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    Ministério Público quer que Ratinho pague R$ 2 milhões por misoginia

    8 de março de 2023 /

    O Ministério Público Federal (MPF) pediu a condenação de Carlos Massa, o Ratinho, por falas preconceituosas sobre a deputada federal Natália Bonavides, do PT do Rio Grande do Norte, em um programa da Rádio Massa transmitido em 2021. Na ação, o órgão exige que ele pague R$ 2 milhões de indenização e veicule campanhas de conscientização sobre os direitos das mulheres e combate à violência de gênero. Ratinho atacou a deputada, dizendo que iria metralhá-la por pedir a retirada da expressão “marido e mulher” da união civil. A medida tinha o propósito de evitar preconceito contra a comunidade LGBTQIAP+ e promover tratamento igual a todos os cidadãos. “Natália, você não tem o que fazer, não? Você não tem o que fazer, minha filha? Vá lavar roupa do teu marido, a cueca dele, porque é uma imbecilidade querer mudar esse tipo de coisa. Tinha que eliminar esses loucos. Não dá para pegar uma metralhadora, não?”, afirmou ele no programa “Turma do Ratinho”, transmitido na Massa FM. Na época, Natália rebateu o discurso misógino. “O apresentador Ratinho sugeriu que eu fosse metralhada em programa visto por milhares de pessoas. Incitar homicídio é crime! Ele coloca a minha vida e minha integridade física em risco. Ratinho ainda disse que eu fosse lavar as cuecas de meu marido”, se revoltou ela. “Essas ameaças e ataques covardes não ficarão impunes. O apresentador utilizou uma concessão pública para cometer crime. Vamos acioná-lo judicialmente, inclusive criminalmente”, publicou ela no Twitter, em dezembro de 2021. Segundo o MPF, o apresentador do SBT causou “dano coletivo às mulheres que atuam ou pretendem atuar na política” por menosprezar um projeto de lei proposto pela deputada petista. Ratinho também é acusado de disseminar em rede nacional estereótipos de gênero. Na ação civil pública, o órgão pede R$ 2 milhões de indenização e a veiculação em sua rádio de campanhas sobre os direitos das mulheres e combate à violência de gênero durante, no mínimo, um ano.

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    Novo ataque a Meghan Markle na imprensa britânica inspira repúdio geral no Reino Unido

    20 de dezembro de 2022 /

    Uma coluna do jornal The Sun, assinada pelo apresentador de televisão britânico Jeremy Clarkson sobre Meghan Markle, causou furor no Reino Unido e se tornou o artigo com mais reclamações enviadas aos responsáveis pelos padrões de qualiade da imprensa do Reino Unido. De acordo com o órgão regulador, foram mais de 17,5 mil reclamações recebidas até esta terça (20/12). Publicado na sexta-feira em reação à série “Harry & Meghan”, da Netflix, o texto de Clarkson foi uma declaração de ódio à atriz e duquesa. “Eu a odeio. Não como eu odeio (a primeira-ministra escocesa) Nicola Sturgeon, ou (a serial killer) Rose West. Eu a odeio a um nível celular”, ele escreveu.   “À noite, não consigo dormir deitado ali, rangendo os dentes e sonhando com o dia em que ela será obrigada a desfilar nua pelas ruas de todas as cidades do Reino Unido enquanto a multidão grita: ‘Vergonha!’ enquanto joga pedaços de excremento nela”, continuou o texto, fazendo referência a uma cena da série “Game of Thrones”. A repercussão fez com o artigo fosse removido do site do jornal. O texto de Clarkson, que ganhou fama mundial como apresentador do programa automobilístico “Top Gear”, também gerou reação política. Mais de 60 parlamentares de partidos rivais assinaram uma carta elaborada por Caroline Nokes, presidente do Comitê de Mulheres e Igualdades do Parlamento, endereçada ao editor do jornal The Sun. A iniciativa critica energicamente a coluna de Clarkson, descrita como “violenta” e “misógina”, e alerta que aquela linha editorial contribuía para um clima de ódio e violência contra as mulheres. “A senhora Markle enfrentou várias ameaças críveis à sua vida, exigindo a intervenção da Polícia Metropolitana”, diz a carta. “Artigos odiosos como este, escritos pelo senhor Clarkson, não existem no vácuo e contribuem diretamente para esse clima inaceitável de ódio e violência.” “Já chega. Não podemos permitir que esse tipo de comportamento continue sem controle”, continua o texto, que foi postado no Twitter por Nokes. “Agora exigimos que medidas sejam tomadas contra o senhor Clarkson e um pedido de desculpas sem reservas seja feito à senhora Markle imediatamente.” Além disso, o parlamentar escocês John Nicolson escreveu diretamente para a CEO do canal ITV, Carolyn McCall, instando-a a tirar Clarkson do ar. Ele é o apresentador do programa “Quem Quer Ser um Milionário?”, que atrai milhões de espectadores a cada semana e acabou de encerrar sua 38ª temporada. “Não acredito que o Sr. Clarkson deva aparecer em nossas telas de televisão novamente”, escreveu Nicolson. “Seria especialmente inapropriado para ele ser usado como apresentador por qualquer emissora de serviço público.” O duque e a duquesa de Sussex, como Harry e Meghan são oficialmente conhecidos, renunciaram aos deveres reais em março de 2020, dizendo que queriam construir uma nova vida nos Estados Unidos, longe do assédio abusivo da mídia britânica. Na série da Netflix, eles indicaram que Meghan acabou abortando por sofrer bullying sem parar da imprensa do Reino Unido, e ela ainda ficou com pensamentos suicidas, além de desenvolver paranoia sobre sua segurança e a de seus filhos. O artigo de Clarkson foi um lembrete e uma confirmação de tudo o que enfrentaram desde seu casamento. I welcome Jeremy Clarkson's acknowledgement that he has caused hurt #notanapology– but an editorial process allowed his column to be printed unchallenged pic.twitter.com/pFhdSGn071 — Caroline Nokes MP (@carolinenokes) December 20, 2022

