Denise Dowse, da série “Barrados no Baile”, morre após entrar em coma
A atriz Denise Dowse, que participou de séries como “Barrados no Baile” e “Insecure”, morreu aos 64 anos após ficar em coma. A morte foi anunciada no sábado (13/8) no Instagram por sua irmã mais velha, Tracey Dowse. “Ela era minha melhor amiga e último membro da família”, escreveu a irmã. Em 7 de agosto, Tracey revelou nas redes sociais que Denise estava hospitalizada e em coma devido a uma “forma virulenta de meningite”, e pediu orações para os fãs. Denise Dowse interpretou a terapeuta Rhonda Pyne na série “Insecure” entre 2017 e 2020, mas é mais lembrada por dar vida à Sra. Yvonne Teasley, a vice-diretora da West Beverly Hills High School, por 10 anos na série “Barrados no Baile”, entre 1990 e 2000. Ela também fez breves participações numa infinidade de séries, como “Buffy: A Caça-Vampiros”, “Arquivo X”, “Bones”, “O Mentalista” e “Grey’s Anatomy”, com destaque para um par de episódios de 2011 como a tia de Derek Morgan (Shemar Moore) em “Criminal Minds”. Outros trabalhos recorrentes incluem 32 aparições como a juíza Rebecca Damsen em “The Guardian”, entre 2001 e 2004, toda a 1ª temporada de “Segredos e Mentiras” em 2015 e 10 episódios de “Imposters”, entre 2015 e 2016. Além dos trabalhos na TV, Dowse se destacou em um punhado de filmes, vivendo, entre outros personagens, a mãe de Marlon Wayans em “Réquiem para um Sonho” (2000), a agente de Ray Charles (Jamie Foxx) em “Ray” (2004) e a diretora da escola de “Coach Carter: Treino para Vida” (2005). Por 18 anos, ela ainda ensinou atuação e dirigiu peças no Amazing Grace Conservatory, uma escola de artes cênicas de fim de semana para crianças e adolescentes no centro da cidade de Los Angeles. Quando ficou doente, Dowse estava trabalhando em seu primeiro filme como diretora, “Remember Me: The Mahalia Jackson Story”.
Anne Heche tem morte cerebral declarada
A família e os amigos de Anne Heche esperavam um milagre após o terrível acidente de carro da atriz na sexta-feira passada (5/8). Ele não veio, e agora seus parentes mais próximos estão tomando a difícil decisão de desligar seu suporte de vida. Ela teve morte cerebral declarada. A atriz está sendo mantida com respiração artificial até que seja determinado se algum órgão não danificado no acidente e no incêndio subsequente pode ser doado. “Queremos agradecer a todos por seus desejos gentis e orações pela recuperação de Anne, e agradecer à equipe dedicada e às enfermeiras maravilhosas que cuidaram de Anne no Grossman Burn Center no hospital West Hills”, disse um representante da família de Heche em comunicado. “Infelizmente, devido ao seu acidente, Anne Heche sofreu uma grave lesão cerebral anóxica e permanece em coma, em estado crítico. Não se espera que ela sobreviva”. “Há muito tempo é sua escolha doar seus órgãos e ela está sendo mantida em suporte de vida para determinar se algum deles é viável”, continua o texto. “Anne tinha um coração enorme e tocou a todos que conheceu com seu espírito generoso. Mais do que seu talento extraordinário, ela viu espalhar bondade e alegria como o trabalho de sua vida – especialmente movendo a agulha para a aceitação de quem você ama. Ela será lembrada por sua honestidade corajosa e fará muita falta por sua luz.” Heche foi hospitalizada após o carro que ela dirigia bater em uma casa e pegar fogo na área de Mar Vista, em Los Angeles. Cerca de 60 bombeiros combateram o incêndio causado pela colisão. A atriz sofreu queimaduras graves e entrou em coma, sem nunca se recuperar. A polícia de Los Angeles conseguiu um mandado para realizar a coleta de sangue após evidências sugerirem que Heche poderia estar sob efeito de drogas ou álcool no momento do acidente, e traços de cocaína e fentanil foram encontrados no sangue da atriz. Segundo o site TMZ, a suspeita surgiu após testemunhas descreverem que a atriz fez manobras irregulares e imprudentes na rua. Um vídeo também a flagrou quase atropelando uma pedestre. Além disso, antes de seu acidente mais grave, ela bateu num carro estacionado na garagem de um complexo de apartamentos. Ao ser socorrida por moradores, deu marcha à ré e acelerou para fugir do local, vindo em seguida a bater com o veículo de frente numa casa, numa colisão que se provou fatal. Ela havia recentemente encerrado as filmagens do telefilme “Girl In Room 13”, do canal pago Lifetime, que explora o submundo sombrio da indústria de tráfico humano. Amy Winter, vice-presidente executiva e chefe de programação da Lifetime Networks, disse que o filme será exibido em setembro, conforme planejado. “Este projeto é importante para Anne, assim como para cada um de nós”, disse Winter. A atriz de 53 anos tinha uma longa carreira em filmes e séries, iniciada nos anos 1980 na novela “Outro Mundo”. Após sua participação na novela, ela teve uma trajetória impressionante em Hollywood nos anos 1990, participando de vários filmes de grande orçamento. Só no ano de 1997, esteve nas telas em obras como “Volcano: A Fúria”, “Donnie Brasco”, “Mera Coincidência” e “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”. No ano seguinte, ainda estrelou o remake de “Psicose”, no papel eternizado por Janet Leigh, e “Seis Dias, Sete Noites”, no qual foi par romântico de Harrison Ford. Este filme deveria consagrá-la como estrela de primeira grandeza. Só que, durante a produção, ela assumiu seu namoro com a comediante Ellen DeGeneres. Se hoje é absolutamente natural ver estrelas lésbicas em grandes filmes de Hollywood, há 25 anos a saída do armário praticamente decretou o fim da carreira cinematográfica de Heche. E isto se deu da forma mais preconceituosa possível, com direito a questionamentos da imprensa sobre a química improvável da atriz com Harrison Ford durante seu filme. O relacionamento com Ellen terminou em 2000 e, um dia depois rompimento, Heche foi encontrada desorientada no deserto, nos arredores da cidade de Fresno, na Califórnia, dizendo se chamar Celestia (Celeste é seu nome do meio) e estar procurando por sua espaçonave. O surto colou na atriz a fama de desequilibrada e poderia ter sido o fim de carreira de uma mulher mais frágil. Mas ela usou a má fama para lançar uma biografia em 2001, que batizou de “Call Me Crazy” (Pode me chamar de louca, em tradução literal). No livro, ela também relata sua infância pobre e as mortes do pai, que era gay enrustido, pela AIDS, e do irmão num acidente de carro, que pode ter sido suicídio. Logo em seguida, ela se revelou bissexual, ao se casar com um assistente de câmera, com quem teve um filho, e, mais tarde, com James Tupper, seu par romântico na série “Men in Trees”, com quem teve outro filho. A série de 2006, por sinal, fez bastante sucesso, apesar de durar apenas duas temporadas, antecipando um modelo de trama reprisado até hoje, veja-se “Virgin River” na Netflix. Com “Men in Trees”, ela deu a volta por cima, reinventando-se como estrela de TV. Depois, também fez “Hung”, “Dig”, “Quantico”, “Aftermath”, “The Brave” e “Chicago PD”, entre muitas outras atrações, e acabou retornando para o cinema, ainda que em papéis coadjuvantes – participou de comédias como “Um Negócio Nada Seguro” (2011), “Meus Dias Incríveis” (2012) e “A Última Palavra” (2017), onde atuou com a veterana Shirley MacLaine. Ele deixa cinco filmes inéditos, em fase de pós-produção, e um último papel numa série, “The Idol”, criada por The Weeknd, que será lançada em breve na HBO.
