Mike Flanagan revela não ter planos para continuação de A Maldição da Mansão Bly
2021 será um ano sem Maldições. O cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House) e “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor) na Netflix, revelou que não planos para uma 3ª temporada da série de antologia de terror. “No momento, não há planos para mais capítulos”, ele escreveu no Twitter, em resposta a um seguidor que queria saber sobre as chances de uma nova minissérie no futuro. “Nunca diga nunca, é claro, mas agora estamos focados em uma lista completa de outros projetos da [produtora] Intrepid para 2021 e além. Se as coisas mudarem, vamos absolutamente avisar a todos!”. “A Maldição da Residência Hill”, inspirado numa história clássica de terror da escritora Shirley Jackson, foi um grande sucesso para o serviço de streaming, quando estreou em outubro de 2018. Isto inspirou Flanagan a transformar o conceito numa antologia de terror, apresentando outra história de casal mal-assombrada dois anos depois, com “A Maldição da Mansão Bly”, uma adaptação das obras de Henry James. O produtor executivo está atualmente trabalhando com o produtor das duas séries, Trevor Macy, em outro projeto de terror da Netflix: “Midnight Mass”, que também será uma minissérie de terror. Desta vez, os eventos sobrenaturais não estarão restritos a uma casa mal-assombrada, mas à comunidade de uma ilha, que começa a vivenciar fenômenos estranhos após a chegada de um novo padre. “Midnight Mass” está atualmente em pós-produção, mas ainda não tem previsão de estreia. At the moment there are no plans for more chapters. Never say never, of course, but right now we are focused on a full slate of other @intrepid projects for 2021 and beyond. If things change we will absolutely let everyone know! https://t.co/WkkSwsnFlm — Mike Flanagan (@flanaganfilm) December 23, 2020
Doutor Sono tenta equilibrar os irreconciliáveis Stephen King e Stanley Kubrick
Terá sido uma escolha feliz de Mike Flanagan aceitar a missão de fazer uma continuação de “O Iluminado” (1980), de Stanley Kubrick? Como “Doutor Sono” (2019) é a adaptação de um novo livro de Stephen King, que dá seguimento à vida, agora adulta, do garoto iluminado Dan Torrence (Ewan McGregor), parece haver uma tentativa de agradar tanto ao romancista – que não gosta do filme de Kubrick – quanto aos fãs do filme. As duas visões, porém, são irreconciliáveis. Até então, Flanagan só havia trabalhado em produções mais modestas, mas de qualidade, que lhe renderam acólitos como um dos melhores cineastas novos do terror. Filmes como “Absentia” (2011), “O Espelho” (2013), “Hush – A Morte Ouve” (2016), “O Sono da Morte” (2016), “Ouija – Origem do Mal” (2016) e “Jogo Perigoso” (2017) têm uma elegância formal admirável, além de uma obsessão por lidar com questões familiares, que apresentam um autor respeitável. Um autor que fez a sua obra-prima em formato de minissérie, “A Maldição da Residência Hill” (2018), que conta histórias de pessoas de uma mesma família tendo que lidar com traumas do passado, numa trama narrada em três eixos temporais. Diante desse currículo admirável, “Doutor Sono” acaba decepcionando quem esperava que fosse o grande terror do ano, ainda que os problemas pareçam ter mais relação com a origem literária – uma história muito confusa – do que com a adaptação. Por isso, Flanagan talvez tivesse feito melhor se recusasse a oferta tentadora de dirigir uma produção com tanta visibilidade e com tantas cascas de banana. O lançamento fracassou nas bilheterias. Mas nem tudo é ruim em “Doutor Sono”. Na verdade, há grandes qualidades que merecem ser ressaltadas. Temos dois filmes em um: o que pretende ser a continuação direta de “O Iluminado” e o que parece algo totalmente novo, apresentando um grupo de vampiros de energia, liderados por uma elegante Rebecca Ferguson. Essas histórias se entrecruzam, já que esse grupo de vampiros tem um interesse especial nos iluminados. Uma das primeiras cenas do filme mostra Rose Cartola, a personagem de Ferguson, seduzindo uma garotinha para matá-la. Algumas cenas de assassinato desses iluminados, inclusive, são bem violentas e perturbadoras, já que esses vampiros vão se alimentando da dor e do medo. E isso é um ponto positivo do filme. Para muitos, porém, o momento mais interessante de “Doutor Sono” talvez seja o retorno de Dan ao famoso hotel em que se passa “O Iluminado”, com direito a reinterpretações de cenas do primeiro filme com atores diferentes – outra solução questionável e que torna este trabalho de Flanagan/King ainda mais bizarro. Devido a tantos problemas, as qualidades e a elegância na direção de Flanagan têm pouco espaço para se sobressaírem. Uma pena. Mas “Doutor Sono” vai ganhar uma segunda versão, com cerca de 30 minutos a mais, totalmente reeditada por Flanagan para o lançamento em Bluray. Quem sabe, assim, resulte num filme mais iluminado, capaz de resolver os conflitos de sua concepção.
