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    Natalie Desselle (1967 – 2020)

    7 de dezembro de 2020 /

    Natalie Desselle, uma das estrelas da série “Alfinetadas” (Eve) e da comédia “Ricas e Gloriosas”, morreu na manhã desta segunda-feira (7/12), aos 53 anos, após uma batalha contra o câncer de cólon. Seus primeiros papéis foram pequenas aparições no filme de assalto “Até as Últimas Consequências”, estrelado por Jada Pinkett Smith, Queen Latifah, Kimberly Elise e Vivica A. Fox, e na sitcom “Family Matters”, ambos em 1996. Mas já no ano seguinte foi protagonista de “Ricas e Gloriosas”, ao lado de Halle Berry. No filme de 1997, dirigido por Robert Townsend, as duas viviam garçonetes em um restaurante de soul food da Geórgia, que acabavam cuidando de um velho milionário de Beverly Hills (Martin Landau) e se tornando “Princesas Negras”. Desselle Reid interpretou a personagem Mickey de maneira memorável. No mesmo ano, ela ainda entrou na série “Built to Last”, que só durou uma temporada (o contrário do que afirmava seu título), estrelou a comédia “Armadilhas do Amor” e viveu a irmã malvada de “Cinderella”, na versão estrelada pela cantora Brandy. Mas depois desse começo energético, passou os últimos anos fazendo televisão, com papel recorrente em “For Your Love” (entre 1998 e 2000) e fixo em “Alfinetadas” (2003-2006), entre muitas participações especiais. Dentre seus poucos trabalhos cinematográficos recentes, destaca-se ainda uma inclusão na família cinematográfica de Madea, personagem do comediante Tyler Perry que virou franquia com quase duas dezenas de filmes. Desselle apareceu apenas num deles: “Madea’s Big Happy Family” (2011).

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    David Lander (1947 – 2020)

    5 de dezembro de 2020 /

    O ator David Lander, mais conhecido como Squiggy na sitcom “Laverne & Shirley”, morreu na noite de sexta-feira (4/12) no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles, aos 73 anos. Lander morreu de complicações relacionadas à esclerose múltipla, após uma luta de 37 anos contra a doença. Após revelar seu diagnóstico em 1999, ele vinha trabalhado em estreita colaboração com a National Multiple Sclerosis Society, falando sobre sua experiência em conferências da organização. O ator trabalhou nas oito temporadas de “Laverne & Shirley” (1976–1983), spin-off extremamente bem-sucedido de “Happy Days”, ao lado de Michael McKean, de quem era amigo de longa data, desde que estudaram juntos na Carnegie Mellon University. Os dois também iniciaram suas carreiras cinematográficas juntos, contracenando na comédia de guerra “1941” (1979), de Steven Spielberg, e em “Carros Usados” (1980), grande sucesso estrelado por Kurt Russell. Lander e McKean também dublaram uma série animada, “Oswald” (2001-2003), na qual interpretaram os pinguins Henry e Louie, respectivamente. Em 1979, Lander e McKean chegaram até a gravar um disco como a banda Lenny and the Squigtones, que incluía Christopher Guest na guitarra. Na ocasião, Guest foi creditado como Nigel Tufnel, um apelido que posteriormente ele reutilizou na banda fictícia Spinal Tap. Ao longo da carreira, Lander apareceu em várias séries clássicas, incluindo “The Bob Newhart Show”, “Barney Miller”, “Happy Days”, “Star Trek: A Nova Geração”, “Twin Peaks” e “The Drew Carey Show”, e desempenhou papéis pequenos, mas memoráveis, em filmes como “O Homem do Sapato Vermelho” (1985), “Uma Equipe Muito Especial” (1992), “Todo Mundo em Pânico” (2000) e “Diga que Não é Verdade” (2001). Lander também trabalhou bastante como dublador, tanto em filmes, como “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e “Tom e Jerry: O Filme” (1992), quando em séries variadas, de “Batman: A Série Animada” até “Bob Esponja”.

