Hugh Jackman vai fazer sua primeira turnê musical internacional
O ator Hugh Jackman anunciou nesta quinta-feira (29) sua primeira turnê musical internacional. Ele vai fazer shows em diversos países cantando hits dos musicais de sua carreira, como “O Rei do Show” e “Os Miseráveis”. Além desses trabalhos no cinema, Jackman também venceu um Tony por sua performance em “The Boy from Oz”, apresentado em 2003 na Broadway. Intitulada “The Man. The Music. The Show.”, a turnê vai começar com uma apresentação em Hamburgo, na Alemanha, em 13 de maio, e terá uma orquestra providenciando a música do espetáculo. Depois de seguir pela Europa, a maratona será estendida para diversas cidades dos Estados Unidos. Por enquanto, não há shows confirmados para a América Latina. Jackman já fez apresentações musicais antes. Entre 3 e 15 de maio de 2011, cantou no Curran Theatre, em San Francisco, várias canções da Broadway e de musicais hollywoodianos, acompanhado de uma orquestra de 17 músicos. Esta, porém, será a primeira vez que levará os shows para a estrada, apresentando-se em turnê por vários países com o mesmo repertório.
Natalie Portman vira cantora pop em novo trailer e fotos de Vox Lux
O estúdio indie Neon divulgou o pôster, 12 fotos e o segundo trailer de “Vox Lux”, que traz Natalie Portman (“Cisne Negro”) como uma cantora pop. A prévia conta como Celeste, sua personagem, tornou-se uma celebridade ainda adolescente, durante a repercussão de uma tragédia, e mostra sua transformação em estrela glam, com um visual que parece vir do filme “Velvet Goldmine” (1998) ou da continuação nunca filmada de “Cisne Negro” (2010). Toda essa fantasia, porém, contrasta brutalmente com o repertório musical, um pop genérico concebido pela cantora Sia. O filme conta a história dramática de Celeste em duas partes. Nos flashbacks, ela é vivida por Raffey Cassidy (de “O Sacrifício do Cervo Sagrado”) e tem a vida mudada ao sobreviver a um tiroteio em sua escola. O tributo que presta aos colegas, com a ajuda da irmã Eleanor (Stacy Martin, de “Ninfomaníaca”) e de seu empresário (Jude Law, de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”), torna-se uma sensação midiática e dá início à sua carreira musical. Já a segunda metade traz Natalie Portman como a protagonista, lidando com os fardos da popularidade enquanto tenta conciliar sua vida pessoal com a profissional. Segundo longa escrito e dirigido pelo ator Brady Corbet (que estreou com “A Infância de um Líder”), “Vox Lux” causou sensação nos festivais de Veneza e Toronto, onde arrançou aplausos e chegou a atingir 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. Desde então, o encanto cedeu um pouco (85%), mas continua forte. A estreia vai acontecer em 7 de dezembro nos EUA, de olho na temporada de premiações, mas ainda não previsão para o lançamento do filme no Brasil.
Ariana Grande vai estrelar série documental no YouTube. Veja o trailer
O YouTube Premium divulgou o trailer de uma série documental sobre a cantora Ariana Grande. Intitulada “Dangerous Woman Diaries”, a série vai acompanhar os bastidores da turnê do disco “Dangerous Woman” e as gravações do novo álbum, “Sweetener”, além de mostrar cenas da One Love Manchester, apresentação beneficente que ajudou vítimas do ataque terrorista ocorrido durante um show da cantora em Manchester, no Reino Unido. Entretanto, a série não deve se aprofundar na intimidade da cantora. As câmeras foram proibidas de invadir sua vida pessoal, que frequentou a mídia este ano graças ao seu noivado com o comediante Pete Davidson , e à morte do ex-namorado Mac Miller. Em compensação, a atração inclui performances ao vivo de sucessos como “Focus”, “Into You”, “Touch It”, “Side to Side”, “One Last Time” e “Dangerous Woman”. Com direção de Alfredo Flores, que assinou vários dos videoclipes da estrela, a série terá quatro episódios e já estreia nesta quinta-feira (29/11). O YouTube Premium disponibilizará os próximos capítulos semanalmente, sempre às quintas.
