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    Martin Landau (1928 – 2017)

    17 de julho de 2017 /

    O ator Martin Landau, vencedor do Oscar por “Ed Wood”, faleceu no sábado (15/6) em Los Angeles. Ele estava hospitalizado no hospital da UCLA e morreu após complicações médicas, aos 89 anos. Um dos primeiros astros de Hollywood a alternar com sucesso trabalhos na TV e no cinema, Landau começou a carreira artística como cartunista de jornal nos anos 1940, antes de ser admitido no Actor’s Studio (junto com Steve McQueen) e conseguir papéis de teatro e participações em séries na metade dos anos 1950. Na verdade, o jovem nova-iorquino nem precisou fazer muito esforço para se destacar no cinema, pois, logo de cara, chamou atenção no suspense “Intriga Internacional” (1959), de Alfred Hitchcock, interpretando o capanga de James Mason. O destaque deveria ser ainda maior no épico “Cleopatra” (1963), como General Rufio, braço direito de Marco Antonio (Richard Burton). Mas após passar um ano nas filmagens, ele descobriu que grande parte de seu desempenho tinha sido cortado, devido à longa duração do filme. Conformado, dedicou-se às séries televisivas, onde acumulou uma vasta coleção de participações em clássicos diversificados – de “Além da Imaginação” a “O Agente da UNCLE”. Fez também pequenos papéis no épico bíblico “A Maior História de Todos os Tempos” (1965) e no western “Nas Trilhas da Aventura” (1965), antes de voltar a se destacar como um pistoleiro desalmado em “Nevada Smith” (1966), estrelado pelo antigo colega Steve McQueen. A grande virada em sua carreira aconteceu em 1966, quando precisou optar entre dois convites para integrar o elenco fixo de uma série. Ele recusou o papel de Spock (que voltou para Leonard Nimoy, após ter sido rejeitado no piloto original de “Jornada nas Estrelas”), para viver o mestre dos disfarces Rollin Hand em “Missão: Impossível”, personagem que se tornou um dos favoritos do público. O papel lhe rendeu três indicações ao Emmy. Além de servir para mostrar sua versalidade, ao assumir a identidade dos diferentes vilões da semana, “Missão: Impossível” também lhe permitiu contracenar com sua esposa, Barbara Bain. Os dois trabalharam juntos na série desde o piloto de 1966 até o final da 3ª temporada, em 1969. Ele alegou diferenças criativas para sair da atração, mas os produtores afirmaram que o problema era salarial. Landau queria receber mais por ser o principal destaque do elenco. Por ironia, ao sair da série foi substituído por um novo mestre dos disfarces, Paris, vivido justamente por Leonard Nimoy. Após “Missão: Impossível”, ele tentou retomar a carreira cinematográfica, vivendo o vilão em “Noite Sem Fim” (1970), mas a falta de bons papéis no cinema o fez voltar a se juntar com Bain em outra série, a ficção científica “Espaço 1999”, produção britânica do casal Gerry e Sylvia Anderson (criadores das aventuras de fantoches “Thunderbirds”, “Capitão Escarlate” e “Joe 90”). A trama se passava no futuro, após a Lua sair da órbita da Terra, e acompanhava os sobreviventes da base lunar, enquanto travavam contato com civilizações alienígenas. As histórias eram confusas, mesmo assim a produção durou duas temporadas, entre 1975 e 1977, e perdurou em reprises e no lançamento de telefilmes derivados de seus episódios – o último foi ao ar em 1982. A experiência sci-fi continuou no cinema, com participações no filme de catástrofe apocalíptica “Meteoro” (1979) e nas tramas de contato alienígena “Sem Aviso” (1980) e “O Retorno” (1980). Ele também estrelou o slasher “Noite de Pânico” (1982), como um psicopata foragido de um hospício – junto do veterano Jack Palance – , que abriu uma fase de filmes de terror de baixo orçamento em sua filmografia. O período culminou com o divórcio da esposa e parceira Barbara Bain. Quando experimentava o pior momento da carreira, foi resgatado por Francis Ford Coppola para um dos papéis principais do drama de época “Tucker – Um Homem e Seu Sonho” (1988). A participação lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e voltou a colocá-lo em destaque. Em seguida, juntou-se a outro mestre do cinema, filmando “Crimes e Pecados” (1989), de Woody Allen, como um oftalmologista bem-sucedido, que era assombrado por um segredo mórbido. A homenagem a Fiódor Dostoiévski lhe rendeu sua segunda indicação consecutiva ao prêmio da Academia. Apesar do prestígio conquistado, Landau selecionou mal seu filmes do começo dos anos 1990, participando de “A Amante” (1992), com Robert De Niro, “Sem Refúgio” (1992), com Drew Barrymore, “Invasão de Privacidade” (1993), com Sharon Stone, e “Intersection: Uma Escolha, uma Renúncia” (1994), com Richard Gere. Esta entressafra acabou compensada pelo melhor papel de sua vida. Em 1994, Tim Burton o convidou a encarnar o ator Bela Lugosi na cinebiografia “Ed Wood”. O desempenho foi impressionante, fazendo com que roubasse a cena do astro principal, Johnny Depp. Entrou como franco-favorito na disputa do Oscar e venceu a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante com grande aclamação. No resto da década, Landau manteve um fluxo constante de trabalhos de coadjuvante, vivendo Gepetto em “As Aventuras de Pinocchio” (1996) e um dos misteriosos conspiradores de “Arquivo X: O Filme” (1998), além de integrar os elencos de “Cartas na Mesa” (1998), com os jovens Matt Damon e Edward Norton, “EdTV” (1999), com Matthew McConaughey e Woody Harrelson, e “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), que voltou a juntá-lo com Tim Burton. As opções de cinema foram escasseando no século 21, mas em seus lugares surgiram séries, como “Entourage”, na HBO, na qual viveu um produtor de cinema, e “Desaparecidos/Without a Trace” na TV aberta, como o pai do protagonista (Anthony LaPaglia), que sofria de Alzheimer. Os dois papéis recorrentes lhe valeram indicações a prêmios Emmy, entre 2004 e 2007. Ele chegou a repetir o papel do produtor Bob Ryan no filme de “Entourage”, em 2015. E continuava filmando até hoje, tendo protagonizado “The Last Poker Game”, exibido no Festival de Tribeca deste ano, e finalizado as filmagens de “Without Ward”, com lançamento previsto para agosto. Landau teve duas filhas que seguiram sua carreira. Susan Landau Finch virou produtora de cinema, tendo trabalhado com Francis Ford Coppola em “Dracula de Bram Stoker” (1992), e Juliet Landau ficou conhecida como atriz pela série “Buffy – A Caça-Vampíros”, na qual interpretou a vampira Drusilla.

