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    Jessica Chastain e Simon Kinberg revelam começo das refilmagens de X-Men: Fênix Negra

    2 de setembro de 2018 /

    A atriz Jessica Chastain e o diretor de primeira viagem Simon Kinberg revelaram nas redes sociais que começaram a trabalhar nas refilmagens de “X-Men: Fênix Negra”. Jessica postou um vídeo e Kinberg algumas fotos no Instagram. Veja abaixo. As refilmagens já estavam previstas, mas demoraram para começar devido à dificuldade de encaixar datas nas agendas lotadas do elenco. Este também foi um dos motivos do adiamento da estreia do longa, que originalmente chegaria aos cinemas em dois meses. O filme se passa em 1992, dez anos após os eventos de “X-Men: Apocalipse” (2016), e mantém o mesmo elenco, formado por Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Charles Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). Mas todos mudaram de status. Agora são considerados heróis nacionais e Charles Xavier é capa da revista Time. Até que uma missão no espaço volta a agitar tudo, quando uma catástrofe transforma Jean. A trama vai narrar pela segunda vez no cinema a origem (do Quarteto Fantástico pela sinopse? não) da Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Esta é a segunda adaptação cinematográfica da “Saga da Fênix Negra”, criada por Chris Claremont, Dave Cockrum e John Byrne em 1980. A nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. A estreia está (re)marcada para 14 de fevereiro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos Multiple Personalities #IT2 to #XMEN @simondavidkinberg Uma publicação compartilhada por Jessica Chastain (@jessicachastain) em 28 de Ago, 2018 às 11:36 PDT Getting ready for a little pickup… #xmendarkphoenix 2/14/19? Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:25 PDT Phoenix Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:34 PDT when your directing shadow takes things too far #twins Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em 30 de Ago, 2018 às 1:51 PDT

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    Foto do set de X-Men: Fênix Negra revela novo visual dos heróis

    11 de março de 2018 /

    Uma foto dos bastidores da filmagem de “X-Men: Fênix Negra” foi parar nas redes sociais e fez sucesso ao mostrar que os heróis vão usar uniformes, como “X-Men: Primeira Classe”. Na verdade, o que mais chamou atenção e foi celebrado é que o visual é bem parecido com o desenhado por Frank Quitely nos quadrinhos de “New X-Men” (Novos X-Men) no início dos anos 2000, caracterizado por um “X” amarelo bem grande no peito – compare abaixo. A imagem mostra Jean Grey, Ciclope, Tempestade, Fera, Mercúrio e Noturno com um uniforme predominantemente azul com “X” amarelo no peito. Mística também aparece na cena, mas veste uma roupa diferente dos demais heróis. Eles estão em meio a pilotos de testes e militares. O filme mantém os intérpretes de “X-Men: Apocalipse” (2016), Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno), e vai narrar pela segunda vez no cinema a história da transformação de Jean Grey (personagem de Turner) na Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Ironicamente, a nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira versão, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função. A estreia está marcada para 1º de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Quitley-ass looking X-Men in DARK PHOENIX pic.twitter.com/zpSL1X2sB4 — Xavier Files (@XavierFiles) March 9, 2018

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    Michael Fassbender vai estrelar comédia kung fu passada nos anos 1980

    12 de fevereiro de 2018 /

    Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”) vai estrelar uma comédia de kung fu passada nos anos 1980, que também contará em seu elenco com David Hasselhoff (série “Supermáquina”). Trata-se de “Kung Fury II: The Movie”, a sequência em longa-metragem de um divertido curta feito por David Sandberg em 2015, em homenagem aos filmes trash de ação de 30 anos atrás. Não por acaso, a época em que a ação se passa é 1985, mesmo ano do cultuadíssimo “O Último Dragão”. Na trama, Miami é mantida segura sob o olhar atento de Kung Fury, o melhor policial do mundo. Seus Thundercops são a maior força policial, formada para derrotar o vilão Kung Fuhrer, Adolf Hitler. Mas a morte trágica de um de seus membros faz com que o grupo se dissipe, ao mesmo tempo que um vilão misterioso nasce das sombras para auxiliar o Fuhrer na busca da arma definitiva. Assim, Kung Fury deve viajar pelo espaço e pelo tempo para salvar seus amigos, defender a prestigiada Academia de Kung Fu de Miami e derrotar o mal de uma vez por todas. O longa também será dirigido por Sandberg, que ainda interpreta Kung Fury. Veja o curta original completo abaixo.

