Globo vai exibir primeiro episódio da minissérie Assédio sem intervalos na TV
A minissérie “Assédio”, lançada para assinantes do Globoplay, terá o seu primeiro capítulo exibido na TV aberta. A Globo marcou a estreia para segunda (15/10), após sua novela “Segundo Sol”, com transmissão sem intervalos comerciais. A iniciativa é uma reprise da tática utilizada para divulgar outra atração do serviço de streaming da emissora, a série americana “Good Doctor”, que teve seus dois primeiros episódios exibidos como “telefilme” também numa segunda – 27 de agosto. A Globo também pretende transmitir os demais episódios, que já estão disponíveis no Globoplay, mas ainda não divulgou a data para a TV. “Assédio” é inspirada na história real do médico Roger Abdelmassih. Condenado a 181 anos de detenção pelo estupro de 48 pacientes, Abdelmassih ficou conhecido como “médico das estrelas” e chegou a ser considerado um dos principais especialistas em reprodução assistida do país, antes de ser acusado por dezenas de pacientes por abuso sexual. A atração tem roteiro de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e direção de Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”). O elenco conta conta com Adriana Esteves, Paolla Oliveira, Mariana Lima, Hermila Guedes, João Miguel e Vera Fischer (no papel de Hebe Camargo), além de Antonio Calloni como o médico estuprador. Como pode ser visto abaixo, pelo trailer da minissérie, “Assédio” também repete um cacoete narrativo da escola do “Fantástico”, já visto em outras produções de ficção da emissora, que trazem declarações de personagens no meio da história, como se o público estivesse acompanhando uma reportagem com eventos reencenados para ilustrar depoimentos. A Globo fez isso até quando transformou o filme “Tim Maia” em minissérie. A diferença para obras anteriores, como “Carcereiros”, é que desta vez os depoimentos também são ficcionais.
Minissérie baseada no clássico de espionagem A Garota do Tambor ganha trailer e imagens
A rede britânica BBC e o canal pago americano AMC divulgaram o pôster, as fotos e o primeiro trailer da minissérie “The Little Drummer Girl”, coprodução que adapta o célebre romance de espionagem “A Garota do Tambor”, de John le Carré. A prévia tem apuro cinematográfico e destaca a qualidade da equipe envolvida. A minissérie com seis episódios tem direção do cineasta sul-coreano Park Chan-wook, dos cultuados “Oldboy” (2003) e “A Criada” (2016), e é estrelada por Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) e Michael Shannon (“A Forma da Água”). A trama gira em torno de uma atriz inglesa de esquerda cooptada pelo Mossad, o serviço de inteligência secreta de Israel, para ajudar a capturar um terrorista palestino. Mas ao se infiltrar entre os terroristas, ele simpatiza com a causa palestina e entra em conflito com sua missão. Pugh tem o papel principal, Sarkarsgard será seu aliciador e Shannon o líder da missão. Publicado em 1983, o livro já teve uma adaptação cinematográfica, levada ao cinema no ano seguinte, com Diane Keaton como protagonista. A produção será a segunda de três adaptações consecutivas de John Le Carré realizada pela rede BBC. A primeira foi “The Night Manager”, premiada no Emmy, BAFTA e Globo de Ouro do ano passado, e a próxima já está sendo gravada: “The Spy Who Came in from the Cold”, adaptação do clássico “O Homem que Veio do Frio”, prevista para 2019, com Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) no papel principal. “The Little Drummer Girl” estreia em 19 de novembro no Reino Unido e nos Estados Unidos.
Good Omens: Minissérie apocalíptica de Neil Gaiman ganha imagens e primeiro trailer
A Amazon divulgou um novo pôster, três fotos e o primeiro trailer de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito em parceria por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett (“Missão Especial de Natal”). A prévia marca o tom de comédia da minissérie, centrada na aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos, e decidem romper a rivalidade para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). A produção, realizada em parceria com a rede britânica BBC, ainda marca o retorno de Jon Hamm às séries, quatro anos após o final de “Mad Men”, como o arcanjo Gabriel, o mensageiro principal de Deus, encarregado de cumprir o Armageddon. O elenco também conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”) e Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”). Além de ter escrito o livro, Gaiman assina a série como roteirista e showrunner. Com seis capítulos, “Good Omens” estreia em 2019, em data a ser definida.
