Janelle Monáe lança álbum visual com músicas de Dirty Computer e trama de sci-fi distópica
A cantora e atriz Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”) lançou um versão visual de “Dirty Computer”, seu disco mais recente, que reúne diversos clipes. Mas ao contrário do que fez Beyoncé com “Limonade”, exibido com exclusividade na HBO, o “filme” de Janelle foi disponibilizado na íntegra no YouTube. O filme é uma ópera pop-hop espacial, com muitos efeitos visuais, clima sci-fi e ganhou até um “pôster de cinema”. Veja abaixo. Por meio dos clipes, “Dirty Computer” conta a história de “Jane 57821” (Monáe), que surge amarrada a uma cadeira em uma instalação austera, onde uma voz desencarnada diz que ela é “um computador sujo” que precisa de uma limpeza. Ela discorda, porque se considera um espírito livre, que desafia uma distopia de um futuro próximo, ao se empoderar e celebrar seu amor pela rebelde Zen (Tessa Thompson, de “Thor: Ragnarok”, suposta namorada da cantora) e a comunidade negra queer que aceita as duas. Ao longo da seleção musical, Jane luta para manter sua identidade enquanto dois técnicos de laboratório assistem e limpam suas memórias mais preciosas. Ela explicou o significado da trama distópica para a revista Rolling Stone. “Eu quero que garotas e garotos, pessoas não-binárias, gays, heterossexuais e queer que estejam tendo dificuldade em lidar com sua sexualidade, lidando com o sentimento de ostracismo ou intimidação, apenas por serem seus eus únicos, saibam que vejo vocês. Este álbum é para vocês. Sejam orgulhosos”, disse Janelle, em entrevista.
Rodrigo Santoro estrela clipe cinematográfico do DJ Alok
A Spinnin’ Records disponibilizou no YouTube o aguardado clipe de “Ocean”, do DJ Alok, que chegou a ter première em cinema de São Paulo na terça passada (24/4) e foi apresentado em primeira mão no programa “Fantástico”, da Globo, na noite de domingo (29/4). O vídeo é realmente cinematográfico, desde o elenco, encabeçado por Rodrigo Santoro (“Ben-Hur”), até o senso estético da produção, dirigida por Thiago Eva, da Bossa Nova Filmes, um diretor de publicidade que deve ambicionar outros voos após esse trabalho. Com roteiro dramático que conta uma história completa de vida e morte, entremeada por acensão, queda e redenção, numa narrativa não linear, “Ocean” se foca no personagem de Santoro. Ele é um marido, pai de família e empresário bem-sucedido, que um dia vê todas suas realizações e conquistas desmoronarem, ao ser diagnosticado com um tumor no cérebro. Este drama é condensado nos primeiros minutos da produção, mas logo se desdobra em revelações embutidas nas entrelinhas, que aos poucos revelam as imperfeições do personagem, um homem mulherengo, que trai a esposa, dá pouca atenção ao filho e tem uma longa desavença com o pai. Com os dias contados, ele resolve passar tudo isso a limpo, dedicando-se a resolver os conflitos e fazer as pazes com as pessoas mais importantes de sua vida. O tema do oceano, que dá título à canção, é explorado de forma simbólica, com imagens poderosas que reúnem os efeitos visuais da produção. O primeiro desmaio do personagem de Santoro é comparado a um mergulho no fundo do mar. A correção de rumo em sua vida passa pelo resgate de um desenho de baleia, feito ainda criança, e o reencontro com o prazer da pintura, após abandonar o emprego, culminando na entrega de um quadro de baleia para o pai, que o reprimia. Ao mesmo tempo, ele passa a incentivar o filho, cujo prazer de discotecar ele também recriminava. Ao final de oito minutos de duração, o protagonista morre, mas seu filho sobe ao palco para se revelar, já crescido, como o DJ Alok. Perfeito. A história é inspirada na vida de Alok, que assina o roteiro em parceria com o diretor e dois roteiristas, Gustavo Gessullo e Willame Morais. Além de Santoro, que estrela o primeiro clipe de sua carreira, o elenco destaca Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”), Maria Manoella (também de “Deus Salve o Rei”) e Genésio de Barros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). Produzido pela Bossa Nova, o clipe foi filmado durante cinco dias em locações como a Reserva Ecológica da Jureia, litoral norte de São Paulo, no apartamento do DJ na capital paulista e em um de seus shows na cidade de Belo Horizonte.