Conheça duas músicas da trilha de O Retorno de Mary Poppins
A Disney divulgou as primeiras duas músicas da trilha sonora de “O Retorno de Mary Poppins”. “The Place Where Lost Things Go” é uma balada interpretada por Emily Blunt, que vive a personagem-título nessa nova versão. Vale lembrar que a atriz já tinha revelado seus dotes vocais numa produção anterior da Disney, “Caminhos da Floresta” (2014). Já “Trip a Little Light Fantastic” traz Lin-Manuel Miranda como a voz principal. Conhecido pelo musical “Hamilton”, o ator também já cedeu seu talento para a Disney em outra oportunidade, como compositor das canções de “Moana: Um Mar de Aventuras” (2016). No novo filme, ele interpreta Jack, um “ascendedor de lâmpadas”, profissional que antigamente ascendia as luminárias da rua, e aprendiz de aprendiz de Bert, personagem do filme original e um dos melhores amigos de Poppins. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda). A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.
WiFi Ralph quebra bilheterias com a segunda maior estreia do feriado de Ação de Graças na América do Norte
“WiFi Ralph” fez mais que quebrar a internet. A nova animação da Disney quebrou a concorrência em sua estreia na América do Norte no fim de semana, com uma arrecadação de US$ 84,5M (milhões). Trata-se da segunda maior bilheteria já registrada no feriado de cinco dias de Ação de Graças, atrás apenas dos US$ 93,6M do fenômeno “Frozen”, a animação mais bem-sucedida de todos os tempos. Considerando apenas os três dias de fim de semana, porém, a abertura de “Wifi Ralph: Quebrando a Internet” encolhe para US$ 55,6M. O valor é superior à estreia do primeiro filme, “Detona Ralph”, que fez US$ 49M em 2012. Mas menor que a estreia de “O Grinch” (US$ 67,5M) há três semanas. A animação não foi a única produção de cinema com motivos para agradecer o Dia de Ação de Graças. O drama “Creed II” superou expectativas e também faturou uma pequena fortuna: US$ 55,8M ao longo dos cinco dias de feriado e 35,2M no fim de semana apenas. Sua bilheteria também representou um avanço em relação ao filme anterior. O primeiro “Creed” fez US$ 29,5M em 2015. Por sinal, a crítica adorou quase igualmente o spin-off da franquia “Rocky”, que teve 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, e o desenho da sinergia da Disney, com 86%. A má notícia é que o público brasileiro vai demorar muito para poder ver esses sucessos. “WiFi Ralph” só estreia no Brasil em 3 de janeiro e “Creed II” ainda mais tarde, em 24 de janeiro. “O Grinch” parece em 3º lugar com mais um bom desempenho: US$ 30M em sua terceira semana em cartaz. O que significa que o tombo de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” foi grande. Após ter a pior estreia de um filme do universo de Harry Potter, o segundo “Animais Fantásticos” caiu do 1º para o 4º lugar em sua segunda semana. Mas a fraca arrecadação doméstica é compensada por grande êxito internacional, que já fez a bilheteria da fantasia da Warner atingir os US$ 439,7M em todo o mundo. Outro fenômeno mundial, “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, completa o Top 5 e já soma US$ 420,5M em todos os mercados, tornando-se um dos musicais mais bem-sucedidos do século. Já os dois lançamentos amplos remanescentes registraram fracassos retumbantes. Atingido por críticas negativamente letais, “Robin Hood: A Origem” chegou quase morto aos cinemas, com US$ 9,1M em 7º lugar. Os míseros 12% de aprovação conquistados no Rotten Tomatoes ainda o tornam favorito ao Troféu Framboesa de Ouro como um dos piores filmes do ano. E “Green Book”, vencedor do Festival de Toronto que muitos consideram favorito ao Oscar, decepcionou com US$ 5,4M em 9º lugar. Mas vale apontar que o drama indie estrelado por Viggo Mortensen e Mahershala Ali teve a menor distribuição da lista, com exibição em mil salas, contra os demais entre 2,8 mil e 4 mil cinemas. Até “Nasce uma Estrela”, em sua oitava semana em cartaz, está em mais salas. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 55,6M Total EUA e Canadá: 84,4M Total Mundo: US$ 125,9M 2. Creed II Fim de semana: US$ 35,2M Total EUA e Canadá: US$ 55,8M Total Mundo: US$ 55,8M 3. O Grinch Fim de semana: US$ 30,2M Total EUA e Canadá: US$ 180,4M Total Mundo: US$ 215,7M 4. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 29,6M Total EUA e Canadá: US$ 117,1M Total Mundo: US$ 439,7M 5. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA e Canadá: US$ 152M Total Mundo: US$ 420,5M 6. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: US$ 35,7M Total Mundo: US$ 35,7M 7. Robin Hood: A Origem Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 14,2M Total Mundo: US$ 22,9M 8. As Viúvas Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 25,5M Total Mundo: US$ 33,3M 9. Green Book Fim de semana: US$ 5,7M Total EUA e Canadá: US$ 7,8M Total Mundo: US$ US$ 7,8M 10. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 191M Total Mundo: US$ 353,4M
Próximo clipe de Ariana Grande é inspirado no filme Meninas Malvadas
A cantora Ariana Grande compartilhou no Instagram diversas fotos dos bastidores da gravação de seu próximo clipe, que acompanha a música “Thank U, Next”. E as imagens apontam uma inspiração mais que evidente: o filme “Meninas Malvadas”, comédia adolescente cultuada de 2004. Nas fotos, Ariana surge com o visual da maior menina malvada de todas, Regina George, o papel que impulsionou a carreira da atriz Rachel McAdams. E ela tem a companhia de ninguém menos que Jonathan Bennet, intérprete de Aaron Samuels, ex-namorado de Regina no filme. Por sinal, ele também postou fotos do clipe em seu Instagram, voltando ao personagem até nas legendas. “Aaron ama Regina”, escreveu ele na legenda. Ao que Ariana retrucou nos comentários, com um diálogo de Regina em “Meninas Malvadas”: “Isso é loucura! Por que eu terminaria com você? Você é tão gato!” Depois, postou uma imagem com Elizabeth Gillies (a Fallon da série “Dynasty”), no papel de Cady Heron (Lindsay Lohan), com quem seu personagem também se envolveu na história original. E pelo título e tema da música, este deve ser um ponto central do clipe. A partir daí, Ariana liberou geral, mostrando várias imagens, inclusive toda a turma das Plastics, formada por suas amigas Alexa Luria como Karen Smith (Amanda Seyfried), Courtney Chipolone como Gretchen Wieners (Lacey Chabert) e a já mencionada Elizabeth Gillies, que é capaz de confundir os fãs de Lindsay Lohan. Até uma versão do “livro do arraso” (burn book) apareceu nas fotos. Veja abaixo. Ariana ainda não revelou quando o clipe será lançado, mas não deve demorar para evitar ataques de ansiedade em seus fãs. Visualizar esta foto no Instagram. coming soon Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 23 de Nov, 2018 às 9:04 PST Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 23 de Nov, 2018 às 10:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 23 de Nov, 2018 às 11:00 PST Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 24 de Nov, 2018 às 7:37 PST Visualizar esta foto no Instagram. way too damn needy Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 24 de Nov, 2018 às 9:47 PST Visualizar esta foto no Instagram. you’re like really pretty Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande) em 24 de Nov, 2018 às 8:21 PST Visualizar esta foto no Instagram. Aaron ❤️ Regina. Thank U, Next Uma publicação compartilhada por Jonathan Bennett (@jonathandbennett) em 24 de Nov, 2018 às 8:42 PST Visualizar esta foto no Instagram. Aaron ❤️ Cady. Thank U, Next. Uma publicação compartilhada por Jonathan Bennett (@jonathandbennett) em 24 de Nov, 2018 às 2:38 PST
