Novo trailer legendado de The Walking Dead traz discurso de Carl em tom de despedida
O canal pago americano AMC divulgou um novo trailer da midseason de “The Walking Dead”. O clima dramático é dado por um discurso de Carl (Chandler Riggs), em tom de despedida, que abre e fecha o vídeo. Há também muitos zumbis, reencontro de aliados e um novo confronto em que Rick (Andrew Lincoln) ameaça Negan (Jeffrey Dean Morgan) de morte. Assista abaixo legendado por fãs. A segunda metade da 8ª temporada será aberta com um dos episódios mais longos da série, com 82 minutos de duração, para a anunciada despedida de Carl. Confira a sinopse do episódio: “A guerra teve um impacto devastador para todos os envolvidos. As comunidades estão fraturadas. Alexandria foi destruída, Hilltop está condenada e o Reino está devastado – metade morreu e a outra metade é controlada pelos Salvadores. No centro, Rick, que estivera distraído pelo conflito, acaba de voltar para casa para descobrir que Carl, que heroicamente guiou os Alexandrinos em segurança durante o ataque de Negan, foi mordido por um caminhante. Uma vez que essa era a sua única motivação existencial, Rick é forçado a lidar com essa realidade. Carl sempre foi um sinal de esperança, um símbolo para o restante da humanidade – lições que os sobreviventes ao seu redor seriam sábios em levar com eles à medida que essa guerra continua. Mas Rick não é a única pessoa que está vivendo em perigo. Aaron e Enid estão em uma situação horrível em Oceanside – sem saber se estão em um território amistoso, ou se acabaram de fazer novos inimigos. O padre Gabriel faz sua parte na tentativa de levar o Dr. Carson de volta com segurança ao Hilltop, a grávida Maggie tem questionamentos morais que vêm com a liderança durante a guerra. Em um impasse com os Salvadores, ela deve decidir como proceder com as dezenas de vidas de prisioneiros de guerra que estão atualmente sob seu controle, além de novas complicações que vêm com o papel de líder. Além da guerra, Negan continua a lidar com lutas dentro de suas fileiras, enquanto trabalhadores, traidores e outros com sede de poder causam conflito no Santuário. Tendo conquistado uma grande vitória para os Salvadores, a lealdade de Eugene é repetidamente testada à medida que surgem novos obstáculos. Como em toda a guerra, a linha que separa o bem e o mal continua a se ofuscar. As pessoas lutam pelo que acreditam, enquanto todos trabalham juntos por algo maior – para se sentirem seguros e ter um mundo digno de se viver”. “The Walking Dead” retoma sua 8ª temporada em 25 de fevereiro. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.
John Mahoney (1940 – 2018)
O ator John Mahoney, mais conhecido pelo pai de Frasier e Niles na série de comédia “Frasier”, morreu no domingo (4/2) aos 77 anos. Apesar de a causa da morte não ter sido divulgada, o ator estava recebendo cuidados paliativos, de acordo com seu agente, Paul Martino. Nascido em Blackpool, na Inglaterra, em 1940, ele se mudou para os Estados Unidos quando era jovem e iniciou sua carreira de ator no teatro. Ele venceu um prêmio Tony em 1986, por “The House of Blue Leaves” antes de começar a coadjuvar em alguns filmes de diretores proeminentes, como “Os Rivais” (1987), de Barry Levinson, “Sob Suspeita” (1987), de Peter Yates, “Feitiço da Lua” (1987), de Norman Jewison, “Busca Frenética” (1988), de Roman Polanski, “Atraiçoados” (1988), de Costa-Gavras, “Fora da Jogada” (1988), de John Sayles, “Digam o Que Quiserem” (1989), de Cameron Crowe, “A Casa da Rússia” (1990), de Fred Schepisi, e a dobradinha “Barton Fink – Delírios de Hollywood” (1991) e “A Roda da Fortuna” (1994), dos irmãos Joel e Ethan Coen. Apesar dessa vasta filmografia, ele só foi se tornar reconhecido pela série “Frasier”, pela qual venceu o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores) e foi indicado a dois Emmys e dois Globos de Ouro. Mahoney interpretou Martin Crane em 263 episódios, ao longo de 11 temporadas, entre 1993 e 2004. Ele também atuou nas séries “Em Terapia” (In Treatment, em 2009) e “No Calor de Cleveland” (Hot in Cleveland, de 2011 a 2014). E sua voz distinta ainda retumbou em alguns clássicos da animação, como “Formiguinhaz” (1998), “O Gigante de Ferro” (1999) e “Atlantis: O Reino Perdido” (2001).
