Capitã Marvel atinge US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais
“Capitã Marvel” ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão de faturamento nas bilheterias mundiais nesta quarta-feira (3/4). O filme entrou no clube dos bilionários com uma arrecadação de US$ 358 milhões nos Estados Unidos e Canadá, e US$ 645 milhões no restante do mundo, totalizando US$ 1,03 bilhão. Apenas 38 filmes alcançaram US$ 1 bilhão nas bilheterias. No ano passado, a Marvel atingiu essa meta duas vezes, com “Pantera Negra” e “Vingadores: Guerra Infinita”. Outros lançamentos do estúdio que estão na lista são “O Vingadores”, “Homem de Ferro 3” e “Capitão América: Guerra Civil”. Além destes, “Vingadores: A Era de Ultron” também passou pelo clube, antes de entrar em outro ainda mais exclusivo, tornando-se um dos quatro filmes da História que faturaram mais de US$ 2 bilhões. O longa da “Capitã Marvel” já havia superado outras marcas, virando a maior bilheteria de uma super-heroína, superando “Mulher-Maravilha”, e a maior bilheteria de estreia de uma produção estrelada por uma mulher. A personagem vivida por Brie Larson voltará aos cinemas no filme “Vingadores: Ultimato”, em 25 de abril.
Shazam! é o filme mais elogiado da DC Comics com 95% no Rotten Tomatoes
As primeiras impressões se confirmaram. O fim do embargo à publicação das críticas oficiais de “Shazam!” trouxe à tona uma unanimidade estridente em torno do filme. O longa estrelado por Zachary Levi (o “Chuck”) arrancou muitos elogios da imprensa norte-americana e se tornou a adaptação mais bem-avaliada dos quadrinhos da DC Comics em todos os tempos. Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, superou a média positiva de “Mulher-Maravilha”, que atingiu 93% em 2017, e ficou muito à frente de “Aquaman”, que tem 65%. Neste momento, “Shazam!” bate até “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Superman – O Filme” (1978), ambos aprovados por 94% da crítica. Claro, a cotação ainda vai oscilar até a estreia, no primeiro fim de semana de abril, e o ex-Capitão Marvel pode (deve) perder a primazia sobre Batman, Superman e Mulher-Maravilha até lá. Mas o que realmente importa é o impacto dos comentários positivos sobre sua eventual bilheteria. A boa recepção inicial tende a chamar atenção do público, aumentando a perspectiva do filme diante da acirrada disputa de grandes lançamentos da temporada. O consenso é que “Shazam!” é o filme de super-heróis mais divertido desde “Superman – O Filme” em 1978. O tom de comédia se sobrepõe à ação e isso deve agradar a públicos de todas as idades. Por sinal, diversas publicações o compararam à clássica Sessão da Tarde “Quero Ser Grande” (1988), estrelada por Tom Hanks, com a diferença de que o menino protagonista não vira apenas um adulto, mas um super-herói adulto. A revista Variety resumiu a produção como “uma comédia de ação leve, engraçada e despretensiosa sobre um menino no corpo de um super-homem”. “O filme é, em outras palavras, um ‘Quero Ser Grande’ de calça de lycra. E é Zachary Levi quem faz isso funcionar, da mesma forma feita por Tom Hanks. Levi não constrói Billy como um menino imaturo – ao contrário, ele é inteligente e rápido. Mas Billy não tem a malícia de um adulto, e Levi usa essa inocência para levar o material de super-herói mais longe”. O site The Wrap ecoou, ao dizer que o filme “tem uma leveza adorável, tanto no tom quanto no visual” e elogiou o elenco do filme, voltando a destacar Levi. “A linguagem corporal de Levi é constantemente criativa, já que ele faz um adolescente que não está ainda acostumado a um corpo de adulto, muito menos o de um super-herói”. Para a revista The Hollywood Reporter, “Shazam!” mostra que a DC aceitou a crítica de que seus filmes se tornaram muito sombrios e sérios demais. “Filme de DC mais recomendado para crianças até agora, ‘Shazam!’ é muito divertido”, estampou a publicação, que ainda destacou que isso não torna suas piadas bobas nem significa que houve negligência com a emoção. O site Indiewire também exaltou “Shazam!” como “um dos mais divertidos filmes de super-heróis de todos os tempos”. O site IGN acrescentou que o filme é “o mais alegre e doce da DC desde os dias do ‘Superman’ de Christopher Reeve, uma história de amadurecimento divertida, mas sincera, sobre um garoto que aprende que com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. “Obviamente, ‘Shazam!’ não reinventa o filme de super-herói, mas é uma produção divertida que me deixou querendo mais aventuras com esses personagens adoráveis”, completa o texto. O jornal britânico The Guardian afirmou que “Shazam!” “mira baixinho e, na maior parte das vezes, é bem-sucedido”. “É um super-herói para baixinhos com energia suficiente para manter seu público-alvo interessado, com um conceito central divertido que parece uma cruza de ‘Quero Ser Grande’ com ‘Superman’. Levi tem um charme bobo, atirando-se no papel com entrega total”. E o site The Verge ainda chamou atenção para a mensagem por trás da diversão do filme, observando que a melhor coisa da vida de Billy Batson não são seus superpoderes, mas sua adoção por um lar carinhoso, e como o filme destaca a importância da família na vida de uma criança. De negativo, apenas um aspecto foi mencionado, tanto pela revista Entertainment Weekly quanto pela agência Associated Press: o espaço dado para o Dr. Silvana (Mark Strong), que se prova um vilão genérico, especialmente pela precaridade de seus capangas, os Sete Pecados Capitais, que surgem como gárgulas de CGI barato. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” estreia em 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Capitã Marvel supera Mulher-Maravilha e vira super-heroína de maior bilheteria mundial
“Capitã Marvel” atingiu uma nova marca na quinta-feira (21/3), ao somar US$ 825 milhões ao redor do mundo. O valor ultrapassou o faturamento total de “Mulher-Maravilha” (US$ 821 milhões), transformando “Capitã Marvel” no filme de super-heroína de maior bilheteria mundial em todos os tempos. “Mulher-Maravilha” ainda lidera no território norte-americano, com US$ 412 milhões contra US$ 282 milhões de “Capitã Marvel”. No entanto, o mercado internacional dá ampla vantagem à personagem interpretada por Brie Larson. A rivalidade entre as heroínas da DC e da Marvel, porém, fica só nas bilheterias. Em entrevista recente, Brie Larson admitiu que chorou ao ver “Mulher-Maravilha”. E Gal Gadot mostrou seu apoio à colega ao postar uma ilustração das duas heroínas de braços dados em suas redes sociais, com a legenda “Estou tão feliz por você, irmã! Parabéns”. O filme da “Capitã Marvel” deve superar os US$ 900 milhões no fim de semana, gerando expectativa para a comemoração do faturamento de US$ 1 bilhão. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína precisou só de 15 dias para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M), “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M) e “Guardiões da Galáxia” (US$ 773,3M), sem esquecer todos os filmes dos X-Men (e Deadpool) da Fox.
Diretora diz que Mulher-Maravilha 1984 é homenagem à série clássica da heroína
A cineasta Patty Jenkins revelou o motivo que a levou a optar por situar o segundo longa da Mulher-Maravilha nos anos 1980. Foi uma homenagem à série clássica da heroína. Falando à imprensa americana durante sua passagem pelo Festival de Sundance, para divulgar sua série “I Am the Night”, a diretora disse que a década de 1980 é “a era a que Mulher-Maravilha pertence”. “É perfeita para a história, e como fã da série de TV, tinha que ver a Mulher Maravilha nos anos 1980”, explicou. “A Mulher-Maravilha foi tão importante naquele momento, então queríamos capturar isso”. “Os anos 1980 tiveram algumas das coisas mais interessantes possíveis na cultura pop, incluindo artes e música. Foi um momento onde a sociedade viu seu melhor e o seu pior. Acredito que vamos mostrar uma versão muito mais inspiradora e elegante daquela época, de várias maneiras”, acrescentou. Ela também contou que as filmagens já foram finalizadas e tudo “correu muito bem”. “Os atores deram seu melhor, fizemos uma tonelada de cenas de ação com efeitos de malabarismo por fios, e acredito que o filme está realmente incrível”. Apesar das declarações, vale esclarecer: a série da “Mulher-Maravilha” não foi uma produção dos anos 1980. A série, que durou três temporadas, foi ao ar de 1975 a 1979 nos Estados Unidos. Além de dirigir, Patty Jenkis coestreveu o filme, trabalhando a partir de um roteiro de Dave Callaham (“Godzilla”) e Geoff Johns (“Aquaman”). Poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” foram revelados até o momento, além do fato de a trama se passar em 1984, trazer de volta Gal Gadot como a heroína, Chris Pine como Steve Trevor e incluir a atriz Kristen Wiig como a vilã Mulher-Leopardo. A estreia está marcada apenas para junho de 2020.