Luan Santana e DJ Alok viram desenho animado “japonês” em clipe de parceria musical
A parceria entre Luan Santana e o DJ Alok ganhou clipe. A canção “Próximo Amor”, que marca o encontro inusitado entre astros da música eletrônica e sertaneja, passa-se num futuro de desenho animado japonês. Os dois viram personagens de anime e confundem o coração de uma jovem japonesinha, que parece não distinguir quem é quem. Também pudera, já que esses brancos são muito iguais, com o mesmo penteado e barba. A arte da animação é excelente – mas os artistas não foram creditados no vídeo – e consegue, sem querer, simbolizar a homogeneização resultante da parceria. “Próximo Amor” é uma viagem ao lugar-comum musical, que elimina distinções de estilos e tribos em busca de um pastiche de pop eletrônico, em que cabe tanto o sintetizador quanto o vocal chororô, culminando num refrão ôôôôô de boy band. Um hit fabricado em laboratório, sem identidade distinguível entre as barbinhas e penteadinhos iguais. Não será surpresa se Luan Santana lançar uma versão acústica da faixa, já que ela não pertence a nenhum estilo, além daquele que se costuma chamar de música comercial. Já para Alok, a parceria com cantores sertanejos não é novidade, após gravar com Matheus e Kauan e Simone e Simaria. Disponível em todas plataformas digitais, a música será tema do VillaMix Festival 2019.
Jaden Smith pula sem parar e divulga sua grife de água em novo clipe
O ator e rapper Jaden Smith divulgou o clipe de “Plastic”, primeiro vídeo extraído de seu novo disco “The Sunset Tapes: A Cool Tapes”, que foi lançado há uma semana. O clipe traz Jaden bastante agitado em torno de um batmóvel de milionário, dançando ao estilo canguru – com pulos – enquanto interpreta seu novo rap em duas locações diferentes, sem largar o celular e com direito a água de sua grife particular. Isto mesmo. Jaden Smith lançou uma marca de água, chamada JUST Water, que é “produzida de forma responsável e embalada para melhorar o impacto ambiental e comunitário”, segundo o site oficial. Além disso, as garrafas são todas feitas de papel e plástico à base de plantas. É o que ele bebe no clipe.
Gwen Stefani e Blake Shelton brigam para ter um Natal perfeito em clipe divertido
O casal do reality “The Voice” – e da vida real – Gwen Stefani e Blake Shelton lançaram um clipe divertido da música “You Make It Feel Like Christmas”, em que comemoram o Natal. Mas eles se esforçam tanto para que a festividade seja perfeita, que acabam extrapolando. Dos insetos na árvore de Natal aos exageros na decoração e capricho demasiado na ceia, tudo rende estresse. O final é uma briga com direito a triângulo amoroso com ninguém menos que Papai Noel. A música é antiga. Integra o disco de 2017 de Gwen Stefani, que leva o mesmo nome da canção. Como o álbum foi recentemente reeditado e ganhou cinco faixas adicionais, o clipe tenta empurrar a reciclagem para baixo da árvore de Natal alheia. A direção do vídeo é de Sophie Muller, que faz clipes desde os anos 1980 (Eurythmics, Sade, etc) e trabalhou com a velha banda de Stefani, o No Doubt, há 21 anos.