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    Monica Lewinsky critica misoginia do “pornô de tribunal” de Johnny Depp

    1 de junho de 2022 /

    A ativista Monica Lewinsky, que ficou mundialmente conhecida quando era estagiária da Casa Branca e se viu envolvida num escândalo que levou ao julgamento de impeachment do então presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, lamentou a cultura misógina que veio à tona durante o julgamento de Johnny Depp contra Amber Heard. Em um artigo de opinião para a revista Vanity Fair, Lewinsky descreveu como triste o “espetáculo” do julgamento transmitido pela internet, definindo-o como um “pornô de tribunal” pela forma como chegou ao público e os prazeres sádicos que despertou. “Seria triste o suficiente, mesmo se apenas considerássemos como isso afetou sobreviventes de violência doméstica ou aquelas que buscaram força no movimento #MeToo. No entanto, são as implicações para nossa cultura que mais me preocupam: as maneiras como alimentamos as chamas da misoginia e, separadamente, o circo das celebridades”, refletiu Lewinsky. Para ela, a facilidade de assistir ao julgamento ao vivo faz muitos “pensarem, inconscientemente, que temos o direito de olhar e assistir. De julgar. De comentar. (…) E acabamos com esse cruzamento cultural confuso de ver duas pessoas (que estamos acostumados a ver como atores atuando em uma tela) em um cenário – um tribunal – onde normalmente esperaríamos que eles assumissem os papéis de seus personagens” Ela também relembrou de sua própria controvérsia no passado – “Google: 1998″, brincou – e comentou não ter ficado surpresa com o fato de os memes negativos de Heard “superassem em muito” os de Depp. “Não fiquei surpresa que o discurso cruel e cáustico fosse predominantemente voltado contra a mulher”, acrescentou. “E eu não deveria ter ficado surpresa (mas fiquei) que logo após minha busca, comecei a receber sugestões de posts sobre o julgamento.” “Mas eles eram menos sobre Depp e Heard; mais pareciam idolatrar Camille Vasquez (advogada de Depp) por sua ‘performance’ interrogando Heard. Ah, você pensou que não teríamos nenhuma rixa de garota contra garota neste julgamento? Isso está no álbum dos maiores sucessos da Misogina”, ironizou Lewinsky. “No final, as maneiras como desdenhosamente cooptamos o julgamento para nossos próprios propósitos são um sinal de quantos de nós continuamos a desvalorizar nossa dignidade e humanidade”, continuou. “Tendo sido alvo desse tipo de crueldade, posso dizer que as cicatrizes nunca desaparecem.”

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    Ex-Malhação transforma trauma de vídeo postado em site adulto em projeto de documentário