Diretora de Mulher-Maravilha introduz a minissérie I Am the Night em vídeo
O canal pago americano TNT divulgou um vídeo de “I Am the Night” com depoimentos da diretora Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), que explica o que a atraiu para o projeto: a história real de Fauna Hodel. A série é baseada na autobiografia “One Day She’ll Darken” de Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde descobriu que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o serial killer do caso da Dália Negra. A diretora não é a única integrante da produção de “Mulher-Maravilha” que se destaca na minissérie. A atração é estrelada pelo ator Chris Pine, que vive o protagonista Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da adolescente pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas a investigação também o conduz a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. Ao lado de Pine, ainda há outra intérprete do filme da Mulher-Maravilha: a atriz Connie Nielsen, que vive a mãe biológica da jovem, uma linda socialite que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. Já o papel de Hodel ficou com a jovem atriz India Eisley (“Anjos da Noite: O Despertar”). A adaptação foi escrita por Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador famoso de Muay Thai, que participou do filme “Guerreiro” e teve sua vida narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic. Também escreveu livros sobre a luta e trabalha como roteirista na série “SEAL Team”. Jenkins assina a direção dos dois primeiros episódios e compartilha créditos de produção com Sheridan e Pine, além de Michael Sugar (produtor da série “13 Reasons Why”). Com seis episódios, “I Am the Night” estreia neste domingo (28/1) nos Estados Unidos.
Warner desiste do universo compartilhado de seus filmes de super-heróis
A Warner desistiu do projeto do universo compartilhado da DC Comics, introduzido em “O Homem de Aço” (2013). A afirmação foi feita pelo presidente do estúdio, Toby Emmerich, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Acredito que nós já deixamos isso para trás. Estamos trabalhando com o portfólio da DC, que é bem diferente da Marvel. Não estamos mais tão focados em um universo compartilhado. Vamos fazer um filme de cada vez. Cada filme é sua própria entidade e tem sua própria equação”, declarou o executivo, que concluiu o assunto com a seguinte observação: “Se você tivesse que definir a abordagem, ela sempre terá a ver com os diretores”. A decisão é consequência direta do fracasso dos filmes conectados entre si, que também incluem “Batman vs Superman” (2016) e “Liga da Justiça” (2017), em contraposição ao sucesso de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha”, que contaram histórias contidas em si mesmas. A ideia agora é que cada filme siga por um caminho próprio, sem se conectar com o que veio antes ou virá a seguir. O próximo lançamento da DC, “Shazam!”, vai refletir essa opção, assim como o filme do “Coringa”, passado nos anos 1980, mas não está claro se “Aves de Rapina” será capaz de ignorar o universo da editora, já que a Arlequina vivida por Margot Robbie apareceu anteriormente em “Esquadrão Suicida” (2017).