Doutor Sono vai ganhar versão estendida com 3 horas de duração
O filme “Doutor Sono” vai ganhar uma versão estendida do diretor Mike Flanagan, com 180 minutos – isto é, três horas de duração! Isto representa quase meia hora a mais de filme, em relação ao que foi exibido no cinema. O anúncio foi feito pelo próprio Flanagan em seu Twitter, com a capa do lançamento. Veja abaixo. Chamada de “edição do diretor”, a nova versão será lançado apenas em vídeo e streaming. A versão digital estará disponível em 21 de janeiro nos Estados Unidos, enquanto o bluray sai em 4 de fevereiro, num box que também incluirá uma versão em 4K da edição dos cinemas. Continuação do clássico “O Iluminado” (1980), “Doutor Sono” foi um dos filmes de terror mais elogiados do ano, com 77% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. Agradou muito mais que as outras duas adaptações cinematográficas de obras do escritor Stephen King em 2019, “It: Capítulo 2” (63%) e “Cemitério Maldito” (57%). Entretanto, rendeu muito menos nas bilheterias. Com apenas US$ 71 milhões de arrecadação mundial, “Doutor Sono” se tornou um dos grandes fracassos do cinema em 2019. Teorias para o fracasso incluem desde a saturação de adaptações de Stephen King – além das citadas, houve várias produções para streaming e até séries – , o título muito ruim e o fato de remeter a um filme com 39 anos, que a maioria dos frequentadores atuais de cinema não lembra ou nem sequer assistiu. Por isso, o lançamento de uma versão estendida chega a surpreender. Logicamente que a Warner não vai colocá-la no cinema após o desempenho original. Mas é interessante que tenha financiado mais tempo de pós-produção para um fracasso, em vez de conter o prejuízo. Assim, o diretor tem a chance de mostrar a verdadeira extensão de sua visão, cortada para acomodar um tempo de exibição mais rentável, dando ao público uma edição ainda melhor de um filme que já é muito bom. Para quem perdeu no cinema, o longa traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. E Mike Flanagan chega a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick. Na trama, Danny cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota (a estreante Kyliegh Curran) perseguida por um perigoso grupo de paranormais. O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história – Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat) – , além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). The Director’s Cut of #DoctorSleep (TRT 180 mins) lands on Digital (4K streaming) 1/21, and on Blu-ray (with 4K UHD Theatrical Cut) on 2/4. Hope you enjoy! pic.twitter.com/3hxyr6kCEk — Mike Flanagan (@flanaganfilm) December 19, 2019
Quentin Tarantino escolhe O Irlandês como Melhor Filme de 2019
O diretor Quentin Tarantino atualizou sua escolha de Melhor Filme de 2019. Após ver “O Irlandês”, colocou o filme de Martin Scorsese no topo de sua lista. A revelação foi feita pelo jornalista Erick Weber, que conversou com Tarantino na noite de segunda (2/12). O editor do site Awards Ace publicou um Top 3 atualizado do cineasta em seu Twitter. Em 2º lugar, ficou “Predadores Assassinos”, de Alexandre Aja, que Tarantino já tinha dito que era seu filme favorito. A declaração foi feita em novembro – antes, portanto, do lançamento de “O Irlandês” – para o jornalista Pete Hammond, do Deadline. “Tarantino disse, por incrível que pareça, que o filme o impressionou em todos os sentidos, em termos de cinematografia pura”, escreveu Hammond, na ocasião. O filme que fecha o Top 3 é “Doutor Sono”, de Mike Flanagan. Fracasso de público, a continuação de “O Iluminado” teve, paradoxalmente, boa repercussão entre a crítica. O que aumenta os indícios de que o terror foi vítima de marketing mau-feito de seu estúdio, que se mostrou problemático desde a escolha do título (o mesmo do livro de Stephen King), que não faz ligação com “O Iluminado”. Spoke with Quentin Tarantino last night, wanted to know his top films of 2019, here they are: 1) #TheIrishman2) #Crawl3) #DoctorSleephttps://t.co/znrHDKkwvh pic.twitter.com/hPZEdpV0BZ — 𝔼𝕎 AWARDS ACE (@ErickWeber) December 3, 2019
Diretor de Doutor Sono já desenvolve nova adaptação de Stephen King
O diretor Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), responsável por “Doutor Sono”, revelou que já está trabalhando em uma nova adaptação de Stephen King. “Estou conversando com Stephen sobre o que podemos fazer a seguir, e já temos uma grande ideia do que pode ser. Ainda não posso revelar, mas é realmente ótimo. Espero ter a oportunidade de continuar trabalhando nessa caixinha de areia”, disse o cineasta, em entrevista ao site CinemaBlend. Flanagan já tinha filmado outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso” (lançado na Netflix em 2017), e se tornou bastante amigo do escritor – que por sinal não se cansa de elogiar a adaptação de “Doutor Sono”. O filme “Doutor Sono”, que estreia nesta quinta-feira (7/11) no Brasil, é a continuação oficial de “O Iluminado”, também inspirado na obra de King, e traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de 1980. O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história, além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”).
Doutor Sono: Continuação de O Iluminado ganha 25 imagens novas
A Warner divulgou dois pôsteres e 25 fotos de “Doutor Sono”, aguardada continuação de “O Iluminado”, que traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. As imagens chegam a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick, mas se dedicam principalmente aos novos personagens. Assim como “O Iluminado”, o novo filme também é baseado num livro de Stephen King – a sequência oficial da obra original e premiada com o Bram Stoker Award (o “Oscar” das publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Na trama, Danny cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota (a estreante Kyliegh Curran) perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, e a elogiada série “A Maldição da Residência Hill”. Ele também reescreveu o roteiro – originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King). O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história – Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat) – , além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). A estreia está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Doutor Sono: Continuação de O Iluminado ganha novo trailer legendado
A Warner divulgou um novo trailer legendado de “Doutor Sono”, aguardada continuação de “O Iluminado”, que traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. A prévia chega a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick, mas se dedica principalmente a explicar a nova trama e seus personagens. O filme é baseado em outro livro de Stephen King, sequência oficial da obra original e premiada com o Bram Stoker Award (o “Oscar” das publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Na trama, Danny cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota (Kyliegh Curran) perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, e a elogiada série “A Maldição da Residência Hill”. Ele também reescreveu o roteiro – originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King). O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história – Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat) – , além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). A estreia está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Criador de A Maldição da Residência Hill emplaca nova série de terror na Netflix
A Netflix vai produzir uma nova série de terror do cineasta Mike Flanagan, responsável pela arrepiante e bem-sucedida “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Intitulada “Midnight Mass” (missa da meia-noite, em tradução literal), a atração vai se passar numa comunidade isolada, que começa a testemunhar fenômenos inexplicáveis após a chegada de um jovem e carismático padre. A plataforma de streaming encomendou sete episódios da série, que ainda não tem previsão de estreia. A produção faz parte de um contrato assinado em fevereiro entre a Netflix e a FlanaganFilm, produtora do diretor, que inclui a 2ª temporada de “A Maldição da Residência Hill” – rebatizada, em inglês, como “The Haunting of Bly Manor”.
Doutor Sono: Continuação de O Iluminado ganha primeiro trailer
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Doutor Sono”, aguardada continuação de “O Iluminado”, que traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta do filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. A prévia chega a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick e investe em cenas desconcertantes e tensão crescente, no lugar de sustos fáceis. O filme é baseado na obra homônima de Stephen King, sequência oficial do livro original, premiada com o Bram Stoker Award (o “Oscar” das publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. A trama acompanha Danny Torrence, que cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, e a elogiada série “A Maldição da Residência Hill”. Ele também reescreveu o roteiro – originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King). O elenco também inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Emily Alyn Lind (“A Babá”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). A estreia está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Netflix anuncia renovação da série A Maldição da Residência Hill
A Netflix anunciou, por meio de um vídeo, que a série “A Maldição da Residência Hill”, sucesso de terror lançado no ano passado, terá 2ª temporada. Com texto em português, o teaser também revela que os novos episódios chegarão só em 2020. E sugere que a produção terá outro título quando retornar, já que contará uma história completamente diferente. Veja abaixo. A 1ª temporada contou toda a história do livro de Shirley Jackson, com detalhes criados especialmente para a produção pelo cineasta Mike Flanagan (de “O Espelho” e “Ouija – A Origem do Mal”). A história original foi publicada em 1959 sob o título em inglês de “The Haunting of Hill House” e pode ser encontrada nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é sua tradução literal. A obra também já tinha sido adaptada duas vezes para o cinema, recebendo outros títulos diferentes no Brasil. O filme de 1963 virou “Desafio do Além” e o de 1999 foi chamado de “A Casa Amaldiçoada”. O curioso é que, apesar da Netflix ter feito sua própria tradução para a obra, em inglês todas tem sempre o mesmo título. A ideia de Mike Flanagan é transformar a série numa antologia, contando uma história diferente por ano, ao estilo de “American Horror Story”. Além da renovação, a Netflix também anunciou um contrato criativo com Flanagan e seu parceiro criativo, Trevor Macy, da produtora Intrepid Pictures, para desenvolver com exclusividade novos projetos para a plataforma de streaming. Flanagan já tinha lançado dois filmes de terror com exclusividade na Netflix: “Hush: A Morte Ouve” (2016) e “Jogo Perigoso” (2017). Atualmente, ele está dirigindo a adaptação de “Doutor Sono”, sequência literária oficial de “O Iluminado”, escrita por Stephen King. A adaptação tem produção da Warner e previsão para chegar aos cinemas em novembro.
Stephen King elogia série A Maldição da Residência Hill no Twitter: “Quase um trabalho de gênio”
Já viu “A Maldição da Residência Hill” na Netflix? O escritor Stephen King (“It: A Coisa”) encerrou recentemente a maratona da série e rasgou elogios no Twitter. “‘Haunting of Hill House’, revisado e remodelado por Mike Flanagan. Eu normalmente não me importo com esse tipo de revisionismo, mas isso é ótimo. Quase um trabalho de gênio, realmente. Eu acho que Shirley Jackson aprovaria, mas quem saberia com certeza?”, escreveu o mestre da literatura de terror. O elogio deve ter agradado Flanagan, que já adaptou uma obra de Stephen King anteriormente: “Jogo Perigoso” (2017), também disponibilizado pela Netflix. Por sinal, seu próximo trabalho é outra adaptação de King: “Doutor Sono”, a continuação do clássico “O Iluminado” (1980). Com 85% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a série elogiada teve apenas um trailer legendado disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming, embora haja farto material disponível sem legendas na Netflix americana. Mas o descaso com a divulgação nacional não foi apenas este. O problema também passa pela “tradução” do título. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é uma tradução literal, e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A Netflix criou a quarta tradução para a obra, que, em inglês, tem sempre o mesmo título. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original girava em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A versão do cineasta Mike Flanagan, que também dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016), muda toda a premissa para explorar o impacto que a assombração causou nas crianças que moravam na casa, que retornam à residência muitos anos depois. O elenco inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). Com 10 episódios, a série foi disponibilizada em 12 de outubro. THE HAUNTING OF HILL HOUSE, revised and remodeled by Mike Flanagan. I don't usually care for this kind of revisionism, but this is great. Close to a work of genius, really. I think Shirley Jackson would approve, but who knows for sure. — Stephen King (@StephenKing) October 17, 2018
A Maldição da Residência Hill: Veja vídeos da nova série de terror que a Netflix esqueceu de divulgar no Brasil
Com excesso de oferta, a Netflix já enfrenta problemas para tornar seus produtos conhecidos. E isto tem gerado decisões precipitadas, como o cancelamento da série “Punho de Ferro”, mal divulgada em sua 2ª temporada. Lançada na sexta-feira (12/10), a série de terror “A Maldição da Residência Hill” é outro pouco caso. Com 85% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a série elogiada teve apenas um trailer legendado disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming. Mas o material original americano inclui também dois vídeos de bastidores, que podem ser assistidos abaixo sem legendas. Ignorados pela Netflix Brasil, os vídeos destacam o trabalho de direção e o elenco, que, assim como em “It: Capítulo Dois”, é representado por crianças e adultos em fases diferentes da história. Mas o descaso com a divulgação nacional não foi apenas este. O problema também passa pela “tradução” do título. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é uma tradução literal, e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A Netflix criou a quarta tradução para a obra, que, em inglês, tem sempre o mesmo título. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original girava em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A versão da Netflix muda toda a premissa para explorar o impacto que a assombração causou nas crianças que moravam na casa, que retornam à residência muitos anos depois. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). O elenco, por sua vez, inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”).
A Maldição da Residência Hill: Nova série de terror da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Maldição da Residência Hill”, nova série de terror que, se o nome não desperta medo, é porque os tradutores brasileiros escolheram o quarto título diferente para batizar a trama conhecida. Tanta “criatividade”, claro, só serve para se perder a referência. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina” e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). Em inglês, todos os lançamentos tem o mesmo nome. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A prévia mostra que a história vai explorar mais os residentes originais da mansão, mostrando como o local enlouqueceu a mãe e levou os irmãos do sobrevivente ao desespero. A cena adiantada, em que as crianças descrevem seus futuros como um pesadelo, é bastante efetiva. E o tipo de horror que se espera do responsável pela série. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). O elenco, por sua vez, inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). E, a propósito, a musiquinha sinistra e sombria tocada ao piano na trilha do vídeo é uma versão instrumental do clássico ensolarado “Our House”, do quarteto Crosby, Stills, Nash & Young. A estreia está marcada para 12 de outubro.









