MV Bill lança clipe de rap com mensagem importante sobre coronavírus
O rapper MV Bill lançou o clipe de “Quarentena”, rap com mensagem importante sobre os “tempos difíceis” do coronavírus. A gravação, feita na residência de MV Bill, reforça a importância de se seguir a orientação da OMS (Organização Mundial de Saúde) a respeito do isolamento social e condena a falta de ação – e preocupação – do governo federal com a saúde dos brasileiros. “Sua máscara caiu, caiu e todo mundo viu”, diz o refrão, referindo-se à falta de liderança do Planalto. “Incompetência vem na frente sim. Se dependesse deles a epidemia não teria fim. Presos na inércia”, diz a letra poderosa, que continua: “Sei, com povo gado é mais fácil levar de lambuja. Lavaram as mãos mas a boca continua suja”. A letra reforça a orientação para que as pessoas fiquem em casa e lavem as mãos, reforçando a dificuldade do combate ao vírus nas comunidades carentes e cobrando que o governo faça algo. “Alguém avisa pra esses ‘cara’ que a gripe é mundial e a cada dia o número de infectados dispara. As ruas estão vazias, assim que tem que ser. Marcar uma temporada em casa se quiser viver”, ensina Bill. “Na favela, pra nós a covid é diferente. As casas não são grande e geralmente muita gente. Aglomeração inevitável. Alguns lugares ainda não tem água potável. Se cuida aí. Ih, que vai faltar espaço na UTI se a gente não fizer o certo pra se prevenir”, aponta a música, que ainda alerta para o fato de que a ausência de liderança, ao rimar com negligência e arrogância, só contribui para deixar a situação pior. “O bagulho é sério não tem cura milagrosa. Pois bem não tem plano de contingência. Alguns vão se contaminar por conta dessa negligência. Outros vão pegar por conta da ignorância. Liderança que se perde se acha na arrogância”. Veja o clipe abaixo.
Titãs lançam novo clipe de Sonífera Ilha para tempos de coronavírus
A banda Titãs divulgou um novo clipe para um de seus maiores sucessos, “Sonífera Ilha”. Em versão acústica inédita, gravada com piano e violão, a música ganhou andamento diferente, tangando o ska com interpretação “minimalista” de Tony Beloto, Branco Mello e Sérgio Britto, mas principalmente um novo sentido. “Não posso mais viver assim ao seu ladinho” virou slogan de precaução contra a pandemia de coronavírus. O clipe ilustra o momento atual por meio de participações de vários artistas e celebridades, que dublam a letra em suas quarentenas particulares. A lista inclui Os Paralamas do Sucesso, Lulu Santos, Rita Lee e Roberto de Carvalho, Elza Soares, Andreas Kisser, o ex-jogador Casagrande e até a atriz Fernanda Montenegro, entre outras personalidades. Fernanda chegou a divulgar o clipe em suas redes sociais, escrevendo: “Sem arte não se vive” e “Parabéns Titãs por essa obra linda”. Veja abaixo o vídeo, assinado por Otavio Juliano e Luciana Ferraz, respectivamente diretor e produtora do documentário “Sepultura Endurance” (2017).
Anitta rouba a cena em clipe internacional de MC Lan com Major Lazer
O clipe de “Rave de Favela” marca um novo encontro de Anitta com o projeto americano Major Lazer, do DJ Diplo. A voz principal é do paulista MC Lan, mas é mesmo Anitta quem rouba a cena, entre uma chupada de pirulito e um convite de sexo explícito, rebolando entre batidas aceleradas e graves potentíssimos, numa mistura de baile funk com música eletrônica distorcida no volume máximo. Ou como diz a cantora: “rave com funk… ficou excitante”. Dirigido por George Nienhuis (“Disney Best Day Ever”), o vídeo foi gravado no começo da semana nos Estados Unidos e disponibilizada de madrugada em todas as plataformas de streaming. E já virou o terceiro mais visto do YouTube na manhã deste sábado (15/2). “Rave de Favela” é a aposta de Anitta para o carnaval. No começo da semana, ela já tinha dado a dica. “E aí, Brasil. Carnaval chegando, né … Vocês já estão se preparando? Eu, o MC Lan e o Major Lazer já estamos quase prontos”, escreveu nas redes sociais, durante as gravações do clipe.