Uma Aventura Lego 2: Gal Gadot e Jason Momoa dublarão Mulher-Maravilha e Aquaman na animação
Batman terá companhia de seus colegas da Liga da Justiça na continuação de animação “Uma Aventura Lego”. Mas enquanto o herói Lego de Gotham City é dublado em inglês por Will Arnett (de “Arrested Development”), Mulher-Maravilha e Aquaman terão as vozes de seus intérpretes de cinema, respectivamente Gal Gadot e Jason Momoa. Mas não fica nisso. Margot Robbie também está no desenho como a voz da Arlequina. Com isso, Gado substitui a atriz Colbie Smulders (“Os Vingadores”), que dublou a heroína no primeiro filme, e Robbie toma a vaga de Jenny Slate, voz da vilã no derivado “Lego Batman: O Filme”. Os demais personagens continuam dublados em inglês por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Alison Brie (série “Glow”), Nick Offerman (série “Parks and Recreation”), Charlie Day (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Jonah Hill (“Anjos da Lei”) e Channing Tatum (“Magic Mike”), entre outros. Stephanie Beatriz (série “Brooklyn Nine-Nine”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) são as novidades, a primeira como a alienígena que desembarca na Terra Lego, e a segunda como uma rainha transmorfa de outro mundo. Isto porque a continuação da animação de 2014 gira em torno de uma invasão alienígena na Terra, que vai resultar num resgate no espaço comandado por Emmett, o personagem comum do primeiro filme, cada vez mais heroico. Os diretores do primeiro filme, Phil Lord e Christopher Miller, escreveram o roteiro original, que foi revisado e reescrito por Raphael Bob-Waksberg (criador da série animada “BoJack Horseman”). A direção está a cargo da dupla Mike Mitchell (“Trolls”) e Trisha Gum (diretora de arte da série animada “Frango Robô”), e a estreia acontece em 7 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Aquaman supera Batman vs. Superman e vira maior sucesso do universo cinematográfico da DC Comics
“Aquaman” superou todas as expectativas da Warner ao ultrapassar a bilheteria mundial de “Batman vs. Superman” na noite de sexta-feira (4/1). O filme do super-herói marinho já soma US$ 887,6M (milhões) em todo o mundo, deixando para trás os US$ 873,6M conquistados pelo encontro dos filhos da mãe Martha. Com isso, tornou-se o maior sucesso do universo cinematográfico da DC Comics, inaugurado por “O Homem de Aço” em 2013. À sua frente agora estão apenas os filmes de Batman dirigidos por Christopher Nolan, que não integram o mesmo universo compartilhado. O longa dirigido por James Wan deve superar neste sábado a arrecadação de US$ 900M e apontar sua ambição para a próxima marca, a do clube dos bilionários, que só duas adaptações da DC Comics atingiram até hoje – “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). Vale lembrar que “Aquaman” ainda não estreou num mercado importante. O lançamento no Japão está marcado apenas para 8 de fevereiro. Ou seja, a maré positiva do filme deve continuar forte por muito tempo.
Aquaman ultrapassa R$ 100 milhões nas bilheterias do Brasil
A maré de “Aquaman” continua cheia. A Warner divulgou que o longa bateu nesta sexta (4/1) a marca dos R$ 100 milhões arrecadados no Brasil, levando mais de 6 milhões de pessoas aos cinemas. Os números colocam o longa no ranking das cinco maiores bilheterias do país em 2018. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics protagonizada por Jason Momoa continua em cartaz nos cinemas, aumentando ainda mais seu faturamento. A produção da Warner já atingiu um total de US$ 846M (milhões) em todo o mundo, batendo com folga os US$ 821M de “Mulher-Maravilha”. E projeções publicadas pela imprensa americana apontam que “Aquaman” deve se tornar, até o fim de janeiro, o terceiro filme da DC a superar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, após “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012).
Aquaman supera Mulher-Maravilha nas bilheterias mundiais
“Aquaman” continua seu tsunami pelas bilheterias. Após o feriadão de Ano Novo, a produção da Warner atingiu um total de US$ 846M (milhões) em todo o mundo, batendo com folga os US$ 821M de “Mulher-Maravilha”. Com isso, o filme do herói interpretado por Jason Momoa só tem pela frente “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” (US$ 873M) para se tornar o lançamento de maior bilheteria do universo cinematográfico da DC Comics, inaugurado com “O Homem de Aço” em 2013. Esta marca deve cair já nesse fim de semana. As projeções publicadas pela imprensa americana apontam que “Aquaman” deve se tornar, até o fim de janeiro, o terceiro filme da DC a superar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, após “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). Apesar de comemorar o sucesso, a Warner também deve estar lamentando seu cronograma para 2019, que prevê apenas uma adaptação dos quadrinhos da DC: “Shazam!”, em abril.