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    George A. Romero (1940 – 2017)

    17 de julho de 2017 /

    O diretor George A. Romero, que criou o conceito dos zumbis modernos com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, morreu no domingo (16/7). Ele faleceu durante o sono, enquanto lutava contra um câncer de pulmão, aos 77 anos. Foi Romero quem concebeu a ideia de um apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. E a origem dessa contaminação era vaga – um satélite vindo do espaço? O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. E os protagonistas aprendiam os fatos básicos sobre as criaturas junto do público, via noticiário televisivo: os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa num deles, assim como a morte, e eles só paravam com um tiro na cabeça. Além dos elementos de terror, a trama adentrava o inesperado terreno da crítica social, ao fazer de um negro e uma mulher branca seus principais protagonistas. A combinação era inusitada para a época, quando casais inter-raciais ainda eram vistos com reprovação no mundo real. A ideia tornava-se mais impactante pelo final, em que o personagem do ator Duane Jones era morto por um caipira. Para fazer sua estreia como diretor, Romero juntou todas as suas economias, conseguidas com trabalho em comerciais, rodando o filme com apenas US$ 114 mil. Para economizar, optou pelo preto-e-branco, uma estética de documentário e apenas catchup e carne de açougue como efeito especial. O porão da fazenda, em que parte da trama acontecia, era o porão de seu próprio escritório. Amigos eram convidados a viver mortos-vivos. Tudo o que podia ser barateado, foi. “A Noite dos Mortos-Vivos” virou um fenômeno. Mas o diretor não recuperou o investimento. Afinal, o filme foi registrado sob o título original, “The Night of the Flesh-Eaters” (a noite dos canibais). Quando os produtores optaram por um nome menos sensacionalista, os direitos autorais caíram no limbo, colocando o longa em domínio público. Romero nunca viu nenhum centavo dos lançamentos em vídeo. Arrasado, ele resolveu mostrar que era um diretor sério, filmando uma comédia romântica (“There’s Always Vanilla”, em 1971), que foi um fracasso. Também tentou misturar drama e sobrenatural numa história de dona de casa que se envolve com bruxaria (“Season of the Witch”, em 1972). Nenhum desses filmes despertou o mesmo interesse de sua estreia. Assim, decidiu retomar conceitos de seu clássico. Seu quarto filme voltou a lidar com infecção, claustrofobia, ataque de contaminados enraivecidos e a reação desumana do governo federal. “O Exército do Extermínio” (1973) mostrou um vírus que transformava a população de uma cidadezinha da Pensilvânia em assassinos alucinados. Desta vez, porém, não bastava enfrentar os infectados. O terror também vinha dos militares que cercavam o local, forçando uma quarentena para impedir a fuga dos sobreviventes. O longa virou cult e ganhou um remake em 2010 (“Epidemia”), mas na época não rendeu o suficiente para que Romero continuasse a se aventurar no cinema de forma independente. Ele foi, então, dirigir documentários esportivos para a TV. Fez até um filme sobre um jovem esportista em ascensão, chamado O.J. Simpson. Mas só conseguiu ficar cinco anos tempo longe de sua paixão. Ao voltar, fez outro cult, “Martin” (1978), história de um rapaz obcecado por sangue, um serial killer que acreditava ser um vampiro. Tornou-se o filme favorito do diretor, ainda que não tenha feito sucesso nas bilheterias. A esta altura, a influência de “A Noite dos Mortos-Vivos” já tinha chegado ao cinema europeu. Um grupo de investidores italianos procurou Romero, interessado em produzir um novo filme de zumbis, entre eles o cineasta Dario Argento (“Suspiria”). Romero ganhou seu primeiro grande orçamento e carta branca para escrever e dirigir como quisesse. E o resultado foi sua obra-prima visceral. Para “Despertar dos Mortos” (1978), o diretor quis mostrar como a epidemia zumbi afetava um grande centro urbano. Juntou uma produtora de telejornal, um piloto de helicóptero e dois policiais da tropa de choque em fuga de uma metrópole infestada, com zumbis irrompendo em estúdios televisivos, em cortiços superlotados e… num shopping center. Ao concentrar a ação no shopping gigante dos subúrbios de Pittsburgh, o filme estabeleceu um dos cenários mais famosos do terror, ao mesmo tempo em que superou seu próprio gênero, inserindo comentário social de humor negro na materialização de zumbis consumistas, que continuavam a demonstrar fervor materialista após a morte. Perguntado porque os zumbis estavam reunidos ali, um personagem responde: “Algum tipo de instinto. Memória do que costumavam fazer. Este era um lugar importante nas suas vidas”. Foi durante a produção que Romero descobriu que perdera direito ao título “Mortos-Vivos”. Um produtor lançaria uma nova franquia com este nome, referenciando “A Noite dos Mortos Vivos” e espalhando ainda mais o gênero – a partir de “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). O próprio “Despertar dos Mortos” originou outra saga, ao ganhar uma continuação de seus produtores italianos, chamada “Zumbi 2 – A Volta dos Mortos” (1979). Alheio