Claudia Leitte vai se fantasiar de Mulan no carnaval
A cantora Claudia Leitte vai bisar a parceria de marketing com a Disney para o carnaval deste ano. Após se fantasiar de Capitã Marvel no ano passado, ela vai aparecer de Mulan nos carnavais de São Paulo e Salvador. A própria artista divulgou a novidade em seu perfil no Instagram, usando uma hashtag para indicar que se trata de acordo publicitário. Ela deverá usar dois trajes inspirados na fábula da Disney, desenhados pelo estilista Yan Acioli em parceria com Israel Valentim. O primeiro esta previsto para debutar durante a participação de Claudia no Bloco Largadinho, em São Paulo, no dia 16 de fevereiro. Já o segundo traje deve ser mostrado em Salvador, no dia 25 de fevereiro, também no Bloco Largadinho. “Mulan” estreia um mês depois, em 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram Mulan, a guerreira que luta com lealdade, coragem e verdade é uma das grandes mulheres inspiradoras que apresentaremos no #CarnavalClaudiaLeitte. Vocês estão prontos? #Mulan | #Publi Uma publicação compartilhada por Claudia Leitte (@claudialeitte) em 6 de Fev, 2020 às 6:18 PST
Sertanejos e Dedé Santana homenageiam Bolsonaro em evento que pede fim da meia-entrada
O presidente Jair Bolsonaro recebeu uma homenagem de cantores sertanejos – e do comediante Dedé Santana – nesta quarta-feira (29/1), em uma cerimônia no Palácio do Planalto. Uma carta de apoio, lida no encontro, diz que Bolsonaro realiza “notáveis feitos” em “diversos setores produtivos” e é um “um governante que trabalha em prol de seu povo”. Aproveitando a oportunidade, um representante dos produtores de shows pediu a Bolsonaro o fim da meia-entrada em evento culturais e uma mudança na regulamentação dos direitos autorais. A carta de apoio foi lida pelo locutor oficial da festa do peão de Barretos (SP), Cuiabano Lima, já o porta-voz do pedido do fim do desconto nos ingressos de estudantes, idosos, deficientes e jovens de baixa renda foi o presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), Doreni Caramori Junior, que classificou a meia-entrada de “injustiça histórica”. “Meio livro não existe, meia bicicleta não existe. Não pode o Estado brasileiro intervir na economia e tomar 50% sem nenhum tipo de compensação”, ele reclamou. Além de shows, a meia-entrada vale para cinemas, teatros e outros eventos culturais e esportivos. Sem dar detalhes, o presidente prometeu trabalhar por pleitos apresentados pelo segmento, seja por meio de decretos ou por projetos de lei. Ele disse que atenderá os pedidos desde que não seja encontrado “óbice jurídico ou constitucional”. De acordo com lista divulgada pelo Palácio do Planalto, estiveram presentes 56 artistas, entre eles as duplas Bruno & Marrone e Cesar Menoti & Fabiano, além do ator Dedé Santana, ex-integrante do grupo “Os Trapalhões”.
Pabllo Vittar faz denúncia polêmica sobre “censura” para “bombar” clipe
Pabllo Vittar está denunciando uma curiosa “censura” no YouTube. Em tempos de Bolsonaro, basta dizer “é o lobo” para todos se mobilizarem. Mas o cantor drag queen – que, é bom frisar, mantém identidade social masculina – pode ter errado de tom, ao fazer uso de vitimização como estratégia de marketing. Vittar gravou um Stories no Instagram para alertar seus seguidores: “Como vocês viram ontem, meninas, recebemos uma restrição de idade no clipe de ‘Parabéns’ porque estou lá segurando um copo de vodka. Sendo que já havia uma mensagem lá dizendo ‘beba com moderação’. E mesmo assim eles quiseram restringir para maior de idade”, ele disse, em seu relato. Assumindo pose de vítima, Vittar afirmou que a censura aconteceu por ele ser drag queen. “A gente sabe também que há vários videoclipes muito mais nocivos no YouTube, com conteúdos muito mais explícitos e não são restritos, não são banidos. Nem sequer são lembrados. Mas atacam a drag queen”, teorizou. Em seguida, pediu para que os fãs ajudassem a fazer o clipe bombar mesmo com esse problema imposto pelo Youtube. “Vamos fazer de ‘Parabéns’ uma das músicas deste Carnaval querendo ou não. Diga não à censura seletiva, gente! E quero que vocês saibam que isso não vai ficar assim. Eu vou recorrer na justiça. Vou ter o meu clipe de volta”, completou. Diante da acusação, o YouTube se pronunciou, deixando claro