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  • Série

    The Crown: Matt Smith e Tobias Menzies homenageiam o Príncipe Philip

    10 de abril de 2021 /

    Os atores Matt Smith e Tobias Menzies, que interpretaram o Príncipe Philip nas duas primeiras fases (e quatro temporadas) de “The Crown”, reagiram à morte do marido da Rainha Elizabeth II. Philip ficou 28 dias internado e precisou passar por um procedimento no coração para se recuperar. Seu estado de saúde não era bom e ele piorou severamente entre quinta e sexta-feira (9/4), quando morreu aos 99 anos no Castelo de Windsor. Em uma declaração ao programa “Today”, Matt Smith disse: “Gostaria de oferecer minhas condolências a Sua Majestade a Rainha e à Família Real. O príncipe Philip era o cara. E ele sabia disso. 99 e fora, mas que innings (período de atividade). E que estilo. Obrigado pelo seu serviço, meu velho – não será o mesmo sem você. ” Tobias Menzies, por sua vez, preferiu tuitar sua reação. “Se eu sei alguma coisa sobre o duque de Edimburgo, tenho quase certeza de que ele não gostaria que um ator que o retratou na TV desse sua opinião sobre sua vida, então deixarei isso para Shakespeare. ‘Ó bom velho! Quão bem em ti aparece o serviço constante do mundo antigo…’ Descanse em paz. ”

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  • Etc

    Elenco de Glee se reencontra em homenagem à Naya Rivera

    9 de abril de 2021 /

    O elenco de “Glee” se reuniu virtualmente na noite de quinta-feira (8/4) para homenagear Naya Rivera, atriz que faleceu aos 33 anos em julho de 2020. O tributo à intérprete de Santana Lopez aconteceu durante o GLAAD Media Awards, premiação que destaca o melhor da representação LGBTQIA+ na mídia. Introduzida por Demi Lovato, que chegou a participar de “Glee”, a homenagem contou com participações de Heather Morris, Amber Riley, Harry Shum Jr., Chris Colfer, Darren Criss, Jenna Ushkowitz, Kevin McHale, Jane Lynch, Matthew Morrison, Jessalyn Gilsig, Dot-Marie Jones, Vanessa Lengies, Alex Newell, Jacob Artist, Lauren Potter e Becca Tobin, que lembraram os momentos compartilhados com a colega nas gravações e a importância da personagem da atriz para a representação LGBTQIA+ como a primeira adolescente latina a assumir um romance lésbico na TV. Inicialmente, os organizadores do evento pretendiam reunir o elenco para um número musical no palco da premiação, mas a pandemia atrapalhou os planos, que firam restritos a comentários por videoconferência. Confira a homenagem abaixo.

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  • Etc,  Filme

    James Hampton (1936–2021)

