PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Música

    Documentário do Sepultura vai mostrar “lado da história” dos que ficaram na banda

    3 de dezembro de 2016 /

    Não dá pra negar que gostar de heavy metal hoje em dia é ser um pouco geek. Por isso, os integrantes da banda Sepultua escolheram a Comic-Con Experience (CCXP) para adiantar um trailer e comentar o lançamento do documentário que vai contar a história dos 32 anos de carreira do grupo, símbolo do metal brasileiro. “Vocês me viram dizendo no trailer que a gente não perdeu só o vocalista com a saída do Max Cavalera, mas a estrutura da banda toda. A gente quer mostrar o nosso lado da historia, mas a intenção não é lavar roupa suja”, comentou o guitarrista Andreas Kisser, sobre o conteúdo do filme. Dirigido por Juliana Ferraz e Otávio Juliano (“A Árvore da Vida”), o documentário foi filmado ao longo de sete anos, planejado originalmente para comemorar os 25 anos da banda. “Mas agora já são 32”, disse Juliano, que chegou a ficar 30 dias na estrada com o Sepultura durante uma turnê na América do Norte. “Ficou um registro completo porque tem show, backstage, o dia a dia da família deles e os fãs”, resumiu Juliana, sobre as mais de mil horas de imagens captadas Há 20 anos como vocalista do grupo, Derrick ouviu Kisser relembrar a sua chegada à banda, dizendo que o entrosamento só aconteceu depois que eles resolveram ir acampar na praia. “O cara está há 20 anos arrebentando e ainda chamam de o novo vocalista do Sepultura.” Com depoimentos de diferentes personalidades como Serginho Groisman e João Gordo, o documentário vai se chamar simplesmente “Sepultura” e tem previsão de estreia para maio de 2017.

    Leia mais
  • Música

    Documentário vai contar início da carreira de Prince

    3 de dezembro de 2016 /

    O documentarista Michael Kirk vai dirigir o primeiro documentário póstumo sobre Prince. Segundo o site Screen Daily, intitulado “Prince: R U Listening?”, contará a história da ascensão de Prince no início dos anos 1980 a partir de entrevistas com músicos que o acompanharam na época (como Dez Dickerson, seu primeiro guitarrista, Andre Cymone, primeiro baixista, e a baterista Sheila E), bem como seus contemporâneos famosos, como Bono, Mick Jagger, Lenny Kravitz e Billy Idol. Kirk já documentou a Guerra Civil americana, o treinamento dos marines e atualmente dá os retoques finais em seu documentário sobre o jazzista Winton Marsalis, “Crescendo”, que ainda não tem previsão de estreia. Já o lançamento do documentário de Prince deve acontecer em abril, para coincidir com o primeiro aniversário da morte do artista. Vários outros projetos estão previstos para a data, incluindo um grande festival em Pasley Park, entre os dias 20 e 23 de abril, que contará com shows das diferentes bandas com quem Prince tocou durante sua carreira.