Ed Sheeran é um fantoche de coração partido no clipe de Happier
O cantor Ed Sheeran lançou o clipe de “Happier”, último single do álbum “Divide” (÷). O vídeo mostra o cantor como um fantoche de coração partido, enchendo a cara e amargando a dor de cotovelo por uma boneca feita de balões, que o largou por um Muppet. “Happier” é o 10º clipe do cantor dirigido pelo inglês Emil Nava, mas curiosamente o primeiro e único da parceria em cima do disco mais recente. O último vídeo de Sheeran que Nava tinha dirigido tinha sido “Photograph”, de 2015.
Filme sobre a história da banda Queen ganha novas fotos
A Fox divulgou duas novas fotos de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen. Uma das imagens é uma recriação do show da banda no Live Aid, que o diretor Bryan Singer chegou a filmar, antes de sumir e ser demitido. Ele foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos e era o favorito para dirigir o longa, antes do envolvimento de Singer. O filme traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Relembre 10 clipes do DJ Avicii, que marcou a carreira com vídeos de apelo cinematográfico
O DJ Avicii, morto aos 28 anos, deixou alguns hits memoráveis em sua curta e bem-sucedida carreira. Mas ele também se destacou por realizar clipes elaborados, com roteiro e encenação cinematográfica. O costume inaugurado por “Levels”, em 2011, incluiu colaborações com alguns cineastas, como Julius Onah (de “O Paradoxo Cloverfield”), Rich Ragsdale (“Ghost House”), Sebastian Ringler (editor de “Corações em Conflito”) e a dupla David Dworsky e Victor Kohler (documentário “The Next Black”). Confira abaixo 10 clipes do músico, falecido na sexta (20/4), que na letra de “The Night” registrou a seguinte mensagem: “Um dia você vai deixar essa vida para trás, então viva uma vida memorável”.
Ariana Grande lança clipe superproduzido de música que lembra hit de Fábio Jr.
A cantora Ariana Grande divulgou um clipe com superprodução para sua nova música “No Tears Left To Cry”. Mas o que está chamando atenção entre os fãs brasileiros é como o refrão lembra “Só Você”, de Fábio Jr. Montagens das duas músicas já ganharam a internet, provocando acusações de plágio. A semelhança entre os refrões é evidente, mas o resto da música da cantora americana é bastante diferente, com uma batida mais calcada no R&B/hip-hop. O curioso é que o vídeo de clima sci-fi, repleto de efeitos visuais, também lembra um visual de outro lugar. A obra dirigida por Dave Meyers, responsável pelos impressionantes clipes de Kendrick Lamar, mostra uma cidade que desafia a gravidade, num mundo de formas quadradas, em que esquinas sobem até virar teto e descer novamente. Os efeitos são similares aos vistos no filme “Doutor Estranho” (2016), da Marvel, e também na sci-fi “Mundos Opostos” (2012). Lançado nesta sexta (20/4), “No Tears Left To Cry” é o primeiro single do próximo álbum da cantora, o quarto de sua carreira, que ainda não teve seu título revelado. Veja abaixo também uma das montagens com a música “Só Você”, de Fábio Jr. TE PEGUEI NO PLAGIO ARIANA GRANDE pic.twitter.com/rg78swGC57 — alisso (@fabuluosoa) 20 de abril de 2018
Ezra Miller não vem mais cantar, mas mantém viagem ao Brasil
A banda Sons of an Illustrious Father, liderada por Ezra Miller, o Flash de “Liga da Justiça”, cancelou o show que faria em São Paulo, no Espaço das Américas. O grupo se apresentaria no dia 2 de junho. A empresa Ticket 360, responsável pela comercialização dos ingressos, confirmou o cancelamento da apresentação e o envio de um email oficial noticiando todos os que já tinham comprado entradas para o show com instruções para obter o reembolso. Miller é o cantor do power trio, formado ainda por Josh Aubin e Lilah Larson. Mas se ele não vem cantar, isso não significa que o ator não venha ao Brasil. A empresa Spotlight anunciou que Ezra Miller continua confirmado para a convenção Heroes Weekend, que acontece no dia 3 de junho em São Paulo.