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    Sophie Turner é destaque nas primeiras fotos de X-Men: Fênix Negra

    7 de dezembro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly publicou as primeiras fotos de divulgação de “X-Men: Fênix Negra”, que destacam a atriz Sophie Turner (série “Game of Thrones”). Ela aparece na capa da publicação e em duas imagens, numa delas envolta pelos efeitos visuais que manifestam os poderes de Fênix de sua personagem. O filme vai narrar pela segunda vez no cinema a história da transformação de Jean Grey (personagem de Turner) na Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Ironicamente, a nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira versão, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função – ele aparece numa das imagens, ao lado de Michael Fassbender. As fotos ainda apresentam pela primeira vez o visual da personagem de Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) – que se especula ser a Imperatriz Lilandra Neramani, líder da raça alienígena shi’ar. E há naves espaciais, apontando a inclinação sci-fi do novo capítulo da franquia mutante – mais próximo da história original de Chris Claremont, “A Saga da Fênix Negra”, publicada pela Marvel em 1980. O elenco mantém os intérpretes de “X-Men: Apocalipse”, Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno), e a estreia está marcada para novembro de 2018.

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    Pressionado por críticas negativas, diretor confessa não ter filmado todo o roteiro de Boneco de Neve

    20 de outubro de 2017 /

    O thriller “Boneco de Neve”, que estreou nesta sexta (20/10) nos Estados Unidos, está sendo considerado uma das grandes decepções do ano, com míseros 10% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Pressionado pela rejeição, o diretor Tomas Alfredson resolveu contar numa entrevista porque o filme é tão ruim: ele que não conseguiu filmar o roteiro inteiro e tentou “dar um jeito” na edição. A culpa, segundo ele, foi do cronograma de filmagens. “Nosso período de filmagens na Noruega foi muito curto. Não tínhamos ainda toda a história com a gente e quando começamos a editar percebemos que muita coisa ficou faltando. É como quando você está montando um quebra-cabeça e algumas peças estão faltando, então não dá para ver toda a imagem. A decisão de filmar aconteceu muito abruptamente – de repente tivemos a notícia de que tínhamos o dinheiro e poderíamos começar a filmar”, ele contou, em entrevista ao canal norueguês NRK. Segundo as estimativas de Alfredson, faltou filmar cerca de 15% do roteiro. “Boneco de Neve” ainda estava em desenvolvimento quando Alfredson entrou a bordo e o roteiro não estava pronto no começo das filmagens. Entretanto, o projeto era antigo no estúdio Universal e quase foi dirigido por Martin Scorsese, após “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). O roteiro original tinha sido escrito por Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”), mas foi descartado por uma nova versão de Hossein Amini (“Drive”), Peter Straughan (que trabalhou com o diretor em “O Espião que Sabia Demais”) e Søren Sveistrup (criador da série “Forbrydelsen”, que rendeu o remake “The Killing”). Pelo que diz Alfredson, o trabalho dos roteiristas não tinha acabado quando os produtores decidiram iniciar as filmagens, provavelmente priorizando a agenda dos atores. Para complicar, também foram tomadas decisões controvertidas, como filmar cenas em locais que não batem com a geografia real – por exemplo, estradas diferentes das citadas de forma explícita na história. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Jo Nesbø (“Headhunters”), considerado o grande mestre do suspense nórdico. Trata-se da sétima história de uma série literária dedicada ao detetive Harry Hole, papel interpretado por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Na trama, ele investiga o desaparecimento da mãe de um menino, que acaba revelando a atividade mórbida de um serial killer obcecado por degolar mulheres e usá-las em bonecos de neve mórbidos. Curiosamente, a Universal tinha optado por um cineasta escandinavo para dar maior credibilidade ao projeto. O sueco Tomas Alfredson vinha de produções elogiadíssimas, como “Deixa Ela Entrar” (2008) e “O Espião que Sabia Demais” (2011). Além dele, a principal personagem feminina também é vivida por uma atriz sueca, Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”). Sem esquecer que entre os coadjuvantes está a estrela da série nórdica “Bron/Broen”, a sueca Sofia Helin. O elenco ainda inclui Val Kilmer (“Tom Sawyer & Huckleberry Finn”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Jamie Clayton (série “Sense8”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e os ingleses James D’Arcy (série “Agent Carter”) e Toby Jones (série “Wayward Pines”). A estreia está marcada apenas para dezembro no Brasil.