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    Pamela Tiffin (1942 – 2020)

    5 de dezembro de 2020 /

    A atriz Pamela Tiffin, que marcou os anos 1960 com papéis de adolescente em “Cupido Não Tem Bandeira” (1961), “Juventude Desenfreada” (1964) e “O Caçador de Aventuras” (1966), morreu de causas naturais na última quarta-feira (2/12), em um hospital de Nova York aos 78 anos. Pamela Tiffin Wonso nasceu em Oklahoma City e foi criada em um subúrbio de Chicago, onde começou a trabalhar como modelo. Ela se mudou para Nova York com a mãe para continuar sua carreira e apareceu várias vezes na capa da revista Vogue e comerciais televisivos, até ser “descoberta” pelo produtor Hal Wallis para interpretar a efervescente Nellie em “O Anjo de Pedra” (1961), baseado na peça de Tennessee Williams, tornando-se um fenômeno quase instantâneo em Hollywood. No mesmo ano, ela interpretou a filha socialite de um executivo da Coca-Cola em “Cupido Não Tem Bandeira”, estrelado por James Cagney e dirigido pelo mestre Billy Wilder. E seus dois primeiros filmes acabaram lhe rendendo indicações ao Globo de Ouro, como Estreante Mais Promissora e como Melhor Atriz Coadjuvante. Com o sucesso, Tiffin se tornou uma das adolescentes mais emblemáticas do cinema da época. Em seguida, estrelou ao lado de Pat Boone, Bobby Darin e Ann-Margret o musical de grande orçamento “Feira de Ilusões” (1962). Também viveu uma das aeromoças (como eram chamadas as comissárias de bordo) de “Vem Voar Comigo” (1963) e emplacou diversos filmes de “diversão” teen, fazendo par romântico com James Darren (de “O Túnel do Tempo”) na comédia de praia “Juventude Desenfreada” (1964) e na comédia de automobilismo “Demônios da Pista” (1964), além de dividir apartamento com Ann-Margret e Carol Lynley em “Em Busca do Prazer” (1964). Ela ainda apareceu na comédia western “Nas Trilhas da Aventura” (1965), de John Sturges, antes de dar uma guinada séria na filmografia, ao interpretar a sedutora enteada de Lauren Bacall no clássico neo-noir “O Caçador de Aventuras” (Harper, 1966), estrelado por Paul Newman. Em busca de maior reconhecimento após filmar “Harper”, Tiffin apareceu na Broadway em uma remontagem de “Dinner at Eight”. Mas em vez de voltar a Hollywood ao final do espetáculo, decidiu filmar na Itália, onde encerrou sua carreira em 1973, após uma dúzia de filmes sem muito brilho. Embora tivesse a chance de estrelar obras de Mario Camerini (“Crime Quase Perfeito”, 1966) e Dino Risi (“Mata-me com Teus Beijos”, 1968), a maioria dos spaghetti westerns, giallos e comédias sexuais que protagonizou não marcaram época. No livro biográfico “Pamela Tiffin: Hollywood to Rome, 1961-1974”, Tom Lisanti escreveu que Tiffin foi “uma das atrizes mais bonitas e talentosas de seu tempo, e ela deixou uma impressão indelével nos fãs de cinema. Minha aposta é que ela era mais bonita do que Raquel Welch, mais engraçada do que Jane Fonda e mais atraente do que Ann-Margret. No entanto, todos elas se tornaram superstars, mas Tiffin não.” Ela parou de atuar em 1974, quando se casou com seu segundo marido, Edmondo Danon, filho do produtor de “Gaiola das Loucas”, Marcello Danon. O casal teve duas filhas, Echo e Aurora.

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    Warren Berlinger (1937 – 2020)