    8 de abril de 2021 /

    O ator James Hampton, conhecido por seus papéis nas comédias “O Garoto do Futuro” e “Golpe Baixo”, pelo qual recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, morreu na quarta-feira (7/4), aos 84 anos, devido a complicações do mal de Parkinson. Hampton teve uma carreira que durou meio século antes de se aposentar no Texas. Ele estreou na TV em 1963, com um papel recorrente na popular série de western “Gunsmoke”. Foi lá que conheceu e se tornou amigo de Burt Reynolds, então coadjuvante da atração. Os dois trabalharam juntos em “Amor Feito de Ódio” (1973), “Golpe Baixo” (1974), “W.W. e Dixie” (1975) e “Crime e Paixão” (1975). Anos depois, Hampton ainda escreveu e dirigiu vários episódios da sitcom estrelada por Reynolds na rede CBS, “Evening Shade” (1990–1994). A aparência amável tornou Hampton um coadjuvante por excelência, com participação em filmes como “Quando é Preciso Ser Homem” (1970), “Síndrome da China” (1979), “Hangar 18” (1980), “Condorman, o Homem-Pássaro” (1981), “O Garoto do Futuro” (1985) e “Um Som Diferente” (1990). Ele também foi o prefeito de Miami em “Loucademia de Polícia 5: Missão Miami Beach” (1988). Sua participação em “O Garoto do Futuro”, como o pai do protagonista (vivido por Michael J. Fox em 1985), acabou se tornando seu papel mais conhecido, graças à sua escalação na sequência de 1987 (como tio do novo “teen wolf”, Jason Bateman) e até como dublador da série animada, que durou duas temporadas, entre 1986 e 1987. Na TV, também interpretou o hilário corneteiro surdo Hannibal Dobbs em “F Troop” (1965-1967), comédia passada num “Forte Apache” remoto do Velho Oeste, além de ter aparecido de forma recorrente em “The Doris Day Show” (1968–1973) e estrelado “Maggie”, sitcom que teve apenas oito episódios exibidos no final de 1981. Bom amigo de Johnny Carson, Hampton ainda se tornou um convidado regular no “The Tonight Show”, com mais de 30 participações. Também trabalhou nos bastidores da indústria televisiva, escrevendo telefilmes e dirigindo vários episódios de séries de comédias dos anos 1990, como “Grace Under Fire”, “Irmã ao Quadrado” (Sister Sister), “Gênio do Barulho” (Smart Guy) e “The Tony Danza Show”. Sua autobiografia “What? And Give Up Show Business?” foi publicado no início deste ano e recebeu críticas positivas.

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  • Série

    Walter Olkewicz (1948 – 2021)

    8 de abril de 2021 /

    O ator Walter Olkewicz, que interpretou o barman e crupiê Jacques Renault na série “Twin Peaks”, morreu na terça (6/4) aos 72 anos, em sua casa em Reseda, Los Angeles. Ele lutou com problemas de saúde durante os últimos 20 anos e passou por uma série de cirurgias no joelho que causaram infecções, o que o levou a ficar acamado. Os fãs de “Seinfeld” o conhecem como Nick, o funcionário da TV a cabo no episódio “The Cadillac”, de 1996, enquanto os cinéfilos devem lembrá-lo mais como o advogado da máfia suicida do thriller “O Cliente” (1994). Mas ele vem atuando desde os anos 1970, quando estreou na sci-fi “Mundo Futuro: Ano 2003, Operação Terra” (1976), protagonizada por Peter Fonda. Olkewicz também estrelou a série “Jogos de Damas”, ao lado de Linda Carter em 1984, recorreu em episódios de “Who’s the Boss?” e integrou o elenco de “Grace Under Fire”, criação de Chuck Lorre exibida de 1993 a 1998, entre muitas outras participações no cinema e na TV. Seu papel mais famoso, porém, foi o do sórdido canadense Jacques Renault, irmão de Jean (Michael Parks) e Bernie (Clay Wilcox) na 1ª temporada de “Twin Peaks”, em 1990, que abusou de Laura Palmer na noite de sua morte. O personagem é assassinado por Leland, o pai de Laura, ao final da temporada. Mesmo assim, Olkewicz voltou a interpretá-lo nos prólogos cinematográficos “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e “Twin Peaks: O Mistério” (2014, mas feito com sobras do longa dos anos 1990), além de aparecer no reboot “Twin Peaks: O Retorno” (2017) como outro personagem com o mesmo sobrenome, Jean-Michel Renault. As participações em dois episódios do revival da série do cineasta David Lynch foram seus créditos finais. “Foi seu primeiro papel em quase 15 anos, e ele fez tudo atrás de um bar para encobrir o fato de que não conseguia ficar de pé”, observou seu filho na noite de quarta, ao anunciar o falecimento do ator.