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    Michael Fassbender e Alicia Vikander se casaram em segredo

    17 de outubro de 2017 /

    Os atores Michael Fassbender e Alicia Vikander se casaram no fim de semana em Ibiza, de acordo com a revista People. A cerimônia “secreta” aconteceu num resort luxuoso e teve a participação de amigos e familiares do casal. Apesar do relato de testemunhas para a publicação, e de fotos do casal ostentando alianças na mão esquerda desde domingo (15/10), os representantes dos atores não comentaram a informação. O casal se conheceu em 2014, durante a filmagem de “A Luz Entre os Oceanos”, em que viveram marido e mulher. Apesar da diferença de idade, Fassbender, de 39 anos, admitiu que se sentiu intimidado quando encontrou pela primeira vez com Vikander, de 27 anos, vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Garota Dinamarquesa”. “Fiquei com medo quando Alicia chegou, ela era tão feroz e ávida. Lembrei de como eu era quando estava começando. Eu realmente senti que tinha que fazer melhor minha parte, ser tão presente quanto ela”, ele contou, durante o Festival de Veneza do ano passado, sobre sua primeira impressão da “garota”, que na verdade é sueca. Vikander retribuiu o elogio, confidenciando que ficou muito nervosa quando soube que atuaria junto a um “ator tão brilhante”. O romance entre os dois nasceu por sugestão do diretor. Indiretamente, é verdade, mas o processo os aproximou. Para captar o espírito de seus personagens, que moram sozinhos num farol distante, o diretor Derek Cianfrance (“O Lugar Onde Tudo Termina”) propôs que Vikander e Fassbender se isolassem em uma ilha deserta para que se conhecessem melhor. No fim do período, veio a notícia de que eles estavam namorando.

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    X-Men: Fênix Negra encerra suas filmagens

    15 de outubro de 2017 /

    Poucas horas após Ryan Reynolds anunciar o término das filmagens de “Deadpool 2”, o produtor, roteirista e agora também diretor Simon Kinberg anunciou o final de “X-Men: Fênix Negra”, por meio de uma mensagem em seu Instagram. Veja abaixo. Para quem não lembra, Kinberg passou a escrever as aventuras dos mutantes no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), que quase acabou com a franquia. Com “X-Men: Fênix Negra” ele refilma a mesma história, desta vez também como diretor e, alegadamente, de forma mais próxima dos quadrinhos. O filme volta a reunir os intérpretes de “X-Men: Apocalipse”, Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno). A atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) também está no elenco em papel não confirmado – mas que se especula ser a Imperatriz Lilandra Neramani, líder da raça alienígena shi’ar. A estreia está marcada para novembro de 2018. That's a wrap. #darkphoenix #xmenmovies 11.2.18 Uma publicação compartilhada por Simon Kinberg (@simondavidkinberg) em Out 14, 2017 às 1:39 PDT

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    Vídeo do suspense Boneco de Neve destaca Jo Nesbø, o mestre do suspense nórdico

    10 de outubro de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo de bastidores do suspense de “Boneco de Neve”, que destaca o autor do livro original, Jo Nesbø (“Headhunters”), considerado o novo mestre do suspense nórdico. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Nesbø. Trata-se da sétima publicação de uma série literária dedicada ao detetive Harry Hole, papel interpretado no filme por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). A diferença desta obra para as demais é, conforme o escritor explica no vídeo, a presença de elementos de terror. Na trama, Hole investiga o desaparecimento da mãe de um menino, que acaba revelando a atividade mórbida de um serial killer obcecado por degolar mulheres e usá-las em bonecos de neve mórbidos. O projeto esteve em desenvolvimento durante anos no estúdio Universal e quase foi dirigido por Martin Scorsese, após “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). O roteiro é o mesmo desta época, escrito por Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”) e revisado por Hossein Amini (“Drive”). Curiosamente, a Universal acabou optando por um cineasta escandinavo. A direção ficou a cargo do sueco Tomas Alfredson (de “Deixa Ela Entrar” e “O Espião que Sabia Demais”). Além dele, a principal personagem feminina também é vivida por uma atriz sueca, Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”). Sem esquecer que entre os coadjuvantes está a estrela da série nórdica “Bron/Broen”, a sueca Sofia Helin. O elenco ainda inclui Val Kilmer (“Tom Sawyer & Huckleberry Finn”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Jamie Clayton (série “Sense8”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e os ingleses James D’Arcy (série “Agent Carter”) e Toby Jones (série “Wayward Pines”). A estreia está marcada para 2 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos (em 20 de outubro).