Globo planeja minissérie sobre a vida de Angela Maria
A cantora Angela Maria, falecida na madrugada de domingo (30/9) em São Paulo, aos 89 anos, terá sua vida contada em minissérie pela rede Globo, em produção prevista para 2019. O texto é de Filipe Miguez, um dos autores da novela “Cheias de Charme”, e cobrirá o período de 1950, quando ela conheceu seu marido, Daniel D’Angelo, até 1980. Segundo a colunista do UOL Cristina Padiglione, Miguez gostaria que a própria Ângela fizesse uma participação especial na série, e ela estava disposta a se inteirar do assunto, assim que deixasse o hospital – onde estava internada havia 34 dias. Ainda não está definida quem interpretará Ângela na série – Cláudia Abreu seria um nome cotado. A direção artística está nas mãos de Denise Saraceni, que, além de diversas novelas, dirigiu a minissérie “Ligações Perigosas” e estreia no cinema em breve à frente de outra cinebiografia musical, “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”.
Baby: Minissérie italiana sobre escândalo de prostituição adolescente ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou seis fotos e o primeiro teaser da minissérie italiana “Baby”, que mostra a protagonista arrumando o cabelo, passando baton e se preparando para a noite, ao som do hit “Girls Just Wanna Have Fun”, na versão da banda Chromatics. A sinopse oficial diz que a trama é “baseada em uma história real” e “segue um grupo de adolescentes romanos que desafiam a sociedade em busca de identidade e independência.” A história real é, na verdade, um escândalo, conhecido como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. Dirigido pelos cineastas Andrea De Sica (I Figli della Notte”) e Anna Negri (“Riprendimi”), com Benedetta Porcaroli (“Quando Basta”), Alice Pagani (“Loro 1” e “2”), Isabella Ferrari (“A Grande Beleza”), Claudia Pandolfi (“A Primeira Coisa Bela”) e outros atores italianos, a minissérie terá 6 episódios e chega ao streaming em 30 de novembro.
Chris Evans vai estrelar série jurídica do roteirista de Planeta dos Macacos
Chris Evans já definiu o que fará após pendurar o escudo de Capitão América nos filmes da Marvel: uma série limitada. Ele vai estrelar “Defending Jacob”, projeto da Paramount TV em desenvolvimento para a plataforma de streaming da Apple, que adapta o livro de mesmo nome de William Landay. Na trama, Evans interpretará um promotor de justiça que investiga o assassinato de um garoto de 14 anos. Os seus problemas se complicam quando a evidência do caso começa a apontar para o seu próprio filho, Jacob. Logo, o protagonista se vê obrigado a defender o garoto no tribunal. O papel representará o segundo trabalho do ator numa série. O hiato é de 18 anos. A experiência anterior foi o primeiro trabalho profissional de Evans: “Opposite Sex”, que durou uma temporada na rede Fox em 2000. Mas o astro dos Vingadores não será o único nome cinematográfico da série. Ela foi criada pelo roteirista Mark Bomback (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e a direção dos oito episódios encomendados está a cargo de Morten Tyldum (“Passageiros”). Ainda não há previsão de estreia para a produção, que só deverá ser exibida após Evans retornar ao papel de Capitão América em “Vingadores 4”. A continuação de “Guerra Infinita” chega aos cinemas em 2 de maio de 2019.
Kristen Bell confirma revival da cultuada série Veronica Mars
A cultuada série “Veronica Mars” vai mesmo ganhar revival. A atriz Kristen Bell, intérprete da personagem-título, postou um vídeo com o anúncio em seu Twitter. Veja abaixo. Na legenda, ela escreveu: “Notícia urgente direto das Investigações Mars! Uma nova série de ‘Veronica Mars’ está chegando via Hulu”, escreveu ela. “Obrigada a todos os marshmallows [apelido carinhoso dado aos fãs da série] por continuarem animados, e ao Hulu por dar a Veronica uma chance de usar suas calças de gente grande”. Ela ainda reforçou, no vídeo, que os episódios antigos da série também serão disponibilizados no serviço de streaming a partir de 2019, já que os fãs precisarão “refrescar a memória” antes dos novos capítulos. O serviço de streaming revelou também que a nova temporada contará com oito episódios. Segundo a sinopse adiantada, a nova temporada marcará mais uma volta da detetive do título à cidade de Neptune. Desta vez, não há reencontro de colegas de classe, mas a investigação do desaparecimento de adolescentes que passavam as férias por lá. Para variar, Veronica se vê envolvida em uma conspiração que coloca a elite da cidade, ansiosa para acabar com o status de ponto turístico de Neptune, contra a classe trabalhadora, que se beneficia com o fluxo de dinheiro na temporada de férias. Os episódios serão novamente escritos e produzidos por Rob Thomas, criador da série, que conseguiu contornar a agenda lotada de Kristen Bell para tirar o projeto do papel – além de atualmente estrelar a série de comédia “The Good Place”, ela se prepara para gravar sua voz em “Frozen 2”. “Veronica Mars” foi originalmente exibida entre 2004 e 2007 e se tornou cultuadíssima, como uma versão irônica de “Nancy Drew”. O humor ácido e auto-referencial revolucionou as séries de adolescentes, influenciando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor. No Brasil, a série ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai detetive particular (vivido por Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Para quem não lembra, a intérprete da vítima, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. A maioria do elenco original da série voltou a se juntar num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via campanha do Kickstarter, que na época bateu recorde de arrecadação. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse dos fãs num resgate da série, e só percebeu o entusiasmo quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. Ainda não há previsão de estreia, mas pelo anúncio de Kristen Bell é possível supor que os novos episódios sejam disponibilizados em 2019. BREAKING NEWS out of Mars Investigations! 🙂 A new #VeronicaMars series is comin atcha via @hulu. Thank you to all the marshmallows for staying excited and to @Hulu for giving Veronica a chance to wear her big girl pants. I hope we’re still friends after I taser you. pic.twitter.com/z2EufrjMpX — Kristen Bell (@IMKristenBell) 20 de setembro de 2018
Game of Thrones vence o Emmy 2018, mas Netflix supera a HBO na premiação
Embalado pela vitória de sete prêmios preliminares, “Game of Thrones” encerrou a cerimônia do Emmy 2018 com o troféu de Melhor Série de Drama. A atração da HBO ainda rendeu a Peter Dinklage o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante, o terceiro de sua carreira, e ajudou a manter o canal como a principal referência de qualidade “televisiva” para a Academia da Televisão. O canal pago também conquistou dois prêmios de interpretação de comédia com “Barry” (Bill Hader e Henry Winkler, Melhor Ator e Coadjuvante) e um de atuação dramática por “Westworld” (Thandy Newton, Melhor Atriz), além de uma vitória na seção de Variedades por “Last Week Tonight with John Oliver” (Melhor Talk Show). Mas viu sua hegemonia começar a ruir, sem emplacar seus telefilmes e demais produções, ao mesmo tempo em que as plataformas de streaming conquistaram espaço precioso, deixando de vez de ser coadjuvantes. A Amazon reinou nas categoria de comédias com “The Marvelous Mrs. Maisel”, série mais premiada da noite. Em seu primeiro ano na competição, a criação de Amy Sherman-Palladino venceu cinco troféus, incluindo o principal, Melhor Série de Comédia. Os demais foram Melhor Atriz (Rachel Brosnahan), Atriz Coadjuvante (Alex Borstein), Roteiro e Direção (ambos de Amy Sherman-Palladino). A Netflix, por sua vez, pulverizou seus prêmios entre “The Crown” (dois, inclusive Melhor Atriz para Claire Foy), “Godless” (dois), “Black Mirror” (um), “Seven Seconds” (um) e até o especial de comédia “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” (um) para conseguir seu objetivo. Virou a plataforma mais premiada da noite, com sete troféus, um a mais que a HBO. O feito é histórico. Após vencer o Festival de Veneza 2018, a Netflix foi o “canal” mais premiado da cerimônia oficial do Emmy 2018. A decepção ficou por conto da Hulu, que não conseguiu reprisar as conquistas do ano passado com “The Handmaid’s Tale” e ficou sem contribuir para o avanço do streaming. Entretanto, os 12 troféus da Amazon e da Netflix na cerimônia televisada foram suficientes para que as produções feitas para serem vista em qualquer lugar, inclusive na TV, empatassem com o total de prêmios conquistados pela programação a cabo. Além dos seis troféus da HBO, o canal FX colecionou cinco Emmys com “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (vencedor de três troféus, inclusive o de Melhor Minissérie) e “The Americans” (dois, incluindo Ator de Série Dramática: Matthew Rhys). E o VH1 completou a lista com a conquista de “RuPaul’s Drag Race” (Melhor Reality de Competição). Nenhuma série da TV aberta foi premiada, nem mesmo o popular melodrama “This Is Us”. Mas ao receber mais um Emmy de Melhor Programa de Esquetes por “Saturday Night Live”, o produtor Lorne Michaels fez um discurso deslocado e nostálgico como se o resultado fosse outro, evocando que desde 1975 ouve falar no fim das grandes redes. Entretanto, o único programa reconhecido das grandes redes foi o seu. E a transmissão do Oscar 2018. Considerando a premiação preliminar, porém, houve um empate entre os dois maiores rivais deste ano. Tanto HBO quanto Netflix conquistaram 23 estatuetas cada, ao todo, coletadas nas cerimônias de sábado (8/9), domingo (9/9) e segunda (17/9). Mas com esta conta, até a Hulu encontra 4 troféus. Entre as conquistas individuais, um feito histórico foi estabelecido. Amy Sherman-Palladino se tornou a primeira mulher a vencer os Emmys de Melhor Roteiro e Direção. Ela também foi a primeira a vencer ambos os prêmios por um piloto – no caso, de “The Marvelous Mrs. Maisel” – , independente de gênero. Além disso, um recorde da competição foi igualado. Com seu terceiro Emmy de Melhor Ator Coadjuvante de Drama, Peter Dinklage empatou com Aaron Paul (de “Breaking Bad”) como o maior vencedor da categoria. Outra curiosidade da premiação foi a coincidência de dois atores que se despediram de seus papéis vencerem as categorias principais de interpretação dramática. Claire Foy, que não voltará a viver a Rainha Elizabeth em “The Crown”, ganhou como Melhor Atriz e dedicou sua conquista para a próxima geração de atores que irá entrar na 3ª temporada da série – no que quase soou como um desafio para sua substituta. E Matthew Rhys se consagrou como Melhor Ator por “The Americans”, série que chegou ao fim após seis temporadas. Igualmente notável foi a conquista de Henry Winkler, que venceu seu primeiro Emmy após 54 anos de carreira e 43 anos depois de sua primeira indicação. O veterano ator, que ficou mundialmente conhecido ao interpretar Fonzie em “Happy Days”, na década de 1970, levou o troféu de Melhor Ator Coadjuvante de Comédia pelo papel do técnico Gene Cousineau em “Barry”. Já a vitória menos esperada foi a de Regina King, que assumiu ter sido pega de surpresa diante do microfone. Ela subiu ao palco como Melhor Atriz de Minissérie por “Seven Seconds”, que era uma série de antologia como “American Crime Story”, mas foi cancelada na 1ª temporada. Entretanto, sua interpretação foi tão forte que, mesmo numa série cancelada, mobilizou os votos da Academia. E por falar em surpresa, é impossível não incluir entre os pontos altos da noite o discurso de Glenn Weiss, vencedor do Emmy de Melhor Direção em Especial de Variedades pelo Oscar. Em meio aos agradecimentos, ele pediu a namorada em casamento, e o noivado foi formalizado diante de milhões de telespectadores no mundo inteiro, emocionando toda a platéia do evento. Por outro lado, o agradecimento mais bizarro saiu da boca de Jeff Daniels. Ele encerrou seu discurso pela conquista do Emmy de Melhor Ator de Minissérie (por “Godless”) agradecendo seu cavalo, que o derrubou três vezes e o fez quebrar o pulso. Para completar, a lista de apresentadores também rendeu bons momentos televisivos. Entre os mais inusitados, apareceram ninguém menos que Rick e Morty. A dupla animada apresentou o prêmio de Melhor Reality Show de Competição. Mas a saudação Wakanda Forever de Tiffany Haddish e Angela Bassett (a mãe do Pantera Negra) também causou frisson. A cerimônia completa será reprisada no canal pago TNT às 6h50 da manhã desta terça (18/9) Confira abaixo a lista completa dos vencedores. E conheça também os vencedores dos prêmios preliminares, conhecidos como o Emmy das Artes Criativas, clicando este link. OS VENCEDORES DO EMMY 2018 SÉRIES DE DRAMA Melhor Série Dramática “Game of Thrones” Melhor Ator em Série Dramática Matthew Rhys – “The Americans” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy – “The Crown” Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Peter Dinklage – “Game of Thrones” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Thandie Newton – “Westworld” Melhor Direção de Episódio em Série Dramática Stephen Daldry – “The Crown: Paterfamilias” Melhor Roteiro de Episódio em Série Dramática Joel Fields & Joe Weisberg – “The Americans: Start” SÉRIES DE COMÉDIA Melhor Série de Comédia “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader – “Barry” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Direção de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” Melhor Roteiro de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” SÉRIES LIMITADAS E FILMES PARA TV Melhor Série Limitada “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Darren Criss – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Regina King – “Seven Seconds” Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Jeff Daniels – “Godless” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Merritt Wever – “Godless” Melhor Direção em Série Limitada ou Filme para a TV Ryan Murphy – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story: The Man Who Would Be Vogue” Melhor Roteiro em Série Limitada ou Filme para a TV William Bridgers & Charlie Brooker – “USS Callister: Black Mirror” VARIEDADES Melhor Roteiro de Especial de Variedades John Mulaney – “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” Melhor Direção de Especial de Variedades Glenn Weiss – “The Oscars” Melhor Séries de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race”
Emmy 2018 premia os melhores da TV americana nesta segunda-feira
A Academia de Televisão dos Estados Unidos realiza na noite desta segunda (17/9) a premiação do Emmy 2018, considerado o Oscar da TV. “Game of Thrones” chega como grande favorita, após ter se tornado a maior vencedora da premiação preliminar, conquistando sete troféus dos chamados Emmy das Artes Criativas, que são os prêmios técnicos. A atração da HBO vai disputar o Emmy de Melhor Série Dramática com “The Americans”, “The Crown”, “Stranger Things”, “This Is Us”, “Westworld” e “The Handmaid’s Tale”, a vencedora do ano passado. Apesar da inúmera quantidade de lançamentos de séries nos últimos meses, nenhum estreante conseguiu invadir a disputa dramática. Mas a categoria de Melhor Série de Comédia contará com duas novidades: “Barry”, da HBO, e “GLOW”, da Netflix. Vão concorrer com “Black-ish”, “Curb Your Enthusiasm”, “Silicon Valley”, “Unbreakable Kimmy Schimdt” e “The Marvelous Mrs. Maisel”, que já conquistou, no Emmy das artes criativas, o troféu de Melhor Elenco de Série de Comédia. Vencedora do ano passado, “Veep” não foi produzida em 2018, devido ao câncer da atriz Julia Louis-Dreyfus. Já “Roseanne”, cancelada após declarações racistas de sua estrela principal, Roseanne Barr, disputa apenas uma categoria: Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia, por Laurie Metcalf. A competição entre as minisséries vai testar o eterno favoritismo das produções e Ryan Murphy, pois “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” enfrentará dois fortes candidatos, “Godless” e “Patrick Melrose”, que deve consagrar Benedict Cumberbatch como Melhor Ator da categoria. Os demais candidatos são “The Alienist” e “Genius: Picasso”. Apesar de produzir as duas séries mais nomeadas, “Game of Thrones” e “Westworld”, o canal pago HBO foi superado pela primeira vez em indicações pela plataforma Netflix, que atingiu 112 indicações (contando os prêmios técnicos), quatro a mais que a antiga campeã do Emmy. A HBO passou 17 anos consecutivos na liderança das indicações ao troféu da Academia. Caso conquiste mais prêmios, a Netflix reforçará evidência apontada pela vitória de “The Handmaid’s Tale”, do serviço Hulu, no ano passado. Após a era das grandes redes ser superada pela chegada da HBO e da TV paga, o streaming é quem começa a ditar os rumos da indústria da “televisão”. A cerimônia de premiação do 70º Emmy Awards acontecerá no Microsoft Theater, em Los Angeles, com apresentação da dupla Michael Che e Colin Jost, do programa humorístico “Saturday Night Live”, e transmissão no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h. Mas vale lembrar que parte dos prêmios já foram entregues no fim de semana passado. Além do reconhecimento técnico de “Game of Thrones” e do humorístico “Saturday Night Live” séries mais premiadas até o momento, cada uma com sete troféus, a parte dedicada aos reality shows chamou atenção pelas cinco vitórias obtidas pelo programa do falecido Anthony Bourdain, “Parts Unknown”. O especial ao vivo de “Jesus Christ Superstar” também venceu cinco troféus, e a série “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” já soma quatro. Os principais prêmios já entregues incluem Melhor Telefilme para um episódio da série “Black Mirror”, o “USS Callister”, Melhor Série Animada para “Rick and Morty”, Melhor Reality Show para “Queer Eye”, Melhor Série Documental para “Wild Wild Country”, Melhor Especial Ao Vivo para “Jesus Christ Superstar Live in Concert” e os troféus para participações especiais, vencidos na categoria dramática por Samira Wiley (em “The Handmaid’s Tale”) e Ron Cephas Jones (“This Is Us”), e na categoria de comédia por Tiffany Haddish (“Saturday Night Live”) e Katt Williams (“Atlanta”). Confira abaixo a lista dos indicados aos prêmios que ainda estão em disputa e serão entregues nesta segunda-feira. SÉRIES DE DRAMA Melhor Série Dramática “The Americans” “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” Melhor Ator em Série Dramática Ed Harris – “Westworld” Matthew Rhys – “The Americans” Milo Ventimiglia – “This Is Us” Jeffrey Wright – “Westworld” Jason Bateman – “Ozark” Sterling K. Brown – “This Is Us” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy – “The Crown” Tatiana Maslany – “Orphan Black” Elisabeth Moss – “The Handmaid’s Tale” Sandra Oh – “Killing Eve” Keri Russel – “The Americans” Evan Rachel Wood – “Westworld” Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Nikolaj Coster-Waldau – “Game of Thrones” Peter Dinklage – “Game of Thrones” Joseph Fiennes – “The Handmaid’s Tale” David Harbour – “Stranger Things” Mandy Patinkin – “Homeland” Matt Smith – “The Crown” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Alexis Bledel – “The Handmaid’s Tale” Millie Bobby Brown – “Stranger Things” Ann Dowd – “The Handmaid’s Tale” Lena Headey – “Game of Thrones” Thandie Newton – “Westworld” Yvonne Strahovski – “The Handmaid’s Tale” Melhor Direção de Episódio em Série Dramática Alan Taylor – “Game of Thrones: Beyond The Wall” Jeremy Podeswa – “Game Of Thrones: The Dragon And The Wolf” Jason Bateman – “Ozark: The Toll” Daniel Sackheim – “Ozark: Tonight We Improvise” Irmãos Duffer – “Stranger Things: Chapter Nine – The Gate” Stephen Daldry – “The Crown: Paterfamilias” Kari Skogland – “The Handmaid’s Tale: After” Melhor Roteiro de Episódio em Série Dramática David Benioff & D.B. Weiss – “Game of Thrones: The Dragon And The Wolf” Phoebe Waller-Bridge – “Killing Eve: Nice Face” Irmãos Duffer – “Stranger Things: Chapter Nine – The Gate” Joel Fields & Joe Weisberg – “The Americans: Start” Peter Morgan – “The Crown: Mystery Man” Bruce Miller – “The Handmaid’s Tale: June” SÉRIES DE COMÉDIA Melhor Série de Comédia “Atlanta” “Barry” “Black-ish” “Curb Your Enthusiasm” “GLOW” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Silicon Valley” “Unbreakable Kimmy Schimdt” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta” Bill Hader – “Barry” Anthony Anderson – “Black-ish” William H. Macy – “Shameless” Larry David – “Curb Your Enthusiasm” Ted Danson – “The Good Place” Melhor Atriz em Série de Comédia Pamela Adlon – “Better Things” Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel” Allison Janney – “Mom” Isse Rae – “Insecure” Tracee Ellis Ross – “Black-ish” Lily Tomlin – “Grace and Frankie” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Louie Anderson – “Baskets” Alec Baldwin – “Saturday Night Live” Tituss Burgess – “Unbreakable Kimmy Schmidt” Tony Shalhoub – “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson – “Saturday Night Live” Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Zazie Beetz – “Atlanta” Alex Borstein – “The Marvelous Mrs. Maisel” Aidy Bryant – “Saturday Night Live” Betty Gilpin – “GLOW” Leslie Jones – “Saturday Night Live” Kate McKinnon – “Saturday Night Live” Laurie Metcalf – “Roseanne” Megan Mullally – “Will & Grace” Melhor Direção de Episódio em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta: FUBU” Hiro Murai – “Atlanta: Teddy Perkins” Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Jesse Peretz – “GLOW: Pilot” Mike Judge – “Silicon Valley: Initial Coin Offering” – Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” Melhor Roteiro de Episódio em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta: Alligator Man” Stefani Robinson – “Atlanta: Barbershop” Alec Berg & Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Liz Sarnoff – “Barry: Chapter Seven: Loud, Fast And Keep Going” Alec Berg – “Silicon Valley: Fifty-One Percent” Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” SÉRIES LIMITADAS E FILMES PARA TV Melhor Série Limitada “The Alienist” “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” “Genius: Picasso” “Godless” “Patrick Melrose” Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Antonio Banderas – “Genius: Picasso” Darren Criss – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Benedict Cumberbatch – “Patrick Melrose” Jeff Daniels – “The Looming Tower” John Legend – “Jesus Christ Superstar” Jesse Plemons – “Black Mirror: USS Callister” Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Jessica Biel – “The Sinner” Laura Dern – “The Tale” Michelle Dockery – “Godless” Edie Falco – “Law & Order True Crime: The Menendez Murders” Regina King – “Seven Seconds” Sarah Paulson – “American Horror Story: Cult” Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Jeff Daniels – “Godless” Brandon Victor Dixon – “Jesus Christ Superstar Live in Concert” John Leguizamo – “Waco” Ricky Martin – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Edgar Ramírez – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Michael Stuhlbarg – “The Looming Tower” Finn Wittrock – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Sara Bareilles – “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Penélope Cruz – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Judith Light – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Adina Porter – “American Horror Story: Cult” Merritt Wever – “Godless” Letitia Wright – “Black Mirror – “Black Museum”” Melhor Direção em Série Limitada ou Filme para a TV Scott Frank – “Godless” David Leveaux – “Jesus Christ Superstar: Live in Concert” Barry Levinson – “Paterno” Edward Berger – “Patrick Melrose” Ryan Murphy – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story: The Man Who Would Be Vogue” Craig Zisk – “The Looming Tower: “9/11” David Lynch – “Twin Peaks” Melhor Roteiro em Série Limitada ou Filme para a TV Kevin McManus & Matthew McManus – “American Vandal” Scott Frank – “Godless” David Nicholls – “Patrick Melrose” Tob Rob Smith – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” David Lynch & Mark Frost – “Twin Peaks” William Bridgers & Charlie Brooker – “USS Callister: Black Mirror”
Rosamund Pike vai estrelar e produzir minissérie baseada em novo best-seller de suspense
A atriz Rosamund Pike, que foi indicada ao Oscar por “Garota Exemplar” (2014), vai estrelar e produzir outro suspense baseado num best-seller recente. A diferença é que desta vez será uma minissérie. Trata-se de uma adaptação de “The Banker’s Wife”, baseada no livro de mesmo nome da escritora Cristina Alger. Ela vai dar vida à mulher do título, que percebe estar correndo risco de vida após descobrir que seu marido – cujo avião caiu nos Alpes – mantinha uma lista de clientes secretos em um laptop criptografado, com contas de negócios ilegais ao estilo dos Panama Papers, e que a morte dele não foi nenhum acidente. O romance foi publicado em julho de 2018, o que mostra o quanto demanda atual por thrillers está insaciável. E, curiosamente, tem sido comparado a “Garota Exemplar”, de Gillian Flynn, e “A Garota no Trem”, de Paula Hawkins. Rosamund também será produtora executiva do projeto, trabalhando com uma equipe criativa exclusivamente feminina, incluindo a produtora Sherry Marsh (“Pose”), a roteirista Meredith Stiehm (“The Bridge”) e a diretora Lesli Linka Glatter (“Homeland”). Ainda em fase de desenvolvimento, o projeto está sendo oferecido a emissoras e serviços de streaming.
His Dark Materials: Série baseada na saga Fronteiras do Universo é renovada antes da estreia
A rede BBC encomendou a 2ª temporada da série que adapta a saga de fantasia conhecida como “Fronteiras do Universo” (His Dark Materials). A renovação foi anunciada em meio às gravações da 1ª temporada e revela autêntico entusiasmo com o material. O universo do escritor Philip Pullman chegou a ser levado ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig, que não teve continuação e deixou a história incompleta. Com a confirmação da 2ª temporada, a BBC chegará mais longe que o filme da New Line, passando da metade da história. A trilogia literária foi iniciada em 1995 com “A Bússola de Ouro”, continuada com “A Faca Sutil” (1997) e concluída com “A Luneta Âmbar” (2000). Os volumes foram traduzidos para mais de 40 línguas e venderam mais de 17 milhões de exemplares. Apesar disso, o filme de 2006 rendeu apenas US$ 372 milhões no mundo, sendo considerado um fracasso diante de seu orçamento de US$ 180 milhões. Por isso, o estúdio considerou que não valia a pena produzir as outras adaptações da franquia. Para quem não conhece, “Fronteiras do Universo” acompanha duas crianças, Lyra Belacqua e Will Parry, cujas histórias se entrelaçam durante aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares falantes. A série será estrelada pela atriz Dafne Keen, revelação de “Logan”, no papel da jovem protagonista Lyra. O elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), Georgina Campbell (“Krypton”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”). Para completar, os dois primeiros episódios tem direção de Tom Hooper (“Os Miseráveis”). Os demais estão a cargo de Jamie Childs (“Doctor Who”), Otto Bathurst (do vindouro “Robin Hood”) e Dawn Shadforth (“Trust”). Com oito episódios ao todo, a 1ª temporada ainda não tem previsão de estreia.
Kate Mara vai estrelar e produzir minissérie baseada em filme indie polêmico
A atriz Kate Mara (de “Pose”) vai produzir e estrelar uma minissérie baseada no filme indie “A Teacher” para o canal pago FX. O longa, que foi destaque do Festival de Sundance em 2013, é centrado em uma professora de ensino médio que tem um caso com um de seus alunos e precisa lidar com as consequências desse ato à medida que o relacionamento progride. Mara interpretará a protagonista Diana Watts, vivida por Lindsay Burdge no original. A própria diretora e roteirista Hannah Fidell, que fez o filme de 2013, vai realizar a adaptação. Ela ganhou um prêmio especial em Sundance pelo longa original, que mesmo assim dividiu opiniões pelo tema. Muito rejeitam a história completamente pela forma como romantiza pedofilia. O projeto ainda não tem previsão de estreia. Para ter noção do que se trata, confira abaixo o trailer do filme “A Teacher”, em que a série de será baseada.
Minissérie baseada no best-seller A Amiga Genial ganha primeiro trailer
A HBO divulgou o primeiro trailer da minissérie que adapta o best-seller “A Amiga Genial” (My Brilliant Friend), de Elena Ferrante. A prévia se concentra no começo da história, quando as protagonistas ainda são crianças. Nesta fase, Elena Greco, a Lenu, e de Lila, a amiga genial do título, são vividas pelas expressivas meninas Margherita Mazzucco e Gaia Girace. Assim como suas intérpretes adolescentes, Elisa Del Genio e Ludovica Nasti, todas são estreantes. De acordo com a HBO, a busca pelo elenco durou oito meses, com mais de 9 mil crianças e 500 adultos submetidos a testes. Ao final, a produção contratou mais de 150 atores e 5 mil figurantes. A adaptação foi inteiramente filmada na Itália e falada em italiano, com direção do cineasta Saverio Costanzo (“A Solidão dos Números Primos”), que assina todos os episódios. Realizada em parceria com a rede pública italiana RAI e a produtora Wildside (também responsável por “The Young Pope”), a minissérie é uma superprodução que recria a região de Nápoles do pós-guerra. Para se ter ideia, o cenário das gravações chegou a ter quase 2 quilômetros quadrados, incluindo 14 prédios, cinco interiores de apartamentos, uma igreja e um túnel. Já o figurino inclui 1,5 mil peças de roupa, a maioria delas criadas especialmente para a atração. Ferrante contou a história das duas mulheres jovens e brilhantes, amigas mas também rivais na Itália do pós-guerra, em quatro volumes entre 2011 e 2015, conhecidos como o Quarteto Napolitano, que viraram um fenômeno editorial traduzido em dezenas de idiomas com grande êxito. Por curiosidade, além da trama literária, o sucesso de “A Amiga Genial” também envolve um mistério de bastidores. Elena Ferrante é um pseudônimo e o(a) autor(a) verdadeiro(a) se nega a revelar sua identidade, o que tem gerado muitas teorias. Após conduzir uma longa investigação, o jornalista italiano Claudio Gatti afirma ter descoberto que a autora é na realidade uma tradutora romana sexagenária, Anita Raja. A minissérie terá um total de oito episódios, ainda sem previsão de estreia.