    8 de julho de 2020 /

    A atriz Pillar Costa está transformando seu drama, após um vídeo seu cair em um site adulto, num documentário. Em “Por um Fio”, ela pretende reunir depoimentos de mulheres que tiveram suas intimidades invadidas ou que sofreram agressões de seus companheiros. Para isso, criou um endereço no Instagram, “Braços que Acolhem”, em que registra voluntárias para contar suas histórias. Ela explicou a iniciativa num vídeo impactante publicado no YouTube, em que registrou a si mesmo chorando desesperada ao saber do vídeo postado ilegalmente. Junto dessas cenas, ela editou um depoimento atual, em que apresentou o novo projeto. A atriz, que participou de “Malhação” no ano passado, fez questão de incluir no vídeo o abalo causado pela descoberta da existência do vídeo por meio de uma ligação de Ubá, Minas Gerais. “Era meu pai, de 71 anos, muito nervoso, me peguntando se eu tinha vindo para o Rio para virar prostituta. Foi um choque até processar tudo isso. Quando entrei no site e digitei meu nome, achei um vídeo meu dançando funk, de roupa, que tinha gravado para um canal de humor. O título era: a dançarina mais gostosa Pillar. Meu pai ficou dois meses sem falar comigo. Muita gente me apontava, me questionava. Descobri que já sabiam antes mesmo de me avisarem e aquilo me consumiu. Não porque me confundiram com garota de programa. Até porque, se eu fosse, ninguém teria nada com isso e não vejo como um problema. A questão é ser exposta sem qualquer defesa ou conhecimento”, descreveu Pillar. Ela ainda pontuou que sofreu depressão logo após o episódio: “Pensei em me matar de verdade. Escrevi uma carta e guardei. Minha irmã Anna Victória é que percebeu minhas atitudes estranhas e pediu ajuda”. “Quero ressaltar que a maioria das vítimas são mulheres, exatamente isso. Quando acontece de um vídeo intimo vazar, a maioria das mulheres é que são, a maioria ou quase 100%, é que são escrachadas. Elas que são as vítimas e ocupam um lugar – de vergonha – que não é para ser delas, porque isso foi uma quebra de confiança”, completou a atriz. Há pouco tempo, a história voltou à tona em perfis fakes e ela resolveu publicar o vídeo, gravado em dois momento – o primeiro, no auge do desespero com a história, e o segundo, quando estava mais equilibrada. “Aprendi editar e mesclei dois vídeos. Um no qual contava, sofrendo, e outro para dizer o quanto era importante falar sobre o assunto. Daí nasceu o projeto ‘Por Um Fio’, que digo que foi algo divino”, explicou. Em pouco menos de um mês, já recebeu quase 200 emails com relatos de abusos. “O que eu posso ajudar é com o apoio para que elas mostrem a cara e denunciem o que passam. Digo que não sou psicóloga, mas encaminho para parceiras que dão orientação terapêutica e jurídica”, diz Pillar, que está fazendo gravações autorizadas das histórias que vem recebendo. Veja abaixo o vídeo, em que ela revela seu sofrimento e o nascimento do projeto.

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    Críticas racistas e misóginas de “fãs” de Star Wars foram criadas por trolls russos

    2 de outubro de 2018 /

    A reação negativa extrema de uma parcela dos fãs a “Star Wars: Os Últimos Jedi”, especialmente os ataques sofridos pela atriz Kelly Marie Tran, de descendência vietnamita, pode ter sido orquestrada pela ação de trolls russos. É o que alerta um estudo da University of South Carolina, comandado pelo pesquisador Morton Bay. Segundo o relatório, repercutido pelo site Mashable, mais de 50% dos tuítes de ódio a “Os Últimos Jedi” enviados diretamente à conta do diretor Rian Johnson, foram escritos por robôs ou contas falsas, algumas delas administradas por usuários russos. Para chegar nestes usuários, Bay usou uma lista divulgada publicamente pelo Twitter de 2.752 contas conectadas à Agência de Pesquisa de Internet russa, apelidada de “fazenda de trolls” do governo. De mil usuários que enviaram mensagens para Johnson na época do lançamento de “Os Últimos Jedi”, 16 estavam nesta lista. Bay também descobriu, em seu estudo, que algumas das contas que enviaram mensagens para Johnson foram criadas única e exclusivamente com esse intuito. Um usuário chamado @MarcoSo94862885, por exemplo, só postou sobre isso durante os poucos meses em que se manteve ativo na rede social. O mesmo deve ter acontecido com Kelly Marie Tran, mas como a atriz deletou sua conta por causa do bullying intenso que sofreu, é impossível avaliar quantos trolls do governo russo tinham como missão atacá-la nas redes sociais. “Os Últimos Jedi” foi atacado por uma parcela dos fãs de “Star Wars” por ter dado muito destaque personagens que eram ou mulheres ou de etnias diversificadas. Kelly Marie Tran, que estreou no filme como a personagem Rose Tico, foi duplamente alvejada, por ser mulher e asiática, recebendo insultos racistas e misóginos. O momento que deveria ser o mais feliz de sua vida se tornou motivo de grande tristeza, fazendo-a sair das redes sociais. O estudo de Morton Bay decifrou as mensagens enviadas pelos trolls como “uso do debate em torno do filme para propagar mensagens de apoio a causas da extrema direita, além de discriminação por gênero, etnia ou sexualidade”. A franquia “Star Wars” volta aos cinemas com o “Episódio IX”, ainda sem título oficial, com direção de J.J. Abrams e estreia prevista para dezembro de 2019.

