Sing: Animação dos bichos cantores ganha novo trailer dublado
A Universal Pictures divulgou um novo trailer dublado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, produção do estúdio Illumination, responsável pelo sucesso de “Minions” (2015) e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (2016), que apresenta diversos animais cantores disputando um concurso musical. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Entre os competidores estão a elefanta tímida Meena (Sandy no Brasil, Tori Kelly nos EUA), a porco-espinho Ash (Wanessa Camargo no Brasil, Scarlett Johansson nos EUA), o gorila Johnny (Fiuk no Brasil, Taron Egerton nos EUA), o porco Gunter (Marcelo Serrado no Brasil, Nick Kroll nos EUA) e a porca Rosita (Mariana Ximenes no Brasil, Reese Witherspoon nos EUA). Uma curiosidade é que, das vozes brasileiras, apenas Wanessa Camargo vai cantar de verdade no filme, já que a sua personagem, a porco-espinho Ash, apresentará uma música autoral na competição. Todos os outros personagens vão manter o áudio original, em inglês, na hora das canções, como se pode ver pelo trailer. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Repleto de lacunas, o filme Elis dá saudades da cantora Elis
Elis Regina (1945-1982) foi uma cantora perfeita. Voz, dicção, técnica e afinação impecáveis. E uma intérprete fabulosa, da dimensão de Edith Piaf, Amália Rodrigues ou Ella Fitzgerald. Um portento. Nada mais justo e razoável que uma carreira como essa seja objeto de uma cinebiografia. A questão é alcançar a qualidade artística necessária para fazer jus ao projeto. Isso, o filme “Elis”, de Hugo Prata, alcança parcialmente. Quando entra em cena Andréia Horta (da novela “Liberdade, Liberdade”), Elis realmente revive na tela. A atriz faz um trabalho notável, digno de muitos prêmios. A figura de Elis emerge em gestos, movimentos, risos de arreganhar a gengiva, coreografias que acompanham o canto, enfim, no seu conhecido estilo de ser, determinado, irônico e agressivo. As interpretações de Elis estão lá inteiras, com alta qualidade de som, já que não é Andréia quem canta, ela dubla Elis. Perfeito! Bem, nem tanto. O repertório escolhido é todo muito bom, como aliás era o repertório de Elis Regina em todas as fases de sua carreira. Mas há ausências inconcebíveis. Elis foi a principal intérprete de Milton Nascimento e Gilberto Gil. Nenhuma música deles está no filme. Como não está nada da antológica gravação que ela fez com Tom Jobim. Nem suas inovadoras interpretações de Adoniran Barbosa. Problemas com os direitos das músicas? Falha grave, do ponto de vista artístico. O começo real da carreira dela também foi deletado. Vendo o filme, tudo parece ter começado no Rio, com “Menino das Laranjas” (de Theo Barros), embora se faça referência à sua origem gaúcha e trabalho em Porto Alegre. Só que Elis Regina gravou 2 LPs na gravadora Continental: “Viva a Brotolândia”, em 1961, e “Poema”, em 1962. São 24 faixas gravadas, de discos escancaradamente comerciais, tentando lançar a cantora para concorrer com Celly Campello (1942-2003), que fazia muito sucesso na época. Elis renegou essa fase de sua carreira, rejeitou esses discos (que não são tão ruins assim), mas é algo que teria de ser registrado numa cinebiografia que deu relevo ao trabalho da cantora. Da vida pessoal de Elis, o casamento com Ronaldo Bôscoli durou pouco, uns cinco anos, foi muito conturbado, já que ele era mulherengo, infiel. Seu papel artístico junto a ela acrescentou pouco à arte de Elis. Pelo filme, ele foi o maior amor da vida dela e teve papel artístico muito relevante. Uma forma de romancear e fazer uma narrativa atraente? O fato é que o casamento com César Camargo Mariano foi mais longo e muitíssimo mais importante, do ponto de vista artístico. No filme, ele perde essa força. Mas nunca Elis foi tão brilhante como quando entoou canções arranjadas por César. Era algo de arrasar quarteirão de tão bom, tão sofisticado. Quem viveu esse período sabe disso. E as gravações estão aí para comprovar. Algumas no filme, também, claro. Os conflitos políticos que envolveram a ditadura militar, o canto de Elis na Olimpíada do Exército, a reação fulminante de Henfil no Pasquim, colocando-a no cemitério dos mortos-vivos, e a evolução que a levou a entoar o hino informal da anistia, “O Bêbado e a Equilibrista”, de João Bosco e Aldir Blanc, onde se pedia a volta do irmão do Henfil (Betinho), estão muito bem retratados. A cena em que ela aparece sendo vaiada em show ao vivo me parece excessiva para ser considerada real. Os espetáculos, muito bem produzidos para palco, com ênfase teatral, além do show, como “Transversal do Tempo” e “Saudade do Brasil”, não aparecem. E o grande sucesso, “Falso Brilhante”, um ano em cartaz, não é retratado, realmente. Apenas a música cantada surge e não o frenesi que foi aquela montagem teatralmente empolgante. Em suma, o filme está cheio de lacunas e falhas, que não vão passar despercebidas aos fãs de Elis, que conhecem a sua trajetória. Ainda assim, é um espetáculo bom de se ver, com uma atriz sensacional e uma música extraordinariamente bela. A produção serve mais é para dar muita saudade!