    Leia mais
  • Música

    La La Land lidera indicações ao Critics Choice Awards

    2 de dezembro de 2016 /

    A organização do Critics Choice Awards, troféu da crítica americana, divulgou os indicados de sua premiação de melhores do ano no cinema. E o musical “La La Land: Cantando Estações” consolidou sua condição de favorito da temporada ao aparecer disputando 12 categorias, incluindo Melhor Filme, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Direção e Roteiro (ambos de Damien Chezelle). Assim como “Whiplash” (2014), o trabalho anterior de Chezelle, o filme é focado num músico de jazz. A trama romântica gira em torno de uma atriz aspirante que se apaixona por um pianista de bar. Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. “La La Land” já venceu o Festival de Toronto e Emma Stone recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel. Outros dois filmes que se destacaram entre os indicados ao Critics Choice foram a sci-fi “A Chegada”, de Denis Villeneuve, e o drama indie “Moonlight”, de Barry Jenkins, cada um com dez indicações. Com apresentação do comediante T.J. Miller (“Deadpool”), a cerimônia de premiação do Critics Choice Awards será realizada no dia 11 de dezembro. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Critics Choice Awards 2016 Melhor Filme A Chegada Fences Até o Último Homem A Qualquer Custo La La Land – Cantando Estações Lion – Uma Jornada Para Casa Loving Manchester à Beira-Mar Moonlight Sully – O Herói do Rio Hudson Melhor Ator Casey Affleck (Manchester à Beira-Mar) Joel Edgerton (Loving) Andrew Garfield (Até o Último Homem) Ryan Gosling (La La Land – Cantando Estações) Tom Hanks (Sully – O Herói do Rio Hudson) Denzel Washington (Fences) Melhor Atriz Amy Adams (A Chegada) Annette Bening (20th Century Women) Isabelle Huppert (Elle) Ruth Negga (Loving) Natalie Portman (Jackie) Emma Stone (La La Land – Cantando Estações) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (Moonlight) Jeff Bridges (A Qualquer Custo) Ben Foster (A Qualquer Custo) Lucas Hedges (Manchester à Beira-Mar) Dev Patel (Lion – Uma Jornada Para Casa) Michael Shannon (Animais Noturnos) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (Fences) Greta Gerwig (20th Century Women) Naomie Harris (Moonlight) Nicole Kidman (Lion – Uma Jornada Para Casa) Janelle Monáe (Estrelas Além do Tempo) Michelle Williams (Manchester à Beira-Mar) Melhor Ator Jovem Lucas Hedges (Manchester à Beira-Mar) Alex R. Hibbert (Moonlight) Lewis MacDougall (Sete Minutos Depois da Meia-Noite) Madina Nalwanga (Rainha de Katwe) Sunny Pawar (Lion – Uma Jornada Para Casa) Hailee Steinfeld (The Edge of Seventeen) Melhor Elenco 20th Century Women Fences A Qualquer Custo Estrelas Além do Tempo Manchester à Beira-Mar Moonlight Melhor Diretor Damien Chazelle (La La Land – Cantando Estações) Mel Gibson (Até o Último Homem) Barry Jenkins (Moonlight) Kenneth Lonergan (Manchester à Beira-Mar) David Mackenzie (A Qualquer Custo) Denis Villeneuve (A Chegada) Denzel Washington (Fences) Melhor Roteiro Original Damien Chazelle (La La Land – Cantando Estações) Barry Jenkins (Moonlight) Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou (The Lobster) Kenneth Lonergan (Manchester à Beira-Mar) Jeff Nichols (Loving) Taylor Sheridan (A Qualquer Custo) Melhor Roteiro Adaptado Luke Davies (Lion – Uma Jornada Para Casa) Tom Ford (Animais Noturnos) Eric Heisserer (A Chegada) Todd Komarnicki (Sully – O Herói do Rio Hudson) Allison Schroeder e Theodore Melfi (Estrelas Além do Tempo) August Wilson (Fences) Melhor Fotografia Jackie Moonlight Animais Noturnos La La Land – Cantando Estações A Chegada Melhor Direção de Arte A Chegada Animais Fantásticos e Onde Habitam Jackie La La Land – Cantando Estações A Lei da Noite Melhor Edição La La Land – Cantando Estações Até o Último Homem Sully – O Herói do Rio Hudson Moonlight A Chegada Melhor Figurino Animais Fantásticos e Onde Habitam Florence: Quem É Essa Mulher? Jackie Aliados Amor & Amizade La La Land – Cantando Estações Melhor Maquiagem e Penteado Doutor Estranho Animais Fantásticos e Onde Habitam Até o Último Homem Jackie Star Trek: Sem Fronteiras Melhores Efeitos Visuais Sete Minutos Depois da Meia-Noite A Chegada Doutor Estranho Animais Fantásticos e Onde Habitam Mogli – O Menino Lobo Melhor Animação Procurando Dory Kubo e as Cordas Mágicas Moana – Um Mar de Aventuras A Tartaruga Vermelha Trolls Zootopia – Essa Cidade É o Bicho Melhor Filme de Ação Capitão América: Guerra Civil Deadpool Doutor Estranho Até o Último Homem Jason Bourne Melhor Ator em Filme de Ação Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho) Matt Damon (Jason Bourne) Chris Evans (Capitão América: Guerra Civil) Andrew Garfield (Até o Último Homem) Ryan Reynolds (Deadpool) Melhor Atriz em Filme de Ação Gal Gadot (Batman Vs Superman – A Origem da Justiça) Scarlett Johansson (Capitão América: Guerra Civil) Margot Robbie (Esquadrão Suicida) Tilda Swinton (Doutor Estranho) Melhor Comédia Um Espião e Meio Deadpool Don’t Think Twice The Edge of Seventeen Ave, Cesar! Dois Caras Legais Melhor Ator de Comédia Ryan Gosling (Dois Caras Legais) Hugh Grant (Florence: Quem É Essa Mulher?) Dwayne Johnson (Um Espião e Meio) Viggo Mortensen (Capitão Fantástico) Ryan Reynolds (Deadpool) Melhor Atriz de Comédia Kate Beckinsale (Amor & Amizade) Sally Field (Hello, My Name Is Doris) Kate McKinnon (Caça-Fantasmas) Hailee Steinfeld (The Edge of Seventeen) Meryl Streep (Florence: Quem É Essa Mulher?) Melhor de Ficção Científica ou Terror Rua Cloverfield, 10 A Chegada Doutor Estranho O Homem nas Trevas Star Trek: Sem Fronteiras A Bruxa Melhor Filme Estrangeiro Elle (França) A Criada (Coreia do Sul) Julieta (Espanha) Neruda (Chile) O Apartamento (Irã) Toni Erdmann (Alemanha) Melhor Trilha Sonora Moonlight A Chegada La La Land – Cantando Estações Jackie Lion – Uma Jornada Para Casa Melhor Canção “Audition (The Fools Who Dream)” (La La Land – Cantando Estações) “Can’t Stop the Feeling” (Trolls) “City of Stars” (La La Land – Cantando Estações) “Drive It Like You Stole It” (Sing Street) “How Far I’ll Go” (Moana – Um Mar de Aventuras) “The Rules Don’t Apply” (Rules Don’t Apply)