o equívoco de Vittar. “O conteúdo do vídeo não viola as políticas do YouTube e foi enviado com restrição de idade pelo usuário que fez o envio. Configurações de restrição de idade podem ser editadas pelo YouTube Studio. Se precisar, estamos aqui para ajudar! Arrasa”, informou a plataforma. Ou seja, segundo o YouTube, a iniciativa de estabelecer uma classificação etária – e não “censura” – partiu de quem postou o vídeo. Muito provavelmente da própria gravadora do cantor. Fez mais: ainda se colocou a disposição para ensinar como mudar a classificação nas configurações. Mas Vittar não apagou os posts em que pede para o público ajudar a “bombar” o clipe, para transformar “Parabéns” em hit de carnaval. Em outro post, incentivou os seguidores a aumentarem a visualização do vídeo, acusando: “Essa censura seletiva tem que acabar”. Embora o governo federal e algumas prefeituras realmente tenham transformado ataques à comunidade LGBTQIA+ e à liberdade de expressão em “política cultural”, não parece ser este o caso do clipe do cantor. O vídeo em questão não traz Vittar apenas “segurando um copo de vodka”. “Parabéns” é uma propaganda assumida de vodka, com closes (plural) na marca e com uma direção de arte estudada para refletir as cores da embalagem do produto. Trata-se sim de um comercial de bebida, como a Pipoca Moderna apontou por ocasião de seu lançamento em outubro passado. E nem foi o primeiro da carreira de Vittar. Em 2018, o CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) reforçou as restrições a comerciais de bebidas no Brasil, para incluir também as redes sociais e influenciadores digitais. Um dos pontos destacados foi justamente o fato de que “as mensagens são destinadas unicamente a adultos”. O comunicado ainda apontou que as plataformas digitais que fizerem esse tipo de comercial “deverão conter dispositivo de acesso seletivo, de modo a evitar a navegação por menores”. Portanto, se a gravadora de Vittar resolveu acatar a orientação do CONAR, não se trata de “censura”, mas observância da regulamentação que vale para todos os “influencers” – sem exceção para aqueles que são “drag queens”. Há tempos os clipes de Vittar são comerciais ambulantes de vários produtos. Se servem para incentivar consumo de mercadorias voltadas ao público adulto, devem estar sujeitos à regulamentação. A solução é simples: deixar os clipes promoverem apenas as músicas do artista. Mas Vittar não faz essa distinção e já está trabalhando com outro fabricante de bebida, desta vez refrigerante, num novo “clipe”. Como o YouTube não teve realmente nada a ver com a classificação etária de “Parabéns”, a suspeita de uma ação do CONAR passou a motivar uma mobilização online. “O clipe de ‘Parabéns’, lançado pelo cantor e drag queen brasileiro Pabllo Vittar, está sendo alvo de perseguição pelo CONAR. Existem diversos vídeos de outros artistas, majoritariamente heterossexuais, que contêm publicidade de marcas de bebidas alcoólicas (destilados) e que não foram notificados pelo CONAR. Exigimos, através desta petição, a retirada da restrição sobre o hit de Pabllo Vittar, pois o ato é visivelmente homofóbico. Caso contrário, que a restrição seja APLICADA A TODOS!”, diz o texto de um abaixo-assinado na plataforma Avaaz. A petição sugere que existem outros clipes com publicidade de bebida que não sofreram as mesmas restrições. De fato, é possível encontrar clipes do gênero no YouTube disponíveis para menores. “Make It Hot”, mais recente parceria entre Anitta e Major Lazer, é até mais explícito, ao mostrar o rótulo de uma garrafa em mega-close nos primeiros segundos de exibição. Também deveria ter classificação etária. Há até o caso de “Viaja na Skol Beats”, de MC Maiquinho, que identifica o produto no título da canção. Mas esses e outros precisariam ser denunciados para serem analisados pelo conselho. Interessados, podem tomar a iniciativa. O CONAR ainda não comentou o caso de “Parabéns”. Houve realmente uma reunião em dezembro sobre o vídeo, com anotação de decisão por “unanimidade”, mas até o momento ela não foi explicada nos relatórios de “Decisões” publicados no site oficial do conselho. O que há registrado é uma contestação de fevereiro do ano passado, em que a organização abriu representação ética contra uma ação publicitária