Rick promete matar Negan no trailer legendado da midseason de The Walking Dead
O canal pago americano AMC divulgou um trailer da midseason de “The Walking Dead”, em que Rick (Andrew Lincoln) ameaça Negan (Jeffrey Dean Morgan) de morte num novo confronto, enraivecido pelos acontecimentos recentes. Assista abaixo legendado por fãs. A segunda metade da 8ª temporada será aberta com um dos episódios mais longos da série, com 82 minutos de duração, para a anunciada despedida de Carl (Chandler Riggs). Confira a sinopse do episódio: “A guerra teve um impacto devastador para todos os envolvidos. As comunidades estão fraturadas. Alexandria foi destruída, Hilltop está condenada e o Reino está devastado – metade morreu e a outra metade é controlada pelos Salvadores. No centro, Rick, que estivera distraído pelo conflito, acaba de voltar para casa para descobrir que Carl, que heroicamente guiou os Alexandrinos em segurança durante o ataque de Negan, foi mordido por um caminhante. Uma vez que essa era a sua única motivação existencial, Rick é forçado a lidar com essa realidade. Carl sempre foi um sinal de esperança, um símbolo para o restante da humanidade – lições que os sobreviventes ao seu redor seriam sábios em levar com eles à medida que essa guerra continua. Mas Rick não é a única pessoa que está vivendo em perigo. Aaron e Enid estão em uma situação horrível em Oceanside – sem saber se estão em um território amistoso, ou se acabaram de fazer novos inimigos. O padre Gabriel faz sua parte na tentativa de levar o Dr. Carson de volta com segurança ao Hilltop, a grávida Maggie tem questionamentos morais que vêm com a liderança durante a guerra. Em um impasse com os Salvadores, ela deve decidir como proceder com as dezenas de vidas de prisioneiros de guerra que estão atualmente sob seu controle, além de novas complicações que vêm com o papel de líder. Além da guerra, Negan continua a lidar com lutas dentro de suas fileiras, enquanto trabalhadores, traidores e outros com sede de poder causam conflito no Santuário. Tendo conquistado uma grande vitória para os Salvadores, a lealdade de Eugene é repetidamente testada à medida que surgem novos obstáculos. Como em toda a guerra, a linha que separa o bem e o mal continua a se ofuscar. As pessoas lutam pelo que acreditam, enquanto todos trabalham juntos por algo maior – para se sentirem seguros e ter um mundo digno de se viver”. “The Walking Dead” retoma sua 8ª temporada em 25 de fevereiro. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.