    Leia mais
  • Música

    Jamie Foxx vai produzir minissérie sobre a vida de Marvin Gaye

    30 de novembro de 2016 /

    O ator Jamie Foxx vai voltar a trabalhar na biografia de um ícone da música americana. Ele anunciou que produzirá uma minissérie sobre a vida do cantor Marvin Gaye. “A história de Marvin Gaye sempre me fascinou”, declarou Foxx no comunicado do projeto, em que se declara “um grande fã” do cantor, cujo “talento não tinha paralelos”. Embora ainda não tenha canal definido, a minissérie conta com algo que nenhum outro projeto sobre o cantor jamais conseguiu: o apoio da família de Gaye. “Este projeto será um olhar revelador, poderoso e definitiva da história da vida de Marvin Gaye”, diz o filho do cantor, Marvin Gaye III, no mesmo comunicado. Já houve várias tentativas de filmar a vida de Gaye, um dos cantores mais bem-sucedidos da gravadora Motown, autor de hits eternos, como “What’s Going On”, “Let’s Get It On” e “Sexual Healing”, e que viveu uma vida atribulada. Os diretores F. Gary Gray, Cameron Crowe, o ator James Gandolfini, o produtor Scott Rudin e até o cantor Lenny Kravitz já tentaram levar sua história para as telas, mas até agora nenhum projeto contou com a autorização da família. Além do aval do filho de Gaye, a minissérie também conta com a bênção do fundador da Motown, Berry Gordy, que também se manifestou no comunicado, dizendo: “Marvin foi o artista mais verdadeiro que eu já conheci e estou confiante de que esta é a equipe certa para trazer sua história para o público de maneira autêntica e convincente.” Compartilhando a produção com Foxx, estão Suzanne de Passe, que já lançou uma minissérie sobre o grupo vocal The Temptations, também da Motown, e Madison Jones, que produziu um documentário sobre Barack Obama. Após o anúncio do projeto, o trio espera as melhores propostas da TV paga e dos serviços de streaming para definir o orçamento da produção.