à proliferação dos filmes de zumbis, Romero rodou “Cavaleiros de Aço” (1981), sobre gangues de motoqueiros que se portavam como se fossem cavaleiros medievais, estrelado por Tom Savini – que liderou a gangue de motoqueiros de “Despertar dos Mortos”. A ideia bizarra também virou cult. Para sacramentar sua fama como diretor de terror, ele ainda firmou uma parceria com o escritor Stephen King, que escreveu um de seus raros roteiros originais para o diretor: “Creepshow – Show de Horrores” (1982), uma homenagem aos antigos quadrinhos de terror da editora EC Comics (que publicava, entre outros, “Tales of the Crypt”). Ao perceber que os mortos-vivos tinham virado febre, ele retomou as criaturas em “Dia dos Mortos” (1985), passado num bunker militar. Mais claustrofóbico que nunca e igualmente influente, o filme tratou de mostrar que a ameaça humana podia ser tão ou mais perigosa que o ataque das criaturas, num mundo em que os sobreviventes se tornavam psicopatas. De quebra, o longa rendeu o primeiro trabalho da carreira de Greg Nicotero, futuro produtor da série “The Walking Dead”, como assistente de Tom Savini na criação das maquiagens dos zumbis. A reputação conquistada com a trilogia zumbi levou Romero a produzir uma série de TV, “Galeria do Terror” (Tales from the Darkside), que durou quatro temporadas, e também o aproximou dos grandes estúdios. O thriller “Instinto Fatal” (1988) foi uma produção da Orion, distribuída por Fox e Warner no exterior. Mas a história do macaco que aterrorizava seu dono paraplégico teve mais mídia que público. Ele voltou a colaborar com Dario Argento em “Dois Olhos Satânicos” (1990), que levou às telas dois contos distintos de Edgar Allan Poe – um dirigido por Romero, outro por Argento. E com Stephen King, na adaptação de “A Metade Negra” (1993), outra produção grandiosa para os padrões do diretor. Apesar da expectativa, os filmes não agradaram à crítica e nem renderam as bilheterias esperadas. Assim, Romero não encontrou as mesmas facilidades para realizar novos projetos. Só foi retomar a carreira sete anos depois com “A Máscara do Terror” (2000), uma história original sobre um homem deformado, que não teve impacto algum. Mas lá atrás, em 1990, ele se envolveu em algo que lhe daria dividendos. O próprio Romero produziu e roteirizou o primeiro remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”, desta vez realizado à cores e com um final bem diferente. A produção foi um sucesso e inaugurou a tendência de refilmagens de sua obra. Em 2004, Zack Snyder fez o remake de “Despertar dos Mortos”, lançado no Brasil com o título de “Madrugada dos Mortos”. E a obra fez tanto sucesso que muita gente passou a perguntar porque Romero não fazia mais filmes de zumbis. A própria Universal Pictures, que distribuiu o filme de Snyder, procurou Romero interessada em saber sua disposição para retomar o gênero. O diretor se viu com o maior orçamento de sua carreira para filmar “Terra dos Mortos” (2005). Ele não esqueceu do amigo Dario Argento e convidou a filha do cineasta, Asia Argento, para estrelar a produção, ao lado de astros como o veterano Dennis Hopper, John Leguizamo e Simon Baker. Para completar, diversos figurantes famosos viveram zumbis na produção, como Simon Pegg e o diretor Edgar Wright, que recém tinham feito a comédia zumbi “Todo Mundo Quase Morto” (2004), sem esquecer de Savini e Nicotero. Desta vez, a trama se passava numa cidade-fortaleza, com milionários encastelados e proletários lutando para manter os privilégios da classe dominante. A mensagem não agradou muito o estúdio, que aproveitou a baixa bilheteria para limar o projeto de continuação, que Romero pretendia rodar com os sobreviventes da história. Seria sua primeira sequência a retomar personagens. A febre dos filmes de “found footage” (imagens encontradas) inspirou Romero a produzir mais um filme de zumbis, desta vez com baixíssimo orçamento, como no começo de sua carreira, na base da câmera na mão e um tiro na cabeça. Com “Diário dos Mortos” (2007), ele ainda revisitou os primeiros dias da epidemia. Mas por mais barato que tenha sido, o filme não se pagou. Não rendeu nem US$ 1 milhão na América do Norte. O cineasta rodou um último filme a partir de algo que sempre lhe questionaram: por que os sobreviventes não vão para uma ilha? “A Ilha dos Mortos” (2009) explicou porquê, com direito a uma cena trash fantástica, de luta entre zumbi e tubarão. Apesar de ter retomado os zumbis em seus últimos filmes, ele via com desgosto a popularização do gênero. Não gostava de zumbis velozes, como os mostrados no remake de “Madrugada dos Mortos”. Recusou até um convite para dirigir um episódio de “The Walking Dead”, porque dizia que a série era “uma novela com zumbis” e achava que sua participação poderia “legitimá-la”. Ele também escreveu para videogames e quadrinhos, e buscava tirar do papel seu sétimo filme de zumbis via crowdfunding. Romero chegou a finalizar o roteiro, intitulado “Road of the Dead” (estrada dos mortos), que previa corridas de carros malucas, em que zumbis competiam para a diversão de humanos ricos. A ideia era lançar o filme em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” completaria 50 anos.