Oswaldo Loureiro (1932 – 2018)
O ator e diretor Oswaldo Loureiro morreu neste sábado (3/2), em São Paulo, aos 85 anos. Ele participou de quase 150 peças, estrelou um punhado de clássicos do cinema e atuou em dezenas de novelas da Globo. O ator sofria de Alzheimer e estava afastado da carreira artística desde 2011. Oswaldo Loureiro Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 24 de julho de 1932. Filho de artistas — a mãe era cantora lírica, o pai ator e as irmãs, bailarinas do Theatro Municipal —, ele iniciou a carreira artística ainda criança, aos 12 anos, quando atuou em filmes como “O Brasileiro João de Souza”, “É Proibido Sonhar” e “Romance Proibido”, todos realizados em 1944. Ele seguiu carreira teatral ao estrear na peça “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em 1955. E em 1958 recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT, de Ator Revelação por “A Fábula do Brooklin”, de Irwin Shaw. A partir dos anos 1960, atuou em montagens de grande repercussão, como “Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht, e “Édipo Rei”, de Sófocles, com direção bem-sucedida de Flávio Rangel. Além disso, deslanchou no cinema numa coleção de clássicos, como o thriller conspiratório “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, a comédia “Sonhando com Milhões” (1963), com Dercy Golçalves, “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966), adaptação de Nelson Rodrigues dirigida por J.B. Tanko, o thriller criminal “Mineirinho Vivo ou Morto” (1967), com Jesse Valadão e Leila Dinis, “O Homem Nu” (1968), adaptação do famoso conto de Fernando Sabino com direção de Roberto Santos, e até a comédia italiana “Uma Rosa para Todos” (1967), estrelada por Claudia Cardinale. Na mesma época, estreou na TV. Após atuar no fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964), da TV Tupi, Loureiro foi integrar uma das primeiras turmas de atores da TV Globo, no elenco das novelas “Sangue e Areia” (1968), “Véu de Noiva” (1969) e “Acorrentados” (1969), sucessos iniciais de Janete Clair. Também participou da divertida “Corrida do Ouro” (1974), e do histórico “O Casarão” (1976), primeira novela de estrutura não linear da Globo, ambas escritas por Lauro César Muniz. A guinada do cinema para a pornochanchada nos anos 1970 não interessou Loreiro, que só fez quatro filmes na década, entre eles “Os Herdeiros” (1970), de Cacá Diegues, e “As Confissões de Frei Abóbora” (1971), de Braz Chediak. Ele preferiu dedicar sua energia aos palcos, atingindo o ápice da carreira teatral com os clássicos “Gota D’água” (1975), de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Papa Higuirte”, de Vianinha, e “Dois Perdidos numa Noite Suja” (1977), de Plínio Marcos. Loureiro voltou com tudo ao cinema em 1981, em adaptações de dois famosos textos teatrais de Nelson Rodrigues: “O Beijo no Asfalto” (1981), dirigido por Bruno Barreto, e “Bonitinha Mas Ordinária ou Otto Lara Rezende” (1981), de Braz Chediak. Seguiu com o sucesso “Bar Esperança” (1983), de Hugo Carvana, e diversificou, com um filme dos Trapalhões, “Atrapalhando a Suate” (1983), o drama “Parahyba Mulher Macho (1983), de Tizuka Yamasaki, um adaptação musical de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, “Para Viver Um Grande Amor” (1984), a aventura juvenil “Rádio Pirata” (1987), de Lael Rodriguez, a cinebiografia de sua amiga “Leila Diniz” (1987) e a comédia “Sonho de Verão” (1990). A agenda cinematográfica cheia coincidiu com alguns de seus melhores papéis na TV, em novelas como “Guerra dos Sexos” (1983), “Vereda Tropical” (1984) e “Cambalacho” (1986), as três de Sílvio de Abreu, o fenômeno “Roque Santeiro” (1985) e “Mandala” (1987), ambas de Dias Gomes, além da divertidíssima “Que Rei Sou Eu?” (1989), de Cassiano Gabus Mendes, na qual viveu o inesquecível conselheiro pilantra Gaston Marny, do Reino de Avillan. Fez também muitas séries, entre elas “Tenda dos Milagres” (1986), “Incidente em Antares” (1994) e “A Grande Família” (em 2001), além de dirigir “O Bem-Amado” (1980-1985) e o humorístico “Os Trapalhões” (1982-1988). Nos anos 1990, estabeleceu-se como uma figura habitual das novelas das 19h. Ele apareceu em diversas produções consecutivas do horário na Globo até o final da carreira – “Quatro por Quatro” (1994), “Cara & Coroa” (1995), “Salsa e Merengue” (1996), sequência interrompida por um pulo na extinta TV Manchete e retomada com “Uga-Uga” (2000), “As Filhas da Mãe” (2001), “Kubanacan” (2003), “Começar de Novo” (2004) e “A Lua Me Disse” (2005), seu último trabalho. Além de atuar e dirigir peças, Oswaldo também dirigiu óperas, shows musicais e de humor, e foi presidente do Sindicato dos Artistas, num momento de luta pelo reconhecimento da profissão e pela liberdade de expressão, nos anos 1980.