    Leia mais
  • Música

    Sing: Animação dos bichos cantores ganha novo trailer dublado

    28 de novembro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou um novo trailer dublado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, produção do estúdio Illumination, responsável pelo sucesso de “Minions” (2015) e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (2016), que apresenta diversos animais cantores disputando um concurso musical. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Entre os competidores estão a elefanta tímida Meena (Sandy no Brasil, Tori Kelly nos EUA), a porco-espinho Ash (Wanessa Camargo no Brasil, Scarlett Johansson nos EUA), o gorila Johnny (Fiuk no Brasil, Taron Egerton nos EUA), o porco Gunter (Marcelo Serrado no Brasil, Nick Kroll nos EUA) e a porca Rosita (Mariana Ximenes no Brasil, Reese Witherspoon nos EUA). Uma curiosidade é que, das vozes brasileiras, apenas Wanessa Camargo vai cantar de verdade no filme, já que a sua personagem, a porco-espinho Ash, apresentará uma música autoral na competição. Todos os outros personagens vão manter o áudio original, em inglês, na hora das canções, como se pode ver pelo trailer. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Música

    Repleto de lacunas, o filme Elis dá saudades da cantora Elis

    26 de novembro de 2016 /

    Elis Regina (1945-1982) foi uma cantora perfeita. Voz, dicção, técnica e afinação impecáveis. E uma intérprete fabulosa, da dimensão de Edith Piaf, Amália Rodrigues ou Ella Fitzgerald. Um portento. Nada mais justo e razoável que uma carreira como essa seja objeto de uma cinebiografia. A questão é alcançar a qualidade artística necessária para fazer jus ao projeto. Isso, o filme “Elis”, de Hugo Prata, alcança parcialmente. Quando entra em cena Andréia Horta (da novela “Liberdade, Liberdade”), Elis realmente revive na tela. A atriz faz um trabalho notável, digno de muitos prêmios. A figura de Elis emerge em gestos, movimentos, risos de arreganhar a gengiva, coreografias que acompanham o canto, enfim, no seu conhecido estilo de ser, determinado, irônico e agressivo. As interpretações de Elis estão lá inteiras, com alta qualidade de som, já que não é Andréia quem canta, ela dubla Elis. Perfeito! Bem, nem tanto. O repertório escolhido é todo muito bom, como aliás era o repertório de Elis Regina em todas as fases de sua carreira. Mas há ausências inconcebíveis. Elis foi a principal intérprete de Milton Nascimento e Gilberto Gil. Nenhuma música deles está no filme. Como não está nada da antológica gravação que ela fez com Tom Jobim. Nem suas inovadoras interpretações de Adoniran Barbosa. Problemas com os direitos das músicas? Falha grave, do ponto de vista artístico. O começo real da carreira dela também foi deletado. Vendo o filme, tudo parece ter começado no Rio, com “Menino das Laranjas” (de Theo Barros), embora se faça referência à sua origem gaúcha e trabalho em Porto Alegre. Só que Elis Regina gravou 2 LPs na gravadora Continental: “Viva a Brotolândia”, em 1961, e “Poema”, em 1962. São 24 faixas gravadas, de discos escancaradamente comerciais, tentando lançar a cantora para concorrer com Celly Campello (1942-2003), que fazia muito sucesso na época. Elis renegou essa fase de sua carreira, rejeitou esses discos (que não são tão ruins assim), mas é algo que teria de ser registrado numa cinebiografia que deu relevo ao trabalho da cantora. Da vida pessoal de Elis, o casamento com Ronaldo Bôscoli durou pouco, uns cinco anos, foi muito conturbado, já que ele era mulherengo, infiel. Seu papel artístico junto a ela acrescentou pouco à arte de Elis. Pelo filme, ele foi o maior amor da vida dela e teve papel artístico muito relevante. Uma forma de romancear e fazer uma narrativa atraente? O fato é que o casamento com César Camargo Mariano foi mais longo e muitíssimo mais importante, do ponto de vista artístico. No filme, ele perde essa força. Mas nunca Elis foi tão brilhante como quando entoou canções arranjadas por César. Era algo de arrasar quarteirão de tão bom, tão sofisticado. Quem viveu esse período sabe disso. E as gravações estão aí para comprovar. Algumas no filme, também, claro. Os conflitos políticos que envolveram a ditadura militar, o canto de Elis na Olimpíada do Exército, a reação fulminante de Henfil no Pasquim, colocando-a no cemitério dos mortos-vivos, e a evolução que a levou a entoar o hino informal da anistia, “O Bêbado e a Equilibrista”, de João Bosco e Aldir Blanc, onde se pedia a volta do irmão do Henfil (Betinho), estão muito bem retratados. A cena em que ela aparece sendo vaiada em show ao vivo me parece excessiva para ser considerada real. Os espetáculos, muito bem produzidos para palco, com ênfase teatral, além do show, como “Transversal do Tempo” e “Saudade do Brasil”, não aparecem. E o grande sucesso, “Falso Brilhante”, um ano em cartaz, não é retratado, realmente. Apenas a música cantada surge e não o frenesi que foi aquela montagem teatralmente empolgante. Em suma, o filme está cheio de lacunas e falhas, que não vão passar despercebidas aos fãs de Elis, que conhecem a sua trajetória. Ainda assim, é um espetáculo bom de se ver, com uma atriz sensacional e uma música extraordinariamente bela. A produção serve mais é para dar muita saudade!