Documentário “perdido” de Aretha Franklin filmado por Sydney Pollack há 46 anos ganha primeiro trailer
O falecimento de Aretha Franklin em agosto passado continua inspirando uma série de homenagens e projetos. E entre as produções, surge agora o primeiro trailer de um documentário inédito, mas lendário. “Amazing Grace” foi filmado em 1972 pelo famoso cineasta Sydney Pollack (1934–2008), responsável por clássicos de Hollywood como “A Noite dos Desesperados” (1969), “Mais Forte que a Vingança” (1972), “Três Dias do Condor” (1975), “Tootsie” (1982), “Entre Dois Amores” (1985) e muitos outros. O filme registra a célebre gravação do disco homônimo, que se tornou o maior campeão de vendas da história da música gospel. Pollack levou uma equipe de filmagens para registrar o show da cantora na Igreja Batista New Missionary, em Los Angeles, flagrando o fervor do público diante de uma Aretha divina, no auge de seu talento, aos 29 anos de idade. É o mesmo show que virou o disco “Amazing Grace”. Mas o filme não refletiu o êxito do lançamento musical, ficando no limbo por 46 anos, a ponto de ser considerado “perdido”, arquivado em lugar desconhecido, devido a uma série de problemas legais e técnicos. Redescoberto, teve sua primeira exibição pública na semana passada, durante o Festival AFI, em Los Angeles, e a reação de pública e crítica foi arrebatadora. A produção agora terá lançamento limitado, a partir da próxima sexta (23/11) na Califórnia, para se qualificar e buscar um indicação ao Oscar. Caso consiga, seria a oitava e primeira póstuma de Pollack, que venceu os Oscars de Melhor Filme e Melhor Direção por “Entre Dois Amores”.
Leela lança novo clipe dançante com foco na autossatisfação digital
A banda Leela está com com clipe novo, o primeiro de seu próximo álbum. A música “YouTube Mine” tem uma pegada dançante sem abandonar as guitarras, e demonstra boas influências – de Blondie, Garbage, Metric e New Young Pony Club, entre outras. Em parceria com Fausto Fawcett, a letra explora o mundo da autossatisfação digital, com ênfase no YouTube, de onde vem o trocadilho do título, e a obsessão por “likes”, enquanto o vídeo brinca com a invasão das webcams, cobrindo de dicas de beleza de dragtubers a sextings privados. Quem disse “I can’t get no (satisfaction)”? A direção do clipe é de Los Cabras (Antônio Adriano e Thiago Reys), diretores de comerciais que também já gravaram Maluvitta Drag Queen, uma das participantes do vídeo. Considere como aperitivo para o disco novo, o quarto da banda, que reunirá dez canções inéditas escritas ao longo dos últimos cinco anos. Sem dúvida, desperta o apetite por mais. Por sinal, Leelaoficial é um ótimo canal para se seguir no YouTube, atualmente transmitindo a 2ª temporada de “Leela Live”. #FicaADica.
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald estreia com pior bilheteria da franquia Harry Potter
“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” estreou em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas. Entretanto, a arrecadação de US$ 62 milhões ficou abaixo das expectativas ambiciosas da Warner e representa a menor abertura registrada por um título da franquia “Harry Potter”. Para completar, o filme também vem acumulando as piores críticas desse universo criado pela escritora J.K. Rowling e a cada dia vê sua aprovação desabar mais no ranking do Rotten Tomatoes. Se até a estreia era considerado medíocre, com pouco mais de 50% de aprovação, a nota desabou de vez nesse domingo (18/11), registrando no momento apenas 40%, o que lhe rende a condição de “podre” pelos critérios do site. Em compensação, tem conseguido bom desempenho no mercado internacional, onde está sendo visto por mais público que o filme anterior, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Isto, claro, deve-se à estratégia de distribuição, que alinhou a estreia simultânea em 79 países. Assim, a produção gerou mais US$ 191 milhões – com destaque para os países da Europa – totalizando US$ 253,2 milhões em sua estreia mundial. Vale lembrar que “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” foi