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    Única mulher a disputar o Leão de Ouro no Festival de Veneza é chamada de prostituta por crítico italiano

    7 de setembro de 2018 /

    Única diretora que concorre ao Leão de Ouro no Festival de Veneza 2018, a australiana Jennifer Kent foi chamada de prostituta por um crítico italiano durante a exibição para imprensa de seu filme, o violento drama “The Nightingale”. O filme, que se passa em 1825, nas selvas da Tasmânia, acompanha a vingança sanguinária de uma jovem irlandesa contra o oficial britânico que destruiu sua família. Ao final da projeção, quando o nome da diretora surgiu nos créditos, ouviu-se de forma retumbante um palavrão. Mais tarde, ele foi identificado e teve sua credencial suspensa, segundo a organização do festival. Ao ser informada sobre o ocorrido na tarde desta quinta-feira (6/9), durante a entrevista coletiva com a equipe do filme, a realizadora reagiu com tranquilidade ao episódio. “Acho absolutamente importante reagir com compaixão e amor diante da ignorância. Não há outra forma de se comportar diante disso – disse a cineasta. “O filme fala claramente sobre isso. Tenho orgulho dele e da equipe que o fez, por ousar contar uma história que precisa ser contada. Amor, compaixão e bondade são a nossa salvação como seres humanos e, se não os utilizamos, tudo vai para o ralo”. Ela também aproveitou para lamentar o fato de ser a única mulher a ter um filme concorrendo pelo Leão de Ouro neste ano. “É uma posição difícil para mim, porque gostaria de ter outras irmãs diretoras aqui. É importante avançarmos na questão da paridade de gêneros. O cinema reflete o mundo e se ele só representa 50% dele, não está cumprindo sua função direito”.

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    Kelly Marie Tran responde aos racistas que a atacaram no Instagram com promessa de fazer mais sucesso

    21 de agosto de 2018 /

    A atriz Kelly Marie Tran, estrela de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, assinou um artigo na edição desta terça-feira (21/8) do jornal The New York Times sobre os efeitos do bullying que sofreu nas redes sociais,. Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas e misóginas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro do ano passado. Oito meses depois, ela apagou todas suas postagens, registrando em sua página apenas uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Tran decidiu abandonar as redes sociais sob pressão da campanha de ódio. No texto, ela reflete que “o problema não foram as palavras deles, mas o fato de que eu passei a acreditar nelas e entrei em uma espiral de ódio por mim mesma”. Tran descreve, ao longo do artigo, como o bullying destrói a auto-estima e traumatiza quem o recebe, ao descrever como os insultos impactaram sua personalidade. “As palavras pareciam confirmar o que minha vivência como mulher e pessoa não branca me ensinou: que eu deveria permanecer nas margens, nos espaços, e que eu era válida apenas como uma personagem coadjuvante nas suas vidas e histórias”, escreveu. “Essa experiência reforçou uma narrativa que ouvi minha vida toda: de que eu era ‘a outra’, que eu não pertencia aqui, que não era boa o bastante, simplesmente porque não era como todo mundo”. “Todos esses sentimentos, eu percebo agora, podem ser resumidos em um só: vergonha. Vergonha daquilo que me faz diferente, vergonha da cultura da qual eu venho”, acrescentou a atriz, que nasceu nos Estados Unidos, mas é filha de refugiados vietnamitas. “Por mais que eu odeie admitir isso, quando comecei a receber essas mensagens odiosas, me culpei. Pensei: ‘Bom, talvez se eu fosse mais magra, ou deixasse crescer o meu cabelo’. Pior de tudo, cheguei a pensar: ‘Bom, talvez se eu não fosse asiática'”, continua. “Eu passei por uma espécie de lavagem cerebral em que achava que minha existência era limitada pelas fronteiras da aprovação de outra pessoa”. Ela conclui prometendo lutar contra esse padrão em todos os seus futuros papéis. “Quero viver em um mundo onde crianças de outras etnias não precisem crescer desejando ser brancas. Quero viver em um mundo onde mulheres não são objetos de escrutínio por sua aparência, suas ações, sua existência no geral”, discursa. “Eu quero viver em um mundo onde pessoas de todas as raças, religiões, classes socioeconômicas, orientações sexuais, gênero e habilidades sejam vistas como o que sempre foram: seres humanos”. Contrariando os fãs de extrema direita da saga espacial, a atriz deve retornar para o papel da mecânica Rose Tico em “Star Wars: Episódio 9”, que ainda não tem título oficial, mas já começou a ser filmado pelo diretor J.J. Abrams para lançamento em dezembro de 2019. “Você pode me conhecer como Kelly. Eu sou a primeira mulher de cor a ter um papel principal em um filme de ‘Star Wars’. Eu sou a primeira mulher asiática a aparecer na capa da revista Vanity Fair. Meu nome verdadeiro é Loan. E estou apenas começando”, ela encerra, quase como na abertura de uma série de super-heroína. O texto causou comoção nas redes sociais, onde foi aplaudido por vários atores de descendência asiática, que trabalham em Hollywood. Por sinal, o timing não poderia ser melhor, logo após o fim de semana em que o filme “Podres de Rico”, primeira produção hollywoodiana com elenco totalmente composto por atores de descendência asiática em 25 anos (desde “O Clube da Felicidade e da Sorte”), estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte.