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    Elenco de X-Men: Fênix Negra visita Hospital Infantil em Montreal

    24 de setembro de 2017 /

    Parte do elenco de “X-Men: Fênix Negra” aproveitou um intervalo das filmagens para visitar um hospital infantil de Montreal, cidade onde o filme está sendo rodado. Alexandra Shipp (Tempestade), Michael Fassbender (Magneto), Nicolas Hoult (Fera) e James McAvoy (Professor X) levaram presentes, conversaram e jogaram games com as crianças. Veja as fotos abaixo. O novo filme dos X-Men pretende contar a história da Fênix Negra de forma diferente da apresentada no infame “X-Men: O Confronto Final” (2006), pior filme da franquia. As sementes da trama foram plantadas em cenas de “X-Men: Apocalipse” (2015), o filme que reintroduziu Jean Grey (com interpretação de Sophie Turner, de “Game of Thrones”), a heroína que vira a vilã Fênix Negra. O roteiro está a cargo de Simon Kinberg, que é produtor da franquia e – atenção! – foi exatamente quem escreveu “X-Men: O Confronto Final”. Ele também fará sua estreia na direção com o longa. O lançamento está marcado para novembro de 2018.

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    Boneco de Neve: Suspense com Michael Fassbender ganha novo trailer legendado e repleto de spoilers

    6 de setembro de 2017 /

    A Universal divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Boneco de Neve”. A prévia é tensa e gélida, mas revela demais, desde mortes de personagens até uma reviravolta muito importante. Mistério costumava ser crucial para filmes de suspense, mas hoje em dia o próprio estúdio faz spoiler oficial em sua divulgação. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Jo Nesbø (“Headhunters”), considerado o grande mestre do suspense nórdico. Trata-se da sétima publicação de uma série literária dedicada ao detetive Harry Hole, papel interpretado no filme por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Na trama, ele investiga o desaparecimento da mãe de um menino, que acaba revelando a atividade mórbida de um serial killer obcecado por degolar mulheres e usá-las em bonecos de neve mórbidos. O projeto esteve em desenvolvimento durante anos no estúdio Universal e quase foi dirigido por Martin Scorsese, após “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). O roteiro é o mesmo desta época, escrito por Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”) e revisado por Hossein Amini (“Drive”). Curiosamente, a Universal acabou optando por um cineasta escandinavo. A direção ficou a cargo do sueco Tomas Alfredson (de “Deixa Ela Entrar” e “O Espião que Sabia Demais”). Além dele, a principal personagem feminina também é vivida por uma atriz sueca, Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”). Sem esquecer que entre os coadjuvantes está a estrela da série nórdica “Bron/Broen”, a sueca Sofia Helin. O elenco ainda inclui Val Kilmer (“Tom Sawyer & Huckleberry Finn”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Jamie Clayton (série “Sense8”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e os ingleses James D’Arcy (série “Agent Carter”) e Toby Jones (série “Wayward Pines”). A estreia está marcada para 2 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Jessica Chastain confirma que vai filmar X-Men: Fênix Negra