    Leia mais
  • Música

    Lion: Novo trailer do drama premiado destaca música tema de Sia

    25 de novembro de 2016 /

    A TWC (The Weistein Company) divulgou um novo trailer de “Lion”, drama premiado no Festiva de Toronto e cotado ao Oscar, destacando a música tema, “Never Give Up”, da cantora Sia. O drama adapta o best-seller “A Long Way Home”, de Saroo Brierley, por sua vez inspirado na vida real do autor. A trama acompanha um irreconhecível Dev Patel (“O Exótico Hotel Marigold”) como um jovem indiano adotado por uma família branca, que tem poucas lembranças de sua infância em Calcutá, onde se separou do irmão, viu-se perdido e precisou mendigar, até ser resgatado pelo casal vivido por Nicole Kidman (“As Aventuras de Paddington”) e David Wenham (“300: A Ascensão do Império”) e levado para viver com eles na Austrália, aos cinco anos de idade. Parte da história é contada por meio de flashbacks, como no filme que consagrou Patel, “Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008), enquanto o protagonista resolve usar o Google Earth para reencontrar sua família biológica, partindo numa jornada em busca de suas raízes. O elenco ainda inclui Rooney Mara (“Peter Pan”) como a namorada do protagonista. O filme marca a estreia como diretor de cinema de Garth Davis, que comandou a premiada minissérie “Top of the Lake”. O roteiro foi escrito por Luke Davies (“Life: Um Retrato de James Dean”). O lançamento aconteceu nesta sexta (25/11) nos EUA, mas o filme só chegará em fevereiro aos cinemas do Brasil.

    Leia mais
  • Música

    Kéfera Buchmann tem dor de barriga com Luan Santana e vídeo é visto 1 milhão de vezes em 24 horas

    23 de novembro de 2016 /

    Os adolescentes amam mesmo Kéfera Buchmann. Ela acaba de lançar novo vídeo em seu canal no YouTube (5inco Minutos). E, em menos de 24 horas, mais de 1 milhão de internautas já viram. Trata-se de um clipe anti-romântico, uma paródia do sucesso popular “Dia, Lugar e Hora”, de Luan Santana, em que tudo dá errado. O próprio Luan aparece em cena, mas (felizmente para muitos) não canta, apenas demonstra seu talento como ator romântico. Nada mais justo, já que Kéfera “canta” dramaticamente. Pelos comentários, os fãs acharam engraçadíssimo, embora alguns tenham sentido saudades dos tempos em que Kéfera não precisava de uma superprodução para parecer engraçada. Já quem não é fã, dificilmente achará alguma graça. Aviso: o vídeo inclui a indefectível piada da dor de barriga que as crianças adoram e que os adultos viram trocentas vezes desde que eram crianças. Mas pode gerar uma meme: Kéfera tendo dor de barriga ao ver Luan Santana. A direção é da própria Kéfera em parceria com outro youtuber, André Pilli.

