Divã a 2”) está preparando um documentário sobre os shows, que já passaram por São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O documentário deve trazer depoimentos dos músicos Moraes Moreira, Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão, além de imagens dos shows – são 100 apresentações previstas até o final da turnê – e bastidores. Melhor grupo da geração surgida no embalo do Tropicalismo nos anos 1970, os Novos Baianos gravou grandes clássicos da música brasileira como “O Samba da Minha Terra”, “Preta Pretinha”, “Brasil Pandeiro”, “Acabou Chorare”, “Mistério do Planeta” e “A Menina Dança”. Seu segundo LP, “Acabou o Chorare” (1972), é um dos melhores discos nacionais da década de 1970.

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  • The White Stripes
    Música

    White Stripes “ressuscita” em clipe do diretor Michel Gondry

    12 de setembro de 2016 /

    A banda White Stripes foi “ressuscitada” brevemente pelo clipe de “City Lights”. Na verdade, apesar de inédita, a gravação é antiga e faz parte do novo disco acústico do guitarrista e cantor Jack White, dedicado a material de seu arquivo. Para o clipe, o músico voltou a trabalhar com o diretor Michel Gondry (“Besouro Verde”). “City Lights” é o quinto vídeo do cineasta francês para canções do White Stripes e, assim como em “Fell In Love With A Girl”, não inclui os integrantes da banda. Gondry filmou o vídeo por conta própria, sem orçamento, a partir de uma premissa bem simples, registrada num take contínuo de câmera parada. A cena mostra uma pessoa fazendo desenhos no vidro do box de um chuveiro, enquanto toma banho, aproveitando o vapor para sobrepor uma sucessão de imagens, que se estende por quase cinco minutos. A música foi composta na época do disco “Get Behind Me Satan”, de 2005, mas permaneceu inédita até reaparecer na compilação “Acoustic Recordings 1998 – 2016”, lançada na semana passada.

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  • Música

    Documentário da turnê de Justin Timberlake ganha trailer

    11 de setembro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer do documentário musical “Justin Timberlake + The Tennessee Kids”, que registra o último dia da recente turnê do cantor. Entretanto, o maior atrativo deste filme não é mostrar as músicas e as performances que os fãs de Justin Timberlake já conhecem bem. A obra adentra os bastidores da produção, onde revela, atrás das cortinas, atrás das próprias câmeras, que o olhar particular de sua direção pertence ao cineasta Jonathan Demme. Além de ter um Oscar por “O Silêncio dos Inocentes” (1992), no começo da carreira Demme fez o clássico documentário “Stop Making Sense” (1984), da banda Talking Heads. Nos últimos anos, ele tem se aventurado de volta à produção de documentários musicais, filmando o roqueiro Neil Young, o artista country Kenny Chesney e o jazzista Enzo Avitabile. O novo documentário estreia em 12 de outubro no Netflix, inclusive no Brasil.

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  • Música

    Documentário sobre a recente turnê latina dos Rolling Stones ganha trailer

    10 de setembro de 2016 /

    Os Rolling Stones divulgaram, em seu canal no YouTube, o trailer de um novo documentário. O que há de diferente desta vez é que o filme retrata a recente turnê da banda britânica pela América Latina. A prévia abre com uma panorâmica da baía da Guanabara, mas seu principal destaque é o primeiro show dos Stones em Havana. Graças ao processo de abertura política de Cuba, o vídeo registra como gerações de fãs puderam mostrar sua apreciação pelos Stones, um gesto que já foi considerado atitude política e proibido pela ditadura de Fidel Castro. Isto mesmo: gostar de rock já foi considerado crime em Cuba. Vale lembrar que, nesta mesma época, a juventude esquerdista brasileira também fazia passeatas de protesto contra a guitarra elétrica. Nada que o tempo e a história não vinguem, ao expor ao ridículo. Intitulado “Olé Olé Olé: A Trip Across Latin America”, o documentário combina shows, bastidores, entrevistas, depoimentos de fãs e reflexão histórica. A première mundial vai acontecer no próximo domingo (18/9), durante o Festival de Toronto, mas ainda não há previsão para seu lançamento comercial.