“Rensga Hits!” é renovada para mais temporadas
Recém-lançada pela Globoplay, a série “Rensga Hits!” vai ter novas temporadas. O diretor de Produtos Digitais e Canais Pagos da Globo, Erick Bretas, revelou que a atração já foi renovada para a 2ª temporada, mas pretende pedir para os produtores a já começarem a pensar também na 3ª. “Já estamos com a 2ª temporada. Vou falar para os criadores já pensarem na 2ª, 3ª temporadas. É uma história que tem potencial para muitos anos. Claro que tudo depende de como os criadores enxergam a trajetória dos personagens, para onde eles vão”, disse ele, em entrevista ao Gshow. Bretas confirmou que “Rensga Hits!” foi a série mais vista desta semana na Globoplay e considera a produção um grande achado da plataforma por falar de um universo bastante popular no Brasil, tanto da música sertaneja quanto da presença feminina no gênero. “A gente viu que tem cheiro de sucesso, porque mexe com componentes que são muito importantes: a música sertaneja e especificamente o feminejo, que é essa essa vertente que foi eternizada pela Marília Mendonça e tantas artistas que vieram junto. Eram elementos que tinham cara de sucesso. Claro que depende da execução. Você pode ter um projeto que no papel está lindo, mas não é bem executado. Mas nesse projeto foi tudo muito bem executado: a entrega das atrizes, a direção, a cenografia…”, elogiou o diretor. A atração contou com um grande impulso em sua divulgação na Globo, que exibiu os dois primeiros episódios na faixa “Cinema Especial”, em 3 de agosto. A estreia também rendeu recorde de audiência para o canal. Foram 22 pontos no Rio e 21 em São Paulo, que representam os maiores índices da faixa em mais de um ano – desde maio do ano passado. Após a exibição em TV aberta, a série teve os quatro primeiros (de um total de oito) capítulos liberados na plataforma. Escrita por Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”), a trama acompanha Raíssa (Alice Wegmann, de “Onde Nascem os Fortes”), uma jovem do interior que viaja para a cidade grande com o intuito de se tornar cantora. Ela começa a fazer pequenas apresentações em um restaurante, mas logo descobre que uma de suas composições foi roubada e gravada por outra cantora, Gláucia (Lorena Comparato, de “Impuros”), o que inicia uma rivalidade entre as duas. A produção também destaca em seu elenco Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Stella Miranda (“Carnaval”), Guida Vianna (“Valentins”), Jeniffer Dias (“Amor de Mãe”), Sidney Santiago (“Segunda Chamada”), Maurício Destri (visto num clipe recente de Manu Gavassi), Alejandro Claveaux (“Coisa Mais Linda”) e ainda marca a volta de Lúcia Veríssimo às telas, oito anos após “Amor à Vida” (2013). Além disso, há participações da apresentadora Rafa Kalimann e da cantora Naiara Azevedo.
Olivia Newton-John terá funeral de Estado na Austrália
A atriz e cantora Olivia Newton-John, que morreu na segunda-feira nos Estados Unidos aos 73 anos, terá um funeral de Estado na Austrália em sua homenagem. A decisão foi anunciada hoje pelo governador do estado australiano de Vitória, Dan Andrews. Olivia nasceu no Reino Unido, mas mudou-se para a Austrália aos 5 anos, sendo criada no país. Ela começou a carreira musical na Austrália e é tão identificada com o país que os produtores de “Grease” mudaram a origem de sua personagem, Sandy Olsson, para torná-la australiana. Olivia Newton-John também cantou na abertura das Olimpíadas de Sydney, em 2000. Em um post no Twitter, o governado de Vitória contou ter conversado com a família de Olivia, que aceitou a oferta do funeral de Estado. “Será mais um concerto do que um funeral – adequado para uma vitoriana que viveu uma vida tão rica e generosa”, disse Andrews. Os detalhes ainda serão finalizados. A sobrinha de Olivia, Tottie Goldsmith, disse anteriormente à afiliada da CNN, a Nine Network, que sentia que o povo australiano queria que a cantora tivesse um funeral de estado. “Acho que a Austrália precisa disso”, disse Goldsmith entre lágrimas. “Ela é tão amada.”
Colega de “Grease” revela que Olivia Newton-John já não estava mais andando
A atriz Didi Conn, que interpretou Frenchy no filme “Grease”, contou ao programa “Good Morning, America”, da rede americana ABC, que conversou com Olivia Newton-John poucos dias antes da morte da cantora na segunda-feira (8/8), em decorrência de um câncer de mama. Segundo Didi, Olivia, que tinha 73 anos, deu detalhes de como sua saúde já estava comprometida. “Ela me disse que não estava mais andando e que tinha cuidados em tempo integral, mas seu marido John e sua filha Chloe estavam lá o tempo todo, e eles eram irremediavelmente dedicados”, contou Didi. Didi também refletiu sobre sua amizade com Olivia, que interpretou Sandy Olsson, a protagonista de “Grease”. Ela lembrou o que pensou quando conheceu a estrela nos bastidores do filme de 1978. “Linda, perfeita, linda”, disse Didi. “Olivia estava nervosa. A primeira cena que tivemos juntas, chegando no primeiro dia de aula, ela me disse que tinha estado em outro filme e não foi tão bem quanto ela esperava, então eu comecei a improvisar com ela. Olivia era uma grande estrela do rock na época”, contou. Ela completou dizendo que sempre se lembrará da amiga por seu “grande coração”. “Acho que vou me lembrar dela cantando. Quando Olivia cantava ‘I Honestly Love You’, ela colocava as mãos para o público dizer: ‘Eu honestamente te amo’. E eu acho que é assim que eu sempre me lembrarei dela, com esse grande coração que se importava tanto com todo mundo. E nós honestamente sempre a amaremos também”. Olivia Newton-John foi diagnosticada com câncer de mama pela primeira vez em 1992 e anunciou em maio de 2017 que, após 25 anos em remissão, a doença havia voltado e se espalhado para a região lombar. Em agosto de 2018, ela cancelou uma turnê devido à progressão dos sintomas.