filmado com um mega-orçamento de US$ 200 milhões e ainda gastou outra fortuna em marketing para sua divulgação, de modo que a expectativa do estúdio mirava uma bilheteria de no mínimo US$ 800 milhões ao todo, como o filme anterior. O detalhe é que apenas quatro lançamentos superaram esse montante em 2018. A estreia de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” ficou abaixo até do desempenho da animação “O Grinch” na semana passada. O desenho da Illumination/Universal, que agora caiu para o 2º lugar, começou sua trajetória com US$ 66 milhões e manteve o sucesso na segunda semana, com mais US$ 38,1 milhões. Em dez dias, a animação já soma US$ 126,5 milhões nos Estados Unidos e no Canadá. Porém, não tem o mesmo desempenho no resto do mundo. Isto se deve às criações de Dr. Seuss não serem tão conhecidas fora da América do Norte, mas principalmente por o lançamento internacional ter sido muito pulverizado. A maioria dos países só vai receber sua estreia entre o final de novembro e o Natal, devido à temática natalina – mas já está nos cinemas brasileiros. “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, também segue impressionante no 3º lugar em sua terceira semana de exibição. A bilheteria atingiu US$ 384,3 milhões em todo o mundo, superando o outro musical em cartaz, “Nasce uma Estrela” (US$ 340,7 milhões após sete semanas). O Top 5 se completa com duas estreias. A comédia “De Repente uma Família” fez só US$ 15,7 milhões e abriu em 4º lugar, também abaixo das expectativas da Paramount, que imaginava algo em torno das bilheterias da franquia “Pai em Dose Dupla”, com o mesmo ator (Mark Wahlberg) e temática similar – o primeiro “Pai em Dose Dupla” estreou com US$ 38,7 milhões e o segundo com US$ 29,6 milhões. A crítica, no entanto, gostou bem mais da nova comédia que das anteriores (“podres”), com 81% de aprovação. Já “As Viúvas” iniciou com US$ 12,3 milhões. Pode parecer pouco, mas é o melhor desempenho inicial de uma obra do diretor Steve McQueen, que antes de vencer o Oscar com “12 Anos de Escravidão” (2013) só fazia dramas indies pouco convencionais. O novo trabalho representa sua primeira incursão ao cinema de ação e o resultado foi aplaudidíssimo pela crítica, com 91% no Rotten Tomatoes. É também o filme mais caro do cineasta inglês. Custou US$ 42 milhões, pouco mais que o dobro de “12 Anos de Escravidão”, e teria como meta faturar US$ 150 milhões no mínimo. Isto lhe obriga a ter um desempenho internacional bem melhor. O problema é que o público não se empolgou tanto quanto a crítica, como atesta a nota B no CinemaScore, pesquisa feita com quem pagou ingresso nos Estados Unidos. Dos três filmes lançados, “As Viúvas” teve a pior avaliação do público americano, que, em franco contraste com a crítica, deu B+ para “Animais Fantásticos” e adorou “De Repente uma Família”, único a receber nota A. Tanto “As Viúvas” quanto “De Repente uma Família” estreiam no Brasil em duas semanas, no dia 29 de novembro. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” já está em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 62,2 Total EUA e Canadá: 62,2 Total Mundo: US$ 253,2m 2. O Grinch Fim de semana: US$ 38,1m Total EUA e Canadá: US$ 126,5m Total Mundo: US$ 151,7m 3. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 15,7m Total EUA e Canadá: US$ 127,8m Total Mundo: US$ 384,3m 4. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 14,7m Total EUA e Canadá: US$ 14,7m Total Mundo: US$ 14,7m 5. As Viúvas Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 12,3m Total Mundo: US$ 19,6m 6. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 4,6m Total EUA e Canadá: US$ 43,8m Total Mundo: US$ 116,2m 7. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 4,3m Total EUA e Canadá: US$ 185,8m Total Mundo: US$ 340,7m 8. Operação Overlord Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 17,7m Total Mundo: US$ 32,7m 9. Millennium: A Garota na Teia de Aranha Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 26,5m 10. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 28,8m Total Mundo: US$ 29,1m