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    Mais um YouTuber brasileiro revolta a internet com “piada”, ao se revelar estuprador

    28 de julho de 2018 /

    Mais uma semana, mais um polêmica com youtuber. O novo escândalo envolve Everson Zóio, que tem quase 10 milhões de inscritos no seu canal e está sendo acusado de estupro nas redes sociais. Internautas resgataram um vídeo de 2017 em que o jovem, com palavras misóginas e machistas, conta como estuprou a namorada, enquanto ela dormia, depois que a jovem disse “não” para sexo. O Youtuber de 26 anos, cujo nome real é Everson Henrique de Oliveira, aparece no vídeo acompanhado por amigos, que morrem de rir com o relato, contado como piada. “Coloquei a mão na calcinha e está suave hoje, está tranquilo. E se estivesse menstruada a gente ia pelo caminho de terra. Ela falou que não ia rolar, que estava cansada. Eu falei beleza, não vou te forçar porque não sou estuprador, mas mesmo assim suave. Ela estava de pijaminha bem fino, fui abaixando, devagarzinho, sem querer acordar ela e consegui tirar”, diz, quase sem conter a risada e com gargalhadas dos amigos ao fundo. Ele continua: “Coloquei pro lado, foi entrando, mano. Primeiro, eu coloquei só a cabecinha e fiquei amortecendo. O grandão já bateu na porta e ficou lá. Vamos ver se ela acorda ou não. Foi só um teste. Só que eu fui empurrando, empurrando e ela não acordava. Fiquei dando umas cutucadas e ela acordou e falou: o que que é isso? Eu fiquei sem graça e depois resolvi dormir. Era só pra ser uma brincadeirinha, sem ela ver”. Com a repercussão do caso nas redes sociais, o nome do youtuber chegou aos Trending Topics do Twitter. Desde então, ele retirou o vídeo do ar, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto. Esta é a quarta polêmica consecutiva de um YouTuber brasileiro, baseada em pronunciamentos espontâneos de baixíssimo nível, o que já configura tendência, deixando evidente o problema da ascensão dos chamados “influencers” digitais. A palavrinha modinha, estabelecida pelo mercado publicitário, tornou-se maligna após anunciantes retirarem seus apoios de alguns canais envolvidos em controvérsias. Coube aos próprios internautas apontarem a alienação, a misoginia e o racismo vendido como piadas pela geração de “novos humoristas” do YouTube. Além deste caso, Júlio Cocielo, Cauê Moura e Jacaré Banguela também enfrentaram a ira das redes sociais. Os dois primeiros perderam patrocínios por piadas ofensivas. O terceiro teve sua participação cortada num programa do Comedy Central. “Eu tenho medo do futuro das crianças que tão crescendo assistindo esse tipo de gente”, escreveu um usuário do Twitter.

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    Evangeline Lilly diz que foi machucada de propósito durante gravações de Lost

    22 de maio de 2018 /

    Evangeline Lilly acusou o coordenador de dublês da série “Lost” de machucá-la intencionalmente durante a gravação da atração. O site Deadline registrou uma declaração da antiga intérprete de Kate durante um evento, sobre o tema da misoginia nos estúdios de Hollywood. Na ocasião, ela revelou ter ficado com os dois antebraços esfolados por conta da cena. “Havia feridas abertas, cheias de pus escorrendo. Eu parecia uma mutante. Minha mãe dizia ‘você nunca mais vai poder usar um vestido de festa de novo’”. Ela afirmou que não se tratou de um acidente, mas de negligência por parte do coordenador de dublês da produção. O homem, descrito como misógino, a teria punido por ela ter insistido em fazer a cena no lugar de uma dublê, ao contrário do que era o desejo dele. A cena em questão envolvia rolar por um galho de árvore e segurá-lo – não, havia, porém, risco de cair porque ela estava amarrada. Lilly disse que pediu para usar um tecido para proteger os braços, mas o coordenador negou, alegando que eles apareceriam na tela. Ela então repetiu a cena várias vezes com os braços desprotegidos, obrigada pelo coordenador. “Eu senti que ele estava dizendo ‘vou te colocar no meu lugar por me desafiar’. Ou eu me curvava ao poder dele, ou eu me machucava. Eu tinha 20 e poucos naquela época. Hoje, eu provavelmente voltaria atrás”, afirmou. Ao seguir carreira no cinema, ela se envolveu em muito mais cenas de ação que na época de “Lost”, mas nunca mais teve nenhum problema do gênero. Ela estará a seguir em “Homem Formiga e a Vespa”, em que interpreta a heroína Vespa, com estreia prevista para 5 de julho no Brasil.