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  • Música

    Frank Jorge canta e estrela clipe da trilha de Nós Duas Descendo a Escada

    10 de setembro de 2016 /

    A produtora gaúcha Rainer Cine divulgou o clipe da música “Me Ajude a Lembrar”, de Frank Jorge, que faz parte da trilha sonora do filme “Nós Duas Descendo a Escada”. O vídeo traz o cantor como um balconista encarregado de levar a escada que as duas do título vão descer, para cima e para baixo pelas ruas de Porto Alegre, com direito à passagens por videolocadora e sala de cinema em que o filme está em cartaz. Rodado em preto e branco, o clipe tem direção e produção de Fabiano de Souza e Milton do Prado, sócios da Rainer. Fabiano, claro, é também o diretor do longa-metragem, que foi editado por Milton. “Nós Duas Descendo a Escada” estreou neste fim de semana em “circuito nacional”: em quatro salas apenas – duas em Porto Alegre e duas em São Paulo.

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  • Música

    Johnny Depp vai viver detetive que investigou os assassinatos de Notorious B.I.G. e Tupac Shakur

    10 de setembro de 2016 /

    Retomando a carreira após seu divórcio escandaloso, o ator Johnny Depp vai estrelar “LAbyrinth”, o próximo filme de Brad Furman (“Aposta Máxima”), que promete muita polêmica. Segundo o site da revista Variety, Depp viverá Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que investigou o assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990. Aos poucos, ele acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes, entrando em choque com a polícia da cidade. A trama tem como base o livro de Randall Sullivan intitulado “Labyrinth: A Detective Investigates the Murders of Tupac Shakur and Notorious B.I.G., the Implication of Death Row Records’ Suge Knight, and the Origins of the Los Angeles Police Scandal”. O título de fôlego é autoexplicativo, mostrando também que a trama envolverá o empresário Suge Knight, dono da Death Row Records, gravadora criada em sociedade com Dr. Dre, que produzia os discos de Tupac. Parte desta história já foi mostrada em dois filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009) e “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015). Além destes, o assassinato de Tupac também será mostrado em sua cinebiografia, “All Eyez on Me”, atualmente em produção. O roteiro foi escrito pelo ator Christian Conteras, que estreia na função em longa-metragens. Ele trabalhou como ator no filme mais recente de Furman, “Conexão Escobar”, que chega aos cinemas brasileiros na quinta (15/9)

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    Red Hot Chili Peppers revive Embalos de Sábado à Noite em novo clipe

    9 de setembro de 2016 /

    A banda Red Hot Chili Peppers divulgou o clipe de “Go Robot”, que faz diversas referências ao filme musical “Embalos de Sábado à Noite” (1977). No vídeo, o cantor Anthony Kiedis revive os passos de Tony Manero (o personagem de John Travolta) pelas ruas do Brooklyn e acaba numa discoteca de chão iluminado similar à do filme dos anos 1970. O detalhe é que, em vez do terno extravagante da época, Kiedis aparece de forma, digamos, menos formal. Basicamente, trajando um chapéu coco branco, luvas brancas e um protetor de pênis de plástico da mesma cor. Para completar, ele também está pintado totalmente de branco. Porque, claro, é assim que se parecem os robôs. Ou mímicos. Ou robôs mímicos. O resultado é um bizarro mash-up de “Embalos” com “Laranja Mecânica” (1971), visto que o visual do cantor é bastante similar ao de Alex, o delinquente juvenil vivido por Malcolm McDowell na famosa sci-fi. Sem falar na nudez daquele filme. Os demais integrantes da banda também estão presentes, disfarçados com perucas e bigodões, ao estilo do clipe de “Sabotage”, dos Beastie Boys. A direção é da islandesa Thoranna Sigurdardottir, que trabalhou na produção de alguns blockbusters rodados em seu país, como “Lara Croft: Tomb Raider” (2001) e “Noé” (2014), e que estreou como diretora no ano passado, com o curta “Zelos”, premiado em vários festivais internacionais. Já a música não é eletrônica como o título sugere nem tem o batidão dançante que a encenação pretende evocar. É apenas aquele funk de roqueiros que o Red Hot Chili Peppers faz desde o início de sua carreira, embora com menos pegada e sem refrão contagiante.