Polícia confirma causa da morte de Mark Salling como suicídio
A autópsia do ator Mark Salling confirmou que a causa da sua morte foi asfixia por enforcamento. A polícia classificou o caso como suicídio, informou o escritório do médico legista. O ator da série “Glee” foi encontrado morto próximo a um rio, em Sunland, Los Angeles, na terça-feira (30/1). Ele tinha 35 anos. A polícia de Los Angeles estava na área investigando um outro caso quando encontrou um carro abandonado. Ao checar a placa, os policiais descobriram que o veículo pertencia a Salling, que já estava na lista de pessoas desaparecidas. Os policiais vasculharam a área e acharam o corpo. Apesar do aparente suicídio, ele não deixou nenhum bilhete explicando seus motivos. O ator enfrentava um polêmico processo criminal em liberdade, após ser preso em dezembro de 2015 e liberado sob fiança. Uma busca judicial encontrou em sua casa uma vasta coleção de fotos com menores – em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Em outubro, Salling declarou-se culpado de posse de pornografia infantil e deveria ouvir sua sentença em um mês, no dia 7 de março. Após um acordo com a promotoria, ele esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual.
Robert Wagner volta a ser considerado suspeito na morte de Natalie Wood
O ator Robert Wagner voltou a ser considerado suspeito no caso da morte por afogamento da ex-mulher, a atriz Natalie Wood, conforme revelaram membros da polícia de Los Angeles à rede americana CBS. A estrela de “Juventude Transviada” (1955) e “Amor, Sublime Amor” (1961) morreu em 1981. Na época com 43 anos, ela foi encontrada afogada após ter saído para navegar de barco com seu segundo marido, Wagner. Eles estavam acompanhados pelo ator Christopher Walken, perto da Ilha de Catalina, na baía de Los Angeles. E os investigadores concluíram que a morte havia sido acidental. O relatório do Instituto Médico-Legal de Los Angeles indicava que o casal e Walken estavam bêbados, depois de jantar em um restaurante, e que eles continuaram a beber a bordo do iate “Esplendor”. Mas o laudo não impediu especulações sobre a morte da atriz e, em novembro de 2011, a polícia decidiu reabrir a investigação, depois do surgimento de “novas informações significativas”, fornecidas pelo capitão da embarcação. Dennis Davern, capitão do barco, afirmou que o casal teve uma discussão pouco antes de Natalie Wood desaparecer, que ele foi informado que a atriz não estava a bordo à meia-noite, e que Wagner esperou muito tempo antes de chamar o socorro, às 1h30. Em 2013, um novo relatório do IML de Los Angeles revelou que os hematomas encontrados no corpo da atriz podem não ter sido acidentais. Convocado a dar novo depoimento, Wagner se recusou a falar com os detetives que reabriram a investigação sobre a morte. Seu advogado declarou que o questionamento dos resultados iniciais da investigação era puro “sensacionalismo” e que o ator “colaborou plenamente nos últimos 30 anos com as investigações sobre o afogamento acidental de sua esposa em 1981”, e que “interrogado várias vezes pelo xerife do Condado de Los Angeles, ele respondeu a todas as perguntas”. O advogado indicou que “após 30 anos de investigação, Robert Wagner e suas filhas não têm nada a acrescentar a esta nova investigação”. A polícia de Los Angeles insiste em interrogar o ator de mais uma vez, após a causa da morte de Natalie Wood, inicialmente considerada como acidental, passar a ser qualificada como “por afogamento e outros fatores indeterminados”. No entanto, ainda não encontrou maiores evidências que apoiem uma tese de assassinato. Galã do cinema e da TV entre os anos 1950 e 1960, Robert Wagner estrelou séries clássicas como “O Rei dos Ladrões” e “Casal 20”, além de inúmeros filmes de sucesso, como “Náufragos do Titanic” (1953), “Príncipe Valente” (1954), “Quem Foi Jesse James” (1957), “O Mais Longo dos Dias” (1962), “A Pantera Cor-de-Rosa” (1963), “500 Milhas” (1969), “Inferno na Torre” (1974) e “Austin Powers” (1997). O ator vai completar 88 anos em 10 de fevereiro.