    2 de agosto de 2017 /

    A atriz Jessica Chastain usou seu Instagram para confirmar que viverá a antagonista de “X-Men: Fênix Negra”. Em uma foto em que aparece beliscando James McAvoy, intérprete de Charles Xavier na franquia mutante, a atriz escreveu: “Pronto para mim em Montreal? Farei você chorar muito #xmen”. Não foi divulgado que personagem ela interpretará, mas a imagem com McAvoy e a referência às lágrimas refletem o papel a que ela tem sido relacionada desde junho, quando começaram os rumores de sua participação – no mesmo momento em que o elenco original renovou seus contratos. Na ocasião, comentava-se que ela estava cotada para viver a Imperatriz Lilandra, apresentada como a principal vilã da trama. Leitores dos quadrinhos da Marvel sabem que Lilandra Neramani não é exatamente uma vilã. Na verdade, ela se torna um dos grandes amores da vida de Charles Xavier. Mas sua presença assinala dois fatos importantes: a chegada de alienígenas na franquia e uma abordagem mais próxima dos quadrinhos para a história da Fênix Negra que o infame “X-Men: O Confronto Final” (2006), que já contou uma versão dessa história no cinema – sem Lilandra. Nos quadrinhos, a imperatriz shi’ar chega na Terra ao final da “Saga da Fênix Negra”, com o objetivo de prender, julgar e executar Jean Grey pela destruição de naves de seu planeta e o extermínio de mundos com seus poderes de Fênix. O final trágico é bastante conhecido, mas não definitivo, graças à mania da Marvel de ressuscitar personagens. O roteiro está a cargo de Simon Kinberg, que é produtor da franquia e – atenção! – foi exatamente quem escreveu “X-Men: O Confronto Final”. Ele também fará sua estreia na direção com o longa. A estreia está marcada para novembro de 2018. Hey @jamesmcavoyrealdeal you ready for me up in Montreal? Im gonna make you cry so hard ? #xmen @simondavidkinberg Uma publicação compartilhada por Jessica Chastain (@jessicachastain) em Ago 1, 2017 às 3:29 PDT

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    Atriz-mirim de The Originals viverá versão criança de Jean Grey em X-Men: Fênix Negra

    1 de agosto de 2017 /

    A atriz-mirim Summer Fontana, que impressionou como a pequena Hope Mikaelson na 4ª temporada de “The Originals”, entrou no elenco de “X-Men: Fênix Negra”. Ela terá uma pequena participação num flashback, como a versão criança de Jean Grey, personagem interpretada por Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) em sua versão adolescente. Isto significa que a pequena atriz de 9 anos de idade voltará a ganhar super-poderes numa nova atração. Em “The Originals”, ela tinha poderes místicos. Agora, deve manifestar os poderes psíquicos da mutante Jean Grey, antigamente conhecida como Garota Marvel nos quadrinhos. Summer não voltará na 5ª temporada de “The Originals”, pois os produtores darão um salto temporal na trama para mostrar Hope adolescente. Mas o showrunner Michael Narducci lamentou não poder mais contar com a atriz. “Com todo o meu coração, acredito que Summer Fontana vai ser uma estrela grande e importante. Ela é fenomenal. Em tudo o que lhe demos para fazer, ela foi incrível. Ela excedeu todas as nossas expectativas”, ele disse, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. O novo filme dos X-Men pretende contar a história da Fênix Negra de forma diferente da apresentada no infame “X-Men: O Confronto Final” (2006), pior filme da franquia. As sementes da trama foram plantadas em cenas de “X-Men: Apocalipse” (2015), que reintroduziu Jean Grey, a heroína que vira a vilã Fênix Negra. O roteiro está a cargo de Simon Kinberg, que é produtor da franquia e – atenção! – foi exatamente quem escreveu “X-Men: O Confronto Final”. Ele também fará sua estreia na direção com o longa. A Fox garantiu a participação de todos os X-Men ainda vivos na franquia na nova continuação. Isto inclui os personagens de Jennifer Lawrence, Michael Fassbender, James McAvoy e Nicholas Hoult, que encerraram seus contratos com “X-Men: Apocalipse”, e aceitaram a nova proposta do estúdio para reprisar os papéis de Mística, Magneto, Professor X e Fera. Além deles, estão confirmados os novos integrantes da franquia, que estrearam no filme passado: Sophie Turner, Tye Sheridan, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee, respectivamente como Jean Grey, Cíclope, Tempestade e Noturno. E até Evan Peters, introduzido em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, vai retornar como Mercúrio. A principal novidade do elenco pode ser Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), que está negociando viver a Imperatriz Lilandra, apresentada como a principal vilã da trama. Leitores dos quadrinhos da Marvel sabem que Lilandra Neramani não é exatamente uma vilã. Na verdade, ela se torna um dos grandes amores da vida de Charles Xavier. Mas sua presença assinala dois fatos importantes: a chegada dos alienígenas na franquia e uma abordagem mais próxima dos quadrinhos para a história de Jean Grey. Nos quadrinhos, a imperatriz shi’ar chega na Terra ao final da “Saga da Fênix Negra”, com o objetivo de executar Jean Grey pela destruição de naves de seu planeta e o extermínio de mundos com seus poderes de Fênix. O final trágico é bastante conhecido, mas não definitivo, graças à mania da Marvel de ressuscitar personagens. A estreia está marcada para novembro de 2018.