    3 de dezembro de 2020 /

    O veterano ator Warren Berlinger, que fez várias comédias desde a época de Elvis Presley, morreu na quarta-feira (2/12) num hospital de Valência, na Califórnia, aos 83 anos. Nascido no Brooklyn, Berlinger estreou ainda criança na Broadway, como parte do elenco da produção original de “Annie Get Your Gun”, de 1946, estrelada por Ethel Merman. Apaixonado pelo teatro, ele fez carreira em peças famosas, chegando a aparecer na versão cinematográfica de algumas delas. Sua estreia no cinema aconteceu justamente desta forma. Após atuar ao lado de sua futura esposa, Betty Lou Keim, na montagem da Broadway de “A Roomful of Roses”, os dois reprisaram seus papéis na adaptação da Fox, batizada de “Alma Rebelde”, que marcou seu debut nas telas em 1956. Ele também bisou outro papel marcante dos palcos no filme “Blue Jeans – O Que os Pais Desconhecem” (1959), uma história sobre adolescentes e aborto, que tinha lhe rendido o prêmio Theatre World em 1958. Sua carreira cinematográfica foi longa e repleta de comédias, incluindo “O Pior Calhambeque do Mundo” (1960), com Jack Lemmon, “Casa-te Comigo” (1961), com Pat Boone, “Uma Lourinha Adorável” (1965), com Patty Duke, “Minhas Três Noivas” (1966), com Elvis Presley, “Prometo… por Agora” (1976), com Elliot Gould, “Quem Não Corre, Voa” (1981), com Burt Reynolds, “O Mundo Segundo Garp” (1982), com Robin Williams, “Herói por Acidente” (1992), com Dustin Hoffman, e o famoso musical “The Wonders: O Sonho Não Acabou” (1996), com Tom Hanks. Entre as raras incursões dramáticas destacam-se o cultuado noir “Um Perigoso Adeus” (1973), dirigido pelo mestre Robert Altman, e uma adaptação do suspense mais célebre de Agatha Christie, “O Caso dos Dez Negrinhos” (1989). Berlinger ainda fez muitas participações em séries de televisão, mas poucos papéis fixos, como o irmão mais novo de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show” (a partir de 1961) e um marujo da tripulação de “O Caso das Anáguas” (Operation Petticoat, 1978). Seu último trabalho foi uma aparição na 2ª temporada da série “Grace & Frankie”, disponibilizada em 2016 na Netflix. Ele foi casado com Keim de 1960 até a morte dela em janeiro de 2010, e eles tiveram quatro filhos, oito netos e um bisneto.

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    Hugh Keays-Byrne (1947 – 2020)

    2 de dezembro de 2020 /

    O ator Hugh Keays-Byrne, que viveu vilões famosos no primeiro e no último “Mad Max”, morreu pacificamente na manhã desta terça-feira (2/12), aos 73 anos, de acordo com seus representantes. Nascido em 1947 na Caxemira, Índia, Keays-Bryne deu início à carreira de ator na Austrália, onde, aos 20 anos, lançou-se em papéis na televisão local. Ele passou a trabalhar no cinema australiano em 1974, no filme “Stone” (1974), emblematicamente sobre gangues de motoqueiros, e se estabeleceu em filmes de ação com “Traficantes Audazes” (1975), “Marcado Para Morrer” (1976) e “Perigo em Alto-Mar” (1978). Mas foi mesmo sua aparição no primeiro “Mad Max” que o tornou conhecido em todo o mundo. Keays-Bryne interpretou Toecutter, o líder da gangue de motoqueiros do clássico de 1979 dirigido por George Miller. Teve um desempenho tão marcante que, 30 anos depois, Miller o convidou a retornar àquele universo como outro vilão: o decrépito Immortan Joe, de “Mad Max: Estrada da Fúria”. Na distopia de 2015, Immortan Joe liderava outra gangue de motoqueiros e motoristas malucos, que aterrorizavam a terra devastada da saga, controlando a água e escravizando mulheres para sua reprodução. Depois do primeiro “Mad Max”, o ator experimentou uma fase áurea na carreira, com participações no clássico “Onde Sonham as Formigas Verdes” (1984), do alemão Werner Herzog, da aventura “Burke e Wills” (1985), de Graeme Clifford, do drama “Kangaroo” (1986), de Tim Burstall, e da sci-fi “Juggers – Os Gladiadores do Futuro” (1989), de David Peoples. Mais recentemente, ele integrou o elenco da cultuada série sci-fi “Farscape” e do filme provocador “Beleza Adormecida” (2011), de Julia Leigh. “Mad Max: Estrada da Fúria” foi o último filme de sua carreira. Charlize Theron, que viveu Furiosa, líder da rebelião que destronou Immortan Joe no longa de George Miller, foi ao Twitter homenagear o ator. “É incrível você ter sido capaz de interpretar tão bem um senhor da guerra do mal, porque você era uma alma tão gentil e linda”, ela escreveu na rede social.

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    Roberto “Puck” Miranda (- 2020)

    1 de dezembro de 2020 /

    O ator Roberto “Puck” Miranda, que interpretou o personagem Cosme Méndez na novela “Rebelde”, morreu na sexta-feira passada (27/11) de causas ainda desconhecidas. A informação foi confirmada pela ANDA (Associação Nacional de Atores do México) no Twitter. O personagem de Miranda na novela mexicana era pai de Giovanni, um dos protagonistas da trama, interpretado por Christian Chávez. O colega de elenco lamentou morte do ator nas redes sociais, escrevendo: “Que Deus o tenha em sua glória”. Além de aparecer em “Rebelde”, Miranda também foi diretor teatral e participou de várias comédias, maioria bem picantes, no cinema mexicano desde os anos 1980. Um dos destaques de sua filmografia foi “La Chilindrina en Apuros” (1994), filme solo da Chilindrina (María Antonieta de las Nieves), conhecida no Brasil como a Chiquinha da série “Chaves”. Ele também teve papéis em “A Intrusa” e “Cúmplices de um Resgate”, novelas mexicanas exibidas com grande sucesso no Brasil. Seu último trabalho foi num produção bem diferente, o terror “Volverá El Povo a la Terra”, de Alejandro Soltero, lançado em 2017.