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    Após polêmicas, Rubens Ewald Filho continua como comentarista do Oscar na TNT

    2 de abril de 2018 /

    O canal pago TNT decidiu manter Rubens Ewald Filho como comentarista oficial de suas transmissões do Oscar e outros eventos de premiação do cinema americano, além de seu canal no Youtube, onde comanda o programa quinzenal “Rubens Responde”. O veterano crítico se viu no centro de uma polêmica com seus comentários, durante a transmissão do Oscar 2018. A própria TNT veio a público se desculpar pelo ocorrido, informando que posteriormente decidiria “o futuro de sua participação nas transmissões e conteúdos digitais da marca”. Quem esperava uma desculpa do crítico, recebeu um comunicado em que apenas confessou “uma confusão minha de termos técnicos de expressão”. No caso, de que a atriz chilena Daniela Vergas era, “na verdade, um rapaz”. A estrela transgênero do longa “Uma Mulher Fantástica”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, fez história ao ser a primeira transexual a participar da cerimônia como apresentadora. Acostumado a fazer comentários maldosos durante as transmissões, Rubens Ewald Filho também destilou seu desprezo por algumas atrizes, como Saoirse Ronan, indicada pela terceira vez ao prêmio da Academia, e Frances McDormand, vencedora pela segunda vez do Oscar de Melhor Atriz. Ele não se retratou por esses comentários. Coube à TNT fazer isso por ele. “A TNT e o próprio Rubens Ewald Filho entendem que, durante a transmissão do Oscar 2018, o comentarista não soube se expressar da forma correta, e a escolha das usadas palavras não refletem a visão, os valores e posição editorial da marca. Por isso, pedimos desculpas a qualquer pessoa que tenha se sentido ofendida. Estamos contentes que nossa sociedade está evoluindo e tem se preocupado cada vez mais com o respeito à diversidade. Nós estamos comprometidos em acompanhar essa evolução e, principalmente, com intuito de que a linguagem usada em todas as nossas plataformas esteja alinhada com nossos valores, e não permitiremos mais que episódios como o ocorrido esse ano voltem a se repetir”, diz a nota. “Assim como em 2017, o jornalista foi escalado exclusivamente para a transmissão do Oscar, por ser um dos mais respeitados e conceituados críticos de cinema do país. No YouTube oficial da TNT, o programa ‘Rubens Responde’ continuará normalmente, com sua grade quinzenal. Lançado em janeiro deste ano, a produção dá a oportunidade ao público de enviar perguntas para o jornalista sobre os mais diversos assuntos e temas.”

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    Rubens Ewald Filho busca justificar seus comentários polêmicos no Oscar 2018