Lembre os 12 maiores hits de Olivia Newton-John
A cantora e atriz Olivia Newton-John, falecida nesta segunda-feira (8/8), marcou a música pop com vários sucessos desde seus dias de folk, em que cantava cover de Bob Dylan, e do estouro de “Grease”, quando gravou duetos com John Travolta. Ela também foi um das maiores estrelas da geração MTV original. O clipe de “Physical”, que tinha uma historinha engraçada com homens fora de forma numa academia de ginástica, foi um dos primeiros hits do canal em 1981 e chegou a vencer o Grammy de Vídeo do Ano. Além de popularizar a moda/visual das academia e exibir uma representação pioneira da cultura LGBTQIAP+, “Physical” relançou a carreira da cantora ao liderar as paradas por mais tempo que qualquer outra canção durante a década de 1980. A junção de música e vídeo representou uma reinvenção completa da identidade da artista, ao abandonar as baladas adocicadas pelas quais Olivia era mais conhecidas e mostrá-la com cabelos curtos, atitude roqueira e banda new wave com sintetizadores (ao estilo de Pat Benatar e Sheena Easton). A fase rendeu hit atrás de hit, mas durou pouco, só até seus cabelos loiros voltarem a crescer. Extraído de outro filme (“Embalos a Dois”) que coestrelou com John Travolta, “Twist of Fate” foi o último fenômeno musical. Lançada em 1983, a música foi a mais eletrônica de sua carreira e voltou à tona recentemente nos episódios da 4ª temporada de “Stranger Things”. Confira abaixo os hits mais marcantes da carreira da cantora, em 10 gravações solo e dois duetos famosos. | IF NOT FOR YOU | 1971 | SUMMER NIGHTS | 1978 | YOU’RE THE ONE THAT I WANT | 1978 | HOPELESSLY DEVOTED TO YOU | 1978 | DEEPER THAN NIGHT | 1978 | XANADU | 1980 | MAGIC | 1981 | A LITTLE MORE LOVE | 1981 | MAKE A MOVE ON ME | 1981 | PHYSICAL | 1981 | HEART ATTACK | 1982 | TWISTED OF FATE | 1983
Olivia Newton-John, estrela de “Grease”, morre aos 73 anos
A atriz e cantora Olivia Newton-John, que marcou gerações em “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978), morreu na manhã desta segunda-feira (8/8) em seu rancho no sul da Califórnia, aos 73 anos, após uma longa luta contra o câncer de mama. Ela foi diagnosticada pela primeira vez em 1992 e anunciou em maio de 2017 que, após 25 anos em remissão, a doença havia voltado e se espalhado para a região lombar. Em agosto de 2018, ela cancelou uma turnê devido à progressão dos sintomas. Nascida na Inglaterra e criada em Melbourne, na Austrália, Olivia Newton-John foi um talento precoce. Ela começou a cantar aos 15 anos, quando integrou um grupo só de garotas, Sol Four, que venceu um concurso de talentos na TV. O prêmio foi uma viagem a Londres, mas a exposição também lhe rendeu sua estreia nos cinemas, cantando uma música natalina no filme infantil “Funny Things Happen Down Under” (1965). Depois de aproveitar seu prêmio para encaixar alguns shows na Inglaterra, ela assinou seu primeiro contrato com a gravadora Decca Records, fazendo sua primeira gravação internacional aos 17 anos: um cover de “Till You Say You’ll Be Mine” de Jackie DeShannon. No final da década, o produtor Don Krishner, responsável pela supervisão musical das séries dos Monkees e da Turma do Archie, a contratou para ser a única integrante feminina de uma nova banda de bubblegum (pop chiclete) chamada Toomorrow. A ideia era lançar os Monkees britânicos, com direito a um filme sci-fi, “Toomorrow” (1970), escrito e dirigido por Val Guest (“Cassino Royale”). Mas o fenômeno americano não se repetiu no Reino Unido. A experiência serviu para Olivia Newton-John decidir se focar em sua carreira solo. Ela abriu uma turnê de Cliff Richard e apareceu em seu programa de TV britânico, antes de gravar seu primeiro álbum, “If Not for You”, em 1971. A faixa-título foi o hit mais surpreendente da carreira da artista, por ser um cover de Bob Dylan. Em 1973, ela recebeu o primeiro de seus quatro prêmios Grammy, como – acreditem – Melhor Cantora Country por seu álbum de estreia nos Estados Unidos, “Let Me Be There”. Em seguida, vieram seus primeiros hits no topo da parada de sucessos: “I Honestly Love You” em 1974 e “Have You Never Been Mellow” em 1975. Ela já era uma cantora popular, mas sua fama foi para outro patamar após assinar com a Paramount Pictures e estrelar em 1978 a adaptação do musical “Grease”, sucesso da Broadway, numa versão de cinema ao lado de John Travolta, o ator mais quente do momento após estourar com “Embalos de Sábado à Noite” um ano antes. Hoje é difícil imaginar outra atriz como Sandy Olsson, a boa moça da Rydell High School que se envolve com Danny Zuko, o rebelde sem causa de topete engomado, que é seu oposto em tudo. Mas Olivia Newton-John não foi a primeira opção dos produtores, que consideraram Carrie Fisher (de “Star Wars”), Susan Dey (da série musical “Família Dó-Ré-Mi”) e Marie Osmond (do programa musical “Donny and Marie”) antes de optarem por ela. Um dos motivos: Olivia já estava com 29 anos e interpretaria uma adolescente. A estrela também estava receosa, devido ao fracasso de “Toomorrow” (1970). “Eu estava muito nervosa, porque minha carreira musical estava indo bem e eu não queria estragar tudo fazendo outro filme que não fosse bom”, disse Newton-John à Vanity Fair em 2016. Para convencê-la a assumir o papel, o produtor Allan Carr prometeu transformar Sandy em australiana e o próprio Travolta buscou tranquilizá-la. “Ela tinha uma voz brilhante, e eu não achava que poderia haver uma pessoa mais correta para Sandy no universo”, disse o astro. Projetando uma inocência e vulnerabilidade juvenil que renderam comparações a Debbie Reynolds, Doris Day e Sandra Dee (que é citada nominalmente numa das canções do filme), Olivia Newton-John ajudou “Grease” a virar o musical americano de maior bilheteria do século 20. Feito por apenas US$ 6 milhões, o longa dirigido pelo estreante Randal Kleiser arrecadou US$ 395 milhões nas bilheterias, que corrigidos pela inflação dariam US$ 1,7 bilhão nos dias de hoje. A trilha sonora também foi um fenômeno de vendas. E suas músicas mais populares foram “Hopelessly Devoted to You”, gravação solo de Newton-John, e dois duetos da cantora com Travolta, “You’re the One That I Want” e “Summer Nights”. “Hopelessly Devoted to You” e “You’re the One That I Want” eram, inclusive, composições de John Farrar, parceiro musical de longa data da cantora. Viraram clássicos instantâneos. Newton-John deu sequência à carreira com outro musical, “Xanadu” (1980), criado no embalo das discotecas, que a colocou para dançar com o ícone Gene Kelly (“Cantando na Chuva”) em seu último filme. A produção fracassou nas bilheterias, mas a trilha foi um enorme sucesso, que incluiu, além da faixa-título, o hit “Magic”, campeão de vendas e por quatro semanas líder das paradas de sucesso dos EUA. Em 1981, ela lançou seu maior sucesso musical, inspirada na febre das academias de exercícios aeróbicos que viraram obsessão nos anos 1980. “Physical” passou 10 semanas consecutivas em 1º lugar – até o início de 1982 – e nenhuma outra música durou tanto tempo no topo durante o década inteira. O título virou gíria, inspirou filmes e permanece na cultura pop até hoje, referenciado na nova série homônima da Apple TV+ e numa música recente de Dua Lipa (“Let’s Get Physical”). A artista voltou a trabalhar com Travolta na comédia de fantasia “Embalos a Dois” (1983) e isso gerou “Twist of Fate”, outro hit para ela. A cantora se manteve nas paradas por boa parte dos anos 1980, com gravações como “Let Me Be There”, “If You Love Me (Let Me Know)”, “Make a Move on Me” e “Heart Attack”, entre muitas outras. Ao todo, vendeu mais de 100 milhões de álbuns e teve quase 