feita pela cerveja Skol no clipe da canção “Seu Crime”. Na ocasião, a queixa foi sobre a idade de Vittar, que na época dizia ter 24 anos. Comerciais de bebida só podem ser feitos por maiores de 25 anos no Brasil. Vittar revelou que, na verdade, era mais velho do que dizia. E o clipe foi mantido no ar. Está lá na página do YouTube do cantor, inclusive para menores. Vale lembrar que, anteriormente, o CONAR deu parecer favorável – e unânime – para a exibição sem classificação etária de campanhas da Natura, do Boticário e do bombom Sonho de Valsa, que enfrentaram protestos conservadores por incluírem beijos LGBTQIA+. E que nenhum outro clipe de Vittar sofreu restrição. Estão todos disponíveis para menores. Nem sequer o clipe “censurado” saiu do ar. “Parabéns” já acumula mais de 50 milhões de visualizações. Por outro lado, existem várias peças, exposições, filmes e séries enfrentando homofobia e censura reais, impedidos de ser produzidos ou assistidos no Brasil. Pabllo Vittar se pronunciou sobre o ocorrido que aconteceu ontem com o clipe de “Parabéns” no YouTube. #DigaNãoACensuraSeletiva! pic.twitter.com/IqCYGgzK3M — Pabllo Daily (@PablloDailyV) January 21, 2020 Ver essa foto no Instagram PARABÉNS SEM RESTRIÇÃO JÁ! continuem assistindo o clipe vittarlovers e ouvindo nas plataformas, essa censura seletiva tem que acabar. Uma publicação compartilhada por Pabllo Vittar ✨ (@pabllovittar) em 21 de Jan, 2020 às 4:00 PST
Anitta lança seu clipe mais quente com funkeiro de novela
Anitta lançou seu clipe mais quente, “Até o Céu”, em clima de pegação com o funkeiro MC Cabelinho – recentemente transformado em ator na novela “Amor de Mãe”. O vídeo vai fundo na intimidade da cantora, acompanhando-a até em momento mix no banheiro. Os closes também abundam, com direito a detalhes de topless e bottomless (a famosa nudez completa) em cena de sexo com o parceiro musical. O envolvimento começa com um flerte vocal. “Anitta, sabe eu te quero, não é de hoje/ Então vem jogando, rebolando, sua malandra/ Que a nossa noite termina na sua cama”, diz Cabelinho no começo da canção. “Chega perto/ Pode colar junto que o lance aqui é certo/ Vou matar tua sede tipo água no deserto/ Chega no talento pra gente ficar”, responde a cantora, antes de tirar a roupa e se jogar. A grande sacada da direção de Og Cruz é que o clipe parece um vídeo caseiro, num registro abertamente voyeur, que sugere uma gravação das férias de verão da cantora – com momento “sex tape”. Apesar da levada reggae combinar com o tema “sol, praia e sexo”, a música não faz esforço para se diferenciar do pop genérico atual. Culpa da pior tendência de produção dos últimos anos. MC Cabelinho é mais um com mania de gravar vocal choroso e distorcido por efeitinho. Cantores de rock, (t)rap e sertanejo agora soam todos iguais, graças ao recurso banal. “Até o Céu” integra o próximo disco de Anitta, “Brasileirinha”, que ainda não tem data de lançamento.
Pabllo Vittar abraça o brega em novo clipe colorido
Pabllo Vittar lançou o clipe de “Amor de Que”, seu novo single, em que abraça o brega sem pudor. Com visual colorido e ambientação em bar e moradia popular, o vídeo dirigido por João Monteiro, em sua 9ª parceria com o cantor, evoca o universo das músicas de romantismo rasgado que marcaram época nos anos 1970 e ainda movimentam fortunas pelo interior e Norte do Brasil. Apesar de efeitos sonoros que mais distraem que acrescentam, a música é um exemplar típico da era de ouro do brega, mas sua letra tem uma reviravolta em relação ao tema clássico do cancioneiro romântico nacional. Quem canta é a autoproclamada “quenga”, a vadia que promete trair quem se apaixonar por ela. Originalmente, o brega romântico dá voz aos homens traídos. As gravações foram feitas em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, para recriar o ambiente típico desse universo, e o resultado almodovariano é bem diferente dos outros trabalhos americanizados do cantor – que, vale lembrar, faz sucesso como drag queen, mas não é transexual. “Amor de Que” (com falta de acentuação) é o terceiro – e melhor – clipe extraído de “111”, terceiro álbum de estúdio de Pabllo, e também o primeiro sem uma parceria famosa – os anteriores foram “Flash Pose”, sua parceria com Charli XCX, e “Parabéns”, com Psirico.