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    Morre dublê que se acidentou no set de The Walking Dead

    14 de julho de 2017 /

    O dublê americano John Bernecker, que caiu de uma plataforma de quase dez metros de altura durante as gravações da 8ª temporada de “The Walking Dead”, teve a morte declarada, segundo o site TMZ. Ele estava em estado grave e respirava com a ajuda de aparelhos no Atlanta Medical Center desde a tarde de quarta-feira (12/7), quando sofreu o acidente e ficou com uma lesão grave na cabeça. De acordo com o site americano, ele estava rodeado de parentes, amigos e da namorada, Jennifer Cocker, que também é dublê, no momento em que os aparelhos foram desligados. A produtora responsável informou que as gravações foram suspensas após o acidente. O dublê de 33 anos começou a trabalhar há nove anos na profissão, tendo participado de vários sucessos do cinema. Entre eles, estão “Logan”, “Corra!”, “Velozes e Furiosos 8” e três filmes da série “Jogos Vorazes”. Em “Logan”, ele também faz uma pequena aparição como ator, interpretando um policial. O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA) informou que vai investigar as causas do acidente fatal. No Facebook, antes da confirmação da morte de Bernecker, a namorada do dublê considerou “injusto” o acidente.

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    Maria Estela (1942 – 2017)

    12 de julho de 2017 /

    Morreu no último dia 6 de julho a atriz Maria Estela, aos 75 anos de idade. A causa da morte ainda é desconhecida, e o fato só veio à tona agora, através da publicação de mensagens de amigos e ex-colegas da atriz. Maria Estela foi uma das mais importantes atrizes de novela dos anos 1970, protagonizando várias produções da Excelsior, Record e Tupi, geralmente no papel de mocinha. Ela começou a carreira em 1965, na TV Excelsior, que, à época, fazia novelas de sucesso. A estreia aconteceu em “O Caminho das Estrelas”, em que o ídolo musical Agnaldo Rayol interpretava um cantor boêmio. Na Excelsior, ela também estrelou “A Pequena Karen”, a primeira adaptação de “O Tempo e o Vento” e uma versão do clássico gótico britânico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Transferiu-se para a Record em 1968, durante a época de ouro das novelas da emissora, e participou de “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses Estão Mortos”, “Quarenta Anos Depois”, “Sol Amarelo”, “O Leopardo” e “Os Fidalgos da Casa Mourisca”. A mudança para a Tupi veio em 1973, e logo de cara ela fez a primeira versão de “Mulheres de Areia”. A história das gêmeas Ruth e Raquel (vividas por Eva Wilma) marcou época e chegou a ganhar remake da Globo em 1993. Também participou de “Meu Rico Português”, “Um Dia o Amor” e as das últimas novelas na Tupi: “Aritana” e “Roda de Fogo”. Nos anos 1980, entrou em produções da Band e do SBT, como “Os Imigrantes”, “O Campeão” e “Vida Roubada”. E só foi chegar na Globo na década de 1990, participando da minissérie “Boca do Lixo” e das novelas “Meu Bem Meu Mal” e “Despedida de Solteiro”. Em 1994, voltou para o SBT e atuou em “Éramos Seis”, passando a se destacar em tramas de sucesso do canal, a maioria adaptadas de novelas latinas, como “Chiquititas”, “Pícara Sonhadora”, “Esmeralda” e “Marisol”, mas também “Vende-Se Um Véu de Noiva”, de Íris Abravanel. Seu último papel, porém, foi na Globo, registrado em 2010 na novela “Passione”, em participação especial. Desde então, estava afastada das telas.

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    Família de Nelsan Ellis revela que ator morreu lutando contra o vício em álcool e drogas

    10 de julho de 2017 /

    A família do ator Nelsan Ellis, conhecido pelo papel de Lafayette na série “True Blood”, revelou que seu vício em álcool e outras drogas pode ter lhe custado a vida. Ele morreu no sábado (8/7), aos 39 anos, de insuficiência cardíaca. Em um comunicado publicado no site The Hollywood Reporter, a família revelou que o ator lutava contra o abuso de drogas durante anos e, depois de passar por uma série de internações, decidiu se tratar sozinho. Segundo o pai de Ellis, o abuso de álcool fez com que ele contraísse uma infecção no sangue, além de outras complicações, como a parada de seus rins e inchaço no fígado. A nota ainda afirma que o ator passou quatro dias internado até a morte na manhã de sábado. “Nelsan tinha vergonha de seu vício e sempre relutou falar sobre o assunto. Apesar da perda, a família do ator deseja que isso sirva de aviso a quem também precisa de ajuda”, diz o comunicado. Nelsan Ellis esteve em todas as sete temporadas de “True Blood” e atualmente estava em “Elementary”. Ele também fez muitos filmes, com seus principais desempenhos realizados em “O Mordomo da Casa Branca” (2013), em que interpretou Martin Luther King, e “Get on Up: A História de James Brown” (2014), no qual viveu o músico Bobby Byrd. Ele tinha acabado de filmar “True to the Game”, um drama que estreia em setembro nos Estados Unidos.