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  • Etc,  Série

    Paul Ritter (1966 – 2021)

    6 de abril de 2021 /

    O ator britânico Paul Ritter, que estrelou “Chernobyl” e a sitcom “Friday Night Dinner”, morreu em sua casa nesta terça (6/4) de tumor cerebral aos 54 anos. Os créditos de Ritter também incluem vários filmes, entre eles blockbusters como “007 – Quantum of Solace” e “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, além de séries recentes como “Belgravia” e “Cold Feet”. Ele ainda se destacou em muitas peças de teatro, sendo indicado ao Tony (o Oscar teatral) em 2009 pela produção de “The Norman Conquests”. Na premiada minissérie “Chernobyl”, ele se destacou como Anatoly Diatlov, o odiado engenheiro cabeça-dura responsável pelo acidente nuclear que contaminou parte da Europa nos anos 1980. Mas seu papel mais lembrado é o do patriarca da família Goodman, que toda sexta-feira se reunia com a mulher e os filhos para um jantar engraçadíssimo em “Friday Night Dinner”, rotina que durou seis temporadas, exibidas de forma intermitente entre 2011 e 2020, e que ganhará uma retrospectiva em seu aniversário de dez anos no canal pago britânico Channel 4. O criador de “Friday Night Dinner”, Robert Popper, tuitou: “Devastado com esta notícia terrivelmente triste. Paul era um ser humano adorável e maravilhoso. Gentil, engraçado, super-atencioso e o melhor ator com quem já trabalhei”.

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  • Música

    Computador cria “música de Kurt Cobain” no aniversário da morte do líder do Nirvana

    5 de abril de 2021 /

    Os 27 anos da morte de Kurt Cobain foram lembrados nesta segunda-feira (5/4) com o lançamento de uma música inédita. A faixa, intitulada “Drowned in the Sun”, foi criada por computador, utilizando inteligência artificial para imitar o tipo de composição que a banda Nirvana produziria se Cobain ainda estivesse vivo. A nova música é parte do projeto “As Fitas do Clube dos 27”, da organização canadense Over the Bridge, que surgiu em 2017 e promove ações musicais de incentivo à boa saúde mental. A iniciativa celebra músicos que morreram aos 27 anos em meio a crises de saúde mental, como Cobain, que se matou em 1994. Chamada de “Drowned in the Sun”, a música foi materializada por meio de programas digitais, como o Google Magenta, e com auxílio da voz do músico Eric Hogan, cover de Cobain na banda Nevermind: The Ultimate Tribute to Nirvana. “As Fitas do Clube dos 27” ainda incluem gravações de computador inspiradas em Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin, artistas que também morreram aos 27 anos de idade.

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  • Etc,  Série

    Gloria Henry (1923 – 2021)

    5 de abril de 2021 /

    A atriz Gloria Henry, que foi pin-up nos anos 1940 e se tornou uma mãe televisiva famosa nos anos 1960, morreu em 3 de abril. A notícia foi confirmada por seu filho, numa homenagem postada no fim de semana nas redes sociais. Ela tinha 98 anos. Nascida Gloria Eileen McEniry em New Orleans, Louisiana, ela se mudou para Los Angeles no final da adolescência e trabalhou em programas de rádio, comerciais e atuou em grupos de teatro. Ela assinou com a Columbia Pictures e fez sua estreia no cinema em 1947, no drama “Sport of Kings”, emendando vários papéis seguidos, enquanto o estúdio explorava sua beleza em fotos de maiô e shorts para promover as produções. Em cinco anos de contrato, apareceu em nada menos que 25 filmes – entre eles, os westerns “Almas Indomáveis” (1948) e “Cavaleiros do Céu” (1949), ambos com o cowboy Gene Autry, e “O Diabo Feito Mulher” (1952), com Marlene Dietrich, além da comédia “Minha Adorável Secretária” (1949) com Lucille Ball. Ao fim do contrato em 1952, estrelou a série “The Files of Jeffrey Jones” e seguiu na televisão, aparecendo em episódios de várias produções, como “The Abbott and Costello Show”, “Papai Sabe Tudo”, “Casal do Barulho” e “Perry Mason”. Em 1959, Gloria assumiu seu papel mais popular, como a mãe do arteiro Dennis na série “O Pimentinha”, baseada nos quadrinhos homônimos (Dennis the Menace, nos EUA) de Hank Ketcham. Ela viveu a sofredora Alice Mitchell ao lado de Herbert Anderson, intérprete de seu marido, e Jay North, o Pimentinha, por quatro temporadas e 146 episódios, até o cancelamento da atração em 1963. Graças à inúmeras reprises, que atravessaram décadas em canais pagos como Nickelodeon e TV Land, a série ultrapassou sua época, tornando-se conhecida e celebrada até hoje. As reprises no bloco Nick Jr., por sinal, são creditadas como responsáveis por convencer os executivos da Warner a produzir um filme com os personagens em 1993. Mas mesmo com roteiro do mestre John Hughes, “Dennis, o Pimentinha” (1993) não conseguiu ser tão popular quanto a atração televisiva. Após o final da série clássica, a atriz deu uma sumida e só foi reaparecer nos anos 1980, quando as reprises começaram na Nickelodeon, participando de episódios de atrações como “Newhart”, “Dallas”, “Carga Dupla” (Simon & Simon) e “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser, MD). Depois de novo hiato, ela fez em sua despedida na série “Parks and Recreation” em 2012.