40 gravações incluídas nas paradas da Billboard durante suas cinco décadas na música. Em 1992, sua gravadora planejou o lançamento de uma coletânea para dar novo fôlego à sua carreira, mas a tour promocional foi cancelada quando ela foi diagnosticada com câncer. Ao se recuperar, sua prioridade passou a ser o ativismo para a pesquisa e tratamento do câncer. Olivia usou sua remissão para se tornar uma inspiração para as pessoas afetadas pela doença, lançando o Olivia Newton-John Cancer and Wellness Center em Melbourne e dedicando-se a atividades beneficentes. Ela também apoiou muitas outras instituições de caridade e ONGs ambientais. Por conta disso, só foi ressurgir nas telas na comédia “A Última Festa” (1996), num reencontro com o diretor de “Grease”, Randal Kleiser, e fez papéis cada vez menores desde então. Por sinal, os últimos filmes de sua carreira foram marcados por hiatos longos. A comédia “Uma Família e Tanto” chegou em 2000, mesmo ano em que cantou na abertura dos Jogos Olímpicos de Sydney, e só foi seguida dez anos depois por “Score: A Hockey Musical” (2010) e “Depois dos 30” (2011). Ela deixou passar mais sete anos para atuar em “Sharknado 5: Voracidade Global” (2018). E se despediu das telas em 2020 com “The Very Excellent Mr. Dundee”. Paralelamente, a estrela brilhou em “Sordid Lives: The Series” (2008), série inspirada em “Uma Família e Tanto”, e ainda interpretou a si mesma em dois episódios de “Glee”, chegando a cantar “Physical” com Jane Lynch em 2010. Várias estrelas da música e do cinema se manifestaram nas redes sociais com mensagens emocionadas pela perda de seu talento. Entre eles, seu parceiro favorito. “Minha querida Olivia, você fez todas as nossas vidas muito melhores. Seu impacto foi incrível. Eu te amo muito. Nos veremos na estrada e estaremos todos juntos novamente. Seu desde o primeiro momento em que te vi e para sempre! Seu Danny, seu John!”, escreveu Travolta.
Clu Gulager, de “A Volta dos Mortos Vivos”, morre aos 93 anos
O ator Clu Gulager, que estrelou a série clássica “O Homem de Virgínia” e o terrir cult “A Volta dos Mortos Vivos”, morreu na sexta-feira (5/8) em sua casa em Los Angeles, de causas naturais aos 93 anos. William Martin Gulager nasceu em 16 de novembro de 1928, em Holdenville, uma cidade arborizada a cerca de 120 quilômetros de Oklahoma City, e era descendente de indígenas da nação Cherokee. Seu pai, John, era um ator da Broadway que se tornou juiz do condado, e seu primo em segundo grau era ninguém menos que o cowboy cantor Will Rogers. O nome artístico “Clu” foi um apelido carinhoso de seu pai, imitando o piado de pássaros que faziam ninhos ao redor da casa da família. Após o ensino médio e serviço no Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Gulager recebeu uma bolsa para estudar em Paris com o famoso ator e mímico Jean Louis Barrault. E ao voltar começou a trabalhar em teleteatros transmitidos ao vivo de Nova York, antes de se mudar para Los Angeles em 1959. Ele pegou o começo da febre dos westerns televisivos, trabalhando em atrações que marcaram época, como “Procurado Vivo ou Morto”, “Paladino do Oeste”, “Caravana” e “Laramie”, até ser contratado para seu primeiro papel fixo, passando a viver o famoso pistoleiro Billy the Kid em “The Tall Man”. “Eu era um cowboy de Oklahoma. Eu andava pelas cercas [ao redor do gado] no inverno e, no verão, adentrava o campo atrás de cascavéis”, disse Gulager em uma entrevista de 2019. “Um dia imaginei que poderia interpretar um cowboy, e vi que era fácil pra mim montar a cavalo e usar um chapéu.” “The Tall Man” durou duas temporadas muito longas – de 75 episódios – exibidas entre 1960 e 1962. E só foi cancelada porque o Congresso dos EUA se opôs à forma como o fora-da-lei Billy the Kid era “incorretamente” retratado como um herói para os jovens telespectadores do programa. Mas o cancelamento acabou sendo a melhor providência do destino para a vida de Gulager. “Eu estava falido quando entrei [naquela série]”, disse ele em 2014. Por isso, com o fim dos trabalhos, procurou o produtor da atração, Frank Price (futuro presidente da Universal e da Columbia Pictures), para pedir um novo emprego. “Ele demitiu um ator em pleno set e me contratou”, contou. Gulager foi encaixado num episódio da 1ª temporada de “O Homem de Virgínia” (The Virginian), em 1963, e depois voltou em outro capítulo do segundo ano como um personagem diferente. Nesse meio tempo, fez outras séries e estreou no cinema, chamando atenção como um gângster raivoso no clássico neo-noir “Os Assassinos” (1964), de Don Siegel. Embalado pelo filme, recebeu o convite para voltar a “O Homem de Virgínia” na 3ª temporada, agora como integrante do elenco, no papel do pistoleiro Emmett Ryker, que, numa reviravolta, vira um homem da lei na cidadezinha de Medicine Bow. Ele apareceu em mais de 100 episódios até 1968. Uma das séries de maior audiência dos anos 1960, “O Homem de Virgínia” tornou Gulager bastante popular. E ele aproveitou para se lançar de vez ao cinema, coadjuvando em “500 Milhas” (1969), como o mecânico do piloto vivido por Paul Newman, e em “A Última Sessão de Cinema” (1971), na pele do capataz do campo petrolífero que se envolve com Ellen Burstyn e seduz a adolescente Cybill Shepherd em um salão de bilhar. Ele também atuou ao lado de John Wayne no policial “McQ – Um Detetive Acima da Lei” (1974), de John Sturges, e juntou-se a Chuck Norris em “Força Destruidora” (1979). Mas sua carreira de tipos viris deu uma reviravolta após ser assassinado no slasher “Iniciação” (1984). De repente, Gulager enveredou pelo terror e encontrou novo público com alguns clássicos do gênero, especialmente “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985), a primeira comédia de zumbis, onde viveu o dono do armazém em que os mortos-vivos “reais” estavam guardados desde a contaminação original dos anos 1960 – aquela registrada no filme “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968), que supostamente seria um documentário e não uma ficção. Com cenas antológicas de punks num cemitério, o longa de Dan O’Bannon (criador da franquia “Alien”) marcou época, ganhou continuações e popularizou o subgênero terrir. “Eu particularmente não queria fazer aquele filme”, ele lembrou em 2017. “Eu pensei que estava um pouco acima daquilo. E acabou que, se eu for lembrado, se é que serei lembrado… será por este filme!” Depois disso, ele se tornou figurinha fácil em produções fantásticas. Entre outras produções do gênero, apareceu em “A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy” (1985), contracenou com Vincent Price em “Do Sussurro ao Grito” (1987) e entrou em outro cult, vivendo um oficial da lei na sci-fi “O Escondido” (1987), de Jack Sholder. Ele ainda voltou a se destacar em 2005 em “Banquete do Inferno”, trabalho especial em sua filmografia porque marcou a estreia de seu filho, John Gulager, como diretor de cinema. Com produção de Wes Craven (diretor de “A Hora do Pesadelo” e “Pânico”) e dos astros Matt Damon e Ben Affleck, o filme foi outro que virou culto e ganhou sequências (lançadas direto em vídeo). Nas duas continuações, ele ainda contracenou com seu outro filho, o caçula Tom Gulager. O filho cineasta comandou o pai mais uma vez em “Piranha 2”, de 2012, mesmo ano em que o veterano lançou sua única incursão como diretor de longa-metragem, “Memories”, exibido apenas em festivais. Clu Galager ainda colheu elogios por sua performance em “Tangerina” (2015), filme de estreia de Sean Baker (“Projeto Flórida”), antes de se despedir das telas em 2019, com uma pequena participação em “Era uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino.