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    Elsa Martinelli (1935 – 2017)

    9 de julho de 2017 /

    A atriz italiana Elsa Martinelli, sex symbol dos anos 1950 e 1960, morreu no sábado (8/7) em sua casa em Roma, aos 82 anos de idade. Ela começou sua carreira como modelo em Roma, o que a levou a fazer pequenos papéis em filmes italianos. Mas já adolescente ambicionava o sucesso internacional. Aos completar 18 anos em 1953, foi para Nova York sem saber inglês e com U$ 20 no bolso, atrás de uma carreira de modelo e atriz nos Estados Unidos. Acabou fazendo um ensaio na revista Life que chamou atenção do ator Kirk Douglas, que a contratou para viver a filha sedutora de um cacique sioux no western “A um Passo da Morte” (1955). A cena em que ela se banha no rio quase ofuscou todo o resto do filme. Mas foi a projeção alcançada ao contracenar com um dos maiores astros de Hollywood que a fez voltar com outro status para a Itália. Logo em seu filme seguinte, “Arroz Maldito” (1956), foi escalada como protagonista. E em seguida foi filmar com um grande mestre do cinema italiano, Mario Monicelli, no papel-título da comédia “Donatella” (1956). Estampando pôsteres que a transformavam em pin-up, atraiu atenção de diretores de toda a Europa, consagrando-se como uma estrela continental. Virou musa de mestres, como o francês radicado na Inglaterra Guy Hamilton, em “A Clandestina” (1957), o italiano Mauro Bolognini em “A Longa Noite de Loucuras” (1959), filme escrito por ninguém menos que Pier Paolo Pasolini, Dino Risi em “Um Amor em Roma” (1960), e o francês Roger Vadim em “Rosas de Sangue” (1960), que foi ousadíssimo, como primeira adaptação do clássico de vampira lésbica “Carmilla” (1872). Após uma dúzia de produções de grande repercussão, Martinelli voltou a receber convites para trabalhar em Hollywood. Ela estrelou “Hatari!” (1960), um dos filmes de safari mais bem-sucedidos de todos os tempos, que reunia o time clássico do ator John Wayne e o diretor Howard Hawks na África. E seguiu com “O Pombo que Conquistou Roma” (1962), como par de Charleton Heston, “O Processo” (1962), dirigido por Orson Welles, “Gente Muito Importante” (1963), com Elizabeth Taylor e Richard Burton, e “Maldita Aventura” (1963), com Robert Mitchum. Sem dar sinais de desacelerar, entrou numa fase de filmes cults, entre eles a influente sci-fi mod “A Décima Vítima” (1965), com Marcello Mastroianni, a comédia psicodélica britânica “Candy” (1968), com Ringo Starr, e a famosa comédia “europeia” de Hollywood “Enquanto Viverem as Ilusões” (1969), repleta de astros da época. Sua carreira também acompanhou as diversas tendências do cinema comercial italiano, passando por spaghetti westerns (foi a “A Pistoleira de Virginia”), aventuras de época (“Marco Polo, O Magnífico”), muitas comédias sexuais (“Costa Azul, a Praia dos Amantes”), sátiras de espionagem (“Tunis Top Secret”), grandes assaltos (“Todo Homem é Meu Inimigo”) e giallos (“Uma Sobre a Outra”). E foi até garota-propaganda da Vespa, antes de, lentamente, entrar em ocaso nos anos 1970. Seu último filme foi uma comédia americana de 1992, “Era uma Vez… um Crime”, no qual viveu uma agente secreta, fatal como os fãs a eternizaram. Ela marcou o cinema por sua beleza elegante, mas nem por isso deixou de ser notada por sua capacidade de dar vida a personagens complexos em produções ambiciosas. Nunca faltaram atrizes bonitas no cinema, mas poucas foram tão versáteis quanto Martinelli, que estrelou praticamente todos os gêneros de filmes existentes.

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    Nelsan Ellis (1978 – 2017)