Mark Salling estava desaparecido quando corpo foi encontrado pela polícia
A morte de Mark Salling, intérprete de Noah “Puck” Puckerman na série “Glee”, continua cercada de mistério. A polícia ainda não divulgou a causa oficial da morte. Mas de acordo com fontes ouvidas pelo site TMZ, ele já estava desaparecido há tempo suficiente para ter seu nome inserido numa lista de pessoas procuradas. Seu corpo teria sido encontrado enforcado nas margens de um rio na região de Los Angeles. A polícia de Los Angeles estava na área investigando um outro caso quando encontrou um carro abandonado. Ao checar a placa, os policiais descobriram que o veículo pertencia a Salling, que já estava na lista de pessoas desaparecidas. Os policiais vasculharam a área e acharam o corpo. Apesar de não encontrar nenhum bilhete, a polícia trabalha com a hipótese de suicídio. A data exata da morte do ator também não foi confirmada. O ator enfrentava um processo criminal. Ele foi preso em dezembro de 2015, após uma busca judicial encontrar em uma vasta coleção de fotos com menores em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Em outubro, Salling declarou-se culpado de posse de pornografia infantil e deveria ouvir sua sentença em um mês, no dia 7 de março. Após um acordo com a promotoria, ele esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual.
Atores de Glee reagem à morte de Mark Salling nas redes sociais
A morte do ator Mark Salling, nesta terça-feira (30/1), foi comentada nas redes sociais por seus colegas da série “Glee”, mesmo que alguns não soubessem o que dizer. O ator de 35 anos foi encontrado morto próximo a um rio, em Sunland, Los Angeles, e a polícia suspeita de suicídio. As circunstâncias de sua morte geraram um doloroso silêncio em Hollywood. Ele foi preso em dezembro de 2015, após uma busca judicial encontrar em uma vasta coleção de fotos com menores em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Em outubro, Salling declarou-se culpado de posse de pornografia infantil e deveria ouvir sua sentença em um mês, no dia 7 de março. Após um acordo com a promotoria, ele esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual. Em seu perfil no Instagram, Matthew Morrison, que interpretava o professor Will Schuester no seriado, publicou uma foto em que aparece com Selling e Cory Monteith, outro ator de Glee falecido de forma precoce: em 2013, de overdose. Na legenda, colocou apenas dois emojis de anjos com um emoji triste no centro. A atriz Jenna Ushkowitz, que vivia Tina, curtiu a imagem e comentou com um emoji de coração. Iqbal Theba, que interpretava o diretor Figgins, apenas escreveu no Twitter: “Oh, Mark”. O diretor Paris Barclay, que comandou alguns episódios do seriado, também publicou em seu perfil no Twitter uma foto dos bastidores em que aparece entre Monteith e Salling. “É uma perda dolorosa, de novo. Dois jovens atores, que foram embora cedo demais. Descanse em paz”, escreveu. Tim Davis, que atuou como arranjador na série, pediu compaixão ao ator. “Sim, ele cometeu crimes contra crianças. Sim, é horrível. Mas Mark Salling era um homem quebrado, sem dúvida também uma vítima de abuso. Eu amava Mark e fico triste ao pensar sobre a devastação de seus pais. Por favor, retenham seus comentários cruéis”, disse no Twitter. “Ter compaixão por ele de maneira alguma minimiza seus crimes ou a dor e devastação das vítimas de seus crimes. Só estou dizendo para parar de aumentar a dor de sua família. Esse era o filho deles. Se você não é um pecador, sinta-se livre para atirar pedras.” A atriz Jane Lynch, intérprete da treinadora Sue Sylvester na série, também comentou a morte do ator, mas numa entrevista ao site TMZ. Ela afirmou que a situação é “triste e muito trágica”. Questionada sobre como se lembraria de Salling, ela afirmou: “Como o cara que fez aquele vídeo doce no começo de Glee quando ele estava muito feliz de fazer parte do grupo. É trágico e eu estou de coração partido por causa disso”. ??? Uma publicação compartilhada por Matthew Morrison (@_matthew.morrison_) em 30 de Jan, 2018 às 12:33 PST It’s a painful loss, again. Two young actors, lost too soon. RIP #marksalling pic.twitter.com/g6kx4MWToV — Paris Barclay (@Harparbar) January 30, 2018 Today we lost another #Glee cast member.Yes, he committed crimes against children.Yes, it's horrific. But #MarkSalling was a broken man, no doubt an abuse victim himself. I loved Mark, and am sad when I consider the devastation of his parents. PLEASE withhold your cruel comments. — Tim Davis (@loudmouthmuch) January 30, 2018 Let me be clear. Having compassion for #MarkSalling in no way minimizes his crimes, nor does it minimize the pain and devastation of the victims of those crimes. I'm just saying stop adding to his family's pain. This was their son. If you're without sin, feel free to cast stones. — Tim Davis (@loudmouthmuch) January 30, 2018 Oh Mark — iqbal theba (@iqbaltheba) January 30, 2018