Snow Patrol vai parar no espaço em clipe gravado na Agência Espacial Europeia
A banda britânica Snow Patrol divulgou o clipe de “Life On Earth”, que foi gravado na Agência Espacial Europeia, na Holanda, e lançado na conta do Twitter do astronauta Tim Peake. O vídeo mostra a banda supostamente no espaço, em cenas que exploram uma estação espacial em órbita ao redor da Terra, intercaladas com imagens de uma gravidez. A ideia remete ao clássico do cinema “2001 – Uma Odisséia no Espaço” (1968), de Stanley Kubrick. A música faz parte do vindouro disco “Wildness”, que marca o retorno da banda após um hiato de sete anos sem lançar álbuns. O lançamento chega às lojas em 25 de maio.
José Padilha assina o novo clipe do cantor inglês Zayn
O mais tatuado ex-integrante de boy band da música pop lançou um novo clipe cinematográfico, com direção do brasileiro José Padilha (“Tropa de Elite”). No vídeo de “Let Me”, Zayn Malik pede para ser (o seu) homem e transforma uma pista de dança, que normalmente teria apenas rebolados coreográficos, num exercício de testosterona. O clipe traz o cantor inglês como um capanga de filme de gângster, trabalhando para um chefão mal-humorado e cobiçando a ninfeta que desfila em trajes mínimos pelo hotel de luxo do vilão. Vai tudo bem até o pequeno e o grande chefão decidirem medir o tamanho de seus documentos, culminando numa briga generalizada na dancefloor, que termina com o cantor sob a mira de um revólver. O quebra-pau é editado de uma forma que deixa claro que o lado machão de Zayn é um dublê. Mas pouco importa, já que é a pin-up adolescente quem se revela a heroína da história – não por acaso, a modelo que a interpreta é parecidíssima com a ex de Zayn, a top model Gigi Hadid. O clima remete ao clipe anterior do ex-boy, “Dusk til Dawn”, lançado em setembro com tiroteios e direção de outro cineasta, Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”). Além de dirigir, Padilha também trabalhou na concepção da história, que, segundo um letreiro ao final, vai ter continuação.
The Weeknd lança clipe sombrio após rompimento com Selena Gomez
O cantor canadense The Weeknd lançou um novo clipe, “Call Out My Name”, que pertence ao disco “My Dear Melancholy”, lançado nas lojas físicas na sexta-feira (13/4) com seis músicas inéditas. O clipe retoma a parceria com o diretor Grant Singer, responsável pelos vídeos de alguns dos maiores sucessos do cantor, como “Starboy” e “Can’t Feel My Face”. Nas imagens, The Weeknd lamenta um amor perdido, entre cenas sombrias de terror, que incluem uma revoada de morcegos explosivos, um cinema vazio e um cenário pós-apocalíptico, com uma mulher-demônio esperando pelo cantor – numa savana e num cortiço do futuro. Ao cantar a música no Festival de Coachella, no fim de semana, ele começou a chorar. Especula-se que a canção tenha a ver com seu breve relacionamento com a também cantora Selena Gomez, que acabou há cerca de cinco meses. “Me apaixonar por você foi um erro”, ele afirma na letra.