    9 de julho de 2017 /

    O ator Nelsan Ellis, que ficou conhecido pela série “True Blood”, morreu no sábado (8/7) após uma parada cardíaca, aos 39 anos. Ellis interpretou o cozinheiro gay Lafayette em todas as sete temporadas da série da HBO, entre 2008 e 2014. O detalhe é que o personagem não tem um arco longo nos livros de Charlaine Harris, em que a série era baseada. Tanto que Ellis não deveria continuar na série após a 1ª temporada, como insinuava o cliffhanger que encerrou o ano inaugural da produção. Entretanto, o ator conseguiu transformar o personagem num dos favoritos do público, ao retratá-lo de forma empoderadora, como um homossexual afetadíssimo que não levava desaforo para casa, e mudou a trajetória da adaptação televisiva. “True Blood” não foi a primeira série da carreira de Ellis, que estreou na TV em 2005, no elenco fixo do drama policial “The Inside”, e até apareceu num episódio de “Veronica Mars”. Mas foi a popularidade da atração criada por Alan Ball que lhe abriu as portas do cinema. Após se consagrar na série da HBO, o ator passou a aparecer com frequência no cinema, em papéis cada vez maiores. Entre os destaques de sua filmografia incluem-se “O Solista” (2009), “Secretariat – Uma História Impossível” (2010), “Histórias Cruzadas” (2011) e “O Relutante Fundamentalista” (2012), com seus principais desempenhos realizados em “O Mordomo da Casa Branca” (2013), em que interpretou Martin Luther King, e “Get on Up: A História de James Brown” (2014), no qual viveu o músico Bobby Byrd. Atualmente, ele fazia parte do elenco da série “Elementary” e tinha acabado de filmar “True to the Game”, um drama que estreia em setembro nos Estados Unidos. O criador de “True Blood”, Alan Ball, disse que “Nelsan foi um talento único, cuja criatividade nunca parou de me surpreender. Trabalhar com ele foi um privilégio”. Anna Paquin, atriz principal de “True Blood”, também lamentou a perda súbida. “Foi um imenso privilégio trabalhar com seu talento enorme e sua alma profundamente generosa. Nelsan Ellis, estou devastada por sua morte fora de hora”. A HBO também emitiu um comunicado exaltando que seu legado. “O retrato inovador de Lafayette será recordado com carinho no legado que ‘True Blood’ deixou. Nelsan vai fazer muita falta para seus fãs e todos nós da HBO”.

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    Michael Bond (1926 – 2017)

    28 de junho de 2017 /

    O escritor inglês Michael Bond, criador do famoso urso Paddington, morreu na terça-feira (27/6) em sua casa aos 91 anos, “após uma curta doença”, segundo informou a editora HarperCollins em um comunicado. Roteirista de produções infantis do canal de televisão britânico BBC, Michael Bond escreveu 11 livros sobre as aventuras do urso falante Paddington, entre 1958 e 1979, que venderam mais de 30 milhões de exemplares e foram traduzidos em mais de 30 línguas. Bond disse que a inspiração para o personagem veio ao ver um urso de pelúcia e se perguntar o que aconteceria se um urso de verdade desembarcasse na estação Paddington. “Eu escrevi para meu próprio prazer”, disse à BBC em 2014. “Em 10 dias, eu tinha o que acabou se tornando meu livro em mãos”. A saga de Paddington acompanha a história de um urso peruano que chega em Londres na estação de Paddington com uma mala contendo um pote de marmelada de laranja quase vazio e uma etiqueta em seu pescoço: “Por favor, cuide desse urso. Obrigado”. Uma família inglesa, os Brown, acolhe o urso, sem saber o que os espera, uma vez que Paddington é extremamente desastrado. Nos anos 1970, a BBC adaptou as histórias de Paddington numa série animada que fez grande sucesso, rendendo, ao longo dos anos, mais duas versões diferentes, exibidas até 2013. Mas só recentemente o personagem chegou ao cinema. No filme “As Aventuras de Paddington” (2014), o urso ganhou a voz de Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”), e o próprio Bond integrou o elenco, numa pequena participação. Uma continuação, “As Aventuras de Paddington 2”, tem estreia prevista para novembro no Brasil, e já há planos para um terceiro filme.

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    Michael Nyqvist (1960 – 2017)

    27 de junho de 2017 /

    O ator sueco Michael Nyqvist, que estrelou a trilogia “Millennium” original, ao lado de Noomi Rapace, morreu nesta terça-feira (27/6) após uma batalha contra um câncer de pulmão, confirmou seu representante. Ele tinha 56 anos. “Em nome dos representantes e da família de Michael Nyqvist, é com profunda tristeza que venho confirmar que nosso amado Michael, um dos atores mais respeitados e completos da Suécia, morreu calmamente cercado pela família depois de uma batalha de um ano com câncer de pulmão”, disse o representante em um comunicado. “A alegria e a paixão de Michael eram infecciosas para quem o conhecia e amava. Seu encanto e carisma eram inegáveis, e seu amor pelas artes era sentido por todos os que tiveram o prazer de trabalhar com ele”. Nyqvist começou a carreira no final dos anos 1980 e deslanchou na década seguinte com papéis em diversas produções da TV escandinava. Mas foi só a partir de “Bem-Vindos” (2000), do conterrâneo Lukas Moodysson, que começou a ganhar reconhecimento. Pelo papel de marido com problemas de raiva, obteve sua primeira indicação a um prêmio nacional de melhor ator. Após este papel, seguiram-se o protagonismo em “A Vida no Paraíso” (2004), de Kay Pollak, que foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e a aventura medieval “Arn: O Cavaleiro Templário” (2007), transformada em minissérie três anos depois. Ele fez sua estreia em inglês em “Distúrbios do Prazer” (2008), dirigido por outro conterrâneo, Johan Renck (série “The Last Panthers” e clipes de David Bowie e Madonna), um ano antes de viver o personagem que lhe deu projeção internacional. Nyqvist protagonizou “O Homens que Não Amavam as Mulheres” em 2009, dando vida ao jornalista Mikael Blomkvist, editor da revista Millennium, que aceita a oferta de um milionário para investigar que fim levou uma mulher desaparecida há 40 anos. Para isso, alista uma hacker punk, chamada Lisbeth Salander, que o ajuda a descobrir uma antiga conspiração para esconder um serial killer de uma família tradicional sueca. O filme inaugurou uma trilogia inspirada nos livros do escritor Stieg Larsson, que projetou a carreira dos principais envolvidos em sua produção, desde Nyqvist e Noomi Rapace (a intérprete de Salander), até o diretor Niels Arden Oplev e o roteirista Nikolaj Arcel. Todos foram contratados por Hollywood. Mas não participaram do remake americano da produção, no qual o papel de Mikael Blomkvist foi interpretado pelo inglês Daniel Craig. Após o sucesso de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, “A Menina Que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, o ator foi escalado como vilão de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011), seu filme de maior alcance mundial. A projeção lhe permitiu ficar por Hollywood, trabalhando em produções variadas como o drama indie “Os Desconectados” (2012), a sci-fi “Viagem à Lua de Júpiter” (2013) e o thriller de ação “De Volta ao Jogo” (2014). Entre seus últimos trabalhos destacam-se “A Jovem Rainha” (2015), no qual viveu o chancelar da Rainha Kristina da Suécia, “Amor e Revolução” (2015), em que encarnou o líder de uma seita que tortura psicologicamente Emma Watson, e “Invasão de Privacidade” (2016), um filme de ação estrelado por Pierce Brosnan. Ele ainda completou seu trabalho em três produções inéditas: a minissérie “Madiba”, sobre Nelson Mandela, e os filmes “Radegund”, drama passado na 2ª Guerra Mundial com direção de Terrence Malick, e “Hunter Killer”, thriller coestrelado pelos britânicos Gerard Butler e Gary Oldman. Além destas obras, até recentemente estava filmando “Kursk”, do dinamarquês Thomas Vinterberg.