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    Abby Dalton (1932 – 2020)

    1 de dezembro de 2020 /

    A atriz Abby Dalton, que estrelou a série novelesca “Falcon Crest” nos anos 1980, morreu em 23 de novembro em Los Angeles após uma longa doença. Ela tinha 88 anos. Sua morte foi anunciada na segunda (30/11) por sua porta-voz Sue Procko. Nascida em Las Vegas, Dalton estreou no cinema em 1957, num filme do lendário cineasta e produtor Roger Corman, “Rock All Night”, como uma das frequentadoras de um bar beatnik mantidas como reféns de criminosos. Durante os anos seguintes, ela apareceu em vários outros filmes de Corman, incluindo “Mulher Sem Rumo” (1957), “Carnival Rock” (1957) e “Stakeout on Dope Street” (1958), além do cult de gangue feminina “Discípulas da Mal” (1958), de Paul Henreid. Ela acabou fazendo transição para a TV ao conseguir um papel importante na série de comédia naval “Hennesey”, em 1959, interpretando a namorada do protagonista, vivido por Jackie Cooper. O papel lhe rendeu uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em 1961. Quando o fim da série foi anunciado em 1962, ela foi escalada para viver a esposa de Joey Bishop na sitcom “The Joey Bishop Show”. Mas “Hennesey” ainda estava no ar quando a nova atração estreou, fazendo com que ela tivesse dois papéis simultâneos na TV americana. Sua segunda série acabou em 1965 e, depois disso, ela viveu a pistoleira Jane Calamidade no western “Respondendo à Bala” (1966) e passou muitos anos trabalhando como atriz convidada em outras atrações. Entre os muitos papéis de Dalton na TV incluem-se passagens por “Paladino do Oeste”, “O Homem do Rifle”, “Maverick”, “Couro Cru”, “Meus 3 Filhos”, “Nanny”, “O Jogo Perigoso do Amor”, “O Barco do Amor”, “Os Waltons” e “Os Novos Centuriões”. Conhecida por seu humor excêntrico, a atriz também se destacou em participações em diversos game shows dos anos 1970, incluindo “Hollywood Squares”, “Match Game” e “Super Password”, mas foi sua escalação em “Falcon Crest” que lhe deu sua maior exposição. Em 1981, ela conseguiu o papel de Julia Cumson, contracenando com Jane Wyman, no piloto da atração, e permaneceu no programa até a 5ª temporada, em 1986.

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    Homem tenta roubar capacete original de Darth Vader

    30 de novembro de 2020 /

    O capacete original de Darth Vader, usado nas filmagens de “Guerra nas Estrelas”, o “Star Wars” original, de 1977, sofreu uma tentativa de roubo na última segunda-feira (22/11). Um homem invadiu a sede da produtora Bad Robot, em Santa Monica, na Califórnia, onde se encontrava o objeto. O detalhe é que ele foi capturado pelas câmeras de segurança da produtora do cineasta J.J. Abrams, que dirigiu dois dos mais recentes filmes da franquia, “Star Wars: O Despertar da Força” e “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Graças a isso, a polícia conseguiu identificá-lo e recuperar o fruto do roubo, que incluiu vários outros itens de colecionador de Abrams. Segundo disse a polícia ao TMZ, o criminoso tem 38 anos, chama-se Frank Hebert e foi gravado invadindo o prédio pelo telhado e saindo pela porta da frente com um carrinho de compras lotado de suvenires e objetos de cena da saga “Star Wars”. Ele não conseguiu ir muito longe, sendo capturado poucos minutos depois, em uma rua próxima ao prédio. O capacete e a máscara usada por Darth Vader em “O Império Contra-Ataca”, de 1980, foram recentemente vendidos em um leilão por US$ 900 mil. A notícia do roubo tornou-se pública na mesma semana da morte do ator David Prowse, que viveu Vader na trilogia original de “Star Wars”. Ele faleceu no sábado, aos 85 anos, após contrair covid-19.

