Personagens de Star Trek: Discovery ilustram 11 pôsteres individuais
A rede CBS divulgou 11 pôsteres de “Star Trek: Discovery”, que traz closes individuais de seus personagens centrais, humanos e alienígenas. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e traz uma tripulação formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), e Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), que viverá o primeiro tripulante assumidamente gay de uma série trekker. Além deles, a atração inclui James Frain (série “Orphan Black”) como Sarek, o pai de Spock, klingons vividos por Chris Obi (minissérie “Raízes”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), e participação de Rainn Wilson (série “The Office”) como o trapaceiro Harry Mudd, personagem da série original “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos e no dia seguinte no resto do mundo, pela Netflix.
Saga Divergente vai mesmo ser concluída numa produção televisiva
Após o adiamento das filmagens e os boatos de que a franquia “Divergente” seria concluída num telefilme, o site Deadline apurou que o canal Starz irá exibir o projeto. Recentemente, a Lionsgate, que produziu os filmes de “Divergente”, comprou o canal pago americano, visando transformá-lo numa plataforma para suas produções. O projeto ainda estaria em estágios iniciais, com roteiro de Adam Cozad (“A Lenda de Tarzan”) e direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). Os dois estavam previamente acertados para escrever e dirigir “A Série Divergente: Ascendente”, o filme que encerraria a franquia. Eles também terão créditos como produtores. O Deadline não soube precisar se a produção será um telefilme ou uma série, mas afirmou que há definitivamente planos para uma série baseada nos livos de Veronica Roth. A crise com “Divergente” foi criada pela própria Lionsgate, que decidiu dividir o último livro da trilogia literária em dois filmes, imitando “Harry Potter”, “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”. O problema é que, enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016), com metade de uma história, implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo, tornando a filmagem da parte final inviável do ponto de vista financeiro. A franquia acabou ficando sem fim. Como a produção ainda está em estágio inicial, não está claro se a trama trará de volta os personagens do filme ou se os atores irão repetir seus papéis. Shailene Woodley, que interpreta a protagonista Tris, já se disse disposta a concluir a história para os fãs. Após inicialmente rejeitar a ideia de fazer um telefilme, ela mudou a ideia, afirmando que tinha se comprometido a “contar a história completa de Tris e adoraria ser capaz de fazer isso”. Mas o elenco inclui outros jovens que acabaram deslanchando suas carreiras após o primeiros filme, como Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Miles Teller (“Whiplash”). Também fazem parte do elenco cinematográfico Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Theo James (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”), Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Naomi Watts (série “Gypsy”) e Jeff Daniels (“Steve Jobs”). Vale observar que as séries da Lionsgate são tão divisivas quanto seus filmes. Entre as produções do estúdio, destacam-se positivamente “Orange Is the New Black”, “Dear White People” e “The Royals”, e negativamente “MacGyver”, a já cancelada “Guilt” e o desastroso tele-remake de “Dirty Dancing”.
Capa da Entertainment Weekly, Star Trek: Discovery ganha novas fotos e vídeo de entrevistas
A revista Entertainment Weekly dedicou a capa da sua nova edição à série “Star Trek: Discovery”. Além de uma entrevista com o elenco e os produtores, a publicação divulgou um vídeo e um ensaio fotográfico realizado com os atores à caráter, e nos cenários da atração. Para completar, a Netflix disponibilizou novas fotos da série. Confira abaixo. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e a tripulação fotografada é formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), e Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), que viverá o primeiro tripulante assumidamente gay de uma série trekker. “Star Trek: Discovery” foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.
Star Trek: Discovery ganha novas fotos e pôsteres
A Netflix divulgou quatro novas fotos e três pôsteres de “Star Trek: Discovery”. As imagens destacam a protagonista melancólica Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), a capitão Georgiou, interpretada por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), um funeral klingon e o trapaceiro Harry Mudd, personagem da série clássica dos anos 1960 que agora é vivido por Rainn Wilson (série “The Office”). A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento foi agendado para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.
Star Trek: Discovery dará mais destaque aos klingons que qualquer outra série
Uma das principais novidades do painel de “Star Trek: Discovery” na Comic-Con foi a revelação de que os klingons terão mais espaço que nunca na nova série, ganhando maior destaque que nas produções anteriores do universo trekker. A atração dará um foco considerável a sua cultura, revelando aspectos desconhecidos da vida desses alienígenas. “Eles têm seu próprio orgulho, interesses e talentos – é uma cultura muito fascinante. Ser capaz de expandir o que já foi criado e aprofundar o conhecimento desse grupo foi fantástico”, revelou a produtora executiva Gretchen J. Berg. O detalhe é os klingons não falarão em inglês. Eles se expressarão em seu próprio idioma, que será traduzido para o público por meio de legendas. “Star Trek: Discovery” estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos e no dia seguinte no Brasil, via Netflix, que disponibilizará a série no mercado internacional na proporção de um episódio por semana.