Lion: Novo trailer do drama premiado destaca música tema de Sia
A TWC (The Weistein Company) divulgou um novo trailer de “Lion”, drama premiado no Festiva de Toronto e cotado ao Oscar, destacando a música tema, “Never Give Up”, da cantora Sia. O drama adapta o best-seller “A Long Way Home”, de Saroo Brierley, por sua vez inspirado na vida real do autor. A trama acompanha um irreconhecível Dev Patel (“O Exótico Hotel Marigold”) como um jovem indiano adotado por uma família branca, que tem poucas lembranças de sua infância em Calcutá, onde se separou do irmão, viu-se perdido e precisou mendigar, até ser resgatado pelo casal vivido por Nicole Kidman (“As Aventuras de Paddington”) e David Wenham (“300: A Ascensão do Império”) e levado para viver com eles na Austrália, aos cinco anos de idade. Parte da história é contada por meio de flashbacks, como no filme que consagrou Patel, “Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008), enquanto o protagonista resolve usar o Google Earth para reencontrar sua família biológica, partindo numa jornada em busca de suas raízes. O elenco ainda inclui Rooney Mara (“Peter Pan”) como a namorada do protagonista. O filme marca a estreia como diretor de cinema de Garth Davis, que comandou a premiada minissérie “Top of the Lake”. O roteiro foi escrito por Luke Davies (“Life: Um Retrato de James Dean”). O lançamento aconteceu nesta sexta (25/11) nos EUA, mas o filme só chegará em fevereiro aos cinemas do Brasil.
Kéfera Buchmann tem dor de barriga com Luan Santana e vídeo é visto 1 milhão de vezes em 24 horas
Os adolescentes amam mesmo Kéfera Buchmann. Ela acaba de lançar novo vídeo em seu canal no YouTube (5inco Minutos). E, em menos de 24 horas, mais de 1 milhão de internautas já viram. Trata-se de um clipe anti-romântico, uma paródia do sucesso popular “Dia, Lugar e Hora”, de Luan Santana, em que tudo dá errado. O próprio Luan aparece em cena, mas (felizmente para muitos) não canta, apenas demonstra seu talento como ator romântico. Nada mais justo, já que Kéfera “canta” dramaticamente. Pelos comentários, os fãs acharam engraçadíssimo, embora alguns tenham sentido saudades dos tempos em que Kéfera não precisava de uma superprodução para parecer engraçada. Já quem não é fã, dificilmente achará alguma graça. Aviso: o vídeo inclui a indefectível piada da dor de barriga que as crianças adoram e que os adultos viram trocentas vezes desde que eram crianças. Mas pode gerar uma meme: Kéfera tendo dor de barriga ao ver Luan Santana. A direção é da própria Kéfera em parceria com outro youtuber, André Pilli.