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  • Etc

    Carrie Fisher tinha vestígios de cocaína e outras drogas na ocasião de sua morte

    19 de junho de 2017 /

    Três dias após o comunicado do médico legista deixar hipóteses no ar, o site The Hollywood Reporter teve acesso ao exame toxicológico de Carrie Fisher e confirmou que a atriz tinha cocaína, metadona e opiáceos no sangue quando morreu em dezembro do ano passado. Segundo o relatório do laboratório, a família de Carrie se opôs à autópsia completa e, apesar do uso de narcóticos, a causa de sua morte ainda é indeterminada. Os investigadores afirmam ter encontrado, além de cocaína, traços de heroína e ecstasy, mas não conseguiram determinar quando a atriz teria feito uso dessas substâncias, nem o impacto delas em sua morte em 27 de dezembro. Durante o fim de semana, o médico legista chefe do condado de Los Angeles havia confirmado que a atriz, famosa por viver a Princesa Lea de “Star Wars”, morreu em função de uma apneia do sono e outros fatores não determinados. Ele também citava o uso de drogas (mas não determinava quais) e a presença de uma aterosclerose cardíaca (um acúmulo de placas de gordura nas artérias). A lista de drogas condiz melhor com o comunicado emitido no fim de semana pela filha da atriz, Billie Lourd, que abordou a luta de sua mãe contra as drogas e problemas mentais. “Minha mãe lutou contra a dependência de drogas e doenças mentais durante toda a vida. Ela finalmente morreu disso. Ela sempre foi aberta em todo o seu trabalho sobre os estigmas sociais envolvendo essas doenças. Ela falou sobre a vergonha que atormenta as pessoas e suas famílias confrontadas por essas doenças. Eu conheço minha mãe, ela gostaria que sua morte encorajasse as pessoas a se abrirem sobre suas lutas. Procure ajuda, lute pelo financiamento do governo para programas de saúde mental. A vergonha e os estigmas sociais são inimigos do progresso para soluções e de uma cura. Te amo, Momby. “ Fisher faleceu aos 60 anos, quatro dias após sofrer um ataque cardíaco durante um voo que ia de Londres a Los Angeles. Na época, as autoridades legistas afirmaram que a causa da morte havia sido uma parada cardíaca.

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  • Série

    DC Entertainment disponibiliza episódio inédito de Powerless com Adam West

    18 de junho de 2017 /

    A DC Entertainment prestou uma nova homenagem a Adam West, intérprete da série clássica “Batman” (1966-68) falecido no início do mês. A produtora divulgou em seu canal no YouTube o episódio inédito da série “Powerless” que registra um dos últimos trabalhos da carreira do ator. A série foi cancelada e tirada do ar em abril, antes que a participação especial de West pudesse ser vista na televisão. Intitulado “Win, Luthor, Draw”, o episódio era o penúltimo da atração e trazia o ator como membro do conselho da Fundação Wayne, vindo de Gotham City para iniciar um processo de demissões. Ele também narrou o primeiro capítulo da série, que tentou levar comédia ao universo dos super-heróis da DC Comics. O episódio foi disponibilizado sem legendas e não ficará no ar por muito tempo, como avisa o texto abaixo do vídeo: “A ‘DC All Access’ orgulha-se de apresentar este episódio em sua totalidade por um tempo limitado como uma homenagem a Adam West e seu legado na DC”. Além da aparição em “Powerless”, a DC Entertainment confirmou que Adam West chegou a gravar sua voz na animação “Batman vs. Duas-Caras”, sequência de “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” (2016), que está atualmente em pós-produção para um lançamento em Blu-ray no segundo semestre.