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    Supersonic: Documentário sobre a banda Oasis ganha primeiro trailer

    7 de setembro de 2016 /

    A Entertainment One divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Supersonic”, documentário sobre a banda Oasis, produzido pelo cineasta Asif Kapadia, diretor do premiado “Amy” (2015). Repleta de imagens raras, que revivem a era de ouro do Britpop, a prévia mostra o lado brincalhão e a seriedade musical com que a banda encarou sua ascensão nos anos 1990, mas também as brigas e o comportamento destrutivo que levou à sua dissolução, concentrando a história nos dois irmãos que sempre estiveram à sua frente, Liam e Noel Gallagher. O filme tem direção de Mat Whitecross, que, após se consagrar com o premiado documentário político “O Caminho para Guantánamo” (2006), estreou na ficção com dois dramas de temática roqueira, “Sex & Drugs & Rock & Roll” (2010), cinebiografia do cantor Ian Dury, e “Spike Island” (2012), homenagem à banda Stone Roses. A estreia está marcada para 14 de outubro no Reino Unido.

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    Sia lança novo clipe com participação de Maddie Ziegler

    7 de setembro de 2016 /

    A cantora e compositora Sia lançou um novo clipe, “The Greatest”, que destaca a quinta participação consecutiva da dançarina mirim Maddie Ziegler. Após três anos (desde o vídeo de “Chandelier”), a menina já está entronizada como avatar videográfico de Sia, mas continua surpreendendo por sua expressividade. Detalhe: Sia vai estrear como diretora de cinema com um drama chamado “Sister”, que será estrelado por Ziegler no papel-título. Além de Ziegler, “The Greatest” marca os retornos do diretor Daniel Askill e do coreógrafo americano Ryan Heffington, que também colaboram com as produções visuais da cantora australiana desde “Chandelier”. A crítica americana encontrou paralelos entre a encenação visual e uma homenagem às vítimas do atentado à boate gay de Orlando – a partir da contagem de dançarinos, das paredes com buracos de bala e dos corpos caídos. Mas nada disso está na letra, que recicla diversas frases de auto-ajuda da cartilha de Muhammad Ali (todas as palavras da letra vem de frases famosas de Ali, a começar pelas mais repetidas, “The greatest”, título de sua biografia, e “Don’t give up”, ao ser diagnosticado com Parkinson). A música em si vai um pouco além do pop genérico que Sia tem ajudado a disseminar – via composições similares para Rihanna, Britney Spears e Beyoncé – graças a uma pontinha de inspiração dos anos 1980. Em particular, os ecos evidentes de “Don’t Give Up”, música de Peter Gabriel com vocais de Kate Bush. A gravação original de Sia tem participação do rapper Kendrick Lamar, que curiosamente foi limada do clipe. Lançado como download digital, “The Greatest” é o primeiro single do oitavo álbum da cantora, intitulado “We Are Your Children”, que ainda não tem previsão de lançamento.

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    Festival de Documentários In-Edit deixa São Paulo mais roqueira

    7 de setembro de 2016 /

    A 8ª edição do Festival de Documentários In-Edit Brasil traz a São Paulo 57 filmes de temática musical, numa programação quase toda gratuita. Com abertura nesta quarta (7/9), com a exibição de “Eat That Question – Frank Zappa in His Own Words”, de Thorsten Schütte, sobre o roqueiro Frank Zappa, a mostra tomará 11 salas da cidade e terá 18 estreias nacionais. O In-Edit também contará com filmes sobre os Beatles, Leonard Cohen, Tangerine Dream, Adam Ant, Cream, heavy metal. Mas a programação não tem só o rock. Há um pouco de tudo, como o documentário brasileiro “Waiting for B”, sobre fãs da cantora Beyoncé no país, e “Funk Brasil: 5 Visões do Batidão”, que fazem parte da seleção de curtas do festival, além de “Rogério Duarte, o Tropikaoslista”, sobre o maestro paulista da Tropicália, “Cool Cats”, que acompanha os jazzistas Ben Webster e Dexter Gordon nos anos 1960 e 70, “Esto Es lo que Hay”, que revela o hip-hop cubano, e “Fonko”, sobre os estilos da música pop africana, entre diversas outras opções. O evento deste ano ainda homenageará o documentarista Tony Palmer, com a exibição de oito de seus filmes, que cobrem desde a carreira da cantora erudita Maria Callas até o rock psicodélico dos anos 1960, e contará com feira de vinil, seminários, debates e shows, como das bandas Pin-Ups, cuja trajetória é coberta no documentário “Time Will Burn”, Invasores de Cérebros, presente em “Ariel – Sempre Pelas Ruas”, e do músico Chico Saraiva, tema de “Violão-Canção: Uma Alma Brasileira”. Para mais informações sobre o evento, visite o site oficial.