Novo clipe de Ludmilla faz apologia à Verdinha
A cantora Ludmilla lançou o clipe de “Verdinha”. A música faz alusão ao plantio de maconha e foi gravado em meio a muitas folhas verdinhas. Mas na verdade elas não passam de hortaliças inocentes, cultivadas numa estufa. A letra, os cigarrinhos e a fumaceira que acompanham Ludmilla e suas dançarinas é que deixam claro a referência. “Eu fiz um pé lá no meu quintal/ Tô vendendo a grama da verdinha a R$ 1”, diz o refrão. Para deixar claro que não se trata de alface, a letra segue: “Fiquei loucona, chapadona só com a marola da ‘juana'”. Para completar o “escândalo”, Ludmilla também aparece ao lado da namorada dançarina Brunna Gonçalves segurando uma pistola que atira bandeiras do movimento LGBTQIA+. Esse detalhe acabou passando batido diante do olhar indignado de parcela do público que acusou a nova música da cantora de fazer apologia as drogas. Como se esse tema fosse novidade em seu repertório. “Verdinha” já é a terceira música de Ludmilla a fazer referência à maconha. As anteriores foram “Não Encosta no Meu Baseado” (que ganhou versão “light”, “Não Encosta no meu Namorado”) e “Onda Diferente”. O clipe tem direção de João Monteiro, que recentemente comandou vídeos de Gloria Groove, Kelly Key, Duda Beat e Pabllo Vittar, e assina o documentário “TupiniQueens”. O vídeo passou a liderar o ranking do YouTube nacional assim que entrou no ar, rendendo cerca de 100 mil visualizações por hora.
Kondzilla vai lançar série sobre MC Fioti no Facebook Watch
A equipe do produtor Konrad Dantas, conhecido pelo nome artístico KondZilla, vai lançar uma nova série documental no Facebook Watch sobre a trajetória e ascensão do funkeiro MC Fioti no mundo. Ao longo de oito episódios, os fãs de funk conhecerão mais sobre o artista e como ele se transformou em um artista internacional. O programa vai mostrar como o intérprete de “Bum Bum Tam Tam” ultrapassou barreiras e se tornou o primeiro funkeiro a se apresentar no festival Tomorrowland da Bélgica, além de acompanhar o passo a passo da gravação do seu novo videoclipe em Dubai. A atração estreia em 4 de dezembro, com novos episódios todas às quartas-feiras e sextas-feiras seguintes. Para assistir aos episódios, basta seguir a página de Kondzilla na rede social, e as produções serão adicionadas à sua “Lista para Assistir” no Facebook Watch. Depois, é só tocar no ícone do Facebook Watch ou acessar diretamente a página quando os vídeos dos episódios estiverem disponíveis. Além de “MC Fioti: Um Funkeiro Pelo Mundo”, a página de Kondzilla também produz outras atrações semanais, entre elas um talk show apresentado por MC Lan, um programa com Dani Russo sobre as diversas vertentes do funk pelo Brasil e a série “Criando um Hit”, em que artistas do funk (MC JottaPê, Kevinho e MC Kekel) mostram as etapas para a criação de um sucesso nas paradas.
A Próxima Canção: Marcelo Serrado vira roqueiro no cinema
O ator Marcelo Serrado (“Crô em Família”) vai viver um roqueiro quarentão, anacrônico e parado no tempo no filme “A Próxima Canção”, do diretor Pedro Amorim (“Eu Sou Mais Eu”). A produtora Querosene Filmes divulgou a primeira foto do ator caracterizado para o papel. Veja acima Serrado com sua guitarra (Fender, é claro) e “peruca de roqueiro”. O longa, que já foi filmado, mostrará o personagem de Serrado precisando se virar, após ser abandonado pela mulher. Mas, para fazer sucesso pela primeira vez, terá que esquecer o orgulho e tocar num reality show musical ao lado de uma deslumbrada aspirante à estrela da música pop. Também fazem parte do elenco Tathi Lopes (“Socorro, Virei uma Garota!”), Luis Miranda (“Crô em Família”), Paulinho Serra (“Vai que Cola 2: O Começo”) e Emanuelle Araújo (“Bingo: O Rei das Manhãs”). O roteiro é de Fernando Ceylão (“É Fada!”), Patricia Corso (“Samantha!”) e Mari Trench (“Pedro e Bianca”). Em fase de pós-produção, “A Próxima Canção” deve ser lançado no ano que vem com distribuição da Fox.