    8 de março de 2018 /

    O crítico de cinema Rubens Ewald Filho divulgou um comunicado sobre a polêmica causada por seus comentários pejorativos durante a transmissão ao vivo na TNT da premiação do Oscar 2018. Entre as frases que causaram mais comoção, destacam-se a conceituação equivocada da transexual chilena Daniela Vega – “na verdade, é um rapaz” – e a desqualificação de Frances McDormand, vencedora do Oscar de Melhor Atriz – “não é bonita, deu um show de bebedeira no Globo de Ouro e, de repente, o filme é um sucesso”. A reação do público nas redes sociais, acusando-o de ser transfóbico, misógino e machista, levou a própria TNT a se pronunciar, com um pedido público de desculpas. Alguns internautas chegaram a pedir o afastamento do crítico de futuras transmissões. Em seu comunicado, Rubens ignorou totalmente os aspectos considerados misóginos da transmissão – além de Frances McDormand, a atriz Saoirse Ronan também foi alvo de suas ironias, como em outros anos – aludindo apenas à polêmica tranfóbica, que teria sido “técnica”, segundo ele. Chamar Daniela Vega de rapaz foi, em suas palavras, “uma confusão minha de termos técnicos de expressão”. O comunicado não contém um pedido de desculpas. Rubens Ewald Filho continua errando, ao chamar a atriz de Daniela Veiga. Leia na íntegra a declaração: “Em 50 anos de carreira e 35 anos de Oscar nunca fui reacionário, sexista, racista ou tive qualquer outra conduta que censurasse a essência do ser humano. Ao contrário, sempre lutei a favor daquilo que é certo, do indivíduo, das minorias e da liberdade de expressão. O que aconteceu com relação a atriz Daniela Veiga, foi, no fundo, uma confusão minha de termos técnicos de expressão, mas nunca, em hipótese alguma, uma atitude sexista e transfóbica. Repito: Nunca. Nunca agiria assim. Acharem que eu seja transfóbico não vai de encontro com minha postura e conduta. Quem me conhece sabe disso. Fui amigo de Phédra de Córdoba, uma famosa transexual atriz que atuava na companhia de Teatro Os Satyros. Acompanhei o seu trabalho muito de perto, a admirava, incentivava e me emocionava com sua atuação e talento no palco. Eu tinha uma paixão pela sua força e postura tanto como ser humano quanto como artista. Estou muito feliz que uma transexual tenha protagonizado e estrelado um filme que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro. Em 90 anos de premiação isso nunca aconteceu. É um momento de glória, a primeira vez que a barreira foi rompida, a primeira de muitas que virão, para mostrar seus enormes talentos e força de interpretação, direção e qualquer outra forma de atuação tanto no cinema quanto na sociedade. Que tudo isso que aconteceu sirva para se falar ainda mais sobre o assunto, para se promover ainda mais esta causa. Que pessoas leigas com os termos técnicos, e me coloco neste caso, aprimorem seu vocabulário nesse sentindo. Fui, continuo sendo e sempre serei um incentivador da liberdade de expressão. Parabéns à Daniela Veiga, à Phedra de Córdoba, a todos transexuais no Brasil e no mundo. Daniela Veiga é realmente uma mulher fantástica. Corram lá no cinema para apreciarem seu enorme talento”.

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    TNT se desculpa por comentários preconceituosos de Rubens Ewald Filho no Oscar 2018