Aquaman aproxima universo DC dos filmes da Marvel
Principal aposta da DC Comics/Warner Bros em 2018, “Aquaman” representou uma mudança muito clara em relação às adaptações de histórias de super-heróis produzidas pelo estúdio. Todo aquele clima sombrio e depressivo foi deixado de lado, em favor de uma ambientação colorida e de uma narrativa mais leve e engraçada. Ou, ao menos, essa era a ideia. Escrito por David Leslie Johnson-McGoldrick (“Invocação do Mal 2”) e Will Beall (“Caça aos Gângsteres”), o roteiro segue uma fórmula esquemática e um tanto repetitiva (na qual se precisa encontrar um objeto, que leva a outro lugar em busca de outro objeto, etc.), mas acerta ao não perder tempo detalhando a origem do personagem, pois ele já foi visto em “Liga da Justiça”. Embora existam flashbacks da infância de Arthur Curry, logo de início já o vemos em ação salvando a tripulação de um submarino. Relutando em assumir o papel de herói, Curry (Jason Momoa) renega a sua origem atlante (ele é filho da rainha Atlântida e de um humano). Porém, precisa se unir a Mera (Amber Heard) para encontrar uma arma mítica capaz de controlar os sete mares e derrotar seu meio-irmão, Orm (Patrick Wilson), que pretende tomar o trono de Atlântida e iniciar uma guerra contra a superfície. A dupla de protagonistas se esforça ao máximo para trazer um pouco de humor para essa trama-clichê, mas nem sempre consegue, o que torna alguns dos elementos, como um vestido feito de águas-vivas ou penteados bizarros, apenas ridículos. O mesmo pode ser dito da sequência em que Arthur e Mera chegam na Itália, que transforma o longa numa comédia romântica, embalada por uma trilha sonora brega e por momentos (supostamente) engraçadinhos. Mesmo que essas inserções constantes de humor sejam uma exigência do estúdio, o filme de James Wan (“Invocação do Mal”) não mostra coesão para se apresentar como comédia, nem tampouco para levar a sério sua trama fantasiosa. Afinal, Wan é um cineasta que não tem muita experiência no gênero. Seu humor é proveniente do exagero (como em “Velozes & Furiosos 7”), não de piadas. Felizmente, não falta exagero em “Aquaman”. As sequências de ação são muito bem coreografadas e Wan não abandona suas referências de terror, criando situações que remetem aos seus trabalhos anteriores – com direito a monstros marinhos. Mas há grandes equívocos. O uso de uma trilha sonora com sintetizadores, por exemplo, destoa do que está sendo mostrado, quebrando o ritmo das cenas. E o romance melado dos protagonistas tem direito a beijo em meio a cenas de ação, com direito à sugestão de que explosões mortais de fundo podem representar fogos de artifício românticos. Fica claro desde o início que a referência são as produções da Marvel, modelo mais bem-sucedido dos filmes de super-heróis. A mudança, que começou a ser ensaiada em “Liga da Justiça” e “Mulher-Maravilha”, parece cada vez mais próxima de se materializar em “Aquaman”. Agora é ver quão mais próximo da Marvel será “Shazam!”, filme do herói que, por ironia, costumava se chamar Capitão Marvel até recentemente.