    Leia mais
  • Música

    Selena Gomez ressurge no American Music Awards, vencido por Ariana Grande

    21 de novembro de 2016 /

    A cantora e atriz Ariana Grande (série “Sam & Cat”) foi eleita Artista do Ano no American Music Awards, premiação que marcou a volta de Selena Gomez (“Vizinhos 2”) ao público. Selena, que estava internada numa clínica desde agosto para cuidar de crises de pânico e depressão, associadas ao lupus, foi receber o prêmio de Melhor Artista Feminino de Pop/Rock. Em discurso emotivo, Selena agradeceu aos fãs pela lealdade e explicou o motivo da pausa. “A maioria de vocês sabe muito sobre minha vida, queira eu ou não. Tive que parar. Eu tinha tudo, mas estava absolutamente quebrada. E eu aguentei isso o suficiente para não decepcioná-los, mas eu aguentei demais e decepcionei a mim mesma”, declarou. Segurando o choro, Selena continuou o discurso e pediu aos seus fãs que não cheguem ao ponto que ela chegou, além de agradecer ao carinho deles. “Eu não quero ver seus corpos no Instagram. Eu quero ver o que está dentro de vocês. Não estou tentando e nem preciso de validação. Tudo o que eu posso dizer do fundo do meu coração é que eu sou muito grata por ter a oportunidade de poder compartilhar o que eu amo todos os dias com pessoas que eu amo. E preciso dizer muito obrigada aos meus fãs porque vocês são muito leais e eu não sei o que fiz para merecer vocês. Mas se você está quebrado por dentro, não precisa continuar assim. E isso é algo que vocês devem saber sobre mim – eu me importo com as pessoas. E esse prêmio é para vocês. Obrigada”, finalizou. Lady Gaga foi uma das famosas que se emocionou com o agradecimento de Selena e a aplaudiu de pé. Ela chegou a postar uma foto abraçada com Selena em seu perfil do Instagram na madrugada desta segunda. “A garota com o maior prêmio de todos. Um grande coração que ela compartilha com o mundo”, escreveu. Assim como Selena, Gaga também é portadora de lúpus. Já Ariana Grande sentiu o peso da popularidade, ao superar nomes como Justin Bieber e Rihanna para ser eleita Artista do Ano. “Não acredito. Estou tremendo”, ela confessou. “Espero que possa trazer alegria para vocês.” O evento também teve direito a protesto da banda Green Day, que criticou o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a sua apresentação. Entre os demais premiados, o rapper Drake, que recebeu 13 indicações, venceu nas categorias de Melhor Artista de Rap/Hip-Hop, Melhor Música e Melhor Álbum, com “Views”, o primeiro a ter um bilhão de streams na Apple Music. Os vencedores do American Music Awards são escolhidos por voto on-line dos fãs. Por isso, em vez de premiar talento, o evento é um concurso de popularidade, com resultado idêntico ao de outros troféus de eleição direta, como o Teen Choice e o People’s Choice. Às vezes, talento e popularidade coincidem. Mas nem todo mundo pode ser os Beatles. Veja abaixo os melhores momentos da premiação:

    Leia mais
  • Música

    Shakira enlouquece voyeuristas em clipe com cenas sensuais em banheiro masculino

    19 de novembro de 2016 /

    Shakira e Britney Spears lançaram novos clipes nesta semana e eles já dispararam para o topo dos mais assistidos do YouTube. Ambos são duetos e apostam na sensualização fetichista. Veja o de Britney aqui. O clipe de “Chantaje” foi filmado em Barcelona com direção do espanhol Jaume de Laiguana, responsável por mais de uma dezena de clipes da cantora colombiana. E basicamente traz Shakira rebolando num bar, tirando o fôlego do parceiro, o astro do regatton Maluma. A coreografia é minimalista, mas impressionante na sua eficiência para evocar a sensualidade. Há uma sequência num banheiro masculino que explora o voyeurismo de forma marcante. Só o final deriva para o brega, quando a cantora vira uma sereia viva de fonte de jardim (numa sala). A letra em espanhol de “Chantaje” lembra um boato de chantagem sofrida por Shakira e seu marido, o zagueiro Piqué, do Barcelona. Os dois teriam sido chantageados por um ex-empregado, que ameaçou divulgar uma suposta sex tape, há exatamente um ano. A história acabou contestada pelo casal. Mas agora volta à tona como regatton. O pop não poupa nada. A música é o primeiro single do 11º álbum de Shakira, que ainda não tem previsão de lançamento.