John Cusack ataca versão Disney de Alta Fidelidade
O ator John Cusack usou o Twitter para protestar contra a transformação do livro e do filme “Alta Fidelidade” numa série de comédia romântica do serviço de streaming da Disney. Insatisfeito com as mudanças anunciadas pela Disney para a adaptação, que vai trocar o gênero do protagonista, ele disparou: “Versão pra cima?… Parece que a magia vai ser perdida. Eles querem misturar a marca deles com a nossa obra — e vão f**** tudo”. Em um terceiro tweet, Cusack declarou que não acha uma versão feminina do personagem principal ruim, mas não confia numa produção sem a participação de Nick Horby, autor do livro de 1995. Cusack foi indicado ao Globo de Ouro em 2001 pelo papel de Rob Gordon, o dono de uma loja de discos obcecado com listas de melhores, no filme dirigido por Stephen Frears. Fãs da obra cultuada também demonstraram insatisfação com a novidade. Alguns lembraram do fracasso da versão de 2016 de “Caça-fantasmas”, que também resolveu mudar o gêneros dos protagonistas. A adaptação está a cargo das roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”. Up beat ? sound like they may miss the majic mix – 🙂 what came first the music or the misery ? https://t.co/rHyst6p4zv — John Cusack (@johncusack) April 6, 2018 Of course – they want to brand their thing with our thing- they’ll fuck it up 😉 https://t.co/J1QTTocMTR — John Cusack (@johncusack) April 6, 2018
Série da Netflix sobre o cantor Luis Miguel ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Luis Miguel – A Série”, que dramatiza a vida do popular cantor mexicano Luis Miguel, um fenômeno dos anos 1980 e 90. A prévia traz Diego Boneta (“Rock of Ages”) como o protagonista, em conflitos com seu pai músico-empresário (Óscar Jaenada, de “Águas Rasas”), sofrendo de amor, “amargando” a solidão do sucesso e sobrevivendo a penteados bregas. A série é uma versão oficial dos eventos, aprovada pelo próprio Luis Miguel e escrita por Daniel Krauze (da série “Sincronía”). Ao contrário da maioria de suas atrações, o serviço de streaming vai disponibilizar apenas um episódio por semana, todos os domingos, a partir de 21 de abril.
Pabllo Vittar é Indestrutível em clipe que denuncia a homofobia
Pabllo Vittar lançou um novo clipe, “Indestrutível”, o sexto e último do disco “Vai Passar Mal” (2017). A música é brega de doer, com direito a rima de dor e amor. Mas o vídeo se diferencia dos anteriores, da alegria que marca a carreira do cantor, por ser inspirado em uma memória dolorosa de adolescência cercada por homofobia, ódio, discriminação e intolerância. Gravado em preto e branco, vem acompanhado pela informação de que “73% dos jovens LGBTs sofrem bullying nas escolas”. O ponto central do clipe é a dor causada pelo preconceito, que geralmente começa com agressão verbal sofrida na escola, durante a adolescência, e descamba para a violência física. O título da música reforça a convicção de Pabllo em sua força interior e na de outros jovens. “Eu sei que tudo vai ficar bem e as minhas lágrimas vão secar”, ele canta, antes de concluir “Se recebo dor, te devolvo amor”. Com direção de Bruno Ilogti, responsável pelos clipes de Anitta, o vídeo mostra Pabllo desmontado e triste, mas termina com sua transformação em diva sobre um palco, aplaudido por uma grande plateia, que inclui o menino que ilustrou o sofrimento da história. Ao final, o cantor se dirige aos espectadores dando seu testemunho contra a violência da homofobia, que afeta milhares de adolescentes “como eu”. “Tá na hora de transformar o preconceito em respeito”, ela proclama. Uma curiosidade da produção é que o vídeo contou com o apoio da Coca-Cola Brasil. A empresa colocou suas duas maiores marcas – Coca-Cola e Fanta – a serviço do combate ao preconceito para a construção de uma sociedade mais tolerante e plural. “Essa Coca é Fanta sempre foi uma expressão usada de forma pejorativa. E nosso papel é ajudar na conscientização dos brasileiros mostrando o impacto que essas ofensas tem na vida de uma pessoa. Por isso nos juntamos a Pabllo nesse projeto para transformar o preconceito em respeito, celebrando a liberdade”, afirmpi Conrado Tourinho, gerente sênior de comunicação e marketing integrado da Coca-Cola Brasil, em comunicado.