Selena Gomez ressurge no American Music Awards, vencido por Ariana Grande
A cantora e atriz Ariana Grande (série “Sam & Cat”) foi eleita Artista do Ano no American Music Awards, premiação que marcou a volta de Selena Gomez (“Vizinhos 2”) ao público. Selena, que estava internada numa clínica desde agosto para cuidar de crises de pânico e depressão, associadas ao lupus, foi receber o prêmio de Melhor Artista Feminino de Pop/Rock. Em discurso emotivo, Selena agradeceu aos fãs pela lealdade e explicou o motivo da pausa. “A maioria de vocês sabe muito sobre minha vida, queira eu ou não. Tive que parar. Eu tinha tudo, mas estava absolutamente quebrada. E eu aguentei isso o suficiente para não decepcioná-los, mas eu aguentei demais e decepcionei a mim mesma”, declarou. Segurando o choro, Selena continuou o discurso e pediu aos seus fãs que não cheguem ao ponto que ela chegou, além de agradecer ao carinho deles. “Eu não quero ver seus corpos no Instagram. Eu quero ver o que está dentro de vocês. Não estou tentando e nem preciso de validação. Tudo o que eu posso dizer do fundo do meu coração é que eu sou muito grata por ter a oportunidade de poder compartilhar o que eu amo todos os dias com pessoas que eu amo. E preciso dizer muito obrigada aos meus fãs porque vocês são muito leais e eu não sei o que fiz para merecer vocês. Mas se você está quebrado por dentro, não precisa continuar assim. E isso é algo que vocês devem saber sobre mim – eu me importo com as pessoas. E esse prêmio é para vocês. Obrigada”, finalizou. Lady Gaga foi uma das famosas que se emocionou com o agradecimento de Selena e a aplaudiu de pé. Ela chegou a postar uma foto abraçada com Selena em seu perfil do Instagram na madrugada desta segunda. “A garota com o maior prêmio de todos. Um grande coração que ela compartilha com o mundo”, escreveu. Assim como Selena, Gaga também é portadora de lúpus. Já Ariana Grande sentiu o peso da popularidade, ao superar nomes como Justin Bieber e Rihanna para ser eleita Artista do Ano. “Não acredito. Estou tremendo”, ela confessou. “Espero que possa trazer alegria para vocês.” O evento também teve direito a protesto da banda Green Day, que criticou o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a sua apresentação. Entre os demais premiados, o rapper Drake, que recebeu 13 indicações, venceu nas categorias de Melhor Artista de Rap/Hip-Hop, Melhor Música e Melhor Álbum, com “Views”, o primeiro a ter um bilhão de streams na Apple Music. Os vencedores do American Music Awards são escolhidos por voto on-line dos fãs. Por isso, em vez de premiar talento, o evento é um concurso de popularidade, com resultado idêntico ao de outros troféus de eleição direta, como o Teen Choice e o People’s Choice. Às vezes, talento e popularidade coincidem. Mas nem todo mundo pode ser os Beatles. Veja abaixo os melhores momentos da premiação:
Shakira enlouquece voyeuristas em clipe com cenas sensuais em banheiro masculino
Shakira e Britney Spears lançaram novos clipes nesta semana e eles já dispararam para o topo dos mais assistidos do YouTube. Ambos são duetos e apostam na sensualização fetichista. Veja o de Britney aqui. O clipe de “Chantaje” foi filmado em Barcelona com direção do espanhol Jaume de Laiguana, responsável por mais de uma dezena de clipes da cantora colombiana. E basicamente traz Shakira rebolando num bar, tirando o fôlego do parceiro, o astro do regatton Maluma. A coreografia é minimalista, mas impressionante na sua eficiência para evocar a sensualidade. Há uma sequência num banheiro masculino que explora o voyeurismo de forma marcante. Só o final deriva para o brega, quando a cantora vira uma sereia viva de fonte de jardim (numa sala). A letra em espanhol de “Chantaje” lembra um boato de chantagem sofrida por Shakira e seu marido, o zagueiro Piqué, do Barcelona. Os dois teriam sido chantageados por um ex-empregado, que ameaçou divulgar uma suposta sex tape, há exatamente um ano. A história acabou contestada pelo casal. Mas agora volta à tona como regatton. O pop não poupa nada. A música é o primeiro single do 11º álbum de Shakira, que ainda não tem previsão de lançamento.