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    De Canção em Canção exalta obsessão de Terrence Malick pela beleza mundana

    29 de julho de 2017 /

    O azar de Terrence Malick foi a crítica ter adorado “A Árvore da Vida” (2011), em que ele usou talvez pela primeira vez o uso da câmera-chicote, que trabalha a aproximação e a rejeição ao mesmo tempo. É um tipo de efeito muito interessante, mas imagina só ver uma obra inteira feita dessa maneira, e com cortes rápidos, que impedem que quase nunca possamos ver imagens estáticas, a não ser quando a câmera está dentro de um barco, por exemplo – como na cena com Cate Blanchett (“Carol”) em seu novo trabalho, “De Canção em Canção”. O que se pode perceber também na nova obra é o quanto Malick passou de cineasta existencialista e religioso para um homem interessado nas coisas, digamos, mais mundanas. Ele aborda o amor, algo transcendental em qualquer forma que seja apresentado, mas o diretor está muito interessado em filmar rostos bonitos. Se em “A Árvore da Vida” e também em “Amor Pleno” (2012), Jessica Chastain e Olga Kurylenko pareciam figuras angelicais, esse sentimento é deixado de lado no novo filme. Ou ao menos, é diminuído consideravelmente, já que a personagem de Rooney Mara (“Lion”) parece estar vivendo uma crise de consciência tremenda, ao ficar com dois homens ao mesmo tempo, traindo o namorado vivido por Ryan Gosling (“La La Land”) pela personificação do cafajeste conquistador vivido por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Os dois atores, é bom dizer, funcionam muito bem dentro desses papéis. Não é uma má escolha no casting. Mas o excesso de voice over e de tentativa de dar profundidade às suas angústias acaba por tirar-lhes a voz. Por causa disso é que uma cena que deveria ser impactante, envolvendo Natalie Portman (“Jackie”), acaba não tendo força. Seria por culpa da edição, que tirou muito de sua personagem no enredo? Quem sabe. Mas o fato é que assistir a “De Canção em Canção” é quase um desafio. Não é todo mundo que entra na sala de cinema e fica até o final. Muitos espectadores vão embora, coisa que aconteceu com “A Árvore da Vida” também. Assim, é preciso entrar na sala esperando ver um filme de Terrence Malick. O Malick dos anos 2010, mais disposto a contar uma história de maneira fragmentada e estilizada, com uma câmera que não para de rodopiar, quase como num cacoete. O filme também gera frustração na questão da música, que é o pano de fundo da trama e está em evidência no título. Algumas das canções são muito boas, mas quando elas começam a tocar e o filme fica parecendo um belo trailer (como são belos os trailers dos filmes do Malick, hein?), são interrompidas, causando mais irritação. Tudo em prol de manter flutuantes os vai-e-vens da câmera do mexicano Emmanuel Lubeski (tricampeão do Oscar). Aliás, uma das melhores coisas do filme e o que mais segura o espectador é a beleza das imagens que Lubeski capta. Mais até que o interesse pelos roqueiros famosos filmados (Patti Smith, Iggy Pop, Red Hot Chilli Peppers, John Lydon, Florence Welch, Lykke Li, Tegan & Sara, etc). E entre as belas imagens está o elenco. Cate Blanchett aparece pouco, mas poucas vezes foi fotografada de forma tão deslumbrante como em “De Canção em Canção”. É até perdoável que Malick tenha se deixado inebriar pela beleza de suas atrizes, entre elas a francesa Bérénice Marlohe (“007 – Operação Skyfall”). Fazer cinema é muitas vezes registrar a beleza dos corpos jovens da melhor maneira possível, a fim de eternizá-los. Em alguns momentos, Malick quase se deixa levar pelo lado mais sensual, com personagens, principalmente as femininas, tocando ou tendo tocado o seu sexo com volúpia. E, nisso, vale destacar também uma cena de amor entre duas mulheres, o que só aumenta o sentimento de fascínio do diretor pela beleza sensual, ainda que seja uma beleza sempre branca, emoldura por filtros e por uma arquitetura luxuosa e envolta pelas coisas que o dinheiro pode comprar.

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