Mark Salling (1982 – 2018)
O ator Mark Salling, conhecido pela série “Glee”, foi encontrado morto nesta terça (30/1) próximo a um rio, em Sunland, Los Angeles, aos 35 anos. A causa da morte ainda não foi oficialmente anunciada, mas fontes da imprensa americana apontam suicídio. A morte do ator aconteceu três meses após ele se declarar culpado por posse de pornografia infantil, e um mês antes da data em que deveria se apresentar para ouvir a sentença. Salling começou a atuar aos 14 anos, no terror “Colheita Maldita IV” (1996), continuação da adaptação clássica de Stephen King, lançada diretamente em vídeo. Mas sua carreira só emplacou com “Glee”, onde interpretou o atleta-cantor colegial Noah ‘Puck’ Puckerman, entre 2009 e 2015. O sucesso da série lhe permitiu estrelar seu primeiro telefilme como protagonista, a comédia romântica “Rocky Road: Sorvetes à Venda” (2014), mas logo em seguida foi denunciado por posse de pornografia infantil. O ator tinha mostrado algumas imagens impróprias para uma namorada, que o denunciou à polícia. Ele foi preso em dezembro de 2015, após uma busca judicial encontrar em uma vasta coleção de fotos com menores em seu computador, num disco rígido e numa unidade USB. Como parte de um acordo para diminuir sua sentença, Salling admitiu que possuía cerca de 25 mil imagens de crianças envolvidas em conduta sexual. Ele corria o risco de ser condenado a 20 anos de prisão, mas ao se declarar culpado esperava passar de 4 a 7 anos de prisão, seguido de 20 anos de liberdade supervisionada e registro como agressor sexual.
Retorno de The Walking Dead ganha novas fotos e sinopse ampliada
O site TVLine revelou duas novas fotos e divulgou uma sinopse ampliada da midseason de “The Walking Dead”. A segunda metade da 8ª temporada será aberta com um dos episódios mais longos da série, com 82 minutos de duração, para a anunciada despedida de Carl (Chandler Riggs). Confira a sinopse do episódio: “A guerra teve um impacto devastador para todos os envolvidos. As comunidades estão fraturadas. Alexandria foi destruída, Hilltop está condenada e o Reino está devastado – metade morreu e a outra metade é controlada pelos Salvadores. No centro, Rick, que estivera distraído pelo conflito, acaba de voltar para casa para descobrir que Carl, que heroicamente guiou os Alexandrinos em segurança durante o ataque de Negan, foi mordido por um caminhante. Uma vez que essa era a sua única motivação existencial, Rick é forçado a lidar com essa realidade. Carl sempre foi um sinal de esperança, um símbolo para o restante da humanidade – lições que os sobreviventes ao seu redor seriam sábios em levar com eles à medida que essa guerra continua. Mas Rick não é a única pessoa que está vivendo em perigo. Aaron e Enid estão em uma situação horrível em Oceanside – sem saber se estão em um território amistoso, ou se acabaram de fazer novos inimigos. O padre Gabriel faz sua parte na tentativa de levar o Dr. Carson de volta com segurança ao Hilltop, a grávida Maggie tem questionamentos morais que vêm com a liderança durante a guerra. Em um impasse com os Salvadores, ela deve decidir como proceder com as dezenas de vidas de prisioneiros de guerra que estão atualmente sob seu controle, além de novas complicações que vêm com o papel de líder. Além da guerra, Negan continua a lidar com lutas dentro de suas fileiras, enquanto trabalhadores, traidores e outros com sede de poder causam conflito no Santuário. Tendo conquistado uma grande vitória para os Salvadores, a lealdade de Eugene é repetidamente testada à medida que surgem novos obstáculos. Como em toda a guerra, a linha que separa o bem e o mal continua a se ofuscar. As pessoas lutam pelo que acreditam, enquanto todos trabalham juntos por algo maior – para se sentirem seguros e ter um mundo digno de se viver”. “The Walking Dead” retoma sua 8ª temporada em 25 de fevereiro. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.