    6 de março de 2018 /

    O mais antigo comentarista do Oscar não acompanhou os tempos e foi rejeitado pelo público durante a transmissão do evento no último domingo (4/3), levando o canal responsável por sua escalação a pedir desculpas. Acostumado a fazer comentários maldosos durante as transmissões, Rubens Ewald Filho pagou pesado, durante o Oscar 2018 no canal pago TNT, ao chamar de “rapaz” a atriz Daniela Vega, que fez história ao ser a primeira transexual a participar da cerimônia como apresentadora, e destilar seu desprezo por algumas atrizes, como Saoirse Ronan, indicada pela terceira vez ao prêmio da Academia, e Frances McDormand, vencedora pela segunda vez do Oscar de Melhor Atriz. Ligado ao Oscar desde 1985, quando se tornou o apresentador oficial do evento na Globo, Rubens Ewald Filho não disse nada diferente do que já vinha dizendo há alguns anos, com impunidade. Mas o veneno tido como engraçadinho no passado soou ultrajante neste ano, ao destoar frontalmente da mensagem que o próprio Oscar levou ao ar: tolerância, igualdade, inclusão, diversidade e respeito. O ruído foi tanto que, ao contrário de outros anos, a própria TNT decidiu se manifestar. Em tempo real. Após Rubens dizer que “Essa moça na verdade é um rapaz”, durante a transmissão, o canal tentou corrigir em suas redes sociais. “Sim, a Daniela Vega é uma mulher. E que mulher”, disse uma publicação no Twitter do canal pago, durante a cerimônia, ainda que sem citar o nome do crítico. Outro comentário pesado que irritou o público foi disparado contra Frances McDormand, que além de levar o Oscar por seu papel em “Três Anúncios Para Um Crime” fez o discurso mais comentado da noite. “Eu acho interessante que essa senhora não é bonita, deu um show de bebedeira no Globo de Ouro e, de repente, o filme é um sucesso”, disse Rubens durante a transmissão. Como resultado, a hashtag divulgada pelo canal para a cobertura no Twitter passou a ser usada em protestos contra a própria transmissão. Muitas pessoas classificaram os comentários do crítico como misóginos, machistas e transfóbicos. Alguns internautas chegaram a exigir o afastamento dele de futuras transmissões. Diante da repercussão negativa, a TNT emitiu um comunicado condenando o preconceito dos comentários. O texto também terceiriza um pedido de desculpas do crítico, que não se manifestou pessoalmente. “A TNT repudia toda ação e/ou manifestação preconceituosa de qualquer natureza. A marca valoriza, incentiva a respeita a inclusão, a diversidade em todas suas iniciativas para levar o melhor conteúdo e entretenimento para seus fãs”, diz o comunicado. “Alinhado a esse propósito, a direção da TNT já conversou com o comentarista Rubens Ewald Filho para evitar que episódios como os comentários feitos durante a transmissão do Oscar no último domingo se repitam, e decidirá nas, próximas semanas, o futuro de sua participação nas transmissões e conteúdos digitais da marca”, continua o texto. No final, o comunicado diz que Rubens Ewald Filho se desculpa pela fala infeliz. “Rubens Ewald Filho é um dos mais respeitados e conceituados críticos de cinema do país, e há anos leva informação, conhecimento e sua paixão na cobertura das premiações pela TNT. Rubens se desculpa pelos termos que possam ter ofendido ou provocado mal-estar. Em nenhum momento houve a intenção de endossar qualquer posicionamento preconceituoso.” Veja abaixo alguns exemplos das reações – as mais ponderadas – no Twitter. É evidente que Rubens ainda não tenha se adaptado ao novo mundo que ele vive, chamando mulher trans de "Rapaz" e outras baboseiras, as pessoas estão se escondendo atrás de críticas para exalar preconceito. Preconceito não é crítica! #RubensEwaldFilho @TNTbr #Oscars90 — Kauê o Improvável (@katux) March 5, 2018 #RubensEwaldFilho em plena @canaltnt falando "essa moça na verdade é um rapaz". Rubens na verdade você só fala merda. E a Daniela Vega é uma atriz magnífica que aliás é a primeira atriz trans a apresentar uma categoria do Oscar ? Além de tudo ela ainda quebra barreiras! — Miguel Groisman (@Mig_groisman) March 5, 2018 Alguém explica pro #RubensEwaldFilho que o Oscar não é concurso de beleza. Quer falar besteira? Vai comentar o Miss!!! ? — Zeinab Khalil (@zeinabkhalil) March 5, 2018 "Eu acho interessante essa senhora [Frances McDormand]: não é bonita, deu um show de bebedeira no Globo de Ouro e de repente o filme [Três Anúncios para um Crime] é um sucesso" (#RubensEwaldFilho, ao vivo, no #TNT)Que comentario é esse,meu caro?Chama a #GlóriaPires,porfa! — MªRITA WERNECK (@mrita_werneck) March 5, 2018 Acompanho a carreira de Frances desde o brilhante Fargo! E que se cale #rubensewaldfilho — LPerotti (@lbrg) March 6, 2018 querido @canaltnt melhorem no quesito comentarista do #Oscars vocês estão perdendo credibilidade e respeito das pessoas trazendo esse sr #rubensewaldfilho que foi misógino, transfóbico e altamente desnecessário por diversas vezes. — dane(-se) (@daniparajara) March 5, 2018

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    Anna Paquin confirma denúncia de homofobia de Ellen Page contra Brett Ratner

    11 de novembro de 2017 /

    A atriz Anna Paquin, que viveu Vampira na franquia “X-Men”, confirmou nas redes sociais as acusações que Ellen Page fez contra o diretor Brett Ratner. Page afirmou que sofreu com a homofobia do diretor, ao ter sua homossexualidade escancarada por ele na primeira reunião do elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006). De acordo com Page, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’”, Page recordou, num longo texto sobre assédio em Hollywood, publicado em seu Facebook. “Eu estava lá quando ele (Ratner) fez esse comentário. Eu te apoio Ellen Page”, escreveu Paquin no Twitter. Page revelou que ficou desconfortável com as atitudes homofóbicas e machistas do diretor durante todo o período de filmagens. Ela ainda relatou ter escutado ele falar sobre a vagina de uma das mulheres do set. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Questionada por seus seguidores porque não disse nada no momento em que ouviu o comentário, Paquin acrescentou: “Se você não consegue pensar na razão óbvia de porquê eu fiquei em silêncio, então talvez tenha esquecido que eu estou nesta indústria criadora de vítimas desde antes de atingir a puberdade”. Anna Paquin venceu o Oscar por “O Piano” (1994), aos 11 anos de idade, tornando-se a segunda atriz mais jovem a conquistar um troféu da Academia. E, por seu comentário, também deve ter histórias para contar, que não está contando. Por sua vez, Brett Ratner está envolvido na onda de escândalos que assola Hollywood, após ser acusado de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). I was there when that comment was made. I stand with you .@EllenPage https://t.co/DEIvKDXeEL — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017 If you can't think of the glaringly obvious reason I remained silent then perhaps you've forgotten that I've been in this victim grooming industry since before I hit puberty. — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017

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