Britney Spears provoca com cenas de pegação e lesbianismo em clipe de temática sexual
Britney Spears e Shakira lançaram novos clipes nesta semana e eles já dispararam para o topo dos mais assistidos do YouTube. Ambos são duetos e apostam na sensualização fetichista. Veja o de Shakira aqui. Com direção de Colin Tilley (do famoso “Anaconda”, de Nicki Minaj), o novo clipe de Britney, “Slumber Party”, é dos mais ousados do ano, marcado por erotismo softcore. Na historinha, a cantora guia o público para uma festa de pijama com muita pegação. Há uma coreografia dos anos 1990 lá pela metade do percurso, mas esse calmante dura pouco, graças ao encontro da cantora com sua parceira vocal, a jovem Tinashe, que ameaça tornar o vídeo impróprio para menores. As duas se agarram e se apertam para valer, no balanço do reggae que se esgueira entre a melosidade pop da canção. A música faz parte de “Glory”, o 9º álbum de estúdio da cantora, e é um convite aberto ao sexo, que evolui das brincadeiras de dormir na casa das amigas, durante a adolescência, para sex tapes e o tema, evocado no vídeo, das festas sexuais privadas, ao estilo do filme “De Olhos Bem Fechados” (1999).
Metallica divulga 13 clipes com todas as músicas de seu novo disco – e uma provável cena do filme do Mayhem
A influência de Beyoncé chegou ao Metallica. Nesses dias de “disco visual”, a banda de heavy metal produziu clipes para cada uma das faixas de seu novo disco, “Hardwired… To Self-Destruct”, e disponibilizou todos eles no YouTube. Como se vê, já vão longe os dias em que Lars Ulrich achava que música de graça na internet (mais especificamente, no Napster) era caso de polícia. O novo álbum da banda será disponibilizado nessa sexta-feira (18/11) nos serviços pagos de streaming e download, mas já pode ser conferido na íntegra, de forma sonora, visual, gratuíta e na ordem do disco, logo abaixo. São, ao todo 13 clipes, dentre os quais se destacam a animação “Murder One”, um tributo ao falecido cantor do Motörhead Lemmy Kilmister, com direção de Robert Valley (série “TRON: Uprising”), e “ManUNkind”, dirigido pelo cineasta sueco Jonas Åkerlund (“Spun – Sem Limites”), que trabalhou recentemente com… Beyoncé. Detalhe curioso de “ManUNkind” é que, no lugar do Metallica, o diretor filma atores jovens, vestidos como a banda finlandesa Mayhem, durante um show claramente situado nos anos 1990. Neste sentido, o clipe pode ser encarado como um ensaio (ou até mesmo uma cena) de seu próximo filme, “Lord of Chaos”, que será justamente uma cinebiografia do Mayhem. Há ainda uma dicotomia interessante no clipe de “Confusion”, em que a diretora Claire Marie Vogel (clipes de “Red Hot Chili Peppers” e “My Chemical Romance”) enquadra uma mulher dividida entre o serviço militar e o trabalho num escritório, e duas outras animações: “Here Comes Revenge”, de Jessica Cope (que trabalhou em “Frankenweenie”), e “Spit Out the Bone”, de Phil Mucci (clipes de “Korn” e “Monster Magnet”). Mas os demais vídeos (a maioria) se limita a mostrar a banda tocando. Confira abaixo.
Keke Palmer lança disco visual para retomar a carreira de cantora
A atriz Keke Palmer (série “Scream Queens”) lançou um disco visual (expressão provavelmente cunhada por Beyoncé para caracterizar “Lemonade”). Trata-se, na verdade, de um curta com as cinco faixas do EP “Lauren”, seu nome real (ideia provavelmente inspirada em “Joanne”, de Lady Gaga), em que retoma a carreira de cantora, que não decolou como sua filmografia. A jovem de 23 anos, que já foi uma das adolescentes mais bem-pagas da TV na época da série “True Jackson” (2008-2011), lançou um único álbum em 2007. Fracasso completo, “So Uncool” não conseguiu emplacar no Top 200 da Billboard. Na nova tentativa, ela escolheu como faixa de trabalho “Hands Free”, uma faixa dançante, com inspiração do dancehall, que teve, inclusive, um clipe lançado individualmente. O vídeo começa com Keke encarnando uma espécie de Rainha do Egito, mas termina com uma imitação de Rihanna, na época do cabelo curto vermelho.