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  • Etc,  Filme

    Biff McGuire (1926 – 2021)

    4 de abril de 2021 /

    O ator William “Biff” McGuire, que participou de clássicos como “Serpico” (1973) e “Crown, o Magnífico” (1968), morreu neste domingo (4/4) aos 94 anos de idade. A causa da morte não foi informado. Apesar dos papéis em filmes importantes, McGuire priorizou a carreira teatral, que se estendeu por sete décadas. Ele esteve presente na montagem original do clássico da Broadway “No Sul do Pacífico”, em 1949, quando convenceu Oscar Hammerstein a mudar uma linha da canção que interpretou, “There Is Nothing Like a Dame”. Mas só foi indicado ao Tony, o prêmio maior dos palcos americanos, quase meio século mais tarde. E duas vezes: por “The Young Man from Atlanta” (1997) e “Morning’s at Seven” (2002). McGuire estreou na televisão em 1950 por causa do teatro, no “Chevrolet Tele-Theatre”, programa de peças filmadas, e desde então apareceu numa vastidão de episódios semanais, incluindo “Gunsmoke”, “Os Defensores”, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Havaí 5-0”, “Kojak”, “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch), “Barnaby Jones”, “Tudo em Família”, “Lei & Ordem”, “Plantão Médico” (ER) e “Frasier”. Já a trajetória cinematográfica se concentrou entre os anos 1950 e 1970, com papéis em “Cidade do Vício” (1955), “Cinco Homens a Desejavam” (1963), “Crown, o Magnífico” (1968), “Por Que Tem de Ser Assim?” (1968), “Serpico” (1973) e “A Batalha de Midway” (1976). Após décadas distante do cinema, ele fez uma última aparição como protagonista em “American Seagull” (2013), uma adaptação da peça “A Gaivota”, de Anton Chekhov.

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  • Série

    “The Goldbergs” exibirá último episódio de George Segal com homenagem ao ator

    2 de abril de 2021 /

    A rede ABC pretende fazer uma homenagem ao ator George Segal durante a exibição do próximo episódio da série “The Goldbergs”. O capítulo que vai ao ar na quarta-feira (7/4), nos EUA, foi o último gravado pelo antes de falecer, em 23 de março passado. Nos últimos oito anos, Segal participou regularmente de “The Goldbergs”, série de comédia ambientada nos anos 1980, como Albert “Pops” Solomon, o avô do protagonista e grande coração da família Goldberg. De longa carreira, ele começou a se destacar nos anos 1960 em papéis extremamente dramáticos, mas acabou estourando com comédias na década seguinte e nunca mais parou de fazer graça. Na TV, além de “The Goldbergs”, seu outro grande papel foi como o dono da revista de moda em que se passava a bem-sucedida sitcom “Just Shoot Me!” (1997-2003). A exibição do episódio póstumo será acompanhada por um tributo da ABC e da Sony Pictures Television ao veterano, que morreu de complicações decorrentes de uma cirurgia de ponte de safena. Ele tinha 87 anos. Ao saber da morte do colega, o elenco de The Goldbergs e a equipe celebraram o ator em uma declaração conjunta. “Em nome de todos de ‘The Goldbergs’, estamos arrasados ​​com a perda de nosso querido amigo George”, disseram o elenco e a equipe técnica. “Ele era gentil, doce, além de talentoso e engraçado. George foi o verdadeiro epítome da classe e ele tocou todas as nossas vidas profundamente. Foi uma honra e um privilégio tê-lo como colega e amigo todos esses anos. Não é surpresa para nenhum de nós que o conhecemos tão bem que ele é um verdadeiro tesouro nacional. Ele fará falta para todos. Pops, vamos sentir falta do seu banjo e da sua risada contagiante. Descanse em paz.” Para divulgar o capítulo, a ABC vai transmitir teasers destacando Segal. Veja uma prévia abaixo.

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  • Etc

    Mia Farrow rompe silêncio sobre mortes trágicas de três filhos

    1 de abril de 2021 /

    A atriz Mia Farrow rompeu o silêncio sobre a morte de três de seus filhos adotivos, após “rumores perversos” circularem na internet a respeito do falecimento deles. As especulações sobre as mortes de Tam, Lark e Thaddeus foram intensificadas depois de suas existências serem ignoradas no recente documentário da HBO, “Allen v. Farrow”. A série também deu pouco espaço para Moses Farrow, o filho que se colocou ao lado de Woody Allen na briga com a atriz, e que a denunciou por maltratar com violência os filhos adotados. Mia Farrow publicou um longo desabafo em seu Twitter. “Como mãe de 14 filhos, minha família significa tudo para mim. Embora eu tenha escolhido uma carreira que me colocou na arena pública, a maioria dos meus filhos optou por viver uma vida muito privada”, ela escreveu, explicando que é “seletiva” no que posta nas redes sociais para respeitar o desejo dos filhos em permanecerem privados. Mesmo assim, ela diz que decidiu falar para acabar com os rumores “baseados em inverdades”. “Minha amada filha Tam faleceu aos 17 de uma overdose acidental de receita relacionada às agonizantes enxaquecas que ela sofreu e à sua doença cardíaca”, contou. Já Lark, falecida em 2008, foi descrita por Farrow como uma “mulher extraordinária, uma filha, irmã, companheira e mãe maravilhosa de seus próprios filhos”. “Ela morreu aos 35 de complicações de HIV/AIDS, que contraiu de um parceiro anterior. Apesar de sua doença, ela viveu uma vida frutífera e amorosa com seus filhos e seu parceiro de longa data. Ela sucumbiu à doença e morreu repentinamente no hospital no Natal, nos braços de seu parceiro”. Por fim, Farrow abordou a morte mais controversa, de seu filho Thaddeus, que se matou aos 29 anos. “Estávamos todos antecipando um casamento, mas quando seu relacionamento acabou de forma abrupta, ele tirou sua própria vida”, ela afirmou. “Essas são tragédias indescritíveis. Qualquer outra especulação sobre suas mortes é desonrar suas vidas e as vidas de seus filhos e entes queridos”. Ela concluiu o texto dizendo que é grata por ser mãe de 14 filhos e avó de 16 netos. “Embora tenhamos conhecido a tristeza, nossa vida hoje é cheia de amor e alegria. Todo mundo tem sua própria batalha pela frente; suas próprias tristezas que o corroem. Envio-lhe minhas melhores esperanças e meu amor”. Veja o post integral abaixo. Regarding my children pic.twitter.com/ApiSeBFx9C — Mia Farrow (@MiaFarrow) April 1, 2021

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  • Etc,  Filme

    Amy Johnston (1954 – 2021)

    1 de abril de 2021 /

    A atriz Amy Johnston, que interpretou Cindy Lou, a namorada do roqueiro Buddy Holly no cinema, em “A História de Buddy Holly” (1978), morreu em 17 de março, em sua casa em West Fork, Arkansas, após uma longa batalha contra o câncer. Ela tinha 66 anos. Johnston fez sua estreia nas telas em 1977 em um episódio de duas partes da série “Welcome Back, Kotter”, como interesse romântico do personagem de John Travolta. Sua personagem em “A História de Buddy Holly” foi criada especialmente para o filme, que tomou muitas liberdades para narrar a vida do famoso roqueiro dos anos 1950. Na trama, Cindy Lou tenta convencer Holly de abandonar a música para ir para a faculdade. O filme fez muito sucesso e até rendeu indicação ao Oscar para Gary Busey, intérprete de Buddy Holly. Graças à repercussão, a atriz foi escalada como protagonista de sua primeira série, “Brothers and Sisters”, uma comédia universitária exibida pela rede NBC em 1979, inspirada no filme “Clube dos Cafajestes” (1978). Entretanto, a atração durou apenas 12 episódios. Johnston também apareceu nos filmes “Rooster: Spurs of Death!” (1976), “Jennifer” (1977) e em episódios de “As Panteras”, “Cagney & Lacey” e “O Homem que Veio do Céu”, antes de abandonar as telas e passar a dar aulas de teatro em uma faculdade perto de sua casa em Arkansas.

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  • Filme,  Série,  TV

    João Acaiabe (1944 – 2021)

    1 de abril de 2021 /

    O ator João Acaiabe, que viveu o Tio Barnabé do “Sítio do Picapau Amarelo” e o Chefe Chico em “Chiquititas”, morreu na noite de quarta-feira (31/3) em São Paulo, aos 76 anos, vítima da covid-19. A família informou que o artista testou positivo no dia 15 de março. Na data, a capital paulista começava a vacinar os idosos da sua faixa etária, e, na véspera o ator chegou a comemorar a iminência da imunização nas redes sociais. O quadro de saúde piorou e ele foi internado no Hospital Sancta Maggiore, na Mooca, no dia 21. No ano passado, o ator informou em entrevista que havia sido diagnosticado com insuficiência renal e estava na fila por um transplante de rim. De acordo com parentes, ele foi intubado na manhã desta quarta-feira (31) e faleceu após sofrer duas paradas cardíacas. Uma das filhas do Acaiabe, Thays, homenageou o pai nas redes sociais: “Guardarei no coração tudo o que vivemos e a referência que você é para a nossa família! Gratidão, meu pai. Que os espíritos de luz te recebam em Aruanda até que a gente se encontre novamente, porque almas gêmeas nunca se separam!”, escreveu. A atriz Giovanna Grigio, que contracenou com João Acaiabe na novela “Chiquititas”, destacou sua generosidade. “A gente passou texto várias vezes juntos e foi amor à primeira cena. Ter você como professor e amigo, escutar suas histórias e aprender com você com certeza foram dos maiores privilégios da minha vida! Eu já te amava antes e vou te amar pra sempre. Obrigada por tudo!”, compartilhou nas redes sociais. João Acaiabe iniciou sua carreira artística trabalhando como locutor de rádio ainda na adolescência. Estudou teatro na Escola de Arte Dramática de São Paulo (EAD) e, a partir dos anos 1970, trabalhou com o dramaturgo Plínio Marcos em peças como “Barrela” e “Jesus Homem”. Sua estreia nas telas foi com a novela pop “Cinderela 77”, protagonizada pelos cantores Ronnie Von e Vanusa, na rede Tupi em 1977. Ele emendou no mesmo ano uma participação em “O Profeta”, um dos maiores sucessos do canal, e duas pornochanchadas: “A Tenda dos Prazeres” (também conhecido como “Ouro Sangrento”) e “Elas São do Baralho”. A carreira deu uma reviravolta quando foi para a TV Cultura, entre 1978 e 1983, conquistando destaque no programa infantil “Bambalalão”, onde contava histórias para as crianças da plateia. Foi o começo de sua trajetória com o público infantil. Sua filmografia se ampliou com produções de grande qualidade a partir de “Eles Não Usam Black-tie” (1981), de Leon Hirszman, que venceu o Prêmio Especial do Júri do Festival de Veneza. A partir daí vieram “A Próxima Vítima” (1983), de João Batista de Andrade, “Chico Rei” (1985), de Walter Lima Jr., “A Viagem” (1992), de Fernando E. Solanas, “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998), de Ugo Giorgetti, “Cronicamente Inviável” (2000), de Sergio Bianchi, “Casa de Areia” (2005), de Andrucha Waddington, etc. Ele atuou em mais de 20 longas. Mas foi um curta-metragem que lhe trouxe maior reconhecimento. “O Dia em que Dorival Encarou a Guarda” (1986), dirigido por Jorge Furtado e José Pedro Goulart, lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Gramado. Paralelamente, Acaibe chegou à Rede Globo, atuando na minissérie “Tenda dos Milagres”, de Aguinaldo Silva, em 1985. Seu papel mais duradouro foi na emissora. Entre 2001 e 2006, ele deu vida ao Tio Barnabé, no “Sítio do Picapau Amarelo”. A experiência foi seguido por outro personagem infantil muito lembrado. Entre 2013 e 2015, atuou como Chefe Chico, no remake de “Chiquititas”, no SBT. Seus últimos trabalhos foram na novela da Globo “Segundo Sol” (2018), como o pai de santo Didico, e no filme “M-8: Quando a Morte Socorre a Vida” (2019), de Jeferson De, recém-disponibilizado na Netflix.

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  • Etc,  Série

    Craig muMs Grant (1968 – 2021)

    25 de março de 2021 /

    O ator Craig muMs Grant, que interpretou Arnold “Poeta” Jackson no premiado drama “Oz”, da HBO, morreu na quarta-feira (24/3) aos 52 anos, de causa não revelada. No momento de sua morte, Grant estava na Carolina do Norte por conta de seu papel recorrente na série “Hightown”, cuja 2ª temporada está atualmente sendo gravada em Wilmington para o canal pago Starz. Ele era esperado em Atlanta na segunda-feira, onde deveria encerrar outro arco recorrente na série “All the Queen’s Men”, da BET. O ator chegou a completar sua participação no novo filme de Steven Soderbergh, “No Sudden Move” (ainda sem previsão de estreia), sua terceira parceria com o cineasta, após aparecer em “Terapia de Risco” (2013) e num episódio da série “The Knick” (em 2014). Grant também possuía uma ótima relação com o cineasta Spike Lee, que o lançou no cinema no ano de 2000 no filme “A Hora do Show”. Mais recentemente, ele integrou o elenco recorrente da série “Ela Quer Tudo” (2017-2019), criada por Spike Lee para a Netflix, e fez uma pequena participação em “Infiltrado na Klan” (2018). Nascido e criado na cidade de Nova York, Grant começou sua carreira como parte da equipe Nuyorican Poetry Slam, um grupo de poetas inspirados pelo hip-hop que chamou atenção com recitais aclamados pela crítica. A arte da poesia slam rendeu um documentário, “SlamNation” (1998), e uma série, “Def Poetry” (2002-2007), dos quais ele participou. Esta experiência acabou batizando de “poeta” seu primeiro grande personagem dramático. Arnold “Poeta” Jackson foi um dos protagonistas de “Oz”, drama carcerário com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, que foi exibido entre 1997 e 2003 na HBO. Na trama, Grant dava vida a um viciado em heroína, preso por assalto à mão armada e tentativa de homicídio, que apareceu em todas as seis temporadas da produção. Ele também integrou o elenco do drama indie “Gente Comum” (2004), de Jim McKay, do terror “Água Negra” (2005), dirigido pelo brasileiro Walter Salles, de “Entrevista” (2007), escrito, dirigido e estrelado por Steve Buscemi, do filme vencedor do Oscar “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)” (2014), de Alejandro G. Iñárritu, e do elogiadíssimo thriller “Bom Comportamento” (2017), dos irmãos Benny e Josh Safdie.

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