Globo e SBT vão exibir programas de Jô Soares
As redes Globo e SBT decidiram alterar suas programações para homenagear Jô Soares, falecido na madrugada desta sexta (5/8) em São Paulo. A Globo exibirá um episódio do humorístico “Viva o Gordo” após o “Globo Repórter”, por volta das 23h45. O programa foi o primeiro liderado pelo humorista na emissora. Lançado em 1981, era exibido semanalmente às segundas-feiras e representou a culminação do trabalho de Jô, após participar de várias atrações clássicas, como “A Praça É Nossa” e “Família Trapo” na Record, e “Faça Humor, Não Faça a Guerra”, “Satiricon” e “Planeta dos Homens” na Globo. Cheio de esquetes com personagens inesquecíveis, bordões marcantes e muito deboche sobre a política e costumes do país, “Viva o Gordo” marcou época pelas criações de Jô Soares, como o Capitão Gay, o Reizinho, Gardelón e outros. A atração durou até 1987, quando o humorista mudou para o SBT por um cachê milionário e lançou o “Veja o Gordo” e seu primeiro programa de entrevistas, “Jô Soares Onze e Meia”. O SBT, por sinal, vai exibir uma edição histórica do talk show no lugar do “The Noite” que iria ao ar nesta sexta. O programa selecionado foi o que marcou a despedida de Jô do canal em dezembro de 1999, antes de sua volta à Globo, reunindo diante do entrevistador ninguém menos que Hebe Camargo, Gugu Liberato e Carlos Alberto de Nóbrega. Depois do programa “Operação Mesquita”, a madrugada do SBT terá mais edições do “Jô Soares Onze e Meia”, com participações de ícones como Ronald Golias, Zeca Pagodinho, Hebe Camargo e Dercy Gonçalves, entre outros. E na madrugada de domingo (7/8), a emissora também vai reprisar uma edição do “Viva o Gordo”. Já a Globo estenderá os tributos a vários programas, como “Conversa com Bial”, “É de Casa” e “Altas Horas”, com reprises de momentos e homenagens ao artista. Além disso, a sessão Supercine exibirá o filme “O Xangô de Baker Street” (2001), baseado num best-seller escrito por Jô, durante a madrugada deste sábado (6/8).
Artistas celebram Jô Soares e seu impacto no Brasil
A morte de Jô Soares, na madrugada desta sexta-feira (5/7), fez o Brasil acordar mais triste e mobilizou as redes sociais. Vários amigos, colegas, jornalistas, celebridades, apresentadores, humoristas, cantores, ídolos nacionais e até políticos se manifestaram em homenagem ao artista genial. Foi uma das maiores manifestações coletivas de amor e tristeza no país desde que Twitter e Instagram começaram a publicar textos e imagens. “Eu tive a honra de conhecer e conviver com esse jornalista e humorista tão talentoso e querido por todos nós. Hoje o dia amanheceu sem graça”, escreveu Ana Maria Braga. Eu tive a honra de conhecer e conviver com esse jornalista e humorista tão talentoso e querido de todos nós. Hoje o dia amanheceu mais sem graça. Vá em paz meu amigo! #ripjôsoares #josoares pic.twitter.com/N7s31M6k3E — Ana Maria Braga (@ANAMARIABRAGA) August 5, 2022 “Jô era um grande amigo, inteligente, perspicaz, bem humorado e que adorava uma boa conversa. Acordo muito triste com a notícia de que essa grande estrela nos deixou. Apesar daquela famosa fala do filme, não, eu não sou Jô Soares. Mas como profundo admirador, eu adoraria ter sido”, disse Pelé, lembrando uma cena do filme “”Os Trombadinhas”. Jô era um grande amigo, inteligente, perspicaz, bem humorado e que adorava uma boa conversa. Acordo muito triste com a notícia de que essa grande estrela nos deixou. Apesar daquela famosa fala do filme, não, eu não sou Jô Soares. Mas como profundo admirador, eu adoraria ter sido. pic.twitter.com/A4Y8EoMATv — Pelé (@Pele) August 5, 2022 “Difícil de acreditar… Admirava demais o Jô. Ele fazia parte das nossas vidas… Seu talento atravessou gerações… Obrigada pelas risadas Jô… Descanse em paz”, manifestou-se Patricia Poeta. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patrícia Poeta (@patriciapoeta) Tata Werneck, que seguiu os passos do mestre e lançou seu próprio talk show, publicou um vídeo com um trecho de sua participação no “Programa do Jô” e escreveu no Twitter: “Jô! Amado Jô! Tão importante pra gente! Que bom que consegui te dizer o quanto você é uma referência. Você mudou muitas vidas. Te amo”. Além disso, publicou uma declaração no Instagram: “Eu desmarquei 6 vezes a ida ao seu programa pq tinha pânico de ir e não ser bom. Porque “Ir ao Jô ” pra mim, era sentir que tinha dado certo. Aí você me ligou e disse ‘Você não gosta de mim? Por favor, venha. Quero te conhecer’. E você foi o que você é: um GÊNIO , generoso. Gentil. Engraçado. Brilhante. Jô o que eu quero ser hoje só existe pq eu vi você sendo. Eu te amo muito. Te agradeço”. Jô! Amado Jô! Tão importante pra gente! Que bom que consegui te dizer o quanto você é uma referência. Você mudou muitas vidas. Te amo — Tata werneck (@Tatawerneck) August 5, 2022 Ele era um líder pra gente https://t.co/hzUQ33CShi — Tata werneck (@Tatawerneck) August 5, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Xuxa reuniu uma série de fotos de suas participações no Programa do Jô e disse ter tentado se despedir, sem saber que era uma despedida. “Esses dias, eu pensei muito em você… vi que seu celular não era o mesmo… mandei mensagem por direct (mas era uma página de fã). Acho que era meu anjo da guarda pedindo pra te dizer que eu adoro você, e que estava aqui se precisasse de algo… não consegui, mas agora fica uma saudade grande e a vontade enorme de um abraço que eu não te dei.