Novo trailer de Star Trek: Discovery traz klingons e um vilão clássico da franquia espacial
A Netflix divulgou o novo trailer de “Star Trek: Discovery” na Comic-Con. A prévia já legendada se concentra em cenas de ação sem contexto e na protagonista melancólica Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”). Entre os destaques, há aparições de klingons, do trapaceiro clássico Harry Mudd (agora vivido por Rainn Wilson, de “The Office”), do vulcano Sarek (James Frain, de “Gotham”) e dois capitães da frota estelar, interpretados por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”) e Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”). A falta de detalhes alimenta especulações, já que, originalmente, a personagem de Michelle Yeoh foi apresentada como Capitã Georgiou, oficial comandante da nave da Frota Estelar Shenzou, mais tarde renomeada Discovery. Também foi antecipado que o Capitão da Discovery seria vivido por Jason Isaacs. E que uma jovem tenente, papel de Sonequa, tomaria o comando para si. Os três personagens também ilustram novas fotos, que podem ser vistas abaixo. A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento foi agendado para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, ela será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional, na proporção de um episódio por semana.
Star Trek: Discovery finalmente ganha data de estreia
A rede CBS finalmente divulgou a data de estreia da aguardada série “Star Trek: Discovery”. A atração será lançada no dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, ela deve ser disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional, via plataforma de streaming. Originalmente, “Star Trek: Discovery” tinha a missão de inaugurar o serviço de streaming da própria CBS no começo do ano, mas os atrasos em sua produção fizeram com que o spin-off de “The Good Wife”, intitulado “The Good Fight”, tivesse esta honra em fevereiro passado. Como chamariz, a CBS vai exibir apenas o primeiro episódio na TV aberta, lançando os demais em sua plataforma, CBS All Access. O resgate televisivo da cinquentenária franquia espacial vai estrear 12 anos após o cancelamento de “Star Trek: Enterprise” (2001–2005), última atração televisiva desse universo. Assim como aquela série, a nova também é um prólogo da missão original de “Jornada nas Estrelas (1966-1969). A trama se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Por isso, um dos personagens que se destacam é Sarek (James Frain, de “Gotham”), o pai do Sr. Spock. Mas ainda não se sabe exatamente em que contexto se dará sua participação, muito menos sua relação com a Tenente Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), protagonista da série. “Star Trek: Discovery” foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o elenco ainda inclui Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Dr. Jeckyll da série “Penny Dreadful”), Maulik Pancholy (série “30 Rock”), Kenneth Mitchell (série “Frequency”), Rekha Sharma (série “Battlestar Galactica”) e Terry Serpico (“12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”). Aproveite e veja o primeiro trailer divulgado neste link.
Alienígenas e atriz de The Walking Dead se destacam nos trailers de Star Trek: Discovery
A CBS e a Netflix divulgaram o pôster, fotos e os primeiros trailers da aguardada série “Star Trek: Discovery”, resgate televisivo da cinquentenária franquia espacial, que vai estrear 12 anos após o cancelamento de “Star Trek: Enterprise”. Assim como aquela série, a nova atração também é um prólogo. Os vídeos a situam uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Por isso, um dos personagens que se destacam é Sarek (James Frain, de “Gotham”), o pai do Sr. Spock. Mas o contexto de sua participação não é explicado, muito menos sua relação com a Tenente Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), com quem aparece num flashback no planeta Vulcano. Tampouco há justificativa para o conflito com os klingons ou o clima de rebelião de Burnham diante da Capitã vivida por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”). A ênfase fica para os efeitos que materializam naves espaciais e a variedade de maquiagens dos alienígenas. A falta de detalhes alimenta especulações, já que, originalmente, a personagem de Michelle Yeoh foi apresentada como Capitã Georgiou, oficial comandante da nave da Frota Estelar Shenzou, mais tarde renomeada Discovery. Também foi antecipado que o Capitão da Discovery seria vivido por Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”). E que uma jovem tenente, papel de Sonequa, tomaria o comando para si. A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento é aguardado para a temporada americana de outono, com distribuição no Brasil via Netflix. At the edge of the universe, Discovery begins. https://t.co/xIWmNDREAb #StarTrekDiscovery pic.twitter.com/xlpH3Oe238 — Star Trek: Discovery (@startrekcbs) May 17, 2017
Oscar muda regras para animação e documentário, após vitória de série de TV
A vitória de “O.J.: Made in America” no Oscar 2017 fez a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas alterar as regras do Oscar 2018, deixando claro que produções seriadas não podem concorrer ao prêmio de Melhor Documentário. “O.J.: Made in America” foi uma produção do canal pago ESPN, exibida de forma episódica na TV americana, que acabou considerada para a premiação por ter sido exibida em festivais de cinema. A premiação, inclusive, animou outros canais a investirem em séries documentais. Mas a mudança da Academia impedirá qualquer outra produção do gênero de concorrer novamente. Graças a isso, “O.J.: Made in America” entra para a História como a única série consagrada com um Oscar em todos os tempos. O veto também vai recair sobre todos documentários exibidos na TV ou lançados em DVD antes de uma rodada de classificação nos cinemas. Outra mudança significativa é a ampliação do voto na categoria de Melhor Animação. Anteriormente decidida por um nicho de profissionais do gênero, agora a eleição estará aberta a todos os membros da Academia. A animação “Zootopia: Essa Cidade É o Bicho” foi a vencedora da categoria neste ano. Também foi proibido que membros da Academia participem de almoços ou jantares para um filme que concorre ao Oscar que não tenha uma exibição do filme. Em comunicado, a organização do Oscar 2018 informou que as novas regras são parte do “esforço contínuo para chamar a atenção para a questão de campanhas excessivas e manter a atenção nos filmes em si”.