Festival Mix Brasil celebra diversidade sexual em tempos sombrios no país
O mais importante festival brasileiro dedicado à diversidade de gênero, o Mix Brasil, começa nesta quarta (13/11), em São Paulo, em meio a ataques de políticos e conservadores contra produções LGBTQIA+ no país. Destoando de outros governos, a capital paulista tem se mantido como uma ilha da tolerância, e o Mix Brasil irá até inaugurar um novo espaço na cidade: o Centro Cultural da Diversidade, com programação focada principalmente em temas LGBTQIA+. O idealizador do festival Mix Brasil, André Fischer, é também diretor do local, administrado pela Prefeitura de São Paulo e localizado no antigo teatro Décio de Almeida Prado, no Itaim Bibi, zona nobre de São Paulo. “Uma parte daquele quarteirão foi demolida para a construção de um prédio, o que chamou a atenção da atriz Eva Wilma. Ela ajudou no tombamento do imóvel a tempo e virou a madrinha do novo espaço cultural”, contou Fischer, em entrevista ao jornal O Globo. Com o tema “Persistir”, o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade também ocupa outros espaços de São Paulo com mais de 200 sessões de cinema e atrações como teatro, realidade virtual, música, literatura, conferências e games. Entre os destaques da programação, há vários filmes inéditos no Brasil, como “O Príncipe”, de Sebastián Muñoz, vencedor do Leão Queer no Festival de Veneza, “Retrato de uma Jovem em Chamas”, de Céline Sciamma, premiado como Melhor Roteiro em Cannes, “Matthias e Maxime”, longa de Xavier Dolan estrelado pelo próprio diretor canadense, e “E Então Nós Dançamos” (And Then We Danced), de Levan Akin, candidato da Suécia ao Oscar, que teve sua première atacada por manifestantes de extrema direita na semana passada. O Mix Brasil também homenageará a cantora e compositora Marina Lima com o prêmio Ícone Mix. Ela é o tema do filme “Uma Garota Chamada Marina”, de Candé Salles. A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento (clique aqui).
Marina Ruy Barbosa estrela novo clipe de Anavitória e Rubel
A dupla Anavitória se juntou a Rubel numa nova versão de “Partilhar”, música lançada há tempos pelo cantor e que, agora, retorna com vozes femininas e clipe protagonizado pela atriz Marina Ruy Barbosa (“Todas as Canções de Amor”). A estrela de filmes e novelas brasileiras contracena com o próprio Rubel no vídeo. Os dois vivem um ex-casal que tem um encontro fortuito diante de uma faixa de pedestres, quando acabam puxando conversa, com direito a legendas, enquanto aguardam o sinal e o final da música de 6 minutos (!). No Instagram, a atriz contou que o convite partiu do próprio Rubel, de quem é fã há algum tempo. “Essa música em específico tem um significado muito especial e profundo para mim”, escreveu. “Quando o Rubel (obrigada por ser esse artista todo) me convidou para ajudar a contar um pouquinho dessa história-poesia em forma de música, dessa vez com as incríveis Anavitória, que eu também sou fã faz tempo, eu não pensei duas vezes”, ela escreveu. Vale lembrar que a versão original de “Partilhar” fez parte da trilha sonora da novela/série “Malhação: Vidas Brasileiras”. O clipe, que também foi dirigido por Rubel – ele estudou cinema nos EUA – , e o post de Marina Ruy Barbosa podem ser vistos logo abaixo. Ver essa foto no Instagram Quem me acompanha sabe que eu sempre compartilho músicas e sou apaixonada por MPB. Essa música em específico tem um significado muito especial e profundo pra mim. Quando o @rubelrubelrubel (obrigada por ser esse artista todo) me convidou pra ajudar a contar um pouquinho dessa história-poesia em forma de música nesse clipe, dessa vez com as incríveis @oanavitoria que eu também sou fã faz tempo, eu não pensei duas vezes. Precisava PARTILHAR com o mundo meu amor por essa música. ? Uma publicação compartilhada por Marina Ruy Barbosa (@marinaruybarbosa) em 11 de Nov, 2019 às 5:15 PST