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa Meneghel (@xuxameneghel) Fábio Porchat, que foi revelado no “Programa do Jô”, também prestou homenagens ao apresentador. “O Brasil sem Jô Soares é um Brasil em preto e branco. Sem alegria, sem força, sem bom humor… A comédia no país é uma antes e outra depois. Por tudo o que foi feito por Jô e por todos aqueles que ele lançou pro mundo por conta de sua generosidade. Obrigado por ter me dado a chance pra perceber que fazer rir é a melhor coisa do mundo. Mas hoje vai ser difícil… Um beijo do gordo”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Porchat (@fabioporchat) Bruno Mazzeo, filho de Chico Anysio, que conviveu com Jô desde criança, fez uma postagem emocionada. “Ah, meu amado Jô. Depois de me fazer rir desde que me entendo por gente, hoje me fez chorar logo ao acordar e receber a noticia de sua passagem. Fico aqui tentando buscar palavras para caprichar nesse textão, mas elas não chegam. Meus olhos se encharcam e eu nem enxergar consigo direito. Meu coração aperta e manda dizer que agradeço por todos os momentos que passamos juntos desde minha infância, por todo o carinho que sempre me foi dedicado, pelas tantas vezes em que me tratou como filho e, brincando, provocava meu pai dizendo que eu era mais fã seu do que dele. Essa primeira foto, comigo criança vestido de Carlos Suely ao lado seu icônico Capitão Gay no camarim do Teatro Fênix, ficou na parede do meu quarto por muitos anos. Olhando agora, é visível o afeto que transborda a cada foto, um sentimento mútuo que sempre tivemos prazer de nutrir um pelo outro. Como eu sempre te dizia, o filho do maior humorista do Brasil é completamente apaixonado pelo outro maior humorista do Brasil. Muito obrigado por tudo e por tanto. O Brasil agradece. Viva esse gênio da raça. Viva o Gordo!”, escreveu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Mazzeo (@eumazzeo) A atriz Lilia Cabral disse que estava triste desde que o “Programa do Jô” acabou. “Como eu gostava do Jô! Sempre inteligente, divertido, inesperado e criativo. Eu fiquei triste quando o programa acabou, mas tinha certeza que iria continuar vendo o Jô de outras maneiras na TV. Isso não aconteceu, somente as referências e cada vez mais a certeza do grande artista que tivemos e sempre teremos. Minha alegria desde a infância, a minha alegria de tantos anos, com personagens inesquecíveis, seu talento absoluto, sua história emocionante. Acordei cedo, vou para SP, abro as notícias e vejo sua foto. Chorei, fiquei muito triste. Acho que ele sempre soube o quanto eu gostava dele, queria que soubesse mais. Obrigada querido por ser tão parceiro e querido em todas as entrevistas, obrigada pelo respeito e por me ensinar tanto”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lilia Cabral (@lilia_cabral) Serginho Groisman lembrou as décadas em que conviveram. “Fomos vizinhos no SBT e Globo por mais de 20 anos. Tive o privilégio de conviver com Jô um ser humano único dedicado à arte e sempre atento aos que o rodeavam. O céu tem agora mais humor. E nós saudades. Descansa amigo.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Serginho Groisman (@serginhogroisman) A cantora Sandy também celebrou o humorista. “Existem pessoas que são inesquecíveis, e, por isso, imortais. Tô impactada aqui com essa partida tão precoce…”, escreveu. “Jô fez parte da vida de todos os brasileiros. E parte muito importante da minha vida artística também. Tenho lembranças incríveis de muitos momentos com ele, como esse aqui, aos 7 meses de gravidez. Obrigada, Jô, pela sua presença linda nesse mundo, pela arte, pelo amor, pelo humor, diversão, cultura e por tudo que você construiu e deixou aqui. Paz pra vc, amor pra todos os familiares e amigos que ficam”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sandy (@sandyoficial) Monica Iozzi destacou a importância de Jô em sua vida: “Acredito que a maioria das pessoas que me acompanham não fazem ideia da sua importância em minha vida. Nos próximos dias vou tentar compartilhar minha história com você por aqui. Pra te homenagear. Pra mostrar pras pessoas que, além de uma artista genial, você também era uma cara excepcional, doce, carinhoso. Como sentirei sua falta! Sentirei falta dos conselhos, das risadas, dos abraços, dos papos sobre política, sobre a história da TV, sobre a vida. Te amo, gordoto! Pra sempre”. Ela incluiu um vídeo de sua entrevista no “Programa do Jô”, dizendo que teve “a honra de ser a sua penúltima convidada”. “Me lembro que após o fim da gravação, já na sua sala, você me abraçou forte e disse: “Precisava me fazer passar essa vergonha, menina zóiuda? A sua sorte é que eu te amo.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Monica Iozzi (@monica.iozzi) Vizinha de Jô, Adriana Galisteu também lamentou a perda: “Meu Deus o mundo sem você… Meu amado amigo, diretor, conselheiro, vizinho que tristeza… Você sempre foi cercado de amor e sempre será assim! Vou seguir te aplaudindo e através de suas obras aprendendo com você! Obrigada por tantas risadas, tantas conversas por todos os ensinamentos.” Meu amado amigo, diretor, conselheiro e vizinho, que tristeza… Você sempre foi cercado de amor e sempre será assim! Vou seguir te aplaudindo e através das suas obras, aprendendo com você. Obrigada por tantas risadas, tantas conversas e por todos ensinamentos, te amo eternamente pic.twitter.com/HD37UunVNs — Adriane Galisteu (@GalisteuOficial) August 5, 2022 Tadeu Schmidt encontrou palavras para descrever o que muitos famosos sentiram ao conhecer Jô. “Quantas vezes eu não ensaiei, sozinho, o que eu ia dizer quando fosse entrevistado pelo Jô… Sentar naquele sofá e conversar com aquele monstro sagrado era sonho obrigatório de todo mundo que buscava sucesso na carreira! Era ali que rolavam as entrevistas antológicas, aquelas que a gente comentaria por anos: ‘lembra quando Fulano foi ao Jô e disse que…'”, apontou. “Cresci dando risada com esse gênio fazendo graça na TV com seus programas de humor. Quantas vezes repeti seus bordões… Bom, e quando finalmente chegou a hora de falar com o Jô, foi diferente de tudo que eu pudesse ter ensaiado por tantos anos. Foi uma farra só! Foi risada do começo ao fim! Foi surpreendente e sensacional! Mas uma coisa foi exatamente como imaginei: foi inesquecível”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tadeu Schmidt (@tadeuschmidt) Toquinho relembrou momentos com o apresentador. “Jô Soares, meu querido amigo, o Brasil chora sua falta. Morre muito de nós quando um amigo se vai. Conheci Jô quando ele trabalhava na produção do mítico Silveira Sampaio. Eu com 16 pra 17 anos e ele em torno de 24. Andei muito na garupa de sua Harley branca. Ele amava história em quadrinhos. Fiz um curso com ele. Muitas andanças, muitas histórias. Adeus, Jô. Fica em paz, meu amigo.