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    David Prowse, intérprete de Darth Vader, morreu de covid-19

    30 de novembro de 2020 /

    A filha de David Prowse, intérprete do icônico vilão Darth Vader, na saga “Star Wars”, revelou que o ator britânico morreu de complicações de covid-19. Prowse faleceu no último sábado (28/11), em Londres, no Reino Unido, aos 85 anos, mas a causa da morte não tinha sido noticiada na ocasião. Só mais tarde sua filha Rachel contou detalhes dos últimos dias do ator, em depoimento para o jornal britânico The Sun, revelando que ele morreu duas semanas após testar positivo para o coronavírus e ser internado em Londres. “É horrível que as restrições da covid-19 também tenham impedido a gente de se despedir dele”, afirmou Rachel na breve entrevista ao jornal. Ela também revelou que Prowse tinha diagnóstico de Alzheimer. Ainda assim, ressaltou que a enfermeira que cuidou de seu pai lhe disse o quanto ele era um “cara legal” e afirmou que ele “teria amado se ver viralizando no Twitter”.

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    Sean Connery morreu de pneumonia, problemas cardíacos e “velhice”

    29 de novembro de 2020 /

    A causa oficial da morte de Sean Connery foi pneumonia, problemas cardíacos e “velhice”, segundo seu atestado de óbito. A lenda da atuação morreu em 31 de outubro em sua casa nas Bahamas, de 90 anos, de acordo com o atestado de óbito obtido pelo site TMZ. O documento também lista sua profissão como “ator aposentado”. O certificado diz que Connery cita “pneumonia, insuficiência respiratória, velhice [e] fibrilação atrial” como razões de sua morte. A última condição pode levar a coágulos sanguíneos, derrames e insuficiência cardíaca. A esposa de Connery por 45 anos, Micheline Roquebrune, também revelou, por ocasião de sua morte, que Connery travou uma longa batalha contra a demência e “foi em paz”. Primeiro intérprete do agente James Bond no cinema, ele viveu o espião em sete filmes e foi nomeado cavaleiro pela Rainha Elizabeth II em 2000. Seu último papel no cinema foi no filme “A Liga Extraordinária”, de 2003, mas ele ainda continuou aceitando trabalhos de dublagem após se dizer aposentado, como no game “James Bond 007: From Russia with Love” de 2005, baseado no filme “Moscou Contra 007”, que ele estrelou em 1963.

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    Marvel muda abertura de Pantera Negra em homenagem a Chadwick Boseman

    29 de novembro de 2020 /

    A Disney e a Marvel Studios prestaram uma homenagem especial a Chadwick Boseman neste domingo (29/11), dia em que o falecido ator completaria 44 anos. Uma nova versão do filme “Pantera Negra” foi disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus) com créditos especiais de abertura. Em vez das conhecidas imagens de diversos quadrinhos, que aparecem junto do logotipo do estúdio no começo de todos os filmes da Marvel, agora aparecem diversas cenas de Boseman como o Rei T’Challa, também conhecido como Pantera Negra. Com cerca de 30 segundos de duração, os novos créditos terminam com o tradicional logotipo da Marvel Studios. A mudança foi anunciada pelo próprio presidente da Disney, Bob Iger. “A todos os fãs de ‘Pantera Negra’: assistam ao filme no Disney+ (Disney Plus) no final da noite para uma homenagem especial a alguém que foi e sempre será próximo e querido aos nossos corações”, disse Iger no sábado. A montagem também foi disponibilizada nas redes sociais da Marvel, acompanhada pela mensagem “Longa vida ao Rei. #WakandaForever”. Boseman morreu no final de agosto, aos 43 anos, de câncer de cólon. Ele tinha escondido a doença do público e também dos envolvidos na produção de seus filmes, fazendo com que sua morte fosse um grande choque para todos. Long live the King. #WakandaForever pic.twitter.com/FHiJDVQ3NS — Marvel Studios (@MarvelStudios) November 29, 2020

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    George Lucas diz que David Prowse fez Darth Vader “saltar das páginas” para o cinema