Sing: Personagens da animação ganham vídeo em clima de Natal dançante
A Universal divulgou um novo vídeo da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que mostra os bichinhos animados em clima natalino, esquiando, dançando e rodopiando ao som de “Groove is in the Heart”, do grupo Deee-Lite. O vídeo também será exibido nas maiores redes de cinema do país. “Sing” segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também sabem cantar. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Entre os competidores estão a elefanta tímida Meena (Sandy no Brasil, Tori Kelly nos EUA), a porco-espinho Ash (Wanessa Camargo no Brasil, Scarlett Johansson nos EUA), o gorila Johnny (Fiuk no Brasil, Taron Egerton nos EUA), o porco Gunter (Marcelo Serrado no Brasil, Nick Kroll nos EUA) e a porca Rosita (Mariana Ximenes no Brasil, Reese Witherspoon nos EUA). Produzida pela Illumination Entertainment – mesma equipe que criou “Meu Malvado Favorito”, “Minions” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” -, a animação contará com 65 hits de artistas como Lady Gaga, Katy Perry, Frank Sinatra, Seal, Limp Bizkit e Nicki Minaj em sua trilha A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Moana: Vídeo legendado de bastidores traz Dwayne Johnson cantando
Dwayne Johnson, o homem mais sexy do mundo, vai mostrar um novo talento em “Moana – Um Mar de Aventuras”. A Disney divulgou um vídeo legendado de bastidores da animação que mostra o ator cantando. Na prévia, ele aparece gravando, de forma bastante entusiasmada, a música original de seu personagem, composta por Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys). O resultado final pode ser conferido no segundo vídeo abaixo. Na versão original do filme, Johnson dubla o semi-deus Maui, enquanto Moana ganha a voz da estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.
Al Caiola (1920 – 2016)
Morreu o guitarrista Al Caiola, que tocou em trilhas clássicas do cinema e da TV. Ele tinha 96 anos e morreu de causas naturais na quarta (9/11), em uma casa de repouso em Nova Jersey. Versátil, Caiola tocou com alguns dos pioneiros do rock, como Buddy Holly, Elvis Presley e Del Shannon (é dele a melodia da guitarra do hit “Runaway”), e também com crooners como Frank Sinatra e Tony Bennett. No final dos anos 1950, assinou com a United Artists para trabalhar como músico das produções do estúdio, tornando-se celebrado pelas palhetadas melódicas ouvidas na trilha do famoso western “Sete Homens e um Destino” (1960) e na abertura da série “Bonanza” (1959 -1973). Também tocou no suspense “Escravas do Medo” (1962) e fez a guitarra principal da canção “Mr. Robinson”, de Simon & Garfunkel, grande sucesso da trilha de “A Primeira Noite de um Homem” (1967). Mas sua fama acabou mesmo ligada às produções de western, graças à iniciativa da UA em lhe encomendar versões “pop” dos temas do gênero. Por conta disso, ele lançou vários discos com gravações de músicas de séries como “Chaparral”, “Caravana”, “Paladino do Oeste” e outras. Aproveite e relembre abaixo alguns de seus maiores sucessos de cinema, além de conferir um vídeo recente de uma de suas últimas apresentações ao vivo.
La La Land: Musical com Emma Stone e Ryan Gosling ganha trailer legendado
A Paris Filmes divulgou a versão legendada do mais recente trailer do musical “La La Land”, que ganhou um dispensável subtítulo – “Cantando Estações”. Premiado no Festival de Veneza e cotadíssimo para o Oscar 2017, o filme é uma história romântica sobre uma atriz aspirante que se apaixona por um pianista de bar. A prévia mostra como eles se encontram, num momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. “La La Land” é dirigido por Damien Chazelle e, assim como seu filme anterior, “Whiplash” (2014), é focado num músico de jazz. Ryan Gosling (“Dois Caras Legais”) vive o pianista e Emma Stone (“O Espetacular Homem-Aranha”) a atriz aspirante, que também dá uma palhinha como cantora na trama. Além do casal, que volta a contracenar pela terceira vez, o elenco ainda conta com o músico John Legend, vencedor do Oscar 2015 de Melhor Canção por “Glory” (do filme “Selma”), e J.K. Simmons, vencedor do Oscar 2015 de Melhor Ator Coadjuvante (justamente por “Whiplash”). A estreia está marcada para 19 de janeiro no Brasil, quase um mês após o lançamento comercial (em 16 de dezembro) nos EUA.