Anitta “esquece” produtores do começo da carreira, ex-empresária e diretor polêmico na sua série documental
A série documental “Vai Anitta” estreou nesta sexta (16/11) na Netflix e já rendeu polêmica. Dois produtores lamentaram o “esquecimento” de sua importância para a carreira da cantora, já que foram completamente ignorados nos depoimentos que tratam da artista. “Larissa, você pode até me tentar tirar da sua história! Mas não tem como negar que eu estava certo. Parabéns pela série no Netflix.”, escreveu o DJ Batutinha nas redes sociais. Batutinha foi quem descobriu Anitta, quando ela ainda se chamava Larissa – o nome de batismo da cantora é Larissa de Macedo Machado. “Vi um vídeo dela na internet, cantando duas músicas que eu tinha produzido para outra cantora, a Priscilla Nocetti. Percebi que tinha algo a mais no timbre de voz e na presença de palco e resolvi chamá-la para um teste vocal no estúdio. Ela chegou lá e cantou as músicas que pedi, de um jeito totalmente peculiar, que eu decidi que iria escrever e produzir. Apostei na Larissa”, ele contou em entrevista para o UOL em março. “Eu tinha certeza absoluta que havia encontrado uma popstar! Mesmo dentro do universo do funk.” O segundo produtor que reclamou ter sido esquecido no documentário foi Rômulo Costa, dono da equipe Furacão 2000, que lançou Anitta. “Já esperava. O ser humano é ingrato, mas a história está aí e não se apaga. Existem registros como fotos, vídeos, programas e discos e é só ver ou procurar para descobrir onde ela começou a carreira”, reclamou Costa ao UOL. A assessoria da cantora não comentou as declarações dos produtores. Mas eles não foram os únicos “esquecidos” pela série. Kamilla Fialho, a ex-empresária com quem Anitta travou batalha judicial por quatro anos, não é mencionada, assim como o americano Terry Richardson, fotógrafo famoso que dirigiu o clipe de “Vai Malandra” e, depois, foi acusado de abuso sexual por várias mulheres. Anitta, porém, contou que quebrou o pau com a equipe de produção do clipe de “Vai Malandra”, mas não se sabe o que realmente rolou entre ela e Richardson, que não é mencionado. Entretanto, ele deve ser a pessoa referida numa frase sobre as gravações. “Eu chamei todos os envolvidos, eu pedi perdão pra Jojo Toddynho e para o DJ Yuri, que eram apenas convidados, e falei ‘vocês vão conhecer uma pessoa que eu gostaria que vocês esquecessem logo na saída’”, disse a cantora, explicando ainda que dispensou a equipe de produção, colocou sua equipe pessoal para trabalhar e coordenou pessoalmente as cenas: “Eu que falava ‘vai música’, ‘rodou’, ‘câmera’, ‘ação’”. Esta é uma das muitas revelações de bastidores e da vida pessoal de Anitta na produção. Mas não a mais contundente. Neste caso, vale a saída do armário bissexual da cantora. Num dos episódios, Anitta assume já ter ficado com mulheres. E era bem jovem quando isso aconteceu, porque conta que tinha medo da reação de sua mãe. “Eu fiquei morrendo de medo da reação dela e ela foi completamente normal como sempre comigo. Por isso tenho tanta vontade de dar esse suporte às pessoas que têm suas diferenças sexuais, porque acho me lembra o medo que eu tive e o alívio que minha mãe me causou. Ao mesmo tempo em que eu agradeço a ela, tento ser um suporte às pessoas que não tiveram essa sorte que eu tive”, diz a cantora. Para quem não lembra, quando foi provocada para se posicionar nas últimas eleições em relação a Jair Bolsonaro, Anitta chegou a afirmar que fazia parte da comunidade LGBTQIA+, mas não deu detalhes sobre sua orientação sexual. O vídeo também mostra o lado chatinho de Anitta, reclamando dos colaboradores e apontando falhas com o famoso “eu disse”, além de mostrá-la lidando com a depressão, que se manifesta sem avisos em momentos que deveriam ser de comemoração. A história continua, claro, muito além do período coberto pela série. E num vídeo de divulgação disponibilizado pela Netflix nesta sexta, ela até já iniciou a campanha para a 2ª temporada – uma chance de corrigir omissões. Veja abaixo.