    29 de novembro de 2020 /

    George Lucas divulgou um comunicado lamentando a morte de David Prowse, o homem por trás da máscara de Darth Vader. O inglês imponente, que interpretou Vader na trilogia original de “Star Wars”, faleceu na manhã de sábado (28/11) após uma curta doença. Ele tinha 85 anos. Embora James Earl Jones tenha dado ao personagem sua voz icônica, foi o ator-fisiculturista quem vestiu o lendário traje do vilão criado por Lucas nos três filmes em que simbolizou o lado negro da Força. “David trouxe uma fisicalidade para Darth Vader que era essencial para o personagem”, disse o diretor e roteirista. “Ele fez Vader saltar das páginas e ir para a tela grande, com uma estatura imponente e desempenho de movimento para combinar com a intensidade e forte presença de Vader.” “David estava pronto para tudo e contribuiu para o sucesso do que se tornaria uma figura memorável e trágica. Que ele descanse em paz”, completou Lucas. Mark Hamill também compartilhou sua tristeza pela morte do ícone de “Star Wars”, que interpretou seu pai nas telas. “É muito triste ouvir que David Prowse faleceu. Ele era um homem gentil e muito mais do que Darth Vader. Ator, marido, pai, membro da Ordem do Império Britânico, três vezes campeão britânico de levantamento de peso e ícone da segurança no trânsito com o super-herói Green Cross Code Man”, listou o ator. “Ele amava seus fãs tanto quanto era amado por ele”, finalizou.

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    David Prowse (1935 – 2020)

    29 de novembro de 2020 /

    O ator e fisiculturista David Prowse, que interpretou o personagem Darth Vader na primeira trilogia de “Star Wars”, morreu no sábado (28/11) aos 85 anos, de causa não divulgada. Prowse se destacou como fisiculturista nos anos 1970 e foi seu porte físico imponente que levou o diretor George Lucas a escalá-lo para seu filme. Curiosamente, o cineasta tinha pensado nele para o papel de Chewbacca, mas logo mudou de ideia, levando-o a viver o grande vilão da franquia. Por ter um sotaque britânico muito forte, Prowse foi dublado pelo ator James Earl Jones no papel. Foi uma grande frustração para Prowse ter sua voz apagada no filme, porque seu papel mais famoso até então, Julian, em “Laranja Mecânica” (1971), praticamente não falava em cena. Ao longo da carreira, ele se especializou em viver monstros. Prowse estreou no cinema na comédia “Cassino Royale” (1967), uma paródia dos filmes de James Bond, em que viveu a criatura de Frankenstein, personagem que voltou a viver em “Frankenstein e o Monstro do Inferno” (1974). Ainda foi o Homem Forte em “O Circo dos Vampiros” (1972), um minotauro na série “Doctor Who”, um androide num arco de “Os Seres do Amanhã” (The Tomorrow People), um alienígena feito de nuvens num episódio de “Espaço: 1999” (Space: 1999) e um carrasco em “Criaturas que o Tempo Esqueceu”(1977). Mas também viveu um super-herói numa campanha de trânsito do Reino Unido, o Green Cross Code Man. Quando o primeiro “Star Wars”, então conhecido como “Guerra nas Estrelas”, chegou aos cinemas em 1977, muitos acreditavam que James Earl Jones era quem vivia o vilão, para aumentar a frustração de Prowse. Mas o sucesso da produção foi tamanha, que todos os detalhes de seus bastidores acabaram esmiuçados pelos fãs, dando enfim o reconhecimento que ele sempre buscou. Ele acabou se consagrando como o intérprete de Darth Vader, um dos vilões mais famosos da história do cinema. Prowse voltou a representar a encarnação do lado negro da Força em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Mas continuou ligado ao personagem anos após a trilogia original. Pode-se dizer que ele continuou sendo Vader pelo resto de sua vida, participando de convenções e até mesmo de um filme de fãs, “Saving Star Wars” (2004). Mesmo assim, segundo rumores, teria rompido com a saga em 2010, quando se desentendeu com o diretor George Lucas. Mark Hamill, que deu vida a Luke Skywalker na primeira trilogia de Star Wars, prestou homenagens a Prowse com uma publicação no Twitter. “É muito triste ouvir que David Prowse faleceu. Ele era um homem gentil e muito mais do que Darth Vader. Ator, marido, pai, membro da Ordem do Império Britânico, três vezes campeão britânico de levantamento de peso e ícone da segurança no trânsito com o super-herói Green Cross Code Man”, listou o ator. “Ele amava seus fãs tanto quanto era amado por ele”, finalizou. Anthony Daniels, intérprete do robô C-3PO, também deixou sua mensagem no Twitter. “A figura icônica de David dominou o filme em 1977 e vem dominando desde então. E seguirá fazendo isso”, escreveu.

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