Rainn Wilson vai viver personagem clássico de Star Trek na nova série da franquia
O ator Rainn Wilson (série “The Office”) entrou para o elenco da nova série “Star Trek: Discovery”. A rede CBS anunciou que ele vai interpretar um personagem conhecido do universo trekker: Harry Mudd, um criminoso trapaceiro muito carismático, que fez tanto sucesso que acabou aparecendo em dois episódios da série “Jornada nas Estrelas” nos anos 1960 (na 1ª e na 2ª temporada), além de ganhar um capítulo na série animada da década de 1970. Ele não deve fazer parte do elenco fixo, que já conta com Jason Isaacs (o Lucius Malfoy da franquia “Harry Potter”), Sonequa Martin-Green (a Sasha de “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”) e James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai de Spock – além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), intérpretes de klingons. Ainda sem previsão de estreia, a série será exibida por streaming no serviço CBS All Access nos EUA e na Netflix no resto do mundo.
Vilão de Harry Potter será o capitão de Star Trek: Discovery
O ator Jason Isaacs, que viveu o vilão Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter” e foi visto mais recentemente na série “The OA”, foi contratado para viver o capitão da nave Discovery, na nova série do universo “Star Trek”. Seu personagem será o Capitão Lorca e sua escalação contradiz uma entrevista do antigo showrunner da produção, Bryan Fuller (série “Hannibal”), que em agosto afirmou que “Star Trek: Discovery” seria centrada numa protagonista feminina e não teria capitão. Desde então, Fuller saiu da produção – ou foi saído – para se concentrar em outros projetos e tudo pode ter mudado. Mas qualquer afirmação a esta altura é pura conjectura. O fato de a série ainda estar escalando seu elenco condiz com o clima tumultuado que parece existir em seus bastidores. Além da saída de Fuller, a atração teve estreia adiada duas vezes e ninguém assume a responsabilidade de dizer quando ela poderá ser vista. Isaacs vai se juntar a um elenco que já tem confirmadas as participações de Sonequa Martin-Green (a Sasha de “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”) e James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai de Spock – além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), intérpretes de klingons. “Star Trek: Discovery” será a primeira série da franquia em mais de dez anos e foi concebida por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”).
Premiação do Emmy 2017 terá novas categorias
A organização do Emmy Awards, principal premiação da TV americana, anunciou a inclusão de duas novas categorias e algumas mudanças para a edição de 2017 de seu prêmio. As novas categorias são Melhor Supervisão Musical, que vai homenagear contribuições criativas feitas por supervisores de música, e Melhor Elenco de Reality Show, que premiará os responsáveis por formar os elencos dos programas do gênero. Além disso, a categoria de Melhor Fotografia de Série agora será dividida em duas subcategorias: para Série de Uma Hora e de Série de Meia-Hora. Outras novidades aconteceram nas categorias digitais, incluindo Melhor Programa Interativo Original. Estes novos prêmios não serão exibidos na transmissão do Emmy 2017. Eles serão apresentados, junto com os demais prêmios técnicos, no fim de semana anterior à cerimônia oficial, que neste ano acontecerá em 17 de setembro com apresentação de Stephen Colbert, âncora do programa “The Late Show with Stephen Colbert”.
Continuação de Deadpool já tem data para começar a ser filmada
A continuação de “Deadpool” já tem data para começar a ser rodada: as filmagens estão marcadas para o dia 1º de maio na cidade de Vancouver, no Canadá. Ryan Reynolds volta a assumir o papel principal como o anti-herói que ignora as regras e conversa com os espectadores. Além dele, estão confirmados os retornos de Brianna Hildebrand e Karan Soni, reprisando seus papéis, respectivamente como Negasonic Teenage Warhead e Dopinder (o motorista de táxi do primeiro filme), além de Colossus, criado por computação gráfica. Outros nomes devem ser anunciados em breve e há grande expectativa para a escolha dos intérpretes dos mutantes Cable e Domino, que devem participar da nova trama. Os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick já adiantaram que “Deadpool 2” vai introduzir o grupo de heróis X-Force, comandando por Cable. A direção estará a cargo de David Leitch (de “De Volta ao Jogo”), que assumiu o posto deixado por Tim Miller, cineasta que rodou o primeiro filme, mas acabou se desentendendo com o ator e produtor Ryan Reynolds sobre os rumos a continuação. A estreia de “Deadpool 2” está marcada para março de 2018.