The Walking Dead ganha novos pôsteres para a “última batalha” contra Negan
O canal pago americano AMC divulgou novos pôsteres da série “The Walking Dead”, que destacam a “última batalha” (the last stand) entre Rick (Andrew Lincoln) e Negan (Jeffrey Dean Morgan). A segunda metade da 8ª temporada será aberta com um dos episódios mais longos da série, com 82 minutos de duração, para a anunciada despedida de Carl (Chandler Riggs). Os detalhes do episódio estão sendo mantidos em segredo. O produtor Greg Nicotero, que é responsável por sua direção, afirmou recentemente que se trata de um dos mais fortes da série até o momento, a ponto de fazê-lo chorar. A decisão de matar Carl foi bastante criticada por fãs da série, que chegaram a criar uma petição online pedindo a demissão do showrunner Scott M. Gimple. Ele acabou afastado do cargo, mas devido a uma “promoção”. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. “The Walking Dead” retoma sua 8ª temporada em 25 de fevereiro, com os episódios finais produzidos por Gimple. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.
The Walking Dead retorna em fevereiro com um dos episódios mais longos da série
A volta da série “The Walking Dead”, que marcará a bastante anunciada morte de Carl (Chandler Riggs), será um dos maiores da série. Segundo o site The Hollywood Reporter, o episódio, que ainda não tem título, terá 82 minutos de duração. Apesar de ser um dos mais longos, o capítulo não superará “Service”, da temporada passada, que teve 85 minutos. Os detalhes do episódio estão sendo mantidos em segredo. O produtor Greg Nicotero, que é responsável por sua direção, afirmou recentemente que se trata de um dos mais fortes da série até o momento, a ponto de fazê-lo chorar. A decisão de matar Carl foi bastante criticada por fãs da série, que chegaram a criar uma petição online pedindo a demissão do showrunner Scott M. Gimple. Ele acabou afastado do cargo, mas devido a uma “promoção”. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. “The Walking Dead” retoma sua 8ª temporada em 25 de fevereiro, com os episódios finais produzidos por Gimple. No Brasil, a série vai ao ar pelos canais pagos Fox e Fox Premium.
Desirée Vignolli (1965 – 2018)
Morreu a atriz Desirée Vignolli, vítima de um infarto fulminante no domingo (21/1), no Rio de Janeiro. Conhecida pelo trabalho em novelas de sucesso da Globo, especialmente “Que Rei Sou Eu?” (de 1989), Desirée nasceu em Nova York, nos Estados Unidos, filha de uma diplomata e de um advogado, e cresceu . Além de viver a sedutora Denise de “Que Rei Sou Eu?”, a atriz também se projetou em “Mico Preto” (1991), no papel de Lucilene, e “De Corpo e Alma” (1992), na qual interpretou Mércia. Sua última novela da Globo foi “O Mapa da Mina”, em 1993. Ela passou os anos seguintes na “geladeira” da emissora. E, após ser cortada da minissérie “Chiquinha Gonzaga” em 1998, acabou presa por furtar a bolsa de uma colega de academia. Disse, em entrevista ao jornal Extra, que vivia com dificuldades financeiras. Após o incidente, foi contratada para a novela “Vidas Cruzadas” (2000), da Record, seu último papel. A atriz foi casada com o ator Luís Gustavo, com quem teve uma filha, Jéssica. Desirée também era mãe de Antônio e Anna Camilla. Em seu perfil no Facebook foi postada a seguinte mensagem: “Rezem, amigos, por Desirée e lembrem-se dela por sua grandiosidade e amor”.