    Leia mais
  • Música

    Britney Spears provoca com cenas de pegação e lesbianismo em clipe de temática sexual

    19 de novembro de 2016 /

    Britney Spears e Shakira lançaram novos clipes nesta semana e eles já dispararam para o topo dos mais assistidos do YouTube. Ambos são duetos e apostam na sensualização fetichista. Veja o de Shakira aqui. Com direção de Colin Tilley (do famoso “Anaconda”, de Nicki Minaj), o novo clipe de Britney, “Slumber Party”, é dos mais ousados do ano, marcado por erotismo softcore. Na historinha, a cantora guia o público para uma festa de pijama com muita pegação. Há uma coreografia dos anos 1990 lá pela metade do percurso, mas esse calmante dura pouco, graças ao encontro da cantora com sua parceira vocal, a jovem Tinashe, que ameaça tornar o vídeo impróprio para menores. As duas se agarram e se apertam para valer, no balanço do reggae que se esgueira entre a melosidade pop da canção. A música faz parte de “Glory”, o 9º álbum de estúdio da cantora, e é um convite aberto ao sexo, que evolui das brincadeiras de dormir na casa das amigas, durante a adolescência, para sex tapes e o tema, evocado no vídeo, das festas sexuais privadas, ao estilo do filme “De Olhos Bem Fechados” (1999).

    Leia mais
  • Música

    Metallica divulga 13 clipes com todas as músicas de seu novo disco – e uma provável cena do filme do Mayhem

    18 de novembro de 2016 /

    A influência de Beyoncé chegou ao Metallica. Nesses dias de “disco visual”, a banda de heavy metal produziu clipes para cada uma das faixas de seu novo disco, “Hardwired… To Self-Destruct”, e disponibilizou todos eles no YouTube. Como se vê, já vão longe os dias em que Lars Ulrich achava que música de graça na internet (mais especificamente, no Napster) era caso de polícia. O novo álbum da banda será disponibilizado nessa sexta-feira (18/11) nos serviços pagos de streaming e download, mas já pode ser conferido na íntegra, de forma sonora, visual, gratuíta e na ordem do disco, logo abaixo. São, ao todo 13 clipes, dentre os quais se destacam a animação “Murder One”, um tributo ao falecido cantor do Motörhead Lemmy Kilmister, com direção de Robert Valley (série “TRON: Uprising”), e “ManUNkind”, dirigido pelo cineasta sueco Jonas Åkerlund (“Spun – Sem Limites”), que trabalhou recentemente com… Beyoncé. Detalhe curioso de “ManUNkind” é que, no lugar do Metallica, o diretor filma atores jovens, vestidos como a banda finlandesa Mayhem, durante um show claramente situado nos anos 1990. Neste sentido, o clipe pode ser encarado como um ensaio (ou até mesmo uma cena) de seu próximo filme, “Lord of Chaos”, que será justamente uma cinebiografia do Mayhem. Há ainda uma dicotomia interessante no clipe de “Confusion”, em que a diretora Claire Marie Vogel (clipes de “Red Hot Chili Peppers” e “My Chemical Romance”) enquadra uma mulher dividida entre o serviço militar e o trabalho num escritório, e duas outras animações: “Here Comes Revenge”, de Jessica Cope (que trabalhou em “Frankenweenie”), e “Spit Out the Bone”, de Phil Mucci (clipes de “Korn” e “Monster Magnet”). Mas os demais vídeos (a maioria) se limita a mostrar a banda tocando. Confira abaixo.

    Leia mais
  • Música

    Keke Palmer lança disco visual para retomar a carreira de cantora

    16 de novembro de 2016 /

    A atriz Keke Palmer (série “Scream Queens”) lançou um disco visual (expressão provavelmente cunhada por Beyoncé para caracterizar “Lemonade”). Trata-se, na verdade, de um curta com as cinco faixas do EP “Lauren”, seu nome real (ideia provavelmente inspirada em “Joanne”, de Lady Gaga), em que retoma a carreira de cantora, que não decolou como sua filmografia. A jovem de 23 anos, que já foi uma das adolescentes mais bem-pagas da TV na época da série “True Jackson” (2008-2011), lançou um único álbum em 2007. Fracasso completo, “So Uncool” não conseguiu emplacar no Top 200 da Billboard. Na nova tentativa, ela escolheu como faixa de trabalho “Hands Free”, uma faixa dançante, com inspiração do dancehall, que teve, inclusive, um clipe lançado individualmente. O vídeo começa com Keke encarnando uma espécie de Rainha do Egito, mas termina com uma imitação de Rihanna, na época do cabelo curto vermelho.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie