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    Beyoncé lamenta morte de Paulo Gustavo e mãe confirma que ela era fã

    7 de maio de 2021 /

    A cantora Beyoncé lamentou a morte de Paulo Gustavo, publicando uma foto do ator em seu site oficial com a mensagem: “Descanse em paz”. Embora não tenha feito maiores comentários, a mãe da estrela, Tina Knowles, explicou, em sua própria postagem em homenagem ao ator no Instagram, que Beyoncé era fã do brasileiro, assim como ele era membro da behive (comunidade de fãs da cantora). “Infelizmente, perdemos um ator e comediante muito amado, o Sr. Paulo Gustavo. Sr. Gustavo era um grande fã da Beyoncé e um membro da behive. Ela era fã dele, também.” “Estamos rezando por sua família e todos os seus fãs. Sentiremos muito a sua falta, Paulo”, acrescentou. Paulo Ricardo era fã declarado de Beyoncé e um vídeo em que ele aparece apertando a mão da cantora durante um show viralizou nas redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tina Knowles (@mstinalawson)

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    André Maranne (1926–2021)

    6 de maio de 2021 /

    O ator francês André Maranne, que ficou conhecido como parceiro do desastrado Inspetor Closeau (Peter Sellers) nos filmes de “A Pantera Cor-de-Rosa”, morreu em 12 de abril, aos 94 anos. Seu falecimento só ficou conhecido nesta quinta (6/5), mas a causa da morte não foi divulgada. A carreira começou na TV francesa em 1955, mas Maranne fez rapidamente a transição para o cinema falado em inglês três anos depois, com pequenos papéis em dois filmes estrelados por Stewart Granger, “O Rugido da Morte” e “A Verdade Dói”. Após mais três longas dirigidos pelo inglês Lewis Gilbert, “Amanhã Sorrirei Outra Vez” (1958), “Fruto de Verão” (1961) e “Revolta em Alto Mar” (1962), acabou se estabelecendo no mercado britânico e até apareceu em séries clássicas do Reino Unido, como “O Santo” e “Protectors”, antes de ser selecionado para seu papel mais conhecido. Ele encarnou pela primeira vez o sargento François Chevalier em “Um Tiro no Escuro” (1964), que foi rodado por Blake Edwards em Londres. Fez tanto sucesso como assistente do inepto chefe inspetor Charles Dreyfus (Herbert Lom) que reprisou o papel em mais cinco filmes, ao longo de duas décadas, despedindo-se em “A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa” – feito com sobras de filmagens e lançado em 1983, três anos após a morte do ator principal da franquia, Peter Sellers. Maranne ainda trabalhou com Blake Edwards na comédia “Lili, Minha Adorável Espiã” (1970), retomou a parceria com Lewis Gilbert em “Paul e Michelle” (1974), travou “A Batalha da Grã-Bretanha” (1969), enfrentou James Bond em “007 Contra a Chantagem Atômica” (1965), participou do cult psicodélico “A Garota da Motocicleta” (1968), viajou na Tardis de “Doctor Who” (em 1967) e matou o público britânico de rir num episódio antológico de “Fawlty Towers” de 1975. Seus últimos filmes foram “O Fio da Navalha” (1984), com Bill Murray, e “Plenty, o Mundo de uma Mulher” (1985), com Meryl Streep, seguidos por várias minisséries britânicas até o fim da carreira em 1991.

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    Frank McRae (1944–2021)

    6 de maio de 2021 /

    Frank McRae, o ex-jogador de futebol americano que virou ator de filmes como “007 – Permissão Para Matar” e “O Último Grande Herói”, morreu no último dia 29 de abril, aos 80 anos, em decorrência de um infarto. McRae teve passagem breve pela NFL, a principal liga de futebol americano dos EUA, jogando pelo Chicago Bears e pelo Los Angeles Rams, mas sempre quis atuar, tanto que se forçou em artes cênicas. Em mais de 30 anos de carreira como ator, ele apareceu em cerca de 40 filmes, geralmente em papéis que se aproveitavam de sua grande estatura física. Os primeiros trabalhos surgiram nos anos 1970, com participações em filmes de ação como “Shaft na África” (1973) e “Lutador de Rua” (1975). Amigo de Sylvester Stallone, ele também apareceu em três longas de ação do astro: “F.I.S.T.” (1978), “A Taberna do Inferno” (1978) e “Rocky 2: A Revanche” (1979). Mas McRae também fez comédias e dramas, contracenando com Sally Field em dois exemplos bastante distintos destes gêneros, “Se Não Me Mato, Morro!” (1978) e “Norma Rae” (1979). Ele também foi dirigido três vezes por John Millius, nos cultuados “Amargo Reencontro” (1978), “Amanhecer Violento” (1984) e “Uma Vida de Rei” (1989). E cansou de aparecer em várias comédias famosas, como “1941: Uma Guerra Muito Louca” (1979), de Steven Spielberg, “Carros Usados” (1980), de Robert Zemeckis, “48 Horas” (1982), que lançou a carreira cinematográfica de Eddie Murphy, e “Férias Frustradas” (1983), que deu início a uma franquia com Chevy Chase. Ainda participou da cultuada sci-fi da Terceira Idade “O Milagre Veio do Espaço” (1987), produzida por Spielberg, e encerrou sua melhor década como amigo de James Bond (na versão de Timothy Dalton) em “007 – Permissão Para Matar” (1989). Nos anos 1990, preferiu zoar seus papéis em filmes de ação com participações em paródias como “Máquina Quase Mortífera” (1993), “Rapidinho no Gatilho” (1994) e a popular comédia “O Último Grande Herói” (1993), ao lado de Arnold Schwarzenegger. A última aparição de McRae nas telas foi no drama “O Amor Permanece na Alegria”, lançado em 2006.

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    Niterói se despede de Paulo Gustavo com aplausos

    5 de maio de 2021 /

    A população de Niterói, no Rio de Janeiro, homenageou o ator Paulo Gustavo com aplausos, batidas de panelas e fogos de artifícios na noite desta quarta-feira (5/5). Nascido e criado na cidade, que também era cenário de sua trilogia cinematográfica “Minha Mãe é uma Peça”, o artista morreu na terça-feira, após uma longa batalha contra a Covid-19. A homenagem teria sido inspirada por uma postagem de Tatá Werneck, que pediu aplausos para o ator após a confirmação de sua morte. Em pouco tempo, uma convocação nas redes sociais marcou a realização de um minuto de palmas às 20h em Niterói. Mas a hasthag #AplausoPauloGustavo acabou viralizando e o movimento se estendeu para a capital carioca e outras cidades. Em vídeos publicados nas redes sociais, é possível ver e ouvir os aplausos e manifestações, principalmente no Rio de Janeiro e em Niterói, cidade com o qual Paulo Gustavo era fortemente identificado. O próprio prefeito niteroiense, Axel Grael, engajou-se na iniciativa e ainda decretou luto de três dias pela morte do ator. “Niteroiense, Paulo Gustavo sempre divulgou a imagem da nossa cidade de forma bonita e genuína, através das telas e dos palcos da vida. Vai fazer muita falta para todos nós e será sempre lembrado pelos sorrisos que arrancou de milhões de pessoas. Ele também tinha um grande coração e fazia questão de ajudar instituições como o Projeto Grael e outras ONGs de Niterói. Era uma iniciativa dele para ajudar as famílias mais necessitadas, justamente neste período desafiador da COVID-19”, postou o prefeito nas redes sociais. Viúvo do ator, o dermatologista Thales Bretas também se manifestou nas redes sociais sobre a manifestação de carinho. “Não estou conseguindo responder a todas as mensagens de carinho e amor. Mas essa espero ansiosamente. Eu tive a sorte de viver com o cara mais especial do mundo. Durou pouco, mas de tão intenso, fez-se eterno”, ele escreveu ao lado de uma convocação da homenagem. Em Icaraí, Niterói, minuto de aplausos em homenagem ao ator Paulo Gustavo. Ele nasceu e cresceu na cidade. pic.twitter.com/gE4d7vHCnU — Matheus Leal (@matheusleal1) May 5, 2021 Aqui também veio essa onda de amor ♥️ Vivaaa! pic.twitter.com/jthozHyVEB — Giselle Santos (@feedtheteacher) May 5, 2021 😭😭😭 pic.twitter.com/Uc3VgSURxr — justice for kerline (@kamvlla) May 5, 2021 Aplausos para o Paulo Gustavo no Jardim Botânico. pic.twitter.com/tGqmgysMFf — Leo Aversa (@LeoAversa) May 5, 2021 Aplausos em homenagem ao Paulo Gustavo e tds as vítimas do covid pic.twitter.com/ptcmSgJirk — Júlia Garcia (@garciajulia) May 5, 2021 A dor pela perda do ator Paulo Gustavo foi transformada em homenagem à memória do artista. No Rio e em Niterói, cidade natal do humorista, a noite foi de aplausos em homenagem ao ator e às vítimas de Covid-19. O time do #GloboNews #EmPauta também se uniu ao 'aplausaço'. pic.twitter.com/GGCWndGvlP — GloboNews (@GloboNews) May 6, 2021

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    Astro de “As Branquelas” homenageia Paulo Gustavo

    5 de maio de 2021 /

    O ator Marlon Wayans, mais conhecido no Brasil pela comédia “As Branquelas” (2004), prestou uma homenagem a Paulo Gustavo em seu Instagram. Comentando a morte do ator brasileiro aos 42 anos, após complicações da covid-19, ele disse que ouviu muitos fãs elogiarem o trabalho de Paulo Gustavo e ofereceu condolências à família. “Nunca te conheci, mas ouvi coisas ótimas de todos os meus amigos e fãs brasileiros. Minhas condolências a sua família, entes queridos e fãs que todos amam você profundamente”, Wayans escreveu, acrescentando a palavra “amigo” em português e um comentário sobre Paulo ter morrido cedo demais, ao lado de uma foto do artista. Paulo Gustavo faleceu na noite de terça (4/5), após ser internado com sintomas de covid-19 em 13 de março. Ele foi entubado oito dias depois e continuou a apresentar piora do quadro respiratório, precisando sofrer intervenções cirúrgicas e broncoscópicas e ser submetido à terapia por ECMO, uma técnica também conhecida como pulmão artificial que auxilia na oxigenação do sangue. Seu estado de saúde se agravou definitivamente no domingo passado (2/5), em decorrência de uma fístula bronquíolo-venosa (uma abertura entre os pulmões e as veias), permitindo a passagem de bolhas de ar na corrente sanguínea. Isto causou uma embolia, que atingiu seu sistema nervoso central, tornando o quadro irreversível. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marlon Wayans (@marlonwayans)

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    Thales Bretas escreve despedida tocante para Paulo Gustavo

    5 de maio de 2021 /

    O médico dermatologista Thales Bretas, marido do ator Paulo Gustavo, escreveu uma despedida tocante para o parceiro e pai de seus dois filhos, que morreu na noite de terça (4/5) em decorrência de covid-19. “Ainda é muito difícil processar tudo o que aconteceu nos últimos dias…”, começou Bretas no Instagram, nas primeiras horas da madrugada desta quarta-feira. “Nossa caminhada tinha tudo pra ser longa! Linda como vinha sendo… tão feliz! E foi muito! Como fui feliz nesses últimos 7 anos que tive o privilégio de conviver com você! Como eu aprendi, cresci!”, ele exaltou. “Espero poder passar um pouco do seu legado de generosidade, afeto, alegria e amor”, continuou. “Você é um furacão! Uma estrela que brilhou muito aqui na Terra, e vai brilhar ainda mais no céu, olhando pela nossa família sempre!!!” “Eu te amo tanto… e sempre te amarei, pro resto da minha vida!”, declarou. “Não consigo escrever um centésimo do quanto você foi e é importante pra mim e pro mundo. E continuará sendo, eternamente…” Emocionado, ele ainda pediu “desculpas aos amigos e aos fãs por não conseguir elaborar tudo como gostaria e responder a todos”. “Estou vivendo um turbilhão de sensações”, declarou. “Obrigado pelas energias positivas e orações. Muito amor tenho recebido, espero num momento mais oportuno conseguir retribuir! Bjs saudosos…”, encerrou. O último post escrito por Paulo Gustavo no Instagram tinha sido uma declaração de amor para o marido, publicado no aniversário de Thales, há sete semanas, antes de ser internado com sintomas da covid-19. Na ocasião, Paulo se declarou “loucamente apaixonado”. “Qualquer coisa que eu colocar aqui não será fiel ao que eu quero exatamente dizer pra ele!”, afirmou. Veja a íntegra da postagem de Thales abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thales Bretas (@thalesbretas)

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    Morte de Paulo Gustavo repercute entre artistas e políticos nas redes sociais

    5 de maio de 2021 /

    A morte de Paulo Gustavo aos 42 anos, por problemas relacionados à covid-19, causou comoção no Brasil. As redes sociais foram tomadas por declarações sentidas, especialmente de colegas de cena, como Tatá Werneck, Mônica Martelli, Marcus Majella, Fabio Porchat, Marcelo Adnet, Larissa Manoela, Maisa, Fernanda Montenegro, artistas como Caetano Veloso, Zeca Pagodinho, Ludmilla, Pocah, Fafá de Belém, e muitos políticos. Até o presidente Jair Bolsonaro, que mandou publicamente “abortar” financiamento de filmes com temática LGBTQIA+ pela Ancine, decidiu prestar homenagem ao ator – gay assumidíssimo – de “Minha Mãe é uma Peça”, que na terça (4/5) se somou aos mais de 400 mil brasileiros mortos pela pandemia no país. Tatá Werneck pediu aplausos. “Aplaudam. Aplaudam de pé esse grande homem! Gritem bravo! Façam uma homenagem a Paulo Gustavo em suas casas. Aplaudam de pé esse grande artista”. Caetano, responsabilidades. “É significativo que a notícia de que o perdemos chegue no dia em que se abre a CPI da Covid no Senado Nacional. O povo brasileiro, que encheu os cinemas para rir com Paulo Gustavo, está de luto. E deve revoltar-se contra os responsáveis por nossa vulnerabilidade frente à pandemia que nos tirou essa pessoa amada por representar nossa vocação para o SIM”. Mônica Martelli conjugou amor cinco vezes num texto que começa dizendo “eu te amo e pra sempre vou te amar”. Taís Araujo agradeceu “cada gargalhada” que ele inspirou “e foram muitas, muitas”. Quase tantas quanto as muitas manifestações de pesar, como a de Porchat: “O mundo perde um gênio do humor”. Até o padre Fábio de Melo reparou: “Paulo, meu querido, foi a primeira vez que você nos fez chorar”. Veja abaixo os textões, os textinhos, os emojis e todas as emoções. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcelo Adnet (@marceloadnet0) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Taís Araujo (@taisdeverdade) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcus Majella (@marcusmajella) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zeca Pagodinho (@zecapagodinho) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Debora Bloch (@deborablochoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Serginho Groisman (@serginhogroisman) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Danielle Winits Actor/Producer (@lawinits) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luciano Huck (@lucianohuck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andre Marques (@euandremarques) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Simone e Simaria (@simoneesimaria) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paolla Oliveira (@paollaoliveirareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michel Teló (@micheltelo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dona Fernandona (@donafernandona) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por POCAH (@pocah) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gioewbank) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luan Santana (@luansantana) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Me (@cleo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patrícia Poeta (@patriciapoeta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Deborah Secco (@dedesecco) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Porchat (@fabioporchat) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Debora Bloch (@deborablochoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vanessa Giacomo (@vanessagiacomo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por F e r n a n d a S o u z a (@fernandasouzaoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Assunção (@fabioassuncaooficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Claudia Ohana (@ohanareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mc Rebecca (@mcrebecca) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patricya Travassos (@patricyatravassos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniella Giusti🍕atriz/comédia (@calabresadani) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ludmilla (@ludmilla) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa Meneghel (@xuxameneghel) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Juliana Paes Actress Brazil (@julianapaes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grazi Massafera (@massafera) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fátima Bernardes (@fatimabernardes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @angelicaksy Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Preta Gil 🎤 (@pretagil) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Mazzeo (@eumazzeo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Boninho (@jbboninho) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Felipe Neto (@felipeneto) Paulo, meu querido, foi a primeira vez que você nos fez chorar. ❤️🙏🌹 — padrefabiodemelo (@pefabiodemelo) May 5, 2021 Um dia todos nós entenderemos tudo.. que dia difícil pic.twitter.com/t8cxdljqH0 — Whindersson Nunes (@whindersson) May 5, 2021 Todo amor a Dea Lúcia e todos os familiares de Paulo Gustavo. Muito da alegria brasileira parte com ele. Era imenso! Será assim a saudade que sentiremos. Muito triste. muito! — Leo Jaime 🇧🇷❤️ (@LeoJaime) May 5, 2021 Vá em paz, Paulo Gustavo! Por aqui lembraremos de você sempre com muita alegria! Força a família e aos amigos. Meus sentimentos 💔 #PauloGustavo #rippaulogustavo — Walcyr Carrasco (@WalcyrCarrasco) May 5, 2021 Estou arrasada. Que Paulo Gustavo siga na luz, e que Deus conforte o coração de Thales, da querida Déa Lucia e de todos os familiares. O Brasil perde, tão precocemente, um de seus grandes gênios. 😢 — Fafá de Belém (@fafadbelem) May 5, 2021 Vou lembrar de vc sempre assim. Descanse em paz, Paulo. 🙏🏻🤍 pic.twitter.com/UkOwpfAhyB — +a (@maisa) May 5, 2021 Que dia 🙁 Deus olhe por nós. Conforte aqueles que mais precisam. Peço por saúde pra todos. 🙏🏻🤍 — +a (@maisa) May 5, 2021 Paulo Gustavo é a expressão da alegria brasileira. Essa alegria que nos veio de fora em forma de fama, já que minha geração cresceu crendo no mito das "três raças tristes" de que nosso povo se teria formado. + pic.twitter.com/bG8c1XcURN — Caetano Veloso (@caetanoveloso) May 5, 2021 e da afirmação do alto nível de criação televisiva – , Paulo, esse poço de talento e gerador de prazer doado ao Brasil por Niterói, encarnou, em seu trabalho e em sua vida pessoal, essa alegria antes apenas mítica. + — Caetano Veloso (@caetanoveloso) May 5, 2021 E deve revoltar-se contra os responsáveis por nossa vulnerabilidade frente à pandemia que nos tirou essa pessoa amada por representar nossa vocação para o SIM.#CaetanoVeloso #PauloGustavo #DescanseEmPaz #RipPauloGustavo 🖤 pic.twitter.com/2pDUEqC7tR — Caetano Veloso (@caetanoveloso) May 5, 2021 Recebi com muita tristeza a notícia da morte de Paulo Gustavo. A covid levou hoje mais um de nós. Um grande brasileiro, que brindou nosso país com tanta alegria. Descanse em paz. Seu talento jamais será esquecido. — Lula (@LulaOficial) May 5, 2021 Uma das pessoas que mais fez o Brasil rir, agora nos deixa de luto. Mais uma vítima da Covid. Vá em paz, Paulo Gustavo. Força à família! — Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) May 5, 2021 Brasil perde Paulo Gustavo. Um dos maiores nomes do showbiz do Brasil na última década. Paulo Gustavo deixa enorme legado ao teatro, tv e cinema do País. Meus sentimentos aos familiares e amigos. — João Doria (@jdoriajr) May 5, 2021 Em nome da Câmara, manifesto a minha solidariedade e a de todos deputados aos familiares e amigos do ator Paulo Gustavo. Sua obra e seu talento conquistaram a alegria e a admiração de todos e sua partida, tão cedo, deixa enorme tristeza, vazio e dor no coração dos brasileiros. — Arthur Lira (@ArthurLira_) May 5, 2021 – Meus votos de pesar pelo passamento do ator e diretor Paulo Gustavo, que com seu talento e carisma conquistou o carinho de todo Brasil. Que Deus o receba com alegria e conforte o coração de seus familiares e amigos, bem como de todos aqueles vitimados nessa luta contra a Covid. pic.twitter.com/qP9lN8udaP — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) May 5, 2021

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    Paulo Gustavo (1978-2021)

    4 de maio de 2021 /

    O ator Paulo Gustavo, um dos maiores nomes da nova safra do humor brasileiro, morreu aos 42 anos por complicações relacionadas à covid-19. Internado com sintomas da doença desde o dia 13 de março, ele foi entubado oito dias depois e continuou a apresentar piora do quadro respiratório, precisando sofrer intervenções cirúrgicas e broncoscópicas e ser submetido à terapia por ECMO, uma técnica também conhecida como pulmão artificial que auxilia na oxigenação do sangue. Seu estado de saúde se agravou definitivamente no domingo passado (2/5), em decorrência de uma fístula bronquíolo-venosa (uma abertura entre os pulmões e as veias), permitindo a passagem de bolhas de ar na corrente sanguínea. Isto causou uma embolia, que atingiu seu sistema nervoso central, tornando o quadro irreversível. O falecimento foi anunciado no começo da noite desta terça (4/5). “Às 21h12 desta terça-feira, lamentavelmente o paciente Paulo Gustavo Monteiro faleceu, vítima da covid-19 e suas complicações. Em todos os momentos de sua internação, tanto o paciente quanto os seus familiares e amigos próximos tiveram condutas irretocáveis, transmitindo confiança na equipe médica e nos demais profissionais que participaram de seu tratamento”, disse a equipe do ator, em nota enviada à imprensa. “A equipe profissional que participou de seu tratamento está profundamente consternada e solidária ao sofrimento de todos”, completou o comunicado. Natural de Niterói, Paulo usou a cidade como cenário dos filmes de “Minha Mãe é uma Peça” e encontrava inspiração em várias histórias de sua vida, baseando-se em sua mãe para criar sua personagem mais conhecida, Dona Hermínia, protagonista da mais famosa trilogia cinematográfica do Brasil. Dona Hermínia surgiu pela primeira vez em 2004 na peça “Surto”, que Paulo estrelou ao lado de Samatha Schmütz. “A primeira vez que minha mãe viu, ela brincou: ‘quero 10% da bilheteria, sou eu que estou ali!”, o ator contou no “Programa do Jô” em 2007. A personagem ganhou ainda mais destaque em 2006, com a estreia de “Minha Mãe é uma Peça”, com a qual Paulo Gustavo ganhou o Prêmio Shell de Melhor Ator. Dona Hermínia entrou para a História do teatro num grande monólogo, escrito e interpretado pelo comediante, representando a personalidade de uma típica dona de casa brasileira, sempre à beira de um ataque de nervos. Antes de adaptar a peça para os cinemas, o ator começou a fazer pequenas participações na TV, aparecendo na novela “Prova de Amor”, da Record, e nas séries “Minha Nada Mole Vida” e “A Diarista”, da Globo. Ele integrou até o “Sítio do Picapau Amarelo”, num longo arco de 2007 como delegado de polícia, ocasião em que começou a chamar atenção por sua capacidade de se conectar com o público infantil. Conexão que também foi explorada no cinema, em “Xuxa em O Mistério de Feiurinha” (2007). Seu primeiro destaque nas telas foi o cabeleireiro Renée do filme “Divã”, de 2009, que voltou a aparecer na série homônima da Globo de 2011, roubando as cenas da protagonista, vivida por Lilia Cabral. No mesmo ano, a personalidade expansiva e divertida fez a Globo apostar em Paulo Gustavo para encabeçar vários projetos, visando uma guinada do canal pago Multishow rumo ao humor. O primeiro sucesso foi o humorístico “220 Volts”, seguido, dois anos depois, por “Vai que Cola” e, mais adiante, “A Vila”. Ele levou a divertida e resmungona Dona Hermínia para o cinema em 2013, no primeiro “Minha Mãe é uma Peça – O Filme”, que foi seguido por “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!” (2014) e “Vai que Cola – O Filme” (2015), todos campeões de bilheteria. Depois do sucesso de “Minha Mãe é uma Peça 2” (2016), que arrecadou surpreendentes R$ 123,8 milhões, Paulo Gustavo tornou-se tão conhecido que apareceu como ele mesmo pela primeira vez no cinema, na comédia teen “Fala Sério, Mãe” (2017), com Larissa Manoela. O ator soube equilibrar o sucesso comercial com o sucesso pessoal. Em meio ao estouro de seus filmes, ele se casou com o médico Thales Bretas, com quem teve dois filhos, Gael e Romeu, através de uma barriga de aluguel. Os meninos nasceram em agosto de 2019. Entre as festividades, Paulo Gustavo estrelou as continuações “Minha Vida em Marte” (2018) e “Minha Mãe é uma Peça 3” (2019), quebrando recordes de bilheteria. Em 2020, seu terceiro filme da Dona Hermínia se tornou a maior bilheteria do cinema brasileiro de todos os tempos, com faturamento de R$ 143,9 milhões. Prestigiado como fenômeno cinematográfico, ele passou a ser tratado como grande estrela da Globo, que resolveu exibir um especial de fim de ano de “220 Volts” em sua programação, permitindo a Paulo Gustavo apresentar aos espectadores do canal seus vários personagens, incluindo Senhora dos Absurdos, Maria Enfisema, o Palyboy, e outros, no final de 2020. O canal também trouxe as primeiras temporadas de “Vai que Cola” para a TV aberta e planejava produzir uma série inédita em torno de Dona Hermínia. Ao mesmo tempo, o ator não escondia sua preocupação com o coronavírus. Em maio do ano passado, chegou a se definir “paranoico” com a pandemia. “Estou porque tenho problema respiratório. A medicina não sabe como esse vírus reage dentro de cada pessoa”. Ele contou que estava cumprindo à risca o isolamento por pavor de se contaminar. “Tenho medo de pegar isso, a pessoa não saber o que usar em mim e eu morrer. Tenho medo”, explicou, em entrevista a Ingrid Guimarães, no canal de YouTube do programa “Além da Conta”. Apesar de todos os cuidados, ele acabou contraindo o vírus e mesmo lutando muito não conseguiu resistir. Um boletim médico divulgado na segunda (3/5) revelou que ele chegou a readquirir consciência no fim de semana e interagir com a equipe e com seu marido, conseguindo se despedir.

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    Billie Hayes (1924-2021)

    4 de maio de 2021 /

    A atriz Billie Hayes, que interpretou a bruxa maléfica Wilhelmina W. Witchiepoo na série clássica infantil “A Flauta Mágica”, morreu na quinta-feira (29/4) de causas naturais no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Ela tinha 96 anos. Hayes foi cantora de big band, excursionando com a orquestra de Vince Genovese durante sua época de faculdade, nos anos 1940. Depois de se mudar para Nova York, fez um teste para a lenda do teatro JJ Shubert e acabou conquistando os papéis principais em três operetas modernas: “O Príncipe Estudante”, “A Viúva Alegre” e “Blossom Time”. Aos poucos, começou a se destacar no teatro musical. Sua estreia no cinema foi uma reprise de um desempenho teatral. Ela viveu Mammy Yokum, a mãe caipira e enfezada de “As Aventuras de Ferdinando”, de 1959. Hayes tinha interpretado o papel nos palcos da Broadway. Apesar do filme ser baseado nos quadrinhos originais de Ferdinando (chamado de Li’l Abner nos EUA), criados por Al Capp e publicado em tiras diárias de jornais desde 1934, a adaptação era realmente inspirada pelo sucesso do espetáculo, com apenas duas integrantes do elenco teatral ausentes da versão cinematográfica. A atriz acabou identificada com o papel e ainda voltou a viver a mãe de Ferdinando num telefilme da rede ABC de 1971. Preferindo continuar nos palcos, ela não deu sequência à carreira nas telas, reaparecendo apenas em 1967 num episódio de “Os Monkees”, dois anos antes de assumir seu papel mais conhecido. Hayes foi a grande antagonista dos heróis da série psicodélica infantil “A Flauta Mágica” (HR Pufnstuf), criada por Sid e Marty Krofft em 1969. A trama acompanhava um menino náufrago chamado Jimmy (Jack Wild), que era convencido a viajar com uma flauta falante chamada Freddy em um misterioso barco, com a promessa de viver aventuras na maluca Ilha Viva, lar de árvores falantes e sapos cantantes. Só que o barco era possuído e controlado pela bruxa malvada Wilhelmina W. Witchiepoo, que pretendia aprisionar Jimmy e usar Freddy para seus propósitos malignos. A série durou apenas 17 episódios, mas foi reprisada à exaustão e até ganhou um filme em 1971. As reprises se tornaram tão populares que a atriz ainda apareceu como Witchiepoo num especial de TV da banda The Bay City Rollers em 1978. Sua parceria com os irmãos Krofft continuou em outros projetos, principalmente com um papel em “Lidsville” (1971), mais um programa infantil psicodélico, sobre um garoto que vai parar num mundo mágico de chapéus falantes. Desta vez, ela viveu uma aliada do protagonista, Weenie, uma gênia incompetente. Para completar, ainda apareceu num episódio de “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug) em 1976. Mas a fama de bruxa nunca a abandonou. Seu sucesso como Witchiepoo rendeu convites para interpretar outras feiticeiras malvadas, a começar pela vilã da fábula de João e Maria (Hansel e Gretel) num capítulo da série “A Feiticeira”, exibido em 1971. A Disney também a convocou para dublar a gananciosa bruxa Orgoch em “O Caldeirão Mágico”, e a participação no desenho de 1986 lhe abriu as portas para uma carreira bem-sucedida na animação. Ela também dublou bruxas no cultuado “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e no sucesso “Shrek para Sempre” (2010), além de inúmeros personagens em séries animadas da Disney, Nickelodeon, Discovery Kids e DC/Warner. As quatro temporadas de “Transformers: Rescue Bots” (2011–2016) foram seus últimos trabalhos.

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    Morte de Eduardo Galvão por covid-19 inspira projeto de série

    2 de maio de 2021 /

    A morte do ator Eduardo Galvão em dezembro passado, vitima da pandemia de covid-19, virou o ponto de partida para o projeto de uma série escrita pela atriz e roteirista Claudia Mauro (“De Pernas pro Ar 3”), amiga de infância do artista. Com título provisório de “Ele Delas”, a produção vai girar em torno de seis melhores amigas que se reúnem após a morte do amigo em comum. A trama é baseada na amizade de Eduardo Galvão com as atrizes Flávia Monteiro, Helena Ranaldi, Helena Fernandes, Clara Garcia e Lúcia de Sá, além da criadora da história. “A ideia da série surgiu de uma dor imensa. Eu tinha falado com Eduardo na semana anterior de ele ser internado e aí ele foi hospitalizado e foi tudo muito rápido”, revelou Claudia Mauro à revista Quem. “Só pensava nas minhas amigas, que são muito amigas dele também, e são as seis amigas que estão no projeto. A gente se ligou em uma videoconferência e ninguém acreditou no que estava acontecendo, foi uma choradeira, tive uma crise compulsiva de choro com elas e aí falei: ‘vamos transformar essa dor em arte'”, contou ela. As atrizes devem interpretar versões delas mesmas na trama, que começa após elas se encontrarem para jogar as cinzas do amigo querido num lago. “Elas vão jogar as cinzas no lago preferido dele, na fazenda dele, que é a parte de ficção, e cai um temporal e elas ficam lá a semana inteira juntas. Vai misturar ficção e realidade, histórias verdadeiras”, adiantou Claudia Mauro. A expectativa é que a série seja produzida por alguma plataforma de streaming, que ainda não foi definida.

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    Olympia Dukakis (1931-2021)

    1 de maio de 2021 /

    A atriz Olympia Dukakis, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel na comédia romântica “Feitiço da Lua” (1987), morreu neste sábado (1/5) em sua casa na cidade de Nova York. Ela tinha 89 anos e já estava doente há algum tempo. Filha de imigrantes gregos, Dukakis começou sua carreira nos palcos no começo dos anos 1960, após se formar na Universidade de Boston com mestrado em artes cênicas. A estreia no circuito nova-iorquino aconteceu na montagem de “The Aspern Papers” em 1962, mesmo ano em que se casou com o ator-produtor Louis Zorich (da série “Louco por Você”/Mad About You), com quem teve três filhos. Em 1963, ela ganhou um Obie Award por “A Man’s a Man”, e ainda conquistou seu segundo prêmio dois anos depois por “The Marriage of Bette and Boo”. O sucesso no teatro lhe abriu as portas no cinema. Após começar como figurante em “Lilith” (1964), como uma paciente de hospício, ela passou a ganhar mais espaço, aparecendo nos clássicos “Irmãs Diabólicas” (1972), de Brian De Palma, “Desejo de Matar” (1974), de Michael Winner, “A Gangue da Pesada” (1979), de Philip Kaufman, e “A Sombra de um Ídolo” (1980), de Taylor Hackford. Mas demorou para encontrar um papel de destaque. O que só aconteceu aos 56 anos, quando pôde mostrar sua veia cômica ao interpretar a mãe sarcástica de Cher em “Feitiço da Lua”. O filme de Norman Jewison lhe rendeu o Oscar e uma nova carreira como estrela de comédias. Ela emendou o prêmio com participações em “Uma Secretária de Futuro” (1988) e no fenômeno popular “Olha Quem Está Falando” (1989), que ganhou mais duas sequências com sua participação. Também estrelou com Shirley Maclaine, Dolly Parton e Sally Field um dos “filmes de mulheres” mais famosos da época, “Flores de Aço” (1989). A atriz seguiu fazendo comédias leves como “Agitando os Espíritos” (1990), “O Clube das Viúvas” (1993) e “Adoro Problemas” (1994) e até apareceu como ela mesma em “Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final” (1994), até ter um último ano de ouro em 1995, ao integrar os elencos de dois filmes indicados ao Oscar, “Poderosa Afrodite”, de Woody Allen, e “Mr. Holland: Adorável Professor”, de Stephen Herek. Suas comédias seguintes não tiveram o mesmo sucesso e aos poucos ela trocou o cinema pela TV, estrelando a cultuada série “Crônicas de San Francisco”, que lhe rendeu indicação ao Emmy e teve muitas encarnações diferentes desde os anos 1990. A mais recente versão da série foi exibida em 2019 na Netlix, com Dukakis retomando o papel clássico de Anna Madrigal, proprietária de uma pensão para jovens modernos em San Francisco. Ela também ensinou teatro na Universidade de Nova York e era prima do ex-governador de Massachusetts Michael Dukakis, que concorreu à presidência dos EUA pelo Partido Democrata em 1988. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Academy (@theacademy)

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    Johnny Crawford (1946–2021)

    1 de maio de 2021 /

    Johnny Crawford, um dos integrantes do Clube do Mickey original e estrela mirim da série clássica “O Homem do Rifle”, morreu na quinta-feira (29/4) aos 75 anos, após contrair covid-19. Ele sofria de Alzheimer há dois anos. John Ernest Crawford nasceu numa família de artistas – seu avô paterno trabalhou com o grande compositor Irving Berlin – e tinha apenas quatro anos quando começou a aparecer na TV como “cantor”. Quando completou nove anos em 1955, entrou no Clube do Mickey, estrelando 16 episódios da 1ª temporada, de onde saiu para uma carreira de participações televisivas em séries como “O Cavaleiro Solitário” (The Lone Ranger), “Caravana” (The Wagon Train), “Paladino do Oeste” (Have Gun, Will Travel), “The Frank Sinatra Show”, “The Danny Thomas Show” e muitas outras. Em 1958, ele conseguiu o papel de Mark McCain, filho do protagonista da série “O Homem do Rifle”, um rancheiro viúvo do Velho Oeste interpretado por Chuck Connors. A participação na série lhe rendeu uma indicação ao Emmy como Melhor Ator Coadjuvante em 1959, com apenas 13 anos de idade. Por sinal, a cerimônia marcou a história da família do menino, porque a mesma edição também teve indicação ao irmão de Johnny, Bobby Crawford, por sua performance num episódio de “Playhouse 90”, e até para seu pai, Robert Crawford, como editor no programa “The Bob Cummings Show”. Aproveitando o sucesso de “O Homem do Rifle”, o jovem Crawford gravou várias músicas e lançou alguns discos. O maior hit, “Cindy’s Birthday”, chegou a atingir o 8º lugar nas paradas de sucesso dos EUA em junho de 1962. A série, porém, chegou ao fim no ano seguinte, após cinco temporadas. Embora não tenha encontrado outro papel de destaque, o ator permaneceu na TV até os anos 1970, aparecendo nas mais diversas atrações, especialmente séries de western como “Couro Cru” (Rawhide), “Lancer”, “Big Valley”, “Glenn Ford é a Lei” (Cade’s County) e, mais tarde, “Os Pioneiros” (Little House on the Prairie). Ele também viveu um adolescente rebelde com destaque no filme “The Restless Ones”, de 1965, e ainda apareceu na comédia sci-fi “A Cidade dos Gigantes” (1965), ao lado de Ron Howard, e no western clássico “El Dorado” (1966) com John Wayne. Mas foi convocado a lutar no Vietnã e encontrou grande dificuldade de retomar a carreira ao voltar da guerra. Mesmo assim, ele ainda estrelou a cultuada comédia “O Macaco Nu” (1973), produzida por Hugh Hefner (o dono da Playboy) e co-estrelada por Victoria Principal (que logo depois faria “Dallas”). Nos anos 1980, ainda teve um papel recorrente na série de aventura “Crossbow: As Aventuras de Guilherme Tell”, mas a esta altura já tinha praticamente abandonado a TV, devotando-se a sua outra especialidade: a música. Ele se tornou cantor de bandas como The Nighthawks e The Johnny Crawford Dance Orchestra, devotada ao swing da era das big bands. E foi como cantor que voltou a aparecer nos cinemas em 1999, fazendo uma participação no thriller sci-fi “13º Andar”. Curiosamente, ele também se tornou um membro da associação profissional de cowboys de rodeio, aproveitando que sua experiência com cavalos vinha desde a infância televisiva.

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    Milva (1939–2021)

    25 de abril de 2021 /

    A cantora e atriz italiana Milva, que foi a mais famosa intérprete da canção “Bella Ciao”, morreu na última sexta (23/4) aos 81 anos, após muitos anos doente, segundo contou a filha Martina Corgnati, com quem vivia em Milão. Apelidada de “Pantera de Goro”, em referência à sua cidade natal, e de “A Vermelha”, por causa de seus cabelos ruivos, Milva estourou ao lançar “Bella Ciao” em 1965. De autoria desconhecida, a música original existia desde o século 19 e virou símbolo da resistência da Itália durante a 2ª Guerra Mundial. Com Milva, a canção se fortaleceu como tornou hino de liberdade e de luta contra o fascismo. Mais recentemente, a música voltou aos holofotes por integrar a trilha sonora da série “La Casa de Papel”, da Netflix. Milva lançou muitas outras canções de sucesso entre os anos 1960 e 1970, e chegou a participar de 15 edições do Festival de Sanremo da Canção, principal concurso musical da Itália, conquistando um 2º lugar em 1962. No mesmo ano, ela estreou no cinema, atuando como coadjuvante em “A Beleza de Hipólita”, de Giancarlo Zagni, ao lado de Gina Lollobrigida. Ao todo, Milva apareceu em 9 filmes até os anos 1990, trabalhando com diretores como o francês Jacques Rouffio e o polonês Krzysztof Zanussi, além de atuar em cerca de 40 peças entre 1964 e 2009. Mas apesar do extenso trabalho como atriz, sempre foi considerada uma cantora pelo público italiano. O presidente da Itália, Sergio Mattarella, afirmou que Milva foi uma “protagonista da música italiana”. “Uma intérprete culta, sensível e versátil, muito apreciada na Itália e no exterior. Expresso meu sentimento de condolências à família”, ele escreveu em seu Twitter. Já o ministro da Cultura, Dario Franceschini, disse que Milva foi uma das cantoras “mais intensas” da história do país. “Sua voz suscitou profundas emoções em gerações inteiras. Uma grande italiana, uma artista que, começando de sua terra amada, alcançou os palcos internacionais, tornando seu sucesso global e levando ao alto o nome de seu país”, salientou.

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