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Toquinho (@toquinho) A cantora Zélia Duncan, que hoje está em um relacionamento com Flavia Pedras, ex-mulher de Jô, lamentou: “O Brasil perdeu hoje um artista único, um comediante que amava seu ofício acima de tudo, um ator fora de série. Um entrevistador brilhante. Um cidadão que amava seu país e seus amigos. Jô Soares, obrigada por tanto!” O Brasil perdeu hoje um artista único, um comediante que amava seu ofício acima de tudo, um ator fora de série. Um entrevistador brilhante. Um cidadão que amava seu país e seus amigos. Jô Soares, obrigada por tanto!🥲💔 — Zélia Duncan 🏳️🌈 (@zeliaduncan) August 5, 2022 A ex-presidente Dilma Rousseff lembrou com carinho do apoio que recebeu de Jô na véspera do Impeachment, quando o humorista foi o único a abrir espaço para sua defesa na Globo. “Lamento profundamente sua morte. O Brasil perde um grande artista e eu, atrevo-me a dizer, perdi um amigo. Meus sentimentos aos familiares, admiradores e fãs deste artista brasileiro de rara sensibilidade”, ela escreveu. “Quando eu estava sob intenso ataque da mídia e dos adversários políticos, pouco antes do processo de impeachment, em abril de 2016, ele abriu seu programa para me entrevistar. Foi uma conversa respeitosa e muito importante. Jô foi a única voz dentro da Globo disposta a me ouvir naquele momento. E disso eu não me esqueço. Ele foi um democrata e era um artista de princípios”, completou. É com tristeza que recebo a notícia da passagem de Jô Soares. Escritor notável, humorista brilhante e um entrevistador...
Jô Soares morre em São Paulo aos 84 anos
O ator, humorista, escritor e diretor Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5/8), aos 84 anos. A notícia foi dada por sua ex-esposa, Flavia Pedras, no Instagram. “Aqueles que através dos seus mais de 60 anos de carreira tenham se divertido com seus personagens, repetido seus bordões, sorrido com a inteligência afiada desse vocacionado comediante, celebrem, façam um brinde à sua vida. A vida de um cara apaixonado pelo país aonde nasceu e escolheu viver, para tentar transformar, através do riso, num lugar melhor”, ela escreveu, ao comunicar o falecimento. A causa da morte não foi divulgada, mas Jô estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês passado, revelou sua assessoria. José Eugênio Soares nasceu em 1 de janeiro de 1938 no Rio de Janeiro. Queria ser diplomata, mas o senso de humor e a criatividade o levaram para outra direção. Em 1954, iniciou sua carreira nas telas com a chanchada “Rei do Movimento”, primeiro de quatro filmes estrelados por Ankito de que participou. Também trabalhou com Oscarito na famosa comédia “O Homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga, além de Ronald Golias em “Tudo Legal” (1960), de Victor Lima. Paralelamente, Jô começou a aparecer numa esquete semanal do humorístico “A Praça É Nossa”. E depois de dez anos sentando ao lado de Manuel de Nóbrega, voltou a contracenar com Golias na revolucionária sitcom “Família Trapo”, que em 1967 já fazia o que “Sai de Baixo” repetiria décadas mais tarde. O sucesso do programa da Record e sua transformação em protagonista, no clássico do cinema marginal “A Mulher de Todos” (1969), de Rogério Sganzerla, chamou a atenção da Globo. E em 1970, a emissora fisgou Jô para o lançamento de “Faça Humor, Não Faça a Guerra”, a primeira produção moderna de humor do canal carioca – na verdade, bastante avançada para a época – , que ainda contava com o talento de Renato Côrte Real. Jô voltou a dividir a tela com outros humoristas famosos em “Satiricom” (lançado em 1973) e no popular “Planeta dos Homens” (de 1976), onde escreveu roteiros e apresentou personagens que marcaram época. No mesmo ano, assinou seu único filme como diretor, “O Pai do Povo” (1976), que também escreveu e estrelou como o último homem fértil da Terra, convocado a dar continuidade à espécie humana. A versatilidade o levou a conquistar seu primeiro programa “solo”: “Viva o Gordo”, em 1981. Mas com a audiência nas alturas, decidiu trocar a Globo pelo SBT, onde lançou uma versão extremamente parecida, chamada “Veja o Gordo”, em 1988. Essa encarnação não teve vida longa, mas o interesse de Jô ao fazer a mudança de canal era outro. Ele conseguiu de Sílvio Santos a promessa de comandar um programa noturno de entrevistas, que estreou no mesmo ano do humorístico. “Jô Soares Onze e Meia” acabou virando o primeiro talk show da TV brasileira, abrindo caminho para outros humoristas seguirem sua deixa. Realizado como entrevistador, Jô nunca mais quis encabeçar programas de humor. Mas não largou completamente a atuação, fazendo pequenas e pontuais participações em filmes como “Cidade Oculta” (1986), de Chico Botelho, “Sábado” (1995), de Ugo Giorgetti, “O Xangô de Baker Street” (2001), de Miguel Faria Jr., e “Giovanni Improtta” (2013), de José Wilker. “O Xangô de Baker Street”, por sinal, foi uma adaptação de um best-seller escrito pelo próprio Jô, que imaginava a vinda de Sherlock Holmes ao Brasil colonial para investigar um caso na corte de D. Pedro II. Virou um enorme sucesso de bilheteria. Ele acabou voltando para a Globo no ano 2000, 12 anos depois de largar “Viva o Gordo”, para continuar a fazer entrevistas e alegrar as noites da TV brasileira com “O Programa do Jô”, que conduziu até se aposentar das telas em 2016.