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    Tom Hanks surpreende ao usar entrevista de seu novo filme para elogiar La La Land

    6 de setembro de 2016 /

    O ator Tom Hanks fugiu totalmente do roteiro da entrevista coletiva de “Sully – O Herói do Rio Hudson”, seu novo filme, dirigido por Clint Eastwood. Durante a première do drama no Festival de Telluride, nos EUA, ele aproveitou para falar de outro filme da programação do evento: “La La Land”. E não poupou elogios. “Quem viu ‘La La Land’, ontem?”, ele perguntou aos jornalistas presentes para entrevistá-lo. “Quando você assiste algo novo, que nunca imaginou, você pensa ‘meu Deus, obrigado por isso’. Porque acho que um filme como ‘La La Land’ é algo cada vez mais raro hoje em dia. Acho que também será um teste para o público americano, porque não é uma obra que possui elementos desejados por nenhum dos grandes estúdios. O que os executivos de Hollywood desejam é previsibilidade, acertar o que o público quer. Por isso, temos cada vez mais do mesmo, um monte de remakes. ‘La La Land’ não é uma sequência, ninguém sabe quem são os personagens. É um musical, mas ninguém conhece suas músicas. Também não é um filme que cai em algum tipo de tendência em voga. Agora, se o público não quiser abraçar algo maravilhoso como este filme, então estamos ferrados”, disse o astro. Hanks completou com um comentário irônico, brincando que a Warner deve ter ficado muito feliz por ele ter usado o tempo da sua entrevista para elogiar uma produção de outro estúdio. Dirigido por Damien Chazelle (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”), “La La Land” foi aplaudido de pé na abertura do Festival de Veneza. Sua trama gira em torno do romance de um pianista de jazz (Ryan Gosling) com uma jovem aspirante a atriz (Emma Stone). Os dois se apaixonam, porém, à medida que vão ficando famosos, o romance entra em crise. A estreia no Brasil está marcada o dia 12 de janeiro. Veja o trailer aqui. Já “Sully” é baseado numa história real e traz Tom Hanks de cabelos brancos, no papel do Capitão Chesley “Sully” Sullenberger, que foi considerado um herói, ao conseguir pousar um avião com problemas, lotado de passageiros, no Rio Hudson, em Nova York, sem deixar feridos. O filme também foi bastante elogiado pela crítica americana e estreia em 1 de dezembro no Brasil. Veja o trailer aqui.

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    Beyoncé comemora aniversário liberando o premiado clipe de Hold Up no YouTube

    5 de setembro de 2016 /

    Beyoncé comemorou 35 anos no domingo (4/9) dando um presente para seus fãs. A cantora liberou o videoclipe da música “Hold Up” no YouTube. Até então, ele estava bloqueado, e era o único vídeo da premiação dos melhores clipes do ano da MTV que não podia ser visto na internet. Lançado originalmente dentro do especial “Lemonade”, exibido no canal pago HBO em abril, “Hold Up” já estreia no YouTube premiado, uma semana após vencer o MTV Video Music Award de Melhor Clipe Feminino do ano. Dirigido por um grande mestre dos clipes, o sueco Jonas Åkerlund, que já trabalhou com Madonna, Rolling Stones, U2, Lady Gaga e Taylor Swift, entre outros, o vídeo registra a imagem mais icônica da atual fase de Beyoncé. Nele, a cantora desfila de vestido amarelo, balançando um taco de beisebol contra carros estacionados, enquanto a melodia a embala num gingado ska que faria a alegria da geração 2-Tone dos anos 1980, com ajuda de um sample da banda de rock Yeah Yeah Yeahs.

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