Gal Gadot anuncia fim das filmagens de Mulher-Maravilha 1984
A atriz Gal Gadot usou suas redes sociais para anunciar o fim das filmagens de “Mulher-Maravilha 1984”, o quarto filme em que ela interpreta a super-heroína da DC Comics. Emocionada, a atriz agradeceu a equipe por todo o empenho, ilustrando o texto com uma foto do set, em aparece caracterizada como a heroína, ao lado da diretora Patty Jenkins de megafone em punho. “Nós fizemos isso. De novo! E da mesma forma que foi incrível filmar ‘Mulher-Maravilha’ da primeira vez, essa foi ainda mais singular e especial”, disse, revelando detalhes dos bastidores. “Filmamos em quatro locações diferentes, em três países, e eu estou tão orgulhosa dos quase mil integrantes da nossa equipe que vieram ao set todos os dias dando tudo de melhor deles para o nosso filme. Não poderia ter melhores parceiros do que esses.” A atriz então faz um agradecimento especial a diretora Patty Jenkins. “Tenho tanta sorte de ter a primeira e única Patty Jenkins como minha diretora. Ela sempre nos apoia, nos dá asas para ousar, e todos os dias ela nos ajuda a encontrar a versão mais criativa de nós mesmos. Sou extremamente grata de poder chamá-la de amiga. Também agradeço a todo o talentosíssimo e incrível elenco que fez todos os dias serem agradáveis e divertidos.” E continuou. “Honestamente não há como descrever tudo isso em palavras. A jornada foi cansativa e desafiadora, mas fizemos o nosso melhor todos os dias e estou muito orgulhosa disso. Obrigada universo por essa oportunidade, eu amo essa personagem. E obrigada a todos vocês por serem os melhores fãs do mundo. Foi por vocês que eu me esforcei todos os dias.” O segundo longa da heroína dirigido por Patty Jenkins vai ignorar “Liga da Justiça”, passando-se, como assinala o título, nos anos 1980. Gal Gadot voltará a viver Mulher-Maravilha, que desta vez enfrentará a vilã Mulher-Leopardo, interpretada por Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”). Ela também reencontrará Steve Trevor, supostamente morto durante o primeiro filme, ileso e imune à passagem do tempo, novamente encarnado por Chris Pine. A estreia está marcada para junho de 2020. Visualizar esta foto no Instagram. We did it. Again!! And as much as the first time shooting Wonder Woman was amazing, this time was even more unique and special.. We shot in 4 very different locations in 3 countries, and I'm so soooo proud of the almost 1000 crew members who came to set every day, giving everything they have into our movie. Couldn't ask for better partners on this.. I'm so lucky to have the one and only Patty Jenkins, as my director. She always has our backs, she gives us the wings to dare, and everyday she helped us find the most creative version of ourselves .. I am so grateful to call her my friend. And to our AMAZINGly talented cast who made every day enjoyable and fun, thank you! Honestly.. Words cannot describe this experience.. This journey was so demanding and challenging but we all came and did our very best every take, every day, putting our all out there and I’m so proud… Thank you universe for this opportunity. I love this character. And thank you to all of you for being the best fans in the world. It was you that made me push myself every day. I'm so happy and excited, can't wait to share it with you in 2020! ❤️ Gal Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) em 23 de Dez, 2018 às 9:35 PST
I Am the Night: Série que reúne ator e diretora de Mulher-Maravilha ganha novos trailers
O canal pago TNT divulgou o pôster e três novos trailers de “I Am the Night”, série que volta a reunir a diretora Patty Jenkins e o ator Chris Pine após o sucesso de “Mulher-Maravilha” (2017). Os vídeos destacam o clima noir da trama e sua ligação com o infame assassino da Dália Negra. A série é baseada numa história real, registrada na autobiografia “One Day She’ll Darken” de Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde descobriu que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o serial killer do caso da Dália Negra. Pine vive o protagonista Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da mulher pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas o enigma de Hodel também o leva aonde ele não espera: a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. A atriz India Eisley (“Anjos da Noite: O Despertar”) vive Hodel e o elenco também conta com outra intérprete do filme da Mulher-Maravilha, a atriz Connie Nielsen como a mãe biológica da jovem, uma linda socialite que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. A adaptação foi escrita por Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador famoso de Muay Thai, que participou do filme “Guerreiro” e teve sua vida narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic. Também escreveu livros sobre a luta e trabalha como roteirista na série “SEAL Team”. Jenkins assina a direção dos dois primeiros episódios e compartilha créditos de produção com Sheridan e Pine, além de Michael Sugar (produtor da série “13 Reasons Why”). Com seis episódios, “I Am the Night” tem estreia marcada para 28 de janeiro nos Estados Unidos.