“Rensga Hits!” bate recorde de audiência na Globo
A exibição dos dois primeiros episódios da série brasileira “Rensga Hits!” na faixa “Cinema Especial”, na noite de quarta (3/8) rendeu recorde de audiência para a Globo. Foram 22 pontos no Rio e 21 em São Paulo, que representam os maiores índices da faixa em mais de um ano – desde maio do ano passado. A trama, protagonizada por Alice Wegmann, fala do universo das mulheres do sertanejo. A produção foi originalmente desenvolvida para o Globoplay e, após a exibição em TV aberta, teve os quatro primeiros capítulos liberados na plataforma. Serão oito no total, com um novo episódio lançado por semana. Escrita por Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”), a trama acompanha Raíssa (Alice Wegmann, de “Onde Nascem os Fortes”), uma jovem do interior que viaja para a cidade grande com o intuito de se tornar cantora. Ela começa a fazer pequenas apresentações em um restaurante, mas logo descobre que uma de suas composições foi roubada e gravada por outra cantora, Gláucia (Lorena Comparato, de “Impuros”), o que inicia uma rivalidade entre as duas. A produção também destaca em seu elenco Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Stella Miranda (“Carnaval”), Guida Vianna (“Valentins”), Jeniffer Dias (“Amor de Mãe”), Sidney Santiago (“Segunda Chamada”), Maurício Destri (visto num clipe recente de Manu Gavassi), Alejandro Claveaux (“Coisa Mais Linda”) e ainda marca a volta de Lúcia Veríssimo às telas, oito anos após “Amor à Vida” (2013). Além disso, há participações da apresentadora Rafa Kalimann e da cantora Naiara Azevedo.
Conheça “Rensga Hits!”, série sobre universo do “feminejo”, que a Globo lança nesta quarta
A série “Rensga Hits!”, que terá seus dois primeiros episódios exibidos na faixa “Cinema Especial” da Globo, nesta quarta-feira (3/8), chega com a ambição de transformar o protagonismo feminino da música sertaneja numa trama para a televisão. Produzida para a plataforma de streaming Globoplay, a atração pretende trazer muitos hits e canções inéditas, além de histórias saídas das letras dos grandes sucessos do “feminejo”. “A ideia era criar uma história que espelhasse os hits cantados por mulheres: que se divertem, que se embebedam, que choram a perda do amor… Também queríamos mostrar outras caras do Brasil, mostrar Goiânia como essa potência de música”, explicou a produtora Carolina Alckmin (“De Volta aos 15”) sobre a inspiração do projeto, em entrevista ao jornal O Globo. Escrita por Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”), a trama acompanha Raíssa (Alice Wegmann, de “Onde Nascem os Fortes”), uma jovem do interior que viaja para a cidade grande com o intuito de se tornar cantora. Ela começa a fazer pequenas apresentações em um restaurante, mas logo descobre que uma de suas composições foi roubada e gravada por outra cantora, Gláucia (Lorena Comparato, de “Impuros”), o que inicia uma rivalidade entre as duas. Para o papel, Wegmann se baseou em Marília Mendonça (que originalmente participaria da atração, mas acabou morrendo antes), chegando a estudar o jeito dela falar e cantar. “Minha personagem em ‘Rensga Hits!’, a Raíssa, foi desde sempre uma homenagem a ela em vida. Nossa maior referência e inspiração”, a atriz escreveu no Instagram. No terceiro episódio da série, a “rainha da sofrência” chega a ser citada como referência. Mas o ponto de partida da história da Raíssa tem outro pretexto narrativo: a descoberta de que seu noivo tem uma amante e um filho. É a velha história da infidelidade, tão decantada em sucessos populares – como “Infiel”, da citada Marília Mendonça – , com direito a outros detalhes típicos. A personagem abandona o noivo no altar, no interior, e pega seu carro velho para ir até Goiânia em busca de seu sonho. “Nada como um chifre para dar uma reviravolta na vida, não é mesmo? É o melhor impulso que alguém pode ter”, brincou Alice Wegmann ao falar sobre a personagem. Apesar de assumir o tom de comédia, a trama aborda temas sérios como machismo e a diferença salarial entre homens e mulheres, questões feministas que ganham ainda maior projeção no universo sertanejo. Além disso, a série também vai apresentar algo raro nesse mundinho: uma dupla de cantores negros. Na trama, Jeniffer Dias (“Amor de Mãe”) interpreta a cantora Thamyres, que faz dupla com seu irmão Theo (Sidney Santiago, de “Segunda Chamada”). “Eles são uma dupla sertaneja preta, eu nunca tinha visto antes”, disse ela. “Sou carioca, do samba, um dia me perguntaram: ‘Quem do sertanejo você ama, quem é a sua referência?’. Não tinha, não vi ninguém parecido comigo.”, disse a atriz em entrevista à Folha de S. Paulo. Em sua pesquisa para o papel, Dias conversou com as irmãs Barbosa e pesquisou o trabalho de cantores como como Cascatinha e Inhana, Rick e João Paulo. Os poucos exemplos que ela conseguiu encontram refletem um problema sistêmico. “A série trazer uma dupla sertaneja preta é uma forma de subverter isso, de fazer com que isso mude de alguma forma”, acredita a atriz. Além disso, ela elogia desenvolvimento da sua personagem. “Thamyres me lembra muito a força e a sensibilidade das mulheres que apesar das adversidades conseguiram dar a volta por cima de alguma forma.” Outra que destacou a força de sua personagem foi a atriz Fabiana Karla (“De Perto Ela Não é Normal”), que interpreta Helena, a dona de uma gravadora na série. “É uma mulher extremamente forte, a meta de vida dela é ter sucesso. Ela vai passando por cima de todo mundo e, aos olhos dos outros, ela é uma máquina. Tem uma vida de muito sucesso e luxuosa. Eu estava numa fase muito ‘para dentro’, e a Helena me trouxe uma fortaleza, uma coragem”, disse ela ao Globo. A produção também destaca em seu elenco Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Stella Miranda (“Carnaval”), Guida Vianna (“Valentins”), Maurício Destri (visto num clipe recente de Manu Gavassi), Alejandro Claveaux (“Coisa Mais Linda”) e ainda marca a volta de Lúcia Veríssimo às telas, oito anos após “Amor à Vida” (2013). E para entrar no espírito dos personagens, todos passaram três meses em Goiânia. A preparação foi intensa, com aulas de canto e sotaque, e encontros com pessoas importantes desse universo. Alice Wegmann, por exemplo, nunca tinha cantado profissionalmente. “Cantar é meu lugar de vulnerabilidade, me sinto pelada. No meu aniversário de 2020, o Francisco Gil [músico e neto de Gilberto Gil] me deu um violão e me incentivou a tocar e cantar, mas fazia isso em casa”, ela explicou. As músicas que ela vai apresentar são composições da dupla Bibi e Dudu, que já trabalhou com nomes como Michel Teló e Gusttavo Lima. Wegmann imagina que a junção de todos esses fatores serão capazes de produzir um grande sucesso – senão na música, na televisão. “‘Rensga Hits!’ se comunica com o Brasil inteiro, com a família toda, com qualquer um que goste de música. É uma série que passa por todas as emoções de um jeito muito divertido, e o Brasil precisa rir um pouco”, aponta. Após a exibição dos dois primeiros episódios, com direção de Leandro Neri (“Socorro, Virei uma Garota!”) e Carolina Durão (“A Vila”), a série passará a ser disponibilizada semanalmente na Globoplay. Já na quinta, os fãs poderão acompanhar os quatro primeiros capítulos na plataforma de streaming.