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  • Etc

    Revelada a causa da morte de Carrie Fisher

    17 de junho de 2017 /

    A causa da morte da atriz Carrie Fisher foi confirmada pelo necrotério do condado de Los Angeles na sexta-feira (16/6). Segundo o relatório do legista, a atriz teria morrido por causa de apneia durante o sono e por outros fatores indeterminados, inclusive o uso de drogas. O médico também disse que Fisher sofria de Aterosclerose (Acúmulo de gorduras, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias) e “usava drogas”, mas nenhum dado específico foi dado. Apesar disso, a agência de notícias Associated Press afirma que Fisher tomou múltiplos medicamentos antes de sua morte. A atriz Billie Lourd, filha de Carrie Fisher, comentou o laudo médico em comunicado à revista People, no qual abordou a luta de sua mãe contra as drogas e problemas mentais. “Minha mãe lutou contra a dependência de drogas e doenças mentais durante toda a vida. Ela finalmente morreu disso. Ela sempre foi aberta em todo o seu trabalho sobre os estigmas sociais envolvendo essas doenças. Ela falou sobre a vergonha que atormenta as pessoas e suas famílias confrontadas por essas doenças. Eu conheço minha mãe, ela gostaria que sua morte encorajasse as pessoas a se abrirem sobre suas lutas. Procure ajuda, lute pelo financiamento do governo para programas de saúde mental. A vergonha e os estigmas sociais são inimigos do progresso para soluções e de uma cura. Te amo, Momby. “ A morte de Carrie Fisher aconteceu após um ataque cardíaco no final do ano passado. Ela estava viajando de Londres para Los Angeles no dia 23 de dezembro, quando teve uma parada cardíaca. Levada a um hospital ao pousar, veio a falecer no dia 27 de dezembro, um dia antes de sua mãe, Debbie Reynolds, que não suportou a perda da filha.

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  • Etc,  Filme

    John G. Avildsen (1935 – 2017)

    16 de junho de 2017 /

    Morreu John G. Avildsen, diretor dos clássicos “Rocky: Um Lutador” (1976) e “Karatê Kid” (1984). Ele faleceu na sexta-feira (16/6) em Los Angeles, aos 81 anos, vítima de câncer nos pâncreas. Avilsen começou sua carreira como assistente de direção de Otto Preminger nos anos 1960 e em pouco tempo passou a comandar seus próprios filmes: produções independentes, que ele dirigiu, produziu, filmou e editou. Seus primeiros longas tinham temáticas contraculturais. A lista inclui o psicodélico “Turn on to Love” (1969), o contestador “Adivinhe o que Elas Aprenderam na Escola Hoje” (1970), sobre educação sexual, e o perturbador “Joe – Das Drogas à Morte” (1970), sobre um extremista conservador assassino de hippies. Mas aos poucos essa tendência deu lugar a filmes por encomenda. Sua carreira entrou em outro patamar a partir de “Sonhos do Passado” (1973), que ele realizou para a Paramount. O filme foi indicado a três Oscars e rendeu o troféu de Melhor Ator para Jack Lemmon. Mas isso não foi nada perto da repercussão de “Rocky”, produção da MGM que se tornou um fenômeno, transformando o ator e roteirista Sylvester Stallone num astro do cinema. A história do lutador amador que enfrenta o campeão do mundo foi indicado a impressionantes dez Oscars e venceu como Melhor Filme do ano. Pela criação das cenas clássicas de “Rocky”, o próprio Avilsen venceu o Oscar de Melhor Diretor e o troféu do Sindicato dos Diretores (DGA Award). “Todos recordam a primeira vez que viram ‘Rocky’. Por mais de 40 anos, a história clássica sobre o perdedor que supera todas as probabilidades tem encantado gerações de espectadores”, disse o presidente e CEO da MGM, Gary Barber, que definiu Avildsen como “um tesouro americano”. Graças ao status atingido por “Rocky”, o cineasta ficou em alta com os grandes estúdios, assinando produções bastante variadas, como “A Fórmula” (1980), thriller estrelado por Marlon Brando, e “Estranhos Vizinhos” (1981), comédia com John Belushi. O trabalho sob encomenda rendeu bombas como “Clube das Mulheres” (1983), mas também sucessos retumbantes, como “Karatê Kid” (1985). Com “Rocky” e “Karatê Kid”, Avildsen inaugurou duas das franquias mais bem-sucedidas de seu tempo. Ele dirigiu todos os três “Karatê Kid” lançados nos anos 1980 e ainda “Rocky V”, em que o personagem se aposentou dos ringues, em 1990. Ao todo, ele dirigiu 30 filmes, entre ficções e documentários. Seu último longa foi “Inferno” (1999), estrelado por Jean-Claude Van Damme, em que se desentendeu com os produtores e pediu para tirar seu nome da produção. O filme chegou às telas trazendo um nome fictício como diretor, e Avildsen nunca mais foi contratado em Hollywood. Após anos de reclusão, ele planejava voltar com um novo trabalho, intitulado “Nate & Al”, uma comédia estrelada pelos veteranos Richard Dreyfuss e Martin Landau. Mas o projeto não saiu do papel. Em vez disso, seu último registro foi como ele próprio, diante e não atrás das câmeras. Avildsen foi homenageado com um documentário dedicado a sua carreira, “John G. Avildsen: King of the Underdogs”, que teve sua première no Festival de Santa Barbara, em fevereiro passado.

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